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Arquitectura.pt


LKhan

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  1. Workshop Internacional da EAAE/ENHSA em Abril de 2008 - Lisboa - ULHT ver www.aeea.be
  2. Workshop Internacional da EAAE/ENHSA em Abril de 2008 - Lisboa - ULHT ver www.aeea.be
  3. "Vote, vote, mesmo que haja fila, é muito importante." Normalmente eu diria: que se lixe o voto, porque tudo há-de regressar ao mesmo... Todavia, vivemos tempos de mudança. tudo passa, tudo muda, mesmo a uva passa a passa. A "velha" Associação dos Arquitectos, egrégora dos antigos alunos da ESBAL e da ESBAP, está em extinção: TEMOS TODOS MAIS DE 50 ANOS! (todos nós ouvimos Joni Mitchel, Ravi Shankar, James Taylor, Bob Dylan e os Conchas! para os francófilos, Georges Brassens, Léo Férré, Jacques Brel, Barbara, Juliette Gréco e Adamo!)... alguns ainda estudámos pelas sebentas do Palma Fernandes enquanto palavras como sputnick, laika, ou the shadows ecoavam nos nossos ouvidos... Jack Kerouac e Allen Ginsberg tinham já desbravado a americana saloiada de Dean Moriarty (Neil Cassidy) e Louis Khan afirmava-se no território da Arquitectura, para além de Mies, de Gropius ou de Wright. Walden dava lugar a Groucho e este a Bogart como Guthrie e Dylan se destilavam em Parker e em Chet Baker... tudo o resto está aí para as curvas... nós apenas daremos uns pontapés... certeiros e ordeiros!
  4. "desde quando um ARQUITECTO , tem formação de base para coordenar um Plano de gestão territorial?!? " Desde SEMPRE!
  5. ...a referência ao Arnau Amo, um texto inserido numa colectânea sobre o Habitar da Escola de Arquitectura de Madrid, infelizmente muito pouco conhecido em Portugal, denota algum grau de erudição e também uma inteligência muito peculiar, já que não se trata de um texto "politicamente correcto", porque levanta questões de fundo bastante polémicas (e interessantes). Aconselho vivamente a sua leitura a todos, em particular àqueles que pensam que o "habitar" ou que o "projecto de uma habitação" é qualquer coisa de simples e imediato!... Existe um bom nível intelectual neste fórum. Estamos de parabéns!
  6. Ele há gente tão complicada! Complicar as questões simples, para simplesmente não lhes dar resposta, é coisa de político ou de ignorante. Não é, certamente, coisa de Arquitecto! Habitar é residir, morar, estar em, ocupar, frequentar... oquê? um espaço, um território - um habitat (latim) ou oikos (grego). E o que é o "habitat" ou "oikos"? É o local apropriado para a vida, ou seja, para os seres vivos e para as suas actividades... Ao conjunto formado pelos seres vivos, pelas suas actividades e pelo local onde tudo se passa, chama-se "oikos+sistema", ou seja, "ecossistema"; ao modo como esse "oikos" se organiza, chama-se "oikos+nomos", ou seja, "economia"; ao conhecimento, ou investigação desse "oikos=habitat" chama-se "oikos+logos", ou seja, "ecologia". Assim, habitar é fazer parte de um ecossistema, ou seja, de um habitat. Existe no verbo "habitar" uma relação mútua de pertença, ao oikos (habitat) e ao nomos (organização). Tudo isto é verdade, embora não exclusivo. É claro que Christian Norberg-Schulz, Heidegger e muitos outros têm aprofundado esta temática até à exaustão. Mas não responder, tergiversando e agredindo a inteligência de quem fez a pergunta, não me parece a resposta mais adequada nem mesmo a mais educada, denunciando alguma ignorância ou, pelo menos, muita insegurança. E às vezes as respostas são tão simples!!! Leia-se Lao Tse, por exemplo...
  7. Realmente não sei o que é que os pêssegos têm a ver com isto. O problema não está na quantidade de cursos, mas sim na qualidade e na localização geográfica. Se conseguíssemos ter um curso de Arquitectura, com 200 a 500 estudantes (1.º e 2.º ciclos) em cada capital de Distrito, e, eventualmente, mais um ou outro, nos principais centros urbanos (Lisboa e Porto), teríamos, não só uma distribuição equilibrada, como uma cobertura também equilibrada do território nacional, já que o laboratório de um curso de arquitectura, é o suporte urbano e regional em que ele se implanta e insere, o que constitui uma dupla mais valia: para a região e para os estudantes e investigadores. De resto, quando o Mariano Gago chegou ao poder, já os cursos lá estavam! Não os que eu sugeri, mas os que efectivamente existem. Vejam, por exemplo, que a Lusíada, com escolas em Lisboa, Porto e Famalicão, forma 50% dos Arquitectros, anualmente... E há muito mais a discutir sobre este tema...
  8. Eu tive um mestre que nos dizia: "Gosto muito da Poesia, mas não dos poetas, porque são uns chatos!" Na altura acho que não o compreendi bem... Hoje, tendo a dizer: "gosto muito da Arquitectura...." Quero com isto dizer que, neste Fórum, respira-se o amor pela Arquitectura. Respira-se o aprofundamento das suas razões, das suas emoções, do seu modus faciendi. Fala-se, contudo, muito pouco, sobre o modo como ela se exerce em Portugal, sobre as oportunidades de trabalho, sobre o modo como o organismo que institucionalmente a enquadra - a Ordem dos Arquitectos -, a gere e manipula. É neste sentido que me parece útil e desejável um maior envolvimento dos foristas - mesmo os promitentes arquitectos, enquanto estudantes - no debate das questões que envolvem a OA, em particular, num momento em que está em curso um processo eleitoral que, das duas uma, ou resulta na vitória da continuidade, ou numa linha de ruptura conducente a novos horizontes de futuro, de um futuro que já é presente em toda a "aldeia global", excepto em Portugal, Espanha e Grécia! O que está em debate não é apenas a recondução de uns tantos indivíduos, mais ou menos pertencentes ou ausentes do "starsystem", em órgãos de poder (leia-se VERDADEIRO poder!), mas, sobretudo, a escolha de um rumo, que poderá ser acontinuidade do "starsystem" ou o apontar de um novo paradigma para a classe dos Arquitectos, consentâneo com as principais correntes a nível mundial. Vejamos, A nível nacional, existem três Listas, duas das quais se procuram aniquilar entre si, porque procuram proteger os seus territórios no starsystem, encabeçadas por colegas que estão no poder na Ordem há já dois mandatos. Uma terceira lista, não alinhada com o aparelho tradicional da Ordem, procura afirmar uma ruptura e apontar novos caminhos e novas maneiras de estar, exigindo, todavia, a participação democrática de todos os candidatos. A "tradição" traduz-se numa protecção mútua de um lobby e demonstra-se na fraquíssima participação dos 15500 membros da Ordem nos seus actos normais: tomam-se resoluções em assembleias gerais que nunca ultrapassam as 25 - 30 presenças; Ño Congresso Nacional em Almada não estiveram presentes em simultâneo mais de 150 Arquitectos; No último acto eleitoral, há 3 anos, votaram apenas 350 sócios! IOsto indica que algo vai mal e que os sócios/ membros da Ordem (repito: 15500) estão divorciados! Não será altura de os restantes 15150 se manifestarem, quer através do voto, quer através de um movimento de ideias, de propostas, de envolvimento? Estarão todos submissos a um lobby de cerca de 100 "estrelas colunáveis", à espera do seu momento de sucesso entre elas? Este Fórum, que envolve estudantes e arquitectos, que adquiriu já dimensão transnacional, que se preza de ser o ÚNICO congénere em Portugal, não pode e não deve estar alheio ao que se passa nesta campanha eleitoral! É importante que se discuta, participe e divulgue tudo o que se está a passar... Espreitem o site http://arquitectos.pt/?no=101004817:092007, onde todas as Listas que se apresentam a votos se encontram e participem no debate, por favor. Para bem da Arquitectura, dos Arquitectos e da nossa actividade profissional em geral. Os estudantes são mais que bem vindos: SÃO NECESSÁRIOS! LKhan
  9. Parabéns a todos vós e em particular ao João Sequeira, distinto membro da Lista B para as eleições ao Conselho Directivo Nacional da Ordem dos Arquitectos. www.porumaordemdevalores.net.
  10. Relativamente à notícia do Público de 21 de Setembro de 2007 - “ELEIÇÕES PARA A ORDEM DOS ARQUITECTOS CORREM O RISCO DE SER IMPUGNADAS” - e aos actos que lhe deram origem, a Lista B sente-se no Direito e no Dever de se Manifestar! A nossa Lista candidata-se por conceitos, por princípios, por valores; Não somos candidatos contra ninguém! Acreditamos no acto eleitoral LIVRE e DEMOCRÁTICO, como momento de partilha e confronto de ideias e de opiniões. A possibilidade de que haja UM ÚNICO ARQUITECTO, na plenitude dos seus direitos cívicos e profissionais e das suas capacidades físicas e mentais impedido, burocraticamente, administrativamente, de se submeter livremente a sufrágio inter-paris, seja com base em leis estatutárias mal concebidas, mal redigidas ou mal interpretadas, INCOMODA-NOS e CONFRANGE-NOS! Porque acreditamos e queremos uma Ordem de Valores, uma Ordem para Todos e uma Ordem na Rede, solidarizamo-nos com o Colega Manuel Vicente, com a Lista que ele encabeça e com os seus Apoiantes, na sua indignação, na nossa qualidade de cidadãos livres, de arquitectos e de candidatos aos Órgãos do Conselho Directivo Nacional da Ordem dos Arquitectos! POR UM PROCESSO ELEITORAL LIVRE, TRANSPARENTE, PROPOSITIVO E DEMOCRÁTRICO!
  11. Apesar de não estar disponível, por questões que se prendem com as minhas frentes de trabalho, estarei sempre ao vosso dispor para reflectir e ajudar a reflectir, com o peso dos meus 30 anos de prática, valha lá isso o que valer. Aproveito esta intervenção para saudar o site, os seus autores e moderadores, que tem sido muito estimulante, apesar da minha pouca intervenção, pela já referida falta de disponibilidade. Podem contar comigo para questões relacionadas com a crítica, a teoria e a história da Arquitectura e da Cidade, bem como para algumas reflexões sobre o papel social da arquitectura e do arquitecto, por vezes muito arredadas das mentes dos mais jovens (refiro-me aos estudantes, em particular) - já que eu não sou menos jovem: sou é jovem há mais tempo do que eles... bem hajam, então!
  12. "A arquitecta Teresa Almeida, até agora vereadora do urbanismo na Câmara Municipal de Setúbal" A Teresa Almeida é Governadora Civil do Distrito de Setúbal!
  13. "num tópico sobre cinema se consegue "transforma-lo" num debatezeco regionalista" ??????????????????????????????????
  14. ...aterros à parte, todas as cidades possuem a sua alma, e o Porto é uma delas... Se retirares a "banda sonora" ou o som a um filme de terror, ele transforma-se em algo de ridículo, tal como se te centrares no processo de maquilhagem e de caracterização dos seus personagens a cru. Nem o Porto nem Lisboa são aterradores enquanto cidades, mas apenas enquanto suporte de agrupamentos sociais... São os "figurantes" que dão vida às ruas e aos lugares, mas é a arquitectura "inerte" que lhes reconduz o sentido e o significado...
  15. muito bem! não poderia deixar de estar de acordo...
  16. ...se há profissão em que o conceito de "emprego" pode ser irrelevante é a do Arquitecto! O Arquitecto pode criar o seu próprio emprego, inclusivamente dando emprego a outros... Não se faz um curso de Arquitectura para ter "um emprego": para isso vai-se para os cursos técnico-profissionais, para a Marinha ou para o Exército! A Arquitectura é um curso vocacional e uma formação abrangente, que nos habilita a uma pleiade de hipóteses de trabalho e de exercício profissional, algumas ainda por inventar. O Arquitecto sabe manusear o espaço, transformar conceitos abstractos em formas objectivas e materiais, é simultaneamente filósofo, poeta e artista, cujos conhecimentos técnicos desenvolve ou adquire à medida da sua solicitação. Não há nem haverá nunca "arquitectos a mais"! Basta olhar à nossa volta e verificarmos a infinidade de coisas que estão por fazer e que estão para fazer... Quem quizer reduzir a Arquitectura à mera concepção de edifícios tem toda a África, a Índia, a China, a Amora, a Cruz de Pau e a Brandoa pela frente! É tudo uma questão cultural e financeira... ...senão lembremo-nos que alguns dos melhores cenógrafos, designers de automóveis e de barcos, coreógrafos, estilistas e realizadores de cinema, tiveram como formação académica de base a Arquitectura... Não reduzamos a formação académica à busca de um emprego. Os empregos constroem-se, não se procuram... para quem verdadeiramente queira ser Arquitecto, ou ter outra profissão congénere... Isto tudo, na perspectiva corrente de que ter emprego é ter um patrão que paga um salário ao fim do mês... mas ter emprego, etimologicamente, é também e sobretudo ter "utilidade"! E não há nada de mais útil do que a nossa formação - criativa, abrangente, humana, actuante, exacerbadamente transformadora (vidê o sentido profundo desta palavra) e coinformadora! O Arquitecto inventa, também, a sua razão de existir...
  17. ...procurei reduzir um conceito a uma frase. A alternativa é escrever um livro ou descrever exaustivamente uma obra... quanto à questão da "memória", embora faça parte da minha maneira de pensar a Arquitectura, não é condição sine qua non. Há muito boa Arquitectura que desprezou a memória do lugar criando, contudo, um novo genius loci... De resto, qualquer definição seja do que for (designar o fim de) será sempre redutora, porque reduz a infinidade ao finito!
  18. "Inscrever Lisboa no mapa do circuito internacional de Festivais de Cinema de Terror, à semelhança de outras grandes cidades ..." Não achas que Lisboa já é em si mesma suficientemente aterradora?
  19. ...estou em crer (e querer) que a melhor escola é aquela em que nos sentirmos bem. Ou seja, é aquela que seja capaz de estabelecer connosco uma empatia motivadora. Aprendemos com os profs., aprendemos com os colegas, mas, sobretudo, aprendemos com o confronto das nossas vontades com as nossas capacidades. A Arquitectura aprende-se através da prática do Projecto, que por sua vez é informada por uma série de factores de de saberes, de que a sua História, e o seu suporte conceptual - a Teoria - são determinantes. O Pensar e o Fazer, vão gradualmente sendo ilustrados pelo Saber e pelo domínio das técnicas construtivas´- a materialidade e a tectónica... Aquilo que distingue a Arquitectura de mera Construção Civil é a Poética! Esta, reside no imaginário e na criatividade, bem como no talento... sendo que estes não são inatos: constroem-se, com esforço e com persistência, com alma e inteligência... Quero com isto dizer que não há melhor escola do que a nossa consciência e entrega às solicitações que nos são colocadas. Os professores são importantes nesse processo. Tal como os colegas e amigos. Não são as escolas que nos moldam. Não são as escolas que moldam os professores. A Escola é uma relação íntima e prócriativa entre professores e estudantes. O resto, são apenas instituições, com mais ou menos prestígio, com mais ou menos garantias de fiabilidade...
  20. A Arquitectura é a conformação do espaço...
  21. Sputnick deu um mau conselho... A composição tem regras... ou não... eu só posso por em causa as regras, quando as conheço...
  22. eu também sou daqueles que não apreciam muito a adjectivação das coisas, em particular a adjectivação típica de promoção turística ou imobiliária: "uma ampla sala" com uma "inexcedível vista" ou uma "sumptuosa implantação".,.. no entanto, não desprezo a hipótese de sermos expontâneos nas nossas leituras e, por vezes, empregarmos terminologias desse tipo... "este edifício é mesmo fascinante, ultrapassou a minha expectativa...!". O conceito de Belo ou até mesmo (em menor grau) o de sedução, também não me incomoda... A Beleza é algo a que todos nós, arquitectos, devemos aspirar... o Belo não ofende: engrandece! Giro é algo que que a geometria nos devolve como sendo um ângulo de 360º, mas é também sinónimo de algo que nos toca, nem que seja ao de leve, e é, assim, passível de ser admirado, ou pelo menos, notado. Estou em crer que não nos devemos deixar dominar, ou constranger, pelo acervo de fonemas que exibimos nas nossas opiniões, com receio de que não sejam "correctas". O GOSTO educa-se, apura-se e depura-se ao longo da vida... não sei mesmo se existe "bom gosto" ou "mau gosto". Existem, tão somente, gradiantes de gosto que repousam em valores culturais - obviamente de natureza estética -, mas que também subjazem, por vezes, ao domínio das "modas". Na minha provectta idade já vi nascer e morrer muitos heróis e muitos conceitos de "bom gosto" e de "piroso" ou de "pimba". Mas há algo que perdura para além destes conceitos, e que se radica na qualidade. E é da qualidade que devemos falar e não dos "qualitativos", ou seja, a tal "adjectivação", geralmente gratruita e vazia, ou pelo menos esvaziadora... Não penso que "esvaziar" as qualidades do Quim Barreiros (que eu conheço mal, mas sei o que representa), seja em si mesmo algo de positivo. Os grandes momentos da história da música e da história da arquitectura vêm de interpretações (sábias, lá estou eu a adjectivar) do vernáculo! O Barreiros representa um vernáculo contemporâneo de raíz rurbana, razão pela qual atraíu (não sei se ainda atrai) a juventude estudantil durante anos: ele foi um elemento LIBERTADOR de dogmas e de preconceitos e, por conseguinte, fez um corte com um "establishment" a que a juventude aspirava, abrindo novos caminhos imaginativos... In limine, será sempre possível libertarmo-nos das adjectivações, por recurso às interjeições: "UAU!!!! que maravilha de edifício!" ...se é que me querem entender...
  23. Cara Margarida, não se trata de rispidez nem de falta de educação, mas tão somente de poder de decisão. Eu sei que estas combinações podem levar anos a marcar... de resto, não foi capaz de vislumbrar o leve sorriso maroto e irónico dos meus lábios quando escrevi o que tanto a incomodou... não me leve a mal... eu adoro o Porto e irei lá no primeiro momento!
  24. I tend to think that there is no major difference between men and women in what is related to architectural design. Once you are a professional you have no sex! Perhaps there are still some social prejudices at that, but they tend do difuse. Every person is different from one another, regarding design attitudes. It has nothing to do with sex. In my experience, both as an architect and a professor, I should say that women, in general, are more dedicated to what they are doing, and I am talking about my office, but that doesn't stand as a rule! For cultural reasons, women are more prevalent and represent a higher number of students at Portuguese Universities. Maybe that is the matter, but has nothing to do with proficiency, nor with feminine/masculine architecture, which has to do with both women and men!
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