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LKhan

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  1. Desta vez É em LISBOA porque esta é a primeira proposta e é a primeira vez. Eu estarei lá, no dia 7 de Setembro, pelas 21H00! Compete ao bruno dizer onde!!!!
  2. ...penso que será difícil ensinar medicina sem se ser médico ou arquitectura sem se ser arquitecto... no entanto, não basta ser-se um bom profissional para se ser um bom professor. O professor tem que saber relacionar-se com os alunos, gerar empatias e criar referências sólidas, sobretudo nos primeiros anos. O ensino é uma vocação, tal como o exercício da arquitectura. O arquitecto que ensina arquitectura tem que ter essa dupla vocação. Todos nós tivémos bons e maus professores, em todas as áreas. O mau professor refugia-se, geralmente, na rispidez e na intolerância, o que pode gerar maior empenho por parte do aluno, por medo das represálias, mas não conduz, necessariamente a uma melhor aprendizagem. O mau professor, em alternativa, dá boas notas e é muito permissivo. Tal permite-lhe esconder a sua incapacidade por detrás do facilitismo... O bom professor ajuda o aluno a encontrar o seu caminho, dando-lhe as ferramentas adequadas, a segurança necessária para que ele não se projecte no abismo... O bom professor é tolerante e exigente: tolera a liberdade de pensamento mas exige qualidade na resposta. O bom professor põe à disposição do aluno toda a informação de que dispõe para a resolução dos problemas, não a sonega... O bom professor tem ideias consistentes, embora não exclusivas, de como resolver o projecto, e expõem-nas! O mau professor esconde-se por detrás da máscara de quem não quer mostrar a sua solução, para não influenciar os alunos... ... isto é uma opinião! sei lá se isto é mesmo assim?
  3. Nota: há duas Universidades Lusófonas: a Universidade Lusófona do Porto e a Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (Lisboa). Ambas têm cursos de Arquitectura organizados segundo Bolonha (3+2)
  4. visitar o site da Associação Europeia para o Ensino da Arquitectura - www.eaae.be e lá vêm todas as escolas de arquitectura europeias associadas, o que corresponde à grande maioria delas...
  5. Vai aqui uma confusão muito grande. A acreditação de cursos pela Ordem foi considerada ilegal e nada tem a ver com o reconhecimento europeu dos cursos. O reconhecimento europeu dos cursos permite o reconhecimento automático dos licenciados em arquitectura abrangidos, nos 27 países da comunidade europeia, independentemente de estarem ou não inscritos na OA. É claro que todos os arquitectos inscritos na OA são automáticamente reconhecidos na comunidade europeia. O reconhecimento europeu é pedido pelas Escolas ao Ministério do Ensino Superior e passa, primeiro, pelo crivo dos três conselheiros portugueses - um nomeado pelo Ministério do Ensino Superior, que actualmente é o Prof. Mário Kruger; um nomeado pelo Ministério das Obras Públicas, que actualmente é o Arq.º Vasco Massapina e outro nomeado pela Ordem dos Arquitectos, que actualmente é o Arq.º João Afonso. Após o parecer destes três conselheiros, é apreciado pelos conselheiros dos restantes 26 países (igualmente três por país), posto o que é submetido a votação no respectivo Conselho Europeu, que reúne esta gente toda. O processo leva mais de dois anos, razão pela qual muitas escolas ainda não têm os seus cursos reconhecidos. O processo de Bolonha irá obrigar a um novo pedido de reconhecimento europeu, já que o grau académico deixa de ser licenciatura, para ser mestrado, mas consta que o processo burocrático vai ser simplificado (para melhor?...para pior?... ainda não se sabe).
  6. "Não alcanço a história da criação do SINDICATO... Que é que,questões laborais de relação patrão/ empregado, têm a haver com as competências Estatutárias da O.A.?" Da minha leitura, e do que ouvi da intervenção do Luís Conceição no Congresso da Ordem em Almada, o que ele propõe é que a OA incentive e ajude à criação de um Sindicato Nacional de Arquitectos, já que uma parte substancial da classe trabalha por conta de outrém, por vezes a recibos verdes e com salários inferiores aos de mulher-a-dias. É claro que a OA não tem nada a ver com sindicatos, mas pode auxiliar e incentivar a sua formação.
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