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asimplemind

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  1. Continuas com um discurso não fundamentado e baseado sempre no senso comum. Como queres discutir questões de arquitectura se nem sequer sabes o que é? Se não sabes em que se baseia? E enganas-te a arquitectura não é "pura arte"... não é fútil, nem é bonita sequer. É tudo ao contrário daquilo que afirmas que é. E acredita que tenho fundamentos para justificar isso. E se pensas mesmo que o conforto de uma casa se resolve com utensílios e técnicas de engenharia estás muitíssimo mal informado e ingenuamente afirmas tal coisa. (e eu nunca entrei pelo lado do insulto contra ti, pelo contrário fui desrespeitado)
  2. Continuas com um discurso não fundamentado e baseado sempre no senso comum. Como queres discutir questões de arquitectura se nem sequer sabes o que é? Se não sabes em que se baseia? E enganas-te a arquitectura não é "pura arte"... não é fútil, nem é bonita sequer. É tudo ao contrário daquilo que afirmas que é. E acredita que tenho fundamentos para justificar isso. E se pensas mesmo que o conforto de uma casa se resolve com utensílios e técnicas de engenharia estás muitíssimo mal informado e ingenuamente afirmas tal coisa. (e eu nunca entrei pelo lado do insulto contra ti, pelo contrário fui desrespeitado)
  3. Sobre o tempo sugiro o estudo da obra "Da Organização do Espaço" de Fernando Távora. Também "A Poética do Espaço" do Filósofo Gaston Bachelard. O Tempo é essencial na definição e no entendimento da arquitectura p.s. Aproveita também para leres os artigos publicados na revista JA229 sob o tema "Tempo"
  4. Sobre o tempo sugiro o estudo da obra "Da Organização do Espaço" de Fernando Távora. Também "A Poética do Espaço" do Filósofo Gaston Bachelard. O Tempo é essencial na definição e no entendimento da arquitectura p.s. Aproveita também para leres os artigos publicados na revista JA229 sob o tema "Tempo"
  5. Pois o problema é "apresentar um trabalho ao estilo Hadid" e não desenvolver um pensamento Hadid... Formas todos nós fazemos
  6. Pois o problema é "apresentar um trabalho ao estilo Hadid" e não desenvolver um pensamento Hadid... Formas todos nós fazemos
  7. Eu respeito a tua se respeitares também a dos outros... Para isso necessitas de sair do teu mundo isolado e saberes realmente daquilo que estás a falar... Essas opiniões que dás, não fundamentadas, de puro senso comum do mais leigo que pode existir valem o que valem... aliás mostram bem o tipo de mentalidade que vai neste país. Somos tão avançados numas coisas e noutras nem por isso.... Eu sugiro o seguinte: olha para essas imagens que tu fizeste de "casas" e pensa no que funciona e no que não funciona. Se pensas que aquilo que fizeste tem alguma coisa que ver com arquitectura, estás enganado... Qualquer pessoa com o sketchup à frente e tempo livre faz isso que fizeste. Agora não é qualquer um que pensa no habitar, que estuda a organização do espaço etc... E mais um arquitecto não é apenas um gajo que faz casas... Essa "futilidade" que é a arquitectura é pisada por ti todos os dias mais te levantas da cama e pôes os pés no chão. Se começares a pensar porque é que no inverno tens de vestir mais um casaco ou ligar o aquecimento e no verão ligar o ar condicionado ou mesmo se te aperceberes do porquê de te sentires bem em determinado espaço e mal noutro espaço talvez possas começar a entender do que trata a arquitectura. Do que diferencia o pensamento do arquitecto do pensamento de um leigo. Um engenheiro não sabe o que é uma janela. Tu sabes? Aposto que não... A maior parte dos arquitectos não sabem... e no entanto fazem-se teses de doutoramento sobre janelas... A simplicidade e a funcionalidade não surgem do nada. Tudo o que existe é uma imensidão de sistemas complexos. Qualquer traço que faças num pensamento de projecto vai implicar com tudo o que possas imaginar. A virtude está em saber controlar esse traço, atingir o cerne, ser preciso, concreto, saber que aquilo que fizeste é assim e não pode ser de outra forma. Qualquer uma das imagens que aqui colocaste facilmente são destruídas com simples perguntas. Não têm fundamento. Mas pelo contrário dificilmente alguém conseguirá argumentar no sentido de destruir uma obra de Siza Vieira. Está tudo pensado, tudo faz sentido, mesmo aquilo que não parece. E para realmente conseguires criticar uma obra de arquitectura tens de saber falar essa língua, tens de conhecer a semântica, a morfologia. A arquitectura fundamenta-se em noções. Antes de se construir a obra a arquitectura materializa-se com as matérias mais básicas e que desde a existência humana foram trabalhadas: a Luz, a Gravidade, ............ o Tempo. Não podemos entender o que é arquitectura sem entender o que são cada uma das quatro dimensões essenciais à existência de uma obra. E no entanto tudo parece tão simples.... tão fútil...
  8. Eu respeito a tua se respeitares também a dos outros... Para isso necessitas de sair do teu mundo isolado e saberes realmente daquilo que estás a falar... Essas opiniões que dás, não fundamentadas, de puro senso comum do mais leigo que pode existir valem o que valem... aliás mostram bem o tipo de mentalidade que vai neste país. Somos tão avançados numas coisas e noutras nem por isso.... Eu sugiro o seguinte: olha para essas imagens que tu fizeste de "casas" e pensa no que funciona e no que não funciona. Se pensas que aquilo que fizeste tem alguma coisa que ver com arquitectura, estás enganado... Qualquer pessoa com o sketchup à frente e tempo livre faz isso que fizeste. Agora não é qualquer um que pensa no habitar, que estuda a organização do espaço etc... E mais um arquitecto não é apenas um gajo que faz casas... Essa "futilidade" que é a arquitectura é pisada por ti todos os dias mais te levantas da cama e pôes os pés no chão. Se começares a pensar porque é que no inverno tens de vestir mais um casaco ou ligar o aquecimento e no verão ligar o ar condicionado ou mesmo se te aperceberes do porquê de te sentires bem em determinado espaço e mal noutro espaço talvez possas começar a entender do que trata a arquitectura. Do que diferencia o pensamento do arquitecto do pensamento de um leigo. Um engenheiro não sabe o que é uma janela. Tu sabes? Aposto que não... A maior parte dos arquitectos não sabem... e no entanto fazem-se teses de doutoramento sobre janelas... A simplicidade e a funcionalidade não surgem do nada. Tudo o que existe é uma imensidão de sistemas complexos. Qualquer traço que faças num pensamento de projecto vai implicar com tudo o que possas imaginar. A virtude está em saber controlar esse traço, atingir o cerne, ser preciso, concreto, saber que aquilo que fizeste é assim e não pode ser de outra forma. Qualquer uma das imagens que aqui colocaste facilmente são destruídas com simples perguntas. Não têm fundamento. Mas pelo contrário dificilmente alguém conseguirá argumentar no sentido de destruir uma obra de Siza Vieira. Está tudo pensado, tudo faz sentido, mesmo aquilo que não parece. E para realmente conseguires criticar uma obra de arquitectura tens de saber falar essa língua, tens de conhecer a semântica, a morfologia. A arquitectura fundamenta-se em noções. Antes de se construir a obra a arquitectura materializa-se com as matérias mais básicas e que desde a existência humana foram trabalhadas: a Luz, a Gravidade, ............ o Tempo. Não podemos entender o que é arquitectura sem entender o que são cada uma das quatro dimensões essenciais à existência de uma obra. E no entanto tudo parece tão simples.... tão fútil...
  9. muito interessante! vale a pena ver com calma
  10. muito interessante! vale a pena ver com calma
  11. 9,5m de largura é bastante... No porto as casas do século XIX têm entre 5 a 6 metros... E funcionam
  12. 9,5m de largura é bastante... No porto as casas do século XIX têm entre 5 a 6 metros... E funcionam
  13. bem.vindo!
  14. bem.vindo!
  15. Essa de "ah eu quero uma casa artística ou eu quero uma casa feia" é de rir....
  16. Essa de "ah eu quero uma casa artística ou eu quero uma casa feia" é de rir....
  17. a planta é muito simples foi publicada na JA229. Penso que o corte é bastante mais elucidativo.
  18. a planta é muito simples foi publicada na JA229. Penso que o corte é bastante mais elucidativo.
  19. Tens mesmo muito que aprender... Muito que ler, muito que ouvir, muito que pensar, muito que reflectir.
  20. Tens mesmo muito que aprender... Muito que ler, muito que ouvir, muito que pensar, muito que reflectir.
  21. E esta é a capital de Portugal que belo exemplo. Se deixamos isto acontecer na capital imaginem no resto do país. Por acaso no norte não tem chovido praticamente nada só uns pingos na segunda feira. Parece que estamos em dois mundos diferentes. Penso nas centenas de turistas que andam por Lisboa e viram esse espectaculo todo. Que boa impressão...
  22. E esta é a capital de Portugal que belo exemplo. Se deixamos isto acontecer na capital imaginem no resto do país. Por acaso no norte não tem chovido praticamente nada só uns pingos na segunda feira. Parece que estamos em dois mundos diferentes. Penso nas centenas de turistas que andam por Lisboa e viram esse espectaculo todo. Que boa impressão...
  23. Aí entra o poder de argumentação que um arquitecto tem de ter. Tanto temos de argumentar para um cliente como para um concurso. há que justificar o nosso pensamento e as opções projectuais. Quando o cliente diz "quero isto porque é bonito" então se na verdade nada tem que ver com o projecto temos de ser nós a argumentar o porquê de isso não ser uma boa opção. Bom bom senso e educação as pessoas entendem-se. Agora nem nós devemos achar que somos os senhores do mundo nem o cliente deve ser quadrado ao ponto de não deixar que um arquitecto pense o projecto de forma a melhorá-lo funcionalmente e formalmente.
  24. Aí entra o poder de argumentação que um arquitecto tem de ter. Tanto temos de argumentar para um cliente como para um concurso. há que justificar o nosso pensamento e as opções projectuais. Quando o cliente diz "quero isto porque é bonito" então se na verdade nada tem que ver com o projecto temos de ser nós a argumentar o porquê de isso não ser uma boa opção. Bom bom senso e educação as pessoas entendem-se. Agora nem nós devemos achar que somos os senhores do mundo nem o cliente deve ser quadrado ao ponto de não deixar que um arquitecto pense o projecto de forma a melhorá-lo funcionalmente e formalmente.
  25. pois lá está... por um lado é interessante mas ao mesmo tempo penso que também seria interessante o contrário.
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