Jump to content

vitor nina

Membros
  • Posts

    256
  • Joined

  • Last visited

  • Days Won

    3

Everything posted by vitor nina

  1. Bruno, Lajes de 1.2 m é uma brutalidade cuja aplicação não imagino...pode ser que existam, mas não sei se é uma solução viável, quer sob o aspecto construtivo, quer sob o aspecto económico. Em Portugal é habitual recorrer-se a lajes fungiformes (sem vigas) para parqueamentos, maioritariamente com recurso a "cocos". É um tipo de laje que eu não gosto, por ser perigosa em regiões sismicas, mas é correntemente aplicada no nosso país e se calhar muito admirada por arquitectos e engenheiros por evitar as tão propaladas "guerras" do engenheiro "chatear" o arquitecto por ter que pôr uma viga num local esteticamente inaceitável....mas isso é outra história. Quanto à sua espessura, e apenas como elemento orientativo, este tipo de lajes fungiformes, na sua variante aligeirada, para cargas de 10 KN/m2 (1000 Kg/m2) ela poderá rondar os 45 cm para vãos de 8.00 m. No caso de garagens públicas a sobrecarga a considerar é menor (5KN/m2) e portanto talvez seja possível, do ponto de vista mecânico, aumentar esse vão. Com recurso ao pré-esforço é, seguramente, possível obter vãos bastante maiores e mais baratos, ainda que eu não tenha experiência disso. Posto isto, fica aqui esta nota, porque me parece haver um desfasamento muito grande com o valor apresentado pelo teu professor. Neste caso também podes usar perfeitamente a tua técnica do "consultar o prédio ao lado" ...
  2. Infelizmente não conheço a casa "ao vivo". Acho, no entanto, que ela é qualquer coisa de notável. É admirável a forma como o Jr. conseguiu ultrapassar as dificuldades do terreno, independentemente das escadarias poderem condicionar em muito a mobiidade e a ocupação do espaço interior. É admirável a conjugação do construído com a envolvente natural. Eu gostaria de viver nela, se bem que isso não seja critério para adjectivar a qualidade da arquitectura. Uma última palavra para realçar a soberba qualidade das fotografias do :clap: F. Guerra,:clap: que revela nestas e noutras, uma sensibilidade muito peculiar para a fografia de arquitectura.
  3. Olá Ana, e bem vinda ao forum.:)
  4. Caro Cardo, Como sabes a legislação que regula as operações urbanísticas entronca no DL 555/99 com a redacção que lhe é dada pelo 177/2001. Este é o normativo mestre e com o qual se articulam (ou pelo menos se deveriam articular) todos os demais diplomas referentes aos licenciamentos regidos por legislação especial, nomeadamente aqueles que incidem sobre a edificação de alguns tipos de estabelecimentos industriais e comerciais específicos, de que são exemplos o comércio retalhista de grande superfície ou as unidades hoteleiras. Não sendo certo o destino a dar ao edifício que estás a projectar, apenas se poderá presumir estar-se perante o licenciamento de uma “edificação industrial de carácter polivalente”. Parece-me, pois, que seria esta uma possível designação a utilizares, dado traduzir razoavelmente bem a natureza daquilo que é pretendido implementar. Sendo de carácter genérico não creio que haja legislação específica que o enquadre, excepto o já citado DL 177/2001 e os planos de ordenamento territorial em vigor (PDM, plano de urbanização, plano de pormenor, alvará de loteamento, regulamento municipal de edificações, etc). O melhor, no entanto, é esclareceres o assunto junto da própria Câmara. Um abraço
  5. Olá a todos, Sou engenheiro técnico-civil, tenho 46 anos e não obstante a profissão e a idade, nem por isso me sinto um outsider deste fórum, ainda que ele muitas vezes “transpire” uma cultura e uma visão da arquitectura e do arquitecto bastante diferentes daquelas que advogo. Gostaria no entanto de aproveitar esta oportunidade para pedir a todos os participantes, enquanto agentes de cultura que são ou serão, que não maltratassem a língua portuguesa. Não há coerência quando se vitupera veementemente contra as arquitecturas pimbas e se denunciam as violências que diariamente se fazem ao património edificado e ao ambiente urbano (pecados esses que a avaliar por uma grande massa de opiniões expressas no forum se devem, ingenuamente, aos construtores civis, aos engenheiros, aos desenhadores e similares) e depois fala-se e escreve-se de forma assustadoramente mal, algumas vezes raiando a boçalidade, não realizando que dessa forma se está a cometer um crime lesa cultura da mesma gravidade que os anteriores. Por último devo dizer que me parece grotesco a forma como alguns dos profissionais que se afirmaram com peso na arquitectura portuguesa são tratados neste fórum. A juventude e a imaturidade não justificam de modo algum a estupidez nem o insulto. A avaliar pela amostra não deverá haver uma classe tão autofágica como a classe dos arquitectos. Pode-se, legitimamente, não gostar do Manuel Aires Mateus ou do Tomás Taveira, para só referir dois dos exemplos mais marcantes que ilustram as afirmações anteriores. No entanto, por uma questão de honestidade intelectual, há que reconhecer que são profissionais que abrem/ tentam abrir, caminhos de maior ou menor relevância no panorama arquitectónico português, experimentam novas soluções, umas conseguidas outras menos bem conseguidas, e como tal são agentes que apesar de tudo tentam valorizar a nossa maneira de viver, ousando imprimir um cunho pessoal à obra que desenvolvem. Distinguem-se da mediania e não se limitam a reproduzir modelos gastos e repetidos até à exaustão, ainda que de fácil aceitação por parte da generalidade dos consumidores. Devem, por isso, merecer todo o nosso respeito. Não obstante isto, espero ser bem-vindo a este fórum. Saudações a todos.
  6. Márcio, Recomendo-te a consulta do forum www.hispacad.com Quanto a mim este foi o melhor forum que encontrei sobre os produtos do tipo Autocad/ Intellicad, bem como sobre as linguagens de programação a eles associados, VBA incluido. Um abraço a todos. Vitor Nina
×
×
  • Create New...

Important Information

We have placed cookies on your device to help make this website better. You can adjust your cookie settings, otherwise we'll assume you're okay to continue.