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Márcio Ferreira

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  1. Por acaso, para quem puder, que aproveite, pois vale bem a pena... pena é ser em Beja.. podia ser aqui em Braga...
  2. “Diogo Castilho” Prémio Municipal de Arquitectura Por Deliberação tomada em Reunião Ordinária de Câmara de 14/04/09 encontra-se aberto durante o mês de Maio, a apresentação de candidaturas ao Prémio Municipal de Arquitectura “Diogo Castilho” mais informações em: http://www.cm-coimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=802&Itemid=177
  3. AGI promove ciclo de conferência em parceria com a Ordem dos Arquitectos Ana Rita Sevilha 12 de Maio de 2009 A Augusto Guimarães & Irmão, promove no próximo mês de Maio um ciclo de conferências - "Terças Técnicas", para debater as novas Tendências Arquitectónicas de Fachadas. De acordo com uma nota de imprensa da empresa, "esta iniciativa conta com o apoio da Ordem dos Arquitectos e tem como missão proporcionar ao arquitecto informação técnica e gratuita sobre materiais de construção, as suas características e as suas aplicações". A primeira conferência terá lugar no dia 18 de Maio, pelas 18h30, no Auditório da Sede da Ordem dos Arquitectos, em Lisboa. A segunda realiza-se no dia 26 de Maio, também pelas 18h30, no Auditório da Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE), no Porto. O programa das conferências compreende a abordagem de temas como as novas Tendências Arquitectónicas de fachadas, as Fachadas Translúcidas (estudo de caso Lexan Thermoclik) e as Fachadas Ventiladas (apresentação Perspectives Trespa). O programa integra ainda uma apresentação da marca Trespa. O engenheiro José Bento, responsável do Departamento de Construção da AGI, o arquitecto José Maria Riutort, director da Trespa Ibérica e o engenheiro Ignácio Rocabert, responsável Técnico Sabic IP Ibérica são os oradores convidados. retirado de www.construir.pt
  4. infor organiza workshops técnicos gratuitos do Archicad 12 Pedro Luis Vieira 11 de Maio de 2009 file:///C:/DOCUME%7E1/PC-46/DEFINI%7E1/Temp/moz-screenshot-2.jpg A Infor, representante e distribuidor para Portugal do ArchiCAD e Artlantis, em parceria com TB Store, Premium Reseller da Apple, agendou para todas as quintas-feiras de Maio, entre as 18 e as 19h30, workshops técnicos gratuitos do ArchiCAD 12. De acordo com o comunicado da Infor, durante este mês os temas abordados serão o Edifício Virtual (BIM) e Orçamentação, para além de casos de estudo. Não é necessária pré-inscrição, somente aparecer na TB Store, no número 26 da Avenida 5 Outubro, em Lisboa. retirado de www.construir.pt
  5. Conferência “Roteiro Local para as Alterações Climáticas: Mobilizar, Planear e Agir”, na tarde do dia 29 de Maio em Almada. mais informações aqui: http://www.roteirolocalclimaticas.org/
  6. Ciclo Investigações a 13 Maio «Federação de Caixas de Previdência – Habitações Económicas Um percurso na história da arquitectura da habitação em Portugal», título da dissertação de mestrado defendida por Maria Tavares na Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa em 2003, é o tema da próxima sessão do Ciclo Investigações, a 13 de Maio (19h, sede da Ordem dos Arquitectos). As habitações económicas desenvolvidas entre os anos 40 e 70 do século tiveram um impacto importante para a investigação das condições sociais de habitabilidade e de produção arquitectónica moderna em Portugal. A fundação das habitações sociais, após a Segunda Guerra Mundial, coincide no tempo com a organização do Primeiro Congresso Nacional de Arquitectura (Maio e Junho de 1948) marcado pela reivindicação dos «princípios do Movimento Moderno e da Carta de Atenas como condição necessária para a solução de carências habitacionais» [mais]. De acordo com Maria Tavares, a «habitação colectiva recupera uma nova dignidade» e as respostas das reflexões feitas na altura «seguem, por um lado, uma visão internacionalista assente nos princípios da Carta de Atenas e, por outro, uma preocupação de ordem cultural, procurando o estabelecimento de pontes com a ‘casa popular’ e uma arquitectura mais vernácula». Importante lastro dessa preocupação cultural é a realização do «Inquérito à Arquitectura Regional Portuguesa», em que participam cerca de 200 arquitectos entre 1956 e 61, que permite uma ampla pesquisa dos valores arquitectónicos e a «reinterpretação dos conceitos modernos». «Local de ensaio para novas formas de habitar, as casas económicas, através do estudo de tipologias funcionais inovadoras» obtêm o empenho da nova geração de arquitectos. O programa das Casas de Renda Económica, criado em 1945 e que é um dos «dois momentos essenciais de intervenção neste domínio» das habitações económicas, juntamente com as Casas Construídas através de Empréstimo, é uma resposta às graves faltas habitacionais que se fazem então sentir. Os chamados agrupamentos de Casas de Renda Económica «são realizados através de encomendas directas a arquitectos que exercem profissão liberal (…). Nuno Teotónio Pereira, figura de destaque das habitações económicas, orienta o que seria o principal promotor público de habitação social a partir dos anos 50. «O Bairro de Alvalade [mais] é a ‘rampa de lançamento’ das habitações económicas, com a construção inicial de duas das oito células constituintes do plano de Faria da Costa. É a primeira realização feita com capitais da previdência na habitação». Citações retiradas do artigo de Maria Tavares «Um percurso na habitação em Portugal» [mais] Maria Tavares, arquitecta e mestre em arquitectura da habitação, é professora na cadeira de projecto III, do quinto ano de licenciatura em arquitectura, na Faculdade de Arquitectura e Artes da Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão. O Ciclo Investigações tem por objectivo divulgar trabalhos de pesquisa, teses de mestrados e de doutoramento, elaborados ou não por arquitectos. A comparência neste evento confere 1 crédito aos arquitectos estagiários. Informações e apresentação de propostas: Sara Andrade, Arq. Cultura Pelouro promoção da Arquitectura Núcleos e Delegações pelouro direcção e coordenação Tel. 213 241 178 E-mail: cultura@oasrs.org
  7. Travel Drawing – The Smooth Guide to Um Suave Guia para o Desenho em Viagem CôRTE-REAL, EDUARDO 2009, 1.ª Colecção: Obras de Arte Número de Páginas: 400 Formato: 14 x 21 Encadernação: brochado ISBN: 978-972-24-1652-8 Tema: Arte Código: 42049 Esta obra bilingue, em inglês e português, é literalmente um guia suave para o desenho em viagem. O seu autor, Eduardo Côrte-Real, Doutorado e docente em Desenho, apresenta aqui uma valiosa introdução com conselhos e indicações para todos os que pretendem aprofundar conhecimentos em Desenho, seguido de uma mostra rica dos seus desenhos a mão livre de vistas tomadas das mais diversas situações e países em todo o mundo. “Nesta obra, o artista funde-se com a paisagem, seja cidade ou montanha, árvore ou cadeira. O artista torna-se ele próprio um traço dinâmico e veloz que nos puxa gentilmente para as cores, os sons, os cheiros de cada um dos sítios e acaba assim por nos revelar novidade no mais visto dos lugares. E melhor: vai-nos sussurrando os modos de fazer, como se viajássemos nos passos e com os olhos de Eduardo Corte Real. Um autêntico miradouro portátil, este The Smooth Guide To Travel Drawing.” João Paulo Cotrim
  8. © 2008 170x240 mm 288 pp impressas em papel couché, edição encadernada ISBN: 978-972-589-188-9 Diários de Viagem Eduardo Salavisa «Um dos livros mais bonitos de 2008» Blogtailors «Um livro que é um luxo, um deleite para o olhar e um precioso instrumento de trabalho para qualquer professor ou aluno de artes visuais. E uma provocação para amantes do desenho e das viagens.» Cláudia Moura, DN Notícias Magazine «congratulations to Eduardo for producing such a luxurious and beautiful edition. My 90-seconds video doesn't do justice to the quality of the book but it may open your appetite for some sketching goodness.» Gabi Campanario, Urban Sketchers Ao longo destas 288 páginas, mais de 300 desenhos e pinturas ilustram magnificamente a importância que o Diário de Viagem (ou Diário Gráfico) teve, e continua a ter, para gerações e gerações de artistas ou de meros praticantes e amantes do desenho. • Percebemos a relevância desta prática para a obra de nomes consagrados como Delacroix, Frida Kahlo, Picasso, Edward Hopper, Le Corbusier, Hugo Pratt ou Siza Vieira. • “Ouvimos” o que nos dizem 35 autores contemporâneos, de várias profissões e actividades, que quotidianamente usam estes Diários. • Compreendemos, finalmente, como o Diário Gráfico constitui uma ferramenta pedagógica fundamental, utilizada por professores e alunos de vários níveis de escolaridade. Profusamente ilustrado, este lindíssimo livro vai interessar a professores e a alunos do ensino secundário e superior das áreas artísticas, e vai deliciar todos os que gostam de desenho, de pintura, de BD, e de artes em geral. aqui fica o site do livro: diariografico.com diario-grafico.blogspot.com
  9. Arquitecto português recupera bairro de lata na Índia Filipe Balestra estagiou num dos melhores ateliers de arquitectura do Mundo, mas abandonou-o para recuperar um bairro pobre na Ásia. ver aqui: http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=Arquitecto-portugues-recupera-bairro-de-lata-na-India.rtp&headline=20&visual=9&article=218792&tm=8
  10. Estive lá à duas semanas atrás e as obras pareciam andar a bom ritmo...
  11. Reside en un pueblo suizo. Viendo las montañas y oyendo los cencerros de las vacas. Fuera de modas y espectáculos. Peter Zumthor vive como trabaja. Ha logrado el Pritzker 2009. El último premio Pritzker vive en un pueblo de 900 habitantes, cerca de la frontera suiza con Italia. En la web del Ayuntamiento de Haldenstein, Peter Zumthor (1943) figura como el arquitecto del pueblo. Hijo de un ebanista de Basilea, nacido y criado en esa ciudad, y formado en Nueva York, explica que decidió vivir mirando las montañas y escuchando los cencerros de las vacas cuando conoció a su mujer, Annalisa. "Ella es de aquí. Pensé que esto podía ser una buena vida", dice. Debe de serlo. Han pasado 40 años. Hace 30 que, tras trabajar en la comisión de rehabilitación del patrimonio de su cantón, levantó el estudio donde todavía trabaja, un edificio tosco de madera que parece una de las viejas construcciones del pueblo, sin edad y sin que el tiempo parezca ya afectarlas. "Fueron pasando los años y un día me di cuenta de que mis tres hijos hablaban el dialecto de la zona", dice. "Debemos de ser de aquí, pensé. Y aquí nos quedamos, sin más. Lo mejor que me ha pasado en la vida nunca ha sido planificado". ¿Cree en un destino? Creo en mantener la mirada capaz de ver y el espíritu capaz de cambiar. Pero usted cambia poco. Es difícil ponerle fecha a sus edificios... Bueno... Tengo muy claro lo que no me gusta. Lo que me gusta es otra historia. ¿Qué le gusta? Todo. Eso es lo que dicen mis hijos, que me gusta todo: leer, pasear, estar con amigos, jugar con mis nietos, caminar por el campo, fumar cigarros, ver películas, escuchar música. Me gusta todo excepto hacer algo que no quiero hacer. Por ejemplo, diseñar para Armani (rechazó una pasarela), para Hugo Boss (rechazó hacer una mansión para los herederos) o para Audi (rechazó firmar sus concesionarios). Desde luego, diseñar un concesionario no es el sueño de mi vida. ¿Su arquitectura es el resultado de su forma de vida o, al revés, su forma de vida se refleja en su arquitectura? No es cómo yo vivo. Ni siquiera cómo trabajo. Es cómo soy. Yo vivo y trabajo como soy. ¿Por qué soy así? Eso ya no lo sé. Alguien, Dios, me hizo así. Y cómo trabajo y cómo vivo es lo mismo. No lejos de su pueblo, en Sumvitg, Zumthor construyó uno de sus primeros proyectos. Corría el año 1986 cuando una avalancha de nieve derrumbó la capilla barroca de Sogn Bednedetg (San Benedicto). "Fue culpa de la rampa del parking. Por allí la nieve formó una avalancha contra la capilla". Decidieron reconstruirla en otro sitio, camino de los Alpes y protegida de avalanchas por los árboles del bosque. El Ayuntamiento firmó con la etiqueta "sin convicción" el permiso de obra. Pero el cura quería algo contemporáneo para futuras generaciones. La imagen firme y discreta, puritana y táctil de la nueva capilla dio la vuelta al mundo. Y los arquitectos comenzaron a prestar atención al suizo. Pero fue una década después, y no muy lejos, donde Zumthor cuajó su obra cumbre, las termas de Vals. Annalisa Zumthor-Cuorad, la mujer del arquitecto, es profesora de niños con dificultades para aprender. Juntos han criado tres hijos. Uno es matemático; otro, veterinario, y la tercera, psicóloga. Ninguno ha querido ser arquitecto. "Mucha entrega, mucho disfrute, pero bastante sufrimiento", explica Zumthor. ¿Mala vida? A veces cuesta llegar a fin de mes. En el estudio somos 15. Y eso requiere ciertos ingresos. A veces hemos vivido con el agua al cuello. Entiéndalo, no ha sido dramático, pero desde luego no ha sido una vida de despilfarro. Sus hijos viven en Haldenstein y Vals. Ninguno quiso emigrar a una gran ciudad. ¿Para qué? Esto es Suiza. Nos gusta vivir en pueblecitos de las montañas. Cuando llegas a uno, si llamas a una puerta, te abre un granjero o una criatura terrorífica, nunca se sabe. [suelta una carcajada]. Es broma, Suiza es montaña. Nadie piensa que una vida en un pueblo sea rural. Yo mismo estoy a una hora de Zúrich. Seguramente lo mismo que tarda usted en llegar a Barajas. Pues sí. ¿Qué es lo mejor de vivir en un pueblo pequeño? Tienes tiempo. Me gusta la naturaleza, el paisaje. No se lleve la idea de que vivo aislado. Hay una ciudad de 35.000 habitantes a cinco minutos, Chur. ¿Tiene amigos dentro del mundo arquitectónico? Sí. ¿Estrellas mediáticas? Bueno... Steven Holl o Jean Nouvel, que me llama mucho. Me dice que soy el mejor. ¿Y usted qué le contesta? Creo que él ha hecho muchos edificios excepcionales. Es curioso que lo admire cuando sus valores son muy distintos. Él tiene siempre grandes ideas. No le interesa lo pequeño. De todos modos, la semana pasada, cuando cené con él, le pregunté que por qué construía tanto. Me gustaban más sus proyectos de antes. ¿Qué le contestó? ¡Que tenía hambre! [Risas]. Dice que se ha dejado la vida haciendo concursos que muchas veces no ha ganado. Ahora que puede, lo quiere hacer todo. Es humano. Mientras diseñaba las famosas termas, Zumthor participó en el concurso para levantar el Kunsthaus de Bregenz, un pueblo austriaco a una hora de su casa. "Querían algo funcional y discreto. Yo me propuse hacer un edificio inundado de luz, pero sin ventanas. Tratamos de cortar la fachada para dejar entrar luz. Pero no funcionó. Empleamos cristal lavado al ácido, que reparte la luz antes de que entre en el edificio. Allí no importa de dónde llegue la luz: siempre entra de forma horizontal. Dentro, unos huecos entre las plantas atrapan y distribuyen esa luz. Por eso parece que el museo levite". Matérico, pero con una curiosidad que le lleva a experimentar con todo tipo de materiales, arcaicos y nuevos, Zumthor pertenece al grupo de los arquitectos solitarios: no vive preocupado por la escala ni por la cantidad de sus proyectos, y hace su trabajo al margen de las modas. "Hace años que recibo cartas de gente. Parece que mis edificios les hablan. No sé qué aportarán mis proyectos a la arquitectura, pero sé qué aportan a la gente". Su idea de un edificio es que sea a la vez capaz de hablar de un lugar y del mundo entero. ¿Cómo es posible? No lo sé, pero la mejor arquitectura siempre lo hace. Casi cualquier ciudadano del mundo tiene hoy una idea del mundo. Vivimos en conexión, perpetuamente informados. Nuestro mundo debe reflejar ese conocimiento. Si un edificio mío parece arcaico y a la vez muy contemporáneo, creo que lo he logrado. Lo que hago me gusta hacerlo con pasión y entrega. Si algo no me anima a levantarme pronto por la mañana, ¿para qué hacerlo? Cuando Zumthor despegó, hace unos cinco años, comenzó a construir apartamentos en Finlandia, un museo y un memorial en Noruega y un bastión en Leiden (Holanda). Llegó incluso a dibujar la bodega Pingus en Valbuena de Duero: una dentellada al paisaje para aprovechar la pendiente y trabajar la extracción por gravedad y no por bombeo. Pero nunca se construyó: "Creo que el dueño me hizo el encargo entusiasmado cuando creyó que era un viticultor genial y le vino grande. Soñaba y luego regresó a la tierra. No creo que se haga. No he vuelto a saber nada de él. Pero me pagó el trabajo. Demasiado dinero para algo que quedó en nada". Para entonces, a Zumthor le llegaban encargos de varios países. Pero fue en Alemania donde lo reclamaron con insistencia. Le llamaron de Berlín para hacer una galería de arte. Y para levantar su proyecto más ideológico: la topografía del terror, en el antiguo cuartel de la Gestapo. Todo era transparente para recordar los crímenes. Pero fue abandonado. Lo que llegó a construir fue demolido. En Alemania, no obstante, han cuajado recientemente dos de sus grandes obras. La capilla del Hermano Klaus en Mechernich, cerca de la frontera holandesa, fue el encargo del granjero Hermann-Josef Scheiddweiler y de su mujer, Trudel. Ellos mismos la construyeron. Con la ayuda de amigos y vecinos, reunieron 112 troncos muy altos y los apoyaron uno contra otro, formando una tienda de campaña. Durante 24 días pusieron capas de hormigón de medio metro. Luego encendieron un fuego que secó los troncos. Y los retiraron. La cueva resultante tiene un aspecto ciertamente sagrado. No lejos, en el centro de Colonia, el Museo de Arte Kolumba comparte esa cualidad. Se levantó sobre las ruinas de una antigua iglesia gótica derruida por un bombardeo en la Segunda Guerra Mundial. Y hoy costaría ponerle fecha al nuevo edificio. Que un 'outsider' al margen de las modas como usted obtenga el Pritzker, ¿indica que algo está cambiando en la arquitectura? No sé si algo está cambiando. La arquitectura actual tiene demasiada teoría y demasiado espectáculo. A mí me apasiona la arquitectura y me basta con las atmósferas, los vacíos, la experiencia física y táctil de un edificio para no tener que meter nada más. Metiendo tantas cosas estamos perdiéndola... Si perdemos la belleza de la arquitectura, nos quedaremos sólo con imágenes. Y una imagen no es un edificio. entrevista de ANATXU ZABALBEASCOA do jornal Elpais de espanha...
  12. Nova arq portuguesa esta semana no RCP: Ouça aqui: http://radioclube.clix.pt/podcast/index.aspx?id=126
  13. PROAP e Extrastudio entre os finalistas de concurso para parque urbano em Madrid Ana Rita Sevilha 29 de Abril de 2009 Os colectivos portugueses PROAP e Extrastudio estão entre os seis finalistas do Concurso Internacional de Ideias para o Desenho do Parque Urbano de Valdebebas. Passados à fase seguinte, as equipas terão agora de de desenvolver as suas propostas em fase de anteprojecto. "Sol e Sombra" é o nome da proposta da PROAP, e "Enlace" a do atelier Extrastudio. De acordo com o portal do concurso, o objectivo do mesmo é o de seleccionar uma equipa multidisciplinar com o objectivo de ordenar e desenhar um novo parque urbano, o Parque de Valdebebas, em Madrid, que compreende aproximadamente 80 hectares. As propostas deverão resolver as ligações e transições entre a nova cidade e este grande parque florestal, e aproveitar o seu "grande potencial paisagístico, urbanístico, ambiental e social". retirado de www.construir.pt
  14. Júri do concurso do Memorial da Unidade Alemã recusa todos os projectos Ana Rita Sevilha 30 de Abril de 2009 O concurso para erigir um Memorial da Unidade Alemã em Berlim fracassou, porque o júri composto por 19 pessoas entre políticos, historiadores, arquitectos e artistas considerou "inadequados" todos os 532 projectos apresentados, anunciou o Senado da capital alemã. A decisão de recusar todos os projectos foi tomada por unanimidade pelo colectivo de juízes, indicou o senador para a cultura, André Schmitz, que também integra o júri. "Não recomendámos nenhum projecto e ficámos com a consciência tranquila, porque sabemos que conceber monumentos contemporâneos é muito difícil", disse Schmitz. O facto de o memorial ter de aludir também às manifestações pacíficas em Leipzig, que antecederam a queda do regime comunista na RDA e à Revolução de Março de 1948, que esteve na origem da reunificação dos estados alemães, complicou ainda mais a tarefa dos concorrentes, admitiu o senador. O desfecho do concurso põe em causa o calendário inicial, em que se previa a nomeação dos melhores 20 projectos esta semana, e o anúncio do vencedor a 9 de Novembro, data em que se comemora o 20.º aniversário da queda do Muro de Berlim. Em 2010, ano em que a reunificação alemã completará 20 anos, a 3 de Outubro, deveria então iniciar-se a construção do Memorial, a concluir em 2012. A decisão de edificar o memorial em Berlim foi precedida de um debate que durou 12 anos, e contestada, nomeadamente, por Leipzig, que reivindicava esta prerrogativa, por se considerar a cidade-génese da revolução pacífica na Alemanha de Leste que culminou no fim da ditadura comunista. Depois da decisão do júri de vetar todos os projectos, terá agora de ser o Governo Federal a dar seguimento à ideia. Em Novembro de 2007, o Parlamento Federal aprovou a construção de um Memorial da Unidade Alemã sobre o pedestal do monumento ao Imperador Guilherme, no centro histórico de Berlim. Em finais de 2008, os deputados aprovaram um orçamento de 15 milhões de Euros para a construção, a restauração do pedestal e a abertura de um centro de informações junto do local destinado ao memorial. Além disso, esta verba deverá também abarcar a construção de um memorial em Leipzig que evoque as chamadas "manifestações das segundas-feiras", preponderantes no derrube do regime comunista leste-alemão, no Outono de 1989. O júri do concurso berlinense propôs já ao governo federal que abra um novo processo, mas com uma competição limitada, para a qual sejam convidados apenas alguns artistas consagrados, dado o grau de dificuldade do projecto. Além disso, propõem a inclusão de algumas ideias surgidas na primeira ronda do concurso, e querem ainda que se repense o local para erguer o memorial, porque, dizem, o actual, junto ao futuro Palácio dos Reis Prussianos e à Academia de Arquitectura, que vão ser reconstruídos, já tem um enorme peso histórico. Em alternativa, o júri sugeriu que o memorial seja erguido na zona situada entre a Chancelaria Federal e o Edifício Paul Loebe, que alberga escritórios de deputados, mais perto da antiga linha divisória onde passava o Muro de Berlim. A Chancelaria e o Edifício Paul Loebe são construções modernas surgidas na sequência da mudança do Governo e do Parlamento federais de Bona para Berlim, há 10 anos, junto das quais o Memorial da Unidade Alemã poderia "encaixar" melhor, sublinharam. retirado de www.construir.pt
  15. RomaEurope Fake Factory Entrega: 31.07.2009Valor de Inscrição: GrátisLinks: romaeurope Info: O tema geral deste concurso internacional são soluções de arquitectura ou paisagem que tenham a capacidade de ser reactivas e mutáveis face a transformações contínuas relativas ás necessidades dos seus habitantes. retirado de www.umsitio.com
  16. Helio Piñón: "La arquitectura de calidad siempre ha sido sustentable" El arquitecto español Helio Piñón, de visita en Buenos Aires, cree que la sustentabilidad "es el nuevo fetiche comercial", y cuenta por qué se reinventó como arquitecto, su relación con los clientes y las computadoras. Además, opina sobre los edificios icónicos y anticipa su proyecto para la ciudad de Neuquén Miércoles 29 de abril de 2009 | Publicado en edición impresa Por Marta García Falcó Para LA NACION Helio Piñón proyecta él mismo en el ordenador -como le gusta llamar a la computadora-, no le gusta depender de dibujantes. Durante su estadía en la Argentina, invitado por la Universidad de Flores, dirigió un taller en la sede de esa casa de estudios en Cipolletti , y durante esos tres días realizó un anteproyecto, ordenador mediante, para la ciudad de Neuquén. Responde con rapidez y entusiasmo sobre los años que pasaron desde sus épocas de teórico en la revista Arquitecturas Bis y su posterior asociación con Alberto Viaplana en Barcelona , hasta su actividad actual. Helio Piñón: -Me he reinventado tres veces, hay como tres Helios Piñones. Estuve casi treinta años colaborando con Alberto Viaplana y esa es la obra que más se conoce de mi, y con la que no me identifico, aunque hice todo lo que en ese momento podía aportar. No tiene nada que ver con lo que estoy haciendo ahora, en algunos casos estoy en las antípodas . Hay entonces una cierta imagen del Helio Piñón arquitecto que no corresponde en absoluto con el real . Al término de esta primera etapa, en 1997, abrí un laboratorio en la Universidad a semejanza de los que los ingenieros tenían para colaborar con la industria, pensando que podía ofrecer arquitectura de calidad a las instituciones públicas , Tras ocho años la experiencia no fue negativa, pero si frustrante porque debí cerrar este laboratorio por no aceptar las condiciones de trabajo . Curiosamente descubrieron el laboratorio empresas privadas de promotores y recibí encargos importantes en escala. Pero las condiciones eran peores, ya que el promotor llama al arquitecto sólo para que legitime los planos de algo que él ya sabe cómo será. " - ¿Cómo sigue entonces? - Me reinvento nuevamente, y esto coincide con que aprendo a dibujar con el ordenador, ya después de los sesenta años. Y empiezo a considerarme autosuficiente, en el sentido que ya no necesito contar con alguien que digitalice mis proyectos . Decido empezar a proyectar para la docencia, y es cuando más y mejor lo he hecho. Proyectar para la docencia no implica sin rigor constructivo, o sin disciplina, todo lo contrario: tiene mucho más rigor y precisión. Una arquitectura que haga abstracción, que obvie los problemas reales de la construcción no es arquitectura sino ilustración . No sorprende que para la docencia yo proyecte un edificio en el que se puede ver exactamente cómo el hierro que soporta una persiana se empotra en el muro: si esto no está controlado no es un edificio sino un dibujo . En este momento soy el de Arquitecturas Bis y el otro, pero ninguno de ellos era el real: soy una persona cambiante que se adapta a las circunstancias . - ¿Cuál era la función del "laboratorio" de arquitectura? - En el laboratorio que funcionaba en la Universidad Politécnica de Cataluña (UPC) intentábamos dar la connotación de centro de investigación . Nunca asumió la dirección de las obras: eso hubiese sido un estudio, y era importante diferenciarlo. Nos planteamos como colaboradores de las instituciones públicas porque ellas tienen técnicos que se encargan de a dirección de las obras. En el laboratorio hacemos concepción y desarrollo hasta el detalle , sin cálculos ni instalaciones, que sí acompañamos supervisando, controlando y asesorando. - ¿Qué rol juega la computadora en su práctica actual? - Por edad, a mi me tocó dibujar bien. A veces escaneo un pequeño croquis con tres cotas, para mostrar que he hecho algo a mano, todo lo demás con ordenador. Es irresponsable el profesor que impide o retrasa en el alumno su uso. El ordenador es un medio, no un fin . Defender el dibujo manual frente a los programas de modelado es una situación medieval. Me he encontrado tanto en Europa como en América con la supuesta misticidad del dibujo manual , cuando el mejor dibujante del mundo no se puede comparar con quien maneje discretamente los programas de modelado. Dibujar en tres dimensiones permite estar dentro o fuera de lo que se proyecta , y no creo que nadie pueda prescindir de tener conciencia de lo que está proyectando, excepto quienes no tienen capacidad de juicio, que prefieren no verlo y proyectar con partidos, con ideas, con conceptos. Pero esto no es la profesión. - ¿Cómo se refleja en sus proyectos la sustentabilidad en la arquitectura? - Creo que la sustentabilidad es el último fetiche comercial que se ha lanzado al mundo de la arquitectura, porque la arquitectura de calidad siempre ha sido sustentable . Es simplemente utilizar el sentido común. Es una manera de ponerle un nombre al problema, enmascarar la incapacidad para controlarlo. Como discurso es irrelevante porque el tema está en la propia base de la arquitectura. A mí sólo me interesa la arquitectura muy buena, y esa es siempre sustentable porque está hecha por gente inteligente. Debería ser un problema de la Justicia, cuando se hace un edificio manifiestamente insustentable porque está mal planteado, porque la estructura es cara, porque los cerramientos son incompetentes para la situación climática. - ¿Y las obras singulares? - Los actuales edificios emblemáticos son una muestra de la decadencia absoluta en que está la arquitectura. Al abandonar la tradición moderna en los ?50 se cometió un acto suicida. Si el clasicismo, anterior a la modernidad, había durado 450 años, quién podía pensar que la revolución más grande de toda la historia de la arquitectura, podría durar solo 20? En los años sesenta se llegó a conclusión que se debía pasar a otra cosa, y desde entonces, he contado catorce intentos de sustituir la arquitectura moderna por pequeñas doctrinillas , conjeturas, que han durado 6 o 7 años cada una. Pero hoy hemos vuelto a interesarnos en ella. Hace once años decía en la FADU-UBA, que no había más arquitectura que la moderna, y me miraban asombrados. Pero expongo mis juicios con el mismo coeficiente de seguridad que en mis estructuras, el 300 por ciento. Y hoy todos están por la arquitectura moderna. - La propuesta de Neuquén toma diseño urbano. ¿Es ésta hoy la dimensión de sus proyectos? - Nunca me había interesado en el diseño urbano, hasta que apareció Google Earth y el dispositivo que permite ver la ciudad con sus fachadas: soy obseso de estos programas. Y creo que la dimensión formal de los proyectos sólo la puede dar el arquitecto, con el asesoramiento de urbanistas, economistas, geógrafos. Tomo una frase de Mies: "La forma no es el objetivo de la arquitectura pero es su inevitable resultado". La arquitectura se hace para ser habitada . La forma no es el objetivo de la ciudad, pero es su inevitable resultado. retirado de www.lanacion.com.ar
  17. Arquitectura norueguesa em destaque Prémio Mies van der Rohe para a Ópera de Oslo, onde podemos passear pelo telhado 29.04.2009 - 14h50 Alexandra Prado Coelho É um edifício que nasce na água e sobre o qual se pode caminhar. A nova ópera de Oslo, do atelier norueguês Snohetta, quer ser um símbolo da Noruega moderna. A Ópera de Oslo foi notícia há um ano por uma razão que a ultrapassou completamente: na inauguração, a chanceler alemã, Angela Merkel, apareceu com um enorme decote que surpreendeu todos e que a atirou para as primeiras páginas dos jornais. Agora a Ópera volta a ser notícia por razões que têm tudo a ver com ela, sobretudo com o edifício: o projecto do atelier norueguês Snohetta, recebeu ontem um dos mais prestigiados prémios de arquitectura, o Mies van der Rohe. Há 700 anos que não se construía na Noruega um centro cultural com esta dimensão. E estamos a falar de uma área do tamanho de quatro estádios de futebol, de um interior com 1100 divisões, e de um dos mais modernos e tecnologicamente avançados palcos de ópera do mundo. O auditório principal tem 1350 lugares, e existe uma segunda sala com capacidade para 400 pessoas, além de uma sala de ensaios com 200 lugares. Mas o que torna esta ópera excepcional é o seu telhado inclinado, que começa junto à água, na baía de Oslo, e permite que as pessoas subam por ele e passeiem sobre o edifício. A ambição foi, desde o início, grande. Pretendeu-se criar “um importante símbolo do que a Noruega moderna representa como nação e expressar o papel que a ópera e o ballet devem ter na sociedade”, explica o Snohetta no texto em que apresenta o projecto (os três sócios do atelier, Kjetil Traedal Thorsen, Tarald Lundevall e Craig Dykers, são também os responsáveis pela nova Biblioteca de Alexandria, no Egipto). O edifício é além disso, sublinha por seu lado o texto do prémio Mies van der Rohe, “o primeiro elemento da transformação da zona da baía de Oslo, com o objectivo de voltar a ligar a cidade à sua frente marítima”. E é “uma paisagem arquitectónica aberta ao público”. É precisamente esse factor, essa “generosidade” do edifício, que o crítico de arquitectura Jorge Figueira destaca. “Estabelece uma relação muito física com os utilizadores. Convida as pessoas a estarem nele mesmo não estando dentro dele”. Confessa, contudo, que não o considera “uma obra surpreendente”. Sendo “sem dúvida muito qualificada, não é particularmente inovadora”, diz. Figueira vê na ópera “uma espécie de encontro entre a excelente tradição da arquitectura nórdica, no uso dos materiais, no rigor construtivo, no tema da organicidade das formas, e o desejo muito contemporâneo de criar um ícone”. E vê na forma como esta ideia é trabalhada a influência de elementos da arquitectura modernista brasileira, nomeadamente nessas rampas que “permitem circular em cima do edifício, tornando-o também um circuito exterior”. No interior os arquitectos usaram sobretudo madeira, invocando a tradição dos construtores de barcos noruegueses. A par disso, pediram a vários artistas (o atelier tem uma colaboração especialmente próxima com o artista dinamarquês Olafur Eliasson, com quem fez em 2007 o pavilhão da Serpentine Gallery, em Londres), para fazerem intervenções — Eliasson, por exemplo, fez um vestiário. A Ópera de Oslo foi escolhida para o Prémio Mies van der Rohe — que tem um valor de 60 mil euros, e é apoiado pela União Europeia — de entre uma lista de cinco finalistas que incluía o Zenith Music Hall de Estrasburgo (França) do Studio Fuksas, a Universidade Luigi Bocconi de Milão (Itália) dos Grafton Architects, o Centro Multimodal do Tramway de Nice (França) do Atelier Marc Barani, e a Biblioteca, Centro para Seniores e Pátio Interior em Barcelona (Espanha) dos RCR Arquitectes. retirado de http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1377483
  18. Danish architects 3XN just sent us their latest finished project, a building for an online bank. This building was finished 4 years after winning an international competition back in 2004. I like how the central stair adds dynamism to the interior, enhancing vertical relations. Architect´s description, photos and drawings below: Architect: 3XN Engineer: Rambøll Address: Philip Heymans Allé, 2900 Hellerup, Denmark Client: Carlsberg Properties / Saxo Bank Award: 1st prize in invited international competition 2004 Size: 16,000 m2 + 6,700 m2 basement Completion: 2006-2008 Budget: DKK212m / €28,4m Saxo Bank is a young dynamic internet bank with focus on online-trade with currencies, shares and futures on the bank’s self-developed platform, Saxo Trader. Saxo Bank was founded in 1992 in Denmark and counts around 850 staff members of 35 nationalities who serve customers from 115 different countries. Saxo Bank’s new headquarter in Copenhagen is designed by 3XN. Although the customers primarily encounter the bank in cyberspace, the physical premises of the head office is of great importance to the management of the bank who participate actively and are highly dedicated to the development of the building. The building is of great iconographic significance, and there is a strong conviction that architecture and design affect each staff member’s performance and awareness of the company. The architectural design is based on Saxo’s cutting-edge profile and branding. The lines of the building design define a sharp balance between reliability and dynamic expressivity in dialogue with the local plan. The building is shaped like two blocks with the end walls pointing towards the canal, joined together by facades that are withdrawn from the end walls. The facades are shaped like double curved glass that wave like a piece of textile. The interior of the building is open and transparent with a large sense of community. The open plans centre round a softly shaped atrium with a glass roof. In the atrium, the main stair case winds up to the top. However, the main room and largest attraction of the building is the so-called Trading Floor where share prices are monitored intensely and resemble scenes from American movies about stock exchanges. Furthermore, the building encompasses a large number of rooms for technical support, kitchenettes and recreational areas. Retirado de www.archdaily.com
  19. há um mês da revista da arq/a que fala sobre o silêncio na arquitectura...
  20. Kevin Roche John Dinkeloo & Assoc. Convention Centre Dublin, Ireland Conceived as part of the overall Spencer Dock Development, located on a site adjacent to the Royal Canal between North Wall Quay and Mayor Street, the Convention Centre embodies a well considered program of conference facilities designed to attract the international conference and associated exhibitions market to Dublin. The Centre is composed of a number of different elements, which can function separately or in concert, to meet a variety of conferencing, exhibitions, and small meeting demands. Together with the two major 18th century buildings on the Liffey, the Four Courts and the Customs House, the Convention Centre promises to have a major presence for the city. The main attraction of the new Convention Centre is its glass lobby facing the River Liffey. A tilted glass cylinder, 54 meters high and 39 meters in diameter, intersects the granite wall of the south facade, creating a partial parabola. The glass cylinder opens up to the activities inside and makes for a highly visible entrance. Escalators, elevators, and stairs connect to all levels from the lobby. The Main Exhibition Hall, located at the ground floor level, can be subdivided into two parts for dual purpose usage. A second Exhibition Hall, similar in size, can be converted into two auditoriums. A raked floor auditorium, capable of housing up to 2,000 people, is located on the second floor of the complex. The auditorium is a fully equipped hall capable of accommodating many events, from international conferences and meetings to product shows, multi-media presentations, orchestra performances, musical theatre, and opera. Total area: 45,921 square meters Completion Date: 2010 Client: Treasury Holdings/ The Office Public Works Dublin Architect: Kevin Roche John Dinkeloo & Assoc. Structural Engineer: O’Connorr Sutton Cronin Mechanical Engineer: McArdle McSweeney Associates Contractor: CMP/ John Sisk & Son, Dublin Retirado de http://www.arcspace.com
  21. está porreiro, para além do espelho, acho que tem pouca luz... não sei se a intenção era essa....
  22. bem vinda susana...
  23. Foligno, Italy 2001.2008 Object San Paolo Church Type Competition, Winning Project Client Foligno Dioceses, Conferenza Episcopale Italiana Total Area 2200 Mq Architect Massimiliano Fuksas Installation Maurizio Nannucci, Enzo Cucchi, Mimmo Paladino The building consists of two parallelepipeds inserted one inside the other so as to create three naves. The first, external structure is made of reinforced concrete treated with wax, whereas the second is made of cellular cement and pierced with rays of light from different sources. The lateral naves are crossed vertically by a structure that supports the internal box as well as giving off rays of light that in the poetry of architecture become chains. Therefore light is materialized, both structurally and poetically. The monolithic reinforced concrete exterior of the building counterbalances the weightlessness of the interior, which is outlined in light. Natural and artificial light are further brought together by the artist Maurizio Nannucci’s installation, where verses from the Bible are written in thin neon lightning. The church is entered across a bridge and walkway in order to avoid the use of stairs and to underline the role of the churchyard. The actual entrance consists of a vertical cut on one side of the external parallelepiped, which creates a symbolic split, a point of contact with the interior.
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