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Márcio Ferreira

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Everything posted by Márcio Ferreira

  1. Nova revista portuguesa de arquitectura, chama-se Arquitectura 21 e tem já nas bancas o nº1 do mês de fevereiro... Ainda não a li, mas parece interessante...
  2. Já existe um tópico com os finalistas em: http://www.arquitectura.pt/forum/f11/barcelona-camp-nou-concurso-finalistas-7931.html
  3. E uma entrevista do Foster sobre os novos aviões que projectou o interior... http://www.iconeye.com/index.php?option=com_content&view=article&id=3610:video-lord-foster-on-the-netjets-7x
  4. Norman Foster ganha o concurso para o novo BUS de Londres, deixo aí o site com os vencedores... http://www.tfl.gov.uk/tfl/corporate/projectsandschemes/technologyandequipment/anewbusforlondon/design-winners.aspx
  5. É pena ter acabado, pois gostava de a ler...
  6. Olá pessoal, alguém viu a venda a arquitectura e vida de dezembro de 2008???
  7. Pessoal, a todos, um feliz natal.... e um feliz ano de 2009
  8. onde há mais informação???
  9. vê as luminárias da Legrand e da Paralux... quanto aos pictogramas, convém respeitar os regulamentos....
  10. Claro que partilhamos opiniões diferentes, e ainda bem por isso, quanto ao meu ponto de vista, aproveito esta entrevista do arq. Souto Moura que está próxima da minha opinião.. "Comentou numa entrevista que não fazia sentido falar-se em arquitectura sustentável… Não há boa arquitectura que não seja sustentável. É como dizer que a arquitectura tem de ter uma boa estrutura senão cai. É evidente que cai. Eu conheço alguns políticos que dizem “eu sou muito sério e sou um democrata”. Mas não têm que dizer. Porque se é político deve ser sério e tem de ser democrático pois tem de respeitar as regras do jogo, uma vez que foi eleito dessa maneira. Por isso, não faz sentido quando dizem que há uma arquitectura que gasta pouca energia pois se gasta muita, é contranatura. Se num sítio no meio do deserto fizerem um prédio todo em vidro, isso não é sustentável e as pessoas até reagem negativamente pois não é normal. A boa arquitectura é aquela que é adequada às circunstâncias. Em várias épocas, a arquitectura e as outras ciências, tentam encontrar outras disciplinas para a complementarem. Por exemplo, houve uma fase da arquitectura inteligente, da robótica… Mas ter um edifício inteligente é a coisa mais estúpida do mundo, porque um edifício bonito é inteligente por ele próprio… Agora apareceu esta coisa da sustentabilidade… Acho pretensioso dizer-se que um edifício é sustentável… Acho que é o mínimo que se pede…" Retirado de: http://www.arquitectura.pt/forum/f27/entrevista-ao-arqt-eduardo-souto-de-moura-expresso-imobili-rio-8615.html
  11. ei pessoal, acho que estamos neste fórum para partilhar opiniões sobre arquitectura e não para dar lições de arquitectura, pelo menos é essa a minha maneira de estar aqui. As opiniões que dei sobre este projecto? A análise que fiz? Claro que foi na base das imagens postadas e no conhecimento que tenho sobre a cidade de Nova Iorque, basta olhar para a imagem do projecto e reparas que é um arranha-céus, e um arranha-céus inserido numa paisagem de arranha-céus, agora como pode ser ecológico, se o ambiente é de betão, alcatrão, ferro, vidro, etc... Essa é a questão que levanto.... Mas se tens uma opinião diferente, partilha-a aqui com o pessoal...
  12. Sinceramente, este projecto não vem acrescentar nada de novo à arquitectura, se analisar-mos a essência do projecto, notamos que continua a mesma linguagem dos arranha céus, a única coisa que mudou foi o acrescentar de uns canteiros com flores para dar a imagem de ecológico, o que é falso. O problema das cidades de hoje é que nos últimos anos foram projectadas para os carros, para a especulação, para a moda, e esquecem-se do mais importante, que as cidades deviam ser desenhadas para as pessoas. Portanto, criar mais um arranha céus que a única coisa que difere dos outros são os canteiros à janela e dizer que é um edifício ecológico, é uma mentira.
  13. http://images.portoeditora.pt/getresourcesservlet/image?EBbDj3QnkSUjgBOkfaUbsI8xBp%2F033q5Xpv56y8baM5tfkXsYd3qYRM%2FRUM43hwn&width=150 Território da Arquitetura de Vittorio Gregotti Edição/reimpressão: 2001 Páginas: 188 Editor: Diversos Idioma: Português do Brasil 19,90€ Ano de edição ou reimpressão: 2001 Editor: Diversos Idioma Português do Brasil ISBN: 9788527302517 Dimensões: 11,5 x 20,5 cm Encadernação: Capa mole Páginas: 188 Classificação: Arquitectura
  14. Os livros que os teus professores colocam nas bibliografias... esses são os mais importantes. Se queres pesquisar livros para além desses, consulta a bibliografia daqui do fórum, tens livros bem interessantes...
  15. http://images.portoeditora.pt/getresourcesservlet/image?EBbDj3QnkSUjgBOkfaUbsI8xBp%2F033q5Xpv56y8baM5sw5nawMkPJmY5VKOw0Cue&width=150 História da Arte como História da Cidade (5ª Edição) de Giulio Carlo Argan Edição/reimpressão: 2006 Páginas: 280 Editor: Diversos Idioma: Português do Brasil 22,52€ Sinopse Os escritos incluídos neste livro reafirmam a identidade entre cidade e arte. Propõem uma metodologia que parta da definição da história da arte como história de uma fenomenologia complexa de objetos produzidos segundo a tecnologia do artesanato e constitui uma dimensão espaço-temporal que é a própria cidade; fica assim superada a tradicional proposição sociológica baseada na aproximação dos fatos históricos e fatos históricos artísticos dependentes daqueles.
  16. Guiyang Huaxi Urban Center, China A pocos kilómetros de la ciudad de [ame="http://es.wikipedia.org/wiki/Guiyang"]Guiyang[/ame], capital de la provincia de Guizhou en el sur de China se implanta el nuevo centro urbano de [ame="http://en.wikipedia.org/wiki/Huaxi_District"]Huaxi[/ame], en una zona de impactante belleza natural. Yansong Ma, líder del estudio iMAD de Beijing , convoca a diez estudios para diseñar los edificios que conformarán este núcleo urbano sobre un master plan elaborado por Tongji University de Shanghai. BIG y Julien De Smedt de Copenhague, Emergent y Atelier Manferdini de Los Ángeles, Serie de Londres / Bombay, Michel Rojkind de México DF, Hou Liang de Shanghai, Mass Studies de Seúl, Sou Fujimoto de Tokio y Diéguez Fridman de Buenos Aires son los encargados de diseñar los edificios de viviendas, oficinas y usos comerciales que se desarrollaran vertical u horizontalmente. El edificio de viviendas con servicios de hotel, parte del estudio de la topografía de la provincia y de las terrazas para cultivo de arroz que se extienden por toda la región. Surge así la idea de generar con terrazas un recorrido de programa público que envuelva la torre. Este espacio continuo que recorre el edificio es en algunas partes interior y en otras exterior, definiendo jardines orientados hacia distintas vistas. Presenta distintas alturas de acuerdo a los usos que en él se desarrollan: gimnasio, bar, pileta cubierta, spa, sala de usos múltiples. Imágenes gentileza > DIEGUEZ FRIDMAN arquitectos & asociados Retirado de http://www.noticiasarquitectura.info/especiales/guiyang.htm
  17. oh Pedro, o segredo de um bom arquitecto é levar a vida na boa, não cries conflitos, aproveita a universidade para aprenderes o máximo e aceita as criticas como maneira de melhorar o teu trabalho, não te podes fechar em ti mesmo, senão ficas sozinho e a solidão mata. O autodidatismo não significa que não converses com os outros, significa que pesquisas, fazes experiências, pensas nos assuntos e procuras respostas, sem que os outros te obriguem...
  18. Por acaso, muito boa a conferência. Foi interessante ver três tipo de gabinetes (arquitectos) diferentes e a maneira como abordaram o tema da conferência, que era a metodologia de projecto. O primeiro gabinete foi o Embaixada, representados por dois arquitectos do gabinete (não digo o nome porque não decorei), um grupo de jovens arquitectos dinâmicos e com uma abordagem ao projecto muito plástica, sendo uma maneira interessante de abordagem. Apresentaram os seus projectos para concursos, que podem ver no seu site, que deu para perceber aos alunos a dinâmica de quem sai da universidade e entra no mercado de trabalho. De salientar um pormenor na sua apresentação, que recorreram a dois ecrãs, um principal, que mostravas os projectos, e o segundo, mais pequeno, mostrava fotografias complementares aos projectos. O segundo arquitecto (Cláudio Vilarinho) a apresentar, também ele um jovem arquitecto, apresentou também os seus projectos para concursos, mas destacou-se pela sua espontaneidade e simplicidade como interagiu com o público, dando dicas aos alunos, e deixando uma frase interessante: "façam maquetas". A sua metodologia consistia numa interacção entre o conceito e a forma, muito interessante para perceber como os conceitos funcionam na arquitectura. O terceiro orador (Brandão Costa), apresentou uma linguagem mais madura, com uma multiplicidade de projectos, desde restauração a obras construídas de raiz. Conseguiu dar uma lição de arquitectura muito interessante aos estudantes da Lusíada pela maneira como ele abordou o espaço, como as forma delimita o espaço, relações de espaços entre si, e o tempo na arquitectura, através das obras de reconstrução. Penso que o título do livro do Álvaro Siza, "Imaginar a evidência", espelha bem a conferência do Arq. Brandão Costa, pois através da simplicidade e da leitura do espaço, se pode imaginar a evidência. Para o final, deixo aqui os parabéns à NAAULF, que teve uma organização impecavél e ao prof. Rui Bianchi, que dirigiu a conferência com simplicidade e elegância, conseguindo uma boa comunicação com o público.
  19. http://images.portoeditora.pt/getresourcesservlet/image?EBbDj3QnkSUjgBOkfaUbsI8xBp%2F033q5Xpv56y8baM7emkpilUwqd3zM2gsaJoUQ&width=150 Último Capítulo da Arquitectura Moderna de Leonardo Benevolo Edição/reimpressão: 1985 Páginas: 240 Editor: Edições 70 13,65€ Ano de edição ou reimpressão: 1985 Editor: Edições 70 ISBN: 9789724407029 Dimensões: 14 x 22 cm Páginas: 240 Colecção: Arte + Comunicação Classificação: Arquitectura Sinopse Nos últimos decénios, o Movimento Moderno difunde-se por todo o mundo, acumula resultados numerosos e variados, e divide-se em numerosas propostas e correntes.
  20. http://images.portoeditora.pt/getresourcesservlet/image?EBbDj3QnkSUjgBOkfaUbsI8xBp%2F033q5Xpv56y8baM5W7t59xWwYcesNUW3H66tf&width=150 História da Cidade de Leonardo Benevolo Edição/reimpressão: 1999 Páginas: 728 Editor: Diversos Idioma: Português do Brasil 78,56€ Ano de edição ou reimpressão: 1999 Editor: Diversos Idioma Português do Brasil ISBN: 9788527301008 Dimensões: 21 x 28 cm Encadernação: Capa mole Páginas: 728 Classificação: Arquitectura sinopse Ao trazer para a língua portuguesa a importante obra de Leonardo Benevolo, História da Cidade, a Editora Perspectiva pretende colocar ao alcance do meio profissional e interessado, além de um farto material ilustrativo, um instrumento básico para a compreensão de como foi possível e o que alimenta este fenómeno básico da sociedade e da cultura.
  21. http://images.portoeditora.pt/getresourcesservlet/image?EBbDj3QnkSUjgBOkfaUbsI8xBp%2F033q5Xpv56y8baM5qvRrFbmCoz9zkadMOyGuA&width=150 A Cidade e o Arquitecto de Leonardo Benevolo Edição/reimpressão: 2006 Páginas: 152 Editor: Edições 70 10,50€ Ano de edição ou reimpressão: 2006 Editor: Edições 70 ISBN: 9789724413327 Dimensões: 14 x 21 x 1 cm Encadernação: Capa mole Páginas: 152 Colecção: Arte & Comunicação Classificação: Arquitectura Sinopse O desenvolvimento da cidade moderna nos países industrializados. O crescimento caótico das metrópoles do Terceiro Mundo. As ideias do movimento moderno de Gropius e Le Corbusier. A valorização estética de um edifício, a conservação dos centros históricos. A profissão de arquitecto e o ensino da arquitectura.
  22. http://images.portoeditora.pt/getresourcesservlet/image?EBbDj3QnkSUjgBOkfaUbsI8xBp%2F033q5Xpv56y8baM6rpV3tjCgilWxzQezMy%2BeQ&width=150 História da Arquitectura Moderna de Leonardo Benevolo Edição/reimpressão: 1998 Páginas: 816 Editor: Perspectiva Idioma: Português do Brasil 115,20€ Ano de edição ou reimpressão: 1998 Editor: Perspectiva Idioma Português do Brasil ISBN: 9788527301497 Dimensões: 21 x 28 cm Encadernação: Capa mole Páginas: 816 Classificação: Arquitectura Sinopse Para se fazer uma história da arquitectura moderna é preciso, antes de mais nada, distinguir quais são os elementos que, no passado, possibilitaram a sua existência. Leonardo Benevolo situa na segunda metade do século XVIII a transformação radical no relacionamento entre arquitectura e sociedade - até este momento o campo de actuação do arquitecto estava muito bem definido e estável. A obra de Benevolo, depois de examinar as raízes, acompanha o desenvolvimento da arquitectura moderna. Aborda as suas experiências fundamentais. O seu relacionamento com o público. Os problemas urbanísticos.
  23. http://images.portoeditora.pt/getresourcesservlet/image?EBbDj3QnkSUjgBOkfaUbsI8xBp%2F033q5Xpv56y8baM5O1vhqK9yW%2Fq6Mzjyf4U6G&width=150 Introdução à Arquitectura de Leonardo Benevolo Edição/reimpressão: 2007 Páginas: 244 Editor: Edições 70 14,70€ Ano de edição ou reimpressão: 2007 Editor: Edições 70 ISBN: 9789724413990 Dimensões: 14 x 21 x 1,5 cm Encadernação: Capa mole Páginas: 244 Colecção: Arte & Comunicação Classificação: Arquitectura sinopse Concebida como uma introdução histórica à profissão de arquitecto, esta obra, já considerada clássica, tornou-se indispensável a todos quantos pretendam conhecer a arquitectura que se encontra subjacente às experiências revolucionárias da arquitectura moderna.
  24. http://images.portoeditora.pt/getresourcesservlet/image?EBbDj3QnkSUjgBOkfaUbsI8xBp%2F033q5Xpv56y8baM5PFL8b7zF8ZzUI3H4vHt1V&width=150 A Cidade na História da Europa de Leonardo Benevolo Edição/reimpressão: 1995 Páginas: 244 Editor: Editorial Presença 14,71€ Ano de edição ou reimpressão: 1995 Editor: Editorial Presença ISBN: 9789722318839 Dimensões: 14 x 21 x 1,5 cm Encadernação: Capa mole Páginas: 244 Colecção: Construir a Europa Classificação: História da Europa Sinopse Neste volume inaugural da colecção, o tema é a cidade. Leonardo Benevolo examina a construção e o crescimento dos centros urbanos desde o século X até aos nossos dias. O objectivo consiste em identificar, neste fenómeno, aquilo que é genuinamente europeu. Este inovador ensaio, que é também uma fascinante viagem através de burgos e metróploles, centros e periferias, revela as complexidades e imperfeições de um crescimento orgânico assim como a emergência de uma "ordem" urbanística e arquitectónica, em função do quotidiano dos respectivos habitantes e das mutações que as sociedades vão sofrendo à medida que nos aproximamos da contemporaneidade.
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