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Márcio Ferreira

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Everything posted by Márcio Ferreira

  1. não me digas que o ensino na frança não é bom, quando falei do facto de estares no centro da europa é pq tens mais facilidade de poderes conviver com outras culturas, isso é muito importante para um arquitecto.. sinceramente penso que devias pensar bem antes de vires para portugal, se as pessoas falam mal de portugal, por algum motivo é...
  2. estuda aí em frança... tás no centro da europa... o portugal é bonito, mas é de férias... :)
  3. á primeira vista parece uma ideia bem interessante...
  4. isso da pirataria é um esquema que interessa aos próprios fabricantes, é uma maneira de fazer publicidade sem gastar dinheiro... é o exemplo do autocad, os alunos na universidade aprendem a trabahar com o autocad pq é facil tê-lo e dps na vida profisional optam por ele pq já estão habituados... a autodesk está sempre a dubir as receitas todos os anos e tem dos softwares mais piratiados do mundo.... e tb é boa para o desenvolvimento dos próprios softwares, pois graças aos piratas, o desenvolvimento dos softwares é mais rápido...
  5. "porreiro pá", como diz o nosso primeiro ministro... :)
  6. por falar em não lugar, tens o livro Não lugares de Marc Augé...
  7. Só sei que nada sei. socrates
  8. é nestes casos que me interrogo sobre a definição de arte...
  9. não concordo com a tua leitura, JAG. Nesse ponto de vista apartir de agora todos os assassinos invocam em tribunal que mataram por uma questão de arte, só pra chamar as pessoas para as questões do homicidios... Basta ter bom senso para saber distinguir arte de estupidez...
  10. ao que ele fez chama-se estupidez... sinceramente custou ver essa noticia nos noticiarios... não percebo como não é preso.... em vez do cão pq nao se pôs ele a morrer de fome...
  11. Kisho Kurokawa Arquiteto "A missão dos arquitetos é realizar a arquitetura contemporânea por meio do diálogo entre as identidades locais, as tendências globais e a História"Kisho Kurokawa é doutor em arquitetura pela Universidade de Tóquio Nakagin Capsule Tower, em Tóquio, 1972: um edifício de módulos habitàveis Fotos: Tomoi Ohashi Museu de Arte Contemporânea de Wakayama, Japão, 1994: diálogo com a História Foto: Tomoi Ohashi Anexo do Museu Van Gogh, em Amsterdã, 1998: espaço intermediário constrói a relação simbiótica com o antigo edifício, projetado por Rietveld Fotos: Sels Clerbout Detalhes do Aeroporto Internacional de Kuala Lumpur, na Malásia,1998: pilares cônicos simplificam a solução estrutural Fotos: Tomio Ohashi Maquete de Astana, a nova capital do Kasaquistão. O projeto foi selecionado em concurso internacional em 1998 Foto: Tomio Ohashi Nascido em Nagoya, em 1934, Kisho Kurokawa era apenas um debutante no mundo da arquitetura quando fundou o grupo Metabolista, em 1959, e iniciou seus experimentos formais com os planos da Cidade hélice para Tóquio, ou da Cidade flutuante para Kasumigaura, também no Japão. Logo depois lançou a proposta dos edifícios-cápsula, montados com elementos pré-fabricados, idéia colocada em prática na Expo 70, em Osaka e na Nakagin Capsule Tower, construída em Tóquio, em 1970. A partir daí, manejando com eficiência as ferramentas do desenho e do marketing pessoal, Kurokawa colecionou premiações e títulos honoríficos em todos os continentes, dedicando-se a projetos de edifícios, museus, estádios esportivos, aeroportos, habitações, mobiliário e mesmo cidades inteiras. Convidado para o Seminário Internacional do Docomomo realizado em Brasília, no final de setembro de 2000, Kisho Kurokawa expôs suas críticas aos resultados do urbanismo moderno e apresentou a proposta das "EcoMedia cities", como seu projeto para Astana, a nova capital do Casaquistão. Nesta entrevista, concedida no Hotel Nacional, em Brasilia, Kurokawa fala de seu processo de trabalho, explica a sua "Filosofia da Simbiose" e analisa os reflexos da globalização econômica na arquitetura de seu país. Veja também o site de Kisho Kurokawa www.kisho.co.jp. O sr. ficou muito conhecido depois da fundação do Grupo Metabolista e da construção de suas casas e edifícios formados por cápsulas nos anos 60 e 70. Trinta anos depois, seus conceitos para a arquitetura e a vida avançaram para a Filosofia da Simbiose. Poderia explicar o significado de metabolismo e simbiose? A idéia de simbiose é mais antiga, as raízes dessa idéia se fixaram quando eu ainda fazia o curso médio em minha cidade natal, Nagoya, numa escola muito especial, fundada há 110 anos. Antigamente esta escola era exclusiva para a formação de monges budistas, agora é uma escola aberta, embora seu diretor seja ainda hoje um filósofo budista. E durante aqueles anos eu absorvi idéias sobre a coexistência de contrários. Evidentemente, naquela idade eu não tinha uma visão muito clara do que era a filosofia. Antes de decidir pela carreira de arquiteto, me interessei pela Biologia e num dos livros que li, encontrei o conceito de simbiose, que em síntese, significa a interdependência de dois seres vivos, cada um tirando partido de alguma característica do outro. Depois que me formei, já na Universidade de Tóquio, em 1958, fiz a minha primeira viagem ao exterior, passando pela Europa, União Soviética e América. Então, exatamente quando o movimento dos CIAM (Congressos Internacionais de Arquitetura Moderna) estava acabando, eu começava minha carreira na Arquitetura. Foi um início dramático, em meio a uma situação caótica. Então, quando de fato comecei a trabalhar, em 1959, eu e meus colegas nos perguntávamos: "O que há de novo depois do colapso do CIAM?" Saíamos da era da máquina, como ditava o movimento moderno, para algo ainda difuso. E, de repente, um dia, tive uma antevisão, que daquele momento até o século 21 uma nova era estava surgindo... e resolvi chamá-la de era da vida. E, em 1960, fundamos o Grupo Metabolista. É fácil perceber simbiose olhando as imagens do Museu de Arte Contemporânea em Wakayama, porque ele está localizado em um sítio histórico, ao lado do Castelo de Wakayama. Já não é tão fácil compreender a simbiose no Aeroporto de Kuala Lumpur, apesar de algumas referências à cultura islâmica. Mas é muito difícil entender onde está a simbiose num projeto como o do anexo do Museu Van Gogh, em Amsterdã. Como ler cada um desses projetos? O anexo do Museu Van Gogh, em Amsterdã, é o resultado da simbiose entre a cultura européia e a cultura japonesa. E que cultura européia naquele lugar? Justamente a da geometria, porque o prédio principal do museu foi desenhado por Gerrit Rietveld, um dos fundadores da arquitetura contemporânea holandesa. E uma das principais características de sua arquitetura é a composição geométrica, que ele trouxe da pintura de Mondrian. Talvez sua obra mais conhecida seja a casa "Schröder", em Utrecht, que é quase uma tela de Mondrian colocada em 3 dimensões. Então, ao projetar o anexo, eu também procurei partir da geometria, mas usei curvas e elipses que foram rotacionadas para gerar uma assimetria no volume principal, visível especialmente na cobertura. E aí está a tradição japonesa, na assimetria (hitaisho), que vem de milhares de anos. Nós não fazemos arquitetura simétrica. É importante lembrar que o novo edifício está abrigando o acervo de pinturas japonesas ukiyoe que Van Gogh colecionou e que exerceu grande influência em seu trabalho. No projeto do museu Van Gogh procurei trabalhar também em simbiose com o sítio, que é um parque muito importante na cidade de Amsterdã. Então, apenas 25% da área construída são visíveis externamente. A maior parte do prédio é subterrânea e a ligação entre os dois edifícios é feita abaixo do nível do solo, por meio de um jardim de águas, que se reporta aos jardins tradicionais do Japão. Logo ao entrar no anexo, a primeira coisa que os visitantes vêem é a água, também um elemento muito importante para a cultura da Holanda. O importante nessa relação simbiótica é a criação desse espaço intermediário (em japonês se diz Ma), de ligação, que transita de uma cultura para outra. A beleza do canto, na música tradicional japonesa, se localiza exatamente nesse intervalo de transição de um som para o outro. É um lugar de ligação entre diferentes, entre corpo e espírito, entre sim e não, um espaço virtual ou físico onde as pessoas podem mudar sua sensibilidade em relação ao mundo. Então o anexo do Museu Van Gogh não é uma cópia da arquitetura japonesa, mas o espírito japonês está lá presente e pode ser sentido por todos que o visitem. SINTAXE DA ARQUITETURA E em relação ao Museu de Wakayama?Para explicar, vou fazer uma analogia com a escrita. Nós temos as letras fonéticas ocidentais, a,b,c,d etc. E uma letra só tem sentido se combinada com outras para gerar palavras e significados. Por outro lado, temos as letras chinesas, que são ideogramas. Por exemplo, meu nome Kurokawa....o ideograma kawa vem da representação de um rio, das linhas que representam a água correndo. Não é um signo fonético, é um símbolo. O ideograma chinês Opá, que significa pássaro, deriva do desenho de um pássaro. Então, uma letra chinesa sozinha tem um sentido completo... Na cultura européia clássica pode-se usar elementos geométricos (cones, cubos, esferas, prismas) como fonemas que compõem um discurso, um eixo urbano, por exemplo. Na cultura japonesa, o mesmo conjunto de volumes seria disposto de forma assimétrica para formar outro discurso, contemporâneo, mas baseado na tradição. É um simbolismo abstrato criado com formas, texturas e cores. Mas há um outro tipo de simbolismo, que toma como referência a forma de um objeto, da mesma maneira que o ideograma Opá lembra a forma do pássaro que ele quer representar. No caso do Museu de Wakayama, a obra "dialoga" com o castelo tradicional ao tomar certas formas, como a dos telhados: invertemos os telhados, criamos algumas asas de alumínio que lembram suas formas. E quem olha para o museu sabe que se trata de uma obra japonesa. Então, eu tenho duas formas de trabalhar com o simbolismo abstrato: uma utiliza os elementos geométricos comuns a todas as culturas, formando uma linguagem arquitetônica. Uma simbiose entre o passado e o futuro. Como a pirâmide de vidro colocada por Pey em frente ao Louvre. Em Paris, um outro exemplo interessante é o Grand Arche (La Defénse). Sua forma é muito simples, remete ao clássico Arco do Triunfo, mas não é uma cópia, é um símbolo abstrato. O Museu de Wakayama resulta da simbiose entre a História e o Contemporâneo pela abstração da forma. No caso do Anexo do Museu Van Gogh, ocorre a simbiose entre duas culturas, graças à justaposição e movimentação de forma geométricas simples, que fazem parte da linguagem arquitetônica clássica. MOVIMENTO MODERNO Em seu livro mais recente, "Each One a Hero", o sr. faz uma crítica negativa ao modelo de urbanismo preconizado pelo CIAM e concretizado em Brasília, Chandigard (Índia) e em algumas intervenções realizadas em espaços urbanos de vários países ao longo do século 20. Parece-me que o sr. considera a proposta da arquitetura e do urbanismo moderno demasiadamente racional, permitindo apenas uma "leitura" e, de alguma forma impedindo o devaneio humano... Uma obra como a Catedral de Brasília não permite essa leitura múltipla, comum às verdadeiras obras de arte?No centro do Movimento Moderno está (Walter) Gropius, que trabalhava com muita rigidez na Bauhaus. E as idéias de Le Corbusier, incluindo o conceito urbano do "dominó" nasceram também no centro do Modernismo. Mas Corbusier, que viajou pelo mundo, conheceu arquiteturas e arquitetos de várias partes do mundo, estendeu o conceito do Movimento Moderno para bem além disso: a igreja de Rochanp é um ótimo exemplo de um expressionismo que se afasta da ortodoxia do modernismo. Corbusier avançou para a periferia do Movimento Moderno, onde estão nomes como Oscar Niemeyer e Alvar Aalto. Acho que Niemeyer conseguiu realizar uma simbiose entre o International Style e o Barroco brasileiro. Alvar Aaalto já começou a trabalhar nessa periferia do Modernismo e aí se manteve. Vamos falar sobre sua forma de trabalhar. Como o sr. inicia um novo projeto? Os primeiros passos são feitos com computadores, com lápis, ou "na cabeça"?É muito simples. Primeiro eu procuro ouvir o cliente e esta é a etapa mais importante. Gasto a maior parte do meu tempo de trabalho conversando com o cliente, tomando notas e procurando entender exatamente o que ele necessita, qual é sua cultura arquitetônica, que imagens ele deseja encontrar no projeto. A partir daí, passo a desenhar, faço esboços, centenas de esboços até amadurecer as idéias que vão surgindo. Mas a maior parte do trabalho eu realizo em minha cabeça, durante cerca de um dois meses. Durante esse tempo, todos os dias eu "caminho" através dessa arquitetura que está surgindo e vou mudando a localização das janelas, das escadas, experimento vários materiais, enfim vivencio aquela arquitetura que estou fazendo. Vou imaginando todos os detalhes da obra, na verdade procuro construir as estruturas em minha cabeça antes de começar a desenhá-las. Quando eu noto que o projeto está bem resolvido, que é possível construí-lo sem dificuldades, faço uma apresentação das idéias para a minha equipe. Nessa etapa é possível checar a consistência das soluções que desenvolvi. Assim que tudo estiver claro, passamos a detalhar o projeto nos computadores e especificar os materiais. Esse processo mental serve até mesmo para uma obra complexa, como um aeroporto?Sim. No aeroporto de Kuala Lumpur, na Malásia, a partir das discussões com o cliente, eu decidira fazer uma cobertura abobadada que tivesse referências nas construções islâmicas. Imaginando a estrutura, notei que usar pilares cilíndricos traria sérias complicações construtivas para o travamento da estrutura. Então, imaginei um pilar em tronco cônico, capaz de absorver melhor os esforços horizontais da cobertura. Quase simultanemente notei que aquele formato funcionaria bem para a condução do ar refrigerado desde o subsolo, onde estariam as máquinas, até o último pavimento, o de embarque. Falando sobre urbanismo, sua proposta para as cidades do século 21 sugere uma diluição das fronteiras entre rural e urbano através da construção de novos centros capazes de receber as mais novas tecnologias de informação, construção, transporte, comunicação, conservação de água e energia, paisagismo e engenharia florestal. Essas "EcoMedia cities" são realmente viáveis? A EcoMedia City pode ser entendida como uma NetWork city, na qual todas as atividades estarão acontecendo de forma orgânica, numa simbiose entre os processos industriais e naturais. Nessas cidades que concebi há uma grande disponibilidade de florestas naturais ou plantadas, para garantir a qualidade do ambiente urbano, há um aproveitamento dos resíduos para reciclagem ou produção de combustíveis, bem como a aplicação de modernas técnicas para conservação e reciclagem de água, conservação e autogeração de energia. Para tudo isso funcionar adequadamente, é necessária uma rede de dados que permita a troca de Informação, uma rede sem fios, que evite as interferências do cabeamento em postes ou no subsolo das cidades. A primeira delas foi projetada para a região entre Kuala Lumpur e o novo aeroporto, em meio a uma floresta tropical e entre dois corredores de transporte, com trens de alta velocidade. O objetivo é receber ali as empresas de alta tecnologia, na área de computação e também na indústria de biotecnologia, para aproveitar a biodiversidade oferecida pela floresta naquela região. A partir dessa proposta, desenvolvi o projeto Amagasaki para a prefeitura de Hyogo, no Japão. Trata-se da revitalização da costa marítima da cidade, com a construção de 2000 unidades residenciais, um museu ecológico, centro de compras, hotel e museu de arte, com um parque linear cruzando toda a área de 56 hectares. Esta cidade experimental vai funcionar com água captada da chuva, energia solar e energia do lixo. Agora estou trabalhando no projeto de Astana, a nova capital do Casaquistão, que também será baseada nos mesmo conceitos. CIDADES MUNDIAIS Como o sr. sabe, o ambiente urbano está gravemente enfermo em cidades como São Paulo, México, Jacarta, Bombaim e várias outras metrópoles de países pobres. O sr. acredita na possibilidade de rehabilitação desses lugares a partir de uma abordagem ecológica, como a proposta da Eco Media City? Cada caso exige um estudo específico. Neste momento, estou tentando desenvolver o conceito de EcoMedia City em Tóquio, que também é uma metrópole cheia de problemas. Desenhei dois canais num lugar onde há 400 anos haviam inúmeros canais que foram sendo gradativamente aterrados. Sobre esses aterros nasceram novos bairros da cidade. Minha idéia é repensar a relação simbiótica entre a água e a cidade, recriando o canal, que daria nova dinâmica ao lugar, criando uma agradável parque de convivência entre as pessoas e a água, com barcaças e barcos de transporte coletivo. É uma área muito valorizada, de forma que seria impossível ao governo desapropriá-la para se fazer um canal. Assim, criaríamos uma ilha artificial no centro da Baía de Tóquio, utilizando resíduos de demolição, permitindo a criação de bairros novos, com mais espaço, um parque, e uma linha de metrô ligando a nova área ao centro da cidade. Imaginei que o proprietário de um terreno de 100 m2 desapropriado para a construção do canal, pudesse receber como compensação uma área de 300 m2 na nova ilha. O mais interessante é que esse novo canal permitiria que a água do mar circulasse mais velozmente pela Baía, purificando suas águas, hoje muito poluídas. Outro dado importante: o canal seria um recurso eficiente de combate aos incêndios, especialmente quando ocorrem terremotos. Tóquio já sofreu três grandes incêndios e o maior deles consumiu em perto de 20% da cidade. Desta forma, mesmo cidades como México City ou São Paulo podem ter seus problemas equacionados. Mas é necessário pensar a longo prazo, planejar para cem anos. Parece muito tempo, mas lembre-se do que era São Paulo há cem anos... Falando da arquitetura japonesa...Existe ainda uma arquitetura de tradição japonesa ou o processo de globalização está apagando essas marcas culturais nas novas obras construídas?Sim, estamos enfrentando esse problema. Mas lembro que quando começamos a Era Meiji, que foi uma fase de modernização, tudo mudou, inclusive a arquitetura, A Era Meiji foi o momento em que os japoneses se voltaram para a Europa e a arquitetura feita naquele período significou uma cópia das obras européias. Mas a essência da cultura não se perdeu naquele momento. Você pode ver e identificar a pintura japonesa, o paisagismo, a técnica de jardinagem, o artesanato etc. Mas a maior parte da tradição japonesa é invisível: é o pensamento, a leitura, a filosofia, a estética, a forma de comunicação entre as pessoas. Veja, a cidade de Tóquio foi inteiramente destruída por bombardeios na 2a Guerra Mundial. Era possível as montanhas e cinco ou seis edifícios de concreto, que resistiram. Nada mais. Tóquio foi reconstruída com materiais modenos, concreto, aço, vidro e então alguém pode dizer que a cidade parece Los Angeles, ou Chicago, mas se esta pessoa ficar por alguns anos na cidade, vai entender que Tóquio é uma cidade japonesa, uma cidade tradicional japonesa. Na aparência a cidade é global, mas o modo de vida é completamente diferente do de Londres, Paris, ou qualquer outra cidade do mundo. Nós trabalhamos para concretizar a simbiose entre os padrões internacionais e as culturas locais. Acredito que a missão dos arquitetos seja a de realizar a arquitetura contemporânea por meio dessa conversa entre as identidades locais, as tendências globais e a História. E qual é o status da arquitetura no Japão de hoje?Como em qualquer outro lugar do mundo, 95% de tudo o que se constrói no Japão está orientado para o Business, não para a Arte. São raras as obras projetadas por arquitetos como Toio Ito, Isozaki, Tadao Ando, profissionais que como eu se preocupam com a Cultura. As grandes construtoras, Takenaka, Kajima...têm seus próprios corpos de arquitetos, que realizam obras de qualidade, mas voltadas para os interesses exclusivos do mercado, não para a fruição da sociedade. Infelizmente, o interesse pela arquitetura ainda é muito restrito. Texto integral da entrevista concedida a Marcos de Sousa (Uma versão resumida foi publicada em PROJETO DESIGN Edição 249 - Novembro 2000
  12. Parabéns aos vencedores... e o desejo de 1 excelente trabalho....
  13. concordo com o obranco... acho que é interessante a preocupação do arquitecto com as energias renovaveis...
  14. à primeira vista, a ideia das ventoínhas até está interessante, mas, não sei até que ponto o funcionamento delas não provocará ruído para o edificio....
  15. já vi os programas das cadeiras da faup na net e acho que estão lá o livros básicos pro 1º ano... basta consultares...
  16. uma pergunta... o eleitores onde podem consultar o programa dos candidatos?
  17. ei lá... isto é só uma eleição pro forum arquitectura, não para o PSD... :s
  18. Pie de foto: Norman Foster. Un mosaico gaudiniano de baldosas que intercalarán paneles de policarbonato y vidrio recuperando los colores del Barça y de la ’senyera’ se convertirá en la segunda piel del Camp Nou. Esa es la fachada diseñada por el despacho ‘Norman Foster & Partners’, vencedor del concurso internacional para la remodelación del Camp Nou. De estética moderna y concepto uniforme, el proyecto respeta la tercera gradería y garantiza el uso del estadio en competición, aspecto prioritario para el jurado. Presupuesto: 250 millones. [Foto 1 de 19] Marc Casanovas Pie de foto: Norman Foster. Un mosaico gaudiniano de baldosas que intercalarán paneles de policarbonato y vidrio recuperando los colores del Barça y de la ’senyera’ se convertirá en la segunda piel del Camp Nou. Esa es la fachada diseñada por el despacho ‘Norman Foster & Partners’, vencedor del concurso internacional para la remodelación del Camp Nou. De estética moderna y concepto uniforme, el proyecto respeta la tercera gradería y garantiza el uso del estadio en competición, aspecto prioritario para el jurado. Presupuesto: 250 millones. [Foto 2 de 19] Marc Casanovas Pie de foto: SANAA. Tratamiento minimalista y elegante. El despacho japonés proponía cubrir el Camp Nou con una malla de acero y transparencias a base de un ligerísimo cableado de acero inoxidable. Respetaba la tercera gradería. Proyecto poco desarrollado, la comisión técnica no pudo hacer una evaluación porque faltaba información. La ejecución del proyecto creaba dudas y se intuía un proceso de construcción complejo. Presupuesto: 291 millones. [Foto 3 de 19] Marc Casanovas Pie de foto: Martínez Lapeña-Torres. De gran impacto visual, el despacho catalán proponía cubrir el estadi con elementos estructurales independientes: grandes pórticos de hormigón autoportantes que no tocaban el cuerpo de la grada. El más atrevido y original. Las obras contemplaban derribar la tercera gradería y comportaban “un ejercicio de ingeniería brutal”, según valoró Franquesa. Creaba dudas la ejecución sin la interrupción del calendario de competición. Presupuesto: 267 millones. [Foto 4 de 19] Marc Casanovas Pie de foto: Martínez Lapeña-Torres. De gran impacto visual, el despacho catalán proponía cubrir el estadi con elementos estructurales independientes: grandes pórticos de hormigón autoportantes que no tocaban el cuerpo de la grada. El más atrevido y original. Las obras contemplaban derribar la tercera gradería y comportaban “un ejercicio de ingeniería brutal”, según valoró Franquesa. Creaba dudas la ejecución sin la interrupción del calendario de competición. Presupuesto: 267 millones. [Foto 5 de 19] Marc Casanovas Pie de foto: MAP-ARCHITECTS. Uno de los proyectos más valorados. Se diferencia del resto por su estructura: un anillo que rodea el estadio e incorpora las oficinas, el Museu y demás servicios. Proponía la creación de un hotel y un ‘shopping center’. La comisión técnica evaluó muy positivamente la idea conceptual del despacho catalán (anillo), pero echó en falta un proyecto más desarrollado en lo que al propio estadi se refiere. Presupuesto: 250 millones +14 (hotel). [Foto 6 de 19] Marc Casanovas Pie de foto: MAP-ARCHITECTS. Uno de los proyectos más valorados. Se diferencia del resto por su estructura: un anillo que rodea el estadio e incorpora las oficinas, el Museu y demás servicios. Proponía la creación de un hotel y un ‘shopping center’. La comisión técnica evaluó muy positivamente la idea conceptual del despacho catalán (anillo), pero echó en falta un proyecto más desarrollado en lo que al propio estadi se refiere. Presupuesto: 250 millones +14 (hotel). [Foto 7 de 19] Marc Casanovas Pie de foto: CVR Arquitectos. Los arquitectos sevillanos aproximaban el estadi al concepto de edificio, algo que no desagradó al jurado por atrevido, y proponía una plaza con árboles en la explanada del Palau. El jurado valoró el atrevimiento, “pero no era la idea que buscábamos”. El proyecto contemplaba el derribo de la tercera gradería y el impacto para los vecinos era muy considerable. Presupuesto: 250 millones. [Foto 8 de 19] Marc Casanovas Pie de foto: CVR Arquitectos. Los arquitectos sevillanos aproximaban el estadi al concepto de edificio, algo que no desagradó al jurado por atrevido, y proponía una plaza con árboles en la explanada del Palau. El jurado valoró el atrevimiento, “pero no era la idea que buscábamos”. El proyecto contemplaba el derribo de la tercera gradería y el impacto para los vecinos era muy considerable. Presupuesto: 250 millones. [Foto 9 de 19] Marc Casanovas Pie de foto: Domingo-Ferre. Valentía propia de un despacho catalán integrado por gente joven. Presentaron la memoria del proyecto más documentada y un estadi de estética futurista, con una cubierta giratoria en función del sol. Elimina la barrera urbana. La comisión técnica valoró la valentía de la propuesta pero finalmente la descartó por la complejidad de su construcción y el coste. Presupuesto: 440 millones. [Foto 10 de 19] Marc Casanovas Pie de foto: Domingo-Ferre. Valentía propia de un despacho catalán integrado por gente joven. Presentaron la memoria del proyecto más documentada y un estadi de estética futurista, con una cubierta giratoria en función del sol. Elimina la barrera urbana. La comisión técnica valoró la valentía de la propuesta pero finalmente la descartó por la complejidad de su construcción y el coste. Presupuesto: 440 millones. [Foto 11 de 19] Marc Casanovas Pie de foto: Herzog & De Meuron. Estéticamente uno de los que más gustaban al jurado. “Una maravilla”, decía Franquesa. Los padres del ‘Allianz Arena’ se apropian del perfil ondulado de La Pedrera para recubrir el campo a base de hormigón revestido de baldosa dorada. Uno de los criterios era no derribar la tercera gradería, y el proyecto no lo respetaba. Pese a que era uno de los favoritos, fue desestimado también porque la construcción era lenta y afectaba mucho a la masa social. Presupuesto: 285 millones. [Foto 12 de 19] Marc Casanovas Pie de foto: Herzog & De Meuron. Estéticamente uno de los que más gustaban al jurado. “Una maravilla”, decía Franquesa. Los padres del ‘Allianz Arena’ se apropian del perfil ondulado de La Pedrera para recubrir el campo a base de hormigón revestido de baldosa dorada. Uno de los criterios era no derribar la tercera gradería, y el proyecto no lo respetaba. Pese a que era uno de los favoritos, fue desestimado también porque la construcción era lenta y afectaba mucho a la masa social. Presupuesto: 285 millones. [Foto 13 de 19] Marc Casanovas Pie de foto: GMP INTERNATIONAL. El despacho alemán presentó uno de los proyectos más aplaudidos estéticamente y mejor trabajados. Unica propuesta que mantenía la simetría de la tercera gradería. Fue uno de los que generó mas debate. Conceptualmente perfecto y elegante, fue declinado porque la ocupación de la planta era muy grande (casi pisaba la avenida Joan XXIII). Superaba la escala del emplazamiento y no respondía al entorno de Les Corts. Presupuesto: 246 millones. [Foto 14 de 19] Marc Casanovas Pie de foto: Ferrater, Serra, Vives, Cartagena. Ultimo finalista junto con Foster. El despacho catalán propuso un estadio abierto, sobrio, de buen encaje en la trama urbana. Juega con la iluminación y dispone de una cubierta a base de cables pretensados. Aumenta el aforo a 106.000. Pese a que la comisión técnica y la junta blaugrana valoraron muy positivamente la seriedad de la propuesta, que estaba muy bien trabajada y documentada, la obra requería derribar la tercera gradería. Presupuesto: 245 millones. [Foto 16 de 19] Pie de foto: Ferrater, Serra, Vives, Cartagena. Ultimo finalista junto con Foster. El despacho catalán propuso un estadio abierto, sobrio, de buen encaje en la trama urbana. Juega con la iluminación y dispone de una cubierta a base de cables pretensados. Aumenta el aforo a 106.000. Pese a que la comisión técnica y la junta blaugrana valoraron muy positivamente la seriedad de la propuesta, que estaba muy bien trabajada y documentada, la obra requería derribar la tercera gradería. Presupuesto: 245 millones. [Foto 17 de 19] Pie de foto: Claus en Kaan Architecten. Los holandeses apostaron por un estadi cerrado con una fachada de cerámica semi-transparente y se centraron en el entorno. Diseñaron un campo de entrenamiento en el techo del Palau. No presentaron la documentación necesaria (ni el primer presupuesto, sin ir más lejos) “y fue muy difícil valorar el proyecto porque nos faltaba información”, explicó ayer Joan Franquesa. Presupuesto: no especificado. [Foto 18 de 19] Pie de foto: Claus en Kaan Architecten. Los holandeses apostaron por un estadi cerrado con una fachada de cerámica semi-transparente y se centraron en el entorno. Diseñaron un campo de entrenamiento en el techo del Palau. No presentaron la documentación necesaria (ni el primer presupuesto, sin ir más lejos) “y fue muy difícil valorar el proyecto porque nos faltaba información”, explicó ayer Joan Franquesa. Presupuesto: no especificado. [Foto 19 de 19] Marc Casanovas Retirado do site www.sport.es
  19. tens aqui outro site: http://www.ccadinc.com/tips/linetypes1.html
  20. tens o comando -linetype para criares as tuas próprias linhas
  21. nos primeiros 2 anos não, mas apartir do 3 já e preciso...
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