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Márcio Ferreira

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  1. Ritmo é o tempo que demora a repetir-se um qualquer fenómeno repetitivo, mas a palavra é normalmente usada para falar do ritmo quando associado à música, à dança, ou a parte da poesia, onde designa a variação (explícita ou implícita) da duração de sons com o tempo. Quando se rege por regras, chama-se métrica. O estudo do ritmo, entoação e intensidade do discurso chama-se prosódia e é um tópico pertencente à linguística. Na música, todos os instrumentistas lidam com o ritmo, mas é freqüentemente encarado como o domínio principal dos bateristas e percussionistas. Segundo alguns autores, os conceitos de ritmo podem variar. Para Berge [2] o ritmo é uma lei universal a que tudo submete. Dalcroze [3] o caracteriza como princípio vital e movimento. Platão [4] sistematiza o ritmo, colocando-o como definição de movimento ordenado. A rítmica é uma ciência do ritmo que objetiva desenvolver e harmonizar as funções motoras e regrar os movimentos corporais no tempo e no espaço, aprimorando o ritmo. Embasado-se nestes conceitos, fica clara a importância que o ritmo tem na nossa vida, tanto através de influências tanto externas quanto internas. O desenvolvimento e aperfeiçoamento do mesmo torna-se muito importante, pois o ser humano é dependente do ritmo para todas as atividades que for realizar, como na vida diária, profissional, desportiva e de lazer. O ritmo é de grande importância para os professores de Educação Física, pois ele se reflete diretamente na formação básica e técnica, na criatividade e na educação de movimento. [5] O ritmo pode ser individual (ritmo próprio), grupal (caracterizado muito bem pela dança, o nado sincronizado e por uma série de atividades por equipe), mecânico (uniforme, que não varia), disciplinado (condicionamento de um ritmo predeterminado), natural (ritmo biológico), espontâneo (realizado livremente) e refletido (reflexão sobre a temática realizada), todas estas variações de ritmo podem ser trabalhadas na escola com diferentes atividades.
  2. mas só está a venda na livraria do LNEC?
  3. esse livro estará á venda nas livrarias? tipo fnac ou bertrand?
  4. esses numeros não correspondem a realidade, existem mtos arquitectos que não exercem a profissão...
  5. e que tal é o japão???
  6. A arquitectura é como tudo na vida, vale tudo, cada arquitecto projecta como quiser, e concordo com isso, acho que deve haver uma diversidade em tudo e deixar-mos de estar constantemente a tentar criar religiões na arquitectura, como aqueles que arquitectura é o Siza e o resto é analfabetos... Se existem arquitectos a projectar para as revista, acho que fazem bem, é uma estratégia que adotaram... cada um faz como quiser... Viva a liberdade na arquitectura...
  7. A melhor maneira de acabar com as favelas é mudar a mentalidade das pessoas... Não adianta mudar de barracas para edificios com melhores condições, porque se as pessoas não estão preparadas para viver em casas com as minimas condições. O melhor exemplo são os bairros sociais aqui em Portugal, de pressa transformaram-se em bairros de lata...
  8. pois, é uma conversa bonita, mas mto subjectiva... isso do boa arquitectura é mto relativo...
  9. bem caro o livro...
  10. o google não dá?
  11. o google não dá?
  12. aí está uma ideia bem interessante...
  13. aí está uma ideia bem interessante...
  14. Em braga tens inumeros edificios de várias épocas, é sempre bom comparar as evoluções das cidades...
  15. Em braga tens inumeros edificios de várias épocas, é sempre bom comparar as evoluções das cidades...
  16. a parte interessante é mesmo essa, a permanência dos simbolos das igreja...
  17. a parte interessante é mesmo essa, a permanência dos simbolos das igreja...
  18. http://www.arquitectum.com/concursos/venecia_en.php um site com paineis do concurso de veneza
  19. Havemos de lá chegar...
  20. acho uma boa atitude do presidente...
  21. Penso que essa leitura dos emigrantes só corresponde a 1 tipo de emigrantes, aqueles que vão para o estrangeiro só para ganhar dinheiro. Mas existe aqueles que emigram para assimilar uma nova mentalidade e novos habitos... Claro que trabalhar no estrangeiro é bom para qualquer profissional. Agora não concordo é com a ideia de ir lá pra fora porque aqui se trabalha mal, ou porque os portugueses são estupidos, etc...
  22. Penso que a solução de sair do país não é a melhor, realmente essa opção é tipica dos portugueses, mas nós que somos jovens, devemos mostrar que se deve encarar os problemas. Não existe a ordem dos arquitectos para defender os arquitectos? Não podemos nos limitar a pensar que a ordem só existe para arranjar tachos. Há que pressionar a ordem para a realidade do país, e nada melhor que o membros para o fazer.
  23. luís Granja, Arq. de V.N. de Famalicão www.luisgranja.com Pedro Araújo, Arq. de V.N. de Famalicão www.pan.pt Adelino Ferreira, Arq. de V.N. de Famalicão http://www.arqb.com/
  24. as contras é que muitas vezes as ideias não saem do papel....
  25. "Viver a Arquitectura" de Steen Eiler Rasmussen Editora: Caleidoscopio é um livro bem interessante, de facil leitura...
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