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Márcio Ferreira

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Everything posted by Márcio Ferreira

  1. Não sei, não. Mas quem estiver naquela varanda, apanha uma rajada de vento e vai por lá baixo... Não deixa de ser uma experiência tentadora, para os mais radicais...
  2. The Museum: a chaotic armillary sphere The Auditorium: a wave-like plastic structure Inside the Auditorium: a voronoi geometry Tourism Park Albufeira, Algarve The Tourism Park in Albufeira is constituted by a Museum, an Auditorium and a Services edifice. These three buildings, sited in a two and a half hectares terrain, are disposed around a large square. The project is designed to create a new centrality in the city destined to provide locals and tourists with new cultural and entertainment facilities. (in cooperation with Luís Sanchez Carvalho, Jorge Moura, Jacqueline Reis, Tânia Andrade, Beatriz Noronha, Joana Braga, Laura Laires, Alexandre Tavares, Carlos Nogueira, Madalena Poppe) Retirado do site: www.leonelmoura.com
  3. Parabéns, AR-JO, está bem interessante o site... e ainda por cima de braga. Gostei da dedicatória ao Prof. Luís Serro, na minha opinião um dos melhores professores da Lusíada de Famalicão...
  4. Herzog&deMeuron: VitraHaus por andrés besomi [peng!] Herzog y De Meuron · vitra · vitracampus · vitrahaus La oficina de los arquitectos suizos será la encargada de construir el nuevo showroom en el Vitra Campus, ubicado en Weil am Rhein, Alemania. La construcción, que se iniciará en septiembre, se agregará a las ya existentes en el complejo donde funciona el HQ de la famosa marca de muebles y que han sido proyectados por destacados arquitectos como Frank Gehry, Tadao Ando y Zaha Hadid, entre otros. Rompiendo con el esquema que en este blog se ha llamado de cajitas, el diseño se basa en la forma de las casas locales (de dos aguas), extruidas y apiladas de manera irregular. La explicación de eso, a continuación. En la memoria del proyecto, los arquitectos explican que los objetos que se estarán exhibiendo han sido diseñados principalmente para viviendas privadas, por lo que no se quisieron presentar en la típica atmósfera neutral de un hall convencional o de un museo, sino en un medio ambiente que se relacione más con su carácter y uso. El edificio servirá para mostrar la enorme colección de productos de la marca, y al mismo tiempo será una extensión del Vitra Museum, donde se puedan realizar exposiciones con parte de la colección. El programa se verá complementado con una tienda, un café y una sala de conferencias. “By stacking, extruding and pressing – mechanical procedures used in industrial production – simply shaped houses become complex configurations in space, where outside and inside merge. The interior is designed as a spatial sequence with surprising transitions and views of the landscape. The landscape in all its variety – the idyllic Tüllinger Hills, the broad expanse of the railroad tracks, and the urbanized plane of the Rhine – was the incentive to design a building that concentrates on the vertical. In contrast to the other buildings on the Vitra Campus, an essential component of the design involved drawing the outdoors inside”. Extracto de la memoria del proyecto. Mais informações em: http://www.plataformaarquitectura.cl/2007/07/08/herzogdemeuron-vitrahaus/
  5. Concordo com o Vitor, depois de pintada nem dás por ela...
  6. O responsável do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo, Garcia Leandro, falava à agência Lusa a propósito do tiroteio que ocorreu domingo na Quinta do Mocho, em Loures, que causou um morto e cinco feridos, alegadamente devido a uma luta entre gangues. Garcia Leandro disse que a construção típica de bairros que funcionam como guetos é um factor de desintegração social e, consequentemente, que faz aumentar os conflitos sociais. Garcia Leandro defende ainda que a diminuição dos conflitos sociais não passa pelo aumento pelas formas de segurança. «Os conflitos sociais devem-se, sobretudo, ao baixo nível cultural, de educação, aos elevados níveis de desemprego, aos problemas de inclusão, à grande comunidade imigrante proveniente dos PALOP, à imigração nacional que sai dos campos para as cidades e à imigração de Leste», disse, sublinhando que «se juntarmos todos estes factores teremos uma equação explosiva». Para Garcia Leandro, a integração da população, tanto das minorias como das maiorias, não passa pela criação de bairros específicos que funcionam como guetos «onde nada se passa e onde quem lá está não está senão dedicar-se ao ócio ou ao crime». O presidente do Observatório de Segurança defende assim que a prevenção dos conflitos sociais para as gerações futuras passa pelo aumento da taxa de emprego e pelo ordenamento territorial. Defende ainda tratar-se de uma tarefa que cabe às organizações sociais, aos partidos políticos e ao governo, sob pena de se estar a «hipotecar o futuro». Fonte: Lusa/SOL
  7. Encontrei no site da BBC FOUR uma secção de entrevistas a arquitectos e não só, também outras áreas. Na parte da pintura, tem lá a Paula Rego. Aqui fica o site... http://www.bbc.co.uk/bbcfour/audiointerviews/professions/architects.shtml
  8. Para ser franco, não tenho opinião sobre a regionalização, por isso é que pergunto, para ler opiniões...
  9. Já agora, outra refêrencia bibliográfica, "Cidade e Habitação Social" de Luís Baptista Capa mole. Celta ISBN: 9727740448 / 972-774-044-8 EAN: 9789727740444
  10. Para quem quiser, encontrei na internet um site brasileiro dedicado à habitação social, e podem fazer downloads de livros sobre este assunto... aqui fica o site: www.habitare.org.br
  11. E como deveria ser a regionalização, em concreto?
  12. e justifica-se a regionalização num país pequeno, como Portugal?
  13. Sinceramente, acho que está aqui um exemplo do lado negativo da internet, não percebo como expõem um video privado... Não havia necessidade...
  14. Obrigado, por partilhares essa história conosco. Realmente, algumas cidades de portugal ( digo algumas, porque não conheço todas), bem precisavam de pôr os olhos em cidades de outros países. No ano passado, visitei a Suíça e fiquei fascinado com a organização deles, e na preocupação de preparar as cidades para o bem estar dos cidadãos. Os tansportes públicos, para além de serem pontuais, tinham boas condições para as pessoas com mobilidade condicionada, os edifícíos, a mesma coisa. para não falar da rede de ciclovia que a cidade tinha. A cidade em questão, é a cidade de luzern. Enquanto aqui em portugal se trava uma batalha para estas questões, foi interessante, e dá motivação, ver que em outros países, as coisas resultam, e resultam bem... A próxima cidade a ser investigada, em principio, será a cidade de Amesterdão...
  15. essa viagem a londres, é de borla??? Se for, aceito... :(
  16. Agradecia que o membro Ruce participasse no forum sem violar as regras do forum, não é necessário utilizar um discurso que falte ao respeito os outros membros.
  17. Lições de Arquitetura de Vários http://imagens.webboom.pt/imagem?amb=capaprod&id=111011&width=130 Preço: EUR 37,71 Editor: Martins Fontes ISBN: 9788533610347 Ano de Edição/ Reimpressão: 1999 N.º de Páginas: 272 Idioma: Português do Brasil Encadernação: Capa mole Dimensões: 21 x 27 cm Sinopse O melhor caminho para explicar o que se tem a dizer é fazê-lo com base na experiência prática - é esse o fio condutor deste livro, em que os elementos foram organizados de tal modo que, como um todo, oferecem algo semelhante a uma teoria. Seu objetivo é estimular os estudantes, despertando neles uma mentalidade arquitetônica que os capacite a fazer seu próprio trabalho.
  18. Férias? aproveitar para fazer aquilo que não se pode fazer durante o ano...
  19. "O problema é existir quem aceite essas condições, o problema são os problemas da vida de cada um desses arquitectos que os levam a aceitar essas condições..." Não concordo, não condeno essas pessoas porque elas precisam de viver, acho é que a ordem do arquitectos no tempo da arq. Helena Roseta, não defendeu a classe, pelos menos é essa a ideia que a ordem passou cá para fora....
  20. Histórias da Luz e das Cores - Volume 1 de Luís Miguel Bernardo http://imagens.webboom.pt/imagem?amb=capaprod&id=111705&width=130 Preço: EUR 35,00 Editor: Editora da Universidade do Porto ISBN: 9789728025342 Ano de Edição/ Reimpressão: 2005 N.º de Páginas: 722 Encadernação: Capa mole Dimensões: 16 x 23 x 3 cm Sinopse Durante milénios, as explicações dos fenómenos luminosos assentaram em concepções religiosas, na superstição e na autoridade dos mestres. Eram explicações erráticas, obscuras e raramente coerentes. No século XVII, com a chegada do método científico, aquelas explicações deram lugar a outras, mais racionais, úteis e fecundas. Neste volume de Histórias da Luz e das Cores, da autoria do Prof. Doutor Luís Miguel Bernardo (FCUP) são descritas muitas das concepções sobre a luz e as cores que os nossos antepassados elaboraram. Muitas não têm qualquer valor filosófico ou científico; outras, porém, vieram a constituir os pilares em que assenta o conhecimento científico moderno. Não foram esquecidos neste volume nem os desenvolvimentos tecnológicos relativos à óptica nem os desenvolvimentos referentes aos vários ramos da ciência e tecnologia ligados à luz e às cores. O leitor interessado por temas científicos, ou culturais mais abrangentes, aqui encontrará informação relevante, histórias curiosas e divertidas, e um vasto conjunto de dados que poderão ajudá-lo a melhor compreender a intrincada ligação entre ciência, cultura e civilização.
  21. Histórias da Luz e das Cores, volume 2 O autor Luís Miguel Bernardo é professor Catedrático do Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. Licenciado em Engenharia Electrotécnica na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, obteve o mestrado e o doutoramento em Física na Universidade Estatal de Virgínia nos E. U. A. Realizou nos últimos 25 anos investigação científica em processamento óptico, holografia e óptica não-linear e ultra-rápida. Fazem parte dos seus interesses a história da ciência e a divulgação científica. Exerce presentemente o cargo de director do Museu de Ciência da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. A obra Perante o extraordinário esforço que os cientistas de oitocentos realizaram no estudo da ciência da luz e das cores, pareceu adequado consagrar este volume exclusivamente ao séc. XIX. Foi neste século que o carácter sobrenatural dos fenómenos luminosos sucumbiu totalmente perante a razão; que a magia óptica se transformou em conhecimento tangível; que se estabeleceram as bases sólidas da óptica clássica. Este volume das Histórias da Luz e das Cores ocupa-se destes homens, da ciência e tecnologia ópticas que criaram, e das mudanças sociais que estas actividades provocaram. A forte componente cultural destes cientistas coloca-os num lugar privilegiado entre os filósofos escolásticos ou naturais ─ que sabiam quase nada de quase tudo ─ e os cientistas contemporâneos ─ que sabem quase tudo de quase nada. A leitura deste volume revela ainda que o Homem oitocentista continuou a revelar as mais profundas inclinações humanas, através de crenças infantis, especulações fantasiosas e antropomorfismos absurdos. Autor: Luís Miguel Bernardo Editora: EditoraUP Colecção: Série Do Saber,3 Ano: 2007-08 ISBN: 978-972-8025-64-9 Dimensões: 160*230mm Nº de páginas: 503 Depósito Legal: 225 233/05
  22. '>23 Arquitectura(s) : história e crítica, ensino e profissão / Nuno Portas. 1.ª edição, 2005. 492 p. : il. ; 22,0x14,7 cm. ISBN 972-9483-72-8. Brochado, Preço € 15.00
  23. '>3 Arquitectura(s) : teoria e desenho, investigação e projecto / Nuno Portas. 1.ª edição, 2005. 498 p. : il. ; 22,0x14,7 cm. ISBN 972-9483-71-X. Brochado, Preço € 16.00.
  24. Já agora, para quem poder, aqui fica a sugestão: É um amante da História e da Arquitectura? Então venha descobrir as antigas Vilas operárias e passe umas horas descontraídas e divertidas nas colinas da capital!!! AS VILAS - Caminhada 4 horas / 9 de Agosto / Sábado, às 10h00 10 € (IVA incluído à taxa legal em vigor.) Visite o nosso site em http://www.arqcoop.com.
  25. Concordo com a autonomia financeira das pessoas para que possam escolher o local onde viver, em vez de baterem a porta da câmara para lhes arranjarem casa para elas, como acontece agora em Loures. Como já disse não concordo com a politica social aqui em portugal, em que, alguma pessoas vivem as custas do estado, A habitação social justificava-se no sec. XX, devido à situação socio-economica da altura, mas agora, o país é diferente, temos que deixar para trás aquela mentalidade de que o estado tem manter os coitadinhos... Porque essa solução já provou estar errada, pois as pessoas ecomodam-se ao fraco, em vez de lutarem por uma vida melhor. Vejamos o caso de Loures, passado 10 anos, as pessoas do Bairro continuam a depender do estado para viver, vemos os ciganos a terem casa a um peço baixo, mas mesmo assim não pagam, continuam a não se itegrarem na sociedade, e ainda por cima, exigem que a câmara lhes dêem casa nova porque eles são uns coitadinhos. Não é melhor criar um programa social, em que as pessoas que percam a autonomia economica, possam entrar num programa de recuperação social, em que o estado os apoia financeiramente, durante um periodo de tempo, e eles terão que procurar um emprego para que possam voltar a ter autonomia financeira...
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