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malaise

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  1. Olá X-acto, Tens o nome da empresa ou produto, ou qualquer coisa googlável? Cumprimentos!
  2. Exacto gigi, Parece aqui haver alguma confusão- os recibos verdes legitimos funcionam bastante bem quando são aplicados nas molduras para que foram criados. Os falsos recibos verdes é o que acontece quando não existe fiscalização das condições de trabalho mas existe uma enorme procura de emprego e total falta de escrúpulos de um empregador. A solução é muito simples: acabar com a impunidade- não os recibos verdes em si. É a mesma situação com os estágios obrigatórios para a Ordem e a ausência de obrigação á remuneração. A Ordem não verifica as condições em que são realizados os estágios, se houve componente pedagógica ou remuneração no caso da realização de trabalho. Resultado: Os estagiários (centenas?) realizam os trabalhos quotidianos de borla, não têm formação e os patronos têm legalmente mão de obra totalmente gratuita, ainda que (por enquanto) menos qualificada(mas é de borla). A Ordem tem uma posição em relação a este assunto mas é triste e nítido que membros eleitos têm pessoas nos gabinetes nesta situação. Os falsos recibos verdes e os estágios de borla são voluntários mas usar esta justificação para tirar partido de pessoas que preferem estar empregadas ou a receber uma boa formação é no mínimo cínico.
  3. (espero que o tópico esteja enquadrado na categoria) Isto vem em sequência da reportagem da SIC sobre precariedade que alguns utilizadores podem ter visto e na qual talvez se revejam. http://sic.aeiou.pt/online/noticias/programas/reportagem+sic/Video/ Cumprimentos!
  4. É um previlégio trabalhar numa profissão criativa e que tanto impacto tem no modo de vida de todos mas é por vezes trágica a situação laboral precária de muitos colegas: "Testemunho: Arquitecta com Cancro" http://fartosdestesrecibosverdes.blogspot.com/2008/11/testemunho-arquitecta-com-cancro.html São demasiadas pessoas com falsos recibos verdes, estágios full-time não remunerados e Inov-Jovens aldrabados...
  5. Gostava era de saber quais são os projectos que com aparente unanimidade estão a ser equiparados a excrementos. Quando a frustação é descarregada nos colegas não dá para perceber se esta é dirigida á organização ou se se trata de um amuo em relação a uma má prestação...
  6. Parabéns, por acaso era a minha aposta para ganhar Bonfim.
  7. "alguns dos projectos q ganharam sao uma bela m#$%a ...:S" Uma citação digna de Wigley ou Frampton... As regras foram novamente alteradas provavelmente devido á quantidade de participantes. Mas se houvesse alguma alteração neste sentido com alguma lógica deveria ter sido redistribuir\renomear a classificação para 1º,2º3º prémio e duas menções o que reflecteria mais explicitamente a proximidade de qualidade entre as propostas. Não foram atribuídos vencedores nalguns locais- isto normalmente acontece quando ninguém responde precisamente ao programa de concurso, só posso comentar se e quando o júri publicar a sua acta de avaliação. Basicamente espero que não tenha sido porque se aperceberam que tinham que dar 42000 euros em prémios!
  8. A continuar a a constante nos últimos dois anos mais uma portuguesa participou numa equipa vencedora de um grande concurso internacional. Foi Ana Reis, do atelier Langdon Reis Zahn, vencedores da primeira fase do concurso internacional para um complexo cultural em Bodo, na Noruega. Anúncio dos vencedores: http://www.arkitektur.no/?nid=163060 Link Atelier: http://www.langdonreiszahn.com/pages/news.html Os meus parabéns e espero que promotores e entidades públicas em Portugal (e internacionalmente) entendam de forma generalizada que vale apena apostar em jovens arquitectos portugueses.
  9. Agradeço a resposta, percebi que como iria haver uma apresentação pública formal dos premiados quereria dizer que estes estariam já preparados e notificados antecipadamente.
  10. Ikall: os vencedores já foram notificados ou têm que comparecer á cerimónia??
  11. Este Seminário é parcialmente se não completamente igual ao da Quercus que terminou no Porto recentemente... Qual será a relação? O tema é muito relevante e deve ser levado ao máximo de público possivel mas é uma situação curiosa.
  12. Como diz a explicação oficial o atraso deve-se ter devido ao numero alto de propostas mas nota-se que a decisão ou reunião do júri foi sendo adiada e secondarizada. Duvido que tenha sido por má fé mas mais por desleixo (como quase tudo o que corre mal no país), no entanto, como diz o simplemind, não custava nada por no site uma simples frase ocasional a tranquilizar os muitos participantes interessados. Espero que avançe também o concurso das ribeiras com um tema igualmente interessante e rico mas com lições de organização retidas deste último. Boa sorte a todos
  13. Repetindo-me: Telefonando para a Águas do Porto podem pedir á funcionária para passar ao Luis Cadeco (que não é arquitecto). Seguramente não residirá nas instalações desta companhia... Algum tipo de intervenção para além de reclamar num fórum seria um contributo recomendável no interesse de todos.
  14. Tentei falar por telefone para as Águas do Porto (o numero está no site), pedindo para falar com Luis Cadeco. Infelizmente perguntaram-me o nome e o assunto e agora sempre que ligo dizem-me que "está fora" (dias e horas diferentes). É inteiramente possível que seja de facto o caso mas por uma questão de coerência pedia a outras pessoas que aqui reclamaram que tentassem fazer o mesmo telefonema de modo a tentar chegar a uma simples explicação. Depois da terceira vez deixei de ligar.
  15. O arquitecto Paulo Sérgio Gonçalves Teixeira de Sousa obteve um 3º lugar no concurso internacional para a Academia de Artes da Estónia. http://maja.artun.ee/index_eng.html Mais um arquitecto português a destacar-se num concurso internacional, tendência que se observa quase todos os meses nos últimos dois anos. Apesar do clima de transformação da profissão em Portugal a qualidade de um modo geral está em crescimento e vai sendo reconhecida. No clima vigente de pessimismo existem alguns sinais para os arquitectos estarem optimistas.
  16. Todos estes problemas que são mencionados encontram-se neste momento no seu zénite e têm três únicas causas: 1.a explosão demográfica súbita da classe profissional. 2.o clima de profunda mutação do modo de funcionamento do mercado da construção. 3.Os arquitectos estão voluntariamente deslocados da sociedade. 1.Há cerca de 15 anos o meio dos arquitectos era pequeno e pouco abrangente- era um meio familiar que sobrevive visivelmente nas listas, exposições e conferências. Não era nem é um meio elitista mas é neste momento um circulo restrito surpreendido pelo aparecimento repentino de 10.000 colegas de lado nenhum que se vêm a ensinar e dirigir. São duas gerações que não se conhecem e que desconfiam uma da outra. Com o tempo e uma atitude positiva criam-se pontes e colmata-se este fosso de confiança na Ordem e na classe. Embora ache que várias instituições abusaram dos seus numeros de vagas para cursos de arquitectura nos últimos 10 anos acho também que um número grande e unido de profissionais é uma força influente na sociedade- não é fácil de ignorar se tiver uma voz eficaz. 2.A indústria da construção está em profunda alteração- é verdade que existem tendencialmente menos encomendas mas a população e as suas necessidades continuam a aumentar e a sua exigência, bem como da legislação aumenta de ano para ano (eficiência energetica, segurança, acessibilidade) , sendo cada vez mais dependente de técnicos qualificados, tais como arquitectos. Num clima de competição intensiva os promotores procuram todas as formas de garantir a maior rentabilidade, nomeadamente apostando em qualidade arquitectónica. Um numero cada vez maior de arquitectos é necessário em empresas ligadas á construção, património e cultura que anteriormente não os possuiam. O nivel de cultura geral da população é sempre ascendente, e, como diz o Pedro Gadanho, existe cada vez mais divulgação da arquitectura. Ao contrário do que muitos arquitectos pensam isto não é porque existem mais arquitectos- a população tem um interesse cada vez maior pela arquitectura contemporânea , que considera parte da cultura geral (ver ponto 3). 3.Julgo que de uma forma geral a sociedade portuguesa desconfia de meios fora do seu ambiente profissional ou familiar o que não tem qualquer justificação lógica e por isso é até um problema bastante fácil de resolver. Todos têm mais do que um interesse e o bem geral interessa a todos. A sociedade de modo geral e os arquitectos em particular precisam de uma costela activista e inscrever-se, organizar, assinar, escrever cartas e mensagens e marcar reuniões com quem desejam criticar ou com quem pode alterar aquilo que os desconforma. Ás vezes foruns de internet não chegam... Por outro lado julgo que a nossa formação na universidade torna-nos praticamente autistas- quantas pessoas do nosso grupo de conhecidos não são arquitectas? 40%? 10%? Para quem estão dirigidas as nossas campanhas, exposições, conferências? Somos acessiveis ás pessoas enquanto classe ou trabalhamos em escritórios e salas de porta fechada, invisíveis? A sociedade está aberta a conhecer arquitectura de qualidade através de publicações, quantos não quererão habitá-la? Será que conhecem pessoal e directamente um arquitecto? Será que se lembram de ter cruzado um escritório? Será que sabem como encontrar um facilmente um escritório de confiança? *Gostava de obter algum feedback
  17. A Ordem dos Arquitectos lançou a sugestão para um novo Código da Urbanização e da Edificação a 3 de Março. http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=83367 A sugestão da Ordem dos Engenheiros e da ANM surge após "provocação" da OA relativamente a este assunto, uma vez que é fundamental uma frente unida nesta e em muitas outras questões que nos dificultam o dia-a-dia. Peço que verifiquem os factos antes de criticar e que se houver reclamações que as dirijam directamente á OA senão que impacto esperam obter?
  18. Quando se vai a uma entrevista, seja para estágio ou emprego parece-me uma contradição o candidato declarar que o seu trabalho tem qualidade e ao mesmo tempo dizer que ele não vale uma remuneração. Por outro lado existe a prática corrente entre muitos patronos em considerar que os estagiários são trabalhadores já preparados e não pessoas que precisam de acompanhamento constante (pelo menos nos primeiros 6 meses) e que gastam muito tempo a ganhar experiência e autonomia. Existem patronos maçados pela inexperiência dos estagiário e patronos cansados de explicar coisas. Os estagiários são um investimento e não uma força de trabalho imediatamente acessível. Se estão num gabinete que usa estagiários em posições de trabalho muito intensivo e com grande responsabilidade de execução digo-lhes com toda a certeza que esse gabinete está a perder dinheiro e tempo. Se estão num gabinete que "formou" estagiários e agora os coloca nessas posições com condições de trabalho digo-lhes que esse escritório tem longevidade. A inexperiência é o argumento que foi usado por um meu patrono e que tem lógica a curto prazo mas que não se sustenta quando este patrono está a fazer um investimento de tempo no momento de estágio, para depois "recolher" um trabalhador adaptado ao seu atelier. Legalmente cada um fará o que entender uma vez que deploravelmente não existe legislação para este "buraco" , apenas uma recomendação por parte da Ordem dos Arquitectos- dada a quantidade enorme de estagiários actualmente o grande aparato de divulgação da Ordem deveria focar este assunto que tanto quanto saiba nunca vi mencionado no buletim ou newsletter oficiais. O Eisenman menciona os jornalistas- em Portugal desde um processo colocado contra o Jornal Expresso esta situação já não existe com a tolerância da associação profissional de jornalismo. Proteger os estagiários é ganhar a confiança de novos membros e defender a prática profissional. De modo geral julgo que se alguém pretende um estágio a tempo inteiro é legítimo que todas as pessoas nesta condição EXIJAM remuneração, se prentende algo em part-time já é aceitável que o estagiário não seja remunerado, uma vez que pode continuar a sua formação e ter outra ocupação. O que recomendo é que cada um saiba quais os seus objectivos para o seu estágio ANTES de o iniciar, de modo a garantir que está satisfeito e enquadrado no trabalho que está a desenvolver- quer trabalhar num gabinete reconhecido, por achar que se trata de uma garantia ou uma posição de prestígio (garanto que significa muito pouco e é até a situação de estágio mais precária e menos rentável que se possa esperar, salvo raras excepções); quer ter um contacto com o mundo de trabalho mas continuar a estudar?; quer explorar outras áreas de trabalho; quer participar numa instituição? É crucial planear o estágio não só para se obter melhores condições de trabalho como para poder trabalhar com satisfação.
  19. Agradeço o seu contributo Sputnik. Definitivamente a estratégia inicial relativa ao desempenho energético e não só das construções prende-se com os chamados sistemas solares passivos (como menciona a orientação, vãos, etc) e com a resolução de um sistema construtivo capaz de controlar as trocas térmicas com o exterior, estratégias que pertencem a um conjunto de conhecimentos mais "tradicional" ou "natural" como lhes chama. Naturalmente este é um ponto de partida que não esgota o potencial sustentável das construções- a tecnologia para produzir edifícios de emissões neutras e, potencialmente, capaz da microgeração positiva existe e não haverá sentido em descartá-la á partida. É verdade que a tecnologia associada á recolha de recursos renováveis está ainda numa fase embrionária e não alcançou ainda níveis de produtividade que a tornem numa opção irresistivel para o público em geral e que os materiais que os constituem são por vezes altamente poluentes e de difícil recuperação. Mas tratam-se de equipamentos que se alteram cada vez mais rapidamente de ano para ano o que mostra o crescimento deste mercado e uma evolução que daqui a poucos anos irá ver a generalização do seu uso. Os automóveis, no seu inicío do seu desenvolvimento, eram absolutamente pouco eficientes nos seus consumos e extraordinariamente poluentes (combustiveis com chumbo) mas a sua tecnologia apresentava vantagem inevitáveis que os tornaram num equipamento essencial. Julgo é que existe algum "cansaço" e cepticismo do público em geral uma vez que todas as operações de marketing para qualquer produto hoje em dia evocam uma qualidade "eco" ,"sustentavel", "bio", "verde", etc. , quase sempre sem qualquer fundamento. O cúmulo disto parece-me um anúncio recente a uma carrinha de passageiros junto a um urso polar, basicamente um animal em extinção usado para promover lado a lado uma causa da sua extinção! Coloca também uma questão interessante que é a da aplicação desta tecnologia a edifícios de habitação colectiva, que é um tema sub-estudado comparativamente ás aplicações unifamiliares. É verdade que um bloco de habitação é uma forma mais eficiente que concentrar recursos e arrumar pessoas mas constitui uma tipologia urbana (que são os espaços de maior crescimento populacional). Os estilos de vida serão também no futuro muito variados e existirá sempre o potencial para a habitação unifamiliar se desenvolver. De resto, gostaria de dizer que o projecto foi desenvolvido para uma área onde existe ocupação intensiva do solo mas onde modelos urbanos não fazem qualquer sentido e onde a estrutura parcelar obriga pequenos edifícios gerir uma pequena envolvente agricola. Não se trata de todo de um modelo a aplicar por todos e em qualquer lugar. A solução da fachada coberta de hera é uma solução corrente e aplicada no vernáculo do norte da Europa, nesta versão metálica o princípio é semelhante ao de uma fachada ventilada e é uma solução cada vez mais comum na sua encarnação recente. Não é qualquer espécie de vegetação que serve, uma vez que deve ser de folha caduca, exigir pouca água, e ter um tronco de pequeno diâmetro, o maior perigo é o seu peso e força que pode distorcer a moldura. Se houver curiosidade pode consultar este site que tem uma solução interessante (apenas uma de muitas): http://www.greenscreen.com/ Espero ter conseguido responder ás questões e agradeço a crítica.
  20. Agradeço desde já o feedback positivo e aproveitava para apelar a mais opiniões e críticas. Os aspectos técnicos da proposta, nomeadamente os relativos á auto-suficiência eram algo extensos para serem incluídos no esquema de apresentação da Casa da Vizinha, iniciativa que desde já aplaudo. Sinteticamente trata-se de um edifício executado com uma estrutura de madeira laminada e ancorada por fundações e um embasamento elevado em betão armado. A estrutura em betão inclui três contentores que abrigam o tratamento de águas residuais e pluviais (tratam-se de sanitas de compostagem), e um contentor de compostagem de residuos domésticos. As instalações de aquecimento de água, bateria solar, etc estão localizadas nos módulos fixos junto ás i.s. O isolamento da estrutura é realizado com recurso a materiais biodegradáveis e provenientes de fontes renováveis- aglomerado de cortiça, compósito cimento-madeira e outros. Os revestimentos são realizados em pinho Douglas (uma cultura controlada comum na europa mas incompreensivelmente rara em Portugal) e cobertos por uma pele constiuída por uma vedação em aço que serve de suporte a espécies caducas de hedera, para isolamento adicional. O aquecimento de água e produção de energia eléctrica, bem como recolha de águas para descargas e lavagem são feitas pela cobertura. Como é difícil obter uma auto-suficiência em electricidade é recomendável que a habitação e envolvente tenham condições para a instalação de aerogeradores para uma potência de adicional de 2500 W, estes poderiam funcionar como bomba para um eventual furo de água para água potável e\ou para carregar um veículo eléctrico. Espero ter sido esclarecedor e gostaria de responder a quaisquer questões que surgam. Cumprimentos
  21. Na minha opinião um dos projectos mais interessantes em exposição. A topografia artificial criada facilmente ganha força no contexto da paisagem rural do noroeste ibérico. Parabéns aos autores pelo prémio.
  22. Era interessante no fim do processo do concurso serem colocadas aqui em exposição algumas das propostas (vencedoras ou não).
  23. O email veio do <InnovativeIdeas@aguasdoporto.pt> . Outro colega que conheço e que está a participar também o recebeu. Depois de entregar enviei apenas uma mensagem a pedir uma confirmação de recepção do projecto embora esteja de acordo que era devida algum tipo de explicação mais atempada. Desconhecia a composição do júri que deveria ter estado exposta inicialmente para reforçar a credibilidade do concurso. Julgo ser responsabilidade da Ordem dos Arquitectos (Secção Norte neste caso) ter uma atitude proactiva nestes casos, embora não faça parte das suas obrigações essenciais. Neste caso poderia ter havido aconselhamento (á semelhança da Secção Sul). Do processo do concurso discordo apenas da não existência de anonimato (por principio não me identifiquei ou á minha proposta)- a identidade do autor não é factor de avaliação, apenas a qualidade inerente ao projecto. Julgo que o concurso foi (é) interessante e pelo que vi nas visitas não tenho motivo algum para estar desconfiado. Espero que tenha sido esclarecedor.
  24. Na verdade... The jury, composed by the Professor Joaquim Poças Martins and the architects Francisco Barata Fernandes and Luís Tavares Pereira, met on February 28, 2008. In its first meeting the jury noted that 121 teams from 21 countries participated in the competition with a total of 174 proposals. From the seven water tanks to tender Amial received 42 proposals, Bonfim eight, Congregados 39, Fonte da Moura 36, Pasteleira 17, Serpa Pinto 14 and Santo Isidro 18. The jury congratulated the accession to this initiative and the general quality and diversity of the proposals. It is expected to disclose the results before the end of March. Joaquim Poças Martins President of the Management Committee
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