-
Posts
5034 -
Joined
-
Last visited
-
Days Won
5
Content Type
Profiles
Forums
Events
Everything posted by JVS
-
Estava a ver na internet a ver umas páginas até de repente vi uma página que estava a decorrer um download de um antivirus. O computador bloqueou. Desliguei a net. Vendo que o computador estava bloqueado desliguei o portátil e voltei a ligar. Quando ligou aparecia uma mensagem a pedir desculpas... e refere agora em três cenários. Mostra 5 opções e um cronometro de 25 segundos. Em todas opções o computador não passa do windows aparece uma página azul em meio segundo e volta a reiniciar. Não sei o que fazer. O portátil trazia o windows já instalado... Alguém sabe como remediar esta situação?
-
http://i499.photobucket.com/albums/rr352/barragon2/Lisboa/IMG_7675.jpg
-
Estou a ver este site na perspectiva de encontrar imaginarios... e deparei-me com este assunto sempre tao visto e revisto por arquitectos: O que aconteceria as estradas se deixassem de haver automoveis? http-~~-//2photo.ru/uploads/posts/1/20080922/unknown/22_09_2008_0505773001222093746_unknown.jpg http-~~-//2photo.ru/uploads/posts/1/20080922/unknown/22_09_2008_0509295001222093746_unknown.jpg Reiventava-se a paisagem. http-~~-//2photo.ru/uploads/posts/1/20080922/unknown/22_09_2008_0514592001222093746_unknown.jpg The Asia Europe Foundation sent a couple of monthes ago an open call to their new project, a discussion on climate change between various asian and european artists, along the ASEM Summit meeting between 10-15 October 2008 in Beijing. Here's my entry, I'm crossing fingers to be selected and fly to China next month ! I think i'll never touch photoshop again for at least a month now... Car(e)less City Carbon based transportation systems, from the beginning of the industrial revolution, were and still remain the spine of our societies. Connecting everything and everyone, they brought dramatic changes in the way we conceive life and exchanges, shaping the globalised world as we know it now. After several centuries of ignorance and carelessness, we’re now endangered by our own lifestyle, threatening the planet itself and its whole biosphere. According to l'Agence française de sécurité sanitaire environnementale, atmospheric pollution, caused for about a third by cars’ carbon dioxide emissions, provokes the death of between 6500 to 9500 people each year in France. Through this project, I questioned the shape of the City as we know it by heart. Would you ban motor vehicles the next day, how could we try to hide those hideous and now useless concrete scars and let a little bit of nature’s back inside ? I imagined roads turned into delimited nature showcases. Planted with grass, cereals, or even filled with water, they emphasise the monstrosity of their grey surroundings and artifacts. Being visual nonsenses, they can help one realise to what extent we chased nature out of our cities, and how it always eventually takes its rights back. This project was expressly designed for « CLIMATE CHANGE, A CLIMATE FOR CHANGE? ». As a human being, i’ve always been particularly concerned by environmental issues. As an artist, i find it crucial to consider climate change in more ethical ways, rather than just economical concerns. As a visual artist, I know that to some extent, « seeing is believing ». I hope this project could help one believe that change is still on our reach. Источник: http://chat-bus.livejournal.com/244119.html in http://2photo.ru/2008/09/22/careless_city.html
-
http-~~-//i34.photobucket.com/albums/d130/fred_mendonca/Estadio%20Futebol%20e%20Servicos/1.jpg http-~~-//i34.photobucket.com/albums/d130/fred_mendonca/Estadio%20Futebol%20e%20Servicos/2.jpg http-~~-//i34.photobucket.com/albums/d130/fred_mendonca/Estadio%20Futebol%20e%20Servicos/3.jpg http-~~-//i34.photobucket.com/albums/d130/fred_mendonca/Estadio%20Futebol%20e%20Servicos/4.jpg Vale das Abadias, Figueira da Foz Superfície: 53.582 m2 Saraiva & Associados Câmara nega conhecer plano A Câmara Municipal da Figueira da Foz (CMFF) "desconhece" o projecto de construção de infra-estruturas desportivas da Naval 1º de Maio, nomeadamente um novo estádio, na Chã, freguesia de Tavarede. A edificação de um novo estádio, onde funcionaria a nova sede do clube e uma academia de futebol, é há muito reivindicada pelo presidente da Naval, Aprígio Santos. "A Câmara também quer saber do que toda a gente fala e nós não sabemos, como seja o terreno da Chã e o projecto para sede. Toda a gente nos diz que sabe, mas, na Câmara, ninguém sabe de nada. Só podemos falar daquilo que sabemos", afirmou Lídio Lopes, vereador do Desporto e, actualmente, presidente em exercício da CMFF, anteontem à noite durante a Ceia Navalista, que assinalou o 115º aniversário do clube. "O que eu me lembro é de ter proposto à Naval, pelos canais que o clube entendeu ter comigo, uma solução para o estádio, sede, e campo de treinos, e, até agora, ainda não recebi resposta", acrescentou. Na cerimónia - onde pela primeira vez em muitos anos Aprígio Santos (presidente do clube desde 1991) esteve ausente - coube a Carlos Beja, da comissão administrativa da Naval, lançar um repto à autarquia. "Se noutras terras (como Porto e Coimbra) foi possível encontrar soluções imaginosas para resolver os problemas das infra-estruturas desportivas, então não será possível na Figueira da Foz? Só queremos um local para construir o nosso estádio", desafiou Carlos Beja, perante meio milhares de navalistas. Lídio Lopes aproveitou ainda a ocasião para anunciar que, este mês, a autarquia irá liquidar "50% das verbas devidas à Naval", que o vereador estimou em "cerca de 292 mil euros". "Ao contrário do que a Naval afirma, em 2006/07 pagamos 472 mil euros ao clube", rematou. Fonte: JN
-
Estarreja: Casa Museu Egas Moniz entra em obras Este será o último fim-de-semana em que se pode visitar a Casa Museu, que encerrará para obras de requalificação. A reabertura está prevista para Julho de 2009 Após alguns anos de espera, a Casa Museu Egas Moniz vai finalmente entrar em obras de restauro. A habitação que Egas Moniz fez questão de transformar em museu apresentava sinais de infiltrações e envelhecimento em certos compartimentos. Para que as obras aconteçam, a Casa Museu estará encerrada ao público a partir de segunda-feira e reabre em Julho, momento em que se assinalam 41 anos da sua abertura. O investimento é da responsabilidade da Câmara Municipal de Estarreja e custará 200 mil euros. A empreitada visa a substituição das caixilharias das portas e janelas do edifício e também dos pisos interiores em madeira e que se encontram degradados e das caleiras. Por outro lado, a obra fará a recuperação e restauro das cantarias existentes e colocará uma nova cobertura. Além destes restauros de grande envergadura, o restauro da Casa Museu também prevê a limpeza, pintura e conservação de todo o edifício. Apesar da Casa Museu encerrar para obras, o Centro de Documentação continuará a funcionar e a ter capacidade para receber visitantes. No livro escrito por Egas Moniz, “A Nossa Casa”, está descrita a importância que a “Casa do Marinheiro” teve para o Prémio Nobel. As memórias da sua vida estão intimamente ligadas àquela habitação que a sua família tanto se sacrificou por manter. O seu esconderijo de investigação ou apenas um canto onde encontrava a paz fora do rebuliço lisboeta e das grandes capitais mundiais para onde frequentemente viajava. As raízes de Egas Moniz estão naquele espaço, para onde sempre regressava após os seus estudos no colégio interno serrano ou na Universidade de Coimbra. Para Egas Moniz era sempre um prazer regressar à Quinta do Marinheiro. Foi esta dedicação que levou o reconhecido neurologista a investir na sua reconstrução em 1915. Da velha habitação pouco ou nada restou. O arquitecto e amigo Ernesto Korrodi transformou a habitação num belo palacete decorado por Álvaro Miranda da Granja. Egas Moniz mandou ampliar e Korrodi recriou-a à feição das antigas casas solarengas do século XVIII. O facto de não ter tido filhos levou o casal Egas Moniz a deixar em testamento o desejo que a Casa e parte do seu património servissem para a criação de uma Casa Museu do Prémio Nobel. Deste modo, a aldeia onde nasceu ficaria para sempre como símbolo do homem que Egas Moniz foi e é para as gerações futuras. O desejo foi concretizado a 14 de Julho de 1968. Treze anos após a sua morte, acontece a abertura da Casa Museu ao público, a qual conserva todos os espaços à semelhança da época em que o médico avancanense era vivo. Numa sala à parte, construída posteriormente, encontram-se colecções que o Nobel tinha na sua residência de Lisboa, documentos oficiais, entre os quais o diploma e a estrela do Prémio Nobel. Num dos quartos da residência oficial foi criado um espaço dedicado às suas investigações e descobertas. Nela podem ser observadas as primeiras angiografias, a explicação do método de leucotomia e documentos relativos às actividades do neurologista. Este é o último fim-de-semana em que as portas estarão abertas. Os interessados poderão visitar a Casa Museu entre as 14 e as 17 horas. A entrada custa 1.50 euros (0.75 euros para professores e reformados). Uma nova visita só poderá acontecer a partir de Julho de 2009. Carmen Martins in http://www.diarioaveiro.pt/main.php?srvacr=pages_13&mode=public&template=frontoffice&layout=layout&id_page=4949
-
http-~~-//aeiou.expresso.pt/users/2289/228985/52660d45.jpg Hotel temático do Boca Juniors Onde nem a paixão pelo futebol descansa O clube argentino de maior projecção internacional começa a construir o primeiro hotel temático de futebol do mundo. Já existe interesse do Real Madrid, do Barcelona e até da selecção brasileira. Uma ideia a considerar pelos clubes 'grandes' em Portugal? (Veja o vídeo) Márcio Resende, correspondente na Argentina Imagine passar um fim de semana num hotel onde o quarto, em vez de um número, se chama Maradona; onde nas paredes, em vez dos típicos quadros de paisagens ou flores, haja imagens interactivas de emblemáticos jogadores de futebol com a sua respectiva trajectória; onde todos os empregados são especialistas em futebol; onde na hora de comer, o prato pode fazer alusão a algum campeonato obtido ou a alguma cidade onde se ganhou um torneio internacional ou a sobremesa possa ser servida em forma de uma bola de futebol. Tudo ao som de canções dedicadas ao clube, de relatos de golos ou de transmissões ao vivo de jogos. Pois bem, a sua imaginação tem os dias contados e não demorará muito a tornar-se realidade. Dentro de aproximadamente um mês, começa a ser construído em Buenos Aires o primeiro hotel temático de futebol do mundo: o Boca Juniors Design Suites. Dentro de dois anos, o edifício de vanguarda promete ser ponto de referência para os fanáticos do mundo inteiro e mais um símbolo da cidade onde o futebol é um ícone indiscutível. "Estamos a lançar-nos numa aventura e queremos ser muito cuidadosos com os detalhes para expressar correcta e sofisticadamente o que o Boca Juniors significa. Por exemplo, a arquitectura será dinâmica como é o futebol. Terá curvas verticais que sobem ao céu, para representar o desejo do clube de ser sempre campeão. Tecnologia e arte integra-se-ão em nome do futebol", explicou ao Expresso o arquitecto Carlos Ott. A localização estratégica do hotel de cinco estrelas, entre o estádio do clube (La Bombonera), no turístico bairro de La Boca, e o centro da cidade, onde estão os principais pontos de interesse do turista, não foi inocente. O edifício terá 17 andares e 89 quartos em 7.500 m2, num investimento estimado em 15 milhões de dólares. Os quartos júnior devem custar 250 dólares e as suites executivas devem oscilar entre 350 e 400 dólares. A 'tematização' não está, ainda, definida. A cada dia surgem novas ideias e um grupo trabalha especificamente para tornar o hotel atraente e original. Hóspedes e jogadores devem compartilhar os mesmos espaços comuns: piscina com tela gigante para os jogos, uma biblioteca temática sobre o clube, restaurante, salas de conferências e salões para festas, obviamente temáticas. Haverá uma loja com produtos da marca 'Boca', um fenómeno de vendas. Essas instalações estarão abertas ao público em geral e, especialmente, aos turistas, sem a necessidade de serem hóspedes. Os adeptos terão terminais interactivos de televisão para verem os melhores golos e as partidas inesquecíveis. O hotel terá referências a cada capítulo marcante ao longo dos 103 anos de história do Boca Juniors e objectos históricos que farão do edifício uma espécie de museu itinerante. Refira-se, a propósito, que o museu do Boca Juniors ("Museo de la Pasión Boquense"), localizado no estádio La Bombonera, recebe anualmente cerca de 350 mil visitantes. "Isso é mais do que todos os demais museus da cidade juntos", comparou ao Expresso o governador da capital argentina, Mauricio Macri, ex-presidente do Boca, que numa ilustração da popularidade do clube fez do cargo o seu trampolim político. "Este hotel será mais uma jóia de Buenos Aires no roteiro de atracções turísticas", prevê Macri. O ambiente do futebol e da paixão pelo Boca será sofisticado para o estilo de design de um hotel-loja. "Assim como as batalhas ganhas por um país aparecem em nome de ruas, as batalhas ganhas pelo Boca aparecerão pelo hotel e estarão reflectidas na arquitectura. As cores serão o azul e o amarelo, claro, mas não faremos uma cópia da Bombonera nem da camisola ou da bandeira. Não seremos tão óbvios. É possível falar de futebol sem gritar golo o tempo todo", conta o arquitecto Carlos Ott. Além da atmosfera de futebol, o hotel terá uma particularidade: todos terão algo que os une, o que deve gerar o clima permanente de apoio e de diálogo. Os pacotes turísticos incluirão uma ida ao estádio e uma mesa redonda antes e depois de cada jogo. "Se hoje o turista vem a uma partida do Boca, vai à Bombonera e, com o apito final, acabou tudo: volta para o seu hotel convencional. Mas esse turista quer respirar 'Boca' durante todo o fim-de-semana. No nosso hotel, o clima de jogo continuará com mesas de debates com outros hóspedes e, inclusive, com os jogadores", visualiza Ott. Interesse mundial A ideia de um hotel temático sobre o Boca nasceu há um ano e meio. Foi o único clube capaz de reunir as características necessárias para o projecto: uma marca argentina de projecção internacional, o clube mais popular do país - gerador da devoção dos seus seguidores - e o interesse turístico pelo estádio e pelo bairro de La Boca, com as suas casas e ruas típicas da imigração genovesa com um ambiente tangueiro. "O River Plate contactou-nos. Tem representatividade, hierarquia no futebol, mas não os elementos que possam garantir o sucesso de um projecto. Fora o Boca Juniors, não há outra opção na hora de implementar um hotel temático em Buenos Aires", indicou ao Expresso César Mochón, presidente do grupo argentino Solanas, proprietário de oito hotéis, cinco dos quais da rede Design Suites. Fora da Argentina, já existem interessados em Espanha e no Brasil, os próximos países que poderão ter hotéis idênticos. "Estamos a avaliar com a Confederação Brasileira de Futebol essa possibilidade de um projecto similar no Brasil, mas mantemos a confidencialidade. De Portugal não temos ainda nada, mas de Espanha recebemos ofertas do Barcelona e do Real Madrid. Tudo está a ser analisado", antecipa Mochón. Segundo o Expresso apurou junto da empresa, o interesse do Brasil não é de um clube mas antes da selecção brasileira de futebol. Concentração para os jogos Enquanto os turistas-adeptos usarão o hotel para canalizar a sua paixão, os jogadores irão fazê-lo para a concentração antes dos jogos. Mas durante a apresentação do hotel em Buenos Aires, na semana passada, ficaram vazias as cadeiras reservadas a cinco jogadores e ao técnico Carlos Ischia, que deveriam estar presentes mas não comparecerem. "Para um jogador, estar concentrado num hotel temático não tem a menor importância. É lindo que o Boca seja o primeiro clube no mundo a ter um hotel e que haja um andar reservado para os jogadores, mas isso é para os turistas e para os sócios do clube que terão um desconto. Levamos essa paixão na alma, mas o hotel não serve em nada como motivação para o jogador", admite ao Expresso Ubaldo Rattín, antigo ídolo do Boca por quase 15 anos (1956-70), cuja polémica expulsão no Mundial de 1966 gerou a criação dos cartões amarelo e vermelho. Paixão e marketing Numa das suas mais polémicas iniciativas, há dois anos, o Boca Juniors inaugurou um cemitério: na verdade, um sector exclusivo do cemitério privado Parque Iraola, a 30 km ao Sul de Buenos Aires, foi caracterizado para os fanáticos que querem levar à letra a expressão "com o Boca até à morte". O local foi enfeitado com flores com as cores do clube e no relvado surge pintado o escudo do Boca Juniors. Diz-se até que parte da relva foi levada do estádio La Bombonera. Os criadores do cemitério tiveram a ideia quando se surpreenderam com a quantidade de túmulos com bandeiras e objectos do clube. "Quando inaugurámos o cemitério, brincavam comigo porque eu disse que tudo estava tão bonito que dava vontade de ficar lá. Você tem ideia da quantidade de gente que pedia autorização para deitar as cinzas no campo do Boca como último desejo do morto? O Boca é mesmo um clube único e pioneiro em tudo", conclui o antigo jogador Ubaldo Rattín. in http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/409090
-
São Francisco | Academia das Ciências da Califórnia | Renzo Piano
JVS posted a topic in Arquitectura
Museu mais ecológico do mundo inaugurado em São Francisco :: 2008-09-28 A Academia das Ciências da Califórnia inaugurou hoje a nova sede em São Francisco, um edifício revolucionário desenhado pelo arquitecto italiano Renzo Piano onde abriu as suas portas o museu mais ecológico do mundo. "Este museu é um presente para os nossos filhos e para as próximas gerações", disse o arquitecto na cerimónia de abertura. "Uma ferramenta para que a geração se aperceba do problema de que a Terra precisa de ajuda". Renzo Piano confessou ter-se apaixonado pelo projecto e que passou longas horas sentado no local onde o museu seria construído, no parque Golden Gate, a reflectir sobre a melhor maneira de o incorporar naquele ambiente. O resultado é um elegante edifício de vidro e de telhado ondulado que parece ter crescido de forma natural no terreno do parque, sendo por isso já considerado o museu mais ecológico do mundo. Na realidade, essa era a intenção do arquitecto. "Levantei o parque Golden Gate, coloquei o edifício por baixo e voltei a por a vegetação em cima", explicou. Todo o telhado do edifício - uma superfície ondulada de 10.000 metros quadrados em homenagem às colinas de São Francisco - está coberto de plantas e flores autóctones. Pormenor da nova Academia de Ciências da Califórnia Esse "tecto vivo" cumpre a função de manter fresco o interior do edifício com os 13 milhões de litros de água usados por ano na rega das plantas e que são em grande parte reutilizados para outros fins no museu. A temperatura é fresca no interior, apesar do calor do exterior e só em poucas zonas do edifício existe ar condicionado. No telhado de vidro, comportas e cortinas controladas por computadores abrem-se e fecham-se para manter a temperatura adequada dentro do recinto e facilitar a passagem da brisa do Pacífico. A reciclagem foi prioritária no desenho do edifício, sendo por exemplo utilizadas calças "jeans" velhas no isolamento das paredes. Além disso, o museu está rodeado por uma vedação envidraçada em que foram integradas células fotovoltáicas, através das quais o edifício gera 15 por cento da energia eléctrica que consome. Renzo diz tratar-se de um prémio para as próximas gerações O vidro é aliás um dos materiais principais da estrutura deste museu, muito luminoso, de onde se pode observar o parque circundante de quase todo os cantos. Este novo museu de história natural, orçado em quase 500 milhões de dólares, foi desenhado para responder a perguntas como "como evoluiu a vida?" ou "como sobreviveremos?" e apresenta exposições sobre os efeitos das alterações climáticas e a evolução das espécies em Madagáscar e nas ilhas Galápagos. in http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=27917&op=all http-~~-//www.cienciahoje.pt/files/27/27918.jpg http-~~-//www.cienciahoje.pt/files/27/27919.jpg -
Calatrava propõe soluções para evitar quedas em ponte que concebeu para Veneza Roma, 01 Out (Lusa) - O arquitecto espanhol Santiago Calatrava propôs à Câmara de Veneza algumas modificações na ponte que projectou para o Grande Canal, aberta ao público a 11 de Setembro, para evitar que continuem a ocorrer quedas e escorregadelas. Segundo informou a imprensa italiana, este fim-de-semana desde a abertura da ponte ocorreram múltiplas escorregadelas e quedas e dez turistas tiveram que ser atendidos no hospital. Numa nota, o estúdio Calatrava informou terça-feira que a 23 de Setembro enviou aos técnicos dos canais da Câmara da cidade um relatório sobre como resolver estes incidentes. O "problema" é que a obra de Calatrava tem degraus mais compridos que outros, que obrigam a olhar sempre por onde se caminha, enquanto o vidro que reveste alguns deles engana às vezes sobre a inclinação do degrau. Calatrava explica na sua nota que este tipo de degraus são normais, que são habituais no resto das pontes de Veneza devido à semi-arcada para que as barcas possam passar por baixo. O arquitecto considera que o problema é mais uma questão de "percepção" de cada pessoa do que um problema "técnico". Apesar disso e perante o pedido da câmara, propôs que se substituam os 24 degraus de vidro (os mais compridos) com outros de pedra vulcânica, material já presente nalguns troços da ponte. "É um trabalho fácil, que se pode completar numa ou duas noites, caso se queira evitar ter que encerrar a ponte", acrescenta Calatrava. A Câmara de Veneza explicou terça-feira que não se vão fazer alterações na obra arquitectónica e que se limitarão a avisar com cartazes os peões para que tenham cuidado com os degraus. Segundo a conselheira de obras públicas de Veneza, Mara Rumiz, o problema é só de "percepção", pelo que a solução "menos complicada e menos dispendiosa" é a de avisar as pessoas que atravessem a ponte, "como também sugeriu o estudo de Santiago Calatrava". Rumiz acrescenta que todos os dias atravessam a passagem, a quarta ponte que cruza o Grande Canal, cerca de 15 mil pessoas, e que os incidentes por quedas são numerosos em Veneza diariamente. A ponte está há dias a ser vigiada pela polícia municipal para evitar que arruaceiros causem danos à estrutura. A obra de Calatrava, baptizada como "Ponte da Constituição", foi aberta sem pompa e circunstância a 11 de Setembro depois da ameaça de protestos ter levado a Câmara a cancelar a inauguração que estava prevista para três dias antes. TM. Lusa/Fim © 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A. 2008-10-01 00:40:04 in http://ww1.rtp.pt/noticias/?article=365743&visual=26&tema=5
-
http-~~-//dn.sapo.pt/2008/10/01/941196.jpg Derrocada no Multiusos provocou três feridos JOANA DE BELÉM Gondomar. Deficiência em pavilhão projectado por Siza Vieira Revestimento cedeu arrastando andaime onde estavam os operários A derrocada de parte do revestimento do pavilhão Multiusos de Gondomar e consequente queda de um andaime provocou ontem, pelas 12.15, dois feridos graves e um ligeiro. Os três trabalhadores caíram de uma altura de 20 metros e tiveram de ser desencarcerados. Resgatados e estabilizados no local pelas equipas médicas, foram transportados para o Hospital de S. João, no Porto, mas o seu estado é considerado estável. Um técnico de estruturas irá agora avaliar as causas do acidente. O pavilhão projectado pelo arquitecto Siza Vieira foi inaugurado a Junho de 2007 e muito precocemente foi detectada uma deficiência do revestimento naquela parcela do edifício - essa entrada está há três meses encerrada e com um perímetro de segurança. O consórcio construtor tinha iniciado na segunda-feira os trabalhos de remoção do capeamento exterior em tijolo burro e, ontem, quando o mesmo se desprendeu, aconteceu a derrocada. Manuel Marques, administrador da empresa municipal que gere o pavilhão, disse ao DN que o edifício continua a funcionar normalmente, mantendo-se a programação do multiusos. "Não afecta em nada a segurança do edifício, a estrutura é sólida", garantiu. No local estiveram três equipas médicas do INEM, os bombeiros de Gondomar e Valbom com cinco viaturas e 24 homens, informou o comandante operacional municipal, José Fernando Alves: "Felizmente não estava mais ninguém no local, senão teríamos mais vítimas", congratulou-se o responsável da Protecção Civil. O Sindicato dos Trabalhadores da Construção, Madeiras, Mármores, Pedreiras, Cerâmica e Materiais de Construção responsabilizou a autarquia pelo acidente por ter rejeitado, em Dezembro de 2007, um protocolo sobre segurança nos locais de trabalho proposto por esta estrutura. in http://dn.sapo.pt/2008/10/01/cidades/derrocada_multiusos_provocou_tres_fe.html
-
Governo avança com urbanização nas Sete Cidades A emissão do alvará do Loteamento das Sete Cidades, no concelho de Ponta Delgada, foi já autorizada pelo secretário regional da Habitação e Equipamentos. departamento governamental dirigido por José Contente já abriu, também, o procedimento para a adjudicação da empreitada da primeira fase de construção das infra-estruturas daquele loteamento, cujos trabalhos preparativos terão início durante o mês de Outubro. Com projecto da autoria do arquitecto Souto Moura, o Loteamento das Sete Cidades terá 26 habitações unifamiliares e alguns equipamentos colectivos. As futuras habitações inserem-se no programa de apoio à habitação, em regime de custos controlados, desenvolvido pelo Governo dos Açores. in http://www.acores.net/noticias/view-29440.html
-
Antigas prisões transformadas em novos hotéis de luxo LEONOR MATIAS Turismo. Uma estada diferente é a proposta que antigos estabelecimentos prisionais transformados em hotéis oferecem. A moda começou na África do Sul, rapidamente chegou à Suécia e Finlândia, e está já a chegar a Portugal. Forte de Peniche e o estabelecimento de Pinheiro da Cruz são os primeiros a serem reconvertidos Pinheiro da Cruz e Forte de Peniche vão ser reconvertidos Velhos estabelecimentos prisionais estão a ser reconvertidos em unidades turísticas. Lá fora, existem vários casos de prisões que passaram a funcionar como hotéis de luxo e a moda está já a chegar a Portugal. O Forte de Peniche e o Estabelecimento Prisional de Pinheiro da Cruz são os primeiros exemplos de aproveitamento de prisões para a actividade turística. O Forte de Peniche poderá transformar-se no primeiro hotel-prisão no mercado nacional. Há alguns anos que se aguarda a sua recuperação para projecto turístico, existindo inclusive um projecto assinado pelo arquitecto Álvaro Siza Vieira. A Enatur é a entidade responsável pela execução do projecto, que irá integrar a rede das Pousadas de Portugal. Antiga prisão política, o Forte de Peniche foi erigido no século XVII sobre os rochedos em frente ao mar, para defesa da costa, até que na década de 30 do século XX, as casernas foram transformadas em celas. Todos os anos a fortaleza recebe 40 mil visitantes, e a cela onde esteve preso o líder histórico do PCP é a que desperta maior curiosidade. A cela de Álvaro Cunhal é um dos espaços mais preservados, sendo ainda visíveis os seus desenhos a carvão. Um dos três pavilhões foi transformado em Museu Municipal, em 1984, mostrando as memórias da antiga prisão, as celas e os parlatórios. O projecto de reconverter o forte numa pousada tem o acordo da Câmara Municipal de Peniche, desde que a futura infra-estrutura turística preserve a memória da prisão política e do museu da resistência. O projecto registou a semana passada um empurrão com a assinatura do contrato de exploração entre o Turismo de Portugal e a Enatur, o que irá pôr fim ao estado de degradação em que o edifício se encontra. O Estabelecimento Prisional de Pinheiro da Cruz, em pleno litoral alentejano, vai também dar lugar a um megaprojecto turístico. O estabelecimento foi vendido por cerca de 81 milhões de euros e, quando os últimos presos forem transferidos para outra cadeia, os terrenos irão dar lugar a um projecto que se irá juntar a outros megaempreendimentos previstos para aquela região, como o Costa Terra, Pinheirinho, Herdade da Comporta, entre outros. São mais de 1500 hectares, com uma localização privilegiada, a apenas 30 Km de Tróia e a 100Km de Lisboa. A transformação do estabelecimento prisional para a actividade turística tem o apoio da Câmara Municipal de Grândola. A praia localizada junto à prisão, que ficou famosa pela fuga dos irmãos Cavaco, situa-se entre dois megaempreendimentos - o Pinheirinho e a Herdade da Comporta, do Grupo Espírito Santo. O conjunto de edifícios não é susceptível de valorização arquitectónica e o grupo que adquiriu os terrenos poderá seguir a tendência dos seus vizinhos, um resort com hotel, campo de golfe e um conjunto de moradias. Só em 2010 é que a prisão ficará totalmente desactivada. Em Vila do Conde, o Convento de Santa Clara, antiga Casa de Correcção, vai também dar lugar a uma Pousada de Portugal, preservando o estilo Gótico. O recente anúncio de que Alcatraz, a mais famosa prisão do mundo, ia ser transformada em hotel de luxo, provocou uma procura por este tipo de produto. Uma estadia fora do comum é a proposta do webside Hotels.com, que trabalha nos principais mercados do mundo, disponibilizando mais de 80 mil hotéis, e que oferece uma nova proposta - os hotéis com trancas, que estão a chegar a Portugal. in http://dn.sapo.pt/2008/10/03/dnbolsa/antigas_prisoes_transformadas_novos_.html
-
Pintura: Paula Rego encantada com edifício que vai receber Casa de Histórias e Desenhos (c/ foto e áudio) 03 de Outubro de 2008, 20:53 * * * áudio disponível em www.lusa.pt * * * Lisboa, 03 Out (Lusa) - A pintora Paula Rego, que está em Portugal para inaugurar hoje uma exposição retrospectiva, ficou encantada quando viu o edifício que está a ser construído em Cascais para receber a Casa de Histórias e Desenhos, dedicada à artista. "Está enorme! É muito maior do que eu pensava. É lindíssimo, com árvores à volta", comentou a artista durante uma entrevista à Agência Lusa horas antes de inaugurar uma exposição no Centro de Arte Manuel de Brito (CAMB), no Palácio dos Anjos, em Algés. Com uma carreira consagrada internacionalmente, Paula Rego reside em Londres desde 1976, e nos últimos dois anos apresentou algumas centenas de trabalhos no Museu Rainha Sofia, em Madrid, no Museu Nacional das Mulheres nas Artes, em Washington, e também na Escola Superior de Belas Artes da cidade francesa de Nimes. A artista plástica visitou quinta-feira as obras do projecto desenhado pelo arquitecto Souto de Moura. O museu dedicado a Paula Rego está a ser construído desde Janeiro deste ano, no centro de Cascais, e incluirá um auditório, biblioteca, livraria e espaços para exposições, ocupando um total de 750 metros quadrados. Em Algés, a partir de hoje estarão expostas ao público 74 obras retiradas do acervo da colecção Manuel de Brito, galerista já desaparecido mas que acompanhou Paula Rego desde 1976 e, ao longo de várias décadas, adquiriu dezenas de obras da artista. "Ver tudo isto que ele juntou é espantoso! Estão aqui obras que já não recordava. É realmente fantástico", comentou a pintora à Lusa, acrescentando que a importante colecção de Manuel Brito está instalada "num lugar muito bonito (Palácio dos Anjos), que parece uma escola". As 74 obras percorrem um período desde 1957 até à actualidade, nomeadamente com águas fortes da série "O Aborto", de 1999, e a pintura "A Marquesa sai às Compras", em grafite e lápis sobre papel, criado este ano. Sublinhou que esta exposição "tem um significado muito especial" e recordou a importância de Manuel Brito na sua carreira: "Ele salvou-me de muitas situações difíceis, quando eu estava aflita de dinheiro. Comprou-me muitos quadros", disse a pintora. A retrospectiva sobre Paula Rego, 73 anos, com obras que mostram uma grande diversidade temática, suportes e técnicas, permite uma leitura da evolução do trabalho no decorrer deste longo período. Paralelamente à exposição de Paula Rego, que estará patente até 18 de Janeiro, também estarão outros artistas portugueses representados numa exposição paralela, intitulada "Anos 80", também no CAMB. Esta outra exposição reúne obras de um conjunto de artistas com trabalho importante desenvolvido na década de oitenta, tais como António Dacosta, Nadir Afonso, Júlio Pomar, Graça Morais, Nikias Skapinakis e José de Guimarães, entre outros. AG. Lusa/Fim http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/d47ddddf9ffd064718bb41.html
-
Lisboa | Centro de Investigação da Fundação Champalimaud | Charles Correa
JVS replied to JVS's topic in Arquitectura
quarta-feira, 1 de Outubro de 2008 | 16:25 CML aprova projecto de arquitectura da Fundação Champalimaud A Câmara de Lisboa aprovou hoje o projecto de arquitectura do centro de investigação da Fundação Champalimaud na zona ribeirinha de Pedrouços, concebido pelo arquitecto Charles Correa, que será realizado sem discussão pública. O projecto foi aprovado com a abstenção do movimento Cidadãos por Lisboa e do Bloco de Esquerda durante a reunião do executivo municipal que decorreu à porta fechada. O vereador do Urbanismo, Manuel Salgado (PS), considerou que o projecto será «um contributo importantíssimo para a valorização da zona de Pedrouços» e que o debate público da obra, embora não formalmente, acabou por realizar-se com a apresentação e debate do projecto na Câmara, Junta de Freguesia de Belém e na Ordem dos Arquitectos. Pelo movimento Cidadãos por Lisboa, a vereadora Helena Roseta lamentou a chumbo da sua proposta que defendia a discussão pública do projecto, Embora considere o projecto «importante», Helena Roseta justificou a discussão pública com a construção na «zona de especial interesse» da frente ribeirinha. «Tem tanto impacto que exigiu a suspensão do PDM [Plano Director Municipal]», argumentou, sublinhando que não o pode aprovar sem que a população o conheça amplamente. O vereador comunista Ruben de Carvalho ressalvou que apesar de a CDU ter viabilizado o projecto, mantém dúvidas quanto à área envolvente: «é uma peça de grande qualidade arquitectónica, mas está no meio de um matagal, não se percebe bem o que vai acontecer ali, ainda para mais na fronteira entre os concelhos de Lisboa e Oeiras», afirmou. A CDU questiona ainda a falta de debate público formal, com Ruben de Carvalho a apontar que «é eufemístico entender que a discussão que se fez, envolvendo juntas de freguesia e a Ordem dos Arquitectos corresponde a um debate público do projecto». Apesar disso, os comunistas decidiram não «ser obstáculo ao andamento» do projecto, cujo lançamento da primeira pedra está previsto para dia 05 de Outubro. O vereador eleito pelo Bloco de Esquerda, José Sá Fernandes, frisou que «a discussão pública teria sido o ideal». Sá Fernandes afirmou ainda que deveria estar garantida a «ligação entre Oeiras e Lisboa» através de uma via ciclável e a manutenção da actividade piscatória na Docapesca, de maneira a «perceber já como vai ficar a zona toda». O projecto contempla dois edifícios distintos situados num dos extremos da Doca de Pedrouços. O edifício principal, com quatro pisos acima do solo e um piso subterrâneo, irá acolher as áreas de diagnóstico e de tratamento, os laboratórios de investigação básica e os serviços administrativos. Esta unidade irá comunicar, através de uma ponte de vidro, com um outro edifico de menores dimensões, com três pisos de altura destinados aos escritórios da Fundação, centro de conferências, auditório, área de exposição e restaurante. O projecto inclui ainda um anfiteatro ao ar livre junto ao Rio Tejo e um parque de estacionamento subterrâneo com 455 lugares. A área envolvente será alvo de uma intervenção paisagística, acautelando a «intenção de se dinamizar um parque verde na margem do rio, aberto à utilização pública». O perfil transversal da Avenida de Brasília vai passar a ter duas filas de circulação viária por cada sentido, tendo sido exigida apresentação do respectivo pedido de licenciamento de obra de urbanização de rede viária. O arquitecto Charles Correa, de origem goesa, concebeu recentemente um edifício para o Massachussetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos, onde utilizou pedra calcária de origem portuguesa. Entre os seus projectos destacam-se igualmente a concepção de «Nova Bombaim», uma cidade construída de raiz para dois milhões de habitantes. Entre as inúmeras distinções que lhe foram atribuídas, constam o Prémio Agan Khan para Arquitectura e as medalhas de ouro da União Internacional de Arquitectos e do Instituto Real dos Arquitectos Britânicos. Diário Digital / Lusa in http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&id_news=351684 -
Contratos públicos não estão a cumprir a lei 03-Out-2008 A Secção do Sul da Ordem dos Arquitectos denunciou a ausência de concursos públicos ou de relatórios sobre ajustes directos, afirmando que a maior parte das instituições públicas não cumpre o novo Código dos Contratos Públicos. Apesar das limitações impostas pela nova lei, os contratos de "concepção-construção" continuam a ser frequentes e os relatórios sobre os ajustes directos não estão a ser publicados na internet, como a lei exige. Práticas ilegais na celebração de concursos para obras públicas foram esta semana denunciadas pela secção do sul da Ordem dos Arquitectos, que consideram não estar a ser cumprida a nova legislação definida no Código dos Contratos Públicos. Segundo informações disponibilizadas pela Ordem dos Arquitectos, nos dois meses que se seguiram à publicação da nova legislação registou-se um reduzido número de concursos de arquitectura e uma quase total ausência de relatórios de ajustes directos. O novo Código dos Contratos Públicos prevê a possibilidade de ajustes directos nos projectos de valor inferior a 25 mil euros mas obriga à elaboração de um relatório e à sua divulgação na internet, sob pena de não serem considerados válidos, o que não tem sido feito. Por outro lado, os arquitectos queixam.se do abuso dos contratos de "concepção-construção", que a nova legislação pretendia evitar, e que tem feito com que as empresas de construção assumam com frequência a responsabilidade pela concepção dos projectos. Este tipo de contrato tem também provocado sistemáticas derrapagens nos custos das obras, de acordo com a secção do sul da Ordem dos Arquitectos. http://www.esquerda.net/index.php?option=com_content&task=view&id=8525&Itemid=28 Arquitectos “estranham” ausência de concursos públicos e de ajustes directos para contratação de projectos Codigo dos Contratos Públicos não está a ser cumprido 02.10.2008 - 17h20 Por Luísa Pinto Relatórios de ajustes directos, não há quase nenhum. E concursos públicos para a contratação de estudos e projectos na área da arquitectura têm sido poucos, nos últimos dois meses. Tal facto levou a secção Secção Regional do Sul da Ordem dos Arquitectos (OA-SRS) a denunciar que a maior parte das instituições não estarão a cumprir o novo Código dos Contratos Públicos. Este diploma, que entrou em vigor no passado mês de Julho, obriga à realização de Concursos Públicos para aquisição de estudos ou projectos de arquitectura cujo valor do contrato ultrapasse os 25 mil euros. E obriga, também, a uma publicitação online (em www.base.gov.pt) de todos os serviços que sejam contratados por ajuste directo, sob pena de não serem válidos. O reduzido número de concursos lançados, e a quase ausência deste tipo de serviços nos relatórios de ajuste directo, levam a Ordem dos Arquitectos a falar de um “balanço muito pouco auspicioso” sobre a nova legislação. Num comunicado enviado às redacções, a OA-SRS condena “o incumprimento” do Código dos Contratos Públicos, lembrando que os seus objectivos passavam por evitar as derrapagens nos custos, prazos e qualidade das empreitadas, derrapagens essas que eram comuns nos concursos de “concepção-construção”. “A OA-SRS considera ainda fundamental clarificar que, num Concurso de Concepção, a escolha deve incidir não sobre o arquitecto, independentemente do seu currículo profissional, mas sobre a melhor proposta apresentada a concurso. É entendimento da Ordem de que apenas apostando na qualidade dos projectos levados a concurso será possível assegurar a melhor gestão do erário, público bem como a transparência de todo o processo”, lê-se na posição tornada pública in http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1344725
-
Casa dos Cubos recebe prémio europeu de arquitectura O projecto de recuperação da Casa dos Cubos, em Tomar, da autoria do gabinete de arquitectura “Embaixada”, é um dos 14 premiados no Contract World Award 2009 que vai ser apresentado durante a Domotex, em Hanover, em Janeiro de 2009. O projecto de recuperação transformou um edifício concebido como casa de armazenamento e contagem de produtos agrícolas num moderno Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental (CMIA). in http://www.oribatejo.pt/?lop=conteudo&op=e2ef524fbf3d9fe611d5a8e90fefdc9c&id=ef9b4218a03255b786c2815169f69f73&drops%5Bdrop_edicao%5D=165&drops%5Bdrop_edicao%5D=165 Recuperação do edifício Projecto da Casa dos Cubos em Tomar recebe prémio de arquitectura de interiores 29.09.2008 - 15h09 Lusa O projecto de recuperação da Casa dos Cubos, em Tomar, é um dos 14 premiados no Contract World Award 2009, um prémio de arquitectura de interiores. O projecto é da autoria do gabinete de arquitectura da Embaixada e vai ser apresentado durante a Domotex, em Hanôver, em Janeiro. O edifício foi concebido como casa de armazenamento e contagem de produtos agrícolas, mas teve outras funções ao longo do tempo, como escritório. O novo projecto visa acolher o Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental (CMIA) e surgiu no âmbito do Programa Polis de Tomar. A Casa dos Cubos está situada à entrada do centro histórico, junto à margem do rio Nabão. O edifício foi pensado para ter uma parte mais pública, onde hoje funciona o CMIA, e outra mais reservada, inicialmente projectada para formação e residência de artistas mas a funcionar como Universidade da Terceira Idade e serviços de Animação Cultural da autarquia. Pedro Patrício realçou a importância do reconhecimento dado por um prémio "bastante prestigioso" como este para uma equipa de jovens arquitectos como são os da Embaixada, empresa criada em 2002. O interior da Casa dos Cubos é marcado por um elemento escuro - "uma estrutura anatómica que vai tocando em vários pontos do edifício" -, conseguido com recurso a métodos inovadores, em contraste com o branco, sendo este mais brilhante quando se entra para a parte reservada. A Embaixada ganhou o primeiro concurso para um projecto no âmbito do Polis na Guarda, o sucesso fez com que o grupo de arquitectos que trabalhavam em conjunto e que se conheciam desde a Faculdade, criassem o novo gabinete. A recuperação da Casa dos Cubos (designação sugerida pelo deputado municipal Carlos Trincão) foi um dos 570 projectos de 36 países submetidos ao júri do prémio, tendo sido um dos 14 distinguidos em seis categorias. Os primeiros, segundos e terceiros prémios de cada categoria (há ainda dois prémios especiais para projectos "avant-garde", para arquitectos de interiores com menos de 40 anos) só serão conhecidos no dia da apresentação, a 17 de Janeiro de 2009, durante o certame de Hanover. O Contract World Award é considerado um dos prémios mais prestigiados de arquitectura de interiores da Europa, abrangendo várias categorias. Os projectos estarão expostos durante a Domotex Hanover, de 17 a 20 de Janeiro de 2009, e serão apresentados no que é considerado o maior congresso anual de arquitectura da Europa. in http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1344302&idCanal=14
-
Os americanos sao muito praticos. Eles veem o filme e deparam-se com aquele imaginario... nao querem saber se eh uma matafora ou nao... eh o que mostra ser...
-
Irra! Desejas o regresso de Salazar. O Magalhaes eh americano a unica coisa portuguesa que tem eh que eh montado em Portugal. Mas acho interessante o negocio com o Chavez. Ou seja ele eh todo anti-americano mas foi comprar um produto americano mascarado de portugues. Por um lado parece assim uma coisa irreal porem eh uma estrategia para vender este computador para quem nao aprova os EUA. Portigal serve de intermediario entre os EUA e os paises anti-americanos. Faz-me lembrar no Irangate...:)
-
http://m7ml.com/uploads/e0ad80dc87.jpg Olhem para isto. O estilo eh duvidoso mas vejam a escala. Querem transformar Mecca no novo Dubai. Soh a Torre vai ser mais alta do que a Freedom Tower de NYC.
-
Os terroristas nao protestam. Matam. Eh diferente. Basta ver o que fizeram ao embaixador dinamarques em Islamabad.
-
Acho fantastica esta critica. Acho excelente. Finalmente a literatura portuguesa aparece no mapa dos EUA. Hoje comecam a querer ler o livro que deu azo a este filme, depois vao querer ler os livros todos dele e depois comecam por ler a literatura portuguesa... e diga-se de passagem ela eh tao boa como a literatura russa do sec XIX. Eu adoraria ver o Crime do Padre Amaro, os Maias, o Frei Luis de Sousa realizado por Hollywood...
-
Era bom que alguem da area do Porto fosse lah fazer uma pequena reportagem. Tirar umas fotos de como funciona em pormenor a fixacao da parede de tijolo. Entretanto tambem era interessante que houvesse pormenores construtivos para averiguar algumas duvidas levantadas pelo asimplemind.
-
Existe o filme do Coen que vai estrear na quinta feira. O Mirrors nao vou ver. O Blindness faz-me lembrar o Filho do Homem.
-
Jag: Quem sabe de economia safa-se. E nao eh economia teorica. Os economistas sao pessoas que estao do lado de fora do aquario a observar os peixes... os que estao lah dentro vao ganhar dinheiro com esta crise. Porque a crise soh existe na Europa e nos EUA. Os restantes mercados tem uma elevada liquidez. Resta saber como investir esse capital e pessoas que percebam de economia vao para esses paises "ajudar" a investir melhor.
-
Paris, França | A pirâmide | Herzog & de Meuron
JVS replied to Márcio Ferreira's topic in Arquitectura
A Torre revelada pelo Tatlin fica na Coreia do Norte. -
Oviedo, Espanha | Espacio Buenavista | Santiago Calatrava
JVS replied to Márcio Ferreira's topic in Arquitectura
Brutal. Um objecto feio mas surpreendente. Causa Espanto.
