Jump to content

JVS

Moderadores
  • Posts

    5034
  • Joined

  • Last visited

  • Days Won

    5

Everything posted by JVS

  1. Roseta quer salvar restaurante panorâmico de Monsanto-PUBLICO-19.01.2009, Ana Henriques . Obra arquitectónica de referência pode vir a acolher Protecção Civil e bombeiros; câmara diz que não tem dinheiro para reabilitação Salvar o edifício do restaurante panorâmico de Monsanto, obra arquitectónica de referência em Lisboa, é o objectivo de uma proposta que a vereadora independente Helena Roseta leva à reunião de câmara de quarta-feira. A autarca sugere que a reabilitação do edifício, cujo interior se encontra vandalizado, possa vir a ser paga pelas verbas do jogo do casino que cabem ao município - uma hipótese que não entusiasma o vereador responsável pelo recinto, o também independente Sá Fernandes, que equaciona instalar ali a Protecção Civil e alguns serviços ligados aos bombeiros, embora mantendo a possibilidade de os visitantes subirem ao topo, donde se avista Lisboa inteira. "A reabilitação daquele elefante branco custa 20 milhões de euros e a câmara não tem dinheiro para isso", salienta, acrescentando que o imóvel desenhado pelo arquitecto Chaves da Costa nos anos 60, e que é propriedade do município, está "completamente degradado, abandonado e destruído". Roseta aponta o dedo à câmara: diz que a autarquia "nunca soube pugnar pela boa manutenção do edifício, permitindo que o espírito do local fosse deturpado, ao autorizar ali a abertura de um escritório de uma empresa de filmagens, discoteca, bingo e armazém de materiais de construção civil". Quem acompanhou a história do edifício nas últimas décadas conta que foi o concessionário da discoteca quem, nos anos 80, lhe rebaixou piso e meio para ali instalar a discoteca. O fracasso dos vários negócios que ali foram sendo instalados fez com que o antigo restaurante fechasse definitivamente há cerca de oito anos, tendo então ficado à mercê do vandalismo. Hoje é guardado pela Polícia Municipal 24 horas por dia. Para Helena Roseta, a reabilitação tem de ser efectuada através de concurso público internacional, devendo ser proibidas novas construções no local. "As eventuais obras para adaptação a novas e modernas funcionalidades não devem resultar na adulteração arquitectónica, decorativa ou volumétrica do conjunto", defende. Com sete mil metros quadrados, o edifício integra várias obras de arte - painéis e altos-relevos - de artistas como Querubim Lapa. Está classificado como valor concelhio. Os vereadores comunistas já antes pediram explicações sobre o seu futuro, mas ficaram sem resposta. Sá Fernandes diz que a câmara está a estudar o problema há um ano e que o porá a discussão pública no início da Primavera. A falta de verbas poderá ser resolvida recorrendo a privados ou por uma candidatura a apoios para o efeito, adianta. in http://cidadanialx.blogspot.com/
  2. Presidentes de juntas "alarmados" com efeitos do desvio de trânsito da Baixa-PUBLICO- 23.01.2009 A maior parte dos presidentes de juntas de freguesia abrangidas pelo plano da Câmara de Lisboa para desviar o trânsito da Baixa estão "alarmados" com as consequências desta medida, revelou a vereadora social- -democrata Margarida Saavedra, que diz que a Câmara de Lisboa "esqueceu-se de explicar por onde vai passar o trânsito" que vai deixar aquela zona da cidade. "Os autarcas não se tinham apercebido das consequências que esta medida iria ter para as suas freguesias em termos de desvios de trânsito e todos eles se mostraram profundamente preocupados e alarmados", disse Margarida Saavedra, depois de uma reunião com presidentes de junta das freguesias afectadas. "O plano da retirada de trânsito foi muito publicitado, mas foram pouco publicitadas as consequências do desvio do trânsito pela cidade. Foi tudo de forma subtil", afirmou a vereadora, sublinhando que o plano prevê, por exemplo, "mais mil carros por dia na Avenida Fontes Pereira de Melo e 48 carros/hora na Álvares Cabral". "Alguns consideraram que estas alterações vão tornar inabitáveis as freguesias onde estão", explicou Margarida Saavedra, acrescentando que cada autarca vai elaborar um documento com a sua posição para posteriormente ser proposto um debate público desta situação. Apesar de reconhecer que "aparentemente" o plano melhorará o trânsito no Terreiro do Paço, Margarida Saavedra afirmou que "não irá melhorar no caso da Baixa". "Até os comerciantes receiam perder clientes. Toda a cidade vai pagar por isto porque não se pode desviar o trânsito sem criar infra-estruturas suplentes", afirmou. O plano da Câmara de Lisboa estabelece um corte na ligação da Baixa à frente ribeirinha para o tráfego automóvel, à excepção dos transportes públicos. Prevê igualmente que os automóveis particulares só possam ir na direcção Santa Apolónia/Cais do Sodré/Alcântara, e vice-versa, pela Ribeira das Naus, e que o estacionamento na zona fique reservado a moradores e comerciantes. Lusa A vereadora do PSD dá conta do alerme das freguesias, lamentando que a CML não tenha explicado o seu plano in http://cidadanialx.blogspot.com/ "ACP CONTESTA ENCERRAMENTO DO TERREIRO DO PAÇO O Automóvel Club de Portugal reprova o plano do Presidente da Câmara Municipal de Lisboa de encerrar ao trânsito uma das principais praças da cidade de Lisboa. O Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, através do vereador Manuel Salgado e do seu assessor Eng.º. Mendes dos Reis, vai apresentar, no executivo camarário, amanhã o plano de circulação para a frente Tejo, entre Santa Apolónia e Cais do Sodré. O objectivo é a progressiva redução do tráfego na frente ribeirinha da Baixa Pombalina com vista a aumentar o espaço pedonal, “requalificação do espaço público e regeneração funcional”. António Costa e Manuel Salgado querem reviver o passado defendendo de uma forma, quase lírica, a “funcionalidade inicial” do Terreiro do Paço enquanto “porta marítima da cidade”. Refira-se que segundo o estudo de acessibilidade e transportes da Baixa Pombalina divulgado pela Câmara de Lisboa, actualmente “cerca de 80% das viagens em transporte individual realizam-se por motivos de trabalho”. Com este plano a mobilidade de Lisboa sairá gravemente afectada já que passam diariamente por esta praça cerca de 78 mil viaturas, as quais terão de ser desviadas para ruas adjacentes da Baixa Pombalina (por exemplo, a Rua dos Bacalhoeiros, Rua do Arsenal, Rua do Ouro e Prata) com vias estreitas e condicionadas por novos semáforos que não irão dar vazão sendo o caos inevitável. Basta relembrar que quando Santana Lopes presidiu à Câmara fechou-se uma das faixas laterais da Praça do Comércio - também com intenção de alargar a zona pedonal e de lazer da dita praça - e as consequências foram dramáticas no trânsito congestionando outras vias da cidade, como na Avenida da República. Mas basta ter presente as longas filas que se formam ao Domingo quando o Terreiro do Paço está fechado ao trânsito para meia dúzia de transeuntes se passearem até às 17:00. Acresce que este plano da CML terá custos avultados pois preconiza a alteração das linhas de eléctricos o que implicará um investimento de milhões na deslocação dos carris por parte da Carris que indirectamente sairá do bolso de todos os contribuintes. (...) O ACP alerta que a Resolução do Conselho de Ministros nº 78/2008, de 15 de Maio, relativa à requalificação e reabilitação de áreas urbanas, no que se refere à Frente Ribeirinha da Baixa Pombalina, preconiza a recuperação e alargamento “da centralidade política” (Terreiro do Paço e Agências Europeias do Cais do Sodré) sugerindo uma aproximação ao “Pólo de S. Bento” (Parlamento e residência do Primeiro Ministro) enquanto espaço funcional e simbólico da capitalidade política de Lisboa. Afinal uma frente Ribeirinha amena e pedonal preconizada pela Câmara não será contraditória com a manutenção e alargamento da centralidade política desta zona? Como é que se deslocarão ministros, secretários, assessores e funcionários de todos estes organismos? Serão criados corredores VIP ou todos estes “trabalhadores” utilizarão os transportes públicos para chegar ao local de trabalho? Quando todos os lisboetas acreditavam que o pesadelo tinha terminado depois de 10 anos que demoraram as obras de construção da estação do metro do Terreiro do Paço (tempo superior ao da construção da Canal a Mancha) só lhes faltava mais esta. Este plano não passa de um projecto político que não contempla a mobilidade necessária numa capital moderna que demonstra o desrespeito total pela cidade, pelos lisboetas e automobilistas revelando a desorientação e incapacidade de António Costa de gerir a cidade. O ACP pretende ir até às últimas consequências tentando, se necessário, impedir judicialmente que este plano seja aprovado." in Portal ACP Reabilitação de edifícios na Baixa dinamiza o "coração" de Lisboa In Público (21/1/2009) Ana Espada «O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, e o vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, visitaram ontem a obra de reabilitação do futuro Hotel Altis Avenida, situado junto à Praça dos Restauradores. Até ao fim do mês, a autarquia deverá apreciar 16 projectos para reabilitação de prédios devolutos na Avenida da Liberdade, para serem recuperados para habitação, escritórios e hotelaria. O edifício, em tempos destinado aos serviços municipais de Urbanismo, encontrava-se degradado e sem utilização. O projecto de reconversão do imóvel é da autoria do arquitecto João Vasconcelos Marques e o futuro "hotel de charme", que deve abrir as portas em Junho, terá 72 quartos, restaurante panorâmico, bar lounge com esplanada, fitness room e business center. O investimento ascende a 14 milhões de euros. Manuel Salgado referiu que o projecto "se insere no processo de planeamento do eixo central", que engloba a zona da Avenida da Liberdade e os bairros históricos da Baixa lisboeta. As potencialidades destas zonas requerem uma "prioridade de reabilitação feita pelos promotores privados em colaboração com a câmara e a grande aposta consiste numa redução dos tempos de licenciamento dos imóveis", declarou o vereador. No total existem 4767 imóveis devolutos em Lisboa, sendo que 408 são edifícios municipais. Na Baixa-Chiado já estão a decorrer cerca de 40 processos de licenciamento. O presidente da câmara municipal, António Costa, adiantou que "o novo modelo de circulação previsto para a zona da Baixa vem, precisamente, contribuir para a reabilitação desta zona e é fundamental para melhorar a qualidade de vivência urbana". E acrescentou que, "em 2008, foram despachados 1800 processos que estavam acumulados na gestão urbanística".» O único problema que aqui vejo é este, ou seja «segundo testemunhas, a ampliação no último piso já vai muito para além da casa das máquinas, ou de café miradouro, continuando-se a colocar tijolo sobre tijolo e parecendo que o prédio vai crescer, o que seria uma violação grosseira do projecto aprovado». No resto, pior do que estava e do que era não fica. Duvido é que se possa chamar a um hotel da cadeia Altis, 'hotel de charme'. Isso é não fazer a mínima ideia do que é o conceito de 'hotel de charme', o que aliás tem sido notório nas escolhas que a CML tem feito ao longo do tempo. Verdadeiros hotéis de charme haverá uma mão cheia em Lisboa, talvez nem isso. in http://cidadanialx.blogspot.com/
  3. [ame=" "]YouTube - Balla - Outro Futuro Top+, RTP[/ame] [ame=""]YouTube - Balla - Tudo[/ame]
  4. NOTICIAS Novo Estádio dos Barreiros poderá não estar pronto em 2010 Sábado, 18 de Outubro de 2008 00:52 O presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, admitiu hoje que a obra de remodelação do Estádio dos Barreiros, que ficará na posse do Marítimo, não deverá estar pronta no prazo previsto. Jardim, que discursava no jantar comemorativo do 98º aniversário do clube, apontou uma série de vicissitudes que atrasaram o processo, apesar de, há precisamente um ano, na mesma cerimónia, ter prometido que o novo Estádio dos Barreiros estaria pronto por altura do centenário do Clube, em 2010. Jardim, cujo Governo regional é sócio minoritário do Marítimo SAD (40 por cento), fez um resumo histórico sobre a pretensão de o clube ter o seu próprio estádio, denunciando que o projecto inicial foi "sabotado por fascistas, que impuseram barreiras burocráticas" Com a decisão de atribuir a titularidade dos Barreiros ao Marítimo, o que tornou o projecto muito mais barato, "surgiram novamente sabotadores, alguns deles, apesar de também terem gozado de benesses, cuspiram no prato de quem lhes deu, pelo que o processo jurídico teve de ser reformulado". Daí a cedência do estádio, não ao Marítimo da Madeira SAD, mas sim ao Club Sport Marítimo, "para evitar a qualquer momento impugnações ou providências cautelares, tão em voga neste país". Por outro lado, o governante afirmou que, face às actuais circunstâncias financeiras e económicas que a região, o país e o mundo atravessam, o projecto do Estádio teve que ser reformulado: "Uma coisa vos garanto. Quando faço uma promessa cumpro-a e o Marítimo vai ter o seu Estádi o nos Barreiros". Carlos Pereira, presidente do clube "verde-rubro", defendeu que o "Estádio do Marítimo será a cereja no topo do bolo" e garantiu que o clube "será sempre parte da solução, nunca dos problemas". Antes de ouvir as palavras de Jardim, afirmou ainda que a inauguração do novo estádio "será o ponto alto das comemorações do Centenário". Evitando falar na polémica componente comercial que pretendia aplicar no Estádio e nas estruturas que Jardim já afirmou não irem ser construídas, como constava do projecto inicial, Carlos Pereira prometeu a construção de um "estádio multi-funcional, requalificado e profissional". Foi também tornado público que o prazo final para a entrega de propostas de adjudicação da obra, que terminava hoje, foi alargado até final deste mês. No jantar comemorativo, estiveram presentes várias outras autoridades regionais e cerca de 600 sócios do Marítimo. AGÊNCIA LUSA in http://ultimahora.jornaldamadeira.pt/index.php?/pt/noticias/200810182684/noticias/desporto/novo-estadio-dos-barreiros-podera-nao-estar-pronto-em-2010.html Parecer que 'blinda' cedência barreiros podem ser cedidos desde que se mantenham como estádio de futebol Data: 03-08-2008 Um parecer jurídico elaborado pela 'Sérvulo & Associados, Sociedade de Advogados, RL.', e subscrito pelo Professor Doutor José Manuel Sérvulo Correia, professor catedrático da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, e pelos drs. Mark Bobela-Mota Kirkby e João Oliveira Geraldes, Mestres em Direito e Assistentes da mesma instituição universitária, é a grande 'arma' que o Governo Regional tem na mão para "blindar" - o termo é do próprio Alberto João Jardim - a cedência do Estádio dos Barreiros ao Marítimo. Depois de no passado dia 22 de Novembro de 2007, através da Resolução nº 1175/2007, o Conselho de Governo se ter pronunciado favoravelmente a que se equacionasse a transferência gratuita e a título definitivo do 'Estádio dos Barreiros' e terrenos anexos, para o Marítimo a fim de este desenvolver um projecto de inegável interesse público relacionado com a modernização e utilização da referida infra-estrutura desportiva, as dúvidas entretanto levantadas levaram o executivo a abordar o assunto com alguma cautela. Francisco Fernandes, secretário regional da Educação, adiantou ao DIÁRIO que "o Governo Regional, posteriormente, solicitou a emissão de novo Parecer de Direito", parecer esse que teria de pronunciar-se sobre as condições de validade de um negócio jurídico que tivesse por objecto a referida cedência analisada de duas perspectivas: - A existência de habilitação legal dos órgãos competentes da Região Autónoma da Madeira para o efeito e os eventuais condicionalismos jurídico-públicos do exercício dessa competência. - A eventual limitação à sua capacidade de dispor sobre o bem em causa no quadro das condições estipuladas no contrato de cedência outorgado a 24 de Fevereiro de 1934, pelo qual foi transferido o direito de propriedade do Estádio dos Barreiros para a Junta Geral Autónoma do Distrito do Funchal. Inalienabilidade não se aplica O parecer, elaborado pela 'Sérvulo & Associados', já foi entregue ao Governo e Fernandes resume-o: "O parece concluiu, em síntese, que o Estádio dos Barreiros não se encontra sujeito ao princípio da inalienabilidade próprio do regime jurídico-público das coisas públicas, uma vez que não integra o domínio público regional" explica o secretário. Mais há mais: "Como bem/coisa do domínio privado da Região, o Estádio dos Barreiros encontra-se submetido a um regime administrativo do domínio privado, mas as normas que integram este regime não impedem a cessão a título definitivo da respectiva propriedade, sendo que o bem em causa não é, enquanto estádio desportivo, susceptível de ser classificado como bem do domínio privado indisponível à luz de qualquer norma jurídica aplicável", acrescenta Fernandes, citando o referido parecer. Não prejudica utilidade pública Mas, segundo a 'Sérvulo & Associados', "ainda que o fosse, a indisponibilidade do bem do domínio privado da Região Autónoma da Madeira não equivaleria à absoluta inalienabilidade, mas apenas à exigência de que a alienação não fosse de molde a prejudicar a utilidade pública a que o bem tem estado afectado". Lembrando que a projectada alienação "tem como pressuposto a dinamização da utilização do Estádio dos Barreiros para efeito da realização da utilidade pública, a cujo serviço tem estado adstrito", Francisco Fernandes cita novamente o parecer para concluir que "a alienação não se defronta, pois, com qualquer obstáculo proveniente do regime do Estádio dos Barreiros enquanto bem do domínio privado da Região Autónoma da Madeira". A conclusão, é, pois, muito simples: "Do prisma do direito privado, é possível transmitir a propriedade do Estádio dos Barreiros, desde que essa transmissão fique contratualmente condicionada às mesmas condições que limitam a posição jurídica do transmitente, o que será devidamente acautelado em sede contratual" resume o secretário regional da Educação. Financiamento por decidir Quanto à percentagem da participação do Governo Regional no financiamento do Estádio, Fernandes garante que ainda não está definida. "Depende da apresentação pelo C. S. Marítimo de um estudo económico, já solicitado, e cuja elaboração se encontra em curso, sendo certo que quaisquer mais-valias financeiras resultantes do empreendimento e dos espaços não desportivos e paradesportivos, além dos inerentes ao campo de futebol, revertem para o financiamento da obra e manutenção da infra-estrutura em causa", justifica. "Só após a definição de todos estes itens é que será finalmente assinado o contrato-programa", informa o secretário. Antes, avança Fernandes, "será assinado o contrato de cedência que conterá as cláusulas que a mesma regerão, nomeadamente as mútuas responsabilidades financeiras, bem como os ónus de serviço público que impendem sobre a cedência e, naturalmente, o conhecimento do valor final da obra, cuja estimativa actual é meramente indicativa e obrigatória em fase de concurso, bem como a previsão obrigatória de possibilidade de reversão". DNoticias Madeira Marítimo - Novo Estádio dos Barreiros poderá não estar pronto em 2010, admite Jardim O presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, admitiu hoje que a obra de remodelação do Estádio dos Barreiros, que ficará na posse do Marítimo, não deverá estar pronta no prazo previsto. Jardim, que discursava no jantar comemorativo do 98º aniversário do clube, apontou uma série de vicissitudes que atrasaram o processo, apesar de, há precisamente um ano, na mesma cerimónia, ter prometido que o novo Estádio dos Barreiros estaria pronto por altura do centenário do Clube, em 2010. Jardim, cujo Governo regional é sócio minoritário do Marítimo SAD (40 por cento), fez um resumo histórico sobre a pretensão de o clube ter o seu próprio estádio, denunciando que o projecto inicial foi "sabotado por fascistas, que impuseram barreiras burocráticas" Com a decisão de atribuir a titularidade dos Barreiros ao Marítimo, o que tornou o projecto muito mais barato, "surgiram novamente sabotadores, alguns deles, apesar de também terem gozado de benesses, cuspiram no prato de quem lhes deu, pelo que o processo jurídico teve de ser reformulado". Daí a cedência do estádio, não ao Marítimo da Madeira SAD, mas sim ao Club Sport Marítimo, "para evitar a qualquer momento impugnações ou providências cautelares, tão em voga neste país". Por outro lado, o governante afirmou que, face às actuais circunstâncias financeiras e económicas que a região, o país e o mundo atravessam, o projecto do Estádio teve que ser reformulado: "Uma coisa vos garanto. Quando faço uma promessa cumpro-a e o Marítimo vai ter o seu Estádio nos Barreiros". Carlos Pereira, presidente do clube "verde-rubro", defendeu que o "Estádio do Marítimo será a cereja no topo do bolo" e garantiu que o clube "será sempre parte da solução, nunca dos problemas". Antes de ouvir as palavras de Jardim, afirmou ainda que a inauguração do novo estádio "será o ponto alto das comemorações do Centenário". Evitando falar na polémica componente comercial que pretendia aplicar no Estádio e nas estruturas que Jardim já afirmou não irem ser construídas, como constava do projecto inicial, Carlos Pereira prometeu a construção de um "estádio multi-funcional, requalificado e profissional". Foi também tornado público que o prazo final para a entrega de propostas de adjudicação da obra, que terminava hoje, foi alargado até final deste mês. No jantar comemorativo, estiveram presentes várias outras autoridades regionais e cerca de 600 sócios do Marítimo. LAR. Lusa/fim IN http://futebolar.portugalmail.pt/artigo/20081017/maritimo-novo-estadio-dos-barreiros-podera-nao-estar-pronto-em-2010-admite-jardim VIDEOS [ame=""]YouTube - Estádio do MarÃ*timo[/ame] [ame=""]YouTube - Projecto do novo estádio do CS Maritimo[/ame] DADOS O Club Sport Marítimo apresentou ontem o projecto do seu estádio, a ser edificado na zona da Praia Formosa. Trata-se de um infra-estrutura que, de acordo com Francisco Fernandes, deverá estar pronta na temporada 2008/09, pese nesta altura ainda decorrerem algumas negociações que impedem o lançamento do concurso público internacional que, conforme expressa Carlos Pereira, deverá acontecer muito em breve. Os responsáveis do clube e do Governo Regional consideram que o Estádio do Marítimo poderá ser construído entre um ano e meio e dois anos. A apresentação do projecto, da autoria do arquitecto Pedro Araújo, concretizou-se no Salão Nobre da Câmara Municipal do Funchal, com Miguel Albuquerque a enaltecer a importância da obra e respectiva edificação numa zona que, considera, constitui a nova centralidade da cidade do Funchal. Nesta altura não existem valores ainda definidos, dada que ainda não foi lançado o concurso, mas Francisco Fernandes releva que será utilizado um modelo de financiamento que se prolonga no tempo, um financiamento a 15 anos que faz diluir no tempo as responsabilidades financeiras, não comprometendo o equilíbrio das finanças regionais. O recinto terá capacidade para 9.553 lugares cobertos. Características Áreas de construção • Edíficio Comercial e Administrativo • Estádio de futebol • Parque de estacionamento norte e sul, com capacidade para 1.580 lugares. Acessibilidades • Acessos: Cota 200 (Desde a Estrada Monumental ao nó de São Martinho), Cota 40 (para as bancadas Nascente e de topo) e Estrada Monumental (para a bancada Poente). Características do Estádio • Capacidade: 9.553 lugares cobertos • Área: 57.443m2 • Campo - comprimento: 105m; largura: 68m; Área de segurança entre o relvado e as bancadas: 6m. • Espaços interiores: Quatro balneários para atletas, dois para treinadores e outros tantos para árbitros. Gabinete para o delegado do jogo, instalações de serviços médicos, serviços de controlo antidopagem, duas instalações de aquecimento e musculação e um Centro de estágio e Health Club. Três aneis para espectadores • 1.º Anel: Situado junto ao relvado que acolhe 2.856 lugares em redor de todo o estádio. Este sector terá acessos e entradas independentes para bilhetes mais económicos através de caixas de escadas centrais. • 2.º Anel: Destinado aos sócios e cativos (bancada sul) com acessos pelas rampas dos cantos e tem a capacidade para 6.066 lugares, divididos pelas quatros bancadas do recinto. • 3.º Anel: Área dos camarotes: Destinados aos camarotes empresas, aos camarotes da comunicação social, e aos camarotes VIPs com um total de 631 lugares. Nota: Todos os lugares serão providos de cadeiras individuais a cor vermelho escuro com 0,50 m de largura por lugar com costas e assentos rebatíveis, com excepção dos lugares cativos, tribunas e camarotes que terão cadeiras com características diferentes, isto é com 0,70m de largura estofadas e com braços. Pormenores • Tribuna Presidencial: Situada na bancada poente, será destinada a convidados, direcção do clube e administração da SAD com capacidade para 124 lugares. • Camarotes: Destinados a empresas com instalações sanitárias e mobiliário para serviço de catering num total de 18 camarotes, 16 com 11 lugares e 2 com 20 lugares. • Bares: Para servir os diversos sectores do estádio são distribuídos de forma proporcional e dimensionados de acordo com as necessidades de cada sector. • Lojas do clube: Localizadas umas junto à porta poente e outra na porta nascente, para venda de artigos do clube e outros que se considerem importantes para angariar receitas extraordinárias para o clube. IN http://forum.autohoje.com/showthread.php?t=17065
  5. Coimbra: Museu Nacional Machado Castro reabre hoje de forma parcial Depois de quatro anos fechado para obras, o Museu Nacional Machado de Castro reabre, hoje, em Coimbra, ainda que de forma parcial. A grande novidade passa pelo acesso, até agora interdito, ao segundo piso da estrutura romana, como explica a directora da instituição, Ana Alcoforado. O arquitecto Gonçalo Byrne assina o projecto de ampliação do Museu Machado de Castro, em Coimbra, que só deverá estar concluído no final do ano. in http://radioclube.clix.pt/noticias/body.aspx?id=16464 Machado de Castro reabre hojePedro Crisóstomo Cinco anos após o encerramento total do Museu Nacional Machado de Castro (MMC), parte do espaço reabre ao público hoje, 23, com duas exposições temporárias Música, recital e teatro vão encher a inauguração parcial do museu Machado de Castro, que desde 2004 encerrou ao público para obras de requalificação, iniciadas dois anos mais tarde. Esta tarde, o museu, recentemente sob direcção de Ana Alcoforado, reabre parte do edifício, embora a conclusão das obras só esteja prevista para o segundo semestre de 2009. A inauguração, que deverá começar às 15h30, vai contar com a presença da secretária de Estado da Cultura, Paula Fernandes dos Santos, do presidente da Câmara de Coimbra, Carlos Encarnação, e do Director do Instituto dos Museus e da Conservação, Manuel Bairrão Oleiro. Durante a tarde, haverá uma visita ao Criptopórtico Romano de ‘Aeminium’, onde o Grupo de Teatro da Liga dos Amigos do MNMC vai realizar uma dramatização. Às 18 horas, o Quarteto de Saxofones CORTISAX actua para os convidados, depois de serem inauguradas as duas primeiras exposições temporárias do ‘novo’ museu: “De forum a Museu. Permanências” e “O Nosso Museu. Olhares Travessos dos Mini-Repórteres”. Às 21h45, a Cooperativa Bonifrates faz um recital, no Criptopórtico, com poemas de Fernando Pessoa. “n vezes Pessoa” repete amanhã, à mesma hora, com entrada livre. in http://www.acabra.net/artigo.php?id_artigo=4088
  6. Fotografias da Obra de BockyPT em anexo.
  7. Plantas do Kidzania em anexo via http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=634946&page=4
  8. CML desistiu de Mega Biblioteca mas esqueceu-se de o anunciar Até hoje, já foram gastos perto de três milhões a preparar terreno onde ia nascer equipamento cultural A Câmara de Lisboa desistiu da mega biblioteca de 11 andares que prometeu para o Vale de Santo António em 2005, num investimento então calculado em 30 milhões de euros. Quer o vereador do Urbanismo quer o das Obras Municipais dão por adquirido este facto. Esqueceram-se foi de o anunciar à população. Os arquitectos encarregues do projecto, Manuel Aires Mateus e Alberto Souza Oliveira, também não foram informados de que o edifício que desenharam dificilmente verá a luz do dia. Mais do que uma simples biblioteca, o projecto visava criar nas proximidades da Avenida do General Roçadas, já não muito longe do Tejo, um grande pólo cultural, no qual pudesse ser também alojado o arquivo histórico municipal, com documentos desde o séc. XII, um centro de convenções, com dois auditórios, uma livraria, galerias de exposições e terraços com esplanadas e restaurantes. A ideia de criar uma biblioteca central vinha já de João Soares, mas foi Santana Lopes quem lançou a primeira pedra, numa cerimónia preparada para o efeito. O projecto não foi isento de críticas: mesmo no departamento camarário de Cultura houve quem o achasse megalómano. Mais tarde, responsáveis camarários haveriam de defender a sua redução. Mas afinal nem uma versão menor irá por diante. O vereador das Obras, Marcos Perestrello, invoca os elevados custos da obra, que devia ter ficado concluída no final de 2008, para justificar a desistência. Já o vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, garante que será construído no local um edifício - mas não uma biblioteca. O PÚBLICO tentou ainda obter esclarecimentos sobre o assunto por parte da vereadora da Cultura, mas sem resultado. "Trata-se de um projecto fundamental para redimir do abandono esta zona da cidade", observa Aires Mateus. "Se o projecto é reformulável? Claro, mas nunca me pediram para o fazer". "É uma pena se o edifício não for construído", diz também Souza Oliveira. "Este edifício seria uma âncora, tal como a Casa da Música no Porto". Aires Mateus compara-o ao Centro Cultural de Belém. "Megalómano? Não, de todo. O arquivo foi calculado para os próximos 40 anos, como mandam as normas internacionais", frisa Souza Oliveira. Da obra prevista, a única coisa que arrancou foi a escavação e a contenção de terras. Entre isto e o projecto, a autarquia gastou perto de três milhões de euros. Público
  9. Como é que arranjaste tantas imagens? TRabalhas na BMM?
  10. Noticia em anexo in http://static.publico.clix.pt/Homepage/Includes/Imobiliario/imob/web20090121Imobiliario_Lisboa.pdf
  11. Chaves: Apresentado projecto da sede da Fundação Nadir Afonso da autoria de Siza Vieira 2009-01-17 03:31:06 Chaves, 17 Jan (Lusa) - O arquitecto Álvaro Siza Vieira apresentou sexta-feira à noite, em Chaves, o projecto da sede da Fundação Nadir Afonso, um empreendimento orçado em 8,5 milhões de euros e que deverá abrir ao público em 2011. A obra resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal de Chaves e a Fundação Nadir Afonso, entidades que apresentaram uma candidatura ao Eixo IX do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional), estando previsto que a construção do edifício arranque ainda no corrente ano. A sede da fundação, que acolherá o espólio do artista, ficará localizada junto ao centro histórico de Chaves, ajudando à requalificação da frente ribeirinha do Tâmega. Além de um espaçoso atelier para o artista "viver", como justificou o arquitecto Siza Vieira, o edifício dispõe de salas para exposições temporárias e permanentes. Nadir Afonso, que esteve presente na sessão e deliciou a assistência com as suas histórias, nasceu em Chaves há 88 anos e primeiro formou-se Arquitectura na Escola Superior de Belas-Artes do Porto, mas acabou por abandonar a profissão, em 1965, para se dedicar exclusivamente à obra plástica. A cerimónia de apresentação do projecto de arquitectura, que teve lugar no auditório da biblioteca municipal, foi moderada por Carlos Magno e tinha na assistência, entre mais de 200 pessoas, diversas personalidades da vida política nacional. Na cerimónia estiveram presentes Rui Pereira, ministro da Administração Interna, Cristina Azevedo e Carlos Duarte, da Comissão Directiva da ON2/QREN (Norte), António Martinho, governador civil de Vila Real e João Baptista, presidente da Câmara Municipal de Chaves. JDS Lusa/fim http://aeiou.visao.pt/Pages/Lusa.aspx?News=200901179215004 Arte: Equipamento cultural requalifica frente Ribeirinha do Tâmeg Projecto de Siza Vieira abriga obra de Nadir josé luís feronha AFundação Nadir Afonso será instalada no próximo ano num moderno e original complexo de edifícios da autoria do arquitecto Siza Vieira, em Chaves, cujo projecto foi apresentado ontem à noite naquela cidade transmontana. "Acho que as minhas ideias sobre a essência da obra de arte podem germinar mais neste novo espaço", afirmou ao CM Nadir Afonso, de 88 anos. Artista plástico vanguardista, procedeu ao longo de décadas a uma teorização sobre a obra de arte, cuja singularidade se harmoniza com o carácter vincadamente solitário do seu percurso pessoal. "A meu ver, a essência da obra de arte é de fonte matemática, não traduzível em palavras", explicou ao CM. "É explicável apenas por esquemas, e todos os meus livros versam esta matéria", acrescenta. A Fundação Nadir Afonso será instalada em novos edifícios, junto ao centro histórico de Chaves. Fica assegurada a requalificação da frente ribeirinha do Tâmega. O complexo da Fundação, que começará a ser construído neste ano, disporá de um auditório, salas de exposição, arquivo e biblioteca. A Fundação Nadir Afonso anunciou, entretanto, que irá atribuir um prémio a trabalhos de investigação e bolsas na área da produção artística e científica. No futuro equipamento, serão organizadas exposições e ciclos de cinema documental. Construído em parceria pela Câmara de Chaves e a Fundação Nadir Afonso, o espaço acolherá ainda workshopsinfanto-juvenis, bem como cursos de Verão. FundaçãoNadirAfonso será instalada no próximo ano num moderno e original complexo de edifícios da autoria do arquitecto Siza Vieira, em Chaves, cujo projecto foi apresentado ontem à noite naquela cidade transmontana. "Acho que as minhas ideias sobre a essência da obra de arte podem germinar mais neste novo espaço", afirmou ao CM Nadir Afonso, de 88 anos. Artista plástico vanguardista, procedeu ao longo de décadas a uma teorização sobre a obra de arte, cuja singularidade se harmoniza com o carácter vincadamente solitário do seu percurso pessoal. "A meu ver, a essência da obra de arte é de fonte matemática, não traduzível em palavras", explicou ao CM. "É explicável apenas por esquemas, e todos os meus livros versam esta matéria", acrescenta. A Fundação Nadir Afonso será instalada em novos edifícios, junto ao centro histórico de Chaves. Fica assegurada a requalificação da frente ribeirinha do Tâmega. O complexo da Fundação, que começará a ser construído neste ano, disporá de um auditório, salas de exposição, arquivo e biblioteca. A Fundação Nadir Afonso anunciou, entretanto, que irá atribuir um prémio a trabalhos de investigação e bolsas na área da produção artística e científica. No futuro equipamento, serão organizadas exposições e ciclos de cinema documental. Construído em parceria pela Câmara de Chaves e a Fundação Nadir Afonso, o espaço acolherá ainda workshopsinfanto-juvenis, bem como cursos de Verão. http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=70974CD2-2B68-4F6A-B51A-274B2BDDE0C8&channelid=00000013-0000-0000-0000-000000000013
  12. Versão final do projecto de arquitectura do Museu de Faro deverá ser aprovada esta semana A Câmara Municipal de Faro deverá aprovar esta semana, em reunião do Executivo Municipal, a versão final do projecto de arquitectura da remodelação da antiga Fábrica da Cerveja para a criação do Museu de Arte Contemporânea do Algarve. O futuro museu irá funcionar na Cidade Velha, no edifício da antiga Fábrica da Cerveja, onde têm decorrido algumas exposições pontuais, nomeadamente as exposições de arte contemporânea do programa “Allgarve”, em parceria com a Fundação Serralves. Este novo espaço cultural integrará uma área de exposições de 2500 metros quadrados, estando previstas 9 salas de exposições distribuídas da seguinte forma: três salas no rés-do-chão (Piso 0), quatro salas no Piso 2 e duas salas no Piso 3. O objectivo principal deste projecto é a criação de um equipamento cultural que seja simultaneamente um pólo de atracção influente na região e uma estrutura de interesse e relevância nacional. Este será um equipamento que apresentará as condições para promoção de ciclos continuados de exposições temporárias de grande impacto, no Algarve e no País. A obra, que será lançada a concurso internacional em 2009, vai comportar um investimento de cerca de 3,8 milhões de euros e vai concorrer para financiamento do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN). Segundo a Câmara de Faro, prevê-se que o novo museu abra ao público no final de 2011. 20 de Janeiro de 2009 | 10:03 in http://www.barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=29853 Fundações nacionais deverão «alimentar» o novo Museu de Faro (com imagens) As fundações Calouste Gulbenkian, Serralves e Berardo podem vir a ser parceiras privilegiadas do futuro Museu de Arte Contemporânea de Faro. A Câmara da capital algarvia já está a desenvolver contactos com estas entidades e espera, com a sua colaboração e com acordos com coleccionadores privados, conseguir criar no Algarve «um museu de dimensão internacional». Segundo revelou ao «barlavento» o presidente da Câmara de Faro José Apolinário, o museu, cujo projecto de arquitectura foi recentemente aprovado em reunião de Câmara de Faro e o que nosso jornal divulga em primeira mão, deverá vir a ser gerido, também ele, por uma fundação. A data desejada para a abertura do espaço cultural é o dia «7 de Setembro de 2011». O ponto de partida para o projecto arquitectónico agora elaborado pela empresa Hartmann+Cid foi o estudo prévio para recuperação e transformação da antiga Fábrica da Cerveja Portugália, na Vila-Adentro da capital algarvia, que já havia sido encomendado pela Câmara na altura em que Luís Coelho ainda era o presidente da autarquia. Como se pode ler na descrição do projecto de arquitectura, a que o «barlavento» teve acesso em primeira mão, no espaço museológico propriamente dito não serão «subdivididas as salas de exposição segundo a designação clássica de Permanentes ou Temporárias». Algo que está ligado à própria filosofia do museu, que se baseará, em grande parte, em colecções de «instituições congéneres». A área museológica vai ocupar o piso zero e 2. O piso 1 será dedicado a armazenagem e logística. No rés-do-chão, além de uma recepção com diversas valências, destaque para a designada «Sala de Exposição Especial», que ocupará a torre de 16 metros de altura ali existente. Esta será uma das três salas de exposição deste piso. Nos pisos 2 e 3, «no corpo adossado à muralha Noroeste, ficarão instalados, respectivamente, «o Serviço educativo e os Serviços Administrativos». O piso 2 contará ainda com quatro salas de exposição. A opção pela criação de uma Fundação para gerir estas valências, em detrimento de uma empresa municipal, «está intimamente ligada à experiência do Teatro Municipal». «Estamos a analisar os prós e contras de criar uma Fundação. Queremos criar uma estrutura que permita ter uma gestão financeira autónoma. A nossa experiência leva-nos a apontar para a instituição de estruturas autónomas, que possam beneficiar do mecenato social», revelou José Apolinário. À luz da nova lei das Finanças Locais, as empresas municipais não podem recorrer a financiamento através da Lei do Mecenato. Uma situação que já foi denunciada há muito pelo presidente do Conselho de Administração do Teatro Municipal de Faro e que tem dificultado a vida aos gestores deste espaço cultural. Além de garantir a possibilidade de recorrer a mecenas, que poderiam contribuir com verbas para a gestão cultural e programação do espaço, a autarquia está já a mover-se noutros campos, desta feita para garantir a qualidade das obras em exposição. «Temos vindo a trabalhar com as Fundações Gulbenkian, Serralves e Berardo». «Nós temos algumas colecções. Mas pretendemos trazer colecções de itinerância. Já pedimos a colaboração destas entidades», contou o autarca. Quanto à possibilidade de o futuro Museu de Arte Contemporânea de Faro vir a contar com colecções privadas, José Apolinário considera essa hipótese, mas prefere não se adiantar. «Isso faz parte do programa museológico, que está agora a ser elaborado. Será ele que vai proceder ao desenvolvimento do trabalho do museu. Todavia, haverá espaço para exposições individuais», revelou. Entretanto, a Câmara de Faro já incluiu esta obra nas Grandes Opções do Plano para 2009. Até 2011, caso queira cumprir o objectivo de abrir o espaço ao público no dia da Cidade de Faro desse ano, terá de conseguir garantir os quatro milhões de euros que se estimam necessários para recuperar a velhinha Fábrica da Cerveja e transformá-la num moderno museu. «Já apresentámos o projecto ao ministro da Cultura e à Comissária Europeia para a Política Regional, que o viram com muito bons olhos. Também temos tido o apoio de figuras de topo da área cultural. Ainda ontem [domingo] a doutora Raquel Henriques expressou na televisão a defesa do museu», disse. in http://www.barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=29203
  13. Terreno objecto de permuta com urbanizador acaba na posse de privados Câmara de Sines autoriza construção de uma casa em cima de falésia instável 21.01.2009 - 09h27 Carlos Dias Na encosta que ladeia a Avenida Vasco da Gama, em frente ao Pontal, em Sines, não é indiferente a quem circula por esta artéria que margina o porto pesqueiro a construção de uma moradia que, à distância, parece encavalitada na ponta da falésia, com mais de 30 metros de altura. Dificilmente haverá em Sines quem desconheça a celeuma à volta da obra autorizada, pela autarquia, na Quinta de Santa Catarina, antiga propriedade da família do poeta Alberto Pidwell Tavares (Al Berto), num local privilegiado pela soberba panorâmica que oferece sobre o oceano. A localização e volumetria do edifício na falésia, que um estudo do Centro de Geologia de Santo André, a pedido do município de Sines, considerou ser uma área "instável do ponto de vista geológico", suscita fortes interrogações na cidade e na Sociedade de Urbanização da Quinta de Santa Catarina. As conclusões do estudo forçaram autarquia a realizar obras de "recuperação e consolidação da rocha, para evitar a desagregação e a precipitação de pedras", segundo uma informação camarária, que contabiliza o investimento de 140 mil euros no muro de suporte. José Carlos Guinote, da sociedade urbanizadora, reagindo às críticas que lhe têm sido endossadas por residentes e instituições de Sines, partilha das apreensões em relação a uma obra cuja construção já implicou a demolição de parte da falésia. Não consta do alvará A obra "desrespeita grosseiramente o alvará de loteamento em vigor, ao triplicar a área de construção e acrescentar alguns pisos aos legalmente autorizados", acusa Guinote, garantindo que a construção "está implantada num local proibido face a uma permuta de terrenos realizada em 2001 entre a câmara e a sociedade urbanizadora que previa o afastamento do lote 15, cerca de 20 metros, em relação à falésia". Neste sentido, o alvará de loteamento foi alterado para "criar uma faixa de protecção entre o limite dos lotes e a falésia", seguindo as recomendações do Centro de Sistemas Urbanos e Regionais do Instituto Superior Técnico, observa Carlos Guinote. O organismo elaborou várias propostas de localização do lote 15 e uma delas foi aceite pela sociedade e aprovada pela câmara. Para além do recuo do lote em relação à falésia, as partes aceitaram a manutenção da área de construção do lote 15, que ficou dividida por dois pisos. Quando a obra foi autorizada, em Abril de 2007, verificou-se que o projecto de arquitectura contempla, afinal, uma cave com 161 metros quadrados e três pisos com uma área de construção total superior a 600m2. Além destas alterações, a casa está implantada sobre a faixa de protecção à falésia criada através da permuta, que passou para o domínio público municipal e se destinava ao circuito pedonal ao longo da Av. Vasco da Gama. Além disso, o lote da polémica construção tem, agora, 780m2, quando no alvará estão inscritos 590,6m2. Carlos Guinote observa que a moradia "não está prevista no alvará de loteamento" da sociedade de urbanização, "nem na alteração do mesmo alvará já aprovada pela Câmara de Sines e a aguardar registo". O responsável não compreende como é que uma faixa de terreno permutada pela sociedade para fazer parte da faixa de protecção da falésia, "acaba nas mãos da empresa Coibal-Construções Irmãos Barbosa para aí construir a sua casa quando isso é expressamente proibido, quer pelo alvará em vigor, quer pela alteração aprovada pela autarquia". A moradia está ainda transformada numa "barreira de betão" com sete metros de altura que tapa as vistas do mar aos residentes noutros lotes da Quinta de Santa Catarina. A Câmara de Sines, após três semanas, não respondeu às questões colocadas pelo PÚBLICO. A empresa Coibal só estará disponível para comentar o assunto a partir de 2 de Fevereiro. As decisões contraditórias da autarquia alentejana O projecto de arquitectura que a empresa Coibal apresentou para a construção de uma moradia unifamiliar no lote 15, com um único piso, foi aprovado pela autarquia em Agosto de 1997. No entanto, após denúncia da sociedade de urbanização, veio a comprovar-se que a construção tinha dois pisos, uma cave, uma piscina e uma área superior ao permitido. A câmara revogou a anterior decisão com um despacho desfavorável, por "não estar em conformidade com o alvará de loteamento". Uma década depois desta decisão, a autarquia aprovou através do Despacho 43/2007 a construção de três pisos, um em cave, e piscina. Carlos Guinote adianta que, desta vez, "a autarquia nem sequer respondeu ao apelo que a sociedade urbanizadora lhe dirigiu em Março daquele ano", quando a construção no lote 15 estava no início, "chamando a atenção para a desconformidade da construção com o alvará de loteamento" e "alertando para o facto de ela estar em terreno do domínio público municipal". Também Armando Bila, residente em Santa Catarina, questionou o executivo municipal sobre as razões que levaram a autarquia a licenciar a construção da moradia com uma área "muito superior" à dos restantes lotes da urbanização. De acordo com a acta da reunião de câmara, de 21 de Fevereiro de 2008, a vereadora da Gestão Urbanística, Marisa Santos (CDU), admitiu que o lote em causa "pode ter algumas alterações diferentes dos restantes". Confrontada pelo vereador da oposição, Carlos Silva (PS), que lhe recordou ter assumido que os 18 lotes de Santa Catarina "teriam todos a mesma área", a autarca disse que "não aprovaria, conscientemente, uma obra que tivesse uma área muito superior àquela que deveria ter". Os trabalhos no lote 15, contudo, prosseguem. O presidente da Câmara de Sines, Manuel Coelho (CDU), garantiu por seu lado que o município que dirige "não tem por prática favorecer ninguém". in http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1356950&idCanal=59
  14. Tenho. http://img179.imageshack.us/img179/2281/centrodecongressossj3.jpg Aqui estah.
  15. Muito obrigado.
  16. O Hospital de Todos os Santos também é denso. Ainda diziam mal dos Hospital de Santa Maria.
  17. A mensagem eliminada pelo autor ou por quem se tenha passado pelo autor eh esta: Desta forma todas as mensagens escritas pelo utilizador Vitor Ninas estao repostas segundo a vontade do mesmo.
  18. edit
  19. Nao me digas que sao os renders?
  20. EXISTENTE http-~~-//i42.photobucket.com/albums/e326/danielcoimbra/Coimbra/coimbra1a.jpg http-~~-//img.photobucket.com/albums/v706/joao74/coimbra/Scan10013.jpg http-~~-//i21.photobucket.com/albums/b288/reflex_ssc3/Julho06142.jpg PROJECTO http-~~-//img.photobucket.com/albums/v706/joao74/coimbra/museumc.jpg OBRAS http-~~-//i57.photobucket.com/albums/g221/linogalveias/P1010001.jpg http-~~-//i146.photobucket.com/albums/r260/Platurno/DSCF5512.jpg Fotografia de Lourenco http-~~-//i146.photobucket.com/albums/r260/Platurno/DSCF5503.jpg Fotografia de Lourenco http-~~-//i146.photobucket.com/albums/r260/Platurno/DSCF5513.jpg Fotografia de Lourenco http-~~-//i146.photobucket.com/albums/r260/Platurno/DSCF5484.jpg Fotografia de Lourenco http-~~-//i146.photobucket.com/albums/r260/Platurno/DSCF5478.jpg Fotografia de Lourenco http-~~-//i146.photobucket.com/albums/r260/Platurno/DSCF5490.jpg Fotografia de Lourenco http-~~-//i146.photobucket.com/albums/r260/Platurno/DSCF5493.jpg Fotografia de Lino http-~~-//i146.photobucket.com/albums/r260/Platurno/DSCF4352.jpg Fotografia de Lourenco
  21. http-~~-//img511.imageshack.us/img511/3579/semttulo21bf7.jpg A azul o parque de S. Roque A vermelho o parque da quinta do Covelo (Fechado) A amarelo o futuro parque da Prelada (privado e acesso pago) http-~~-//img119.imageshack.us/img119/4353/semttulo20rz5.jpg in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=777258&page=2
  22. A partir de Novembro, e durante sete meses, o Solar dos Carneiros, edifício que acolhe o Museu, vai sofrer obras de remodelação e ampliação. Todas as características do edifício original serão mantidas mas, da obra, destaca-se a ampliação para as traseiras do actual edifício, a reestruturação das estruturas existentes e a melhoria das acessibilidades e sistemas de segurança. Esta intervenção vai permitir a definição do que é espaço público, semi-público e privado, uma clarificação possível devido à ampliação do Museu. Será na nova infra-estrutura que irão funcionar os serviços de restauro, arquivo, entre outros, e também uma área semi-pública, de acesso condicionado para investigadores às reservas do Museu, apoiados por uma sala de biblioteca. O novo edifício irá libertar espaço no Solar dos Carneiros, que passará a acolher o espólio organizado cronologicamente, adquirindo, assim, um discurso mais lógico. No entanto, a renovação no Museu não será total, pois espaços como a Capela, a Sala de Visitas e a Cozinha, “herdados” da casa senhorial, serão preservados. O edifício vai passar a contar com um auditório, uma cafetaria, novos espaços para exposições e salas para os serviços educativos, fruto da intervenção que será feita no pátio do Museu, que vai passar a contar com uma cobertura envidraçada, garantindo, assim, a entrada de luminosidade solar. O problema da segurança e das acessibilidades foi uma das razões principais para esta obra. O Solar dos Carneiros é um edifício brasonado, reconstruído na segunda metade do séc. XVIII, e como tal, não se adequava totalmente às suas funções enquanto museu. Pequenos degraus e escadas resultavam muitas vezes em obstáculos para quem visitava o Museu, problema que vai ser agora ultrapassado com a instalação de um elevador e de rampas de acesso entre os dois edifícios. O sistema de segurança será redimensionado, assim como as medidas de controlo e serão criados caminhos de evacuação. A entrada principal para o público continuará a ser na Rua Visconde de Azevedo, onde vai ser instalada uma rampa para melhores condições de acesso. Já o acesso privado será feito através do novo edifício, pela Rua Carlos Alberto. As características do edifício original serão mantidas, sendo que a nível da fachada se procederá à recuperação dos alçados através da sua limpeza e nova pintura, com reparação da caixilharia existente. No sentido de garantir boas condições de isolamento e impermeabilização, as coberturas em fibrocimento vão ser substituídas, assim como o pavimento existente, que será trocado por um que enobreça o espaço, tornando-o mais acolhedor e cómodo. RTP Museu Etnografia e História da Póvoa de Varzim reabre em Fevereiro Póvoa de Varzim, 12 Janeiro (Lusa) - Depois de ter estado mais de dois anos fechado, o Museu de Municipal de Etnografia e História da Póvoa de Varzim vai abrir em Fevereiro, após ter sido alvo de uma longa intervenção que visou a sua recuperação e ampliação, adiantou à Lusa o vereador com o pelouro da Cultura da Câmara local. "A falta de espaço era o principal problema do edifício que foi aumentado, de forma a permitir melhores condições de trabalho, alargar as áreas de exposição e acondicionamento de espólio", justificou Luís Diamantino. O solar dos Carneiros, um edifício do século XVII, onde está aquartelado aquele equipamento, foi ampliado para a zona das traseiras, onde havia terreno disponível, sendo que ao nível da fachada não houve qualquer alteração, apenas foram feitos trabalhos de manutenção. Para além deste novo edifício, as obras abrangeram também o interior do Museu, onde foi implementada uma biblioteca, mais salas de exposição, a reformulação das áreas de reservas para "permitir visitas de historiadores ou de pequenos grupos", disse o vereador. O investimento para esta intervenção foi de um milhão e 200 mil euros, sendo que 54% foi comparticipada pelo Programa Operacional da Cultura (Modernização e Dinamização dos Museus Nacionais) e resultou de uma candidatura da autarquia que, nos últimos 10 anos, viu aprovadas mais de meia dúzia de propostas ligadas à manutenção e animação de edifícios e sítios históricos, num total de dois milhões e 300 mil euros. A Câmara Municipal vai aproveitar o Correntes d` Escritas, que decorre de 11 a 14 de Fevereiro, para cortar a fita ao novo espaço que também servirá para acolher "actividades culturais diversificadas, uma forma de captar mais visitantes". O Museu Municipal da Póvoa de Varzim foi fundado pelo poveiro Santos Graça, um autodidacta, político e etnógrafo e sempre funcionou no Solar dos Carneiros, um edifício brasonado e que foi reconstruído na segunda metade do século XVIII, tendo sido posteriormente adquirido pelo Município em 1974. Em 1985 foi declarado Imóvel de Interesse Público. Ao longo dos vários anos em que esteve a funcionar, o Museu foi acolhendo diversas colecções que foram adquiridas ou oferecidas à edilidade. A maioria do espólio presente naquele espaço tem a ver com as tradições e costumes das gentes do mar e inclui as artes dos pescadores, a faina, os modelos de barcos de pesca e salva-vidas, a religiosidade e as crendices. De resto, uma das peças que mais desperta o interesse dos visitantes é uma Lancha Poveira do Alto, a "Cego do Maio", que tem realizado várias viagens em Portugal, Espanha e França e que vai continuar e exposição numa das salas daquele equipamento. Paralelamente a esta actividade do Museu, situado no coração da cidade, a autarquia vai continuar a "dinamizar os pólos museológicos localizados na Cividade de Terroso e na vila de S. Pedro de Rates", concluiu Luís Diamantino. MYV. Lusa/Fim via http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=618065
  23. Oedifício que está a ser construído nas traseiras da Casa Música, na Boavista, Porto, vai acolher a nova sede da EDP no Norte, apresentando "características inovadoras na área energética". Telas de ensombramento das fachadas com capacidade para captação fotovoltaica, painéis de aquecimento solar e energia eólica na cobertura são elementos que vão marcar o imóvel, numa óptica de "auto-suficiência". Os painéis colocados nas fachadas deverão rodar de acordo com a orientação solar, emprestando um aspecto original ao edifício, cuja inauguração está prevista para o início de 2010, de acordo com as previsões da EDP. "O objectivo é a auto-suficiência energética, prevendo-se que a nova sede Norte venha a ser o primeiro edifício com classificação energética superior", acrescenta a informação da EDP. Chegou a estar prevista a implantação da sede do BPN naquele imóvel, mas o edifício será, então, a sede da EDP. Rui Costa, responsável da Adicais, promotora do empreendimento, explicou que está a ser negociada com a instituição bancária a sua instalação num edifício do mesmo quarteirão (gaveto da Avenida da Boavista com a Rua de 15 de Novembro), que até já está pronto. Sete pisos acima do solo Na nova sede Norte do grupo "irão trabalhar cerca de 700 trabalhadores administrativos". "A concentração de serviços num único edifício permite libertar alguns dos 27 imóveis que o grupo ocupa actualmente na cidade do Porto", explica a empresa. O edifício (um dos dois que compõem o imóvel que tanta polémica deu por causa das vistas do janelão das traseiras da Casa da Música) tem sete pisos acima do solo (seis de escritórios, com 10 mil metros quadrados, e um de comércio, com 1500 metros quadrados) e dois pisos subterrâneos, com 250 lugares para estacionamento, zonas de arquivo e áreas de armazenamento. Voltado para a Avenida da Boavista e para a Casa da Música (cuja imagem poderá reflectir-se nos painéis solares), o prédio terá um "auditório com características técnicas inovadoras", entre outras valências para a criação de "bom ambiente de trabalho". Os trabalhadores da EDP terão direito, então, a espaços de ambiente anti-stress, designadamente SPA, ginásio, salas de leitura, de audiovisual e zonas de restauração, entre outros. Vizinhança por definir "A qualidade e inovação urbanística do imóvel [o projecto é do arquitecto Ginestal Machado], bem como a localização central e junto a um equipamento cultural de referência garantem o reforço da visibilidade e do prestígio da marca EDP", acredita a empresa. Ainda não está definido quem ocupará o outro edifício nas traseiras da Casa da Música, que ficará ligado por uma pala e uma cave à sede do EDP. Esta configuração dos dois edifícios foi a solução encontrada para manter sem barreiras o janelão das traseiras do equipamento cultural. via http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=615580&page=9 "EDP inaugura nova sede no Porto em 2010 A Energias de Portugal anunciou hoje que vai inaugurar em 2010 uma nova sede no Norte do país. Esta será localizada na cidade do Porto, ao pé da Casa da Música. A nova sede, que vai alojar todos os serviços administrativos da empresa e cerca de 700 trabalhadores, vai libertar a maior parte dos 27 edifícios que a EDP tem actualmente na cidade do Porto. "O imóvel, ainda em construção, tem características inovadoras na área energética", refere o comunicado da eléctrica, adiantando que "está prevista a instalação de telas de ensombramento nas fachadas com tecnologia fotovoltaica para produção de energia". Com sete pisos acima do solo – seis de escritórios com 10.000m2, incluindo um auditório, e um de comércio, com 1.500m2 -, edifício tem ainda dois pisos subterrâneos com estacionamento para 250 viaturas, espaço para armazéns e zonas de arquivos." Fonte: Jornal de Negócios online Painéis solares cobrem edifício nas traseiras da Casa da Música O edifício que está a ser construído nas traseiras da Casa Música, na Boavista, Porto, vai acolher a nova sede da EDP no Norte, apresentando "características inovadoras na área energética". Telas de ensombramento das fachadas com capacidade para captação fotovoltaica, painéis de aquecimento solar e energia eólica na cobertura são elementos que vão marcar o imóvel, numa óptica de "auto-suficiência". Os painéis colocados nas fachadas deverão rodar de acordo com a orientação solar, emprestando um aspecto original ao edifício, cuja inauguração está prevista para o início de 2010, de acordo com as previsões da EDP. "O objectivo é a auto-suficiência energética, prevendo-se que a nova sede Norte venha a ser o primeiro edifício com classificação energética superior", acrescenta a informação da EDP. Chegou a estar prevista a implantação da sede do BPN naquele imóvel, mas o edifício será, então, a sede da EDP. Rui Costa, responsável da Adicais, promotora do empreendimento, explicou que está a ser negociada com a instituição bancária a sua instalação num edifício do mesmo quarteirão (gaveto da Avenida da Boavista com a Rua de 15 de Novembro), que até já está pronto. Voltado para a Avenida da Boavista e para a Casa da Música (cuja imagem poderá reflectir-se nos painéis solares), o prédio terá um "auditório com características técnicas inovadoras", entre outras valências para a criação de "bom ambiente de trabalho". Os trabalhadores da EDP terão direito, então, a espaços de ambiente anti-stress, designadamente SPA, ginásio, salas de leitura, de audiovisual e zonas de restauração, entre outros. "A qualidade e inovação urbanística do imóvel [o projecto é do arquitecto Ginestal Machado], bem como a localização central e junto a um equipamento cultural de referência garantem o reforço da visibilidade e do prestígio da marca EDP", acredita a empresa. Fonte: JN, 25 de Abril de 2008 PROJECTO INICIAL http-~~-//img.photobucket.com/albums/v26/Marco77/Projectos_maquetes/bnp1.jpg PROJECTO ACTUAL http-~~-//img298.echo.cx/img298/2559/14696ij.jpg http-~~-//i262.photobucket.com/albums/ii114/fotogista/Porto/edificio_edp_nova_sede.jpg http-~~-//i262.photobucket.com/albums/ii114/fotogista/Porto/edificio_edp_nova_sede_grande.jpg OBRA http-~~-//i262.photobucket.com/albums/ii114/fotogista/Porto/Picture621a.jpg http-~~-//i262.photobucket.com/albums/ii114/fotogista/Porto/Picture611a.jpg http-~~-//i262.photobucket.com/albums/ii114/fotogista/Porto/Picture608a.jpg http-~~-//i262.photobucket.com/albums/ii114/fotogista/Porto/Picture606a.jpg http-~~-//i262.photobucket.com/albums/ii114/fotogista/Porto/Picture599a.jpg http-~~-//i262.photobucket.com/albums/ii114/fotogista/Porto/Picture621b.jpg http-~~-//loveporto.com/edp.jpg http-~~-//i8.photobucket.com/albums/a45/herrmando2/Boavista2/DSC_0008.jpg http-~~-//i8.photobucket.com/albums/a45/herrmando2/Boavista2/DSC_0005.jpg via http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=615580
  24. ACasa de Saúde de Guimarães e o Hospital da Trofa uniram-se e, juntos, vão investir mais de 15 milhões de euros num novo hospital privado, em Guimarães. Este, que será o maior investimento privado na área da saúde na última década, no Minho, deverá abrir as portas ao público no dia 24 de Junho de 2007, por ocasião de mais um aniversário da Batalha de S. Mamede. As obras arrancam ainda antes do Verão. O complexo não servirá apenas o concelho de Guimarães. O hospital pretende operar uma verdadeira revolução na área da Saúde, ao dar, igualmente, assistência aos concelhos de Caldas de Vizela, Fafe, Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Mondim de Basto, Póvoa de Lanhoso, Vila Pouca de Aguiar, Ribeira de Pena e Felgueiras. Segundo o presidente da Casa de Saúde de Guimarães, Teófilo Ribeiro Leite, esta unidade surge com o intuito de vencer as carências existentes em algumas especialidades médicas, bem como para proporcionar a cerca de 370 mil pessoas, um serviço de qualidade quer a nível de atendimento quer de acomodações. A construção do empreendimento, que se destacará pela originalidade da sua volumetria e arquitectura, terá lugar na freguesia de São Tiago de Candoso, local estrategicamente escolhido face à proximidade das novas valências desportivas de Guimarães, como a Pista de Atletismo Gémeos Castro e o Complexo de Piscinas. Com uma extensão de 10 155 metros quadrados, o edifício, que promete ser "amplo, confortável e luminoso", integrará quatro salas de bloco operatório, três salas de maternidade, 34 consultórios e 96 camas. Terá, assim, todas as condições necessárias para que "os pacientes recebam a melhor assistência e para que os profissionais trabalhem num ambiente agradável, que lhes permita proporcionar uma atenção personalizada". Oferta alargada de serviços Contrariamente à maioria dos hospitais privados, face à falta de capacidade de investimento, este não se orientará apenas para o desenvolvimento de actividades ambulatórias e fornecimento de meios complementares de diagnóstico. Intervindo na promoção e prevenção, com passagem pelo diagnóstico e tratamento, a Casa de Saúde de Guimarães e o Hospital da Trofa decidiram investir num hospital de serviço integrado, que prestará assistência a todas as fases da vida. Funcionará em rede com outros equipamentos similares, que, pela proximidade, poderão responder em regime de complementaridade e, deste modo, alargar a oferta de serviços médicos. A longo prazo, espera-se a rentabilidade do projecto, que, segundo Teófilo Ribeiro Leite, será "aplicada em novos benefícios" para a comunidade. "Podíamos ter investido em áreas de menor risco e retorno mais rápido. Mas apostámos na prestação de serviços de saúde de excelência porque é para nós uma questão de princípios e de valores", afirmou. via http://www.oconquistador.com/fotos/91/1106.JPG http://www.oconquistador.com/fotos/91/1107.JPG
×
×
  • Create New...

Important Information

We have placed cookies on your device to help make this website better. You can adjust your cookie settings, otherwise we'll assume you're okay to continue.