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Póvoa do Varzim | Estádio do Varzim Sport Club | An-Arquitectos
JVS replied to Dreamer's topic in Arquitectura
Obras do novo estádio devem iniciar-se até Junho As obras do novo estádio do Varzim, da Liga de Honra de futebol, devem iniciar-se até Junho, revelou hoje à Agência Lusa o presidente do clube, Lopes de Castro. Segundo o dirigente, o arranque dos trabalhos está dependente da aprovação do plano de pormenor dos terrenos do actual estádio - vendidos à sociedade de construções Hagen - na Assembleia Municipal da Póvoa de Varzim. “A aprovação do plano de pormenor em Janeiro é uma promessa da Câmara Municipal, e esgota as questões formais deste processo”, afirmou Lopes de Castro. No entanto, de acordo com fonte do gabinete de comunicação da autarquia, contactada pela Agência Lusa, a próxima reunião da Assembleia Municipal apenas deve decorrer em “Fevereiro ou Março” e não há ainda agenda definida. O estádio, que será construído no Parque da Cidade, terá capacidade para 10.000 espectadores, dois relvados de apoio e um centro de formação integrado, estando a sua construção a cargo da Hagen. Essa é uma das contrapartidas para a venda dos terrenos do velho recinto dos “lobos do mar”, num negócio avaliado em cerca de 29 milhões de euros e que envolveu ainda um sinal de 2,9 milhões de euros e a cedência futura do direito de superfície sobre vários apartamentos e lojas. O arranque das obras estava inicialmente planeado para o primeiro trimestre de 2008, mas a construtora só aceita iniciá-las quando tiver a garantia de aprovação do referido plano de pormenor. A edificação do recinto deve demorar um ano, pelo que o clube mantém a expectativa de o inaugurar em 2010, cumprindo apenas mais uma época no actual estádio, inaugurado em 1945. Lopes de Castro espera também que em Janeiro se proceda à alteração do Plano de Urbanização da Póvoa de Varzim, o que permitirá a construção de uma via no Parque da Cidade, essencial para o acesso ao futuro complexo desportivo. O presidente do clube solicitou ainda uma reunião com a direcção do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), de forma a obter informações sobre uma possível candidatura a fundos comunitários, que os nortenhos tentam efectivar desde Março de 2008. “Insistimos antes de fazer uma exposição por escrito. Não se pode discriminar os clubes que querem criar condições de melhoria dos seus espaços e de formação para centenas de miúdos”, observou. O Varzim pretendia ser contemplado no Programa Operacional Temático Valorização do Território (POVT), que inclui no seu Eixo Prioritário IX (Desenvolvimento do Sistema Urbano Nacional) o apoio a infra-estruturas e equipamentos desportivos. Em Junho de 2008, Lopes de Castro anunciou a intenção dos poveiros em concorrer a verbas do QREN, mas uma fonte do gabinete coordenador do POVT, em declarações à Agência Lusa, pôs essa hipótese de parte. A segunda fase de candidaturas para apoio a infra-estruturas e equipamentos desportivos termina a 31 de Janeiro, pelo que o dirigente quer uma resposta que lhe permita saber “em que eixo pode enquadrar o projecto do Varzim”. in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=609527 -
Leixões | Novo Terminal para Cruzeiros | Luis Pedro Silva
JVS replied to Peter's topic in Arquitectura
NOTICIAS Governo promete concluir plataforma de Leixões no fim de 2010 00h13m CARLA SOARES A Plataforma Logística de Leixões ficará pronta no final de 2010 de forma a acolher as primeiras empresas no início de 2011. Este foi o compromisso assumido pelo Governo, APDL e Refer, no lançamento do projecto. O projecto, apresentado na Administração dos Portos do Douro e Leixões (APDL), em Matosinhos, inclui dois pólos, com uma área dedicada à logística de 60 hectares; a Estação Intermodal (mais 10 hectares); e os acessos ferroviários e rodoviários. Ontem, arrancou a obra de acesso rodoviário ao pólo 1. No calendário, classificado como "ambicioso, mas concretizável" pela secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, segue-se, para o próximo mês de Março, o lançamento do concurso para a escolha da sociedade gestora e atribuição da concessão. E, em Junho, arrancam as obras de acesso ao pólo 2 e da estação intermodal. "Em Setembro de 2009, prevemos escolher a sociedade gestora que terá todas as condições para iniciar as obras logo no início de 2010", aponta Ana Paula Vitorino, notando que, deste modo, as empresas começarão a trabalhar na plataforma no princípio de 2011. Na sua intervenção, o presidente da APDL assumiu claramente aquele prazo. "Dado o avanço do estado de arte dos projectos e licenciamento ambiental, temos como absolutamente plausível a data de Janeiro de 2010 para que o futuro concessionário inicie as suas obras", disse Matos Fernandes, acrescentando que "a Refer e a APDL assumem o compromisso de, no final de 2010, ter concluído as suas intervenções". Ontem, ambas as administrações assinaram um protocolo para a partilha de responsabilidades. O investimento total para a plataforma rondará os 155 milhões de euros. Numa primeira fase (até ao final de 2010), de acordo com Matos Fernandes, deverão ser investidos 113 milhões. O investimento público corresponde a um terço da verba total; aos privados, por sete anos, "caberá investir os 100 milhões de euros restantes". No que toca ao Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC) para 2009, recorde-se que a verba inscrita para a Plataforma Logística é de 50,8 milhões de euros. No compromisso assumido pelas várias entidades, está também a criação de 1600 empregos directos e a fixação de 100 empresas na região. O apoio à competitividade das cadeias logísticas, tanto de importação como de exportação, é um resultado esperado, tal como a criação de novos negócios. "Como objectivos directos da promoção e construção da plataforma encontram-se o aumento do volume de carga do Porto de Leixões e a criação de condições para o aumento do valor intrínseco dessa mesma carga", destacou Matos Fernandes. "Queremos que o Porto de Leixões cresça e se afirme como principal porto do Noroeste Peninsular", apontou, por sua vez, Ana Paula Vitorino. Em seu entender, "está no bom caminho", até porque cresceu 3% na movimentação da carga, num "cenário internacional difícil". Pela Refer, Castanho Ribeiro recordou que "estamos no extremo da Europa e é fundamental uma logística com qualidade, competitiva e fiável". O presidente da Câmara de Matosinhos, Guilherme Pinto, aplaudiu o fim dos "estrangulamentos" nos acessos e da passagem de camiões no centro. E disse que o concelho "é o coração económico da Área Metropolitana do Porto". IN http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=412984&page=2 IMAGENS Novas fotomontagens e renders. Daqui. -
http-~~-//www.dezeen.com/wp-content/uploads/2008/10/eldridge-smerin8.jpg London-based architects Eldridge Smerin have completed a house overlooking Highgate Cemetery, London’s greatest Victorian cemetery. The house has two distinct facades: the side facing the cemetery is mostly glazed, while the street-facing elevation is fabricated from black granite, translucent glass and black steel panels. House, London, UK, by Eldridge Smerin via: dezeen in http://www.dailyicon.net/2008/10/highgate-cemetery-house-by-eldridge-smerin/ http-~~-//www.dezeen.com/wp-content/uploads/2008/10/eldridge-smerin6.jpg House on Swain’s Lane by Eldridge Smerin October 20th, 2008 London-based architects Eldridge Smerin have completed a house overlooking a cemetery in London, UK. The four-storey house replaces one designed by architect John Winter in the 1970’s and uses the footprint of the original building. The house has two distinct facades: the side facing the cemetery is mostly glazed, while the street-facing elevation is fabricated from black granite, translucent glass and black steel panels. The roof features a large rooflight; glass floor panels admit light to the lower floors. Photographs by Lyndon Douglas. http-~~-//www.dezeen.com/wp-content/uploads/2008/10/eldridge-smerin5.jpg The following is from Eldridge Smerin: – House on Swain’s Lane London N6 Inspired by seeing Eldridge Smerin’s Stirling Prize shortlisted house The Lawns, on Highgate Hill in north London, the owner of a nearby house approached the practice about designing a new house on the same site. The existing house dating from the 1970’s was designed by noted Architect John Winter and sat next to Highgate Cemetery, London’s greatest Victorian cemetery. Although the site offered spectacular views over the cemetery, Waterlow Park opposite and the city skyline beyond, replacing a John Winter house is a decision not taken lightly. When Eldridge Smerin had investigated options for either retaining the corroding steel structure or for replacement, it was clear that to restore the Winter house would have required complete reconstruction and would have compromised the greater potential for a new house on such a unique site. The resulting new house is located on the footprint of the existing house. It is set over four floors with a generous proportion of living to bedroom space including balconies, terraces and a sizable sliding glass rooflight enabling the top floor to become an open-air court. The new house is an additional storey higher than the previous one and is conceived with two strongly contrasting faces. To the street a sheer façade of honed black granite, translucent glass and black steel panels set flush to one another echoes the massiveness of the cemetery wall. This gives the house an air of mystery and intrigue whilst also making reference to the monumental masonry of the cemetery. In contrast, the elevations facing the cemetery are largely glazed, suffusing the interior with natural light and washing the fair-faced concrete structural frame and walls with sunlight. Unlike the lower part of the cemetery where people often go to see Karl Marx’s grave, the upper part where the house is located is overgrown and largely unvisited allowing it to act as a stunning backdrop for the spaces within the house. The full height glazing to the perimeter of the house was enabled by the use of flat concrete slabs with long cantilevers back to the four central columns supporting each floor. The concrete supporting internal and external areas was kept separate to provide a thermal break between inside and out. In contrast to the smooth fair-faced finish of the concrete columns and soffits and the smooth stone flooring, the concrete walls facing the street and adjoining property to the north have a strong horizontal pattern from the timber boards used to shutter the concrete. The use of a concrete frame with a high quality exposed finish internally also allows a more sustainable environmental strategy for the house to be developed than the lightweight construction of the original house allowed. The intention was to produce a house with significantly lower energy usage than the original even with an increased floor area. The slow heat response characteristics of the concrete allow the frame to act as an environmental modifier slowing down heat gain in summer and limiting heat loss in winter whilst the form of the house with large glazed openings facing south allow passive solar gain to be maximised during winter months. The use of stone cladding and a green sedum roof system similarly help control temperature fluctuations. The use of concrete as a structure and finish, when sourced from a local plant that uses a proportion of recycled material, helps minimise the embodied energy in the envelope of the house as does the choice of generally natural materials for the internal finishes. Internally a low temperature hot water underfloor heating system is used in conjunction with the thermal mass of the house to maintain comfortable conditions with minimised energy usage. The high natural light levels mean there is little need for artificial lighting during daylight hours whilst all light fittings use low energy lamps. The interior spaces are linked vertically by a series of large areas of clear glass floor panels which filter daylight from the main sliding rooflight down to the entrance area off the street. Full height frameless pivoted doors veneered in bog aged oak separate the living spaces and bedrooms from the main stair. The stair itself has pre-cast concrete treads cantilevered from the concrete walls each side with a clear glass fin to the centre supporting a stainless steel handrail which is resin bonded to the glass. The fin is formed from two four metre high sheets of toughened laminated glass which were craned into position through a slot created in the roof slab. Bathrooms on each floor are lined with white corian and have white marble floors. Eldridge Smerin were also responsible for designing bespoke joinery and furniture throughout the house. Built-in storage is generally in timber behind white lacquered doors but the Music Room on the first floor has a wall of storage units in high gloss black lacquer and side tables in bog aged oak. The second floor Study features a continuous worksurface formed from and supported by clear frameless toughed glass sheets bonded together. Prior to work starting on site John Winter was philosophical about the demolition of the house he had designed, saying that there would be no hard feelings ’so long as the new house was better’. Reviewing the completed house for Architecture Today magazine John Winter was generous enough to say he felt the new house was both better and ‘as near to a faultless building as I have seen for a long time’. Project Credits Architect: Eldridge Smerin ( Nick Eldridge, Piers Smerin, George Dawes, Alison Poole, Amalia Skoufoglou ) Quantity Surveyor: AB Associates Structural Engineer: Elliott Wood Partnership Services Engineer: Mendick Waring Concrete Consultant: David Bennett Lighting Designer: ILS Home Entertainment/Security: SMC Systems Integration Main Contractor: Harris Calnan Posted by Matylda Krzykowski in http://www.dezeen.com/2008/10/20/house-by-eldridge-smerin/
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Lembro-me de ter visto uma serie ou um filme sobre esta operacao e era muito mais interessante... mas na critica referiam numa serie alema... resta saber quando eh ue vao passar na Televisao. Talvez nunca.
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NOTICIAS Nova Sede da Vodafone no Porto "Millennium bcp fecha negócio para nova sede da Vodafone no Porto Os fundos de investimento imobiliário do Millennium bcp finalizaram com a Vodafone o negócio relativo às futuras instalações da operadora móvel no Porto. A empresa vai agora convidar “os mais prestigiados arquitectos portugueses” para a construção do edifício. Filipe Paiva Cardoso filipecardoso@mediafin.pt Os fundos de investimento imobiliário do Millennium bcp finalizaram com a Vodafone o negócio relativo às futuras instalações da operadora móvel no Porto. A empresa vai agora convidar "os mais prestigiados arquitectos portugueses" para a construção do edifício. A nova sede da Vodafone no Porto deverá estar concluída no final do próximo ano, e será erigida em dois lotes de terreno, no cruzamento da Avenida da Boavista com a Rua Correia de Sá, e terá cerca de 3.500 m2 acima do solo. De acordo com o Millennium bcp, o negócio para as futuras instalações da Vodafone incluiu igualmente a compra dos actuais escritórios da empresa liderada por António Carrapatoso. A empresa de telecomunicações pretende para o novo edifício "uma grande qualidade arquitectónica, tanto do ponto de vista funcional como estético" de modo a que seja "um dos mais emblemáticos da própria cidade do Porto". A Vodafone vai lançar um "concurso de ideias" para a sua nova sede (cujo processo de consulta pode ser levantado a partir de dia 6 de Julho) e a data limite para as propostas é 2 de Agosto. " in Jornal de Negócios July 7th, 2006, 02:50 PM LOCAL http-~~-//img.photobucket.com/albums/v706/joao74/porto/vodafone.jpg RENDERS http-~~-//img.photobucket.com/albums/v26/Marco77/Projectos_maquetes/vodafone_02.jpg http-~~-//img.photobucket.com/albums/v26/Marco77/Projectos_maquetes/vodafone_01.jpg OBRA http-~~-//i262.photobucket.com/albums/ii114/fotogista/Porto/Picture353a.jpg http-~~-//i262.photobucket.com/albums/ii114/fotogista/Porto/Picture356a.jpg http-~~-//i262.photobucket.com/albums/ii114/fotogista/Porto/Picture360a.jpg fotografias de Johnny Mass
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Atelier: Saraiva e Associados http-~~-//img.photobucket.com/albums/v26/Marco77/Projectos_maquetes/CONCURSOS/vodafone_001.jpg http-~~-//img.photobucket.com/albums/v26/Marco77/Projectos_maquetes/CONCURSOS/vodafone_002.jpg http-~~-//img.photobucket.com/albums/v26/Marco77/Projectos_maquetes/CONCURSOS/vodafone_006.jpg http-~~-//img.photobucket.com/albums/v26/Marco77/Projectos_maquetes/CONCURSOS/vodafone_008.jpg Atelier: Ideias do futuro http-~~-//img.photobucket.com/albums/v26/Marco77/Projectos_maquetes/CONCURSOS/vodafoneIF_002.jpg http-~~-//img.photobucket.com/albums/v26/Marco77/Projectos_maquetes/CONCURSOS/vodafoneIF_004.jpg http-~~-//img.photobucket.com/albums/v26/Marco77/Projectos_maquetes/CONCURSOS/vodafoneIF_005.jpg via http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=444944&page=4
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http-~~-//www.dailyicon.net/magazine/wp-content/uploads/2008/12/kpmb01dailyicon.jpg The Gardiner Museum is one of the world’s pre-eminent institutions devoted to ceramic art, and the only museum of its kind in Canada. It is also one of the major projects in Toronto’s cultural renaissance. The Gardiner renewal, together with the Royal Ontario Museum across the street and the Royal Conservatory of Music around the corner on Bloor Street West, will form a new cultural precinct for the city. Framed between the neoclassical Lillian Massey building to the north and the Queen Anne-style Margaret Addison Hall to the south, the renewal creates a bolder, more welcoming urban presence for the Gardiner. Inside, the interior is completely transformed to prioritize the display of the museum’s collections and to create a memorable, inviting visitor experience. Gardiner Museumner, Toronto, Canada, by KPMB Architects via: Arch Daily in http://www.dailyicon.net/2008/12/gardiner-museum-by-kpmb-architects/
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http-~~-//www.dailyicon.net/magazine/wp-content/uploads/2008/12/xeros02dailyicon.jpg “I wanted to wrap one material around the entire house—as sort of an architectural lingerie,” explains Matthew Trzebiatowski, about the rusted wire mesh and corrugated steel swathing the exterior of his Xeros Residence in Phoenix, Arizona. In designing under the name the one-bedroom, 2,200-square-foot home for his wife, Lisa, and himself, Trzebiatowski, seized on a lacy, if gritty, mesh to enclose open sitting areas and screen the glazed walls…. “The impulse was primarily aesthetic,” Trzebiatowski says, noting, however, that the wire mesh both cuts the sun’s glare and affords privacy, while the corrugated steel - with insulation, affords warmth when temperatures drop. Xeros Residence, Phoenix, Arizona, USA by Matthew Trzebiatowski, at Blank Studio. More here: dwell Monday, December 29th, 2008 in http://www.dailyicon.net/2008/12/embrace-rust-%e2%80%94-xeros-residence-by-blank-studio/
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http-~~-//www.dailyicon.net/magazine/wp-content/uploads/2008/07/flare01dailyicon.jpg http-~~-//www.dailyicon.net/magazine/wp-content/uploads/2008/07/flare02dailyicon.jpg Flare turns the building facade into a penetrable kinetic membrane, breaking the convention of a buildings surface as a static skin. Computer controlled pneumatic cylinders allow for light and shadow plays across the surface. Flare, by WHITEvoid, for Flare in http://www.dailyicon.net/2008/07/dynamic-architectural-facade-by-flare/
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Dou inicio a um topico sobre materiais e revestimentos.
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Located near the largest park in São Paulo, the Casa Corten site is long and narrow. The facade of the house is made of Corten weathering steel. The dialogue between the rusty texture on the outside and the stone, wood, white mortar and the glass build the space. The front door of the garage is made of vertical wooden strips and opens entirely onto the street. The main entry door to the house is also made of wood and, despite being of a color similar to metallic plates, the texture and the presence of the material itself, distinguishes the suspended steel box of the frontal façade. The back façade is composed of a glass curtain that confers transparency to the opaque steel box and a suspended volume which contains movable wooden brises. The interior walls of the lot are made of Stone. The interior plan for the ground floor is simple: an ample room with a ceiling height of 5.2m and four folding doors that completely open out to the deck and external fireplace, dissolving the limits between interior and exterior; in the living room, a free wooden volume houses the kitchen and utilities program; between this volume and the entrance door there is a staircase that leads to the mezzanine. The mezzanine, on the wooden volume, is a singular area for the home-theater. From here there is another staircase leading up to the third floor, to the private program of the house, the three bedrooms. The master bedroom, in the back, has a wooden panel of brises to filter the light and can remain completely open. Casa Corten, São Paulo, Brazil, by Moarcio Kogan via: + mood in http://www.dailyicon.net/2009/01/casa-corten-brazil-by-marcio-kogan/
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É muito importante, pois as opiniões terão que ser todas tidas em linha de conta durante a Assembleia Municipal. http://bp0.blogger.com/_r4ZL7qCHSk0/Rul95O7ByNI/AAAAAAAAACc/BuaNS_q83Ys/s1600-h/map2.jpg http://bp0.blogger.com/_r4ZL7qCHSk0/Rul95O7ByOI/AAAAAAAAACk/KqkTjijzXD8/s1600-h/map1.jpg Localização. http://bp0.blogger.com/_r4ZL7qCHSk0/RulrfO7ByII/AAAAAAAAAB0/-Ms0mox3lB8/s1600-h/P7240091.JPG Isto parece um viaduto em cima da vegetação do estádio nacional? Será que as autoridades responsáveis por este património Nacional permitiram esta situação? Eu relembro que esta imagem retrata o que pretendem fazer ao único momento em que uma vegetação tão luxuriante toca a foz do rio Tejo virada a Sul. http://bp1.blogger.com/_r4ZL7qCHSk0/Rulrfe7ByJI/AAAAAAAAAB8/9XcxapjKzVw/s1600-h/P7240095.JPG A largura das vias, e as palmeiras nesta imagem, remetem-me para um imaginário nada Português. Fala-se de zonas verdes, mas pelas imagens e plantas, sente-se que são meros passeios ajardinados, canteiros, de dispendiosa manutenção e pobre valor ambiental. http://bp1.blogger.com/_r4ZL7qCHSk0/Rulrfe7ByKI/AAAAAAAAACE/l-hQPWk2htI/s1600-h/P7240096.JPG As vias de circulação propostas não se limitam a sobrevoar as copas dos pinheiros, aqui percebe-se que o que era um território de desporto e lazer para todos, tem como proposta para o futuro passar a ser alcatrão para dar passagem aos privilegiados. http://bp2.blogger.com/_r4ZL7qCHSk0/Rulrfu7ByLI/AAAAAAAAACM/HqQtLbuUHUM/s1600-h/P7240098.JPG Junto à marginal, o que era verde vai passar a ser uma parede de betão com 20m de altura. http://bp2.blogger.com/_r4ZL7qCHSk0/Rulrfu7ByMI/AAAAAAAAACU/Ek_q8r-zSDs/s1600-h/P7240099.JPG Por detrás destas torres, existe a Prisão de Caxias a escassos 50m, penso que esta convivência deve ser estudada com cautela, será que já existe parecer do Ministério da Justiça? Apesar de tudo penso que não será agradável a quem vai comprar casa ter vista para o pátio da prisão. Publicada por Pedro Soares Neves em 9:36 in http://altodaboaviagem.blogspot.com/
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Ilha de Formentera, Espanha | Moradia | Marià Castelló arquitecte
JVS posted a topic in Arquitectura
‘Es Pujol de s’Era’ is a very characteristic tract of countryside in the interior of Formentera, the topography that is nearly flat. The building, a strictly geometrical structure of 12 x 12 metres, nestles between the existing vegetation and a remnant of a traditionally crafted drystone wall. Home/office, Formentera Island, Spain, by Marià Castelló arquitecte in http://www.dailyicon.net/2008/07/a-minimal-house-set-in-scrubland-in-spain/ -
For a site near a forest, where the building is situated has one major drawback: south-western access. In order to avoid the functional collision of the driveway and the garden, the driveway was ‘pushed’ into the ground. This prompted the idea of a driveway leading inside to the the ground floor level, from underneath the building, which became possible thanks to the creation of an inner atrium with the driveway in it. This in turn has made it possible to obtain a new type of house, which is the reverse of an atrial building. The Aatrial House is closed to the inside and open to the surroundings. Aatrial House, Opole, Poland, by Robert Konieczny, for KWK Promes Named “House of the Year” by World Architecture News. in http://www.dailyicon.net/2008/08/house-of-the-year-aatrial-by-kwk-promes/
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Vi o Valquiria. Chego ah conclusao que as melhores pessoas para falarem da historia da alemanha sao os proprios alemaes. Vemos isso nos filme Das Boot, A Queda, Adeus Lenine e Complexo Baader-Meinhof. O resto sao americanices... mas este filme escapa ao rotulo de americanice porem falta qualquer coisa neste filme.
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UK firm pulls off Italian job Future System's Maserati Museum is due for completion in 2009. The museum nestles in the grounds of the turn of the century Enzo Ferrari house in Modena, a submerged, soft blue form appearing to grow out of the surrounding landscape. The house being modest in scale has determined the height of the museum. A vast wall of curved, inclined glass draws you into the space, the curved plane bisected by fins inspired by the radiator of a Maserati. North facing roof lights flood the interior volume with diffused white light. Inside the walls and floor of the museum, rectangular in plan, forms a basin, finished in fine white terrazzo. This strong and embracing space provides the perfect environment in which to display the achievement and finesse of the Maserati collection. http-~~-//static.worldarchitecturenews.com/project/uploaded_files/818_385%20Future%20Systems%20Automotive%20Museum%20Italy.jpg in http://www.worldarchitecturenews.com/index.php?fuseaction=wanappln.projectview&upload_id=818
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Fontana Park Hotel apresentou-se oficialmente à imprensa Cerca de um ano depois de ter começado a funcionar, o quatro estrelas Fontana Park Hotel, na zona do Saldanha, em Lisboa, abriu ontem as suas portas para se apresentar oficialmente à comunicação social, pois segundo Jorge Cosme, general manager da unidade, apesar de o hotel estar a funcionar há cerca de um ano, “nunca tinha sido inaugurado oficialmente”. De acordo com o responsável, a unidade, que é membro da rede Design Hotels, teve no seu primeiro ano de abertura, um desempenho satisfatório, dentro das expectativas, que “eram modestas”, admitiu. Com uma taxa de ocupação a rondar os 30% em Janeiro deste ano, o Fontana Park Hotel foi, ao longo de 2008, procurado essencialmente por grupos, ainda que Jorge Cosme afirme que também as reservas via internet contribuíram para o bom desempenho da unidade. Papel pouco relevante para a ocupação do hotel tiveram os operadores que, segundo Cosme, “não estiveram muito activos neste primeiro ano”. Preferindo não apontar expectativas para 2009, o responsável adiantou ainda que a unidade está também apostada em cativar os lisboetas, uma aposta que passa pelos dois restaurantes do Fontana Park Hotel - Saldanha Mar e Bonsai -, o primeiro especializado em gastronomia mediterrânica e o segundo mais virado para a cozinha japonesa. “Não queremos ser só um hotel para os hóspedes, queremos que também os lisboetas venham usufruir deste espaço”, explicou Jorge Cosme, acrescentando que a unidade tem vindo a desenvolver algumas campanhas de promoção nesse sentido, nomeadamente através de outdoors colocados nos centros comerciais, estando ainda prevista uma campanha radiofónica e, em principio, também na imprensa. Apesar do esforço promocional, o responsável admitiu que os frutos desse trabalho têm sido mais sentidos no restaurante Saldanha Mar, que funciona diariamente ao almoço e jantar, enquanto que o Bonsai tem tido mais dificuldades em cativar o público, “talvez porque se situa dentro do hotel, ao contrario do Saldanha Mar que tem entrada exterior”, explicou. O Fontana Park Hotel foi projectado pelo arquitecto Francisco Aires Mateus e decorado pela designer de interiores Nini Andrade Silva, funciona no edifício que serviu de sede à antiga metalúrgica lisbonense e foi recentemente distinguido pelos European Hotel Design Awards 2008, na categoria Melhor Design de Interiores de quartos e casa de banho. A unidade conta com 139 quartos e suites, jardim de inverno, dois restaurantes, bar e nove salas de reuniões com capacidade para receber até um máximo de 400 pessoas. I.M. in http://www.turisver.com/article.php?id=41471
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Siza garante que projecto para a baixa madrilena é agora pacífico Arquitectura. Medalha de Ouro do Royal Institute of British Architects ser-lhe-á entregue no dia 26 Álvaro Siza afirmou ontem "estar ultrapassado" o longo braço-de-ferro com a baronesa Carmen Thyssen- -Bornemisza, principal opositora ao seu projecto de requalificação do eixo Prado-Recoletos, em Madrid, apresentado a concurso há seis anos, mas em compasso de espera por força da actual crise económica. O arquitecto, que falava à margem da conferência "Ganhar Évora como Cidade de Cultura", disse ainda que o projecto, que deveria avançar este ano, permitirá quer a "descompressão", designadamente viária, daquele eixo fundamental da baixa madrilena quer a "reposição, com base em documentos históricos, do que era aquele espaço". Controverso desde a primeira hora, recorde-se, o projecto (e subsequentes alterações) foi recebido com duras críticas por parte da baronesa, em particular quando Carmen Thyssen-Bornemisza ameaçou transferir o seu museu e se acorrentou a uma árvore em protesto pelo anunciado abate de 600 outras. Olhando o processo em retrospectiva, Álvaro Siza disse acreditar que "o problema básico" residiu, antes, numa "luta política entre o alcalde de Madrid [Ruiz-Gallardón] e a presidente da Comunidade [Esperanza Aguirre]". Relativamente às alterações que o projecto sofreu, o arquitecto - que, no dia 26, receberá em Londres a Medalha de Ouro do Royal Institute of British Architects, em reconhecimento pela sua carreira - reafirmou terem sido feitas "no sentido de se salvarem algumas das árvores que eram derrubadas, mas que eram poucas, não 600". Ao longo destes seis anos, disse, "desapareceram 200 [daquele eixo]", por alegadas razões fitossanitárias.|- M.J.P. com Lusa e RIBA (www.architecture.com) in http://dn.sapo.pt/2009/02/02/artes/siza_garante_projecto_para_a_baixa_m.html Espanha: "Ultrapassadas" divergências no projecto para baixa de Madrid - Álvaro Siza (C/ VÍDEO) Évora, 01 Fev (Lusa) - O arquitecto Álvaro Siza Vieira, responsável pelo projecto para a reforma do eixo Prado-Recoletos, em Madrid, garantiu hoje estarem "ultrapassadas" as divergências com a principal contestatária da reabilitação, a baronesa Thyssen. Évora, 01 Fev (Lusa) - O arquitecto Álvaro Siza Vieira, responsável pelo projecto para a reforma do eixo Prado-Recoletos, em Madrid, garantiu hoje estarem "ultrapassadas" as divergências com a principal contestatária da reabilitação, a baronesa Thyssen. "As questões estão ultrapassadas neste momento", afiançou, defendendo que o seu projecto, que ainda não avançou devido à actual crise económica, vai permitir "descomprimir" o eixo Prado-Recoletos. Segundo Siza Vieira, trata-se do "arranjo" daquele eixo, "muito importante e muito usado" em Madrid, e a intervenção "vai no sentido de o descomprimir e de repor, com base nos documentos históricos, o que era aquele espaço". "Há toda uma série de medidas complementares de descompressão, porque hoje é o grande eixo de distribuição de Madrid", no que respeita ao tráfego automóvel, disse. O objectivo do projecto, de acordo com o arquitecto português, é também o do "repor a qualidade do passeio para os peões", naquelas artérias da baixa madrilena. Apresentado a concurso há seis anos, tendo as obras estado previstas começar este ano, antes da crise económica, o projecto desenhado por Siza Vieira para a autarquia de Madrid foi marcado, praticamente desde o início, pela polémica. Quer o projecto inicial, quer uma versão alterada, foram contestados pela baronesa Thyssen, que chegou a ameaçar levar o Museu Thyssen para outro ponto de Madrid, com menos tráfego automóvel, se a ideia avançasse. A reforma em questão centra-se no eixo das avenidas Prado e Recoletos, duas das principais da capital espanhola e onde estão, entre outros, o Museu do Prado e o Museu Thyssen, dois dos maiores ícones culturais de Madrid. O desenho inicial posto a concurso causou intensa polémica, levando a baronesa Thyssen a acorrentar-se a uma árvore, em protesto contra o corte previsto de árvores e contra a reforma que prejudicaria o Museu Thyssen. O projecto foi também um dos palcos da guerra política entre o presidente da câmara, Ruiz-Gallardón, e a presidente do governo regional de Madrid, Esperanza Aguirre, ambos do PP e apontados como candidatos à sucessão na presidência do partido. "Era dito que iam ser derrubadas 600 árvores e que eram do século XVIII. Simplesmente, um dos elementos da equipa de Madrid descobriu uma fotografia aérea, posterior à Guerra Civil [de Espanha, 1936-1939], em que se via que não havia árvore nenhuma, porque durante a guerra foram destruídas", contou o arquitecto à Lusa. Siza Vieira, que acredita que o "problema básico" em torno do seu projecto foi "uma luta política entre o 'alcalde' e a governadora da região de Madrid", explicou ainda que o seu projecto teve várias alterações, depois de recolhidos contributos durante a fase de exposição pública, nomeadamente no que respeita ao abate de árvores. "Houve modificações no perfil, de pormenor, no sentido de se salvarem algumas das árvores que eram derrubadas, mas que eram poucas, não eram 600", disse, realçando, contudo, que "desapareceram 200 árvores" durante este período. "As pessoas esquecem-se que as árvores também morrem. Houve árvores que estavam velhas e os agrónomos da câmara tiveram que as derrubar, porque estavam a ameaçar queda", sublinhou. RRL/SYM/PF/ASP. Lusa/Fim IN http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/495327
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Lisboa | Novo Museu Nacional dos Coches | Paulo Mendes da Rocha
JVS replied to gigi's topic in Arquitectura
in http://cidadanialx.blogspot.com/2009/02/manifesto-para-manter-o-museu-dos.html -
Cultura e criatividade na Exponor 2009-02-03 Arranca esta quarta-feira, na Exponor, em Matosinhos e decorrerá até ao próxmo dia 8, o Fórum Cultura e Criatividade (FCC09) que pretende promover as indústrias criativas como sector emergente em Portugal. São cerca de 120 os participantes inscritos na segunda edição do Fórum Cultura e Criatividade (FCC09), que se realizará a partir de amanhã e até ao dia 8 de Fevereiro, na Exponor - Feira Internacional do Porto. Trata-se de uma iniciativa que visa reunir o que de melhor se faz no sector cultural e criativo, no nosso país, mostrando "a sua diversidade e potencial para a criação de emprego e riqueza". Participarão várias entidades, desde fundações, companhias de teatro e dança, escritórios de arquitectura e de design, museus, associações culturais e entidades ligadas à música e ao artesanato, à formação e ao ensino. Jorge Cerveira Pinto, consultor externo da Comissão Europeia para avaliação de projectos culturais e director-geral da Agência INOVA (Associação para a Cultura e a Criatividade), que organiza o evento,referiu que o FCC09 apresenta "diferenças relevantes quanto à primeira edição, a de 2008", que se realizou em Lisboa. "A edição de 2008 foi mais um encontro entre agentes culturais e elementos da fileira cultural, enquanto a edição deste ano, terá uma nova vertente, que é a expositiva, que ocupará 8000 metros quadrados nos pavilhões da Exponor, aliada a um forte programa cultural", afirmou. Com este programa cultural, a organização quer suscitar a adesão massiva do público, de forma a que o FCC09 não seja um acontecimento restringido aos agentes culturais e especialistas do sector. Por exemplo, logo a seguir à sessão de abertura terão lugar uma série de debates, subordinados ao tema"Gestão pública e gestão privada na cultura". Manuel Maria Carrilho, ex-ministro da Cultura, o advogado Daniel Proença de Carvalho, Augusto Mateus, ex-ministro das Finanças e Sérgio Figueiredo, administrador-delegado da Fundação EDP, são algumas das personalidades que intervirão ao longo dos debates. Segundo Jorge Cerveira Pinto, o FCC09 contará "com um mais alargado conjunto de actividades, contribuindo para a valorização do sector e dos seus agentes e visando mostrar o seu enorme potencial para a criação de riqueza, emprego e sustentabilidade da Região Norte". Por outro lado, acrescentou que ainda que um dos objectivos do projecto consiste na projecção do evento na Galiza, de forma a torná-la num evento de todo o Noroeste da península. São esperados mais de 20 mil visitantes (entre os quais 4.000 profissionais), e a iniciativa integrará várias actividades, nomeadamente uma sessão especial sobre a "Agenda Cultural para a Europa", numa organização conjunta com o Ministério da Cultura. Os debates previstos envolvem uma grande diversidade e conteúdos, com mais de 100 oradores e a participação de entidades públicas, privadas de Portugal, Brasil Brasil, Macau, Timor, Angola, e Espanha.Será também organizado um Encontro de Bloggers de cultura e/ou criatividade. in http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=1126811
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CALENDARIO CONFERÊNCIAS > Atlantikwall por Alberto Ruiz de Samaniego, Director da Fundación Luis Seoane SALA DE LEITURA DIA 5 FEVEREIRO ÀS 18:00 ENTRADA LIVRE > Thomas Mann e o Nacional-Socialismo por Teresa Seruya SALA DE LEITURA DIA 7 FEVEREIRO ÀS 18:30 ENTRADA LIVRE > O "Caso Jünger" por António Mega Ferreira Leitura de excertos de Sobre as Falésias de Mármore (1939), por Marcello Urgeghe SALA SOPHIA DE MELO BREYNER DIA 14 FEVEREIRO ÀS 17:00 ENTRADA LIVRE EXPOSIÇÃO > ATLANTIKWALL - Arquitecturas bélicas nas praias de Ocidente GALERIA MÁRIO CESARINY 5 FEVEREIRO a 1 MARÇO (INAUGURAÇÃO ÀS 19:00) ENTRADA LIVRE MESA REDONDA > Memórias de Antes, Durante e Depois SALA ALMADA NEGREIROS DIA 6 FEVEREIRO às 21:30 ENTRADA LIVRE Conversa com Edmundo Pedro e Aquilino Ribeiro Machado ÓPERA > Der Kaiser von Atlantis (O Imperador de Atlântida ou a Abdicação da morte), 1944 uma produção Ginásio Ópera PEQUENO AUDITÓRIO - SALA EDUARDO PRADO COELHO DIA 7 FEVEREIRO ÀS 21:00 DIA 8 FEVEREIRO ÀS 16:00 CINEMA > "NOITE E NEVOEIRO"/“NUIT ET BROUILLARD" [1955] de Alain Resnais SALA SOPHIA DE MELO BREYNER DIA 9 FEVEREIRO ÀS 21:00 > "EINLEITUNG ZU ARNOLD SCHOENBERGS BEGLEITMUSIK ZU EINER LICHTSPIELSCENE"/ “INTRODUÇÃO À MÚSICA DE ACOMPANHAMENTO PARA UMA CENA DE FILME DE ARNOLD SCHOENBERG” [1972] de Danièle Huillet e Jean-Marie Straub SALA SOPHIA DE MELO BREYNER DIA 9 FEVEREIRO ÀS 21:00 > “DER JÜNGE TÖRLESS”/"O JOVEM TÖRLESS" [1966] de Volker Schlöndorff SALA SOPHIA DE MELO BREYNER DIA 9 FEVEREIRO ÀS 21:00 > "O OVO DA SERPENTE"/ "THE SERPENT'S EGG" [1977] de Ingmar Bergman SALA SOPHIA DE MELO BREYNER DIA 10 FEVEREIRO ÀS 21:00 > "A SAUDADE DE VERONIKA VOSS"/"DIE SEHNSUCHT DER VERONIKA VOSS" [1982] de Rainer Werner Fassbinder SALA SOPHIA DE MELO BREYNER DIA 11 FEVEREIRO ÀS 21:00 > "A VIDA MARAVILHOSA E HORRÍVEL DE LENI RIEFENSTAHL"/"DIE MACHT DER BILDER: LENI RIEFENSTAHL" [1993] de Ray Müller SALA SOPHIA DE MELO BREYNER DIA 13 FEVEREIRO ÀS 21:00 > "TRIUNFO DA VONTADE"/"TRIUMPH DES WILLENS" [1935] de Leni Riefenstahl SALA SOPHIA DE MELO BREYNER DIA 14 FEVEREIRO ÀS 19:00 PREÇOS 2€ (CADA SESSÃO) 4€ (TODO O CICLO DE CINEMA) LEITURA > Correspondência entre Hannah Arendt e Martin Heidegger (excertos) Apresentação de João Paulo Cotrim com a participação de José Wallenstein SALA SOPHIA DE MELO BREYNER DIA 12 FEVEREIRO ÀS 21:00 ENTRADA LIVRE CONCERTO > Verboten / Nicht Verboten (Proibido / Não Proibido) pela Orquestra de Câmara Portuguesa, direcção de Pedro Carneiro PEQUENO AUDITÓRIO - SALA EDUARDO PRADO COELHO DIA 15 FEVEREIRO ÀS 17:00 PREÇOS Plateia 15€ Laterais 12,5€ Um projecto CENTRO CULTURAL DE BELÉM Consultor JOÃO PAULO COTRIM Comissário da programação de cinema JOÃO LOPES TEXTO 05-02-2009 a 01-03-2009 O NAZISMO E A CULTURA: CONFRONTAÇÕES Entre o auto-de-fé de 10 de Maio de 1933, no qual se queimaram 20 mil livros, e a abertura da exposição Entartete Kunst (Arte Degenerada), em Maio de 1938, situam-se as etapas fundamentais que definem a apropriação e submissão do mundo da cultura ao império do III Reich. A exaltação da música e a perseguição ao pensamento, a “ghettização” dos intelectuais judeus e o fascínio pela arquitectura, a construção de uma ideologia de massas pelo uso dos meios audiovisuais e a subordinação da criação artística aos ditames do poder, são os traços marcantes de um dos períodos mais negros da cultura europeia. Este ciclo aborda algumas das etapas da confrontação entre o nazismo e a cultura e os sinais de resistência que, apesar de tudo, se foram manifestando. in http://www.ccb.pt/sites/ccb/pt-PT/Programacao/Ciclos/Pages/CICLOONAZISMOEACULTURA.aspx?month=2 NOTICIAS CCB: Ciclo "Nazismo e Cultura" inclui ópera, cinema, exposições e conferências (c/áudio) Lisboa, 03 Fev (Lusa) - Filmes, exposições, um concerto, conferências e uma ópera criada num campo de concentração vão ser exibidos a partir de quinta-feira no ciclo "O Nazismo e a Cultura: Confrontações", no Centro Cultural de Belém (CCB). Lisboa, 03 Fev (Lusa) - Filmes, exposições, um concerto, conferências e uma ópera criada num campo de concentração vão ser exibidos a partir de quinta-feira no ciclo "O Nazismo e a Cultura: Confrontações", no Centro Cultural de Belém (CCB). A iniciativa decorre até 01 de Março e estrutura-se sobretudo sobre a ópera "Der Kaiser von Atlantis/O Imperador de Atlântida ou a Abdicação da Morte" (1944), composta por Viktor Ullmann, com libreto de Peter Kien, explicou à Agência Lusa João Paulo Cotrim, consultor do CCB para este projecto. Esta ópera teve a sua estreia em Portugal em versão original e integral em Setembro de 2008 no Convento dos Capuchos, em Almada, no âmbito das comemorações dos 450 anos daquele monumento. Trata-se de uma produção do Ginásio Ópera, com encenação e concepção cénica de João Maria de Freitas Branco, que também traduziu o original em língua alemã, e será interpretada pela Orquestra de Câmara do Ginásio Ópera e pelo corpo de baile Associação Gestos. João Paulo Cotrim recordou que "O Imperador de Atlântida" foi inicialmente escrita por Viktor Ullmann para ser interpretada em Theresienstadt, considerado um campo de concentração "modelo" do norte da Checoslováquia, o que não chegou a acontecer. Devido ao seu carácter antibélico e anti-hitleriano, foi proibida pelas autoridades do campo e os autores - Ullmann e Peter Kien - foram transferidos para Auschwitz, onde foram executados. A ópera narra a história de um homem poderoso que pretende dominar o mundo através da guerra, mas vê os seus planos ameaçados porque até a Morte se recusa a colaborar com ele. "Esta ópera cumpriu na altura o seu papel de questionar uma realidade que a circundava. No caso, a horrível realidade do regime nazi", salientou João Paulo Cotrim sobre a obra e o seu papel histórico e cultural. A partir desta ópera "tentou-se estruturar um ciclo com várias linguagens e perspectivas, com momentos musicais, conversas, conferências e uma exposição de fotografias sobre arquitectura". O ciclo começa com a conferência "Atlantikwall", por Alberto Ruiz de Samaniego, director da Fundación Luis Seoane, pelas 18:00, na Sala de Leitura do CCB. Uma hora mais tarde é inaugurada a exposição "Atlantikwall - A Arquitectura do Medo", criada por José Froján e Maria Fernández Rebullido, também da Fundación Luis Seoane, com 33 fotografias de edificações em betão armado criadas entre 1941 e 1944 pelos exércitos de ocupação do III Reich desde a Escandinávia até aos Pirinéus. Nas conferências, o público poderá ouvir Teresa Serudya sobre "Thomas Mann, uma voz dissidente", António Mega Ferreira, sobre "O Caso Jünger", leitura de correspondência entre Hannah Arendt e Martin Heidegger, sobre a relação entre a intelectual judia e o filósofo alemão que manteve um estreito contacto com o regime nazi. No âmbito do ciclo, a Orquestra de Câmara Portuguesa tocará a 15 de Fevereiro "Verboten/Nicht Verboten" (Proibido/Não Proibido), interpretando obras de Hartmann, Strauss, Klein, Wagner e Haas. Um ciclo de cinema atravessará o evento com a exibição de seis filmes que percorrem um período desde 1955 até 1993, desde "Noite e Nevoeiro", de Alain Resnais, "O Ovo da Serpente", de Ingmar Bergman (1977), "A Vida Maravilhosa e Horrível de Leni Riefenstahl", de Ray Müller (1993), e "O Triunfo da Vontade", película histórica da polémica realizadora Leni Riefenstahl (1935). Este ciclo é comissariado pelo crítico de cinema João Lopes. AG. Lusa/Fim in http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/495601 CCB: Nazismo pode voltar - João Paulo Cotrim Lisboa, 03 Fev (Lusa) - O ciclo "O Nazismo e a Cultura: Confrontações", que começa quinta-feira no Centro Cultural de Belém (CCB), servirá para levantar junto do público questões como: "a cultura pode ajudar a livrar-nos dos totalitarismos?". Lisboa, 03 Fev (Lusa) - O ciclo "O Nazismo e a Cultura: Confrontações", que começa quinta-feira no Centro Cultural de Belém (CCB), servirá para levantar junto do público questões como: "a cultura pode ajudar a livrar-nos dos totalitarismos?". Esta é uma das interrogações lançada pelo consultor do ciclo, João Paulo Cotrim que, em declarações à Agência Lusa, sublinhou a importância de reflectir sobre uma realidade histórica "da qual, infelizmente, não estamos livres de nos voltar a acontecer". Filmes, uma exposição sobre a arquitectura nazi, um concerto, conferências e uma ópera criada num campo de concentração, vão ser apresentados no âmbito deste projecto do CCB que decorre até 01 de Março. Sobre a forma como lidaram as figuras da cultura alemã durante o regime nazi, João Paulo Cotrim citou os casos de criadores que combateram o regime, como Viktor Ullmann e Peter Kien, que acabaram por ser executados, e, por outro lado, da polémica actriz e realizadora Leni Riefenstahl, cujo génio foi considerado crucial para a ascensão do regime. "Quando a cultura é dominada pela política, deixa de ser cultura e passa a ser propaganda?", é outras das questões que o consultor do ciclo considera que deve ser suscitada e debatida. Por outro lado, comentou que talvez este tenha sido o momento histórico em que a cultura terá perdido a inocência: "aqui se verificou como uma nação com um povo culto ficou na histórica como palco de uma barbárie. Afinal, um homem culto poderia ser, ao mesmo tempo, apreciador de Schumann [compositor] e dar ordens para queimar seres humanos". "Além do extermínio de seres humanos, é assustador como um país culto consegue destruir parte do seu património por um determinado delírio", comentou ainda sobre os 20 mil livros queimados e outras obras de arte como escultura e pintura destruídas por serem consideradas degeneradas. Questionado sobre o impacto do regime na cultura portuguesa na época, João Paulo Cotrim observou que, apesar do nazismo ter contribuído para um fechamento cultural na Alemanha, em Portugal "pode ter contribuído para uma abertura devido ao cosmopolistismo que se viveu, sobretudo na capital". Com a posição simpatizante do regime mas oficialmente neutra de Salazar, Lisboa foi ponto de passagem de milhares de pessoas fugidas ao regime nazi. O ciclo "O Nazismo e a Cultura: Confrontações" inclui a apresentação, a 07 e 08 de Fevereiro, da ópera "Der Kaiser von Atlantis/O Imperador de Atlântida ou a Abdicação da Morte" (1944), composta por Viktor Ullmann, com libreto de Peter Kien. A Orquestra de Câmara Portuguesa tocará a 15 de Fevereiro "Verboten/Nicht Verboten" (Proibido/Não Proibido), interpretando obras de Hartmann, Strauss, Klein, Wagner e Haas. Um ciclo de cinema atravessará o evento com a exibição de seis filmes que percorrem um período desde 1955 até 1993, desde "Noite e Nevoeiro", de Alain Resnais, "O Ovo da Serpente", de Ingmar Bergman (1977), "A Vida Maravilhosa e Horrível de Leni Riefenstahl", de Ray Müller (1993), e "O Triunfo da Vontade", película histórica da polémica realizadora Leni Riefenstahl (1935). AG. Lusa/Fim in http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/495600
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OASRN: concurso público do Parque de Ciência e Tecnologia é “inaceitável” A Secção Regional do Norte da Ordem dos Arquitectos (OASRN) enviou um comunicado aos seus membros onde afirma que o “Concurso Público para a elaboração do projecto de execução do loteamento e três edifícios do Parque de Ciência e Tecnologia de Vila Real”… …promovido pela Associação para o Desenvolvimento do Régia Douro Park, é “inaceitável”. “A prática profissional da Arquitectura não se coaduna com prazos de nove dias para desenvolvimento de projectos definidos com o rigor expectável de um Estudo Prévio”, criticam. A OASRN acrescenta que a tipologia de “Concurso Público” não é o procedimento adequado para a contratação de projectos ou planos, no domínio do ordenamento do território, do planeamento urbanístico e da arquitectura. A Câmara Municipal de Vila Real afirmou, em comunicado, que reconhece “toda a legitimidade” à OASRN, mas adianta que compete à Associação Régia Douro Park, da qual faz parte, escolher “os procedimentos que sejam mais adequados a cada caso em concreto”. “Escolheu outra via, no estrito cumprimento do Código dos Contratos Públicos, que foi o concurso público para aquisição de serviços, englobando num único procedimento a selecção e contratação da aquisição de serviços destinada à sua concretização”, explica a autarquia. Ao declarar este concurso como “inaceitável”, a OASRN estabelece que “os Membros da Ordem dos Arquitectos não devem, em qualquer circunstância, apresentar-se como concorrentes ao referido concurso”, sob pena de poderem ser aplicadas as consequências disciplinares. Para a autarquia, esta atitude da OASRN lesa “profundamente os interesses da associação e dos próprios associados”. A OASRN considera ainda que não estão salvaguardados “os Princípios da própria actividade profissional da Arquitectura, nem tão pouco os Princípios da efectiva Concorrência e da Defesa do Interesse Público”. A autarquia vila-realense critica as “acusações levianas a quem decide de outra forma, cumprindo o Código” e reafirma que a solução encontrada garante a submissão à concorrência do tipo de prestação de serviços preconizados no concurso. A juntar às demais críticas, a OASRN também não reconhece no Júri “habilitação profissional que lhe permita, com rigor e exactidão, a aplicação de métodos de avaliação preconizados para esta tipologia de concursos”. Recorde-se que o Parque de Ciência e Tecnologia, que deverá ficar localizado junto ao nó de Constantim da Auto-estrada 24, vai dedicar-se ao desenvolvimento do sector agro-industrial e ao incremento de novas práticas e tecnologias nas áreas do Ambiente, Paisagem, Biotecnologia, Ciências Florestais e Veterinárias. Dada a proximidade geográfica da Região Demarcada do Douro, poderá focalizar-se, num primeiro momento, no sector do Vinho e da Vinha, uma área de intervenção que não está contemplada na actual rede de Parques de Ciência e Tecnologia. A Associação para o Desenvolvimento do Regia Douro Parque é constituída pelas autarquias de Vila Real, que subscreve 72% do capital social, e Bragança, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Instituto Politécnico de Bragança e PortusPark - Rede de Parques de C&T e Incubadoras. Sandra Borges in http://www.noticiasdevilareal.com/noticias/index.php?action=getDetalhe&id=4913
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Venho por este meio comunicar que as mensagens que não tinham relação directa ou que estavam a prejudicar o tema em debate foram movidos para a Lixeira. As mensagens que foram movidas nao cumpriam o seguinte ponto das Regras e condições de utilização do fórum Arquitectura.pt. Como também não cumpriam o objectivo principal do fórum: Se os utilizadores visados quiserem as suas mensagens de volta enviam o pedido por MP ao Administrador, Connecty, com os respectivos motivos e razoes. O seu caso serah analisado pela Equipa de Moderação. Com os melhores cumprimentos, Equipa de Moderação.
