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Olá, O Arquitectura.pt decidiu introduzir um novo campo opcional no perfil de cada membro: Nome Verdadeiro. Desta forma, cada membro poderá identificar-se (ou não), permitindo que as conversas se tornem mais pessoais sabendo o nome de cada um. Ao preencher este campo, torna-se possível procurar os membros também pelo seu Nome para além de todos os outros campos já disponíveis. Aproveitamos a ocasião para relembrar que todos os membros já registados poderão preencher este novo campo acedendo ao seu perfil: Editar Perfil Abraços :)
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Já está disponível para consulta o tema da próxima semana - Urbanismo. Abraços. :)
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ADOC Europan 7, Évora A cidade já não se resume a um centro urbano, mas a um conjunto de centros de diversidade urbana, que carecem de denominadores comuns. Outrora o núcleo histórico constituía o espaço preferêncial da grande urbe, eleito como o local que reunia todas ou grande parte das condições necessárias para daí emergir uma comunidade social, o embrião de uma cidade. É um lugar cheio de hitória e estórias com o qual nos identificamos e que têm a capacidade, de construir memória e transportar com eles tempo , amadurecendo e solidificando a sua existência. Ter consciência de que a memória e a cultura constroem cidade é importante, mas tê-las como factor de ordenamento não pode constrangir a evolução dos novos mundos. Os grandes sentidos de evolução urbana têm como motor a ecónomia, mas a falta de ordenamento e a necessidade de velocidade de resposta sobrepõe muitas vezes os valores económicos aos valores sociais. É fundamental uma reinterpretação da identidade cultural nos moldes da realidade em que vivemos, para que esta possa existir na evolução da cidade como seu fio condutor. Para que a emoção não seja um elemento castrador é necessaria a leitura da génese do sentimento e “reduzi-la” a um adjectivo, a uma recordação de infância, para que o nosso imaginário e o processo criativo possa evoluir despreconceituadamente. E sem preconceito se trabalha o peso, a gravidade, a massa. Massa que confina, que encerra espaços (vazios), espaços que acabam por se definir como matéria. Os espaços vazios definidos pela massa transformam-se num material cheio de energia que é fruto do encontro entre dois elementos dominantes na arquitectura - o espaço enquanto vazio e o espaço enquanto matéria, tal como nas palavras da escritora Marguerite Yourcenar, “todo o silencio é feito de palavas que não foram ditas”. É nesse vazio que é matéria e que é espaço, nessa energia apaixonante das construções do Alentejo, que se define o denominador comum. É na procura da massa e das tensões que ela gera que encontramos a inovação espacial, uma tipologia de aparentes acasos e resoluções escultóricas que se baseiam e se fundamentam na funcionalidade e no modo de vida actual. Para que viva, esta ressonância do volume não é apenas um resultado formal mas uma resposta a necessidades que lhe dão escala, usos e humanidade. Este sentido de construção monta e desmonta tipologias numa interacção constante entre massas, que por um lado definem e por outro lado albergam espaço, num jogo de negativos e positivos. As casas resolvem-se a nivel físico e social na sua relação com a envolvente, na constituição de um volume negativo e na sua expansão para o exterior, bem como na adjacência desses volumes, que desenham a unidade do edifício numa franca relação de rua e cidade. Agredecemos a colaboração de ADOC.
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Monitor 17'' ? Será mesmo essencial um computador tão grande?
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Espero que esta discussão mantenha o nível adequado e o respeito mútuo. Aguardaremos a publicação do projecto. Abraços
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"Saipal o pao da Cidade" Pancho Guedes The Saipal Bakery was the headquarters and factory of the Lourenço Marques Baker's Co-operative They called themselves Saipal o pao da Cidade - The Bread of the City. The building was designed around the machinery layouts supplied by the German manufacturers of the ovens and other equipment. Unfortunately the machines did not know how to make Portuguese bread and refused to be adjusted to do so. The bakers fought amongst themselves and Saipal soon fell apart. In its early days Saipal had a powerful symbolic charge - the bakers loved it and explained often how marvellous it was that I had made their building in the shape of a huge Portuguese bread. All the bread cupboards in their various depots throughout the city had superimposed cutouts of the elevation in wood riding the top shelf. I had not been thinking of a Portuguese bread loaf. The section has been generated out of two parabolic arches worked on over and over again together with an engineer, so that the arches would only need very little reinforcement and theoretically none. The best part of Saipal is the lateral courtyard which resulted from the provision for future expansions of the factory area for Saipal to make biscuits when it was not making bread. The intersection of the arches and pillars resulting from a careful analysis of the loads became monumental personages seeming to step away from the rest of the building transfixed by a shaft of emptiness where neutral zone is. The recent Red Model of three bays of Saipal where the partial section turns into the full section exaggerates the idea of the building. It is a better and more perfect building than the temporary bakery and it is also an instant ruin. It is the son of Saipal built 25 years after the first Idea, and it makes it clear why I dismissed any sort of chronology long ago. Fonte: http://www.guedes.info :)
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Explica lá melhor o funcionamento desse "ambiente de trabalho"... Gostei da ideia.. Abraços :)
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É raro exporem projectos de arquitectura neste tipo de superfícies... Pelo que me foi enviado e tive oportunidade de ver, deixa muitas dúvidas no que toca à Arquitectura... Abraços
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Seminário de Encerramento do INOVADOMUS® - Projecto Casa do Futuro Aveirodomus – Associação para o Desenvolvimento da Casa do Futuro A 24 de Maio de 2007 e dois anos após o início do Projecto, a AveiroDomus promove o Seminário de Encerramento do INOVADOMUS® - Projecto Casa do Futuro, pelas 16h30, no Parque de Exposições de Aveiro. Neste seminário, será apresentada pelo Gestor do Projecto, o Prof. Doutor Jorge Alves, uma visão retrospectiva dos resultados alcançados até à data com o desenvolvimento do InovaDomus®, e pelo Presidente da Associação, Engº António Oliveira, uma visão prospectiva da actividade da Associação que incluirá a construção da Casa do Futuro no campus univers! itário de Aveiro. Mais detalhes em: www.aveirodomus.pt Fonte: OASRN
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Colóquio | “A Cidade como Arquitectura” 17 de Junho (Domingo), 21h30 Local | Auditório de Serralves, Porto Com a reedição do livro de Nuno Portas "a cidade como arquitectura" de 1961, Livros Horizonte, a Ordem dos Arquitectos-SRN organiza em Serralves um debate/apresentação do livro com 4 gerações a debruçarem-se sobre a sua importância e significado: Pedro Bandeira, Nuno Grande, Francisco Barata, Gonçalo Byrne e Nuno Portas. Entrada livre. Esta sessão integra-se nas Extensões da Trienal Internacional de Arquitectura de Lisboa 2007: www.trienaldelisboa.sapo.pt/ Fonte: OASRN
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Conferências _ Em Trânsito Hermann Czech [Áustria] 27 Maio 2007, Domingo, 21h30 [alteração de data] Casa da Música - Terraço Entrada livre Jamie Fobert [inglaterra] 04 Junho 2007, Segunda-feira, 21h30 Casa da Música – Terraço Entrada livre A conferência será em inglês, sem tradução Nota: Estas conferências podem contribuir para completar as 8 horas de formação avulsa para estagiários previstas no âmbito do Novo Regulamento de Inscrição na Ordem dos Arquitectos. Estas conferências integram-se nas Extensões da Trienal Internacional de Arquitectura de Lisboa 2007: www.trienaldelisboa.sapo.pt/ Fonte: OASRN
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De facto, um erro fatal... :)
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Já que estamos numa de Ambientes de Trabalho, aproveito para mostrar o que eu uso de vez em quando no portátil... De tempo a tempo mudo a cor e a frase... :)
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e-studio Cobertura das Ruas Ferreira Borges e Visconde da Luz, Coimbra . 2006 Monumentos Todo o contínuo da Rua Ferreira Borges e Visconde da Luz está inserido, pelo IPPAR, na Zona Especial de Protecção ao Centro Histórico da cidade de Coimbra. No perímetro destas duas vias podemos encontrar classificados como Monumentos Nacionais a Igreja e o Mosteiro de Santa Cruz, a Igreja de Santiago, a muralha, a Torre e o Arco da Almedina, ou como Imóvel de Interesse Público o edifício do Chiado. Além deste edificado isolado, não nos deixou insensível a coerência da imagem urbana das frentes de rua ou as qualidades de espaços como a Praça do Comércio ou a Praça 8 de Maio. Foi com consciência destes valores patrimoniais que se desenvolveu uma proposta que, assumidamente e como forma de salvaguarda, não interfere na leitura das fachadas dos edifícios citados. Além disso, o desenvolvimento de um novo espaço público à cota da Praça 8 de Maio (antigo Largo de Sansão) vem desafogar os edifícios da Igreja de Santa Cruz e da Igreja de São Tiago, vítimas dos aluviões do rio Mondego. Potenciam-se as relações destes monumentos com a envolvente urbana, como oportunidade para uma intervenção de carácter dignificante, como foi a descida de nível da Praça 8 de Maio num passado mais recente. Património Mundial A Universidade implanta-se há mais de sete séculos no topo da colina da Alta, num núcleo definido de edifícios dedicados ao ensino e à investigação, que no final do século XVI transitaram da posse da Coroa para a própria instituição universitária. Com um panorama excepcional sobre a envolvente, o lugar desta estrutura educativa identificou-se até ao século XX como o próprio centro da cidade, e imprimiu uma marca indelével no skyline de Coimbra. Talvez por influência humanista, no prosseguimento do protótipo de um campus renascentista, D. João III desenvolve o projecto de construção de um novo pólo universitário na envolvente do Convento de Santa Cruz, no que havia de ser a Rua da Sofia, inserido no contexto da transferência da universidade de Lisboa para Coimbra em 1537. Passados seis anos, todo o ensino superior é mudado para o Paço Real na Alta. Dos colégios da Graça, do Carmo, do Espírito Santo, de São Boaventura, fica apenas o Colégio das Artes como instituição de ensino propedêutico. A estrutura das Ruas Ferreira Borges e Visconde da Luz encontra-se, precisamente, na charneira entre estes dois núcleos universitários, apresentados em 2004 como candidatura na UNESCO a Património Mundial. Baseia-se esta classificação em critérios que pretendem salvaguardar bens tangíveis de conteúdos culturais, exemplos de edificado relacionado com períodos particulares da história e valores urbanísticos que são inerentes ao desenvolvimento da própria universidade. Neste sentido, a área em estudo faz parte da Zona Tampão de protecção ao património candidatado, pelo que é uma intenção prioritária do nosso projecto a não interferência da cobertura das ruas na leitura da paisagem da cidade, sem interferir no cenário da acrópole da Alta ou do enfiamento perspectivo da Rua da Sofia. Proposta O Programa Preliminar não aponta explicitamente para uma cobertura elevada, nem ao nível das cérceas dos edifícios confinantes, nem à cota do primeiro ou do segundo piso. Não sendo excluída uma solução que implique que a cobertura das Ruas Ferreira Borges e Visconde da Luz seja constituída pelo seu próprio pavimento, resta-nos apresentar uma proposta que, de uma forma ou de outra, contribua para a promoção do comércio, dinamize a vivência do centro histórico, mas também respeite os valores patrimoniais presentes e sustente uma gestão consertada de um sítio classificado como Património Mundial. A galeria enterrada, que precorre todo o espaço sob as Ruas Ferreira Borges e Visconde da Luz, estende-se do Largo 8 de Maio ao estacionamento na Praça da Portagem, sobrepondo-se a um dos eixos pedonais com mais energia no quotidiano da cidade, entre a Rua da Sofia e Santa Clara. Entrando-se de nível pela cota da Igreja de Santa Cruz, a primeira comunicação vertical que encontramos, por escada, liga-nos ao entroncamento com a Rua do Corpo de Deus. Quase paralelamente, na fronteira poente, uma suave rampa eleva-nos à cota da Praça do Comércio, por uma circulação marginal às escadas de São Tiago. A ligação ao arco da Almedina, elemento que pontua esta rua, tanto pelo seu carácter simbólico, como pela marcação do momento de entrada no casco muralhado da cidade, é efectuada por um elevador apoiado num núcleo de escadas, que continua a direcção da descida do Quebra -Costas. Na própria galeria, o momento de passagem pelo arco da Almedina é marcado pela abertura de um vão de grandes dimensões que dá espaço às circulações verticais. Já na outra extremidade da Praça do Comércio, no enfiamento da fachada da Igreja de São Bartolomeu, é aberta a última comunicação perpendicular a esta galeria. Ocupando quase toda a dimensão da secção deste espaço, que diminui de dimensão na proporção da largura da rua, fica uma escada mecânica e uma escadaria convencional que conectam a cota baixa ao Largo da Portagem. Como foi referido, sob esta praça, fica um estacionamento dividido por dois pisos, e com acesso pedonal directo pela Rua dos Gatos. Ficha Técnica: Lugar: Ruas Ferreira Borges e Visconde da Luz Tipo: Espaço Público Engenharia: José Pedro Venâncio, Betar Estudos e Projectos lda [estruturas]; Fernando Fonseca, Energia Técnica lda [instalações eléctricas, mecânicas e segurança] Equipa: João Ferrão, João Costa Ribeiro, com Madalena Atouguia, Sónia Oliveira e Sílvia Merca Promotor: Câmara Municipal de Coimbra Concurso limitado por prévia qualificação: Dezembro de 2006 Agredecemos a colaboração do e-studio.
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OTO Arquitectos Marina do Funchal O projecto surge como a extensão dos “plateaux” ajardinados existentes ao longo da Ilha do Funchal, criando zonas de permanência na cobertura dos edifícios, como um prolongamento dos jardins da Avenida do Mar. Os eixos destes jardins também são prolongados através de escadas que proporcionam uma clara ligação visual entre esta Avenida e a Marina do Funchal. Agredecemos a colaboração de OTO Arquitectos
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OTO Arquitectos Sede do Parque Natural do Fogo, Cabo Verde . Em execução (1º Prémio do Concurso) O conceito é estender a zona vulcânica assim como as varias espécies existentes no Parque Natural do Fogo para a zona da nova sede administrativa, convidando os visitantes e locais a descerem até a cota inferior, de uma forma suave, através de percursos pedonais desenhados criteriosamente entre pedras vulcânicas. Agredecemos a colaboração de OTO Arquitectos
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OTO Arquitectos Capela - Parque Natural do Tejo Internacional . Rosmaninhal . Em execução Pretende-se que a capela seja sobretudo um estimulo à meditação. O novo volume é desenvolvido dentro da ruina, interrompendo a comunicação com a paisagem, criando assim um mundo paralelo que, convida ao recolhimento e reflexão. Agredecemos a colaboração de OTO Arquitectos
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Olá rui, Bem vindo ao Arquitectura.pt Espero que possas contribuir com a tua opinião e sugestões. Abraços
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O livro que referem é: Objectos + Arquitecturas João Santa-Rita - Estar Editora ISBN: 9728095708 Alguns dos esquissos do livro: Abraços
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Olá malaise, Tal como vem mencionado no Regulamento do Concurso, apenas é exigido o tamanho máximo de 1000x1000 pixels com uma resolução superior a 150dpi ou 32bits). http://www.arquitectura.pt/forum/f115/regulamento-concurso-espacos-habitaveis-do-arquitectura-pt-5870.html Boa sorte. :)
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[Projecto] Faculdade de Engenharia . Guimarães _ JSTC & Associados
3CPO replied to 3CPO's topic in Arquitectura
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Aproveito este tópico para deixar uma imagem bastante pertinente e ao mesmo tempo engraçada: http://img525.imageshack.us/img525/9287/21424591141e55b96mp7.jpg :)
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Num edifício de habitação na Holanda ( [ver aqui]) um dos moradores do 32º andar queixava-se do tempo de espera do elevador durante as primeiras horas do dia ... os hórarios eram todos bastante semelhantes e isso originava tempos de espaera entre 10 a 15 minutos... Há que ter em conta as situações que permitem uma melhor utilização desse tipo de sistema de parqueamentos... :)
