Jump to content

3CPO

Colaboradores
  • Posts

    3813
  • Joined

  • Last visited

  • Days Won

    9

Everything posted by 3CPO

  1. Intervenções na Cidade - Antiga Fábrica de Gás da Matinha – Lisboagás Sofia Brogueira Henriques http://img525.imageshack.us/img525/2113/ic009gas11401b44es8.jpg http://img525.imageshack.us/img525/7169/ic009gas21408548ps3.jpg A proposta: TRANSPARÊNCIA – UMA QUALIDADE A PRESERVAR As estruturas dos gasómetros – esbeltas e delicadas, hoje “volumes sem massa” – são construções excepcionais, desmaterializadas e incompletas. O olhar atravessa as estruturas e tem como plano de fundo o Céu e o Rio. As malhas estruturais finas dos gasómetros sobrepõem-se e surgem com maior clareza contra um fundo de cor sem forma definida. Torna-se então importante garantir que o espaço à volta dos gasómetros permaneça livre, para que esta capacidade de “serem atravessáveis pelo olhar” não desapareça. Propõe-se então a construção dos vários equipamentos apenas ao nível do piso térreo e nos limites do terreno, constituídos de uma matéria sólida e opaca, distinguindo-se das estruturas esbeltas dos gasómetros. SUSTENTABILIDADE – USOS E ACESSIBILIDADES Pela sua dimensão e escala, os gasómetros tornam-se uma referência no imaginário colectivo e são parte da identidade da cidade. Hoje à margem da vida da cidade, torna-se imperativo resgatar este espaço para a cidade e, acima de tudo, dar-lhe um uso colectivo, público e social, que possa pôr em evidência o passado industrial ligado, outrora, à sustentabilidade da cidade. PADRÕES DE USO SUSTENTÁVEL DO TERRITÓRIO Pretende-se então que este território dê resposta à carência de equipamentos públicos existente na envolvente próxima, que se está a tornar cada vez mais de carácter residencial. Apesar de encontrarmos no Parque Expo uma enorme concentração de equipamentos de excepção, a falta de equipamentos públicos de uso quotidiano é prova do “incompleto”/”mau” funcionamento interno desta parte da cidade. Assim, a proposta prevê para esta área um espaço de carácter colectivo que possa ser suportado e suporte de uma envolvente sobretudo habitacional tornando-se parte de um sistema urbano articulado. PROGRAMA: USO EFÉMERO — GASÓMETROS que funcionariam como suporte de usos efémeros de excepção: concertos, exposições, teatros, espectáculos, desfile, palestras, (etc.) e permanentemente como Miratejo. USO PERMANENTE — MURO que alberga as actividades de uso quotidiano: ginásio/balneários, creche/brincatório, centro-dia/centro de convívio, alguns espaços para ateliers, cursos, conferências e equipamento de apoio (wc, arrumos), zonas administrativas e estacionamento. O que disse o júri: Pela apropriação do espaço da antiga Fábrica de Gás da “Matinha”, espaço que, de facto, parece carecer de intervenção, pelo modo como requalifica e potencia as suas formas industriais, pelo seu programa de carácter social e modo como propõe compatibilizar actividades de carácter efémero, pela qualidade das imagens que comunicam a proposta. Contributo para uma reflexão: Uma grande estrutura industrial apropriada para um uso lúdico é a provocação lançada por Sofia Brogueira Henriques. Tornar um espaço hostil à escala humana em palco para encontros improváveis, abertos a uma vivência que lhe julgaríamos impossível. A proposta fica também como pergunta: pode a cidade regenerar-se partindo de não-lugares pré-existentes, dando lugar a outras formas de existência urbana mais plena de vida? Fonte: Blog _ Trienal de Lisboa
  2. Intervenções na Cidade – Largo Duque do Cadaval/Lisboa Pedro Alexandre Duarte da Gama Dias http://img525.imageshack.us/img525/2518/ic008cadaval113ca835kl7.jpg http://img525.imageshack.us/img525/3156/ic008cadaval213cb583lo0.jpg A proposta: A proposta visa se enquadrar no Plano de Reabilitação da Baixa Pombalina, enquanto contributo para a discussão pública em torno do mesmo, em particular nos motivos pelos quais este espaço, com características únicas na cidade, não se encontra incluído em qualquer das suas respectivas Unidades Operativas de Reabilitação (UOR)... (?) O Largo do Duque do Cadaval, ainda que situado no coração da Baixa (na confluência de 6 importantes praças, cada uma delas com o seu edifício ou monumento referência...ver dossier A4), há muito que caiu no “vazio do esquecimento”... É um espaço de transição, de passagem, desprezado, não referenciado, frequentado essencialmente por turistas que utilizam a Calçada do Duque nas suas deslocações entre o Bairro Alto e o Rossio... Praticamente ninguém o conhece ou se lembra que o mesmo existe... No entanto, enquanto “espaço de oportunidade” para o desenvolvimento de uma proposta de intervenção na cidade, o seu potencial é enorme: Localização privilegiada no contexto da cidade, vistas únicas para o Castelo e Rossio, existência no local da Estação de Comboios do Rossio, proximidade a 2 estações de metro... A solução, contemplada nesta proposta, passa então pela colocação nesta praça de uma equipamento que se afirme tanto no contexto local da Baixa como da cidade, que seja motivo de paragem, de deslocação propositada, que atraia pessoas a este espaço e que utilize o potencial das vistas únicas sobre a cidade como “isco”... No fundo, o que este espaço necessita é de um Edifício Referência que colmate este vazio... O que disse o júri: Esta proposta formalmente e propositadamente semelhante à da Casa da Música de Rem Koolhaas, tenta reclamar a atenção sobre um espaço central (Largo Duque do Cadaval ao Rossio), degradado, fragmentado e com uma edificação carente de qualidade arquitectónica. Defende-se que um edifício de qualidade, não tendo que ser necessariamente o proposto, possa requalificar este vazio. Contributo para uma reflexão: Uma visão da grande peça de betão branco de Koolhaas projectada para o sopé da Calçada do Duque, metáfora para o poder da arquitectura como regenerador de referências, mesmo em território ferido pelas contingências do abandono funcional. A proposta de Pedro Alexandre Duarte da Gama Dias é um curioso exercício sobre as possibilidades da arquitectura como suporte ao inesperado, motivo de regeneração dos sentidos e das vivências do tecido fino que constrói a cidade. Fonte: Blog _ Trienal de Lisboa
  3. Intervenções na Cidade – Investimentos Imobiliários de Intervenções AUZProjekt http://img525.imageshack.us/img525/6876/ic007invest113a22f2an5.jpg http://img525.imageshack.us/img525/4950/ic007invest213a2da0ac9.jpg A proposta: A i.i.i. – Investimentos Imobiliários de Intervenção põe ao seu dispor uma vasta gama de espaços prontos a servir os seus projectos. Agora os seus sonhos já podem ter lugar; escolha o sítio que mais convém à sua ideia. É fácil e é de graça! Ver para crer! Aproveite já esta oportunidade! Pois, esta é uma oferta limitada ao stock existente. 2 O nosso intuito é incentivar o vislumbre das potencialidades da cidade actual para servir o carácter colectivo das aspirações das populações. A procura do verdadeiro benefício de um uso público assume, nesta proposta, a materialidade das coisas simples. Simples de pensar e executar. Abrem-se velhas portas! Na exposição de uma alternativa ao esquecimento (ocultação pública) queremos (quereremos mesmo?) requalificar as expectativas de justiça. Dar outro sentido ao urbano; menos contentor de acontecimentos, mais vida. Uma manifestação duma vontade comum emergente da leitura do discurso de uma identidade colectiva. 3 Mais que o diálogo alargado (afinal é de intervenção concreta que oferecemos), pretende-se que o re-revelar de desejos incite à observação do encolher de ombros (em vez do abrir dos braços). Em vez de uma resposta, espera-se o silêncio imposto pelas crenças na impossibilidade de construir com as próprias mãos. E todos têm o direito. Porque nunca é de mais relembrar que sabemos, que cidade temos. E se os fogos devolutos são 16% dos fogos ocupados, não podemos escondê-lo. É preciso exibir essa grande parte da cidade, enorme campo de homogéneo e omnipresente vazio. 4 Porque quando por todo o corpo da cidade os sinais se multiplicam, até que cada ponto singular (vazio de sentido) enforma uma mancha única de carácter ribossomático (rizoma à escala do território), esta confunde-se com a própria aura de Lisboa. É nas reticências do etcetera deste lugar (à parte dos pedaços definidos do organismo) que mora a oferta quantitativa oculta no movimento do acontecer que se toma como local de intervenção. 5 Na dispersão de um problema específico de sobre-urbanidade abrem-se espaços que “desdensificam” a cidade instituída e permitem potencializar a participação num ordenamento alargado. Na verdadeira apropriação física do vazio urbano, toda a cidade é de todos. Destruir construindo! (Ou melhor, construir destruindo!) Porque são os valores dos contextos transaccionais destes lugares que os esvaziam enquanto espaços e os tornam objectos, para, a seguir, num movimento reverso, a unidade do seu vazio pedir a actuação duma chave-mestra, objecto de salvação para a cidade. 6 De novo, arquitectura objecto (para um lugar sem forma definida). De novo, o arquitecto defende a cidade, já não empenhado no desenho da muralha da fortaleza, mas actuando nela. E como Vitrúvio ocupamo-nos do desenhos das armas que defenderão a cidade. Não expulsaremos desta República (outra vez pública) todos os poetas (não somos platónicos), ...apenas, eliminamos algumas portas. (Processo de subtracção – menos é mais). Por que é melhor o vazio de um não-projecto que a contínua manufactura da projecção de uma produção que, densificando o imaginário, o atravanca funcionalmente lançando-o no encantamento de uma deriva sem retorno à própria lógica de cidade. 7 O objecto final produzido (talvez uma escultura) compreende essa dupla dimensão ética. Assume-se como lápis, ferramenta para o projecto, mas torna ridículo o problema da folha em branco. O medo do vazio criativo é quebrado pela posse e manipulação da arma (aríete). Nas novas condições técnicas o cidadão-arquitecto percepciona uma realidade capaz de se abrir para a construção Da Justiça. Então o vazio torna-se imperativo ético e cabe a cada um (o mesmo é dizer a todos) decidir. Oportunidade única! Invista! (na verdadeira acepção da palavra) O vazio espera por nós! O que disse o júri: Pelo modo crítico como aborda um problema social – a imensidão de casas devolutas (vazios) numa cidade onde a habitação de qualidade é inacessível a grande parte dos seus cidadãos; a atenção sobre a quantidade destes vazios expostos; a reivindicação da sua ocupação traduzida na metáfora da construção de um “aríete-lápis” responsabilizando o arquitecto no desenho destes vazios suscitou a unanimidade do Júri. Contributo para uma reflexão: Uma participação provocadora – o lápis como metáfora para um instrumento destruidor da ausência de intervenção. O debate lançado pela AUZProjekt reside afinal num apelo à turbulência criativa, ao serviço de uma sempre urgente regeneração urbana. Investimentos Imobiliários de Intervenções AUZProjekt Fonte: Blog _ Trienal de Lisboa
  4. Intervenções na Cidade - ECO-KIT Praça da Alegria/Lisboa http://img525.imageshack.us/img525/3650/ic006ecokit1134d825lq8.jpg http://img525.imageshack.us/img525/4262/ic006ecokit2134c75dxa2.jpg A proposta: Os vazios urbanos, tal como as cidades onde se inserem, são realidades mutáveis à mercê dos tempos burocráticos, intenções de grupos financeiros ou capacidade de gestão dos seus proprietários. São lugares transitórios que podem durar anos ou até décadas. A nossa proposta reconhece nestas realidades temporárias uma janela de oportunidade para a exploração de programas alternativos, procurando transformar áreas inactivas em territórios produtivos que se constituam como contributos activos para a sustentabilidade do sistema ecológico urbano. ECO-kit propõe a introdução de um dispositivo adaptável e móvel que se pode implementar e deslocar conforme as necessidades da cartografia variável dos vazios urbanos. Esse dispositivo é materializado numa série de elementos estruturais sobre os quais são montados diversos módulos produtivos que permitem a captação de energia solar, eólica, de água ou o suporte a diversas espécies vegetais. Em complemento às suas funções produtivas cada conjunto de elementos pode ainda albergar programas complementares como espaços de lazer, áreas wireless e zonas pedagógicas que contribuem para uma intensificação social dos lugares onde são inseridos. O que disse o júri: Proposta de estrutura “eco-kit” que reclama atenção para as questões da sustentabilidade e das energias renováveis. Estrutura teoricamente adaptável a qualquer vazio urbano, teoricamente transportável, constituída por diversos módulos, mais do que a eficiência terá por mérito reclamar a visibilidade de uma questão inadiável. Contributo para uma reflexão: O estúdio Moov apresenta esta proposta de uma peça móvel, um objecto entre o design e a arquitectura que serve para integrar vários dispositivos funcionais - captação de energias renováveis, de água ou ainda suporte para plantações. Promove, ao mesmo tempo, um acontecimento urbano que salienta os vazios expectantes e o seu potencial aproveitamento enquanto dinamizadores de novos usos e funções inesperadas. É uma proposta que se demarca pelo sentido de actualidade e pela versatilidade de uma concepção plausível de apropriação, replicável em qualquer parte da cidade. Moov Fonte: Blog _ Trienal de Lisboa
  5. É uma questão de responder aos anúncios e perguntar a razão de tais requisitos... :)
  6. Só lamento o facto de aumentar a quantidade de anúncios e apenas um projecto por atelier. Mas gostei bastante da qualidade dos elementos apresentados... :)
  7. e-studio Pólo Tecnológico do Aeroespacial e da Defesa - Almada Em Setembro de 1956 era introduzido no mercado o IBM 305 RAMAC, o primeiro computador com disco rígido. Pesava mais de uma tonelada e tinha 5 Mbytes de capacidade de armazenamento de dados. Exige-se à tecnologia que evolua constantemente, fazendo com que os dispositivos cumpram as suas funções de forma progressivamente mais eficiente e sucessivamente mais rápida. Procura-se também que estes aparelhos reduzam a sua dimensão, se tornem portáteis e de baixo custo de produção. São conhecidos os exemplos de objectos perfeitamente inovadores na sua génese que se tornaram automaticamente obsoletos a partir do momento em que surgiu uma alternativa à sua utilização. Exige-se a um edifício que tenha um tempo de vida útil de, pelo menos, 25 anos. São referência elementos edificados que ao longo de vários séculos tiveram várias funções e ainda hoje albergam usos de exigência particular, como instalações hospitalares, militares, bibliotecas ou universidades. A dinâmica do mundo empresarial obriga a uma concepção dos espaços que seja capaz de responder às relações de fusão, cisão, alienação, parceria ou outsourcing. Na sequência destas exigências, desenhou-se um edifício que fosse capaz de responder à constante mudança da natureza das empresas, sem descurar as condições técnicas para as actividades aí desenvolvidas. A flexibilidade e eficiência instituem-se como conceitos para um edifício que se assume uno, na sua imagem e morfologia. A economia de escala constitui-se como argumento para a aglomeração de sete instituições numa única estrutura, numa racionalização de recursos energéticos, áreas de circulação e espaços de uso comum. Para a compartimentação dos espaços interiores usaram-se estruturas leves para adaptação a futuras dinâmicas de negócio. Considerando que o programa preliminar exigia a implantação de uma vasta área de open-space, adoptou-se uma estratégia de modularidade para a fachada que possibilitasse a conversão destes espaços em gabinetes, com diferentes necessidades de exposição solar. Poderá assim ser alterada a disposição de painéis opacos, translúcidos ou transparentes na fachada. Ficha Técnica: Lugar: Pólo da Universidade Nova, Almada Tipo: escritórios Área: 12.000 m2 Arquitectura: João Ferrão, João Costa Ribeiro com Sónia Oliveira, Madalena Atouguia e Sílvia Merca Estruturas e fluídos: Pdp Green ltd Avac: Joule lda. Arquitectura paisagista: Oficina dos Jardins lda. Agredecemos a colaboração do e-studio.
  8. Olá MMeireles, Tal como indicamos no inicio da página, não serão considerados para a listagem páginas em construção, freelancers ou de estudantes. Aguardamos uma notificação logo que esta esteja disponível. Abraços
  9. Promontório Arquitectos Gabinete do Primeiro-Ministro - Lisboa . 2005 Situado num lote vago em frente à Residencia Oficial do Primeiro-Ministro, o projecto responde a um programa de escritórios, salas de reuniões, secretárias e arquivos para a Assessoria do Governo. A estrutura do edifício em betão moldado in-situ cartacteriza a maioria dos acabamentos das paredes e tecto. A fachada principal é constituída por grandes blocos de pedra maciça em mármore rosa de Estremoz. Arquitectos PROMONTÓRIO ARQUITECTOS João Perloiro João Luís Ferreira Paulo Perloiro Paulo Martins Barata Pedro Appleton Colaboradores: T. Baldaque, A. Pinto Consultores: Quadrante (Estruturas) Ductos (Instalações Hidráulicas) Eppe (Instalações Eléctricas, Telecomunicações, Segurança) José Galvão Teles (AVAC) Escala Digital (Controlo de Custos) Localização: S. Bento, Lisboa, Portugal Promotor: Gabinete do Primeiro Ministro Projecto: 2005 Área de implantação: 397.00 m2 Área Bruta Total: 2.732 m2 Agredecemos a colaboração do Promontório Arquitectos.
  10. Mais elementos fotográficos:
  11. Promontório Arquitectos Fluviário - Mora, Alentejo . 2006 Concurso Internacional - 1º Lugar Evocando os celeiros rurais do distrito de Évora, no Alentejo, este edifício foi pensado como um volume compacto e monolítico, protegido do sol por um conjunto de finos pórticos equidistantes em pré-fabricados de betão branco com vãos de 33 metros. No interior, este pequeno hangar alberga um complexo santuário de água em constante movimento através de diferentes habitats de água doce com mais de 500 espécimes. Este projecto foi desenvolvido em colaboração com a empresa Cosestudi de Boston, especializada em arquitectura e biologia marinha, gabinete com o qual o Promontório tem desenvolvido parcerias em diversas propostas internacionais para aquários. Ficha Técnica: Arquitectos: PROMONTÓRIO ARQUITECTOS João Perloiro João Luís Ferreira Paulo Perloiro Paulo Martins Barata Pedro Appleton Colaboradores: J. Cancela, A. Braga, R. Correia, S. Reis, R. Henriques Consultores: Cosestudi (Museologia) Nuno Costa (Estruturas) Jorge Mello Vieira (Instalações Hidráulicas) EPPE (Instalações Eléctricas, Telecomunicações, Segurança) José Galvão Teles (AVAC) Arqpais (Paisagismo) Henrique Cayatte (Design Gráfico) Pedro Salgado (Ilustração Científica) Anynforms (Animação) Y-Dreams (Sistemas Multimédia) Naturanima (Conteúdos) Turmar (Colecção de Espécies) BlueDisplays (Interiores) Sitel (Sistemas Vitais) Reynolds (Acrílicos) Promotor: Câmara Municipal de Mora Construtor: Teixeira Duarte, SA Projecto e Obra: 2005-2006 Localização: Mora, Alentejo, Portugal Área do Terreno: 17 Ha Área Bruta de Construção: 3.000 m2 Fotografia: Sérgio Guerra e Fernando Guerra Agredecemos a colaboração do Promontório Arquitectos.
  12. Promontório Arquitectos Hotel e Torres de Escritórios - Lisboa . 1996-2001 O lote 1.10 no Plano de Urbanização da Expo’98 coroa o monumental alinhamento da Avenida D. João II, eixo estruturante do recinto. O projecto inclui um hotel de cinco estrelas com 324 quartos distribuídos por 13 pisos e um edifício de escritórios de 19 pisos. Dispostos perpendicularmente entre si e constituindo uma praça ao nível do embasamento, os volumes são justapostos de forma laminar, enfatizando uma silhueta de crescendo vertical que culmina no eixo da avenida. O módulo da fachada é composto por grandes painéis de GRC branco; ao mesmo tempo, as caixilharias, invulgarmente recuadas relativamente ao plano da fachada, são garante de sombreamento natural, reforçando a sua composição. Ficha Técnica: Arquitectos: PROMONTÓRIO ARQUITECTOS João Perloiro João Luís Ferreira Paulo Perloiro Paulo Martins Barata Pedro Appleton Colaboradores: F. Carvalho, T. Ferreira, S. Reis, F. Vitória Consultores: Cenor (Estruturas, Instalações Hidráulicas) EPPE (Instalações Eléctricas, Telecomunicações, Segurança) José Galvão Teles (AVAC) Global (Paisagismo) Localização: Parque das Nações, Lisboa, Portugal Promotor: 1.10 - Empreendimentos Imobiliários, SA Concurso: 2002 Projecto: 2002 Programa : Hotel de cinco estrelas com 324 quartos e um edifício de escritórios Área do Terreno: 13.672 m2 Área Bruta de Construção: 72.000 m2 Fotografia: Sérgio e Fernando Guerra Agredecemos a colaboração do Promontório Arquitectos.
  13. Promontório Arquitectos MSF - Edifício de Escritórios - Lisboa . 2007 Situadas no cruzamento do Eixo Norte-Sul e da Av. Padre Cruz, as duas torres de escritórios assumem uma presença marcante na entrada e saída noroeste de Lisboa. A estratégia de projecto correspondeu à enfatização do potencial minimalista da dialéctica cheio (laje de 1m) e vazio (vidro 2,7m). O arredondamento dos vértices das lajes e dos cantos dos vidros conjugou-se com os balanços das lajes num efeito dinâmico de compatibilização dos volumes e da sua proximidade. Um texto de Paul Valery sobre a construção, em baixo relevo, desenvolveu-se no topo das lajes. Ficha Técnica: Arquitectos PROMONTÓRIO ARQUITECTOS João Perloiro João Luís Ferreira Paulo Perloiro Paulo Martins Barata Pedro Appleton Colaboradores: P. Torres, N. Silva, R. Diniz, M. Simões Consultores: Cenor (Estabilidade, Instalações Hidráulicas) Eppe (Instalações Eléctricas, Telecomunicações e Segurança) José Galvão Teles (AVAC) Localização: Telheiras, Lisboa, Portugal Promotor: MSF, SA Projecto: Concurso por convite, 2007 Área Bruta Total: 10.770 m2 Agredecemos a colaboração do Promontório Arquitectos.
  14. Promontório Arquitectos XEROX - Edifício de Escritórios - Lisboa . 1996-2001 A violenta confluência viária onde o edifício se localiza justificou a forma de implantação em U, gerando dois corpos paralelos de pisos de escritório ligado por um corpo de serviços e equipamentos (auditório, showroom, refeitório, etc), em torno de um grande espaço vazado. O sistema de composição da fachada, quer nos alçados interiores quer nos exteriores, baseia-se na concepção de um módulo construtivo, cuja configuração remete para a ideia de uma tectónica pesada em que os elementos frágeis - o vidro e a madeira ou zinco - são visualmente suportados por um esqueleto representacional. Ficha Técnica: Arquitectos: PROMONTÓRIO ARQUITECTOS João Perloiro João Luís Ferreira Paulo Perloiro Paulo Martins Barata Pedro Appleton Colaboradores: L. Teixeira, J. Wemans, F. Amaral Consultores: A2P (Estruturas) Cenor (Instalações Hidráulicas) Eppe (Instalações Eléctricas, Telecomunicações, Segurança) Protermia (AVAC) Pgi (Piscinas) Proap (Paisagismo) Escala Digital (Controlo de Custos) Localização: Avenida Infante Dom Henrique, Cabo Ruivo, Lisboa, Portugal Promotor: Xerox Portugal, SA Construtor: Ensul, SA Projecto e Obra: 1996-2001 Área de Implantação: 8.879 m2 Área Bruta de Construção 24.800 m2 Fotografia Sérgio Guerra e Fernando Guerra Rui Morais de Sousa Agredecemos a colaboração do Promontório Arquitectos.
  15. Concurso Internacional de Ideias para a Revitalização da Frente Ribeirinha do Porto na Zona de Intervenção Prioritária A Porto Vivo, SRU- Sociedade de Reabilitação Urbana da Baixa Portuense, S.A no âmbito da sua missão de Reabilitação e Revitalização Urbana, lança um Concurso Internacional, aberto a equipes multidisciplinares para a Revitalização da Frente Ribeirinha do Porto na Zona de Intervenção Prioritária. http://www.portovivosru.pt/concursos/ :)
  16. Ou apenas uma ideia...
  17. Também é um projecto que aprecio bastante... A implantação está muito bem conseguida bem como a sua escala e relação com a envolvente. Só é pena não ver ninguém entrar por este acesso: Passo lá todos os dias e essa zona em especial não tem qualquer movimento... :)
  18. Obrigado pela partilha Marcio... Editei o tópico para todos perceberem do que se trata. :)
×
×
  • Create New...

Important Information

We have placed cookies on your device to help make this website better. You can adjust your cookie settings, otherwise we'll assume you're okay to continue.