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  1. - Concurso de Ideias - CIDADE DE ABRIGO – PORTO http://img79.imageshack.us/img79/4703/cabealhofup7pl8.jpg As cidades são os nossos Portos de Abrigo. Elas simbolizam “esperança” de uma melhor qualidade de vida e oportunidades. Pela sua dimensão e infra-estruturas conseguem albergar diferentes estilos de vida económicos/sociais que se instalam também de modo diferente no território. Assim, na cidade, o território físico e social está intrinsecamente ligado. Nas nossas cidades é com facilidade que conseguimos assinalar territórios com características físicas e sociais distintas. A existência dessas “fronteiras” pode ser resultado de uma acção planeada mas também pode ser incremental. Em muitos aglomerados urbanos a solução encontrada para o aumento populacional e a alteração dos estilos de vida foi a expansão da cidade através de novas construções enquanto os seus centros históricos sofreram um decréscimo populacional considerável. De uma forma lenta ou súbita, as mudanças populacionais podem levar a um ciclo de desemprego, pobreza, crime, a ainda maior êxodo. O resultante abandono e desfiguração do território torna-se um problema para os que ficam para trás, normalmente idosos e pessoas que sobrevivem nas franjas económicas da sociedade. É também nestes territórios expectantes que se instalam comunidades migrantes, dado que é aí que encontram rendas mais favoráveis e também um território livre para “ocupar”. O nosso objectivo com esta iniciativa é promover uma reflexão sobre a cidade, seu território físico e social, especialmente no que toca aos problemas de exclusão social, com especial ênfase nos relacionados com a questão da imigração. Propomos assim um concurso de ideias que tem como objecto de estudo/intervenção a nossa cidade, o Porto, representada por quatro lugares: 1- Núcleo edificado atrás do Terminal Ferroviário de S.Bento; 2- Viela do Anjo; 3- Terreno Vizinho à Casa da Música; 4- Rotunda da Areosa. Com a escolha destes lugares procuramos identificar no território da nossa cidade diferentes estádios de associação do pensamento crítico sobre espaço público, cidadania, problemáticas associadas à exclusão social e à migração. O primeiro encontra-se no coração da cidade, seu centro histórico, e é representativo da malha urbana do séc. XIX, o segundo, também no centro histórico, encontra-se num bairro habitacional de características marcantes físicas e sociais e representa uma tentativa municipal de “abertura” desse bairro á cidade, o terceiro é um espaço expectante nas imediações de locais ícones da “nova cidade” moderna e contemporânea, o quarto é representante dos resultados colaterais da cidade incremental contemporânea. O que se pretende é encorajar os participantes a apresentar propostas para a utilização / dinamização (temporária ou não) de um (ou todos) os locais sugeridos que reflictam sobre as questões por nós explanadas e que visem/alertem/reclamem a integração social, um território mais democrático e o papel social de cada indivíduo. Nota: Disponibilizam-se alguns links referentes a temáticas e iniciativas similares realizadas noutros países, que podem servir de referência a quem precise de inspiração. Após a recepção das propostas (04 de Julho de 2007), proceder-se-á à publicação das mesmas em www.mi-ra.in/hostingcity, bem como em sites associados (13 de Julho de 2007), e a preparação de uma exposição e respectivo catálogo (data e local serão comunicados aos participantes e anunciados publicamente após recepção das propostas). É com estas iniciativas, para as quais o vosso contributo é essencial através da apresentação das vossas ideias, que esperamos sensibilizar o maior número de pessoas para as causas que defendemos. Em última instância, algumas das propostas apresentadas serão escolhidas para serem concretizadas. Mais informações: http://www.cidadedeabrigo.blogspot.com/ Agradecimentos/ Thanks to: www.cirurgiasurbanas.com www.arquitectura.pt www.connecty.com www.oasrn.org www.almada555.com
  2. 3CPO

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    "Perhaps even more promising for gamers is the fact that many of the women that we interviewed who have only recently started playing games said that they now have sex more often than before." Com a prática, a tendência é a aumentar as "horas de jogo"... E como o VampirO diz: Esses valores são para modo singleplayer...quando jogarem em multiplayer, os valores triplicam ou quadriplicam... Cina: à primeira curva, já levas 3 segundos de atraso... :)
  3. Olá, Para consulta de cartografia: http://snig.igeo.pt http://www.igeoe.pt/ http://cartografia.fa.utl.pt www.municipia.pt www.geoglobal.pt Devo alertar que links referentes a sites de pirataria e promoção ao software pirata são proibidos no Arquitectura.pt. :)
  4. Olá arquiand, Até ao momento, todas as dúvidas colocadas no Arquitectura.pt obtiveram resposta(s). As dúvidas só obtêm respostas quando existe alguém disposto a ajudar. Espero que dês também o teu contributo. Abraços
  5. 3CPO

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    Ouvi dizer que levaste uma abada em WRC... :icon_pistoles: :icon_chick: Mulher ao volante... :p
  6. Olá Rui, Bem vindo ao Arquitectura.pt :)
  7. Olá ricardoalves, Bem vindo ao Arquitectura.pt :)
  8. CNLL Farmácia Confiança _ Albergaria-a-Velha . 2004 A Farmácia integra-se num edifício de habitação colectiva e ocupa parte do seu r/chão. Como ponto de partida, a encomenda apenas exigia uma solução de projecto que procurasse comunicar para o exterior uma imagem forte e identificadora da função a criar. O espaço para o "público" é tratado como um todo contínuo e preferencialmente vazio. Apenas um balcão parece separar ou unir as diferentes áreas. A iluminação e os materiais caracterizam as zonas distintas que os regulamentos definem com bastante rigor. A prévia existência de um sistema de pilares no recinto, caracterizados por uma geometria aleatória e que destabilizavam uma primeira tentativa de organizar o espaço, remetia para a criação e implementação de um objecto único central, capaz de absorver as diversas direcções e os diferentes elementos formais que aqui eram visíveis. A proposta de uma pala, assente sobre um pórtico como elemento formalmente interventivo, que não se liga ao espaço da loja, autonomizando-se como um elemento que possui uma outra lógica, aparentemente mais escultórica, assume-se como ícone de toda a intervenção. A fronteira entre o trabalho plástico e escultórico deste elemento e o trabalho arquitectónico sobre o espaço aparece de uma forma ténue, provocando um jogo subtil entre as disciplinas e propõe quase ironicamente o desafio de entender que o sentido escultórico da intervenção parece sobrepor-se, de algum modo, ao olhar meramente arquitectónico. Descrição Geral Cliente: Dr. António Pais Descrição: Projecto de arquitectura de interiores para farmácia com sala de atendimento ao público, laboratório, zona de verificação e armazém Área de intervenção 203 m2 Local: Albergaria-a-Velha, Branca Data Início | Fim: 1994 | 1996 Agredecemos a colaboração de CNLL.
  9. a.s* _ atelier de santos Residências Universitárias das Laranjeiras _ Ponta Delgada . 1998-2007 [Continuação do texto anterior] O módulo definidor da solução é a unidade habitacional mínima: um quarto duplo, de planta rectangular (2.6 x 6 m), com os seus topos transparentes. O topo sul constituiria a frente exterior do quarto, sendo o topo norte destinado ao acesso interno. A meio do quarto são dispostos dois volumes – contendo instalações sanitárias, zona de banhos, armários e estantes – que dividem a restante área disponível em zona de estudo (a norte, aberta para um corredor de acesso envidraçado, o que permite a iluminação natural deste espaço), e um espaço destinado ao repouso (a sul, aberto para a paisagem). A separação das duas áreas é assegurada pelas portas dos armários: quando abertas, encerram o corredor de ligação entre zona de estudo e zona de repouso, repondo a necessária intimidade a esta última, que tinha sido anulada pela não existência de qualquer barreira visual entre o corredor e o quarto. Tendo em conta a necessária economia de meios, seria óbvio que este módulo assumiria preponderância no que respeita à morfologia dos blocos residenciais fazendo com que a imagem dos edifícios resultasse da mera associação dos módulos (dos quartos) que a compõem. Nesse sentido ao módulo base são introduzidas pequenas variações: varandas, portadas, o desnivelamento da zona de repouso em relação à zona de estudo ou até a separação física entre elas. Estas variações corresponderiam não apenas a diferenciações de usos e de espaços, mas também, sobretudo, a variações formais, o que garantiria que a associação entre módulos e suas variações protagonizassem por si só diferenças morfológicas aos quatro blocos residenciais. Desse modo, por mera associação modular, obtivemos quatro edifícios residenciais semelhantes, mas que procuram soluções morfológicas diferenciadas entre si, como resposta a uma procura de variabilidade urbana de conjunto, reflexo da localização relativa de cada edifício, mas também da proximidade com outros elementos. Assim, de sul para norte, temos o Edifício Destemido (aquele que confronta todos aqueles que se aproximam vindos do Centro da Cidade), o Edifício 2 (porque é o segundo bloco residencial), o Edifício Desportista (dada a proximidade do Campo de Jogos, e a extensão dos seus corredores internos) e o Edifício Maciço (por ser aquele que alberga mais alunos). Cada um dos 4 blocos de residências organiza a quase totalidade do seu programa funcional junto à fachada sul libertando o alçado norte para as circulações internas, que podem desse modo ser totalmente abertas para o exterior. Consegue-se assim que os utentes de cada um dos blocos cruzem a totalidade das faixas de “paisagem” localizadas no exterior., à medida que se deslocam pelo interior dos edifícios. Dá-se oportunidade aos estudantes de escolher habitar o bloco e a vista do quarto que mais lhe agrada, bem como da própria vista do quarto já que cada módulo funciona como uma espécie de enquadramento sobre as (diferentes) faixas de paisagem. Desse modo é possível viver num quarto do Edifício Desportista, tendo vista sobre o Arvoredo, habitar o Edifício Maciço com uma vista sobre o Prado, ou dormir num quarto com vista para o estacionamento no Edifício 2. Qualquer outra conjugação é possível de se obter. O Edifício Central contrapõe a toda a malha estrutural rectilínea uma outra geometria, quase aleatória, quase natural, como quase artificial é o conjunto de laranjeiras plantadas em frente a este (e que recordam o grande laranjal aí existente até finais do séc. XVIII), fixando-se à topografia, alterando-a, e implantando-se profundamente no cruzamento entre os blocos construídos e as faixas exteriores. Ficha Técnica Residências Universitárias das Laranjeiras (1º Classificado em Concurso Público) Cliente: Serviços de Acção Social da Universidade dos Açores Localização: Bairro das Laranjeiras, Ponta Delgada, S. Miguel, Açores Programa: 150 quartos duplos, cantina e refeitório, sala de convívio, serviços de apoio Área de Construção: 6500m2 Área de implantação: 10000 m2 Data de projecto: 1998/2001 Data de Construção: 2002/2003 (1.º fase), 2004/2007 (2.º fase) Coordenação: Pedro Machado Costa, Célia Gomes / a.s* Créditos Fotográficos: FG+SG - Fotografia de arquitectura Agredecemos a colaboração de a.s* _ atelier de santos.
  10. a.s* _ atelier de santos Residências Universitárias das Laranjeiras _ Ponta Delgada . 1998-2007 O complexo das Residências Universitárias das Laranjeiras situa-se a Nascente de Ponta Delgada, junto a uma antiga zona industrial, sobranceira a terrenos agrícolas abandonados. O crescimento da cidade verificado nas últimas décadas faria prever rápidas e profundas alterações em toda a área, transformando-a num subúrbio mono-funcional pelo que a construção do complexo residencial, pela sua escala e pelas funções que abriga, constituiria uma oportunidade em definir uma estrutura urbana que possibilitasse a implementação de uma regra, permitindo constituir-se como um catalizador de futuras intervenções, transformando-se ela própria num pólo de actividades. As residenciais albergam 300 estudantes universitários que se dividem pelos quatro edifícios longitudinais, paralelos entre si, implantados perpendicularmente ao principal eixo viário de ligação ao centro de Ponta Delgada. Por sua vez, paralelamente à estrada é ordenado um conjunto de faixas – como que de pequenos recortes na paisagem se tratassem – dispostos com orientação norte/sul, que cruzam os 4 blocos, organizam os espaços exteriores do complexo, e desenham a transição entre as áreas públicas e as zonas privadas destinadas aos seus habitantes. Um quinto edifício – a entrada principal do complexo – procura complementar toda a área exterior das residências, desenhando uma esplanada, um miradouro e um solário, ao mesmo tempo que abriga um bar, uma cantina e a sala de convívio para os estudantes. O projecto de espaços exteriores, torna-se tema central na estratégia de intervenção, permitindo que as áreas existentes entre os blocos das residênciais ganhem uma dimensão pública eminentemente funcional. As longas faixas de “recortes na paisagem”, dispostas segundo uma regra que procura destacar uma frente urbana ao complexo – que garante simultaneamente a existência de uma espécie de jardim no seu interior –, proporcionam a criação de pequenos espaços singulares no interior do perímetro. A sua sequência de implantação hierarquiza usos, adequando-os à sua posição relativa no complexo: paralela à estrada implanta-se a Faixa de Estacionamento Automóvel e a Faixa de Passeio Urbano (destinadas ambas ao passar quotidiano dos habitantes da área) e sequencialmente, a Faixa de Arvoredo (estabelecendo uma fronteira visual para o interior do complexo, e atenuando a visão perpectica longitudinal sobre os edifícios residenciais), a Faixa de Percurso Central (destinada à distribuição interna e à ligação entre os vários edifícios das residências), a Faixa de Acontecimentos (onde são implantadas funções complementares: Laranjal, Campo de Jogos, Jardim/Labirinto dos Namorados, Estacionamento de Bicicletas, etc.) e por fim, acompanhando uma canada (caminho rural) existente, a Faixa de Prado (um enorme relvado propício ao repouso). Dado tratar-se de uma obra de carácter social, os recursos disponíveis apontam para soluções construtivas e tipológicas simples – o que aliás é apontado pela natureza programática do projecto; daí a opção do recurso à modularidade (construtiva e espacial) para a edificação dos quatro blocos residenciais. Agredecemos a colaboração de a.s* _ atelier de santos.
  11. CNLL Reabilitação Casa Maria João _ Carrazeda de Ansiães . 2000 Nesta proposta houve o maior cuidado no que respeita à sua concepção arquitectónica, promovendo uma construção em que se preserva toda a traça e materiais originais que conjugados com a madeira, o ferro e o vidro obtendo a magnitude da aliança entre o preexistente e o contemporâneo, adequada para o local em que se insere. O edifício em questão destina-se exclusivamente a habitação unifamiliar e resulta da recuperação de uma ruína existente. Procurou-se encontrar uma estratégia de projecto que fosse capaz de integrar duas expressões e dois tempos distintos – o passado e o contemporâneo, mas sem romper a identidade da habitação. Assim, e respeitando o melhor possível as cotas existentes, a casa desenvolve-se segundo uma tipologia de meios pisos. A sala à cota da via pública e os quartos no piso superior, procurando proporcionar, através do vidro, uma vista de excepção. Os vários compartimentos apresentam-se amplos com proposta integrante de mobiliário desenhado pelo arquitecto. Ao entrarmos pelas escadas de granito existentes exteriormente, temos um espaço onde prevalece uma linguagem moderna em equilíbrio com o antigo da pedra. Sendo necessária a sua ampliação superior, apostou-se no granito existente como alicerce de toda a obra, respeitando a volumetria que a casa em tempos adquirira e optou-se por destacá-la através de uma solução estrutural e revestimentos diferentes. Do ponto de vista volumétrico, houve o maior cuidado em reduzir a sua volumetria exterior, procurando alinhar a habitação com os edifícios adjacentes. Descrição Geral Cliente: Maria João Lima Venâncio Descrição: Projecto geral para recuperação de ruínas para casa com r/c e 1 piso Área de intervenção 320 m2 Local: Carrazeda de Ansiães Data Início | Fim: 2000 | 2005 Agredecemos a colaboração de CNLL.
  12. CNLL Reabilitação _ Casa Pintora Graça Morais . 2001-2005 O projecto para uma construção antiga de uma moradia unifamiliar de r/chão e andar, apelou ao maior cuidado no que respeita à sua recuperação e melhoramento, promovendo um edifício com características eminentemente actuais, conservando os valores inerentes do edifício primitivo. Em termos de implantação, a remodelação respeita na íntegra a já existente, por forma a retratar o mais fielmente possível a traça arquitectónica original, tendo o edifício sofrido essencialmente reformulações ao nível dos materiais de revestimento interior. O edifício projectado, procura apresentar uma solução em que se conjuga a habitação e um atelier de pintura com as suas várias salas de trabalho e salas de apoio a actividade da requerente, integrada numa ideia de proporcionar áreas generosas e usufruir das qualidades próprias que este edifício possui. A construção é composta por dois corpos distintos, desenvolvendo-se um só ao nível do rés-do-chão e o outro em rés-do-chão e 1º. andar, e pensou-se a seguinte distribuição: O rés-do-chão das construções, em que se procede somente a recuperação da estrutura e substituição dos revestimentos consoante a utilização futura, será praticamente todo destinado a atelier de pintura com as suas várias salas de trabalho, uma instalação sanitária de apoio, uma sala de música, uma sala ampla e um escritório. Ainda ao nível do rés-do-chão e recuperando-se os elementos existentes, projectou-se uma habitação que poderá servir de apoio à habitação principal, composta por uma saleta, cozinha, quarto de dormir e quarto de banho. Serão também conservados os lagares que ajudam a transmitir e preservar o modo de vida e tradições outrora existentes neste edifício. Para o 1º. andar da construção projectou-se a habitação que será composta pela sala de estar, sala de jantar, três quartos de dormir em que um possui quarto de banho privativo, cozinha, quarto de banho e um WC de serviço, lavandaria e um alpendre que será fechado. O acesso a este piso será feito pela escadaria exterior também ela já existente. Descrição Geral Cliente: Graça Morais Descrição: Projecto geral para recuperação e ampliação de habitação com atelier de pintura Área de intervenção 572 m2 Data Início | Fim: 2001 | 2005 Agredecemos a colaboração de CNLL.
  13. 3CPO

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    Não sou grande apreciador de jogos, mas na altura de férias, acabo por me entreter um bocado com alguns. _Flight Simulator _Gran Turismo 4 _WRC Rally _World Snooker Championship _Tiger Woods PGA Tour Golf :)
  14. CNLL Marginal Sul: Zona da Marinha _ Espinho . 2001-2002 Cliente: C. M. Espinho Descrição: Arranjo urbanístico da Zona da Marinha entre a Fábrica Brandão Gomes e a Ribeira de Silvalde, arruamentos e percurso veiculares, espaços públicos pavimentados, passadiços, zonas ajardinadas, pérgola e espelhos de água Área de intervenção 23.846 m2 Local: Espinho Data Início | Fim: 2001 | 2002 Agredecemos a colaboração de CNLL.
  15. CNLL Ex-Escola da Rua 23 _ Espinho . 1995-2002 O objectivo da remodelação e reconstrução da "Ex-Escola da Rua 23" era, em primeira instância, albergar a sede da Junta de Freguesia, bem como dar resposta à inexistência de espaços destinados a actividades recreativas das diversas colectividades e grupos culturais da cidade. O anfiteatro, o cinema, a sala de conferências, as exposições são, certamente, os espaços legitimamente desejados pela população e que aqui se procuram resolver dentro das possibilidades físicas do edifício, sem o deformar. O auditório poderá não ser mais do que um pretexto, a Junta de Freguesia nada mais do que uma justificação, é sobretudo o desejo de garantir que a cidade se encontre, se revitalize e se transfigure nesta velha escola, agora destinada a outras funções. A intervenção defende duplamente os valores do presente, no que se refere à garantia de funcionalidade, economia e conforto, propondo uma imagem distinta e actual, e os valores do passado, reconhecendo a necessidade na transmissão da história, na manutenção do volume, no uso de materiais e no respeito tipológico. Os elementos antigos são parte essencial do desenho, que na base da interpenetração ou permeabilidade, formam um conjunto de referências que legitimam a nova proposta de espaço e de articulação com as novas e diferentes necessidades que legitimam o programa. Desenha-se uma concepção cíclica da história, e constrói-se uma possível interpretação de um tempo que nos coube viver - e "espelhar", num ideal de arquitectura que procura comunicar algo sobre os outros e sobre nós próprios, acrescentando mais um pouco de novo ao novo e deixando para os que vêm, as apropriações devidas ou indevidas, esclarecidas ou ignorantes no permanente e incessante arquitectar a "modernidade". Descrição Geral: Cliente: C. M. Espinho Descrição: Projecto geral para reconstrução e reconversão da Ex-escola da rua 23 com junta de freguesia, auditório, sala de exposições e posto de turismo Área de construção 2.100 m2 Valor da obra 1.500.000 euros Local: Espinho, rua 23 Data Início | Fim: 1995 | 2002 Agredecemos a colaboração de CNLL.
  16. CNLL COGE - Maternidade e Ampliação de Lar _ Espinho . 1991-1999 O terreno localiza-se numa zona de transição entre o espaço urbano e o rural. Dada a sua morfologia, orientação e localização, possui caracteristicas altamente favoráveis para a implantação de um edifício desta natureza, no que respeita à integração no contexto edificado envolvente, bem como, na criação e qualificação de espaços exteriores de lazer necessários à função do edificio. com um declive a Poente, de pendente pouco ecentuada, é no sentido Sul que toma a cota mais baixa. A implantação decorre das preocupações de articulação com o edifício existente, da paisagem envolvente, sistemas de acessos, topografia e orientação. A natureza do programa, ampliação do Lar com Dormitórios, Sector de Profundos, Sector Terminal, Centro Médico, Cantina, Auditório e uma Maternidade para uma população Espinhense amplamente necessitada, e a preocupação de caracterizar formalmente o edifício, por forma a que estes sectores clarificassem uma funcionalidade e estabelecessem um todo harmonioso, orientaram a opção tipologica da implantação. Formalmente esta proposta baseia-se na criação de um objecto arquitectonico assente numa geometria linear, onde se evidencia a separação das actividades fundamentais Lar e Maternidade, de modo a estabelecer ao nivel dos percursos e das actividades uma rigorosa separação, que se julga fundamental para um eficaz funcionamento deste complexo. Neste sentido, propõe-se a Maternidade como um bloco autonomo, paralelo á rua, enquanto que o edificio destinado a Lar funcionará perpendicularmente e afastado do actualmente existente, o espaço necessário para garantir a salubridade deste, defenindo-se um pátio. Com a criação deste patio, surge a proposta de construção de uma lage que separa e une os dois edificios com a mesma função. Descrição Geral: Cliente: Santa Casa da Misericórdia de Espinho Descrição: Projecto geral para construção de maternidade com bloco operatório, sala de partos, quartos e ampliação de lar da 3ª idade com cozinha, refeitório, auditório e quartos Área de construção: 5.109 m2 Local: Espinho, Anta Data Início | Fim: 1991 | 1999 Distinção: Obra seleccionada e integrada no inquérito à arquitectura do séc. XX em Portugal, pela ordem dos arquitectos. Agredecemos a colaboração de CNLL.
  17. CNLL Fórum de Arte e Cultura _ Espinho . 1998 O FÓRUM DE ARTE E CULTURA DE ESPINHO FACE, ainda em construção, será um espaço destinado à investigação, ao desenvolvimento cultural e à prestação de serviços à comunidade. Afirma-se como um projecto de desenvolvimento cultural numa zona da cidade de fracos recursos, para assim poder criar um novo pólo de desenvolvimento e integração na cidade. O projecto de reabilitação da Fábrica Brandão Gomes, fixa como linhas gerais de orientação, a recuperação do edifício central, que deverá manter a sua traça original, e a construção de raiz, de uma nova edificação, na zona envolvente outrora em ruínas. Para o edifício central está prevista a instalação de um museu e de um centro de documentação, bem como de gabinetes de direcção, administrativos e técnicos. Para a nova área está previsto um edifício para instalação de um Auditório e de um Centro de pós-graduação em áreas afins à cultura. O FACE foi entendido como um espaço que privilegiará o conhecimento, a formação, a educação e o lazer, respondendo assim às três componentes fundamentais do projecto: a componente cultural, a componente comercial/lazer e a componente de formação. A linguagem desenvolvida tira partido da disposição e do processo construtivo das antigas naves que ainda restavam e afasta-se da construção tradicional para um desenho de fortes volumes tipologicamente decorrentes do antigo uso. A diferente utilização nos alçados de elementos marcadamente opacos e acentuadamente transparentes, permite salientar o carácter longitudinal da edificação, fazendo sobressair uma evidente aproximação estética ao programa proposto para este edifício. É a articulação formal dos diversos volumes que permite a criação de uma pretendida diversidade, caracterizando os espaços, tornando-os diferenciados e autónomos, susceptíveis de criar ambiências e referências importantes, resultando um espaço urbano que se quer personalizado, sem monotonia ou anonimato. Descrição Geral: Cliente: C. M. Espinho Descrição: Projecto geral para reconversão da antiga Fábrica Brandão Gomes & Cª - F.A.C.E. - Fórum de Arte e Cultura de Espinho com auditório, sala de exposições, museu, salas multimédia, salas de formação, espaços comerciais, bar e parque de estacionamento coberto – polo universitário da Universidade de Aveiro com escola superior de cinema de animação e multimédia Área de construção: 12.995 m2 Local: Espinho Data Início | Fim: 1998 | Em fase final de construção Agredecemos a colaboração de CNLL.
  18. 3CPO

    Médias?

    Poderás consultar os tópicos respectivos: http://www.arquitectura.pt/forum/f111/info-universidade-da-beira-interior-5587.html http://www.arquitectura.pt/forum/f111/info-universidade-tecnica-de-lisboa-instituto-superior-tecnico-5760.html http://www.arquitectura.pt/forum/f111/info-universidade-de-evora-5590.html http://www.arquitectura.pt/forum/f111/info-universidade-de-coimbra-faculdade-de-ciencias-tecnologia-5589.html http://www.arquitectura.pt/forum/f111/info-instituto-superior-de-ciencias-do-da-empresa-5586.html http://www.arquitectura.pt/forum/f111/info-universidade-tecnica-de-lisboa-faculdade-de-arquitectura-5585.html http://www.arquitectura.pt/forum/f111/info-universidade-do-porto-faculdade-de-arquitectura-5584.html :)
  19. Olá malake, Tal como é referido no Regulamento, os participantes deverão submeter as suas propostas em formato digital (num máximo de 5 ficheiros), onde deverá ser explicita toda a ideia subjacente à proposta de um espaço habitável com 27m3. Desta forma, poderás apresentar a tua ideia da forma que achares mais criativa. Num concurso de ideias não é obrigatória a apresentação de desenhos técnicos normalizados. Neste caso, tal como referiste, fica ao critério do concorrente. Boa sorte, :)
  20. Paulo David Piscinas das Salinas e Passeio Marítimo _ Câmara de Lobos _ Madeira . 2002-2004 O SITIO O sítio das Salinas - uma construção, o antigo Forno da Cal. Configuração – resultado da estratificação vulcânica, negra e porosa, própria do arrefecimento rápido da lava - um raríssimo equilíbrio entre Forma e Lugar. O sítio ocupado - uma antiga indústria artesanal de secagem do “peixe gata”, a extracção do sal nas rochas esculpidas empresta-lhe o nome _ Salinas PROJECTO Um muro longo - desenvolve e articula o limite periférico das Salinas e dá continuidade a um circuito de caminhos, “Caminho da Trincheira” que bordeava o mar. Um muro espesso que suporta a falésia e abriga o conteúdo. Um muro topográfico que se adoça e limita Um muro em pedra que contextualiza Uma plataforma em betão, de geometria precisa que se relaciona com o mar - contrapõe e confronta a irregularidade natural da costa evidenciando-a. Intensificando os valores da paisagem e do territorio. Créditos Programa | Piscinas Publicas – Câmara de Lobos Localização | Salinas, Câmara de Lobos, Madeira, Portugal Cliente | Sociedade Metropolitana de Desenvolvimento, s.a. •Vice-Presidência •Governo Regional da Madeira, Portugal. Arquitectura | Paulo David Colaboradores | Carlos Aguiar, João Nobrega, Inês Rocha, Dirk Mayer, Patricia Faria, Filipa Tomaz, Rodolfo Reis, Silvia Arriegas, Luis Spranger, Luz Ramalho. Arquitecto Paisagista | João Gomes da Silva; Global Estrutura | Duarte Rui Gouveia; Kplano Electricidade | Ruben Sobral Climatização | José Galvão Teles Aguas e Esgotos | José Jesus Segurança | António Matias Empreiteiro | Consórcio Etermar – Somague Fiscalização | ECG Plan – Eng. Rui Canastro Fotógrafo | FG + SG Fernando Guerra Data de concurso | 2002 Inicio de construção | 2003 Finalização da obra | 2004 Agredecemos a colaboração do Arq. Paulo David.
  21. Paulo David Restaurante - Complexo Piscinas das Salinas _ Camara de Lobos _ Madeira . 2005-2006 Programa O corpo do restaurante enquadra-se num programa vasto que abrange o lugar costeiro de camara de lobos. Com funções articuladas a duas cotas; Ao nivel mais baixo o bar, protegido por um muro em pedra basáltica.que faz contacto directo com a azinhaga; Ao nivel superior a sala de refeições e as cozinhas estabelecem relação com o jardim e estrutura de diferentes caminhos. Da convivência destas duas escalas o edificio torna-se capaz de abrigar as novas funções do programa. Conceito Um corpo de geometria intrinseca ao sitío, coloca-se no alto, abrigado e emergente assumindo o contraste com a horizontalidade dos muros espessos da envolvente. Procura num só plano rasgado, a panorâmica para a especificidade de câmara de lobos descobrindo o sitío e a essência do lugar _ a orla costeira de lava basaltica, o oceano atlantico, as magnificas vistas. Do rompimento surgiu uma nova organizaçao, representada pela conexão dos fluxos predominantemente verticiais do projecto. Matéria A materialização desenhada num sistema de construção de “junta seca” realiza uma sequência de execução simples e clara: Estrutura principal + subestrutura + envólucro Dois corpos monomatéricos; Um fechado, duro e metalico, realiza o nucleo das cozinhas e aguas; Outro transparente, vidro e ripado de madeira maciça, faz a grande sala de refeições. A densidade dos materiais destaca o edifício que se transforma na sua cor dia após dia. Créditos Programa | Restaurante – Câmara de Lobos Localização | Salinas, Câmara de Lobos, Madeira, Portugal Cliente | Sociedade Metropolitana de Desenvolvimento, s.a. •Vice-Presidência •Governo Regional da Madeira, Portugal. Arquitectura | Paulo David Colaboradores | Margarida Condeço, Patricia Faria. Arquitecto Paisagista | João Gomes da Silva; Global Estrutura | Teixeira Trigo, Lda – Eng. João Garcia Electricidade | Ruben Sobral Climatização | José Galvão Teles Aguas e Esgotos | Teixeira Trigo, Lda – Eng. João Garcia Segurança | Ruben Sobral Empreiteiro | Consórcio Etermar – Somague Fiscalização | ECG Plan – Eng. Rui Canastro Fotógrafo | FG + SG Fernando Guerra Concurso | 2005 Inicio construção | 2005 Finalização da obra | 2006 Agredecemos a colaboração do Arq. Paulo David.
  22. NAMaia, esta secção é apenas uma transposição de anúncios publicados noutros locais, pelo que as entidades referidas podem não ter acesso à tua pretensão. O que tens de fazer é contactar directamente o gabinete em causa por um dos meios descritos: E-mail: pedrobasso@clix.pt Telemóvel: 962582287 PS: Boa sorte...
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