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3CPO

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  1. No caso dos realojamentos dos bairros de lata, existem planos de urbanização, espaços verdes, espaços infantis, escolas e tudo mais para pessoas que viviam nesses bairros. Falo do caso do bairro das marianas em Cascais, que realojou muitas das pessoas que lá viviam em 1997 (data do inquérito)...os que chegaram depois de 1997 ficaram apelidados de "sem direito". As casas foram na sua maioria oferecidas, ou rendas baixas (entretanto deixaram de as pagar), bem com também deixaram de pagar a água, luz e electricidade...algumas das familias realojadas pelo plano de 1997 já lá não moram devido ao aumento significativo do agregado familiar, tendo alugado a casa em questão (ou vendido)... E os que não são "sem-abrigo", e os portugueses que moram em condições deprimentes e não têm possibilidade de comprar casa? E as pessoas de 3ª idade que moram em prédios degradados? Também teriam direito a essas casas "gratuitamente"? O tema da habitação social tem muito que se lhe diga...o Nuno Portas escreveu bastante sobre isso...
  2. Muitas das vezes ainda as querem de borla...
  3. :clap: :clap: Com a falta de Centros Comerciais, Forum Cidades, e afins, já cá faltava o maior da peninsula ibérica... Agora é que o TiCo arranja um entretém...com o maior centro comercial da peninsula...:nervos: :nervos:
  4. Mas é o que acontece...o arquitecto muitas vezes não pensa nos usos...é como as cozinhas muito minimais que se esquecem do espaço para o balde e esfregona...isso há de aparecer e estragar o bonito desenho minimal... O mesmo acontece para outras situações... O "arriscas-te" surge num conceito de imprevisibilidade...nunca sabes o que pode acontecer quando existe a "humanização" dessas divisões e espaços demasiado minimais... No caso desta foto: Há de surgir um dia uma toalha vermelha, roxa ou verde, um copo com escovas de dentes, e uns quantos acessórios...não serão sempre brancos concerteza... Daí eu dizer que a "frieza" que referiste desaparece rapidamente assim que a casa é habitada...
  5. Andei a procurar mais alguns desenhos e eis que encontrei algo importante: o sistema pré-fabricado na habitação. Sem dúvida que eram sistemas inovadores para a época... Fonte: http://www.cse.polyu.edu.hk/~cecspoon/lwbt/Case_Studies/Habitat67/harbitat.html
  6. PANICdarko: Esse calor humano é dado pela ocupação feita posteriomente... Se fores lá actualmente concerteza não estará assim tudo imaculado...arriscas-te a ver um quadro pendurado, uma jarra de flores...uma série de coisas que dão vida a um espaço "branco"... Abraços
  7. No final disto tudo, considero este tipo de gestos mais "descontrutivistas" demasiado experimentais. Geram-se espaços demasiado mortos e ensombrados no meio de tanto recanto... Remete-me um pouco para as "Living Box's"...
  8. Interiores: Abraços
  9. Fotos do interior do edifício:
  10. — An event Expo 67, one of the world’s largest universal expositions was held in Montreal. Within the movement of liberalization and opening to the world characterizing this period, the exposition was entitled “Man and his World” as the title of Antoine de Saint-Exupéry’s masterpeace. Housing was one of the main themes of Expo 67. Saint-Exupéry wrote: “We have to make lively this new house that doesn’t have a face yet. The truth for one was to build; it is, for the other, to occupy it.” Habitat 67 then became a thematic pavilion invaded by thousands of admiring visitors that came from all around the world, on top of being the temporary residence of many dignitaries passing by Montreal. Habitat 67 was an event in itself at the time. It still is today. This housing complex became not only the “place where to be” for some 146 singles, couples and families which have made it their main residence, but as well a real community of which the style and the quality of life are envied throughout Canada. — An icon of permanent modernity The cube is the base, the mean and the finality of Habitat 67. In its material sense, the cube is a symbol of stability. As for its mystic meaning, the cube is symbol of wisdom, truth, moral perfection, at the origin itself of our civilization. 354 cubes of a magnificent grey-beige build up one on the other to form 146 residences nestled between sky and earth, between city and river, between greenery and light. The whole unites in a gigantic sculpture futuristic interiors, links, pedestrian streets and suspended terraces, aerial spaces, skylights of different angles, large plazas and monumental elevator pillars, without forgetting the openings, here and there, that are as many winks and calls to meditation from the environment as well as from the living experience. — A diversity in uniqueness Those who choose Habitat 67 as their main residence create their own world to their image, within a complex of a remarkable unity. The sense of innovation, the charm, the good taste and the diverse countries of origin of the residents are such, that Habitat 67’s interiors and private terraces gladly compete. Circled by an exceptional environment, Habitat 67 is a community undeniably contemporary, admirable by the fact that singles, families, couples and retired people all meet with the same happiness. Fotos - 2004 Umas plantas que consegui arranjar: Fontes: http://www.msafdie.com http://www.space1999.net/~sorellarium13/habitat-67.htm
  11. Fantástico... :s
  12. Rui Resende: Aqui aguardamos umas fotos valentes desse ambiente atestado...
  13. Ou seja...Auquitectuua.pt... já está fora das futuras palestras internacionais do Arquitectura.pt... Abraços
  14. Essa está demais!!! :p
  15. Agora imagina colocar mobilia nesta casa: http://www.arquitectura.pt/forum/showthread.php?t=2154 :s
  16. Se existir algum passo mais simples e eficaz... Esperamos melhores sugestões... Abraços
  17. Bem vindo André... O que se aprende...não fazia ideia que existia o açórico-madeirense-luso-vicentista... O açoreano a falar é o que se sabe...o madeirense também...agora imaginem açórico-madeirense-luso-vicentista...:nervos: Uma vez mais bem-vindo...aguardamos a publicação de trabalhos.
  18. asimplemind: Excelente comentário... Apesar de ainda não ter visto a Avenida no Local, penso que a maioria das questões que referiste são justificativas de algumas atitudes tomadas nesse projecto... Quanto à fonte, é mesmo uma tristeza....
  19. A casa a que te referes é da autoria do arquitecto José Carlos Nunes de Oliveira & Paulo Costa e não de Alvaro Leite Siza... Abraços e bem vindo
  20. Ora comparem lá o seguinte: Rotterdam (Kop van Zuid) / Amsterdam (Borneo) Abraços...
  21. Fabuloso... Como seria o video a resumir a obra do Taveira? :nervos: Abraços...
  22. Asimplemind: Só por curiosidade, quanto é ke gastaste no total do ano inteiro? (faço uma pequena ideia...)
  23. Er aí que eu queria chegar...será que vale a pena gastar tanto dinheiro, um ano dos nosso cinco do curso para enriquecer a experiencia pessoal? Não será um pouco contraditório? Não seria mais vantajoso "atacar" em algo que enriquecesse a nossa experiencia e percurso arquitéctónico? Afinal é nisso que todos pensam quando se fala em Erasmus... Abraços
  24. Ola, Espero que dês o teu contributo da melhor forma. Bem vindo ao Arquitectura.pt. Abraços
  25. Creio que num erasmus guardas essencialmente experiencias pessoais e experiencias académicas... É interessante, mas numa fase avançada do curso será isso o mais importante? Abraços...
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