3CPO
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Olá Pedro, Tive oportunidade de ver uma obra tua num outro fórum e aproveitei a ocasião para te convidar para participares no Arquitectura.pt... São pessoas como tu e como nós que ajudam a criar o bom ambiente e um bom conteúdo... Aguardo curiosamente a publicaçao dos vossos projectos... Abraços
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Existe sempre uma certa descrença com faculdades brasileiras...não sei porquê, mas quando falo com certos professores ou arquitectos sobre estudos brasileiros ou faculdades brasileiras, torcem sempre o nariz, porque será? Abraços
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Bastante interessante, mas as sombras não estão mto expressivas... Tentaria melhorar a presença da luz nesse espaço...parece sobre-iluminado só com um candeeiro... Um tratamento ao tecto também não era mal pensado... Mas no geral está a ficar interessante...gosto de ver essas evoluções...quando apanhar o meu 3Dmax a jeito tb vou dar uns toques... Abraços
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Os famosos projectos mastigados ... :p
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O Arkial provocou um bocado...há que saber lidar com essas coisas... Na minha opinião a melhor resposta é mesmo a intelectual...aquela que se responde com arquitectura para deixar o outro mm em seco sem resposta... :icon_flamed: Neste caso o aviso foi brando...mas houve uma série de factores que levaram a não dar o castigo: _Foi a primeira vez que houve infracção _O membro foi provocado por terceiros _O termo aplicado ajudou... A próxima vez não terá hipotese e será mesmo uma infracção com penalização... Abraços
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Post: Habitação Unifamiliar - Trofa User: Fishe Infraction: Insulto a outro(s) membro(s) Points: 0 Administrative Note: Message to User: Original Post:
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Gosto do conceito "survival of the fitest"..dá uma certa adrenalina... Há quem já se prepare para essa "guerra" nos anos da faculdade... Abraços
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Sim, também me esqueci dessa fatia Enfim...
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Há muitos estudantes que têm o sonho das Artes Gráficas, Escultura ou Pintura, mas acabam por seguir para Arquitectura...e porquê? Porque a média permite e arquitectura continua a ser o curso da moda e que o arquitecto ganha muito bem... Enquanto existir o drama das médias, o panorama mantêm-se... Na minha opinião eraa através de Testes de Vocação que se decidiam as coisas...direcionarem os alunos com apoio psicotécnico e vocacional como fazem em diversos países europeus... Creio que o sucesso escolar e empenho iam aumentar... Vejo muitos estudantes de arquitectura que não gostam de arquitectura... Alimentam espectativas erradas logo desde inicio e depois é o que se vê... "Arquitectura dá dinheiro", "Arquitectura é bonito porque imagino os meus próprios edificios", "Arquitectura dá status..." ... Abraços
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Vamos lá a discutir Arquitectura de forma civilizada e ordeira... Já estão a entrar numa discussão pessoal... Abraços
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Morreu o arquitecto José Sommer Ribeiro 17.09.2006 - 16h09 Lusa O arquitecto José Sommer Ribeiro, ex-director da Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva, morreu ontem em Lisboa, aos 82 anos de idade, adiantou uma fonte daquela instituição. Sommer Ribeiro ingressou em 1942 no curso de arquitectura na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, tendo sido responsável, quase duas décadas depois, pela escolha da localização da sede e museu da Fundação Calouste Gulbenkian. Em 1981, assumiu o cargo de director do Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão e em 1993 reformou-se da Gulbenkian, tendo então tomado posse como director e administrador da Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva. Sommer Ribeiro foi agraciado em vida com várias distinções, entre elas a de Grande Oficial da Ordem Militar de Santiago de Espada, Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique e Grande Oficial da Ordem de Mérito. Fonte: Publico.pt
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pinTas: As aulas começam amanha dia 18...só para o primeiro ano é que é a 25... Ou é mesmo a 25? Sempre a mudar...que desorganização...
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Se te safas com as directas...siga... O que interessa é chegar ao fim e as coisas estarem feitas com qualidade... Abraços e boa sorte para o trabalho...
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Cinaminamina...também estavas de directa a trabalhar? Grandes malukos... A ver se é este ano que estreio uma directa nos trabalhos... LOOOL Abraços e bom trabalho
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O que eu acho engraçado... Colocados por etapas na Faculdade de Arquitectura do Porto (apenas como exemplo, nas outras acontece o mesmo): Deficientes - 143,5 Açores Nivel 1 - 122,5 Madeira Nivel 1 - 173,5 Emigrantes - 127,0 Militares - 133,0 Contingente Geral - 181,0 Segue o exemplo desta aluna: http://www.acessoensinosuperior.pt/coloc2006/col1det.asp?BIC=13201741&CEC=2&EtC=4 Entrou na FAUP com 122,5 derivado ao contingente Açores. Acham justo uns entrarem com 12,2 e outros com 18,1? São cidadãos portugueses, deveriam ter as condições de acesso iguais a todos os outros... Peço desculpa à Ana Carolina Sousa Ferreira, mas foi o primeiro exemplo... Abraços
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Não compreendo como é que adolescentes com 18 aninhos se deixam levar nessas barbaridades...enfim... Assim sentem-se socialmente integrados... Não posso deixar de expressar a minha opinião sobre as imagens...mas aquela FRALDA fica-lhe mesmo bem colada na testa...!!!! :p :p
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Todos estes anos tem sido algo bastante simples... Geralmente quem se ocupa com a praxe é o pessoal do 2º ano...o resto anda demasiado ocupado no inicio do ano... É uma excelente forma de ficares a conhecer as pessoas e os teus colegas... Abraços e bem vindo ao ISCTE...
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Parabéns Miguel Coutinho...a partir de dia 18 já podes fazer a matrícula... Abraços
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In “Código da Praxe Académica de Coimbra”, Edição 1993 Discordo completamente com estas hierarquias, rituais e costumes humilhantes... Mas aqui fica uma grande verdade: Fonte: http://antipodas.planetaclix.pt Abraços
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A minha praxe no ISCTE: _Uma manhã passada em grupo com os diversos caloiros de outros curso, a gritar canticos universitários, referentes ao nosso curso...com umas pinturazitas na cara. _Devo referir que me senti verdadeiramente humilhado em ter tais pinturas na cara...como estudante de arquitectura, exigia algo mais complexo e artístico...mas enfim... _Uma régua T à cabeça, feita em cartolina e agrafada na ponta com a nossa média de acesso. _Da parte da tarde, lavámos a cara e fomos em direcção às salas de projecto ver os trabalhos e tentar perceber um pouco mais do que se estudava por aqueles lados...algumas dicas para lidar com determinados professores...ah, e umas declarações de amor pelo meio... Nada de humilhante (à parte das pinturas primárias)...até foi bem engraçado para ficar a conhecer o pessoal...e os trabalhos do pessoal... Passando esses 2 ou 3 dias, ninguém mais liga a isso... Talvez por ser um curso recente no ISCTE e ter poucos alunos por ano... Abraços
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Informação das notas dos últimos colocados em Arquitectura: [univ. do Porto - Faculdade de Arq. - Arquitectura - 108 - 181,0] [univ.e Técnica de Lisboa - Faculdade de Arq. - Arquitectura - 108 - 176,5] [instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa - Arquitectura - 35 - 170,0] [univ. Técnica de Lisboa - Faculdade de Arq. - Arquitectura de Interiores - 30 - 167,0] [univ. Técnica de Lisboa - Faculdade de Arq. Arquitectura de Design - 30 - 166,0] [univ. Técnica de Lisboa - Faculdade de Arq. - Arq. do Plan. Urb. e Territorial - 30 - 160,0] [univ. Técnica de Lisboa - Faculdade de Arq. - Arquitectura de Design de Moda - 30 - 159,0] [univ. Técnica de Lisboa - Faculdade de Arq. - Arquitectura da Gestão Urbanística - 30 - 154,5] [univ. Técnica de Lisboa - Instituto Superior Técnico - Arquitectura - 50 - 154,0] [univ. da Beira Interior Arquitectura - 60 - 152,2] [univ. de Coimbra - Faculdade de Ciências e Tecnologia - Arquitectura - 60 - 146,8] [univ. do Minho - Arquitectura - 50 - 144,8] [univ. de Évora Arquitectura - 50 - 140,8] [univ. dos Açores - Ponta Delgada - Arquitectura (Preparatório) - 25 - 136,3] Abraços
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Para verem os resultados das colocações na 1ª fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior, cliquem aqui: http://www.acessoensinosuperior.pt/coloc2006/index.asp Abraços
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Jen Alkema - Van Overreem Gallery-Apartment - Nice / France
3CPO replied to 3CPO's topic in Arquitectura
Só faltavam eram uns desenhos para o pessoal ficar mesmo a perceber ... Details serve not as mere decoration, but are a key to understanding the architecture as a whole. Bem procurei, mas detalhes, nem ve-los... Abraços -
Penso que a materialidade atribuida não foi muito feliz de acordo com as afirmações presentes na memória... "A proposta pretende explorar a carga poética de elementos construtivos normalmente utilizados de forma estritamente pragmática", "valorizando simultaneamente a sua relação com o meio natural espontâneo, cíclico e perecível, construindo uma imagem reconhecível, um referente concreto para o conceito subjacente da porta de chegada" Não creio que o "conjunto de delicadas coberturas" seja assim tão delicado, poético e reconhecivel... Na minha opinião, este projecto durante o dia é apenas um conjunto de palas de betão...espero que os resíduos automóveis não lhe dêem aquela cor "agradável" com o passar dos anos... Reconhecia melhor essas qualidades no projecto do atelier Foster & Associates para a Repsol: Dreamer: Vou ver se consigo alguns desenhos... Abraços
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Aires Mateus Associados Portagem na Auto-estrada A2 - Algarve Um tempo O projecto trata de questões objectivas – um instante preciso no tempo, a entrada num território diferente, a pausa obrigatória num movimento contínuo. Por tratar desse instante, trata também de todos os outros momentos do percurso e de um conjunto de sensações vividas numa sequência de vários cenários. Numa auto-estrada viajamos num todo, em que as relações mais remotas com a paisagem – cheiros, variações de temperatura e humidade, ruídos e ventos – nos são filtradas por circunstâncias inerentes à velocidade. A velocidade entendida enquanto dimensão vai revelando no entanto, sucessões de territórios. A paragem na praça de portagem será, em relação a esse movimento, um acidente pontual em que, sem sairmos desse todo, finalmente abrandamos, mudando todo o conjunto de sensações características do percurso – vibrações, ruídos, velocidade de leitura da paisagem. O momento é, assim, único no percurso e marcado em si só; a ideia de o assinalar reforça a singularidade da sua percepção, não devendo, no entanto isola-lo de um todo. Um espaço Por outro lado, o concurso sugere igualmente uma reflexão em torno do território. Se por um lado a implementação de uma auto-estrada se constitui como uma alteração num tecido contínuo, feito de outras lógicas de desenho e de tempos de intervenção distintos, também se afirma como um corte tão fino que deixa reconhecer facilmente as continuidades entre ambas as margens. Mas mais que um corte, a auto-estrada constitui-se ela própria como um novo território, que indiferentemente se sobrepõe aos demais; um território dotado de regras próprias, sensações próprias, valores próprios revelando aqueles que vão sendo atravessados. Uma praça de portagem, sendo inequivocamente mais um ponto desse território linear, apresenta-se ao mesmo tempo como uma oportunidade de demostração do equilibrio entre natural e construido, ligando o artifício à natureza, marcando a capacidade de cada um dos mundos propor novas leituras, que se reforçam num todo. A proposta O projecto pretende ancorar a sua resposta em linhas de continuidade com o contexto próximo. A proposta pretende explorar a carga poética de elementos construtivos normalmente utilizados de forma estritamente pragmática, valorizando simultaneamente a sua relação com o meio natural espontâneo, cíclico e perecível, construindo uma imagem reconhecível, um referente concreto para o conceito subjacente da porta de chegada. Nesse sentido, o elemento marcante da proposta é claramente a estrutura de cobertura da praça. A enorme pala, que se lê à distância e que se percebe como uma unidade, revela-se a um olhar aproximado como um conjunto de delicadas coberturas, justapostas e sobrepostas. Estas estruturas desenham-se serenas evocando de forma simplificada a estrutura de uma árvore; o conjunto das palas constitui metáfora abstracta de uma floresta, na aparente aleatoriedade da sua disposição e pela manifesta diversidade de proporções. O edifício de controlo, cuja escala poderia ombrear com a das coberturas, surge dissimulado no talude de terreno adjacente. Mais do que como uma construção, ele apresenta-se como um acidente topográfico, que alberga os requisitos programáticos. Toda a eloquência da cobertura encontra a necessária correspondência no silêncio absoluto do entorno. Esta hierarquização muito clara das intenções do projecto é o ponto de partida que garante uma adequada gestão dos recursos disponíveis, contribuindo para uma proposta equilibrada Não restam dúvidas de que a construção de uma auto-estrada é um gesto de grande impacto inicial, sobre uma paisagem virgem. Do mesmo modo, é garantido que o tempo e o complexo tecido da história e da cultura farão dele apenas mais uma marca, igual a todas aquelas de que, no fundo, o território é feito - e sem as quais o não é. O projecto constitui sobretudo a oportunidade de reflectir sobre este fenómeno, de ensaiar uma lógica possível de ligação entre territórios agora separados por essa fenda; de propor uma hipótese de compreensão para um território fragmentado em locais tão distantes e todavia ao alcance de um olhar. Cliente: BRISA Arquitecto: Francisco Aires Mateus Custo: 2.000.000,00€ Estado: Construído em Julho de 2002 Fonte: EuropaConcorsi Abraços
