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Cartaz de programação: [ATTACH]9376[/ATTACH]
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Cartaz de programação: [ATTACH]9376[/ATTACH]
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III Obra Falada no IST em Dezembro O nucleAr - Núcleo de Estudantes de Arquitectura do Instituto Superior Técnico - realiza em Dezembro a 3ª edição da Obra Falada. Trata-se de um ciclo de conferências que os alunos têm vindo a organizar nos últimos anos, no âmbito do qual se "convidam vários arquitectos para apresentarem as suas últimas obras, com o objectivo de dar a conhecer diferentes abordagens e ideias, suscitar interesses diversos e levantar dúvidas quanto às matérias que a própria arquitectura aborda". São estes os convidados para a III Obra Falada: 2 Dezembro: Atelier Central 3 Dezembro: SAMI | Bernardo Rodrigues 9 Dezembro: AtelierMOB | Kaputt 10 Dezembro: Ventura Trindade | Aires Mateus 15 Dezembro: Manuel Taínha O evento irá decorrer no anfiteatro do Complexo Interdisciplinar do IST, às 18h. A entrada é livre. Para mais informação contacte: daniel.rego (Por Mensagem Privada) nuclear@civil.ist.utl.pt http://nuclear.ist.utl.pt
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III Obra Falada no IST em Dezembro O nucleAr - Núcleo de Estudantes de Arquitectura do Instituto Superior Técnico - realiza em Dezembro a 3ª edição da Obra Falada. Trata-se de um ciclo de conferências que os alunos têm vindo a organizar nos últimos anos, no âmbito do qual se "convidam vários arquitectos para apresentarem as suas últimas obras, com o objectivo de dar a conhecer diferentes abordagens e ideias, suscitar interesses diversos e levantar dúvidas quanto às matérias que a própria arquitectura aborda". São estes os convidados para a III Obra Falada: 2 Dezembro: Atelier Central 3 Dezembro: SAMI | Bernardo Rodrigues 9 Dezembro: AtelierMOB | Kaputt 10 Dezembro: Ventura Trindade | Aires Mateus 15 Dezembro: Manuel Taínha (Conferência cancelada, ver actualização) O evento irá decorrer no anfiteatro do Complexo Interdisciplinar do IST, às 18h. A entrada é livre. Para mais informação contacte: daniel.rego (Por Mensagem Privada) nuclear@civil.ist.utl.pt http://nuclear.ist.utl.pt
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Cartaz de programação:
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Bem-vindo Fernando, espero que a comunidade te seja útil!
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III Obra Falada no IST em Dezembro O nucleAr - Núcleo de Estudantes de Arquitectura do Instituto Superior Técnico - realiza em Dezembro a 3ª edição da Obra Falada. Trata-se de um ciclo de conferências que os alunos têm vindo a organizar nos últimos anos, no âmbito do qual se "convidam vários arquitectos para apresentarem as suas últimas obras, com o objectivo de dar a conhecer diferentes abordagens e ideias, suscitar interesses diversos e levantar dúvidas quanto às matérias que a própria arquitectura aborda". São estes os convidados para a III Obra Falada: 2 Dezembro: Atelier Central 3 Dezembro: SAMI | Bernardo Rodrigues 9 Dezembro: AtelierMOB | Kaputt 10 Dezembro: Ventura Trindade | Aires Mateus 15 Dezembro: Manuel Taínha O evento irá decorrer no anfiteatro do Complexo Interdisciplinar do IST, às 18h. A entrada é livre. Para mais informação contacte: daniel.rego (Por Mensagem Privada) nuclear@civil.ist.utl.pt http://nuclear.ist.utl.pt
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Diz ele que passa mais tempo por aqui que o próprio administrador Os fóruns estão a mudar e os meios de comunicação também, faz isso parte do desenvolvimento tecnológico e humano, os fóruns já estão a evoluir e o Arquitectura.pt já vai seguir algumas das novas tecnologias. O Bruno tem razão, nem sempre é possível apresentar um projecto como deve ser, outras vezes não interessa ao arquitecto, mas se as ferramentas estão lá partirá depois da vontade do autor do projecto a sua publicação ou não.
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Material de Construcao para Paragem de Autocarros
Arq.to replied to Bennyphelps's topic in Arquitectura
Caro Bennyphelps, Agradeço que crie um único tópico para o mesmo assunto, desta forma a informação fica centrada num único local, e será mais fácil de encontrar pelos seus futuros colegas. Obrigado -
Caro Antero, Gostaria de perguntar se conhece outras empresas que façam ou disponibilizem o mesmo produto? O Antero faz parte da empresa?
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Obrigado pelo elogio mas o trabalho é todo desta gente e deste outro punhado, bem-vindo!
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A Qualidade nas Intervenções de Conservação, Reabilitação e Valorização das Casas Antigas Numa iniciativa conjunta da APCA (Associação Portuguesa das Casas Antigas) e do GECoRPA (Grémio das Empresas de Conservação e Restauro do Património Arquitectónico) realiza-se, no próxima dia 14 de Novembro o seminário “A Qualidade nas Intervenções de Conservação, Reabilitação e Valorização das Casas Antigas”. O evento terá lugar no Palácio dos Marqueses de Fronteira, em Lisboa, e justifica-se pela constatação da necessidade em promover as boas práticas de reabilitação, criando condições para uma exploração rentável das casas antigas portuguesas, sem prejudicar a preservação do seu carácter e da nobreza. Para mais informação: www.gecorpa.pt info@gecorpa.pt GECoRPA Tel.: 213 542 336 Fax: 213 157 996
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Os certificados digitais servem apenas para "associar" uma identidade a um computador. Desta forma através de assinatura digital pode-se tratar de assuntos como finanças, envio de projectos e outros comprovando sempre a identidade de pessoas que está a enviar o documento por e-mail ou internet. Desta forma como diz a margarida, o objectivo é poupar nas despesas, evitar o gasto de papel e recorrer de uma organização digital.
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Já respondi ao teu tópico, agradeço que colocasses os tópicos individualmente.
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Concurso Internacional de Ideias Repensar Bonpastor
Arq.to replied to KIng Kong's topic in Arquitectura
Olá Sofia, Agradeço o trabalho em colocares os concursos no Arquitectura.pt, mas por favor coloca os eventos separados em tópicos, assim é mais fácil para os teus colegas pesquisarem os eventos e responderem. Obrigado -
Bem-vinda Sofia! Obrigado pelos eventos que já colocaste! Espero que o Arquitectura.pt seja útil para ti, já agora em que Lusíada andas?
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olho, em caso de desaparecimento de pessoas a Polícia Judiciária divulga no site e na TV, no entanto não encontro ninguém com o nome de Daniel no site da PJ. Infelizmente é prática comum enviarem por e-mail corrente este tipo de falsas mensagens para obterem os correios electrónicos das pessoas ou para as pessoas terem o telefónico exposto ao público. Em caso de desaparecimento o melhor é sempre contactar as autoridades e expor sempre o número da Polícia Judiciária, eles melhor que ninguém sabem como destingir as pistas e chamadas importantes, uma foto, descrição ou nome completo é sempre boa política para verificar a autenticidade da mensagem.
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Legrias, o tópico que publicaste foi enviado por email em cadeia, onde o site que apresentas como "factual" é escrito por apoiantes nazis, em que aponta "factos" como o vírus HIV é doença de "africanos e países do Terceiro Mundo", também negam a existência dos campos de concentração Nazi. Esse tipo de e-mails servem para alimentar o ódio pelo sistema, e são usados pelas por grupos como "guerrilha marketing". Por isso não creio que o e-mail siga grandes princípios científicos.
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Tópicos que podem ajudar a obter uma resposta: http://www.arquitectura.pt/forum/f29/portaria-1379-2009-de-30-outubro-13899.html http://www.arquitectura.pt/forum/f125/portaria-1379-2009-qulifica-es-tecnicos-subs-projectos-dto-13885.html
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Revogação do 73/73 - Arquitecto, director de obra, sim ou não?
Arq.to replied to nature18's topic in Arquitectura
Tópicos que podem ajudar a obter uma resposta: http://www.arquitectura.pt/forum/f29/portaria-1379-2009-de-30-outubro-13899.html http://www.arquitectura.pt/forum/f125/portaria-1379-2009-qulifica-es-tecnicos-subs-projectos-dto-13885.html -
Este tópico pode ajudar-te na decisão: http://www.arquitectura.pt/forum/f79/software-de-modela-renderiza-8544.html
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Mais fotos:
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The Legacy of Saddam’s Architecture of Fear Empires rise and fall, but the physical foundations they lay remain like ghosts. Fifty years ago Baghdad had just three public sculptures. During the revolution mobs destroyed a statue of King Faisal and another of Stanley Maude, the British general who routed the Ottomans in Mesopotamia, leaving just one dedicated to an obscure prime minister. Today Iraq proliferates with imposing monuments and lavish palaces, mostly built by Saddam and intended to cajole and terrify in equal measure. But what has become of this architecture of fear since the fall of Saddam? The physical architecture of a city might, in some senses, be said to reflect the prevailing mood of its peoples. Paris’ charming cafes, London’s imperial monuments, New York’s ultra modern skyscrapers – all have been shaped by their nation’s complex genealogy, and have in turn shaped it themselves. Bearing this in mind, Saddam’s militaristic avatars and imposing memorials to the martyred speak not of a country governed by opportunity, freedom or creativity, but of one yoked by unquestioning loyalty, self-sacrifice and fear. Saddam, it seems, knew all too well the way authority might be invested in public monuments. And for those who remain sceptical, we need only look to the priority the Americans gave to knocking down the giant statue of Saddam in Firdos Square. US troops draped the Star Spangled Banner across it before gleefully toppling it in front of a crowd of baying Iraqis. Such a straightforward gesture felt somehow excessive from a country who claims ‘hearts and minds’ has replaced older notions of ‘total war’ – like something Stalin might have done or, indeed, had done to himself. But what else could the US have done? The physical immediacy of a public monument often runs deeper than any propaganda campaign. Saddam’s monuments served as harrowing reminders of his brutal political culture, and no amount of ‘liberation’ speeches by the Americans could change this. Even before the invasion it is said Iraqis in the vicinity of his palaces would avert their eyes out of respect. For people weaned so long on the symbolic apparatus of the Ba’ath regime – public executions, military demonstrations, party-line slogans – the best way of undoing Saddam’s dialect of fear was the most obvious: destroying it on its own terms. And just as Saddam used symbols to garner loyalty and respect from his people, the US used Saddam as a symbol justifying the war itself – aping the symbolic apparatus of the very regime they sought to destroy. But Saddam’s exploitation of his cities’ architecture went further than this, extending into the realms of fantasy and megalomania. For decades he sought to write into the architecture of Baghdad a fantastical lineage linking him to the great Islamic heroes. Immense murals depicted him atop a white horse drawing clear parallels to Saladin, the Levantine nemesis of the Crusaders – for Saddam, like Saladin, was born in Tikrit and was eager to be seen, like Saladin, as a saviour of Muslims everywhere. The almost unfathomably ironic fact that Saladin was a Kurd – the very people whose murder cost Saddam his life – was conveniently brushed under the carpet by Saddam’s propagandists. How the architecture of Iraq has fared since the invasion is a whole other story. Photographer Richard Mosse returned this year from Iraq with an intriguing set of images entitled ‘Breach’, documenting the way US troops have repurposed Saddam’s palaces and sought to modify his public monuments. Mosse himself has said he used the term ‘breach’ because “a ‘breach’ is a military maneuver in which the walls of a fortification (or palace) are broken through. But breach also carries the sense of replacement—as in, stepping into the breach. The U.S. stepped into the breach that it had created, replacing the very thing that it sought to destroy.” His photos wonderfully capture the disconcerting merger that has taken place between the old Iraq of Saddam and oppression, and the new liberated Iraq of so called ‘freedom’ – and most fascinating of all they tell the story from the perspective of the everyday lives of troops on the ground. Lives engaged in daily routine in a place that is, itself, far from routine. Soldiers pump iron in the magnificent surroundings of Saddam’s Al-Faw palace. Partitions, fans and hand-scrawled messages litter gold-clad staircases and or sit under elaborately carved Persian arches, whilst soldiers play basketball in the palace grounds. Highly wrought music halls now serve as food halls where soldiers sit on gold-leaf chairs watching TV. One can’t help but relate the unsettling mixture of the familiar and domestic (weights, radios, sofas, bikini posters) with the exotic and extraordinary (self-indulgent gold ceilings, extravagant chandeliers, ornate marble arches), to the discordance the invasion has imposed on Iraq politically and culturally. Can we, perhaps, think of these pictures as visual aftershocks of the incongruity the invasion has brought to Iraq? Do we know what it is we want for Iraq – a western democracy complete with McDonalds and basketball, or an Iraq with its own history and sense of place and history . . . or some unlikely hybrid of the two? Do we even know what the Iraqis themselves want? Somehow these pictures seem to lay bare these uncertainties rather well. But most powerful of all is their inability to resolve questions they raise – the more we examine the pictures, the more the political uncertainties they initially point to seem to recede into the distance, leaving us only with simple shots of soldiers engaged in bringing familiarity and routine to a place that is anything but routine. Ironically this is something the people of Iraq must now try and do in their own country. If you want to see more of Richard Mosse’s amazing photos, visit his site here and for an interesting interview about these photos at BLDGBLOG click here. Sources: 1, 2, 3
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Guggenheim Design it: Shelter Competition - Cork Block Shelter - David Mares
Arq.to replied to Seraph's topic in Arquitectura
Parabéns David!
