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Porto | "A discreta casa de arquitectos" | Alvaro Siza Vieira
Dreamer replied to 3CPO's topic in Arquitectura
Este é o edifício que alberga os gabinetes do Siza, do ESM, entre outros... Como edifício pode ser bonito, mas não concordo nada com a descrição que é feita... O edifício destaca-se demasiado na paisagem, parece que aterrou ali... Quem o observa de baixo, do largo do Ouro, apercebe-se como ele surge a dominar a paisagem "por cima" de edifícios antigos até 3 pisos... Está edificado sobre uma plataforma (o estacionamento fica por baixo), elevando-se como que num pódio sobre a paisagem... PS: Ainda pior é o condomínio fechado que construiram no terreno a norte deste... -
O mesmo resultado urbanistico que o "Vila Utopia", mas um conceito diferente... com equipamentos, serviços, etc...
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Cerva, Ribeira de Pena | Casa Tóló | Alvaro Leite Siza
Dreamer replied to kaz's topic in Arquitectura
Mas alguém falou em habitação colectiva? Só se for na referência à quantidade de lanços de escadas... A questão que suscitou a discussão não foi se é público ou privado, se a solução é interessante, ou não (todos estamos de acordo que é interessante), mas apenas que EU, ao ver o projecto da habitação, não gostei da solução... Claro que a minha opinião vale o que vale, porque o que importa é a opinião do cliente, mas tenho o direito de a expressar... por isso é que a discussão nasceu... -
À alguns dias, numa conversa, falaram-me de um empreendimento no concelho das Caldas da Rainha, do lado sul da lagoa de Óbidos. Disseram-me que esse era um empreendimento de luxo com moradias isoladas projectadas por vários arquitectos da "praça", e que nos terrenos deste empreendimento existiam placares com a cara desses arquitectos publicitando os projectos. De imediato lembrei-me de um tópico onde se falava sobre a "Vila Utopia" (http://www.vilautopia.com/index.asp). Numa visita a este site tinha ficado com a imagem dos vários arquitectos da dita "praça", e associei essa conversa a este empreendimento. Qual não foi o meu espanto quando, numa nova visita ao site da "Vila Utopia", percebi que esta fica entre Alfragide e Carnaxide, logo, um pouco longe de mais das Caldas da Rainha... O mesmo empreendimento não é concerteza, mas a natureza e os propósitos dos projectos parecem ser exactamente os mesmos... e não me devo enganar muito se disser que os tais "arquitectos da praça" se "repetem" nos dois lados... Será que vamos continuar a ser invadidos pelas "Vilas Utopias", "Quintas dos Lagos" e afins? PS: Alguém tem alguma informação sobre este outro empreendimento nas Caldas?
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O do Calatrava está muito bom... Enfim... excelente post...
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Rendering Reality: Hadid, Libeskind, Koolhaas and Winking Jesus
Dreamer replied to Arq.to's topic in Arquitectura
Mas nestes casos o que interessa é vender o projecto... por isso é complicado não se sujeitarem às leis da imagem... -
E sai mais uma duvida de representação - Alçados em Edificios em U
Dreamer replied to Bruno_Rosa's topic in Arquitectura
Com um programa que funcione em 3D, isso é xás-prás e já está feito... Em CAD é mais complicado e aí sim tens esse trabalho "extra"... é um prémio pela preferência... :) -
Outra coisa interessante é perceber o conceito de vivência na habitação que os povos do centro da europa têm... Em alguns casos à quase que uma permiscuidade entre o público/privado e isso é também uma consequência dessa mentalidade. Nas plantas isso é bem marcado, quando se vê que é a partir da sala que se faz o acesso aos quartos, ou quando o conjunto sala/cozinha (muitas vezes kitchnet) fica no miolo da distribuição, deixando quartos dos dois lados... Uma forma diferente de viver o espaço, que eu teria alguma dificuldade em interiorizar...
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CTT lança selos em homenagem à arquitectura contemporânea
Dreamer replied to lllARKlll's topic in Arquitectura
É uma forma interessante de ver a arquitectura... Sempre se divulga um pouco de uma forma que pode chegar a mais pessoas, mas também duvido que fora os interessados pela arquitectura e os aficcionados em selos, poucos serão os que vão adquirir estes selos... Primeiro vou vê-los em mão para depois decidir sobre a compra... -
E sai mais uma duvida de representação - Alçados em Edificios em U
Dreamer replied to Bruno_Rosa's topic in Arquitectura
Talvez possas representar assim, mas é uma oportunidade que se perde de representar mais algumas coisas no projecto, sem mais folhas... e depois podes ter de fazer um corte pelo mesmo volume para o apresentar ans folhas dos cortes... Eu opto por representar a secção em corte com a expressão de "corte" da escala do desenho (1:110, 1:200, etc)... Não "estraga" o desenho e passa-se mais informação... -
Pois... tinha-me esquecido de referir esse tão "belo" elemento da decoração portuguesa... o cortinado... Nada mais é do que o tentar tapar as vistas de um exterior hóstil... e a prova são esses edifícios na Holanda, Alemanha, entre outros, que não precisam desse elemento para tapar e encobrir o interior... Se por aí começam a "baçar" os vidros do piso da rua, por cá tapa-se tudo até ao último andar... não vá alguém andar de binócolos em punho para ver aquilo que não deve... É um conceito de privacidade completamente diferente do nosso. Tão diferente como o é o de propriedade, o de posse de algo (os famosos muros de 2,5m para tapar todo o interior)...
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E sai mais uma duvida de representação - Alçados em Edificios em U
Dreamer replied to Bruno_Rosa's topic in Arquitectura
Se estou a perceber bem (e para isto a ferramenta de desenho caía que nem uma luva), queres fazer o alçado de uma das fachadas "interiores" desse "U" (fazer no meio do "U" um corte com este sentido "|")... Neste caso representas em alçado a parte da fachada e em corte a secção "de baixo do "U", por onde a linha de corte "corta" o edifício) -
Como tu dizes Ark, são mais vigas a funcionar como lajes do que outra coisa qualquer... porque o sistema de suporte são as vigas e não uma estrutura de laje... Vais ver o parque de estacionamento do arranjo da marginal de Matosinhos, do ESM e tens um exemplo assim. Para vencer um vão de talvez 18m, numa extensão grande, são aplicadas vigas sucessivamente com intervalos pequenos e com uma boa altura... a laje acaba por ser baixa em relação à altura total dos dois elementos em conjunto...
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O dr. Evil é um bocadinho mais pequeno, mas fora isso... :)
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A 2,5 milhões de euros também eu faço uma maquete daquelas... até faço por menos e melhor... A minha "oferta de prestação de serviços" vai nos 2,49 milhões de euros... e os 0,01 milhões (100 mil euros) vão para a santa casa da misericórdia...
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Não quero ser mauzinho com a senhora, mas não é certamente a ver-se ao espelho que ela imagina as formas angulosas dos seus projectos... mas a "esquizitice" formal já sei de onde vem... :lol2:
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Esse envidraçado é muito interessante, principalmente em oposição ao nosso país... Aqui nota-se claramente uma grande diferença cultural entre o sul e o centro da Europa... As fachadas de vidro, quando bem estudadas, são um regalo para os moradores/utilizadores dos espaços, mas por vezes pode ser um tormento... principalmente se estivermos no nosso pequeno "jardim à beir mar plantado", onde qualquer superfície de vidro (ou uma porta entreaberta) serve para um mirone lá pôr o olho... Isso já não acontece no centro da Europa, o que facilita muito mais a utilização destes elementos nas fachadas... Contra mim falo, talvez por ser arquitecto e gostar de arquitectura, sinto uma curiosidade imensa em saber como é o interior das velhas casas do nosso país e/ou a organização espacial dos edifícios mais modernos... Por vezes acabo por me desiludir, mas noutras fico simplesmente de boca aberta, tal o interesse e curiosidade que um mero ângulo de visão suscita... O elemento motivador não é certamente o mesmo do comum mirone nacional (a chamada cuscuvelhice, o saber o que é que o vizinho tem, ou anda a fazer), mas infelizmente o resultado acaba por ser o mesmo... por isso tento ser contido e discreto, coisa que nem sempre consigo...
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Acho que é mais: "longe da vista, longe do coração"... Ou então, numa edição desse provérbio: "quem não vê, é como quem não sabe"...
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Rendering Reality: Hadid, Libeskind, Koolhaas and Winking Jesus
Dreamer replied to Arq.to's topic in Arquitectura
Também eu estou com grandes espectativas em relação a este estádio, assim como estava para o Allianz Arena, mas temo que a realidade neste caso seja um pouco diferente do render... se melhor, se pior, a ver vamos... A minha opinião é que a imagem da iluminação, tipo "brilho de diamante" a refletir a luz em várias direcções, não vai ser como nos é no render apresentada... Também tenho alguma curiosidade em saber como vai ser feita a transição entre a estrutura quase aracnídea (se bem que para as aranhas é bem mais racional) e o volume das bancadas... será tipo pavilhão Atlântico, com dois corpos distintos?... será que vai existir uma junção estrutural entre os dois corpos? A verdade é que os renders ainda estão uns degraus abaixo da imagem real, o que pode ser positivo para uns e negativo para outros, mas numa época em que é a imagem que vende TUDO, não é de todo de admirar que esta seja uma ferramenta fundamental na linguagem de certos gabinetes... -
Susana, este post é apenas uma trasposição de um anúncio de emprego, pelo que eu e o Arquitectura.pt não temos relação com o dito gabinete... Por isso aconcelho-te a enviares o teu CV para o email mencionado em cima: una@mqa.ie , este sim uma "ligação" directa ao gabinete em causa...
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O sector da construção civil constitui um mercado de comportamento atípico. Diferente dos normais modelos de mercado em que a procura determina o valor da oferta, o imobiliário apresenta uma tendência para a manutenção dos preços até ao limite das expectativas. Na actual situação portuguesa, e apesar da crise económica que estamos a atravessar, o preço de venda da construção tende a manter-se e as ligeiras descidas resultam, em geral, da colocação de fogos de revenda ou usada pelos seus proprietários. Existem várias teorias a respeito deste fenómeno. Uma delas, expressa na ideia de “mercado imperfeito”, faz reflectir sobre a natureza particular deste sector. No mercado convencional, o preço do produto estabelece-se em função do conjunto de factores que o compõem: matéria prima, custos de transporte, mão-de-obra, maquinaria, packaging, distribuição, publicidade; a que acresce uma margem de lucro relativa. No imobiliário, o promotor tende a definir o seu preço no sentido inverso: o lucro desejado para a mobilização de capital, custos de construção, impostos e taxas, custos de pessoal; chegando finalmente à margem disponível para o terreno de construção. O custo do solo urbano tende assim a definir-se em função da expectativa mais elevada de rentabilidade; tornando-se um valor de referência que “nivela” o mercado em alta. A situação agrava-se uma vez que o solo urbano, matéria prima do sector, é um bem limitado; sendo também o de qualidade, muitas vezes, escasso. Vários factores contribuem para a complexidade de funcionamento do mercado da construção. Um desses factores deve-se ao envolvimento da banca como interveniente directo na constituição das suas regras. Dado o seu volume, e a quantidade de capital investido com base em crédito, torna-se difícil assumir uma política de redução de preços generalizada, mesmo perante um mercado em baixa. Uma descida repentina do custo de solo urbano fragilizaria gravemente grande parte de investidores, comprometendo a segurança dos seus compromissos financeiros. O sector bancário tem actuado de forma a adiar a tendência para uma regulação do mercado em baixa: criando condições de crédito que permitam aos compradores suportar as margens de lucro, ou pelo menos os investimentos já realizados. Isto é verificável pelos recentes aumentos de prazos de empréstimo no crédito-habitação, na prorrogação parcial do crédito para o fim do empréstimo, entre outras modalidades entretanto criadas. São medidas que procuram criar condições de sustentação do mercado, num momento particularmente frágil da economia. Os produtos de crédito intercalar para troca de casa tornaram possível a muitos proprietários a compra de casa nova, na expectativa de vender a sua casa antiga até um prazo máximo de três anos. Para muitos destes compradores esse prazo chegará ao fim ainda este ano, enfrentando a urgência de vender a sua velha casa numa situação de mercado em baixa; e correndo os riscos de ver agravar as suas prestações que passarão a incluir capital e juros, caso não realizem a venda. O aumento previsível das taxas de juro irá sobrecarregar ainda mais a pressão sobre os que estão dependentes do crédito no limite das suas possibilidades. Estamos assim perante o perigo real de se verificar uma inundação do mercado imobiliário por produto. Existem já sinais claros de que este fenómeno está a acontecer. A mediação imobiliária é hoje um dos negócios mais expressivos da área do franchising, com inúmeras firmas a procurarem ocupar o seu lugar para rentabilizar esta tendência. Nesta situação, e no que ao sector imobiliário diz respeito, os elevados lucros da banca relativos ao crédito para compra de construção devem ser vistos com desconfiança. Todos estes sinais aparentes de vitalidade e competitividade poderão não passar do prenúncio da crise. Num país onde a carga fiscal está acima dos limites, é pouco expectável que o sector tenha suficiente dinâmica para suportar o ajuste inevitável. Assim sendo, o equilibrar da balança só poderá resultar com a dor de muitos, e as consequentes ondas de choque sobre a restante economia. Link: http://abarrigadeumarquitecto.blogspot.com/2006/06/os-sinais.html
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Eu pessoalmente não gosto das linhas dos Mac... acho-as demasiado puristas, demasiado minimalistas... mas isso sou eu... Há uns anos "eles" eram mais bonitos, mas enfim...
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É mesmo uma coisa desse género Kandinsky. É muito à frente e controla-se relativamente bem... Força nisso...
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Nuclear é um bocadinho mais complicado, mas contra granadas e minas anti-pessoais tem de certeza... :lol2: Podes construí-lo no Iraque... :)
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Já agora vai mais um comentário... O toshiba é bonito :?::vomit2: Bonitos tens o LG S1, ou os Vaio... Comparados com estes, o resto é paisagem... mas isto é só a minha opinião... porque gostos não se discutem...
