Jump to content

Dreamer

Moderadores
  • Posts

    4470
  • Joined

  • Last visited

  • Days Won

    7

Everything posted by Dreamer

  1. mrc64, quem estiver sempre à espera da última novidade, acaba por nunca comprar nada... daqui a uns meses vão sair os de 8 núcleos e assim por diante... sabe-se lá até onde... Gostava era de comparar os "Core 2 Duo" com os "AMD Turion 64 x2", porque ambos têm 2 núcleos e funcionam a 64 bit´s. O AMD só vi em HP´s (mas com prestações por volta dos 1,60 mhz). O Intel só vi em Asus (mas não referem a velocidade do processador). O Asus que vi com Core 2 Duo foi em: http://www.mbit.pt/catalogo/detalhes.php?id=18941&cat=155 Mas consulta também esta página: http://www.inmove.pt/ Creio que são computadores da Asus que são "montados" em Portugal, e apesar de não terem esses processadores, são mais acessiveis e com a possibilidade de configuração de alguns componentes... Este parece ser porreiro e a um preço bom. Experimenta algumas configurações que te interessem e vê a diferença no preço: http://www.inmove.pt/produtos.php?id=13&cat=1
  2. Parece que em muitos casos a arquitectura está a seguir uma tendência do mundo... o ceder à importância da imagem... Como ferramenta de apoio à prática, o 3D é muito importante, mas (para mim) quando começa a passar disso, o trabalho acaba por perder valor... É uma ferramenta como o esquiço, ou as maquetes, mas não deve passar disso...
  3. Não consigo perceber muito bem o contéudo do trabalho... Talvez um pequeno texto mais descritivo ajudasse...
  4. Grandes renders miguel, força aqui no fórum...
  5. Alguém cá sabe alguma coisa dos "Core 2 Duo" da Intel? Já vi em alguns modelos da Asus, mas nada mais...
  6. Põe "específica" nisso... Devem ser poucos os edifícios no mundo que comportem lajes dessa dimensão... se calhar bunkers e outras estruturas militares... mas não estou a ver muito mais...
  7. Só numa situação extrema é que se poderá chegar a um ponto desses... Faz-me lembrar um filme do Stallone de à uns anos valentes, o "A lei de Dred". Como filme não tinha nada, mas as "megacidades" que aí aparecem têm muito que se lhe diga, em contraponto com modos de vida quase nómadas daqueles que tiveram o azar (ou sorte) de não puder entrar na cidade... As "megacidades" eram constituidas por edifícios altíssimos, e acredito que a luz solar não chegaria ao nível do solo... Esse tipo de "calamidade" urbanistica poderia levar as pessoas a viver os topos dos edifícios, criando-se espaços públicos aí, mas o que seria do nível baixo? Um simples "esgoto" de detritos? O local de vida social dos menos afortunados?... Em contraponto com isso aparecia um modo de vida tido como menor, onde as pessoas acabavam por viver muito mais o espaço, tudo isto no exterior das muralhas das "megacidades"...
  8. Se calhar vem em alguma publicidade dentro do jornal, mas não sei... Acho que nas colecções do JN vim sempre uma página no jornal com um formulário onde se pode pedir números antigos, mas com o Público não sei... Se não for mais nada sempre podes ligar para a sede deles e perguntar directamente... alguém lá deve saber os nº´s que estão para trás e como encomendá-los...
  9. Estou a tentar saber o mesmo... porque só esta semana é que soube dessa promoção... O problema é que já tenho alguns de colecções melhores (maiores)... mas não me importava de ter a colecção neste formato completa... A dona do quiosque perto de minha casa disse-me que só recebia os livros consuante as encomendas que tiver, mas também disse que vai mandar vir alguns atrasados de pessoas que também não os têm todos, pelo que assim sempre se poupa nos gastos de envio... Tanto quanto sei já sairam 8 ou 9, mas não sei de quantos é composta a colecção...
  10. Mas se falarmos nisso, também temos de falar de nos outros meios de acesso ao ensino superior que são pouco claros... ou melhor... claros, mas duvidosos...
  11. Isso era capaz de ser engraçado, mas voltamos ao mesmo... funciona melhor no sistema "chat", não num fórum onde a "conversa" não é fluida... mas pode-se experimentar, porque os resultados podem surpreender...
  12. Percebi isso, mas só quis completar a informção...
  13. A solução passará pela altura, mas aquelas imagens até arrepiam... Sucessões de enormes blocos ao lado de construções muito mais baixas... E essa "suceção" deve ensombrar as fachadas uns dos outros... Desejo boa sorte para quem for viver para lá, porque "respirar" é um direito de todos... mas há falta de melhor...
  14. No mínimo estranho estes protocolos... Mas sempre se dá mais oportunidades aos insulares...
  15. Isso para vigas "convencionais", porque se se recorrer a perfis metálicos, conseguem-se maiores vãos com a mesma dimensão de viga, ou menores alturas de viga para esse mesmo vão... A aplicação de perfis em vigas é pouco utilizado em Portugal, sendo uma prática comum no centro da Europa. Com elas conseguem-se vigas mais delgadas e mais leves, e consequentemente lajes mais finas...
  16. Dreamer

    Xunning

    Vêm no cabo gajos a "tunarem" carros na garagem e depois é no que dá... dão em pseudo vedetas de TV... :lol2: :lol:Mas cada um faz o que pode... Gosto particularmente do "NOZ"... deve andar que se farta... sem dúvida... :lol2:
  17. Pedro Ribeiro, dizer que Gaia beneficiou seja com o que for é no mínimo duvidoso... Moro na periferia de Gaia, desde que nasci, e sei um pouco do que se passa, e se não fosse o enorme défice que o sr. presidente da câmara atingiu (pelo menos é o que se diz), era impossível fazer tudo o que foi feito ao nível das infraestruturas, equipamentos e afins... Pode-se no entanto dizer que a população aumentou no concelho, mas só nos últimos anos, e só em algumas zonas do concelho, é que se viu alguma preocupação em construir com qualidade... Exemplos à escala da famosa Vila D´Este não se repetiram, mas a principal avenida da cidade é uma vergonha urbanistica, e um pouco por todo o território populam maus exemplos... Se calhar aquilo que mais está a atrapalhar o desenvolvimento das zonas históricas é a demasiada importância que hoje em dia se dá ao "histórico"... Acredito que um conjunto histórico pode ter qualidade, mas não serão muitos os edifícios individuais com qualidade para se valorizarem a eles próprios... Há muitos anos havia a coragem de demolir zonas de cidade para se abrirem avenidas e/ou praças... e com isso requalificaram-se as cidades e deu-se mais qualidade de vida às populações (no Porto temos exemplos como o conjunto da av. da república, av. dos aliados e câmara, e a av da ponte, entre outros). Hoje essa coragem parece ter desaparecido, por ventura aliada a uma falta de fundos públicos, porque se se pensar em fazer alguma coisa mais radical, aparecem logo dezenas de associações e populares a contestar a proposta... Concordo que o tecido histórico é muito sensível e que por isso tem de ser "tratado" com muito cuidado, mas acredito que intervenções profundas pontuais, enquadradas e bem estudadas, podem dar mais qualidade de vida aos centros históricos e consequentemente trazer mais pessoas para essas áreas abandonadas... O que será melhor? Deixar cair ao abandono (ou recuperar só porque sim) e as áreas históricas ficarem abandonadas, ou recuperar e dar mais qualidade de vida aos habitantes e potenciais interesados em viver nessas zonas?
  18. Pois, mas a longo prazo essa influência perdeu-se, o que prova que era completamente inviável a colonização (social e psicológica) nos moldes em que foi feita... Pode-se dizer que Portugal existe um pouco por todo o mundo (os famosos 4 cantos do mundo), mas se como país fossemos maiores, teriamos chegado muito mais longe... no espaço e no tempo... Contudo é de louvar a gestão de recursos do nosso império, que com o pouco que tinhamos, conseguimos fazer muito... É pena que com o tempo tenhamos perdido essa faceta, porque hoje pouco disso se vê...
  19. Pois, mas imagina a quantidade de pessoas que eram precisas para colonizar todas as colónias do império... é que não chega ter "meia dúzia" de marmanjos nas principais cidades...
  20. O caminho devia ter sido pela colonização, mas talvez a nossa pequena dimensão enquanto país tenha sido um travão a essa solução... Se a Madeira e os Açores foram colonizados, não foram precisas muitas familias... Imagine-se colonizar Brasil, Angola, que é 7 vezes maior do que Portugal, Moçambique, parte da India, Timor, Macau... não havia população que chegue...
  21. Acabas por ter razão, mas acho que há uma iniciativa no centro histórico do Porto que pretende recuperar habitações degradadas para jovens. Outro ponto são as rendas... absolutamente ridículas, mas isso também não pode servir sempre de desculpa, até porque devem concerteza existir prédios completamente abandonados, ou com poucos inquilinos... (se a câmara aloja pessoas que vivem em barracas, podia muito m fazer o mesmo àqueles que vivem em casas muito degradadas e depois promover a recuperação integral do edifício...
  22. Por mim era editada... acima de tudo é um assalto aos olhos...
  23. Já estava a faltar um tópico sobre o bom e velho tema das torres... Muito se fala e muito se discute sobre este tema, seja onde for e seja com quem for... Penso que é errado falar do caos das periferias como forma de justificar a "altura" nas cidades. O carlos.pedro disse: ...e: ...mas isso não me parece uma forma correcta de encarar o problema, porque se as periferias estão como estão, foi por sucessivos erros e pela lei do lucro fácil e rápido falar mais alto e não por nas periferias se optar por construções baixas (até porque se encontram edifícios com mais de 8 pisos)... Não quero ser retrogado ao dar um não perentório a torres no espaço nacional, mas penso que isso tem de ser um processo evolutivo, em vez de de um dia para o outro aparecer um volume com 200m de altura no meio de uma qualquer cidade... De qualquer forma tem de ser uma operação bem pensada e bem programada... Contudo, acho preferível a aposta na recuperação dos centros urbanos tradicionais, com iniciativas e propostas de requalificação capazes de dar vida a lugares que de outro modo estão a morrer. Creio que desde 1984 o Porto perdeu qualquer coisa como 70 mil habitantes, apesar das novas urbanizações e construções em zonas mais recentes, o que quer dizer que no centro histórico o número deve ser muito maior... Mais importante do que construir novo, é recuperar, mas importante do que construir para cima, é re-construir "cá em baixo", porque a importância e a área de prédios degradados nas cidades são grandes demais para não se verem... PS: Soube hoje que Mem Martins é a freguesia mais povoada da Europa...
  24. É chato ter de andar sempre a dizer as mesmas coisas... Como solução estética, "resolução" do terreno, é uma solução bem "esgalhada", mas a arquitectura não pode ser feita apenas disso... e não é por uma forma de resolver o terreno ser interessante que a arquitectura é boa... PS: A casa já está construida à algum tempo... por isso gostava de ouvir os proprietários a pronunciarem-se sobre ela...
×
×
  • Create New...

Important Information

We have placed cookies on your device to help make this website better. You can adjust your cookie settings, otherwise we'll assume you're okay to continue.