Dreamer
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Isto ainda é pior do que o dia mundial sem carros, porque esse, pelo menos nos primeiros 2/3 anos, ainda teve uma adesão significativa... agora o dia da arquitectura?... o que esperam "eles" conseguir com isto?...
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Tele - Habitação Mix - "Novos modos de habitar"
Dreamer replied to Ricardo Moura's topic in Arquitectura
São mais do que muitos os regulamentos que temos de seguir, sob pena de deferimento do processo (aqui era capaz de introduzir a questão da fobia que o Siza parece ter em relação ao vermelho dos equipamentos de detecção e combate a incêndios, porque apesar do regulamento de segurança e incêndios, eles continuam muito branquinhos em muitas paredes das obras dele, mas isto fugiria à questão em discussão)... Tal como já foi dito, a questão dos 3 degraus não é ilegal, e a razão de essa regra ser assim e tão simples como ser considerado que se forem menos de 3 degraus, há o risco sério de acidentes por distração... portanto a questão nem se pode pôr em razões legais... O que eu queria dizer é que não um único modo de habitar um espaço, mas tantos quantas as pessoas que vivem esse espaço, pelo que essa diversidade, dentro dos limites legais, é saudável e desejável... Não é a questão de projectar para todos, porque isso até pode roçar o pretenciosismo, mas tão pura e simplesmente, numa época de "pronto-a-habitar", dar às pessoas diversas formas de o fazer para que entre essas possam escolher aquilo que mais os convém... certamente com preocupações de mobilidade, mas também não levando isso a um extremo... Esta história do carro tem muito que se lhe diga, porque essa adaptabilidade, tão publicitada numa primeira fase, acaba por não ser utilizada, seja por questões monetrias, comodismo, dificuldade para realizar a operação, falta de vontade, falta de necessidade... Da mesma forma se poderá pensar em relação às propostas de habitações que podem "crescer", ou "alterar-se" de acordo com as necessidades dos utentes, e por isso é dever do arquitecto, nestes casos, fazer com que o processo de altereção do espaço seja o mais fácil, rápida, barato e fiável possível... -
Infelizmente tudo vai continuar o mesmo... porque o DIA da arquitectura não devia ser um, mas 365 (ou 366) por ano...
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Neste tópico, criado pelo JVC, aparece uma segunda mensagem do próprio algo ofensiva para alguém que fez o primeiro comentário (panikdardo)... que sentiu essa agressão e defendeu-se, tantando manter as coisas calmas... Link: http://www.arquitectura.pt/forum/showthread.php?t=2595 O que será que se deve fazer nesta situação... PS: E ele ainda quer entrar para a equipa...
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Isso acho muito rigido, mas limitar em número de visualizações, a quem não activa o registo, nisso já concordo... (10 posts por dia)
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Dois não... três... nunca toquei no Archi, mas do Revit já sei fazer umas coisitas... :lol2:
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Conheço um bom arquitecto, mas que ainda não é conhecido na praça... eu... :lol2: ...just kidding...
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jmfbastos, como já foi dito, a chamada "escola do Porto" é muito mais antiga do que a Faup, muito mais antiga do que o Siza, ESM e outros contemporaneos... A escola do Porto vem do tempo em que o curso de arquitectura existia na FBAUP (Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto), onde esses que agora são os grandes nomes da arquitectura nacional aprenderam a ser arquitectos... E os professores, esses sim criadores do conceito, são muitas vezes esquecidos e deixados para trás...
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E quantas vezes isto acontece... sem ser na escolinha...
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Pois, mas tens tópicos de conversas absolutamente banais que não estão propriamente dentro da temática principal do fórum... E isso podia levar a respostas só porque sim para atingir esse valor X...
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Tele - Habitação Mix - "Novos modos de habitar"
Dreamer replied to Ricardo Moura's topic in Arquitectura
Gin, isto de falar no abstrato tem sempre destas coisas... porque cada um vê uma coisa que o outro não vê... Projectar para todos é complicado, como já antes tinha dito, e sendo que "gostos não se discutem", qual seria o interesse a nível urbanistico se se encontrasse uma solução de habitação que satisfizesse todos, mas não em plenitude... Ias ter uma cidade monótona, onde todos viviam sobre um mesmo conceito... A riqueza de uma cidade é precisamente o contrário, é a diversidade, a surpresa, não a estagnação... daí dizer que será preferível existirem várias soluções de forma a que cada pessoa, quando conscientemente for à procura de uma casa, se sinta satisfeito por encontrar um espaço em que sinta realmente bem... que não tem de ser necessariamente igual a um outro que satisfaça razoavelmente todos... O projecto que começou por ser discutido tinha essa riqueza de variedades (ainda que dentro de um mesmo conceito), que permitiriam a uma pessoa optar pelo espaço em que se sente bem... Pelo que percebi o espaço também pode ser adaptado às necessidades correntes da pessoa, mas o que não percebi era se esses já famosos 3 degraus poderiam ser "abulidos" mais tarde se o proprietário decidisse que já não os queria... Se assim for, a discussão não faz sentido neste caso concreto, porque se estiver grávida, ou já tiver filhos, simplesmente "eliminariam-se" os degraus... PS: Estava aqui a pensar na história do espaço ir adaptando-se às necessidades das famílias, que é um conceito interessante, mas que me fez lembrar os Sm#rt, que têm painéis amoviveis com cores diferentes... e perguntei-me quantos daqueles que compram um desses veículos tiram trealmente partido dessa adaptabilidade... -
Isso de aprender directamente com ele já é outra história, porque tanto quanto ouvi dizer, são raras as vezes que ele lá põe o pé... Pode ser rumor... pode ser boato... por isso pergunto a quem souber se realmente é assim ou não... Agora, tal como o Rui disse a "escola do Porto" é muito mais do que Siza, Souto Moura, e outros, porque essa escola já vem de muito antes deles e eles foram alunos desses mestres...
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Há dias debrucei-me sobre o artigo que em baixo transcrevo, tendo como principal ponto de interesse a questão da energia geotérmica para "uso doméstico" Muito sinceramente nunca tinha pensado na energia geotérmica como fonte de energia doméstica, sempre pensei que esta viesse das fontes de água quente e de locais onde a terra (geo) tivesse uma temperatura suficientemente alta para gerar calor e consequentemente, em grandes centrais, gerar energia. Por isso, e sem certezas de que o raciocínio sobre o modo de produção esteja correcto, não consigo perceber como é que se "recolhe" essa energia numa habitação, ou até se todos os locais podem ser geradores dessa energia. Será uma mini central termo-eléctrica? Porque se for, e se se puder aproveitar este "veio" em muitos locais, concerteza será uma solução muito interessante e eficiente para a sustentabilidade energética de uma casa, já que reduz em cerca de 60% os gastos de energia "pública"... Por outro lado essa possivel acessibilidade tornaria-a mais fácil de usar do que uma mini-hidrica... Da mesma forma o impacto paisagistico seria mais pequeno, assim como seria mais pequeno do que pequenos núcelos de energia eólica, ou os famosos painéis solares... Esta questão da eficiência energética está cada vez mais na ordem do dia, e será interessante pensar nas mais diversas formas de a atingir... Se alguém tiver alguma informação adicional sobre este tema, era muito bom se pudesse partilhar com os restantes... Link: http://inhabitat.com/blog/2006/09/27/geohouse/
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Tele - Habitação Mix - "Novos modos de habitar"
Dreamer replied to Ricardo Moura's topic in Arquitectura
Infelizmente, ou não, eu como tu temos de projectar para clientes, sejam eles conservadores ou não... são poucos os que se podem dar ao luxo de negar trabalhos... Indo ao ridículo, e falando em termos urbanisticos é lógico que é preferivel não existirem grandes desníveis, mas nem em todos os casos isso é possível, e o que é que vamos fazer? É a lei do buldozer a limpar a paisagem?... é Lisboa sem as 7 colinas?... é o Porto completamente descaracterizado?... Cada pessoa tem de escolher a sua habitação numa zona em que se sinta bem... e não podemos nem devemos projectar apenas para uns... imagina aquelas vielas em escadas do Porto, propunhas que se fechassem?... ou recusavas projectar para lá?... Em edifícios multihabitacionais podes sempre projectar apartamentos com um piso, assim como podes projectar com/sem domótica (porque há pessoas que não ligam a isso), com/sem varandas (há pessoas que lhes dão uso e servem-se delas, outras não), mas a questão é que nem todas as pessoas têm o mesmo modo de vida, nem os mesmos hábitos, e nós não podemos projectar apenas para alguns... Eu por mim falo, sempre vivi numa moradia de 1 piso e não me imagino de todo a viver num apartamento... alias, experiências em andares, sejam apartamentos ou hotéis, quando em férias, não me deixam grandes recordações, mas como é por 15 dias... aguenta-se... Dada a minha vivência e a de outros como eu, o que é que aconselhas? Ir viver para a periferia (quase inevitável) em habitações de 1 piso?... Estes casos são hoje em dia raros, porque com lotes de 6,00, 8,00 metros é difícil implantar uma moradia com todas as valências num só piso (e acredito que sabes bem disso)... ...em loteamentos construídos não é o novo dono que toma as decisões... ...em reconstruções não podes mudar completamente as habitações... ...e num lote com 100,00m², fazias tudo num piso?... O importante é perceber que a situação que para ti é a ideal, apenas 1 piso, nem sempre é possível e nem sempre será desejável, pelo que é nossa obrigação perceber isso e ser capazes de dar a volta da melhor forma... -
Pedro, acho que deves estar um bocado inquivocado... Se a construção permitida é só um piso, não é por optares por uma cobertura plana que vais conseguir aproveitar o "sotão". Com cobertura plana não tens sotão, porque a laje de cobertura do r/chão é aquela que te faz a cobertura... Se optares por uma cobertura inclinada podes é tentar aproveitar o vão do telhado, mas com as condicionantes que com isso tens... isto se for permitido nesse local esse aproveitamento...
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Se não for mais nada devolve o da lixeira...
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Tele - Habitação Mix - "Novos modos de habitar"
Dreamer replied to Ricardo Moura's topic in Arquitectura
Gin, não serão esses teus conhecidos que foram levados por aquilo a que chamas moda sem pensarem muito bem nas consequências, sem pensar se se iam adaptar a esse modo de vida? Independentemente da localização, acabamentos, áreas, há duas grandes faixas de mercado, os conservadores e os progressistas... Dos primeiros não vale a pena falar muito, porque é nos segundos que se fazem coisas com piada e se testam novas soluções... Pode até parecer um sector mais pequeno da sociedade, mas não é, porque o que acontece é que dentro dele a variedade é tanta que é dificil satisfazer todos... A realidade é que quando se projecta habitação para as massas, projecta-se para um público alvo e não para a totalidade da população, o que leva a que possam aparecer soluções que agradem a uns mas a outros não... -
Mais uma jornada grande de portugal na europa...
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Tele - Habitação Mix - "Novos modos de habitar"
Dreamer replied to Ricardo Moura's topic in Arquitectura
Ginsoakedboy, outra coisa que não percebi muito bem é o porquê de questionares a opção duplex, porque salvo os edifícios multihabitacionais, em solo urbano e suburbano é comum aparecerem soluções com Cave+Piso 0+Piso1, com 6,00m para subir em escadas... Os duplex´s e triplex´s funcionam um pouco como uma transposição dessa filosofia para edifícios e conjuntos multihabitacionais, pelo que é uma solução perfeitamente válida... Agora num exercício destes, onde importa resolver o máximo de problemas e satisfazer o máximo de pessoas possíveis, parece-me importante garantir que haja também módulos e/ou adições de módulos onde se preveja o funcionar da habitação num mesmo piso. Com isso, o projecto fica ainda mais completo... -
Tele - Habitação Mix - "Novos modos de habitar"
Dreamer replied to Ricardo Moura's topic in Arquitectura
Estive a acompanhar esta discussão e só posso dizer uma coisa, o melhor é cada um ficar com a sua, porque não vão chegar a lado nenhum... É óbvio que 2/3 degraus se podem tornar um obstáculo para algumas pessoas, mas o que percebi é que na eventualidade impossivel de este projecto vir a ser construído, existiriam vários "modelos" de casas dentro do mesmo conceito, por isso não vale a pena andar a falar deste ou daquele pormenor, desde que noutros "modelos" isso seja salvaguardado... Por outro lado acho óptimo o conceito de diferentes modos de habitar dentro de um mesmo bloco (mesmo que o conceito seja o mesmo), sem ser uma planta que se vai repetindo por ali a cima, sempre igual mesmo se o edifício tivesse 20 pisos. Com isto a variedade de pessoas a adquirir um módulo aumenta, com as vantagens sociais que daí advêm... Eu próprio já fiz experiências nesse sentido... Ginsoakedboy, é o mesmo que construires apartamentos para uma faixa da população mais rica (os mais pobres ficam de fora), ou o contrário e são os mais ricos que não adquirem esses espaços, ou um Porshe que não dá para toda a gente... No momento do projecto há que fazer opções, porque é sempre impossível agradar a gregos e troianos, e o facto de o módulo ser versátil e com várias soluções, consegue-se abranger uma maior faixa da população... -
O quê Kan?
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Das duas uma, ou tens um telhado inclinado tradicional, ou tens uma cobertura com pouca inclinação, vulgarmente chamada "cobertura plana"... Com estas duas vertentes já consegues fazer muita coisa. Depois depende é do acabamento e camadas de materiais que uns e outros levam, porque uma cobertura inclinada pode ser em telha, chapas de zinco, fibrocimento, etc, e a "cobertura plana" pode ser com Godo, lajetas de betão, etc... Depois tens exemplos mais distintos, onde o conceito é o mesmo, mas o resultado estético é diferente, como a cobertura da casa da música, por exemplo, o Guggenhaim de Bilbao, etc...
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Muito bom... :lol2:
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Por algum motivo o LG ganhou um prémio de design...
