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marco1

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Everything posted by marco1

  1. Por momentos quando vi aquelas imagens, recuei á exposição do mundo português de 1940. ( a esferinha...e a vela...).
  2. O mais grave Dreamer, é que com tanta convicção com que se apresenta, pergunto-me como poderá ser possivel fazer ver a este tipo de pessoas um pouco de cultura arquitectónica e respeito pela mesma.
  3. Realmente se todos gostassemos de todas as convicções uns dos outros, o mundo era perfeito, ou não...
  4. EMontenegro, vou só dar um tópico: os cursos de arquitectura são oficiais e as escolas publicas suportadas pelo estado e portanto por todos os cidadãos, contudo visam uma licenciatura superior que no mercado de trabalho não tem exclusividade, tal como a medicina está para os médicos, o direito para os advogados. Posto isto e com a longinqua alteração ao famoso 73/73, o mercado e as saidas profissionais estão muito complicadas. Perante esta ambiguidade resta a paixão e a força para ir lutando pelo reconhecimento sério dos arquitectos.
  5. peço desculpa pela ligeireza, socorro!
  6. Realmente a culpa não é do arquitecto. Ele fez a sua abordagem conceptual para o que lhe pediram e para aquele local, mas pessoalmente não gostava de ver aquele equipamento ali, pelo menos daquela forma. Outra coisa tambem é aferir da necessidade neste momento de tal equipamento numa frente tão marcante como aquela e face a outras necessidades talvez mais prementes nesta momento face á crise que atravessamos.
  7. Só acho o seguinte, um museu dos coches, agora!! e numa zona como aquela. Será que havia necessidade?
  8. Credo... que posições mais radicalistas. Até parece que o betão armado só dá para fazer estruturas com pilar e viga. Um exemplo: quem não quizer toda a vivenda a rodar, pode muito bem ter apenas um corpo superior para iliminação na cobertura que rode e aproveite o sol ao longo do dia, isto é apenas um exemplo.
  9. JVS, tanta revolta, á momentos em que dá a ideia que é disparar por disparar. Acho que um bocado de calma e objectividade será mais útil na discussão. vivemos hoje um novo paradigma tecnologia e standarterização, o que não impede que as intervenções sejam localizadas e bem adaptadas ás diferentes circunstâncias. Há que estar de mente aberta e retirar o sumo possivel do que aparece.
  10. Muito interessante, e mais ainda por serem uma equipa a trabalharem. São obras como esta que me vão dando animo e que tem um papel importante no desbravar de novos rumos e mentalidades.
  11. Insight, na minha modesta opinião acho que estás no bom caminho, talvez, utilizando uma palavra que já ouvi por aqui, ainda com um pouco de ruido, nos elementos construtivos e revestimentos, mas como disse quase tudo muito positivo. Bom trabalho.
  12. Sim talvez o projectista, mas a camara tambem, pois aprovou 420 com a designação de área bruta e agora ( para as taxas) é que pôs os técnicos a medir correctamente as áreas. Realmente não conhecendo os pormenores pouco mais posso acrescentar a não ser que responsabilize alguem por isso.
  13. aveiro_100 isso é muito esquisito, que raio de projecto foi esse? em alguma parte do mesmo havia de estar mencionada a área bruta, assim a camara licenciou que área bruta? se licenciou a área bruta de 420, não pode estar agora a dizer que afinal são 700. Há que rever bem todas essas definições. O empreiteiro pode considerar essa área mas atenção que um alpendre tem um custo, um anexo outro,etc...
  14. atenção, há camaras que para efeito dos seus indices apresentam definições ligeiramente diferentes. Por exemplo não contabilizam caves, sotãos, alpendres até 5% da área bruta permitida, etc...
  15. Sim claro, mas falei aqui um pouco com o intuito de saber se alguêm tinha tido já a mesma experiência.
  16. peço desculpa se este não for o local indicado, mas gostaria de chamar a atenção dos colegas arquitectos para a confusão que está o site da ordem. o tópico das opiniões relamente não se percebe nada, desactualizado, não acessivel a maior parte das vezes, comentários que nunca foram publicados etc...será possivel? lamentável.
  17. Eu acho que para trabalhar minimamente bem com autocad, não é preciso curso nenhum. é um programa bastante acessivel e basta ler um pouco o manual e trocar umas impressões com algum colega e no espaço de um mês já se produz muito razoávelmente. isto é a minha opinião. Eu praticamente aprendi sózinho e comecei de tal forma que para ir da sala á cozinha, dava tres voltas ao quarteirão, passado pouco tempo já ia em linha recta. o básico serve, depois os truques e atalhos vai-se aprendendo.
  18. no entanto em caso de fogo era "agradável" sair para uma zona com água.
  19. alguêm sabe mais sobre esta recuperação? http://www.wallpaper.com/newgallery/17050199/1 em Tomar, qual o arquitecto, plantas etc...
  20. talvez este tópico te ajude http://www.arquitectura.pt/forum/f79/software-de-modela-renderiza-8544.html
  21. onde está o resto? lápis azul? ao menos uma explicação.
  22. desnecessários são os comentários que nada acrescentam ao topico e que são só tiradas de humor gratuito, nunca desrespeitei ninguem e tentei sempre ser construtivo. Não gostei dessa chamada de atenção Vampiro.
  23. és mesmo "crianchinha" ó lego , é só mesmo brincadeira nessa cabeça, ao menos o humor do ark é adulto
  24. independentemente das aplicações, este conceito de rotação tem interesse. Imaginem uma moradia...e as potencialidades quer em termos energéticos ( "acompanhar o sol") assim como tirar partido de determinadas vistas. Enfim é mais um contributo na busca de inovação e progresso.
  25. O tempo... correcto mas, engraçado, há aqueles clientes que logo na fase da alvenaria tem que engolir em seco a argolada que meteram. Sim tiveram culpa talvez, porque não quiseram pagar mais pelo "boneco", talvez até o mereçam, mas isso não isenta a responsabilidade de quem projecta. os objectivos podem ser diferentes mas arquitectura em ultima analise é sempre avaliada pela sua qualidade, dai que qualquer desses objectivos não é em si criticável. Uma coisa é certa, o cidadão comum na sua maioria não possue dados de avaliação ou critérios que o ajudem a não ser, ou os seus gostos mais ou menos retorcidos, ou o "peixe" que lhe vendem.
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