marco1
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Por momentos quando vi aquelas imagens, recuei á exposição do mundo português de 1940. ( a esferinha...e a vela...).
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O mais grave Dreamer, é que com tanta convicção com que se apresenta, pergunto-me como poderá ser possivel fazer ver a este tipo de pessoas um pouco de cultura arquitectónica e respeito pela mesma.
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Realmente se todos gostassemos de todas as convicções uns dos outros, o mundo era perfeito, ou não...
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Situação actual para Estudantes de Arquitectura
marco1 replied to EMontenegro's topic in Arquitectura
EMontenegro, vou só dar um tópico: os cursos de arquitectura são oficiais e as escolas publicas suportadas pelo estado e portanto por todos os cidadãos, contudo visam uma licenciatura superior que no mercado de trabalho não tem exclusividade, tal como a medicina está para os médicos, o direito para os advogados. Posto isto e com a longinqua alteração ao famoso 73/73, o mercado e as saidas profissionais estão muito complicadas. Perante esta ambiguidade resta a paixão e a força para ir lutando pelo reconhecimento sério dos arquitectos. -
peço desculpa pela ligeireza, socorro!
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Lisboa | Novo Museu Nacional dos Coches | Paulo Mendes da Rocha
marco1 replied to gigi's topic in Arquitectura
Realmente a culpa não é do arquitecto. Ele fez a sua abordagem conceptual para o que lhe pediram e para aquele local, mas pessoalmente não gostava de ver aquele equipamento ali, pelo menos daquela forma. Outra coisa tambem é aferir da necessidade neste momento de tal equipamento numa frente tão marcante como aquela e face a outras necessidades talvez mais prementes nesta momento face á crise que atravessamos. -
Lisboa | Novo Museu Nacional dos Coches | Paulo Mendes da Rocha
marco1 replied to gigi's topic in Arquitectura
Só acho o seguinte, um museu dos coches, agora!! e numa zona como aquela. Será que havia necessidade? -
Dubai+Moscovo | Torre Dinâmica | David Fisher
marco1 replied to Márcio Ferreira's topic in Arquitectura
Credo... que posições mais radicalistas. Até parece que o betão armado só dá para fazer estruturas com pilar e viga. Um exemplo: quem não quizer toda a vivenda a rodar, pode muito bem ter apenas um corpo superior para iliminação na cobertura que rode e aproveite o sol ao longo do dia, isto é apenas um exemplo. -
Dubai+Moscovo | Torre Dinâmica | David Fisher
marco1 replied to Márcio Ferreira's topic in Arquitectura
JVS, tanta revolta, á momentos em que dá a ideia que é disparar por disparar. Acho que um bocado de calma e objectividade será mais útil na discussão. vivemos hoje um novo paradigma tecnologia e standarterização, o que não impede que as intervenções sejam localizadas e bem adaptadas ás diferentes circunstâncias. Há que estar de mente aberta e retirar o sumo possivel do que aparece. -
Insight, na minha modesta opinião acho que estás no bom caminho, talvez, utilizando uma palavra que já ouvi por aqui, ainda com um pouco de ruido, nos elementos construtivos e revestimentos, mas como disse quase tudo muito positivo. Bom trabalho.
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Sim talvez o projectista, mas a camara tambem, pois aprovou 420 com a designação de área bruta e agora ( para as taxas) é que pôs os técnicos a medir correctamente as áreas. Realmente não conhecendo os pormenores pouco mais posso acrescentar a não ser que responsabilize alguem por isso.
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aveiro_100 isso é muito esquisito, que raio de projecto foi esse? em alguma parte do mesmo havia de estar mencionada a área bruta, assim a camara licenciou que área bruta? se licenciou a área bruta de 420, não pode estar agora a dizer que afinal são 700. Há que rever bem todas essas definições. O empreiteiro pode considerar essa área mas atenção que um alpendre tem um custo, um anexo outro,etc...
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atenção, há camaras que para efeito dos seus indices apresentam definições ligeiramente diferentes. Por exemplo não contabilizam caves, sotãos, alpendres até 5% da área bruta permitida, etc...
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Sim claro, mas falei aqui um pouco com o intuito de saber se alguêm tinha tido já a mesma experiência.
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peço desculpa se este não for o local indicado, mas gostaria de chamar a atenção dos colegas arquitectos para a confusão que está o site da ordem. o tópico das opiniões relamente não se percebe nada, desactualizado, não acessivel a maior parte das vezes, comentários que nunca foram publicados etc...será possivel? lamentável.
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Eu acho que para trabalhar minimamente bem com autocad, não é preciso curso nenhum. é um programa bastante acessivel e basta ler um pouco o manual e trocar umas impressões com algum colega e no espaço de um mês já se produz muito razoávelmente. isto é a minha opinião. Eu praticamente aprendi sózinho e comecei de tal forma que para ir da sala á cozinha, dava tres voltas ao quarteirão, passado pouco tempo já ia em linha recta. o básico serve, depois os truques e atalhos vai-se aprendendo.
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no entanto em caso de fogo era "agradável" sair para uma zona com água.
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talvez este tópico te ajude http://www.arquitectura.pt/forum/f79/software-de-modela-renderiza-8544.html
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onde está o resto? lápis azul? ao menos uma explicação.
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desnecessários são os comentários que nada acrescentam ao topico e que são só tiradas de humor gratuito, nunca desrespeitei ninguem e tentei sempre ser construtivo. Não gostei dessa chamada de atenção Vampiro.
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és mesmo "crianchinha" ó lego , é só mesmo brincadeira nessa cabeça, ao menos o humor do ark é adulto
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Dubai+Moscovo | Torre Dinâmica | David Fisher
marco1 replied to Márcio Ferreira's topic in Arquitectura
independentemente das aplicações, este conceito de rotação tem interesse. Imaginem uma moradia...e as potencialidades quer em termos energéticos ( "acompanhar o sol") assim como tirar partido de determinadas vistas. Enfim é mais um contributo na busca de inovação e progresso. -
O tempo... correcto mas, engraçado, há aqueles clientes que logo na fase da alvenaria tem que engolir em seco a argolada que meteram. Sim tiveram culpa talvez, porque não quiseram pagar mais pelo "boneco", talvez até o mereçam, mas isso não isenta a responsabilidade de quem projecta. os objectivos podem ser diferentes mas arquitectura em ultima analise é sempre avaliada pela sua qualidade, dai que qualquer desses objectivos não é em si criticável. Uma coisa é certa, o cidadão comum na sua maioria não possue dados de avaliação ou critérios que o ajudem a não ser, ou os seus gostos mais ou menos retorcidos, ou o "peixe" que lhe vendem.
