marco1
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Ou seja também: em arquitectura, a universidade ainda não se liga á sociedade real num contributo de investigação e utilidade. Os anos passam e a "caixinha" permanece, não se evolui.
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apenas por constatar sendo assim que o lançamento de trabalhos pelos professores continua enfermo de certos males que á muitos anos atrás eu também tinha. Ou seja, visto ser um trabalho comum á turma, deveria assim tal como nos concursos ser disponibilizada essa informação como ponto de partida para todos. Mas não, continua o salve-se quem puder e como á sempre os previligiados no acesso aos planos, material gráfico etc, parte-se assim sempre logo á partida de uma desigualdade e pergunto-me qual a utilidade afinal que os trabalhos na escola que incidem sobre situações reais, podem ter.
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tsstss, não será esta a melhor forma de argumentar, francamente.
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por curiosidade, esse trabalho é comum a todos os alunos da turma?
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Miguel para alem de acrescentar que é um bom trabalho sobretudo a solução para o tecto, mantenho o que disse, pois o próprio logotipo embora seja já existente poderia na fachada estar "integrado" de uma forma mais consonante com o interior. Por outro lado indo mais longe ainda, pode-se dizer que ás vezes o excesso de protagonismo de uma decoração, pode tirar o mesmo ao produto em si ( os oculos) e proporcionar algum desconforto humano ao espaço resultante.
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não me parece complicado, tirando o facto de que para haver alguma congruência nesse programa tu aí terás que ser ou fazer o papel da mulher que é arquitecta, pois não tem muita lógica estar a pedir a um outro colega que nos projecte a nossa casa, quanto mais não seja, dar umas opiniões. poderá ter sido uma provocação no bom sentido, da parte do professor. Entretanto como a casa é em zigzag, logo pode ter dois corpos distintos unidos no meio, separando desde logo essas funções de que falas.
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neste caso, o espaço é pura e simplesmente o que tu quizeres, é esse o caminho, podes imaginar por exemplo teres que organizar um jantar para os teus amigos lá "dentro" e então pode começar por ai...( imagina o fogão..., a sala de espera...uma zona para ver um filme...etc...). Não há receitas, mas sim motivações e pretextos para se fazer arquitectura
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não sei se me vou fazer entender, mas na minha opinião está : - uma decoração técnicamente bem feita- e como ponto mesmo censurável, a fachada da entrada, as suas cores , logotipo sem relação com o interior. Espero que isto seja encarado apenas como uma opinião e não uma critica de bota abaixo.
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Siza na rua do alecrim em Lisboa?
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pois é JVS, realmente o que cada vez mais me entristesse, até não é as dificuldades económicas, mas esta cada vez maior degradação dos valores da nossa gentinha e o que, consequentemente se vai tornando a nossa sociedade. Por isso é que as elites cada vez mais se vão demarcando...e o território é um espaço fisico e mental de guerrilha e assim a liberdade é um espaço demarcado, sinalizado, restringido etc...
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JVS, em todo o caso transparece que estás sózinho nessa escola e que o conselho pedagógico não existe, pois penso que o problema dessa turma, não será só na tua disciplina.
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há coisas que não percebo: se tem que ser homolgados então 1º há que decidir e encontrar no mercado a marca que se pretende e que responda a esse requisito, depois penso que mesmo no ambito de projecto de execução, se poderá apresentar um pormenor simplificado fazendo a anotação para a tal marca e referência. Em todo o caso penso que escolhida determinada marca, de certeza que os serviços comerciais da mesma poderão disponibilizar pormenores técnicos de forma a poder ser incorporados de alguma forma no projecto de execução ou caderno de encargos.
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uma vez recebi um exemplar da revista italiana THE PLAN e gostei, vinha lá a casa da musica do Porto. www.theplan.it
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Jvs já agora como se deve dizer 0,4 m ou melhor, torno a meter a questão: se tenho por exemplo 40 cm e me pedem para converter em metros, está correcto dizer que tenho zero virgula quatro metro ??
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muito bom, esse aluno pode ir longe. isto tambem pode ser a casa de sonho de um futebolista:)
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ok, realmente as crianças para alem de aprenderem assim tambem convem dizer por exemplo, que este numero 1,76 são : uma unidade e setenta e seis centésimas. se bem que depois na vida corrente se diga sempre que isto é um virgula setenta e seis.
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certo, mas aqui a questão é por exemplo quando se tem 376 cm e se pede para converter para metros, eu posso dizer que tenho tres virgula setenta e seis metro, ou seja, ão me estão a pedir que diga que tenho tres metros e 36 cm, estão a pedir que se diga em metros quanto é que lá está.
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uma professora primária diz que não se deve dizer zero virgula cinco metros mas sim zero metros e cinco decimetros, e eu disse-lhe que a pergunta era quanto era em metros e não metros e outras unidades de medida( dm, cm ,mmm). e teimou em dizer que não era correcto o aluno responder que estavam ali zero virgula cinco metros, pois o aluno não podia escrever por extenso a palavra virgula. Enfim teimosias pois precisamente para isso se aprendem os numeros decimais, para podermos dizer por exemplo que podemos ter zero virgula cinco litros e não termos de estar a dizer cinco decilitros, ou por exemplo também tres virgula quatro euros ( 3,4 euros)
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boas tardes a todos gostaria de saber na vossa opinião como é correcto dizer quantos metros estão nesta expressão: o,5 m
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Olha Filipe não leves a mal, mas realmente está-se a tornar um hábito nos mais novos irem á net procurar o trabalho feito. este caso é ler a legislação, fazer uma planta com a indicação do percurso acessivel, suas rampas e inclinações, circulos com 1,5m de diametro evidenciando onde necessário as zonas de rotação e rectangulos com 0.75x1.2 nas zonas consideradas de espaços livres, essencialmente na inst.sanitária em frente á sanita e ao lado da sanita assim como o espaço para banheira, marcação de corrimões nas rampas quando exigido e uma memória descritiva que algumas camaras admitem ser integrada na do resto do projecto de arquitectura, e pouco mais. é de salientar vivamente que o decreto das acessibilidades, não determina um modelo especifico mas sim que se apresente peças desenhadas e escritas, nos termos da portaria (nº1110/2001) que regulamenta a instrução de peças de um projecto, ou seja que se transmita o que se pede através de plantas alçados ou cortes, com as anotações eventualmente necessárias e memória descritiva. Assim de certa maneira são os projectistas que devem criar algum tipo de padrão em conjugação com as camaras.
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Ainda não me debrucei convenientemente sobre o assunto, mas assim a frio ainda não consegui perceber o que efectivamente está diferente em relação ao que estava em vigor.
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Cá para mim a fraude continua. A arquitectura é um curso oficial e reconhecido e no entanto a lei permite que outros técnicos exerçam esta actividade.
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Bom nivel, sim senhor, dava jeito por aqui.
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Tem sido aqui frequente vários estudantes de arquitectura que por exemplo, tem um projecto para fazer de um restaurante, logo querem é ver/ter á mão projectos de restaurantes e assim sucessivamente dando uma ideia de que não conseguem "arrancar" com a sua própria sensibilidade para determinado tema, chegando mesmo a parecer que existe apenas uma intenção de cópia adaptada. Ora em arquitectura para fazer uma discoteca ou outra intervenção, conta muito numa 1ªfase, a bagagem pessoal do projectista em termos da sua vivência, da sua percepção social e estética etc...,por isso para mim se tivesse que avaliar este trabalho de um aluno, daria mais relevo a isto mesmo, depois numa 2ª fase avaliaria toda a panóplia de requesitos técnicos e regulamentares da intervenção. é que qualquer dia aparece tudo feito na net.
