Jump to content
Arquitectura.pt


marco1

Membros
  • Content Count

    533
  • Joined

  • Last visited

Everything posted by marco1

  1. Tal como o galfarro tambem sou apartidário, mas acho graça que quando se toca no assunto " a luta de classes" a visão é sempre a mesma e o discurso tambem, ou seja aparece logo alguem a dizer cuidado que me estala o verniz e a sociedade é mesmo assim, é preciso é ter unhas, é preciso é ser bom etc, etc, etc, como se fosse muito dificil admitir que por exemplo uma sociedade com problemas estruturais, tenha mais dificuldade em progredir face a outras á partida mais ..."ricas". Acho bem que opinem e argumentem mas não queiram fazer do galfarro apenas um ressabiado ele tem direito a expor, e até o fez de uma forma intelectualmente amena, os seus pontos de vista.
  2. é por estas e por outras que....sinceramente.
  3. Miguel este forum não me parece que o objectivo seja ser especializado neste ou naquele software, sendo é interessante a troca de opiniões e o debate na medida do rigor possivel, e os frequentadores terão concerteza os seus filtros mediante isso. Por isso acho que continua a ser interessante as várias opiniões mais ou menos crediveis. Realço assim que acho interessante o Rui Venda defender a "sua dama" apontando isto e aquilo no software concorrente.
  4. pois é mas vejamos que existe construção em todo o pais não só nas áreas metropolitanas e outro aspecto é que nem todos os licenciados são oriundos das grandes cidades, as suas "terrinhas natais"tambem precisam deles e dos seus novos conhecimentos. O problema é que se continua a ter uma visão idilica do mundo ocidental o sector terciário tem de se equilibrar novamente com o secundário e primário.
  5. Bem sendo um pouco teimoso gostaria de ver artº X? alinea Y? do decreto a dizer que tem de ser plataforma, e atenção estamos a falar do percurso acessivel já no interior do fogo. eu só encontro isto na secção 4.8 e especificamente na alinea 3 do ponto 4.8.2
  6. Como é evidente o problema não se deve apenas a este ou aquele factor, mas em todo o caso devo apontar um aspecto relevante, ou seja: 1º os novos licenciados procuram muito emprego e este mercado de trabalho tem a particularidade de não ser uma área de produção constante e depende de uma carteira de clientes muito flutuante, dai que acho que deviam procurar mais colaborações eventuais e assim ir penetrando no mercado. 2º geralmente tudo quer lisboa, lisboa, lisboa, porto, porto,.... 3º eu que já vou a caminho de quinze anos de prática, continuo a ter dificuldades na provincia de ver gente disponivel para trabalhar e tenho é sempre visto candidaturas a estágios e emprego e colaborações á distância. O que era útil era alguem que morasse na minha área e que estivesse disposto a trabalhar mediante uma percentagem e eventualmente, pois não posso prometer trabalho de uma forma continua. Assim penso que algo tambem tem de mudar na mentalidade de um recem licenciado, ou seja não se pode pensar que se tira o curso e que naturalmente o mercado deva assimilar esses novos profissionais.
  7. hj.... parece obvio que vai ter de ter uma conversinha muito franca com os serviços camarários...e perguntar essencialmente porque é que um que não respeita é aprovado e o outro ( o hj.. ) não pode.
  8. pois é em arquitectura não está proibido o dumping :foto:
  9. Eu algures, já não me lembro onde, lancei uma ideia para abrir mais hipoteses de trabalho aos arquitectos e não só, que era o seguinte: se houvesse legislação que "obrigasse" os projectistas envolvidos a serem pagos não só pelos projectos mas em acompanhar toda a obra em todos os seus aspectos e fases até á sua efectiva conclusão, tipo construtor ( alias era assim a pratica comum em tempos antigos e até hoje em dia em empreendimentos mais volumosos) haveria muito mais mais trabalho e menos projectos a granel e a propria qualidade das obras poderia melhorar.
  10. Pedro sem picardias como é evidente, eu nem me referi ao caso da lotação pois isso já era ponto assente que um T3 já comportava mais de cinco dai a discussão para passar a habitação para T2, mas refiro-me novamente á correcta interpretação do 163 e mantenho o que disse em relação á sala e meios de elevação mecanica.
  11. Pedro Barradas chamo a atenção para que exista rigor nas informações. Ou seja em lado nenhum do 163 vejo escrito a sala como compartimento acessivel obrigatório assim como não se trata de plataforma elevatória como obrigação no percurso acessivel, mas sim meios de elevação mecanica. ( ver bem 3.3.7 e 4.8.2 nº 3 ).
  12. pauloss, não sou perito mas no seu caso talvez a solução mais expedita seria de alguma forma não compartimentar um dos quartos definindo-o como espaço de distribuição e assim "ficar" com um T2, pois segundo o RGEU o escritório não existe ( é sempre mais uma divisão susceptivel de ser quarto) e será sempre um T3. Ou então intalar uma cadeira elevatória na escada.
  13. que desplante...já não se limita a mandá-los fazer o 3D dos seus projectos como está a pedir algo que não se enquadra no espirito do curso. continua a boa formação em portugal.
  14. uma vez como que na ansia de cortar caminho, perguntei a um excelente professor que tive, o que me aconselhava a ler, e ele pura e simplesmente disse: tudo. Daí Jose sempre que "vida" lhe puser um livro á frente, não hesite e leia-o e o seu proprio sentido critico que se vai desenvolvendo, fará que leia uns mais na diagonal que outros, mas sempre enriquecendo a sua "bagagem. complexidade e contradição, é um excelente livro e não me lembro agora do autor.
  15. bem se sou um fazedor de arquitectura já não é mau. Agora ser um teorico vago e desejo que não, vazio, penso que poderá ser mais grave pois fala-se fala-se e espremido não dá dá nada. Ou seja transmita-nos concretamente o que acha que está mal no projecto para alêm do que já disse acerca das portas das ditas divisões, pois por ai a sua argumentação arquitectonica é facilmente desmontável. Vai-me desculpar mais uma vez mas a sua conversa tem algo de pretenciosismo e de um intelectualismo bacoco teorico. E falando do projecto não em termos formais porque nem vou por ai, aquele espaço até poderá ser bastante agradável e "funcionar" perfeitamente para um convivio social e assim estar cumprida uma das premissas da boa arquitectura. Olhe eu até sou de uma geração que talvez mais do que agora se debatia muito em termos mais teoricos a arquitectura e tambem lhe digo que fiquei um pouco farto de certas pessoas que quando lhes faltavam argumentos objectivos, debitavam imensos discursos teoricos cheios de palavras caras e referencias teoricas como que do alto desse discurso abafasse a contestação. Quanto á alteração que sugeri caso as entidades licenciadoras "embirrassem" o Luis só demonstra que parece que nunca licenciou um projecto em que certas alterações são um passo real e necessário e sem dimensão para disvirtuar a ideia global de uma obra.
  16. sr. luis peço desculpa mas não resisto, o que é que o c... tem a ver com as c... falou falou e nada disse que não sejam generalidades inerentes ao acto de "fazer" arquitectura. acredite antes que tanta prosaica verbal não invalida o seu 1º comentário despropositado em relação a uma porta de I.S. e de um quarto que a meu ver nada tem de muito grave tendo em conta a dimensão do espaço adjacente e como já disse com uma zona de circulação entreposta embora não encerrada mas até fácilmente resolvida em termos legais se fosse em portugal apenas fazendo o seu acesso pelo corredor dentro do quarto e recuando a porta do mesmo. já agora se verbaliza tanto os conceitos arquitectónicos, era útil que analizasse este projecto em termos concretos dentro desses parametros.
  17. e...? que visão tão redutora e não estão propriamente a abrir para uma salinha mas para um espaço de circulação que por acaso está em open space com a zona social.
  18. marco1

    Critiquem

    Meu amigo, olhe que faz uns renders muito bons mas hoje em dia apetece dizer: e....?
  19. Isso mesmo Pedro. Por vezes já se torna dificil comentar um objecto arquitectónico atraves de alguns desenhos, quanto mais uma solução para uma intervenção urbana desta envergadura. Proponho mais trabalho "literário" na caracterização do espaço da intervenção e na sua análise e dai definir algumas linhas orientadoras do grau de ocupação e tipo solução volumetrica a propor. Este tipo de intervenção urbana não se pode ter como linhas principais de força a geometria mas sim um todo que resulte da análise urbana nos seus sentidos fisicos e sociológicos. Em todo o caso não estou a tirar mérito á solução, mas é dificil com a informação disponibilizada, dizer muito mais.
  20. Marco tem todo o meu respeito e nunca se arrependa de correr riscos, questionar, procurar, debater etc, pois uma boa formação tem isso tudo. desejo-lhe um bom percurso.
  21. Marco independentemente de tudo o que disseste, não me parece muito próprio disponibilizar projectos em cad, pois dão muito trabalho a fazer. Agora se pretendes consultar projectos e as suas partes desenhadas este site por vezes tem coisas muito interessantes. www.noticiasarquitectura.info
  22. Nem sempre é preciso meter um quarto no r/c, o escritório já cumpre com essa obrigação. e se a lotação não for superior a 5 pessoas tambem não é exigivel o quarto no r/c.
  23. Maré... talvez se esteje a contradizer, por um lado fala em asneiras e por outro diz que afinal não houve alterações significativas. Em todo o caso se isso erradamente não foi acordado á partida isso tem um custo.
  24. Em todo o caso, eu por exemplo gosto desses desafios e não estar tão agarrado a uma solução formal que não me permita ir "ganhar espaço" para uma determinada funcionalidade. E, não sou muito adepto de plataformas elevatórios logo como 1º recurso.
×
×
  • Create New...

Important Information

We have placed cookies on your device to help make this website better. You can adjust your cookie settings, otherwise we'll assume you're okay to continue.