caros colegas,
é um facto inegável que num pais como o nosso que nem precisa de arquitecto para assinar um projecto de arquitectura, haver mais de 15 000 arquitectos, já nem sei em qtos vai, é um remendo disparate. o problema nem é a concorrência directa que ao menos é justa, o problema é a outra...
Qto ao Estado, devia ter um papel mais regulador e não permitir que abrissem tantas vagas para um mercado que já está mais do q saturado. Mas dá dinheiro, enganam-se uns tantos, muitos, e depois manda-se tudo po desemprego.
Qto aos patronos e aos estágios não remunerados, acho que a questão é mais a da obrigatoriedade do estágio que a ordem impõe. pois a partir do momento q o estagio é obrigatorio, para no fundo aceder em pleno à profissão, e não existe mercado para empregar tantos recém-licenciados, é infelizmente uma sorte conseguir arranjar estágio seja ele remunerado ou não e a verdade é que a nem todos os ateliers, provavelmente até a maioria, têm lucro suficiente que lhes permita empregar mais pessoas e se as empregassem provavelmente prefeririam alguem com um pouco mais experiência q um recem-licenciado. Tou aqui a defender um pouco esta situação,mas atenção q já fui mto, mas mm mto critica em relação aos estagios n remunerados. tb pensei q se nos juntassemos e n permitissemos estagiar à borla, acabariamos com a rotatividade de estagiarios de que alguns ateliers se servem, mas a verdade é que precisamos do estagio p entrar na ordem e se n quisermos aceitar as condições quem sai mais a perder somos nós. Acho que como em todo o lado, há de tudo. há os ateliers q se servem desta situação para terem sempre uns trolhas a trabalhar que nem escravos e tb há outros ateliers que só aceitam dar estágios porque n lhes têm de pagar. em conclusão, julgo q o problema está na ordem.se excluisse o estagio, só era empregado quem visse o seu trabalho pago.