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Integração ou Humilhação ( !? )


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Integração ou Humilhação ?!

"Já falei do tema, já polemizei sobre ele, mas a verdade é que é preciso recomeçar porque não vejo sinais de que as coisas melhorem: o hábito da praxe estudantil alarga-se a todas as formas de ensino e a todos os lugares do país. Nos meus tempos de faculdade, era uma sobrevivência apenas suportável no âmbito de Coimbra, porque aí correspondia à imagem de uma tradição. E também a capa e batina eram a marca coimbrã, capaz de suscitar as saudades daqueles que mantinham desse tempo recordações matizadas pelo tempo e a melancolia. Se por acaso via alguma rapariga ou rapaz nas ruas de Lisboa envergando uma capa e batina, pensava sempre que se tratava de uma aventesma que se tinha desencaminhado.
Pouco a pouco, as coisas alteraram-se e estabeleceu-se não apenas um ritual de entrada como também cerimónias que mobilizavam todo um folclore que eu julgava proscrito. E chegam-me ecos de como, em todos os graus de ensino, e nas mais diversas escolas, a praxe se vai tornando num hábito enraizado e visto com benevolente tolerância." - in Público

http://antipodas.planetaclix.pt/i18.jpg

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:!: :?: Como foram as vossas experiências ? Sim à praxe ? Ou será que a praxe já perdeu muito do que foi ?
:horrible: Partilhem os vossos GRANDES momentos!
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A minha praxe no ISCTE: _Uma manhã passada em grupo com os diversos caloiros de outros curso, a gritar canticos universitários, referentes ao nosso curso...com umas pinturazitas na cara. _Devo referir que me senti verdadeiramente humilhado em ter tais pinturas na cara...como estudante de arquitectura, exigia algo mais complexo e artístico...mas enfim... _Uma régua T à cabeça, feita em cartolina e agrafada na ponta com a nossa média de acesso. _Da parte da tarde, lavámos a cara e fomos em direcção às salas de projecto ver os trabalhos e tentar perceber um pouco mais do que se estudava por aqueles lados...algumas dicas para lidar com determinados professores...ah, e umas declarações de amor pelo meio... Nada de humilhante (à parte das pinturas primárias)...até foi bem engraçado para ficar a conhecer o pessoal...e os trabalhos do pessoal... :s Passando esses 2 ou 3 dias, ninguém mais liga a isso... Talvez por ser um curso recente no ISCTE e ter poucos alunos por ano... Abraços

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O uso da pasta da Praxe apenas é permitido aos doutores e doutoras da Praxe.

Quando se usa a pasta, tem que se trazer dentro dela pelo menos um livro de estudo, uma sebenta ou um caderno de apontamentos. Na falta destes, deve-se ter um papel com um mínimo de 5 palavras escritas pelo seu portador.

Os Caloiros e os Caloiros estrangeiros não podem pegar na pasta da Praxe, salvo se interpuserem entre ela e as suas mãos qualquer peça do seu vestuário ou lenço.

Os Semi‑Putos e os Pastranos podem usar a pasta da Praxe na mão tendo o braço completamente estendido, sendo‑lhes vedado dobrar a pasta, virar a abertura para cima ou usar monograma.

Os Putos podem ter monograma na pasta, dobrá‑la em espiral e virar a sua abertura para cima.

Os Quartanistas podem dobrar a pasta de modo a que as suas abas se inclinem para dentro.

Ternos assim que o uso da pasta da Praxe é um ritual próprio da Academia de Coimbra, mais propriamente dos estudantes da Universidade de Coimbra, pois pelo modo como os estudantes a trazem se pode "detectar" qual o ano que frequentam.

In “Código da Praxe Académica de Coimbra”, Edição 1993

Discordo completamente com estas hierarquias, rituais e costumes humilhantes...
Mas aqui fica uma grande verdade:

Certamente já terás ouvido falar de praxe, por amigos, irmãos ou pelo menos por intermédio de jornais e televisão! Muito se fala sobre ela, a praxe, conotada com a vida académica, noitadas, grandes farras, integração no meio universitário, o começo de novas amizades ou então segundo alguns uma completa estupidez, humilhação, palhaçada, perda de tempo etc. Mas o que é certo é que quem mais fala sobre ela menos a conhece, pois praxe não é para se falar mas sim para se fazer! Certo é que ela existe, e que muitos, no fim dos seus cursos choram de saudade e relembram todos os episódios, com o parceiro do lado que não se conhecia de lado nenhum e que se tornou o seu grande amigo, finalizando com um "car... aquela mer.. foi altamente... aquilo é que era vida".

Serás tu a decidir qual a imagem da praxe, no presente e no futuro. Serás tu a fazer a praxe, como caloiro e como doutor! A única condição, se é que ela existe, é fazeres parte da praxe, praticando, defendendo a cor do teu curso, a tua faculdade, a tua academia, a tua cidade, sempre com o "espírito académico" necessário.

Fonte: http://antipodas.planetaclix.pt

Abraços
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Todos estes anos tem sido algo bastante simples... Geralmente quem se ocupa com a praxe é o pessoal do 2º ano...o resto anda demasiado ocupado no inicio do ano... É uma excelente forma de ficares a conhecer as pessoas e os teus colegas... Abraços e bem vindo ao ISCTE...

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Integração ou Humilhação ?!


Eu diria mais Praxe é em Coimbra!
E continuo a não perceber a insistência de chamarem ao 'resto' praxe, já que nada tem a ver com o 'Código da Praxe'! E depois vem a generalização...
Já agora os caloiros que são sujeitos a estes momentos de barbaridade, que abram os olhos e façam participaçoes na policia! É para isso que ela serve...
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Não compreendo como é que adolescentes com 18 aninhos se deixam levar nessas barbaridades...enfim... Assim sentem-se socialmente integrados... :s Não posso deixar de expressar a minha opinião sobre as imagens...mas aquela FRALDA fica-lhe mesmo bem colada na testa...!!!! :p :p :p :p

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Não posso deixar de expressar a minha opinião sobre as imagens...mas aquela FRALDA fica-lhe mesmo bem colada na testa...!!!!


:p és uma pessoa ruim kan...se fosse eu a praxar-te, dizia-te>:s !!

Bem deixar o meu testemunho da UTL-FA:

>>Canticos porreiros : "Nós as arquitectas, as arquitectas são maiorais e na hora do compasso é das arquitectas que eles gostam mais.....lalalal:whistle: "

>> Depois começa a avacalhar: Passar cebolinhas de boca em boca, seja rapaz ou rapariga, passas a cebolinha e calas :smoker: ( eles tao lá para controlar :icon_pistoles: e são maus...)

>> Por outro lado, não podes fugir da praxer POR MAIS QUE QUEIRAS, pk no início tiram-te um dos tenis que levas, e empilham os tenis da caloirada num saco, retribuindo o calçado APENAS no final da tarde.

>> Fazer o cordao de roupa na FA :p :bum: ...o pessoal a despir-se todo! OBA! :tired: lol

Enfim, não é mau, mas só fui no primeiro dia...:beb2: !
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Em coimbra existe o 'Código da Praxe', livro que pode ser consultado em:
http://www.praxe.org/index.php?option=com_docman&task=down&bid=4

Quem sair dos termos aqui regulamentados, tem direito ao Tribunal de Praxe e por ai fora...
Desde o traje com que pode praxar, ao que se pode fazer para praxar (que vai desde os caloiros aos professores) tudo tem regras, tradição, tudo está regulamentado, fica aqui alguns excertos, para verem as diferenças com as aberrações que se denominam de praxe:

Artigo 72º
1 - É vedado o exercício da praxe sobre estudantes do sexo oposto, podendo estes no entanto assistir ao exercicio da praxe, salvo sendo caloiros.


Artigo 80º
1-Só os caloiros (nacionais ou estrangeiros) podem ser mobilizados e gozados e só os doutores os podem mobilizar e gozar .
2-É expressamente proibida a realização de qualquer tipo de pintura sobre os caloiros mobilizados ou gozados.
3-É igualmente proibida qualquer forma de extorsão ou usurpação exercida sobre bens cuja propriedade seja do caloiro mobilizado ou gozado.
4-A infracção ao disposto nos numeros 2 e 3 corresponde sanção de unhas sobre o Doutor que efectua a mobilização, que poderá ser aplicada por trupe ou por qualquer doutor na praxe, de hierarquia igual ou superior a puto, ou por veterano mesmo à futrica.


As imagens iniciais, em Coimbra, não eram consideradas praxe logo dignas de sanção por parte dos superiores. Agora como em tudo há sempre um pessoal que abusa, mas 95% rege-se pelas regras e tradiçao para não haver confusão. :p

Coimbra é que rula :s:p :p \o/ o resto é conversa :p e imitação muita rasca :p ehehehe
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eu devo ter sido dos poucos caloiros de arquitectura do meu ano que passou uma semana a levantar-se de manhã e a caminhar para o iscte para ser praxado...eu e mais 2 ou 3, vá..lol agora ponho-me a pensar... se me senti humilhado? não... gozado? não... se me fizeram praxes estupidas? não... se me trataram mal? não... se me diverti um molho com aquilo? sim!! acho que isto depende do espírito com que entramos na coisa. se alguém já for com a cena na cabeça que a praxe é má, que são uns parvalhões e que só nos fazem coisas humilhantes...chapéu, não se vai achar piada nenhuma àquilo. foi uma praxe bastante porreira, sem grandes alaridos, deu para conhecer montes de gente, dar umas valentes gargalhadas,e aqui para nós...acho que em vez de ter sido gozado por certos "doutores"...eu é que me ri deles na cara deles...:s lol seja como for, aconselho toda a gente a ir. seja para ir vir com uma imagem positiva, ou com uma imagem negativa...

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praxe da ESAP: é só palhaçada, uma semana com diferentes actividades... Começa com uma aula fantasma que foi engraçado e deu pra rir. Depois basicamente é andar pelo porto a cantar cenas estupidas e a fazer figura de palhaço. Depois todas as noites há os jantares e tal... Depois há um dia com uma actividade porreira tipo Karting ou Paintball. Depois outro dia é a visita às caves. Depois noutro dia é o Julgamento que é uma cena de partir a rir. Depois é o baptismo que é uma palhaçada sem interesse. Basicamente a praxe é uma palhaçada.. Deu pra ficar a conhecer 2 ou 3 pessoas mas não mais, mas o mais o importante foi ficar a conhecer os "doutores" para poder gozar com eles agora que vou pró 5º e muitos ainda continuam no 2º... Enfim.. Há coisas melhores para fazer.

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Fui praxada o ano passado. Lusíada de Lisboa: - Caloiros enrolados em papel higiénico; - Caloiros de 4 a levarem por trás com um balão até rebentar, enquanto os outros cantam 'É pudim danone, não páres, não páres'; - Tetris humano; - Pinturas; - Pirâmides humanas; - Verniz das unhas até aos cotovelos; - Caloiros no chão sempre que algum corvo grite 'GRANADA'; - Flexões e abdominais; - Cantorias; - Buscar cervejas aos 'Senhores Doctores'; - Passar ovos em colheres de soupa com a boca; - Etc, etc, etc. Eu não sofri muito, porque tudo aquilo que não gostava não deixava fazerem. Mas sim, há limites, e a 'integração', não é resposta a certos actos estúpidos, que não têm outro nome. Há muitas outras formas de conviver e etc... Mas pronto, que se mantenham as praxes, pelo menos ao de leve, com cantorias e pinturas.

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- Caloiros de 4 a levarem por trás com um balão até rebentar, enquanto os outros cantam 'É pudim danone, não páres, não páres';
.


:s Os meninos da FA gostavam particularmente dessa!

Marcovski...não é praxado quem quer, mas é má onda, estares a olhar sem colaborar :tired:
A não ser que abandones o cerco da humilhação :p

( lol confesso, fui ás praxes mas não fui praxada e não fui a tribunal...x( mas estive presente na faculdade :p ai q isto não era pa se dizer )

AHAHAHAH :icon_pistoles: para a semana, participo aqui com FOTOS das praxes da FA, para voces disfrutarem ! :p
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Cinaminaminamina não percebeste :p

...- Caloiros de 4 a levarem por trás com um balão até rebentar, enquanto os outros cantam 'É pudim danone, não páres, não páres....
....Os meninos da FA gostavam particularmente dessa!...


O santo padroeiro (Taveira) é que gostava dessa praxe! Ás tantas (quiçá) já é trauma das praxes universitárias que ele teve de passar! :p :s
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