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Projecto do Parque Mayer revisto


Acordo entre Câmara de Lisboa e Frank Gehry integra Teatro Capitólio


A Câmara Municipal de Lisboa e o arquitecto canadiano Frank Gehry chegaram a acordo para a revisão do plano inicial do Parque Mayer. De acordo com o novo projecto, o empreendimento vai incluir o Teatro Capitólio nas suas instalações. A notícia é avançada pelos jornais Público e Diário Económico.


O presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), Carmona Rodrigues, anuncia em entrevista ao Diário Económico que esta actualização do projecto inicial vai ter um custo acrescido de 120 mil euros. O autarca anuncia ainda que a adaptação vai demorar "três a quatro meses a ser concretizada", com o início das obras de construção do futuro Teatro Capitólio a terem "início em 2009".

O económico refere que no total são 50 mil metros quadrados de construção dos quais 18 a 19 mil serão destinados a equipamentos culturais (Teatro Capitólio, um teatro de revista, uma "black box" para formação de actores, as instalações do Hot Clube e residências para rotação de artistas).

O restante espaço de construção será distribuído por comércio, serviços e habitação, para além de 600 lugares de estacionamento subterrâneo.

O presidente da CML diz ao DE que a obra vai ser suportada, na totalidade, pelo dinheiro do Casino de Lisboa e pela participação de privados nos espaços comerciais, habitação e serviços. A Câmara Municipal de Lisboa e a EPUL, por seu lado, "não vão gastar um tostão com o projecto".

Carmona Rodrigues adianta ainda ao DE que os valores anteriormente previstos para o projecto (cerca de 100 milhões de euros) "eram demasiado elevados". O autarca garante que será possível uma obra "igualmente emblemática com custos significativamente menores".

Com Lusa


IN http://sic.sapo.pt/online/noticias/pais/20060911+Projecto+do+Parque+Mayer+revisto.htm

  • 2 weeks later...
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Muito bom mesmo :lol2::icon_builder: :hehe: ..."anda cá papel que eu trato de ti"... :hehe: PS: Citação do arquitecto na sua primeira viagem a Lisboa...

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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:nervos: Tenham medo... :nervos: muito medo...:nervos: LOOOOOOOOOOOOOOLLLLLLLLLLLL....... "Tá toda lá dentro"... :icon_evil_laugh:

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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:nervos: Eu ainda nao vi se já proposeram algum plano para o parque Mayer, mas basta lá entrar para eu ficar intimidada :nervos:


Agora estou desejosa por saber o que Gehry está a pensar magicar acerca do Capitólio :s ...que nao seja considerado uma "folha velha que ele vá amachucar", se é que me perceberam!

  • 1 year later...
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António Costa afasta em definitivo Gehry do Parque Mayer

"Datado e ultrapassado." Foi como o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, classificou, ontem, o projecto encomendado pelo executivo de Santana Lopes ao arquitecto Frank Gehry, com o qual foram gastos 2,5 milhões de euros e que vai ser agora abandonado. Na reunião de anteontem, que decorreu até de madrugada, o novo executivo aprovou, com os votos contra do movimento "Lisboa com Carmona" e do PCP, a abertura de um concurso público de ideias para seleccionar cinco equipas, das quais será seleccionada uma que ficará responsável pela elaboração de um plano de pormenor para aquela zona da cidade.

"Trata-se de um quarteirão que terá de ser planeado de forma conjunta e articulada", disse ontem o autarca, à margem da tomada de posse como membro da Junta Metropolitana de Lisboa. Costa adiantou que o objectivo é fazer do Parque Mayer um "centro de lazer e cultura", reabilitando o Teatro Capitólio, de acordo com o projecto inicial do arquitecto Cristiano da Silva, e abrangendo o Jardim Botânico, a Avenida da Liberdade e o eixo entre a Rua do Salitre e o Príncipe Real.

Ao JN, fonte do município garantiu que o abandono do projecto de Frank Gehry não vai acarretar quaisquer gastos para o município. O mesmo foi confirmado por Carmona Rodrigues, ex-presidente da Câmara, adiantando que "tudo o que Gehry fez foi antes de Outubro de 2005 e está pago [pela EPUL]". Depois disso, Carmona voltou a falar com o arquitecto perguntando-lhe se estava disponível para reformular o projecto, de modo a integrar a reabilitação do Capitólio, mas garante que nada foi contratualizado.

Carmona continua a defender o projecto Gehry, por considerar que seria "um ícone da arquitectura e um motivo de atracção turística para Lisboa". Garante que a obra "não ia custar um tostão à Câmara", porque seria custeada com as verbas do casino e pelas áreas de serviços e habitação previstas para o local.

Quem se congratula com esta decisão é Helena Roseta, lembrando que "há mais de dez anos não se faziam concursos públicos em Lisboa". De acordo com a vereadora , esta modalidade tem a vantagem de permitir que "qualquer projectista, mesmo em início de carreira, esteja em pé de igualdade com arquitectos consagrados". Lamenta, contudo, o "desperdício" de dinheiro e de tempo que se perdeu com o projecto de Frank Gehry.


Fonte:
Jornal de Notícias
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É uma situação chata. Por um lado perde-se um possível "efeito Bilbao" para Lisboa, por outro aplaude-se o concurso público, e a nova atitude da Câmara. Resta esperar que o regulamento do concurso não seja demasiado "castrador", e que a proposta vencedora não o seja só para ter dado resposta pontual aos pedidos, sem uma centelha de imaginação.

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Fico aliviado por o "efeito bilbao" não se transportar para lisboa criando algo semelhante! o efeito bilbao só é possivel numa cidade como bilbao, altamente decadente, sem nenhum ponto de atracção. O projecto do gehry aí foi acima de tudo um revitalizador da cidade e aí foi tudo o que a cidade necessitava para sair do buraco. Agora lisboa? Não vamos comparar bilbao com lisboa. Lisboa tem séculos e séculos de história, tem milhares de atracções turisticas, está constantemente apinhada de turistas que a visitam pelo o que ela é, para que vamos estar a criar um "ícone de arquitectura" que traga ainda mais turistas, esquecendo os factos históricos da cidade. E ainda bem que se resolveu desta forma e que se criou um concurso publico! Já lá vai o tempo em que lisboa estava cheia de cartazes a dizer "aqui vai nascer mais uma obra-prima deste super-star!"

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Uma cidade com história pode perfeitamente conviver com a arquitectura contemporânea e "de autor", digo eu. Pensa em Barcelona: tem tanta história como Lisboa, e muitas mais obras de arquitectura moderna. Pode não ser uma "receita" para todas as cidades antigas, mas no caso da capital da Catalunha, funciona e de que maneira!

  • 1 month later...
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A intervenção no Parque Mayer e zona envolvente contempla a «reorganização e reabilitação dos edifícios da Escola Politécnica, vocacionando-os para um Museu de História Natural e Ciência e um conjunto residencial e hoteleiro vocacionado, entre outros, para investigadores e professores estrangeiros convidados», revelou fonte da autarquia.

O concurso de ideias para o Parque Mayer é hoje lançado pelo presidente da Câmara, António Costa (PS), que abandonou o projecto idealizado pelo arquitecto Frank Gherry, e destina-se a seleccionar as cinco melhores propostas e respectivas equipas técnicas. Ainda durante a campanha eleitoral,
António Costa, rejeitou «projectos megalómanos» para o Parque Mayer e defendeu que a sua requalificação deveria ser feita em articulação com o Jardim Botânico e a zona pedonal da Avenida da Liberdade.

As equipas seleccionadas participarão depois num concurso limitado de onde sairá a equipa que elaborará o plano de pormenor para aquela zona, em colaboração com os serviços camarários.

Os projectos vão incidir sobre a área que compreende os edifícios do Parque Mayer, do Jardim Botânico, da antiga Escola Politécnica e área envolvente.
No total, são cerca de 14 hectares, numa zona delimitada pelas ruas do Salitre, Nova de São Mamede, da Escola Politécnica, Praça do Príncipe Real, Calçada da Patriarcal, Rua da Alegria, Praça da Alegria e Travessa do Salitre.
Os projectos devem promover a «valorização e dinamização do espaço do Parque Mayer e do jardim Botânico» e prever a «criação de um conjunto de infra-estruturas culturais, complementares do Cine-Teatro Capitólio».
O Capitólio será «reconvertido à sua traça original, como âncora futura de todo o espaço» e os novos equipamentos destinar-se-ão ao teatro, música, artes plásticas, recreio, lazer, restauração e comércio.

A intervenção deverá considerar «uma componente de espaço verde que permita a articulação do Parque Mayer com o Jardim Botânico e que equacione o seu prolongamento visual sobre o Vale de Alcântara».
Os projectos devem salvaguardar o «ambiente e carácter» do Jardim Botânico e também promover a reabilitação dos edifícios envolventes, «estabelecendo uma nova relação com o vazio central» constituído pelo jardim e o Parque Mayer.

O plano deverá prever ainda «um conjunto de percursos panorâmico e atravessamentos pedonais que definam as relações a implementar com o tecido urbano envolvente, privilegiando a ligação entre a Praça da Alegria e a Rua do Salitre e a Avenida da Liberdade e a Escola Politécnica».

O plano deve prever também um estacionamento para residentes, nomeadamente na área junto à Rua da Escola Politécnica.

O primeiro classificado no concurso receberá um prémio de 10 mil euros, o segundo classificado 7.500 euros, o terceiro, quarto e quinto classificados serão premiados com 2.500 euros


Fonte: Lusa / SOL
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Parque Mayer dispensa "soluções megalómanas"

A Câmara de Lisboa recebe até 4 de Janeiro de 2008 propostas e ideias para os 14,5 hectares que constituirão o futuro Plano Pormenor do Parque Mayer, Jardim Botânico e zona envolvente.

Ontem , o vereador com o pelouro do Urbanismo, Manuel Salgado, apresentou o concurso de ideias, iniciativa promovida em parceria com a Universidade de Lisboa (instituição à qual pertence o Jardim Botânico). "Não é um programa de grandes intervenções e de grandes gestos, o que a câmara pretende", afirmou Manuel Salgado, sublinhando que deverá ser antes "um programa de remates que ligue espaços hoje descontínuos".

Deixando para trás "soluções megalómanas", numa referência à encomenda ao arquitecto Frank Gehry (na gestão de Santana Lopes), Salgado sublinhou que se pretende um "programa no qual se escolham bem as valências e que seja auto-suficiente do ponto de vista ecológico, cultural e financeiro". O concurso é aberto à população e vai seleccionar as cinco melhores propostas. Estas participarão depois num concurso limitado de onde sairá a equipa que elaborará o plano de pormenor, em colaboração com os serviços munici- pais. A autarquia pretende que até ao início de 2009 o plano entre em vigor.

Manuel Tainha e Francisco Silva Dias, dois conhecidos arquitectos, disseram ao DN estar interessados em concorrer. "O desafio será fazer algo simples e não incorrer na tentação de deixar uma marca", sublinhou Silva Dias. A câmara procura soluções para infra-estruturas culturais, complementares ao Capitólio, que será âncora de todo o espaço. Os novos equipamentos destinar-se-ão ao teatro, música, artes plásticas, recreio, lazer, restauração e comércio.

Manecas, proprietária do restaurante com o mesmo nome, e uma das últimas resistentes do velho parque, mostra-se desiludida: "É mais uma cerimónia. Vamos ver ." Amélia Loução, directora do Jardim Botânico, espera que apareçam ideias que ajudem a "abrir" o jardim à cidade, valorizando os edifícios da Universidade de Lisboa, através da criação de equipamentos como uma residência para investigadores. Desmistificando uma eventual ameaça à integridade do jardim, como consequência da sua articulação com a envolvente, Amélia Loução está mais preocupada com a livre circulação no jardim. "Tem de ficar claro como será financiada a vigilância permanente", concluiu.|

in DN
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Parque Mayer
Ideias procuram-se
Com o lançamento do concurso de ideias para o Parque Mayer, a Câmara Municipal de Lisboa abandona definitivamente o projecto do arquitecto Frank Gehry. As obras do teatro Capitólio decorrem nos próximos dois anos, sendo pagas com as verbas do Casino de Lisboa.
Maria Luiza Rolim

A Câmara Municipal de Lisboa abriu esta quinta-feira o concurso de ideias para o Parque Mayer. A intenção da autarquia " é que até o início de 2009 o plano de pormenor possa estar em vigor", disse aos jornalistas o vereador do Urbanismo, Manuel Salgado (PS), assegurando que a reabilitação do teatro Capitólio vai avançar com base num concurso de arquitectura e engenharia próprio, numa obra que custará entre "8,5 e 10 milhões de euros".
"Eu gostava muito que as obras do Capitólio ficassem concluídas nestes dois anos. Pode não ser possível, o objectivo é esse, mas há tempos difíceis de controlar", disse Manuel Salgado.

Ideias pouco megalómanas

O concurso de ideias, que está aberto à população em geral, destina-se a seleccionar as cinco melhores propostas e respectivas equipas técnicas.
As equipas seleccionadas participarão depois num concurso limitado de onde sairá a equipa que elaborará o plano de pormenor para aquela zona, em colaboração com os serviços camarários.
A reabilitação do Capitólio será sujeita a um "concurso de engenharia arquitectura e equipamentos cénicos", onde será escolhido o projecto que fará o teatro regressar à traça original, que foi "completamente deturpada".
Os projectos que concorrerem ao concurso de ideias para a zona do Parque Mayer vão incidir sobre a área que compreende os edifícios do recinto de espectáculos bem como do Jardim Botânico, da antiga Escola Politécnica e área envolvente.
Trata-se de um intervenção em cerca de 14 hectares que terá em conta a "reorganização e reabilitação dos edifícios da Escola Politécnica, vocacionando-os para um Museu de História Natural e Ciência e um conjunto residencial e hoteleiro vocacionado, entre outros, para investigadores e professores estrangeiros convidados".
Manuel Salgado explicou que esta valência pretende começar a concretizar a ideia lançada pelo presidente da Câmara, António Costa, de "Lisboa, cidade Erasmus".
Segundo este vereador, o financiamento do projecto será decidido depois de consideradas as propostas a concurso, mas deverá contar com parcerias com privados. "Não é um projecto de grandes intervenções e grandes gestos. Será certamente um projecto de remates, de escolher bem as valências, e um projecto auto-suficiente do ponto de vista ecológico, cultural e financeiro", sustentou.

Freguesia de S. José reticente

Manuel Salgado sublinhou a ideia avançada por António Costa durante a campanha eleitoral de que "não se justificam projectos megalómanos" para o local, numa referência ao plano de Frank Ghery, entretanto abandonado por este executivo.
Questionado pela Lusa, o presidente da Junta de Freguesia de São José manifestou-se "expectante" quanto ao concurso de ideias para o Parque Mayer. "Parece-me que perdemos uma grande oportunidade de termos uma obra de Frank Gehry em Lisboa", disse João Mesquita (PSD), que duvida, também, que a obra esteja concluída nos próximos dois anos.
O júri do concurso de ideias para o Parque Mayer será presidido pelo arquitecto Nuno Teotónio Pereira e incluirá um representante da Universidade de Lisboa, representante da Assembleia Municipal, representante da Ordem dos Arquitectos, representante da Associação dos Paisagistas e duas personalidades a indicar pela Câmara. As propostas começam a ser recebidas na próxima terça-feira e até 4 de Janeiro.


in Expresso
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PSD lamenta abandono do projecto Gehry para Parque Mayer

O presidente da Junta de Freguesia de São José, João Mesquita (PSD), manifestou-se «expectante» quanto ao concurso de ideias lançado hoje para o Parque Mayer, lamentando que o projecto de Frank Gehry tenha sido abandonado. «Parece-me que perdemos uma grande oportunidade de termos uma obra de Frank Gehry em Lisboa», disse João Mesquita à Lusa, durante a apresentação do concurso de ideias para o Parque Mayer.

O arquitecto Frank Gehry, que chegou a apresentar uma maquete da requalificação do Parque Mayer, foi contratado pelo ex-presidente da Câmara de Lisboa Pedro Santana Lopes, e o seu sucessor, Carmona Rodrigues, deu continuidade ao projecto, tendo apenas acrescentado a recuperação do Capitólio, cuja demolição estava anteriormente prevista.
João Mesquita (PSD) duvida também que a obra esteja concluída nos próximos dois anos.
«Estou expectante. Acredito muito nas qualidades do vereador Manuel Salgado enquanto urbanista. É a única segurança que tenho», afirmou.

O vereador do Urbanismo na Câmara de Lisboa, Manuel Salgado (PS), afirmou hoje que as obras do teatro Capitólio, no Parque Mayer, arrancam nos próximos dois anos, enquanto o plano de pormenor da zona estará concluído no início de 2009.
«Eu gostava muito que as obras [do Capitólio] ficassem concluídas nestes dois anos. Pode não ser possível, o objectivo é esse, mas há tempos difíceis de controlar», disse Manuel Salgado.

A reabilitação de teatro Capitólio vai avançar, através de um concurso de arquitectura e engenharia próprio, numa obra que custará entre «8,5 e 10 milhões de euros», paga com as verbas do Casino de Lisboa.
A reabilitação do Capitólio será sujeita a um «concurso de engenharia, arquitectura e equipamentos cénicos», onde será escolhido o projecto que fará o teatro regressar à traça original, que foi «completamente deturpada».

O concurso de ideias para o Parque Mayer, que é aberto à população em geral, destina-se a seleccionar as cinco melhores propostas e respectivas equipas técnicas.
As equipas seleccionadas participarão depois num concurso limitado de onde sairá a equipa que elaborará o plano de pormenor para aquela zona, em colaboração com os serviços camarários.

Os projectos que concorrerem ao concurso de ideias para a zona do Parque Mayer vão incidir sobre a área que compreende os edifícios do recinto de espectáculos bem como do Jardim Botânico, da antiga Escola Politécnica e área envolvente.
Trata-se de um intervenção em cerca de 14 hectares que terá em conta a «reorganização e reabilitação dos edifícios da Escola Politécnica, vocacionando-os para um Museu de História Natural e Ciência e um conjunto residencial e hoteleiro vocacionado, entre outros, para investigadores e professores estrangeiros convidados».

O júri do concurso de ideias será presidido pelo arquitecto Nuno Teotónio Pereira e incluirá um representante da Universidade de Lisboa, representante da Assembleia Municipal, representante da Ordem dos Arquitectos, representante da Associação dos Paisagistas e duas personalidades a indicar pela Câmara.

Diário Digital / Lusa

margarida duarte

  • 1 year later...
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Câmara: EPUL pagou 2,2 milhões de euros ao arquitecto canadiano
Pagamentos a Gehry sob investigação

O Departamento de Investigação e Acção Penal, (DIAP) coordenado pela procuradora Maria José Morgado , tem em curso uma averiguação preventiva aos pagamentos da EPUL – Empresa Pública de Urbanização de Lisboa, a Frank Gehry, o arquitecto canadiano contratado pelo então presidente da Câmara, Pedro Santana Lopes, para elaborar o projecto de requalificação do Parque Mayer, em 2003. Por este projecto a EPUL pagou a Frank Gehry 2,2 milhões de euros, dos quais cerca de 300 mil euros dizem respeito a despesas. Os investigadores estão a avaliar se através destes pagamentos foram atribuídas comissões ilegais.


O resto da noticia: http://www.correiodamanha.pt/Noticia.aspx?channelid=00000009-0000-0000-0000-000000000009&contentid=B296BE27-09D4-4BED-8849-83EB14B1A918

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