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pois bem... Estando a fazer um estudo sobre o impacte do Programa Polis nas Cidade Portuguesas, gostaria se possível, que os membros do fórum comentassem a situação nas vossas cidades, o que acham das intervenções que foram feitas, etc. A informação aqui debatida não terá qualquer influência nem será aproveitada para o estudo, apenas gostaria de ouvir o vosso feadback sobre o programa!

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Bem, o Polis no Porto foi um inferno... e acabadas as obras, depois de estar tudo muito bonitinho, os carros voltaram a "aderir à moda dos passeios" e as belas das lagetas de granito começaram cedo a mostrar sinais de desgaste "forçado", partindo aqui e ali, sem ninguém para as reparar...

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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obrigado Connecty pelos links! vou dar uma olhada :) Dreamer, de facto esse é um problema que não afecta só o Porto. Inflizmente vê-se isso em todo o lado! Depois aqueles "mecos" deixam muito a desejar... mas como diz muita gente na arquitectura, dá ritmo às ruas...

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Eu posso falar um pouco do que se passou em Vila Real. Nesta cidade ve-se que o programa polis não passou muitas vezes do papel. Parques que não foram feitos por falta de gestão de dinheiros, outros que foram feitos e não se encontram acabados. A utilização dos materiais nos parques foi o pior que já visto, a falta de enquadramento, a falta da noção dos elementos de composição da paisagem e por ai a fora.. Algumas obras em Vila Real ainda não acabaram.......nem sei quando vão acabar. Esperamos pelo Polis 2 para que isto mude, mas tem que começar pela escolha de equipes q sejam responsáveis.. Concordo com a existência do inferno que se instalou nas obras, mas meus amigos quando se quer fazer tudo depressa e mal então vai haver sempre inferno..

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Pois, em Setúbal passou-se algo semelhante. Algumas opções não tiveram, nem vão ter, seguimento. E aquelas que tiveram, foram bastante contestadas pelo povo setubalense. Mesmo sendo o "grande" (ou não) Manuel Salgado a liderar os projectos de Arquitectura, foi tudo muito mal aceite pelo povo. Até digo mais, fizeram-se sessões de esclarecimento com debates muito acesos, na última que fui, quando indagaram o Arq.º Manuel Salgado sobre o que achava da porcaria de auditório ao ar livre que o mesmo projectou para Setúbal, este respondeu "Não gostam? Pois olhem, eu gosto muito.". Devia ser engraçado se uma pessoa fosse submetida a uma qualquer cirurgia estética, e no fim não lhe agradasse o resultado, e o cirurgião dizer o mesmo. Portanto, não gostam? Azar... paguem e não bufem...

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desculpa te ter dado trabalho. mas era a "brincar" a duvida. eu vejo isso em viana do castelo. e é daquelas coisas que mais vale estar quioeto do que mexer. nao existe alternativas, horas de pontas ha transito a mais. o relogio ja parou, por nao haver data para terminar as obras... é confuso.

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estranho esta tua opinião... sinceramente não vejo muito fundamento nessa total discordância com as intervenções feitas em Viana! a não ser que sejas moradora no edifício coutinho :)

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relativamente a torres vedras e à região do oeste creio ser uma zona em crescente clara expansão. começando pelos acessos a lisboa, julgo ser das poucas cidades que tem um enorme número de alternativas para entrar e sair da capital o que é sempre bom. no que diz respeito às obras que aqui foram feitas também tenho uma opinião positiva, eu próprio tiro bastante proveito delas, o parque da várzea tem uma estrutura bem definida na cidade e colmata um extremo da mesma com vias rápidas que o circundam, não esquecendo claro todo o equipamento urbano que abrange desde as crianças até aos adultos. é uma cidade onde ainda se passeia muito na rua, há um monte de ruas com comércio, pequenas igrejas e monumentos mais ou menos desconhecidos, ruas estas que foram "recentemente" alvo de obras e de um estudo de modo a integrá-las melhor na malha da cidade a partir de pequenos largos ou pátios bem arranjados e quase sempre com o equipamento necessário à sua boa utilização. claro que nem tudo são rosas, o estacionamento é reduzido (é uma das regiões onde se vendem mais automóveis no país), e cada vez mais se vêm carros em cima dos passeios. penso que nesse aspecto a cidade deveria ser alvo de uma boa reflexão e se possível intervenção claro. acho que é de mensionar também o novo arena shopping torres vedras (um dos 27 aprovados), motivo de orgulho para muitos. pois para mim é um verdadeiro atentado a uma cidade de escala reduzida como esta, e infelizmente acredito que apenas servirá para derrubar o comércio de rua. esqueci-me de mencionar todo o programa cultural, que apesar de não fazer parte da estrutura fisica todos sabemos que tem forte influência no modo como se habita uma cidade, e neste caso há um cuidade em trabalhar desde exposições, passeios, espectáculos etc... que cheguem às diversas faixas etárias.

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de facto Valter, a requalificação urbana passa pela implementação de actividades lúdicas nas cidades, é uma forma de atrair pessoas e de as "prender" à cidade... existe sem dúvida uma falta de iniciativa cultural nas cidades portuguesas, não em todas claro, mas em grande parte. no caso de Viana do Castelo, que é o meu caso de estudo, surgiu uma empresa que visa fundamentalmente promover actividades no centro histórico, mobilizando inúmeras pessoas e comerciantes. são as pessoas que revitalizam as cidades... sem elas, as obras feitas não servem para nada!

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100% de acordo peter, de nada nos serve projectar para depois os equipamentos não serem utilizados, ou mal utilizados. no meu entender esse também é um dos problemas de alguns arquitectos que desenham e desenham, mas sem pensar no simples impacto social que as suas obras vão ter; ou por outro lado metem-se a desenhar "coisas" para construir quando na realidade um simples equipamento urbano resolveria o problema. sem dúvida que é bom o surgimento de empresas como essa peter, é preciso que a população tenha uma relação mais próxima com as suas cidades, que as cidades deixem de ser "aquelas coisas com ruas que sobem e descem e lá para o meio têm umas casas para nós morarmos, de onde de manhã saímos para trabalhar e chegamos de noite para dormir". no entanto não deixo de achar triste quando mobilizações desse género tenham partido de empresas privadas e não do estado, que a meu ver deveria também ter um papel mais activo e pioneiro na divulgação cultural das nossas cidades. bem, começo a divagar... peço desculpa.

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