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O Ultimo Filme que Vi


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Eh triste... acabou em grande. A juventude tem destas coisas... perdem-se na droga e morrem... quando nao morrem caem no abismo... forever.

Recentemente vi o Tropa de Elite e o Wall.E. Claro que são dois estilos completamente diferentes, o Tropa de Elite com uma realidade nua e crua, o triste e fascinante mundo das favelas, e o Wall.E com um excelente resultado visual, sonoro e acima de tudo com uma história complicada de ser colocada em filme, e a Pixar conseguiu fazê-lo de uma forma brilhante. Dois bons filmes (quanto a mim) em estilos completamente diferentes e que valem bem o preço do bilhete.

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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em tempo de férias e descontracção é fugir dos centros comerciais, pelo menos para mim nada melhor q ver calmamente um bom filme em casa. o último q vi, alugado, foi "10 items or less", com morgan freeman, imperdivel, apesar de não ser um filme alternativo, até porque a presença de actores como freeman e paz vega o impede, é ao fim e ao cabo uma visão alternativa de um dia na vida de um actor q faz dele mesmo. não passou pelo circuito das grandes salas de cinama em portugal (exepto uma sala no alvalaxia) e foi rodado em apenas 15 dias.

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Vi recentemente o INLAND EMPIRE do mestre David Lynch. Um filme bem ao estilo do realizador. Devo dizer que assistir a um filme de Lynch é uma experiência no mínimo inquietante.
Aconselho apenas a adeptos do realizador, caso contrário as 3 horas de filme vão parecer uma tortura.

http://www.imdb.com/title/tt0460829/

An actress's perception of reality becomes increasingly distorted as she finds herself falling for her co-star in a remake of an unfinished Polish production that was supposedly cursed

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oi lego: além dessa diferença, outra q pude registar é q se em "cidade de deus" podemos apontar um "lado certo" e um "lado errado", em "tropa de elite" fiquei com a certeza de q todos os lados/partes estão errados e têm falhas assustadoras q ajudam a compreender porque as favelas são um problema sem solução, embora o filme não se sujeite a interpretações ou sobre-texto porque está tudo lá, cru e nu, não vale a pena inventar análises pois a realidade é mesmo a retratada, de quem o pode confirmar in loco, sem ficção. a parte disso as representações dos actores Wagner Moura, André Ramiro, Caio Junqueiraes são brilhantes.

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ambos tem uma marca de documentário/ficção em que a ficção é realidade....não sei se me fiz entender.! as imagens acho brutais, no sentido espectacular da coisa, tenho pena de não conhecer o Rio, in loco, somente de filme ou novela. problemas sociais todas as cidades tem.

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Nao sou o unico.



Horror musical


Diziam que Sweeney Todd era um filme obrigatório. Eu, obrigado, lá fui. Agora penitencio-me por ter sido tão incauto. Estava lá escrito com todas as letras, o infame pleonasmo: «a horror musical». O pior Tim Burton de que tenho memória, 116 minutos de lenta agonia e desinspiradíssima criatividade, péssima composição de personagens, péssima banda sonora (then again, é um musical, não se deve esperar muito de musicais), péssima fotografia (oooh, aaah, tudo negro e cinzento a contrastar com o vermelho vivo do sangue), péssimo tudo, caraças. Só se salvam os breves minutos do Ali G, uma pequeníssima lufada de ar fresco no bafio reinante. Uma trampa pegada.




in http://complexidadeecontradicao.blogspot.com/
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Patrick Bateman é um jovem yuppie de Wall Street, com muito dinheiro, gosto por fatos caros e uma obcessão pela perfeição física.. Os seus dias no escritório são preenchidos a fazer palavras cruzadas, a ouvir os ultimos êxitos da pop dos 80’s, a combinar almoços nos restaurantes in da cidade, em que se perde em conversas superficiais e frívolas com os seus igualmente supérfulos e frívolos colegas executivos. Mas é durante a noite que a verdadeira natureza monstruosa de Patrick vem ao de cima. Das prostitutas que contrata para os seus jogos doentios, aos pobres vagabundos da cidade que despreza, até às próprias autoridades policias, todos os que se cruzam com Patrick têm como fim uma morte violenta e sangrenta.

Baseado no polémico livro de Breat Eston Ellis, American Psycho, foi igualmente rodeado por muita celeuma na altura da estreia, devido ao seu forte contéudo gráfico e as cenas de sexo quase explícito. Ambientado na América dos anos 80, este filme funciona a vários níveis. É uma sátira mordaz à sociedade de consumo e superficial, é um filme de terror e por fim um mistério policial que tem um fim inconclusivo e amoral. Bateman personifica o lado mais doentio e perverso da américa regueniana, desprovida de moral e de empatia pelos outros e onde apenas conta a ganância e a ambição de cada um. Com uma estrutura narrativa que nos pôe desde o início a acompanhar o doentio personagem principal, o filme nunca tenta (e bem) explicar as motivações psicológicas que fazem Bateman agir como age. A aposta da realizadora Mary Harron, está no sub entendido e revela muitíssimo no que não é dito pelos personagens. O diálogo funciona quase como uma antítese da natureza dos intervenientes.

E claro, falar de American Psycho é falar da interpretação explosiva e magnética de um Christian Bale pré-Batman, que tem no seu Bateman (curioso o nome) um dos seus melhores papéis até à data. O filme pertence-lhe por inteiro. E a forma assustadora como revela a sua total ausência de sentimentos e natureza doentia, indica-nos que estamos na presença de um grande actor. Podia destacar vários momentos brilhantes. Mas um particularmente, cómico, tenso e chocante, está numa sequência onde Bateman faz uma das suas entusiasmadas disertações, sobre as maravilhas da música pop (neste caso os Huey Lewis and The News), de machado na mão e prestes a desmembrar um Jared Leto completamente embriagado. Sem dúvida, um dos grandes vilões do cinema recente.

Em suma, um filme, cruel, chocante e perturbador, no retrato satírico que faz a uma América numa crise muito profunda. Não é aconselhável aos mais impressionáveis, mas é uma magnífica e poderosa obra a (re)descobrir.

Publicada por Luís em 4:08 PM


in http://grandesplanos.blogspot.com/2007/09/de-mary-harron-patrick-bateman-um-jovem.html

in
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Baixando um bocadinho o nivel....

Imagem colocada

Esteve melhor que o primeiro filme, mas podia estar ainda melhor. o realizador parece o mais acertado para este genero de filme, no entanto há uma certa indefenição no genero de filme que se queria fazer, por vezes parece um filme de super herois outras parece algo semelhante a um de aventuras e as vezes um policial.... O filme deveria ser na minha opinião bem mais Barroco e assumir o caracter de aventura que é onde este universo se encaixa melhor e com este argumento até podia ser dividido em três partes tipo senhor dos aneis. Pelo menos sai bem satisfeito do cinema coisa que já a algum tempo é raro, para quem gosta deste tipo de filme aconselho vivamente a ver.

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