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Guest Rui Resende
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Este artigo apareceu ontem no JN. Achei interessante, por isso sem mais alongar, aqui o deixo, para mais tarde comentar:

Prédio reabilitado desperta vontade de voltar à Baixa
josé carmo http://thumbs.sapo.pt/?pic=http://jn.sapo.pt/2006/06/20/10490714.jpg&H=250&W=250&errorpic=http://jn.sapo.pt/images/lusomundo/jn/errorpic.gif No casco antigo da cidade, um prédio recuperado atraiu vários olhares. Nas traseiras, fica o casario da Sé

Manuel Vitorino

Moda, gosto ou vontade de viver no centro histórico do Porto? A resposta não foi dada, mas a venda de um prédio da Porto Vivo - Sociedade de Reabilitação Urbana da Baixa Portuense na Rua das Flores provocou interesses em série. Até ontem, foram inscritas 127 pessoas e efectuadas 25 visitas. Os preços das fracções (todas T2) variam entre 94 e 115 mil euros. Porém, muitas expectativas ficam na soleira da porta.

Foi um prédio construído em finais do século XIX e durante muitos anos, no rés-do-chão, acolheu um estabelecimento de prestígio, a antiga Papelaria Reis. Sem obras de restauro, entrou em degradação, ficou desabitado, perdeu vida.

Até que a Porto Vivo encomendeu os estudos (cujo projecto foi confiado ao arquitecto Manuel Lessa), tendo mais tarde o prédio entrado em obras. Um ano depois do início da empreitada, o prédio com os números 150-160 readquiriu a sua função acolher pessoas. Com um pormenor importante: toda a memória do edifício foi preservada, incluindo tectos, estuques, sem esquecer a clarabóia típica de uma certa arquitectura portuense.

Ontem, o edifício abriu portas e suscitou cobiças "Está bonito, mas os preços não são convidativos à compra. Para viver numa zona desertificada são precisos mais incentivos", considera Alfredo Teixeira, antigo presidente da Junta de Freguesia de Paranhos.

As fracções em venda (por sorteio) sobem à medida que o potencial dono sobe também os dregraus da futura casa no 1.º piso e com 115 m2, o valor é de 140 mil euros; no 3.º e último andar, com área menor (94, 7 m2), é de 145 mil euros. Porém, na fracção das traseiras, o futuro morador ganhou uma vista admirável, já que, do terraço junto à sala de jantar será possível visualizar o casario e a catedral da Sé, o mosaico urbano com séculos de história.

"Os preços estão inflacionados. Vim ver o prédio por curiosidade e estava interessada em comprar para depois vender. Mas as casas não têm garagem nem elevador", alertou Helena Moreira, do Porto.

Quem está contente com as ofertas e pedidos de visita é Rui Quelhas, administrador da Porto Vivo, já que a reabilitação urbana continua a ser uma "prioridade" da Câmara e porque, feitas as contas, o mercado está a funcionar.

"Ao contrário do que dizem alguns promotores, a reabilitação de um prédio não fica mais cara do que construir de novo. Antes pelo contrário. Temos muitos interessados em querer viver no Porto", adianta.

Se o leitor está interessado em viver na rua mais bonita da cidade, apresse-se até ao dia 2 de Julho as seis fracções recebem olhares. As condições de venda podem ser consultadas na Loja da Reabilitação, no Largo Duque da Ribeira, junto à Rua Mouzinho da Silveira.

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De qualquer maneira gostei de ler...
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"Está bonito, mas os preços não são convidativos à compra. Para viver numa zona desertificada são precisos mais incentivos", considera Alfredo Teixeira, antigo presidente da Junta de Freguesia de Paranhos. Essa sim... "Os preços estão inflacionados. Vim ver o prédio por curiosidade e estava interessada em comprar para depois vender. Mas as casas não têm garagem nem elevador", alertou Helena Moreira, do Porto. Esta também... ... Mas será que esta gente não tem nada na cabeça? Se este tipo de recuperações continuar, o que eu acredito, a baixa do Porto vai deixar de ser deserta, e consequentemente esse preços vão passar a ser ridículos. Apostar nesta altura no centro da cidade pode ser uma forma de fazer muito dinheiro daqui a uns anos, é uma porta de negócio que se abre, por isso não me venham falar de "mais" incentivos... Mas a segunda ainda é pior, porque quem é que pensa numa casa destas ter essas "mordomias"? Não é certamente fácil, e quantos serão os milhões de pessoas que vivem em grandes cidades europeias sem o seu carrinho? Muitas, e aí é que está a questão, vivendo no centro da cidade temos uma mobilidade maior e transportes em fartura, sem precisarmos de fazer os movimentos "pendulares" casa/trabalho, trabalho/casa... Para quê o carro? Só mesmo num país mesquinho como este em que o carro e os telemóveis são sinais de estatuto, mesmo que não se tenha dinheiro para comer... ... Querem maior incentivo do que viver na baixa do Porto??????? Não conheço ninguém que a conheça e que não se tenha apaixonado por ela... Eu sou um fã incondicional da baixa e da ribeira, só tenho pena de não puder comprar casa neste momento... Devem estar à espera que lhes pagem para ir viver para lá... ... Haja pachorra...

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

Guest Susana Quaresma Nunes
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Assim, tipo, faz de conta, que eu também escrevi o post anterior. Mas a pessoa não pensa a longo prazo, não pensa que é preciso haver o primeiro a ter resultados para que a seguir venham os próximos. A questão é que para resultar e trazer os jovens para o centro, têm de pensar melhor nos preços... Isto de trabalhar a recibos verdes não ajuda muito...

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fico contente de ler esta noticia apesar das reacções típicas das pessoas que vêm retratadas na notícia. A Rua das Flores que se encontra ao lado da minha faculdade foi aberta pela altura do renascimento em portugal e era precisamente a rua comercial e a mais importante do Porto. Neste momento é talvez a rua com mais lojas de chineses do porto, é quase de porta em porta! Quem me dera poder viver numa casa na rua das flores, ter as vistas magníficas para a cidade e o rio e ainda por cima estar junto à estaçao de metro, de comboios, junto da ribeira, junto dos aliados, no coração do porto e poder sair de casa no s. joão e já estar dentro da festa! :)

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Assim é que se diz asimplemind... Já somos dois a desejar uma coisa dessas, e pensar só nos pés direto dessas casas... e depois desiludirmo-nos com um pé direito comum... efim... É pena a imagem que a rua das flores tem agora... degradada, achinesada... com lojas fechadas... pode ser que um movimento destes revitalize definitivamente esta zona... É certamente uma decisão mais acertada do que aquela que levou à recuperação de umas traseiras nessa rua, com direito a restaurante e tudo... acabou como se sabe... vazio...

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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Os edifícios em causa não conheço, mas a avaliar por outros exemplos, podes contar entre 3,00m e 3,50m... Os espaços são completamente fascinantes. Não são atarracados como muitas das novas construções, mas amplos...

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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a minha escola é um edificio como as casas da rua das flores e cada piso tens 4 metros! adorava viver numa casa com pé direito de 4 metros!! entra uma luz incrivel! já agora a intervenção na viela do anjo feita por um arquitecto e prof da minha faculdade é lamentável e estava condenada logo desde o programa... Quando é que em pleno bairro da sé se pensa em criar um restaurante de luxo nas traseiras das casas que têm séculos de existencia e vida propria? quando lá fui desenhar fomos expulsos por parte das pessoas que lá vivem! é impenetravel o local

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4 metros de pé direito...além da luz ser brutal, deve ser assim uma sensação de liberdade estar num espaço desses! o pé direito regularmente usado (2,5m, ou por aí), comparados com os 4m, parece que o tecto nos está a cair em cima! deve ser realmente brutal! :)

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que mais incentivos são necessários para viver no centro do porto? as casas têm todas espaços excelentes! já para não falar no espaço das escadas que eu adoro, sempre encimadas por uma claraboia que traz uma luz enorme às escadas. Eu e os meus amigos alugamos um espaço numa casa da rua das flores num ultimo piso, para trabalharmos, e o espaço é fantastico! além disso está todo rodeado por uma varanda e tem-se umas vistas...

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Eu não conheço muitas casas na zona, mas sei que em algumas as áreas por compartimento são bem superiores aquilo que se pode chamar "comum" na construção actual... Aliem isso aos fantásticos pés-direito e aí sim temos espaços brutais...
Se a viela do anjo tivesse sido pensada no seguimento desta iniciativa poderia ter sido diferente...
Novas pessoas, mais "urbanas", com mais consciência daquilo que são estes espaços... isso sim era solução...

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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eu á sensivelmente um ano atrás andei lá a ver umas habitações/apartamentos tipo T1 na rua das flores, tambem porque me ficava a dois passos da faculdade, mas um T1 ai com 60m2 se tanto, isto com cozinha e sala de estar tudo junto tipo kicthet ai uns 25 30m2 um quarto ai com 15m2 e um wc, e uma zona de arrumos, pediam-me 350 euros para alugar, e sem recibo, (isto para quem pretende usufruir do arrandamento jovem tá fora de questão/recibo).. .. e como de custume ... (o dono)... ahhh. e tal, mas se o problema é esse não se preocupe porque eu não passo recibo, mas isso depois arranja-se... :)

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Passei pela rua das Flores e vi um edifício em obras, na zona alta, perto da estação de S. Bento, do lado esquerdo para quem sobe. É este que está a ser alvo desta intervensão? É que se for esse o caso, o edifício (pelo menos por fora) é lindíssimo. Não parece ter os tais 4m de pé direito, mas deverá andar entre 3,5 e 4m...

Não é incrível tudo o que pode caber dentro de um lápis?...

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já agora sinceramnete nao sei quanto estamos a pagar pelo nosso espaço atelier num edificio da rua das flores mas lembro-me que era muito pouco até porque nós somos uns forretas e já andavamos há mais de um ano à procura e tinhamos visto vários, um excelente na Rua do Almada até, mas este pelo preço que era era muito bom. Mas sinceramente não me lembro até porque como tou em erasmus náo tou a usifruir dele. Mas em relação aos preços de apartamentos, se esse T1 estiver bem arranjado no interior e com agua luz e gaz já no preço penso que é bom, tirando o facto do recibo como é obvio. Eu em bruxelas estou a pagar por um quarto 350€! mas não é muito. a ´média por quartos aqui é entre 300 e 400 euros, por apartamentos vai dos 400 a 700 se tiver 1 ou 2 quartos. Por isso digo, se o apartamento for minimamente aceitavel não acho que seja demasiado caro. Já agora tenho um amigo que mora num apartamento num edificio na rua de Rodrigues de Freitas, é um ediifico dos anos 60 que parece igual aos outros mas a nível de interiores está bem interessante e ele está a pagar se não me engano, por um apartamento com 1 sala 1 quarto 1 cozinha 1 casa de banho entre 220 a 250€. É obvio que não é na baixa, mas tas a uns passos dos aliados e estás já no centro do porto.

  • 3 years later...

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