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asimplemind

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Everything posted by asimplemind

  1. Antes de mais tens irremediavelmente de ler os dois livros do Peter Zumthor "Saber ver a Arquitectura" e "Atmosferas" para te poderes debruçar sobre o autor e as suas obras. Tens a monografia do Zumthor da revista A+U que poderás consultar em diversas bibliotecas. É sempre preferível debruçares-te sobre os livros do que perderes demasiado tempo em busca de simples imagens na internet. Também poderás consultar uma outra obra do Zumthor no meu blog palavras da arquitectura
  2. ola bruno!
  3. mas eu sempre tive isso... senão não me estava a queixar
  4. e será que os outros projectos abordavam essa temática de forma apenas generalista e publicitária como este ou algum deles pretendia integrar-se numa reflexão sobre a "casa portuguesa"? Se calhar a temática devia ser antes "projectos de habitação portugueses" aí já não achava esta proposta desadequada
  5. pois... realmente continuo sem saber o que se passa... o meu é XP, nunca tive problemas... Será que houve alguma actualização do forum?
  6. ja ha alguns dias que tenho vindo a ter alguns problemas com o login. Entro no site sem problemas e enquanto tou a navegar ele pede-me para fazer de novo o login e isso vai acontecendo várias vezes enquanto estou a navegar... Também há pouco nao consegui escrever uma resposta rapida num topico, disse-me q nao tinha permissao..
  7. e um taveira a abandalhar a cidade?
  8. tenho dificuldade em entender como é que um texto indicia determinadas atitudes e posteriormente a formalização do discurso não se apresenta segundo os mesmo padrões... Em termos formais a proposta até é interessante, assenta numa modelação de espaços aditivos e subtractivos que podem criar volumetrias e situaçóes diferentes. Agora é com dificuldade que consigo associar esta proposta às intenções e questionamentos do texto...
  9. Bem pensado!! :)
  10. muito bom!! é uma casa de referència concerteza. O tratamento dos espaços em conexão com o exterior é bem interessante
  11. isso é a lisboa do far-west hehehe
  12. aqui tens um tópico do forum sobre o assunto: http://www.arquitectura.pt/forum/f31/portfolio-curriculum-vitae-1502.html
  13. bem eu desbasto cadernos pretos rotineiramente. Gosto sempre de uma boa conversa de café sobre tudo e mais alguma coisa onde algumas folhas do caderno acabam completamente riscadas também gosto principalmente de fazer os meus apontamentos gráficos durante o dia. é sempre bom para exercitar o desenho
  14. é de louvar uma oferta a alguém sem experiência! boa iniciativa Se eu já tivesse acabado ia para os açores sem problemas!
  15. se tiveres na tua lista um pai, tio, avô, padrinho, enteado, sogro, primo, amigo da namorada, colega de poker do teu tio-avô que seja arquitecto ou ligado à arquitectura, pode ser que o sistema de cunhas funcione para ti. Senão está complicado.
  16. mas eu penso que esse "pós" será o "pré" de quem intervir depois e aí voltamos às questóes iniciais... Para mim há que trabalhar somente com aquilo que existe e com a perspectiva de conjunto urbano e não de uma possivel intervenção ao lado. Essa intervenção é que vai ter de ser pensada nestes moldes também.
  17. analisas em termos formais. Em termos formais essa continuidade pode ser perceptível, mas cada um dos autores é claramente distinto na sua aproximação ao projecto e à cidade. Nunca na vida compararia a mestria do Saarinen com a Zaha Hadid. Há que conhecer também outras obras de Saarinen e não só as maiores
  18. Referes-te a quê em concreto? Se reparares qualquer cidade na Europa, por exemplo, vive conjuntamente com legados de dezenas de séculos e obras da actualidade... A cidade só vive através dessa dicotomia novo/antigo e é feita através dos seus contrastes e similitudes entre intervenções antigas, recentes e novas. Aquilo que é necessário é ter uma visão crítica da histórica e da arquitectura por forma a saber como actuar em cada caso...
  19. continuo a ver aí alguma confusão nas definições das palavras... O "Contemporâneo" como lhe chamas, nada tem que ver com movimentos. Em 1500 em itália as construções novas do renascimento eram contemporâneas dos seus autores e apreciadores e ao mesmo tempo eram modernas no seu olhar. Hoje em dia isso corresponde a uma antiguidade e a um sentido histórico. Essa pergunta que fazes é impossivel responder pois estás a misturar conceitos diferentes. Tu estás-te a referir a classificar em termos de estilo um edifcio actual que vulgarmente caracterizam de "moderno". O que se passa é que na contemporanedade não há a noção de estilo isto estilo aquilo. Os estilos surgiram no século XIX com o intuito de catalogar diferentes épocas por forma a ser possível agrupar arquitecturas semelhantes. Nada tem que ver com a percepção estilística da época vivida. Ou seja, na idade média ninguém falava em estilos. Construía-se daquela forma pois a técnica e o gosto da época eram aqueles. Com a ruptura de mentalidades que adveio de uma cultura pelo gosto clássico, houve um renovar do gosto, mas ninguém falava em renascimento, falavam antes em estilo "moderno" pois como a própria palavra indica é aquilo que se faz de novo. Antes de mais não se pode considerar o movimento modernista com um tipo de estilo moderno (que nem sequer existe). Se estás a falar de edifícios de cobertura plana com grandes vãos, fachada livre .... não se trata de um estilo moderno ou contemporâneo. É um modo de projectar que advém do movimento modernista que por sua vez pretendeu estabelecer a ruptura com o academismo na arquitectura e, por isso mesmo hoje em dia não projectamos frontões, cornijas, capiteis, ..., trata-se de uma evolução progressiva das mentalidades o que nos envia de volta à questão das 3 modernidades a antropológica, a sociológica e actualmente a post-modernidade. Aconselho vivamente a ler mais sobre isto principalmente nesses autores que refiri anteriormente
  20. Antes de mais há aqui alguns equívocos quanto ao significado do termo "moderno". Moderno não se refere ao movimento modernista, mas sim à era moderna. O movimento modernista é um movimento profissional criado por arquitectos com determinados objectivos, em nada tem que ver com o termo moderno. O termo moderno surge antes de mais a partir da ruptura efectuada na passagem da idade média para o Renascimento. Denomina-se assim a "modernidade antropológica" onde o pensamento recai sobre o Homem e não sobre Deus. A segunda modernidade surge com outra revolução de igual importância na sociedade que foi a Revolução Industrial. Este período denomina-se agora de "modernidade sociológica" caracterizada pelas extremas mudanças sociais provocadas pela evolução da máquina e de tudo o que isso implicou. O movimento moderno surge em 1928 com o 1º congresso dos CIAM como manifesto de um pensar profissional com o objectivo de resolver os problemas sociais (que anteriormente já tinham sido pensados e discutidos através de um pensar útopico e de um pensar político) de forma a que a arquitectura se destaca-se da ideologia do século XIX e passasse a ter um carácter social de resposta a problemas específicos. O post-modernismo surge (teoricamente) como resposta crítica ao modernismo mas que na realidade em nada vai resolver os problemas anteriores, apenas mudando a sua imagem. A partir do século XXI denomina-se a "Post-Modernidade" que em nada tem que ver com os dois movimentos profissionais enunciados, mas é uma 3ª modernidade que tem como bases a era tecnológica, a globalização, assentando num regionalismo e internacionalismo críticos. O termo contemporâneo refere-se ao que se faz no tempo em que foi feito. Nada tem que ver com Moderno ou Modernista. Quem utiliza indiferenciadamente estes termos não sabe realmente a que se referem. Ainda hoje na rádio deu um anúncio de "apartamentos de excepção de arquitectura moderna" e eu... viva a ignorância Para aprofundar mais sobre o assunto, sugiro a leitura de Pedro Vieira de Almeida, Nuno Portas, Bruno Zevi, Charles Jencks, Kenneth Frampton.
  21. já agora de onde vem essa citação?
  22. olá, Antes de mais, penso que para se críticar há que ter desde logo algum conhecimento de causa e por isso mesmo, ter experiência efectiva no campo da Arquitectura. Ora eu sou estudante e acima de tudo interessado em arquitectura. Não me interessa pegar em exemplos maus de arquitectura apenas para fazer críticas destrutivas, interessa-me antes suportar-me de exemplos que a meu ver são interessantes a vários níveis e falar um pouco sobre eles segundo a minha visão de um ponto de vista crítico. Não pretendo ser um crítico de arquitectura, limito-me a pensar, a olhar e a transmitir no meu espaço aquilo que entendo sobre as obras e as matérias. Todos são livres de comentar, discordar ou de acrescentar algo mais. :)
  23. pois realmente também nao gosto do Calvin no meio do jornal, era mais lógico ver a primeira página, voltar o jornal, ler o calvin e depois abrir o jornal já era um ritual hehehe
  24. penso que acima de tudo aquilo que estraga o grafismo foi o novo esquema de cores e a modificação do logotipo... Penso que estas duas coisas deveriam ser sempre mantidas até por forma a manter a imagem de marca. A primeira vez que vi o publico com o novo grafismo passou-me ao lado porque pensei que se tratava de um jornal desportivo estilo record ou bola... Pelas cores. Para mim um dos melhores jornais que mantém a sua imagem é o "The new york times" que já se tornou um icone através do seu logotipo com as letras goticas. Estes sabem gerir a sua imagem. Mas para mim o JN foi pior, mudou ao estilo do Le monde mas foi demasiado cópia do outro. No entanto em termos de organização do jornal penso que até está melhor, mais legível.
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