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asimplemind

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Everything posted by asimplemind

  1. discordo não só pelo condensar mas também pelo tipo de curso. Nao se formam arquitectos em 6 anos quanto mais em 5! a minha escola adem do modelo da escola do porto e sempre manteve os 6 anos como a publica, ao mudar para 5 vai ficar igual à maior parte das escolas, perde-se essa distinçao. Mas é incompatível reduzir para 4 anos um curso de 5 onde hoje em dia já temos imensas disciplinas..
  2. a minha n tem bolonha, há-de ter, para o bem e para o mal... O 6º ano sempre foi como era até então na escola de belas-artes do porto, um ano para desenvolver um projecto de arquitectura com a opção de se fazer uma dissertação teórica em vez de prática. No final há a apresentação pública do trabalho com arguência. Não temos estágio incluido no curso. Agora com bolonha é que isto vai ficar uma palhaçada porque foi aprovada a passagem do curso para 5 anos, condensando disciplinas para se fazer tudo em 4 anos e o 5º ano ser o tal "mestrado" especializado numa das várias áreas que irão surgir... Não estou nada de acordo com isto mas isso é outra conversa...
  3. xiii!! vamos processar a sony! o nosso logo ja existia antes podíamos ganhar uns trocos ;)
  4. como disse é muito bom ir assistir para tomarmos nota de certas posturas que deveremos tomar quando formos nós.
  5. Eu até deixei de responder porque penso que o que se está aqui a assistir é de certa forma a uma arrogância que não permite que haja uma discussão. Não és o único que tem a oportunidade de estar fora de Portugal e ver coisas diferentes, há aqui demasiadas afirmações que, supostamente seguras não têm grande fundamento e que acabam por ser encaradas como vindas de algum iluminado que vê de fora para dentro e só ele entende a miséria onde vivemos como se mais ninguém daqui alguma vez tivesse vivido fora do país e experienciado outros locais e culturas. Penso que é um pouco arrogante... E quanto a esse fascínio da globalização, a globalização implica inevitavelmente uma regionalização ou melhor, um maior interesse por valores locais que se distingam de uma "cultura global" que não existe. Se alguém acha que existe que me diga e fundamente devidamente as suas afirmações e se possível com bases seguras e estudadas. A globalização é possível na medida em que permanecem valores locais, só assim é que a globalização é viável. Não podemos estar à espera de "globalizar" a cultura ocidental na África, na América do Sul, na Ásia, ... e, se alguém por acaso esteve presente na bienal de Veneza de 2006 teve claramente uma visão da diversidade urbana, social, económica, ...., em várias "cidades globais" do mundo. Apelar tão intensamente a uma globalização idealmente totalitária em que todos consumimos o mesmo, vivenciamos o mesmo, usamos o mesmo, ..., é tão nostalgicamente incorrecto como a defesa de uma sociedade "geração 90" com os valores que estavam subjacentes a este movimento. nem 8 nem 80
  6. na minha a apresentação, defesa da tese é pública assim como todas as defesas de trabalhos práticos de projecto de 6º ano
  7. na minha realiza-se no 6º ano com a duração de "teoricamente" um ano
  8. pois! mas vale se queremos continuar a estudar ou dar aulas e tal..
  9. bem.. só para dizer que a mim me faz alguma confusão essa marcação cerrada a uma "ideia" de arquitectura proveniente de influências de certos arquitectos, os quais são abordados com bastante leviandade e aparente conhecimento de causa. Esse pre-conceito do branco já eu estou farto de o ouvir, só ainda não o consegui ver expresso em exemplos concretos porque até hoje nunca estive num edifício absolutamente branco como normalmente afirmam. E a arquitectura é muito mais que o branco/preto, cheio/vazio, luz/sombra que tão bem o aires mateus soube aproveitar e levar até à exaustão, a arquitectura é bem estar, é qualidade espacial, é tacto, textura, imagem, ... São aspectos que facilmente são menosprezados por qualquer arquitecto e que dificilmente são todos encarados com frontalidade numa qualquer obra. Mas outra coisa é certa, a arquitectura desenvolve-se através do desenho e sem o desenho e a constante experimentação desenhada e testada não é possível criar boa arquitectura, exemplos disso vemos todos os dias nacional e internacionalmente e é ainda mais evidente à medida que vamos conhecendo os cantos à Europa. Acontece que também por vezes pensamos que tal arquitecto que concebe aquelas obras fantásticas que nós idolatramos nas revistas não publica desenhos nem o seu método de trabalho e apenas assistimos a desenhos de representação final e esquemas "conceptuais" pensando que ele chegou até aqui sem fazer um único risco. Está errado, mas é este o modelo das escolas actualmente.
  10. atem as mãos dessa mulher!
  11. nunca vi ser dado um 18, só um 16 a um aluno absolutamente excepcional.
  12. Penso que a ideia geral é um arquivo de elementos escritos e gráficos sobre projectos nacionais e internacionais
  13. já foste ver alguma apresentação de tese de final de curso? É sempre bom irmos vendo o que os outros vão fazendo para quando chegar a nossa altura estarmos mais à vontade. Segundo o que sei, quem escolhe trabalho teórico na minha faculdade tem de se subordinar a uma temática geral e posteriormente escolher um tema particular para o desenvolver. O orientador é atribuído pela escola e uma tese basicamente é um livro com uma introdução da tematica e ideias gerais, o desenvolvimento de uma análise crítica relativa ao tema e as conclusões tiradas dessa análise e explicitadas em texto. Isto tudo formando um mínimo de 400 páginas. Não sei como será aí, mas certamente poderás informar-te junto dos orientadores nao?
  14. estou a utilizar este template, até agora não tive problemas de login
  15. essas questóes têm de ser abordadas com o teu coordenador erasmus, principalmente sobre as bolsas, estatutos, funcionamento das escolas...
  16. DeiSler: para mim a questão nem sequer é essa. Para mim aquilo que me fez confusão logo de início foi a expressão "casa portuguesa" associada a este projecto. O projecto em si é bem interessante como experiência espacial. Carlos: Penso que a certo ponto do discurso se passou mais para um certo tipo de disputa "regional" (quase como o futebol) do que realmente aquilo de que estávamos aqui a trata... Eu não gosto de especular coisas sobre pessoas que não conheço e gostava que as outras pessoas também não o fizessem. Reconheço no discurso uma vontade de evolução ou pelo menos de chegar ao nível da Europa evoluída, também partilho das mesmas ideias mas não sou tão extremista dessa forma até porque para mim, para o bem e para o mal Portugal, como Espanha, como a Holanda, tem as suas particularidades e é com elas que temos de viver. Eu posso passar a vida triste por não poder andar regularmente de bicicleta na cidade em vias delimitadas para esse efeito, mas se quiser mesmo fazer a minha vida assim então mais vale ir para Copenhaga e esquecer portugal. Por mais que queiramos nós não somos iguais aos suecos ou aos finlandeses (mesmo que a arquitectura do siza vá buscar grandes referências a Aalto), somos latinos e como tal há coisas boas e más... Agora há que lutar por evoluir de forma racional e não como os chineses por exemplo que passam de subúrbio a Megapole num piscar de olhos, alterando completamente todos os habitos, atitudes, pensares, ... Há certos valores que permanecem sempre em cada um e por mais que queiramos não os conseguimos esconder ou passar ao lado deles, temos é que os saber aproveitar (regionalismo crítico) e evoluir segundo uma visão progressista e aberta (internacionalismo crítico). Tudo o que é extremo geralmente é mau... Penso que aqui fui mal entendido pois aquilo que queria dizer era precisamente o contrário. Que hoje em dia muitos arquitectos se socorrem de efeitos, quase caricaturais, para avivarem as suas obras, dando por vezes maior protagonismo ao "folclore" geral que àquilo que estão a representar. Enquanto tive em Erasmus frequentei aulas de crítica de imagem virtual e a minha crítica era precisamente essa.
  17. estou na escola com um pc com o IE 6 e está-me a acontecer a mesma coisa... o login continua a ir abaixo... ontem instalei o firefox e até entao nao tive mais problemas com o login, mas queria resolver isto com o IE p.s. tive de estar a escrever isto tudo outra vez pk o login foi abaixo.....................
  18. realmente vale a pena ir à madeira (como se ja não valesse) só para ir à casa das mudas! Quero lá ir :)
  19. não pretendia de modo algum ferir susceptibilidades com o meu comentário. Aquilo a que me referi tem algum fundamento já que é algo que de certo modo observo todos os dias e para o qual desenvolvo uma visão crítica. Eu estive em erasmus o ano passado e tive a oportunidade de experimentar métodos de trabalho completamente distintos da escola aqui no Porto, Como experiência foi absolutamente magnífico e excedeu qualquer expectativa que eu tinha e como aprendizagem foi bastante bom por ter tido contacto com métodos de projecto bastante distintos mas igualmente válidos. Agora aquilo que tenho vindo a observar é que as gerações mais novas, até mais nos estudantes, se regem bastante mais por um render "giro" que pela espacialidade e materialidade da arquitectura, Isto é, se calhar ao estarmos a ilustrar um projecto, dando-lhe um ambiente próximo da realidade, dependendo da expressão gráfica de cada um, de certo modo hoje em dia prendemo-nos mais com aspectos que não dizem directamente respeito à obra em si. Vejo imensas vezes imagens virtuais onde os autores colocam pessoas a tapar aspectos do edificio ou pássaros a voar ou às vezes pequenas caricaturas como tanto se vê nas imagens do OMA. Acaba por haver mais uma função quase caricatural ou irónica de uma visão de arquitectura do que a razão dessa ilustraçao que deveria ser de mostrar o projecto. Se observarmos os tão famosos desenhos de perspectivas de Aalto, Jacobsen, Mies, Wright, ..., vemos que aquilo que realmente interessa representar é a obra em questão e que a ambiência surge como suporte e não como protagonista. Isto poderá soar um pouco fundamentalista mas não é essa a minha vontade. Quando afirmei que se tratava de uma proposta "generalista" estava a referir-me a um certo tipo de experiências arquitecturais, se calhar ligadas a um tipo de imagem, que se reflectem não como uma arquitectura de um lugar mas como uma arquitectura geral, de aplicação em vários domínios, quase como o conceito de casa-contentor. Aquilo que vi naquelas imagens foi algo que de certa forma identificaria mais como uma experiência de casa modular para uma aplicação num terreno qualquer, focando (e bem) uma dinâmica de espaços e uma modelação de formas que permite criar a tal diversidade espacial e de usos que é seguramente aquilo que se procurava, mas que não terá aplicação directa sobre um terreno, reflectindo-se mais como um edifício de apicação "geral" (daí o termo). Quando à questão da "casa portuguesa", aquilo em que pensei de inicio era que seria uma interpretação das ideias de raul lino ou da "geração de 90" e, felizmente, não se trata disso até porque a atitude de Raul Lino, por mais bem intencionada que fosse era inaplicável e revelou-se bastante redutora da realidade total do país. Tal como foi referido este arquitecto teve toda a sua formação no estrangeiro e só voltou a Portugal depois de se formar e é curioso que ele ganhou este interesse intenso sobre a arquitectura portuguesa através do seu tutor alemão que era estudioso da Arquitectura Manuelina. Mas pondo de parte o Raul Lino, aquilo que estaria à espera num projecto com esta temática seria de uma reflexão sobre a cultura regional aplicada às condiçoes de vida actuais, as quais foram abordadas no texto explicativo. Portugal de certa forma vive um pouco à margem da realidade europeia, desses vocábulos que hoje escutamos constantemente como, mobilidade, acessibilidade, nomadismo, ..., por isso mesmo aquilo que via neste projecto era algo mais associado a uma realidade que não a nossa. Via algo deste género mais facilmente aplicado na holanda ou na dinamarca que propriamente em portugal, por questões culturais, sociais, políticas ou mesmo económicas. Se calhar até será necessário haver este tipo de reflexões para que possamos evoluir ao ritmo da Europa, mas ao mesmo tempo poderemos perder de certa forma uma individualidade que ainda hoje nos caracteriza. Distinguimos facilmente um projecto em portugal ou em espanha. Agora é praticamente impossivel hoje em dia distinguir um projecto holandes de um dinamarques, de um noruegues, sueco, finlandes, ..., há de certa forma uma globalização de valores (ou imagens) arquitectónicos na Europa evoluída que acaba por deixar para trás um certo percurso de autores de referência que no seu tempo foram eles mesmo inovadores. Quero com isto dizer que, não se trata somente de haver uma noção de regionalismo crítico, tendo em conta os valores locais, culturais, climatéricos, ..., mas também (e principalmente) de um internacionalismo crítico de forma a sabermos que modelos deveremos aplicar conforme a necessidade de cada projecto e não sermos levados a um culto de uma arquitectura de imagem, que é apelativa mas que de certa forma acaba por ser sempre a protagonista quando nem sempre será essa a posição. É no entanto um exercício de projecto bastante interessante. como já aqui foi referido pelo próprio autor, pela reinterpretação das dinâmicas espaciais, traduzindo-se num modelo de casa modular que se diferencia conforme o seu uso. (desculpem a extensão do post...)
  20. eu já limpei os cookies duas vezes e continuo com o mesmo problema... às vezes demora mais tempo outras menos mas tenho de estar sempre a meter a pass... que seca!!! o meu é o IE 7 Só me está a acontecer aqui no forum
  21. o edificio do Hard Club já está a ir abaixo.... É um edifício magnífico e de um valor histórico indiscutível. Os outros ao lado vão pelo mesmo caminho! viva a destruíção dos valores históricos e viva os restaurantes de luxo em vidro em cima do rio!
  22. "Poetica do Espaço" - Gaston Bachelard http://www.arquitectura.pt/forum/f24/bachelard-gaston-a-poetica-do-espaco-3188.html
  23. Mas que conclusões foram tiradas? Sinceramente não entendi. Tudo o que foi dito é válido e precisamente aquilo que não pode de forma alguma ser válido é este tipo de intervençao onde se leva a pré-existência ao rídiculo! Por alguma razão há arquitectos e concursos públicos para edifícios públicos de forma a haver uma escolha da obra mais adequada ao local. Como se viu neste projecto o concurso não existiu ou então foi meticulosamente silenciado, o que resultou numa proposta que em nada tira partido do existente e pelo contrário destrói completamente a imagem dos antigos armazéns e ridiculariza-os ao usar a fachada como caricatura de uma pré-existência levando-a ao ponto de pegar numa parede e torná-la passeio. Isto é um assassínio completo das referências históricas e de valores culturais e sociais da cidade. Não é admissivel que uma equipa de arquitectos tenha apresentado um projecto como este e pior ainda é ridicula a atitude do vice-presidente que defende o projecto com unhas e dentes como se ele alguma vez na vida soubesse o que é arquitectura, planeamento urbano e cadastro cultural.
  24. possivelmente em revistas portuguesas. De resto tens em espanhol também
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