Partilhando mais uma opnião, concordo inteiramente com o nosso colega Sputnic, nós arquitectos, deveriamos poder assinar as nossas proprias especialidades até um determinado limite de complexidade, pois eu tive essa formação e dos arquitectos que não tiveram sempre lhes será possivel obterem.
Não deveremos tablar a fasquia por baixo mas sim por alto. Eu por exemplo no meu curso de arquitectura tive 4 anos de estruturas. Aprendemos a pre dimensionar e a dimensionar, estruturas de betão armado, metalicas e mistas.
É claro que por exemplo, edificios formalmente complexos e projectos cujas dimensões e soluções técnicas não sejam do tipo "normal" os engenheiros serão sempre precisos, torres, barragens, pontes, etc...
Mas tambem sou da opinião de que tais obras e devido sobretudo á sua dimensão e impacto visual não deveriam ser somente sobescritas por engenheiros, mas somente em conjunto com arquitectos exactamente pelas mesmas razões de que a lei invoca a assinatura dos projectos de arquitectura somente por arquitectos.
Quanto ao tema deste topico acho claro de que a disciplina comum entre arquitectura e engenharia que posteriormente as originaram foram o desenho e a geometria como metodo indutivo e que segundo várias deduções se chegou a algebra linear e ao calculo.
Partindo deste pressuposto poderemos sempre encarar a engenharia principalmente a civil, como uma das disciplinas da arquitectura mas nunca o contrário, puro e simplesmente porque a engenharia não está encarregada, e ainda bem, na concepção de novos espaços arquitectonicos...