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Arq_Castro

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Everything posted by Arq_Castro

  1. desenvolvimentos recentes relativamente à questão levantada junto da OA e ANPC... Resposta da ANPC a 23 de Março: Exmos. Senhores Em resposta ao v/ e-mail de 2009-03-18, encarrega-me o Senhor Comandante Operacional Distrital, Coronel Teixeira Leite, de informar V. Exa. que o dimensionamento das vias horizontais de evacuação encontram-se regulamentadas no Capítulo III (artº 61º a 63º da Portaria 1532/2008, de 29-12-2008). A verificação do seu correcto dimensionamento não se torna possível com os elementos enviados. Com os melhores cumprimentos, (Enviei plantas...descrição, etc...não sei que mais precisavam para responder à dúvida da distância entre escadas...) Resposta da OA a 30 de Março: Exmo. Sr. Arquitecto, O serviço de Apoio à Prática Profissional da Ordem dos Arquitectos, acusa a recepção último e-mail, enviado no dia 23 de Março, o qual mereceu a nossa melhor atenção. Como deve compreender, o novo Regime Jurídico da Segurança Contra Incêndios em Edifícios (SCIE) é novo para todos nós, pelo que, neste momento, não temos capacidades técnicas para desenvolver o pedido de parecer escrito. Uma vez que a resposta apresentada pela Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) não é suficiente, recomendamos que consulte um projectista da especialidade, assumindo aquele a aplicação da Lei, no âmbito do projecto em causa. Mais informamos que encontram-se agendadas formações promovidas pela Secção Regional Norte da Ordem dos Arquitectos, sobre esta recente legislação, de modo a colmatar esta necessária lacuna na actividade de qualquer técnico que se encontra a projectar atendendo a estes novos requisitos técnicos com elevados níveis de exigências. Caso esteja interessado em obter informação poderá contactar o nosso site em “formação contínua”. Estaremos sempre disponíveis para qualquer esclarecimento que entenda necessário. Apresentamos os nossos melhores cumprimentos. Depois da resposta da ANPC... não me admira a da OA mas... fico em dúvida se a formação que me propõem é dada pelos mesmos técnicos que de "momento, não temos capacidades técnicas para desenvolver o pedido de parecer escrito" ... é que se for... que interesse terei eu ou outro colega nosso na formação dada! Creio que só obterei resposta concreta quando entregar o projecto, e dadas as circunstâncias, vou fazê-lo com 60m e logo vejo o que me dizem... Cumprimentos,
  2. Cara Joana, Acrescentando ao que os meus colegas já disseram, opiniões de resto partilhadas por mim, e abordando algo que é importante para si, a questão dos custos inerentes ao uso do LSF, convém alertar que regra geral trata-se de uma construção mais cara que a tradicional (cerca de 15 a 20%), no entanto, perceba que este valor é meramente indicativo, pois como foi dito anteriormente, dependerá de um orçamento dado sobre um projecto especifico, elaborado por um arquitecto, que avaliará a sua adequação a este sistema (ou mesmo necessidade) e juntamente consigo definirá a melhor solução de qualidade-preço. Cumprimentos,
  3. Bom Dia, Podes consultar a Portaria 1545/2008 de 31 de Dezembro de 2008 que fixa o valor médio de construção por metro quadrado para vigorar em 2009... Abraço,
  4. Bom... pelo facto de estar num manual, também não faz com que seja vinculativo, é apenas uma interpretação! E neste caso parece-me errada, passo a expor: A 1ª não comento (por enquanto), mas a 2ª figura parece-me muito estranha! Não deveria ser 15m até uma caixa de escadas (caminho de evacuação) e não 15 até ao corredor inicial? É que isso parece-me assim um pouco rebuscado... em rigor estaremos a percorrer 45m até uma saída de evacuação vertical! Tinha a ideia que inflexões no percurso não faziam reset na contagem, mas sim davam penalizações... (isso sim, para mim tem lógica). Abraços,
  5. Por isso é que o parecer escrito que solicitei terá de ser corroborado pela ANPC... a OA pode estar a demorar na resposta, mas tenho a certeza que o estão a fazer de forma profissional, acautelando a questão que levantas, que é: A opinião de quem em ultima instância aplica a lei.
  6. Não acho que o michaeloureiro tenha querido dizer que a OA estava acima da Lei, mas FDionisio, se a OA não te esclarece (porque tem obrigação disso, tem juristas como o michel disse! E disponibiliza serviços de Apoio à Practica, onde esclarecem estas e outras dúvidas), quem te há-de esclarecer? Se não sabem... apenas têm de tentar, junto das instituições responsáveis pela aplicação das leis, aferir o entendimento delas, neste caso a ANPC, que é o que está a fazer de resto! Agora... É interessante ver a opinião dos colegas e perceber que o que é claro para uns, é claro para outros...de outra forma! As opiniões estão um pouco divididas e... temos de convir que a diferença é brutal! (principalmente para aquela questão dos rácios que vos mencionava no inicio...) Abraço,
  7. Estás a tentar esquivar-te à questão:nervouso:, as escadas SÃO as saidas... agora... qual a tua opinião, 30... ou 60m? Abraço,
  8. Estou a fazer isso! Ainda para mais, o parecer que solicitei foi a 26 de Fev... telefonaram-me no inicio desta semana a... não quero dizer que se estavam a tentar desvincular da emissão de opinião escrita, mas pareceu... ao que eu insisti na sua elaboração (entendo que se estou a dizer algo que me é informado pela OA, eles têm obrigação de assumir essa opinião!) e também sugeriram a reunião entre Operador e ANPC, mas conhecendo o meu cliente... ia dar em trocas de opiniões sem daí sair opiniões conclusivas. Estou a coloca-las a 60m... estou a aguardar o parecer... alterarei prós 30m se assim tiver de ser! Só farei disso "cavalo de batalha" quando tiver algo mais concreto nas mãos... Mas... acredito que isto vá dividir muita gente...
  9. É a tua e a de muita gente... por isso é essencial um vinculo escrito a esta questão por parte da OA e corroborado pela ANPC, a ver vamos a quem dará razão, tudo aponta que seja à primeira hipótese, 30m entre escadas, mas veremos... Abraço,
  10. Caros Colegas, Venho expor à discussão o seguinte: Estou a projectar um Hotel low budget, em que as questões do aproveitamento do espaço e rácios estão sempre a ser discutidas (para eles isso sobrepõe-se a outros valores...) e ao interpretar a Portaria 1532/2008 de 29 de Dezembro temos: "Artigo 57.º Distâncias a percorrer nos locais 1 — Os caminhos horizontais de evacuação devem proporcionar o acesso rápido e seguro às saídas de piso através de encaminhamentos claramente traçados, preferencialmente rectilíneos, com um número mínimo de mudanças de direcção e tão curtos quanto possível.2 — A distância máxima a percorrer nos locais de permanência em edifícios até ser atingida a saída mais próxima, para o exterior ou para uma via de evacuação protegida, deve ser de:a)15 m nos pontos em impasse, com excepção dos edifícios da utilização-tipo I, unifamiliares da 1.ª categoria de risco, e outras excepções constantes do título VIII, referentes às condições específicas das utilizações-tipo II e XII;b)30 m nos pontos com acesso a saídas distintas, com excepção das utilizações-tipo II,VIII,X eXII, relativamente aos quais se deve atender ao disposto nas condições específicas do título VIII." Reforçada neste próximo: "CAPÍTULO III Vias horizontais de evacuação Artigo 61.º Características das vias1 1 — As vias horizontais de evacuação devem conduzir, directamente ou através de câmaras corta-fogo, a vias verticais de evacuação ou ao exterior do edifício. 2 — A distância máxima a percorrer de qualquer ponto das vias horizontais de evacuação, medida segundo o seu eixo, até uma saída para o exterior ou uma via de evacuação vertical protegida, não deve exceder: a)10 m, em impasse, para vias que servem locais de risco D ou E; b)15 m, em impasse, nos restantes casos; c)30 m, quando não está em impasse. 3 — A distância referida na alínea c)do número anterior é reduzida para 20 m: a)Em pisos situados a uma altura superior a 28 m, em relação ao plano de referência; b)Em pisos abaixo do plano de referência, excepto na utilização- tipoII; c)Em vias que servem locais de risco D." Ora, o entendimento que eu faço da leitura destes 2 artigos é que as caixas de escadas (temos 2) não podem estar a mais de 30m entre elas... esse entendimento é partilhado pelos Serviços de Apoio à Practica da OASRN, MAS não é partilhado pelo meu cliente...jurista de formação, que entende ao ler que as escadas podem estar a...60m de distância entre elas! Opinião reforçada por um conhecido dele, um tal de Eng. Babo (não conheço, mas segundo ele é um expert...). Não adiantou de nada dizer-lhe que o entendimento que a OA e a ANPC (dito numa reunião a que fui com o Eng. Mario Silva e em conversa telefónica) não era esse... tanto não adiantou que solicitei à OA que emitisse um parecer escrito sobre isto, vinculando ainda mais a sua opinião (informaram-me que estão a trabalhar nisso mas ainda não o tenho...) para servir de suporte a isto... Quero saber a vossa interpretação... 30 ou 60? Cumprimentos, Castro PS - O Hotel é Risco E (na generalidade, F nas zonas técnicas), categoria 2
  11. Fazes Fiscalização aos teus projectos? Tens a certeza que não existe incompatibilidade nisso???
  12. Obrigado, igualmente. Relativamente à tua pergunta, quando me informei junto da OA a resposta que me deram era que entre Direcção Técnica de obra e Fiscalização da mesma existe de facto uma incompatibilidade, mas nada como dar um telefonema e certificares-te. Cumprimentos,
  13. No último mensageiro da OA vem esta nota informativa em destaque: " > Revogação do decreto 73/73 | nota informativa Após a aprovação na generalidade em reunião plenária do Parlamento em 3 de Maio de 2007 da versão original da Lei 116/X (considerada muito lesiva para o exercício profissional dos arquitectos, pois põe em causa grande parte dos seus actos próprios consagrados no Estatuto da OA, bem como a Iniciativa Legislativa dos Cidadãos "Arquitectura: um direito dos cidadãos, um acto próprio dos arquitectos"), a Ordem dos Arquitectos e a Ordem dos Engenheiros elaboraram uma Proposta Global de Alterações à Lei 116/X (que revoga o Decreto 73/73), que foi entregue em Sede de Especialidade da Assembleia da República a 30 de Julho de 2008. A proposta conjunta, anunciada a 3 de Julho, no contexto da celebração dos dez anos da OA, corrige significativamente os aspectos mais negativos da Lei 116/X, simplificando e clarificando o diploma, redefinindo conceitos técnicos e redefinindo a qualificação dos técnicos para a elaboração de projectos de arquitectura e de engenharia, bem como para a direcção e fiscalização de obras. Trata-se de uma proposta razoável, na medida em que garante a globalidade dos actos próprios da profissão de arquitecto consagrados no Estatuto da OA, que foi concertada e trabalhada em conjunto com a OE e com a assessoria jurídica da OA, no sentido de suprimir do texto de Lei original, elaborada pelo Instituto da Construção e do Imobiliário (INCI), todos os pontos mais equívocos, contraditórios e lesivos para os arquitectos e para os engenheiros. A proposta mantém alguns pontos de divergência com a Ordem dos Engenheiros, que poderão ainda ser objecto de concertação e que nos empenharemos em salvaguardar. Abriu-se entretanto um novo e difícil processo negocial em sede de especialidade do Parlamento que se espera poder levar a bom termo, apesar do INCI persistir num conjunto de disposições que são inaceitáveis para a OA e para os arquitectos portugueses. Para mais informação, consulte em www.arquitectos.pt a versão original do INCI e a Proposta conjunta da OA e da OE." Fiquei bastante agradado com a iniciativa da OA de informar aos seus membros o que tem feito em prol da resolução desta contenda, relativamente ao conteúdo, é o que já tínhamos comentado em outros tópicos, existem "forças" em movimento que não nos são propriamente favoráveis... vamos esperar para ver e tentar apoiar a OA no que nos for possível e no que nos for pedido no âmbito desta luta. Abraços,
  14. No inicio deste tópico mencionei o desconhecimento do que se passava com a revogação do 73/73, decerto irá ser criado um novo tópico com esta noticia veiculada pela OA no seu Mensageiro mas, na perspectiva de fechar o circulo ao meu comentário neste tópico, aqui vai o extracto da noticia: " > Revogação do decreto 73/73 | nota informativa Após a aprovação na generalidade em reunião plenária do Parlamento em 3 de Maio de 2007 da versão original da Lei 116/X (considerada muito lesiva para o exercício profissional dos arquitectos, pois põe em causa grande parte dos seus actos próprios consagrados no Estatuto da OA, bem como a Iniciativa Legislativa dos Cidadãos "Arquitectura: um direito dos cidadãos, um acto próprio dos arquitectos"), a Ordem dos Arquitectos e a Ordem dos Engenheiros elaboraram uma Proposta Global de Alterações à Lei 116/X (que revoga o Decreto 73/73), que foi entregue em Sede de Especialidade da Assembleia da República a 30 de Julho de 2008. A proposta conjunta, anunciada a 3 de Julho, no contexto da celebração dos dez anos da OA, corrige significativamente os aspectos mais negativos da Lei 116/X, simplificando e clarificando o diploma, redefinindo conceitos técnicos e redefinindo a qualificação dos técnicos para a elaboração de projectos de arquitectura e de engenharia, bem como para a direcção e fiscalização de obras. Trata-se de uma proposta razoável, na medida em que garante a globalidade dos actos próprios da profissão de arquitecto consagrados no Estatuto da OA, que foi concertada e trabalhada em conjunto com a OE e com a assessoria jurídica da OA, no sentido de suprimir do texto de Lei original, elaborada pelo Instituto da Construção e do Imobiliário (INCI), todos os pontos mais equívocos, contraditórios e lesivos para os arquitectos e para os engenheiros. A proposta mantém alguns pontos de divergência com a Ordem dos Engenheiros, que poderão ainda ser objecto de concertação e que nos empenharemos em salvaguardar. Abriu-se entretanto um novo e difícil processo negocial em sede de especialidade do Parlamento que se espera poder levar a bom termo, apesar do INCI persistir num conjunto de disposições que são inaceitáveis para a OA e para os arquitectos portugueses. Para mais informação, consulte em www.arquitectos.pt a versão original do INCI e a Proposta conjunta da OA e da OE." Fiquei bastante agradado com a iniciativa da OA de informar aos seus membros o que tem feito em prol da resolução desta contenda, relativamente ao conteúdo, é o que já tínhamos comentado, existem "forças" em movimento que não nos são propriamente favoráveis... vamos esperar para ver e tentar apoiar a OA no que nos for possível e no que nos for pedido no âmbito desta luta. Abraços,
  15. ahahah, eu também achei piada estava a ser sarcástico... lol Gostei da tua proposta, mas achas exequível? quantificável? Ou que dizer daqueles colegas que se especializam em determinado ramo de actividade, podem trocar os "pontos" com outros colegas em situações semelhantes? Não sei... mas são propostas como esta e outras que têm de ser colocadas em cima da mesa e discutidas, e não por burocratas sem consultar os profissionais que vão ter de lidar com essas medidas (a OA na representação de todos nós) como aconteceu com esta portaria e a complementar que irá sair... O fulcral disto tudo é que se estava mal feito, o "remendo" parece-me pior... estou enganado? Abraços,
  16. Mas agora teremos cada vez mais uma "luta entre irmãos", já não podemos culpar "os outros"... (vai-me dizer que já era assim...seja! Permite-me a ilusão de pensar por um pouco mais que não o era...). A tabela está ao contrário, deveriam ser os valores mínimos a serem estabelecidos e não os máximos!
  17. Talvez tenhas razão "gibag", ao contrário do que possas pensar ou o meu post te fez crer ou a outros, não defendo o sindicalismo na OA, nem mesmo o "lavar da roupa suja" em praça pública mas creio que ainda existe muito que se pode fazer, mesmo sem ter os lobbys tão bem "oleados" quanto outras classes profissionais (imagino que exista pois não tenho conhecimento próprio de acções dos quadros da nossa OA nesse sentido, posso estar enganado...e estarem a fazer tudo ao seu alcance...não sei...), era aí que pretendia chegar com o meu comentário. Relativamente ao assunto da ausência da tabela, concordo inteiramente contigo e vejo cada vez mais dificil conseguir lidar com o "esmagamento" dos preços que se pratica por parte dos promotores. Justificar com um trabalho de qualidade superior já se viu que não resulta, pois lidamos com isso à tempo demais na comparação a preços dados por técnicos projectistas e afins a laborar à luz do 73/73, preços esses que não tendo comparação, já servem para eles os usarem para nos "obrigar" a baixar a fasquia... o que isto vai dar é que vai-nos atirar uns contra os outros, mesmo depois de se tirar da gaveta o DL que substituirá o 73/73 (se é que algum dia vá ver a luz do sol...). Vamos ter tempos difíceis pela frente... :)
  18. Infelizmente não temos uma Ordem que, à semelhança das suas congéneres, consiga mobilizar apoios, vulgo lobbys, mas isso não é total justificação para a sua... nem sei que lhe chamar... concordando ou não com as reivindicações dos professores, dá gosto ver como se unem para lutar pelos seus direitos... quem me dera que a nossa OA fosse assim, quem me dera que, não tendo as mesmas armas (lobby's), conseguisse mobilizar outras formas de luta, e insistir com elas!!! Só é respeitado quem faz por ser respeitado e esta nossa OA não o tem feito, infelizmente... ;)
  19. é pá... o meu chinês anda meio enferrujado Além do mais, desconheço a realidade chinesa para perceber se o TGV na China faz algum sentido ou não... Abraços,
  20. Concordo plenamente contigo. Acho que se tomou uma má decisão quando na altura da introdução do Alfa não se fez numa linha dedicada, pelas implicações que comentei relativamente ao transporte de mercadorias via linha férrea, mas agora... acho que será perpetuar o erro e isso... gostava de saber quando e como poderemos dizer todos "Basta!" Abraços,
  21. Olha Inês, Estudei (muito brevemente) na de Coimbra e... na altura, apesar da boa vontade dos professores assistentes, as condições de trabalho não eram as melhores, foi pouquíssimo tempo para aferir mais do que isso... Depois estudei 1 ano na FAUTL em Lisboa, nada a apontar, dão-nos liberdade criativa, abrem-nos os horizontes, ensinaram-me que a arquitectura antes de passar do papel para a realidade tem de ser "vendida", uma boa ideia se não for apresentada de forma cativante, pura e simplesmente não vai conseguir libertar-se das "amarras do papel"... o perverso é veres péssimos projectos com apresentações espectaculares a "saltarem cá pra fora"... A FAUP, onde acabei por fazer os restantes anos e dali concluir o curso... ensinou-me muita coisa, o valor da história, da cultura arquitectónica, do rigor, da funcionalidade, mas também da rivalidade, da competitividade entre colegas (ao contrário da entre-ajuda da FAUTL) e sobretudo, mesmo durante o curso do valor dos bons conhecimentos (vulgo cunhas...) e depois no fim... saimos cá para fora, pelo menos, nós os que bem ou mal sempre tiveram de fazer por si... e citando o nosso colega kwhyl... Senti isso, senti-me mal preparado, não como arquitecto, mas como profissional que tem que lidar com burocracias, legislações, normas, etc... Outro cronograma que não este e provavelmente teria sido diferente... quem sabe!?!? Mas nem mesmo eu, com experiência na primeira pessoa em 3 universidades e cursos de arquitectura diferentes me atrevo a dizer-te este é melhor ou pior que o outro, uma coisa te digo: Serás tão boa arquitecta quanto maior for o teu investimento na tua formação e valorização profissional depois de teres tirado o curso. Abraços,
  22. Antes de mais, tal como o Dreamer fiquei super bem impressionado com a qualidade dos acabamento (pelo que as fotos nos permitem aferir obviamente). Acho as questões que o Dreamer levantou relativamente à vivência deste espaço muito interessantes de se debaterem, mas necessariamente apoiados no passar do tempo e da dita apropriação do espaço, existem contudo uma série de factores que tornam isso tão subjectivo... valores culturais, mesmo a própria personalidade dos ocupantes. Neste caso, e fazendo crer na explicação dada pelos colegas, a casa resulta de uma reinterpretação de uma preexistência, o que já de si transporta um sentido de apropriação e... ownership (desculpem-me o estrangeirismo mas creio que neste caso é o que melhor descreve o sentimento de que falo) da casa e da sua forma e organização, creio que tudo o resto que parece estilizado não tarda nada passará a fazer parte desse sentimento, sofrendo mutações ou não... Um evoluir interessante para se seguir... será que não encontramos exemplo semelhante para analisar? Daria um tópico super interessante!
  23. (Tentando cingir-me apenas ao que me interessa, a discussão dos pontos de vista e deixando avaliações de...profissionalismo ou de carácter mais pessoal de fora) Concordo com o ponto de vista do Ricardo, aliás, se vires o comentário que deixei no teu outro tópico poderás ver pontos em comum na forma como ambos entendemos a cidade. Seja à escala da ilha da Madeira (achei super interessante a forma como explicaste o conceito baseado na tua experiência local), ou à escala do país, ou mesmo do habitáculo (casa, apartamento, etc.) as preocupações deverão ser as mesmas. Já, e tentando voltar novamente ao tópico, a forma como se procedem as ligações entre elas poderão variar e ser consideradas de forma diferente. Abraços,
  24. Caros colegas, Não posso dizer que concorde ou discorde de vós a 100%... uma coisa vos digo, há possibilidade e mesmo a necessidade de (re)pensar as zonas interiores do nosso país, é essencial isso para o nosso desenvolvimento económico. Se analisarmos alguns investimentos estrangeiros feitos em Portugal percebemos isso, percebemos também que têm sido eles a ter visões estratégicas de ocupação do território que nós, enquanto país, não tivemos. Percebemos também que apesar de estratégicas essas intervenções pecam por serem "egocêntricas" (à falta de melhor termo) e acabam por não fazer cidade, não fazer urbanidade, mas poderão faze-lo se houver condições para tal. Chama-se a isso ordenamento de território. Há formas e formas de ver e pensar as cidades, há formas e formas de pensar o desenvolvimento deste pequeno pedaço de terra à beira mar plantado... mas não considero que nos possamos apoiar num único modelo, uma única forma de pensar a cidade, como dizes e bem, o Porto é uma grande cidade...à escala nacional, à escala europeia uma cidade e à escala mundial... Noutro tópico citaste o Barata, eu vou tomar a liberdade de citar o Távora, "Temos de ir do geral para o particular, e depois fazer o processo inverso...", não podemos cair na asneira de pensar o todo sem o particular, ou vice-versa. Abraços,
  25. Acho que tens "material" para iniciar outro tópico e aí podemos discutir as questões que apontas e mesmo outras que poderão ser interessantes.
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