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Lisboa | Novo Museu Nacional dos Coches | Paulo Mendes da Rocha
JVS replied to gigi's topic in Arquitectura
Bem Vindo a Portugal. -
No Sabado fui ver o Spirit.
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http://www.westonwilliamson.com/opportunities.php Nao deu para colocar a imagem mas serah que eh para cada olho...?
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http://www.westonwilliamson.com/index.php Weston Williamson Architects43 Tanner Street London SE1 3PLT:+44 (0)20 7403 2665F:+44 (0)20 7403 2667E:info@westonwilliamson.com Nesta empresa existe um Stephen Bell... pode ser ele. Pergunta-lhe pessoalmente. E se tiveres coragem pede-lhes um emprego ou um estagio.
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Imagens do Museu.
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Viana do Castelo | Coliseu de Viana do Castelo | Eduardo Souto Moura
JVS replied to Peter's topic in Arquitectura
Coliseu revestido a alumínio completa tríptico arquitectónico de Viana Coliseu revestido a alumínio completa tríptico arquitectónico de Viana Ana Peixoto Fernandes Projecto de Souto Moura está orçado em 10,2 milhões de euros e deverá ser construído até meados de 2009 Um edifício em forma de mesa, revestido a alumínio, com o piso térreo totalmente transparente e com um recinto destinado a acolher espectáculos de grandes dimensões e eventos desportivos, enterrado três metros e meio abaixo do solo, deverá nascer na frente ribeirinha de Viana do Castelo até meados de 2009. Trata-se do futuro Coliseu da cidade, com traça do arquitecto portuense Eduardo Souto Moura, cujo projecto foi ontem apresentado, na ausência do autor, pela Câmara de Viana, num acto simbólico que incluiu também o lançamento do concurso público para adjudicação da obra. A sua construção deverá implicar um investimento mínimo de 10,2 milhões de euros. O edifício de alumínio completa o tríptico arquitectónico projectado para a marginal junto ao rio Lima, e que inclui um imóvel em betão branco de Siza Vieira (futura biblioteca municipal) e um conjunto edificado revestido a azulejo desenhado por Fernando Távora (edifícios administrativos, restauração e similares, que constituem a nova Praça da Liberdade da cidade). O presidente da Câmara de Viana do Castelo, Defensor Moura, pretende que o agora Coliseu - até há pouco tempo a autarquia atribuía a denominação de pavilhão multiusos ao projecto de Souto Moura - seja inaugurado "em Maio ou Junho de 2009", a tempo de acolher as cerimónias de encerramento das comemorações dos 750 anos do município. O futuro edifício, de que ontem foi apresentada uma pequena maqueta e o respectivo projecto, será erguido a poente das construções projectadas por Siza e Távora, numa zona contígua à área de implantação do navio Gil Eanes. O espaço central do imóvel será subterrâneo, sendo construído 3,5 metros abaixo do nível das águas do Lima e do solo, e disporá de um recinto multiusos que, no caso de eventos desportivos, terá uma capacidade para acolher 1100 pessoas em lugares sentados e mais 400 em pé. O espaço de jogo terá 44 por 26 metros. Como edifício polivalente vocacionado para espectáculos de grande dimensão, desde concertos a circo e congressos, o futuro equipamento poderá receber 2100 espectadores em lugares sentados através da utilização do recinto desportivo para o efeito. Em eventos com a assistência em pé a capacidade duplica. A estrutura do imóvel ficará assente, como se de uma mesa se tratasse, em apenas quatro pilares, sendo o piso ao nível do solo totalmente envidraçado, garantindo a transparência entre a zona urbana da cidade e o rio e a completa visibilidade para o exterior e interior do edifício. A construção em betão terá, de resto, um revestimento predominantemente em alumínio, e será rodeada por condutas de ar condicionado em aço, que ficarão à vista. http://jornal.publico.clix.pt/notici...3681&sid=12548 -
A construção está prevista para começar ainda neste primeiro semestre. Será uma unidade de cinco estrelas, voltada para o Turismo de Negócios, Congressos, Eventos e Reuniões, com equipamentos de lazer e saúde. Serão 337 quartos e dez suites, sendo três presidenciais. Segundo Nuno Ferrari, é um empreendimento excepcional, muito bem localizado para atender ao público que vem à Lisboa para eventos profissionais. Haverá um restaurante, três bares, room-service e salas de convenções & banquetes. Disporá ainda de 11 salas e uma área total 1.157 m2 distribuídos por dois pisos e capacidades entre 70 e 450 participantes. O "Wellness Centre" incluirá Ginásio e SPA com cinco salas de tratamento, banho turco, sauna e hidropool, além de gabinete médico de apoio, piscina aquecida, kids club, jardins e 400 lugares de estacionamento. via http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=832440&page=3 Hotel Olissippo Oceanos Congress Centre & SPA Opção Turismo Com início de construção previsto para o primeiro semestre do ano corrente, a Sociedade Hoteleira Seoane, SA anunciou o seu próximo projecto hoteleiro na cidade de Lisboa. Trata-se de uma unidade de cinco estrelas, localizada no Parque das Nações, vocacionada para o Turismo de Negócios, incluindo Reuniões, Congressos e equipamentos de Lazer e Saúde. A oferta de alojamento consistirá em 337 quartos, sendo 10 suites – três delas Presidenciais – e um quarto para pessoas com mobilidade condicionada. A unidade complementa-se com um restaurante, três bares (“Lobby”, Piscina e “Wellness Centre”), além de Salas de Convenções & Banquetes e Room-Service. Como facilidades para Congressos, Convenções e Reuniões, a nova unidade hoteleira disporá de 11 salas e uma área total 1.157 m2 distribuídos por dois pisos e capacidades entre 70 e 450 participantes. O “Wellness Centre” incluirá ginásio e SPA, equipado com cinco salas de tratamento, banho turco, sauna e hidropool, além de Gabinete Médico de Apoio. O novo empreendimento disporá ainda de piscina aquecida, “Kids Club”, jardins e 400 lugares de estacionamento. in http://www.olissippohotels.com/noticias/detalhes.php?id=53 Olissippo Hotels anunciam novo 5-estrelas para 2011 no Parque das Nações Press Tur Presstur 22-01-2009 (23h32) A Olissipo Hotels anunciaram hoje a construção de uma nova unidade 5-estrelas, o Olissipo Oceanos Congress Centre & SPA, localizada no Parque das Nações, em Lisboa cuja abertura deverá ocorrer em 2011. A sociedade proprietária aproveitou a BTL-Feira Internacional de Turismo para anunciar a nova unidade descrevendo-a como um projecto “emblemático” cuja arquitectura será arrojada. O valor do investimento não foi revelado porque “não está ainda fechado” afirmou ao PressTUR, Nuno Ferrari, director de Marketing e Vendas do grupo. As obras estão previstas começar ainda no primeiro semestre do ano e a o novo hotel irá oferecer 337 quartos, um dos quais adaptado para pessoas com mobilidade reduzida, mais dez suites, três das quais presidenciais. O hotel irá estar vocacionado para o turismo de negócios, incluindo reuniões e congressos e equipamentos de lazer e saúde, contando para tal com um SPA composto por cinco salas de tratamento, banho turco, sauna e hidropool além de gabinete médico de apoio. A oferta do wellness centre integra ainda um ginásio, além do SPA. Para servir o público de negócios, o novo hotel vai oferecer uma área total de 1.157 metros quadrados para congressos e reuniões, distribuídos por dois pisos e com 11 salas que irão ter capacidade entre 70 e 450 pessoas. Um restaurante, três bares no lobby, piscina e wellness centre integram a oferta de alimentação e bebidas. O Hotel Olissipo Oceanos Congress Centre & SPA vai dispor ainda de piscina aquecida, “Kids Club”e 400 lugares de estacionamento. in http://www.olissippohotels.com/noticias/detalhes.php?id=54 Olissippo Hotels vai ter cinco estrelas no Parque das Nações 23-Jan-2009 Proprietária da cadeia Olissippo Hotels, a Sociedade Hoteleira Seoane, SA, anunciou ontem na Bolsa de Turismo de Lisboa, o seu novo projecto para Lisboa, o cinco estrelas Olissippo Oceanos Congress Centre & SPA. A construção do novo hotel, que será o segundo desta cadeia hoteleira no Parque das Nações mas o primeiro cinco estrelas, deverá arrancar durante o primeiro semestre deste ano e será vocacionado para o segmento de turismo de negócios, na vertente das reuniões e congressos, disponibilizando 11 salas com capacidade para receber entre 70 e 450 pessoas, numa área total de 1.157 metros quadrados, distribuídos por dois pisos. O novo empreendimento não irá descurar as áreas do lazer e da saúde. Neste âmbito irá contar como um "Wellness Centre" que incluirá um ginásio e um SPA, com banho turco, sauna e "hidropool". A área de Spa irá igualmente contar com cinco salas de tratamento, para além de um gabinete médico de apoio. O novo cinco estrelas irá disponibilizar 337 quartos (entre eles se incluindo um para pessoas com mobilidade condicionada) a que irão acrescer 10 suites, sendo três delas suites presidenciais. Um restaurante, três bares ("Lobby", Piscina e "Wellness Centre"), além de "Room-Service" e salas de convenções e banquetes, compõem a oferta de alimentação e bebidas do Olissippo Oceanos Congress Centre & SPA que irá também disponibilizar aos seus clientes uma piscina aquecida e "Kids Club", para além de uma área de jardim e de estacionamento privativo com capacidade para 400 automóveis. Quanto ao montante do investimento, o director comercial da Olissippo Hotels, considerou ser ainda cedo para o revelar. F.R. 23/01/2009 [Turisver On line] inhttp://www.rhturismo.net/index.php?option=com_content&task=view&id=2690&Itemid=2
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Mais um atentado ao património arquitectónico e artístico do século XX In Público (22/3/2009) Michel Toussaint «1. Recentemente foi denunciado o início da demolição clandestina de uma moradia na Rua Alcolena no Restelo, bairro planeado por volta de 1940 por Faria da Costa, arquitecto urbanista por Paris, e que foi sobretudo ocupado, ao longo das décadas seguintes, por habitações unifamiliares de grandes dimensões, com um núcleo de habitações económicas e um notável conjunto habitacional/comercial projectado por Raul Chorão Ramalho. O bairro espraiou-se pela cerca do convento dos Jerónimos da qual restaram duas capelas, uma delas envolvida por um jardim projectado por Ribeiro Telles. Nesta vasta área, sobretudo habitacional, está o resultado do labor de muitos eminentes arquitectos que trabalharam, em meados do século XX, nomeadamente nessas grandes moradias encomendadas por gente com generosa capacidade financeira, que fizeram do Restelo um local privilegiado para morar em Lisboa, produzindo um conjunto de excelentes exemplos da arquitectura portuguesa moderna. No entanto, ameaças pairam sobre eles. Por exemplo, ainda há muito poucos anos uma moradia na Avenida das Descobertas, projectada por Francisco Conceição Silva, esteve na iminência de ser destruída, tendo-se logo desfeito o mural pintado por Júlio Pomar, bem visível da rua, que desapareceu para sempre. A casa acabou por ter uma intervenção mais qualificada, se bem que perdendo os acabamentos e cores originais. Agora outro caso semelhante acontece. A moradia, projectada em 1951 por António Varela - arquitecto importante da geração modernista, mas já reconhecendo o Movimento Moderno, tal como o seu colega Jorge Segurado com quem trabalhou -, começou a ser destruída e logo pela retirada dos painéis em azulejo criados pelo muito conhecido artista Almada Negreiros, autor de vários revestimentos deste tipo, sendo assim um dos responsáveis pelo renascimento de azulejo na obra arquitectónica em meados do século XX com o apoio dos arquitectos, com quem trabalhou em relação coordenada. Nesta casa, como em outros exemplos, os painéis foram concebidos para locais precisos e em íntima integração com a concepção arquitectónica. Para além disso a sua abundância, extensão e significado tornam este exemplo excepcional na obra do artista. A sua retirada é assim um atentado ao todo original e uma perda de testemunho desse reavivar do azulejo, então considerado elemento proeminente da tradição do país, mas também material arquitectónico capaz de ser moderno e útil para uma arquitectura renovada, depois da investida nacionalista do Estado Novo. Nesta casa existiam vários painéis em azulejo, alguns deles revestindo varandas inteiras, e bem visíveis da rua, um já desapareceu e outros dois foram danificados. Mas a casa merece a atenção culta para além dos azulejos e outros elementos artísticos/decorativos. Foi concebida para a encosta onde está implantada e para o sítio que ocupa. Da rua sobe-se por duas escadas exteriores que enquadram a garagem e um curioso tratamento do talude em xadrez com placas em pedra, já significativo dos valores iniciáticos que os azulejos bem representam, bem como as peças cerâmicas, de outro artista, que envolvem a porta da entrada principal, ou a escolha e disposição das cores e desenhos dos acabamentos no interior. E é uma grande moradia com o seu rés-do-chão ocupado pelo salão e zona de serviço, e duas zonas íntimas no primeiro andar, originalmente uma para a dona da casa e outra para o seu filho. Aqui a afirmação iniciática está outra vez presente. Mas uma das mais interessantes características da casa é o facto de ser coroada por um vasto terraço coberto por vasta laje, em parte aberta por pérgulas, com amplas vistas sobre o estuário do Tejo. O arquitecto respondeu a um programa de moradia isolada no seu lote, mais complexo e exigente que o habitual, estando atento aos particulares interesses de quem iria lá morar, e projectando, até aos mais cuidados pormenores, numa encosta no bairro do Restelo. O terreno envolvente foi moldado de modo a acolher a casa e sujeito a projecto específico de jardim que incluiu também algumas intervenções artísticas. Gravada num revestimento em pedra está uma citação do poeta Paul Éluard e sob ela a assinatura do arquitecto datada de 10 de Fevereiro de 1954, data de aniversário do filho e ano de inauguração da casa. Assim foi sublinhada a conclusão de uma obra em que os donos da casa, o arquitecto (e sua equipa) e os artistas convergiram para criar uma casa excepcional. Tudo isto e muito mais que os estudos, que estão a decorrer sobre a casa, irão revelar levam a reclamar a sua classificação como bem cultural colectivo e respectiva preservação. A cidade de Lisboa não se pode dar ao dúbio luxo de desperdiçar um tal exemplo de qualidade arquitectónica e artística e de um importante testemunho do renascimento do uso do azulejo num tempo de afirmação moderna, que, em Portugal, significou o fim das veleidades culturais do Estado Novo. Arquitecto » in http://cidadanialx.blogspot.com/2009/03/mais-um-atentado-ao-patrimonio.html
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Lisboa | Reabilitação do Parque Mayer | Manuel Aires Mateus
JVS replied to Márcio Ferreira's topic in Arquitectura
Câmara pondera construir sala de espectáculos com 2.000 lugares no Parque Mayerpublicado 21:57 16 Março '09 Texto Lisboa, 16 Mar (Lusa) - A Câmara de Lisboa está a ponderar construir uma sala de espectáculos com dois mil lugares no Parque Mayer, onde já se prevê reconverter o Teatro Variedades numa sala com 600 a 700 lugares. Hoje, durante a apresentação pública dos termos de referência do Plano de Pormenor da zona, que envolve 14,6 hectares das Freguesias de São José e São Mamede, o vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, afirmou que a edificação do equipamento é uma hipótese que "vale a pena explorar", apesar de não ser certa. "Há um determinado tipo de espectáculos que justificaria um espaço deste tipo. Se isso for possível no Parque Mayer seria muito interessante mas há que verificar a sua viabilidade através de vários estudos", referiu o responsável, acrescentando ter estado reunido com promotores de eventos culturais. Apesar do Município poder participar na construção do edifício, com verbas provenientes do jogo do Casino de Lisboa, Manuel Salgado admitiu que a infra-estrutura poderá custar entre 18 a 24 milhões de euros e que terá de haver o envolvimento e o investimento de empresários no projecto, caso contrário o executivo "não se aventurará a construí-lo". A proposta surge depois de se ter ponderado duas outras soluções: a de recuperar o Capitólio (obra já contratualizada) e construir um teatro para revista com 600 a 700 lugares e a de por em prática a mesma fórmula mas com um terceiro teatro na zona do Teatro Variedades, obrigando à sua profunda transformação. "Neste momento, a hipótese que se coloca é a de ter o Capitólio, o novo Variedades e um super teatro com fosso para orquestra", explicou o arquitecto responsável pelo plano, Manuel Mateus, sublinhando que a sala mais importante, mais cara e melhor equipada do Parque Mayer será aquela onde o teatro de revista terá lugar "garantido". Perante as dúvidas de algum público presente na apresentação sobre a ocupação do equipamento, Manuel Mateus defendeu que o novo espaço poderia ser um "motor" de vida cultural para o Parque Mayer e para a cidade, uma vez que "gera público", à semelhança do Centro Cultural de Belém e outros auditórios, "considerados um exagero" antes da sua construção. Os termos de referência do Plano de Pormenor do Parque Mayer, aprovados em Janeiro pela Câmara e em fase de participação preventiva até terça-feira, prevêem também um hotel com cem quartos, a expansão da zona museológica gerida pela Universidade de Lisboa (Museus da Politécnica), a extensão do maciço vegetal existente "até ao limite" da área edificada e a criação de espaços comerciais, sobretudo bares e restaurantes. Pretende-se que o espaço seja exclusivamente dedicado aos veículos não motorizados e aos peões, havendo elevador ou escada rolante nos três a quatro pontos onde a inclinação do piso é superior a seis por cento. O vereador Manuel Salgado adiantou aos jornalistas que espera ver o projecto já definido e a ser discutido pelo executivo camarário antes do Verão. Depois da sua aprovação, o plano terá de seguir para a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento de Lisboa e Vale do Tejo e de ser posteriormente submetido a debate público. Terminadas estas fases, o projecto regressará à autarquia, que o submeterá à aprovação final da Assembleia Municipal. ROC. in http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=Camara-pondera-construir-sala-de-espectaculos-com-2000-lugares-no-Parque-Mayer.rtp&article=208512&visual=3&layout=10&tm=4 17 Março 2009 - 00h30 Lisboa: Apresentação dos termos de referência para o plano de pormenor Novo CCB no Parque Mayer Um auditório plurifuncional, com capacidade para duas mil pessoas e que custará até 24 milhões de euros, é o mais recente projecto pensado para o Parque Mayer, para além da revitalização dos teatros Capitólio e Variedades. "Colocamos a hipótese de construir uma sala tipo Centro Cultural de Belém (CCB) para ter uma oferta alternativa a tudo o que já existe na cidade", adiantou ontem o arquitecto Aires Mateus na sessão de apresentação dos termos de referência do plano de pormenor do Parque Mayer, pelo qual está responsável. Aparentemente, a forma como o projecto foi divulgado pelo arquitecto não caiu bem ao vereador do Urbanismo em Lisboa, Manuel Salgado, que logo de seguida alertou: "Esta sala não é um dado assente do programa. Neste momento exploramos hipóteses." O autarca adiantou que a ideia deste projecto nasceu numa reunião entre a câmara e promotores de espectáculos. E, embora admita que Lisboa "precisa de uma sala com cena à italiana e fosso para orquestra", é cauteloso. "Há que verificar a viabilidade do projecto", repetiu. Segundo Manuel Salgado adiantou ao CM, os gastos com a construção e a aquisição de equipamentos poderão situar-se entre os 18 e os 24 milhões de euros. E, neste sentido, assegurou, "ou há empresários que se propõem a investir ou a câmara não embarcará em aventuras incontroláveis". OUTROS DADOS ESTACIONAMENTO O Parque Mayer vai receber três parques de estacionamento, um deles subterrâneo. A ideia, porém, é "evitar grandes áreas de estacionamento." CIRCULAÇÃO PEDONAL O plano de pormenor para o Parque Mayer vai privilegiar a circulação pedonal. Na Alameda das Palmeiras a ideia é fazer desaparecer a circulação automóvel. HOTELARIA E COMÉRCIO Um hotel, restaurantes, cafés, bares, lojas e galerias de arte. Está prevista a criação de várias "actividades de acompanhamento" às salas de espectáculos do Parque Mayer. Janete Frazão in http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=D613D354-343A-4989-8B0D-916E6EC59AB7&channelid=00000090-0000-0000-0000-000000000090 -
Caldas Welcome quer reinventar a cidade O vereador do planeamento e urbanismo, João Aboim, apresentou no passado sábado um estudo prévio do projecto da autarquia para o topo da Praça da Fruta. Esta apresentação decorreu no âmbito da iniciativa “Caldas Welcome’09 – reinventar a cidade”, uma organização inicialmente da responsabilidade da JSD e do atelier caldense de arquitectura Traço, que por sua vez convidou dois ateliers lisboetas para partilhar ideias e buscar as melhores soluções para o futuro da urbe caldense. O vereador e arquitecto João Aboim, em representação da Câmara das Caldas, defendeu neste primeiro debate a requalificação do topo da Praça da Fruta, transformando o local num mercado do produto certificado, alterando radicalmente o projecto anterior do seu antecessor Jorge Mangorrinha que, em Maio de 2002, para ali havia proposto a instalação do Arquivo Municipal. Nesta nova intenção para o local da antiga PSP, o estudo prévio agora apresentado contempla espaços para um novo mercado do peixe, bem como para produtos certificados e zonas de cacifos de aluguer para o público. Prevê ainda a instalação de um escritório de apoio à praça e ao comércio electrónico. Presentemente, acima do espaço da antiga PSP, mais propriamente nas antigas instalações da GNR, já está o Centro Hospitalar a construir instalações para o Serviço de Psiquiatria e Saúde Mental. O projecto contempla também uma zona de parqueamento automóvel em cave, com zonas exclusivas para os vendedores e mercado de peixe, assim como a requalificação da superfície como espaço público com ligação à mata e a reconstituição do aqueduto do chafariz das Cinco Bicas. João Aboim informou ainda que já foi solicitado ao artista Ferreira da Silva para desenhar o empedramento para a zona do estacionamento. De acordo com o vereador caldense esta requalificação prende-se com os vectores agrícola e empresarial de desenvolvimento do concelho. “A Praça da Fruta poderá servir como espaço âncora”, afirmou, defendendo que é necessário potenciar a função do mercado, quer diário (com vegetais, pão, enchidos e peixe), quer especializado (com os produtos certificados). Este estudo foi apresentado na primeira sessão do “Caldas Welcome’09” que se realizou no CCC e reuniu cerca de meia centena de participantes. O que faz as pessoas gostar ou detestar as Calds? “A partir de que ponto o espaço se transforma em lugar e nos diz alguma coisa?”, começou por questionar a arquitecta Flávia Cadete, que abordou a importância da memória na forma como se vê a cidade e na sua evolução ao longo dos tempos. Na opinião da oradora, antigamente as cidades eram mais pensadas, dando-se uma importância maior aos locais de fruição e aos espaços de beleza. Esta intervenção acabou por gerar as mais diversas opiniões junto de um público bastante participativo, que levou o encontro a prolongar-se por mais de duas horas. O psicólogo e docente universitário António Mendes Pedro, quis saber o que faz as pessoas “gostar ou detestar as Caldas?” Considera que a relação do cidadão com a cidade provoca um sentimento de pertença, que é definido por “eu sou de determinado sitio”. O orador pediu ainda aos presentes para fazer um mapa mental da cidade e depois a ligar cada um dos locais em termos sensoriais. Em cada uma das quatro sessões do Caldas Welcome, será apresentada uma ideia de arquitectura para a cidade. O próximo encontro está marcado para 28 de Março, pelas 21h30, no café Pópulus, e nele será apresentado o projecto “cidade com identidade” pelo atelier de design, arquitectura e engenharia TraçoMais. Este contempla o centro das Caldas da Rainha, “numa tentativa de mudar a orgânica da cidade, o comércio e a vida das pessoas”, explicou Vítor Costa, deste atelier caldense e, simultaneamente, um dos organizadores da iniciativa, juntamente com Daniel Saavedra. O arquitecto Nuno Antunes, com atelier em Lisboa, irá abordar a “Evolução da cidade contemporânea”. No dia 4 de Abril os autores do projecto artístico e arquitectónico “Os Espacialistas” irão apresentar o “Museu da Água”, uma proposta para a entrada da cidade. O encontro, a ter lugar no café do CCC, contará ainda com a presença do geógrafo e consultor de empresas Álvaro Cidrais, que irá falar sobre o “Marketing territorial e o futuro das cidades”. Por último, a 18 de Abril, João Aboim irá reflectir sobre a “Cidade em movimento” e o atelier lisboeta “Embaixada da Arquitectura” irá apresentar o “Novo parque da cidade”, planeado para a zona do Cencal. Esta sessão terá lugar no Mazagran Café, pelas 21h30. A iniciativa inicial dos três gabinetes de arquitectura (Traço Mais, Embaixada e Os Espacialistas) foi lançada sob a égide da JSD local, que em comunicado que publicamos nesta edição, a devolve à sociedade civil caldense. in http://www.gazetacaldas.com/Desenvol.asp?NID=25324
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Auditório Municipal de Olhão abre este sábado Este equipamento, com 420 lugares e facilidades técnicas para suportar a realização de qualquer tipo de espectáculo, inaugurado ao meio-dia deste sábado pelo Ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, conta logo na primeira noite, a partir das 21h30, com o seu primeiro concerto, a cargo da cantora Teresa Salgueiro. A construção deste importante espaço de cultura para todos os olhanenses começou há dois anos e resulta do esforço desenvolvido pela Autarquia para que o concelho fosse contemplado com uma estrutura de cariz cultural de que carecia há já algum tempo. Da autoria do arquitecto António Meireles, a obra custou cerca de cinco milhões de euros, um valor em parte proveniente de fundos comunitários. Situado junto à Docapesca, este espaço conta ainda com cerca de uma centena de lugares de estacionamento subterrâneo. Assim, no dia 21 de Março, Teresa Salgueiro apresenta ao público, que se sentará pela primeira vez nas cadeiras do novo Auditório, o seu novo trabalho, “Matriz”. Uma semana depois, a fadista Ana Moura promete levar igualmente muitos apreciadores ao novo espaço cultural de Olhão, onde cantará “Para Além da Saudade”. Ambos os espectáculos têm início às 21h30 e os bilhetes, com o preço unitário de 10€, podem ser adquiridos na Casa da Juventude de Olhão. Com uma forte aposta na qualidade e variedade, para conquistar todo o tipo de públicos, o Auditório Municipal de Olhão recebe teatro pela primeira vez nas noites de 17, 18 e 19 de Abril com a peça “Saia Curta e Consequências”, encenada por Paulo Matos e que conta com Cláudia Vieira no papel principal. A 24 de Abril será o cante alentejano de Vitorino a encher o palco olhanense. in http://www.algarvenoticias.com/noticias/artigo.php?op=a87ff679a2f3e71d9181a67b7542122c&id=6f5e4e86a87220e5d361ad82f1ebc335 A inauguração do novo Auditório Municipal de Olhão já tem data marcada. O espaço, moderno e arrojado, vai permitir a realização de um vasto leque de eventos e espectáculos que abrangem a projecção, representação, interpretação musical, grandes conferências e debates. A emblemática chaminé da antiga fábrica Ramires, que serve de ninho a uma família de cegonhas, foi preservada e esta será uma das atracções do novo espaço. Na Agenda de Março do Município de Olhão, o Presidente da Câmara, Francisco Leal garante que o novo Auditório “não será um espaço exclusivo para elites […], será um espaço de cultura pensado para todos e ao alcance de todos”. Teresa Salgueiro, ex-vocalista dos Madredeus, inaugura o novo Auditório Municipal de Olhão. O seu mais recente trabalho, “Matriz”, é lançado no final deste mês, mas antes, vai ser apresentado aos olhanenses, no dia da inauguração do novo espaço cultural da cidade. Uma semana depois, é a vez da fadista Ana Moura apresentar “Para Além da Saudade”. A inauguração do novo Auditório Municipal de Olhão, situado junto da DocaPesca, está marcada para as 21H30 do dia 21 de Março. Actualizado em ( 10-Mar-2009 ) in http://atlanticofm.com/Novo_portal06/index.php?option=com_content&task=view&id=2053 Olhão: Lotação esgotada na inauguração do auditório O ministro da Cultura, Pinto Ribeiro, presidiu este sábado à inauguração oficial do Auditório Municipal de Olhão, o qual terá lotação esgotada no espectáculo marcado para esta noite, com Teresa Salgueiro. “Este é um belo equipamento, que corresponde à política simples e clara que temos vindo a implementar no Ministério da Cultura, com base em três vectores: língua, património e indústrias criativas e artísticas”, sublinhou o governante. Depois de deixar um “louvor” à obra feita, o ministro assinalou que o auditório será um espaço de “relação próxima com a língua”. Porque “sem a língua, não há cultura”, Pinto Ribeiro espera ver “um centro de criação de narrativa olhanense, algarvia e portuguesa”. Outro destaque deixado pelo responsável foi a recuperação do património, assente no facto de ter sido restaurada uma chaminé – um investimento de 200 mil euros –, herança do edifício da fábrica de conservas Ramires que alberga, no seu topo, uma família de cegonhas. “O património tem sido de especial interesse para este ministério”, recordou Pinto Ribeiro, exemplificando com o acordo assinado com grandes empreiteiros, para que gastem 1% das suas empreitadas, em verba ou em obra, na reabilitação de edifícios classificados. O responsável pela pasta da Cultura no governo deixou ainda um “apelo” para que o auditório seja um “espaço de artes e indústrias criativas”. “Espero que aqui nasçam actividades de natureza empresarial ou associativa e se criem núcleos de criação artística”, afirmou. Pinto Ribeiro não esqueceu o “momento de crise financeira”, receitando uma “nova regulação social para ultrapassar este período em que as pessoas sejam lúcidas e imaginosas”. “Precisamos que as pessoas venham à cultura”, frisou. O presidente da Câmara Municipal de Olhão, Francisco Leal, manifestou “orgulho” no equipamento construído, considerado “uma das melhores salas a sul do país”. “Queremos que seja o local de encontro de todos os olhanenses durante o ano. Este é um espaço que correspondia a uma necessidade importante do concelho: o desenvolvimento cultural”, sustentou. Relativamente à programação, o autarca revelou que estão quase a ser fechados dois acordos para incluir o auditório de Olhão em duas redes: uma de cariz regional e outra de carácter nacional, que inclui espaços semelhantes em Almada, Braga e Aveiro, assim como o Teatro São Carlos. “Entrando nestas duas redes, será a garantia de poder trazer para Olhão excelentes espectáculos, que marquem a sua vida cultural. É preciso conjugação de esforços porque ninguém sobrevive sozinho”, disse. Francisco Leal lembrou a questão do património para solicitar o apoio do ministério a dois projectos da autarquia: a reabilitação da zona histórica da cidade e o Museu da Ciência e do Mar. “Não deixaremos de olhar com especial atenção aos pedidos”, respondeu Pinto Ribeiro. Auditório custou 5,2 milhões de euros Com uma área de construção de 2000 m2, o projecto desenvolveu-se em três pisos. O auditório conta com 418 lugares, 278 na plateia e os restantes no balcão. Oito lugares estão reservados a deficientes em cadeiras de rodas. A obra do arquitecto António Meireles – com um custo aproximado de 5,2 milhões de euros, em 70% financiado com verbas comunitárias – conta ainda com um parque de estacionamento subterrâneo de 75 lugares. Depois do espectáculo de abertura, com Teresa Salgueiro, o auditório volta a abrir dentro de uma semana (28 de Março), para um concerto de Ana Moura. Segue-se a ante-estreia de uma peça de teatro, “Saia Curta e Consequências”, cujo elenco inclui Cláudia Vieira, entre 17 e 19 de Abril; um concerto de Vitorino, a 24 de Abril; e um concerto da Orquestra Gulbenkian, a 31 de Maio. Edgar Pires 14:32 sábado, 21 março 2009 in http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=92998 Auditório de Olhão arranca em força com Teresa Salgueiro Novo Auditório Municipal de Olhão O cheiro característico daquilo que é novo ainda se pode sentir, mas tudo parece estar pronto para que o Auditório Municipal de Olhão abra as suas portas à população. O espectáculo que marcará a abertura do edifício está agendado para amanhã, sábado, dia 21 de Março, e caberá ao ministro da Cultura e a Teresa Salgueiro inaugurar o novo espaço cultural desta cidade. Antes da abertura, já estava garantida uma dinâmica de programação muito interessante, recorrendo ao que se faz em Portugal. Uma semana depois, a 28 de Março, estará em Olhão a fadista Ana Moura. Em Abril, além da estreia nacional de uma peça encenada por Paulo Matos, está também agendado um concerto de Vitorino. Os bilhetes para os dois espectáculos de Março já estão à venda pelo preço único de dez euros. Mas, admitem os responsáveis pelo espaço, no futuro haverá uma política de preços diferenciada, com montantes diferentes para determinadas franjas da população. Ao mesmo tempo haverá a preocupação de manter os preços num patamar acessível. É com uma programação de «qualidade», ainda que abrangente, que a equipa responsável pelo auditório, encabeçada pela já bem experiente Graça Cunha, que foi durante anos directora executiva do Teatro das Figuras, em Faro, se propõe a atrair os olhanenses, e não só, ao espaço cultural. O auditório conta com 418 lugares, entre plateia e balcão. A caixa de palco, de dimensões consideráveis para uma sala destas características, conta com um sistema de controlo da teia totalmente motorizado, algo que «não acontece em muitos teatros portugueses», garantiu Graça Cunha. Também o investimento em material foi avultado. Nas áreas destinadas ao público, é notória a aposta na qualidade e conforto. O foyer é espaçoso e permite circular e aceder aos diferentes serviços à disposição sem complicações. Neste espaço, encontram-se a bilheteira, o bar e também o bengaleiro. O novo Auditório de Olhão, um projecto do arquitecto António Meireles, custou cerca de 5,2 milhões de euros, 70 por cento dos quais vieram da União Europeia, ao abrigo do III Quadro Comunitário de Apoio. Além da construção do edifício em si, foram ainda efectuados arranjos na zona exterior envolvente e criados espaços ajardinados. Situado frente ao Porto de Pesca de Olhão, nas imediações do quartel da GNR local, pretende-se que este edifício seja um marco na cidade. Assim, não foi esquecida a herança arquitectónica cubista e um dos valores que a autarquia local vem reclamado desde há muito, o respeito pelo ambiente e pela cultura local. Na cobertura do edifício, de linhas sóbrias e rectilíneas, podem ver-se cubos orientados a diferentes pontos cardeais. Mas não é apenas um pormenor estético. Estas estruturas servem de clarabóias, de modo a que as partes internas do edifício possam beneficiar de iluminação natural. Ao mesmo tempo, foi mantida uma das chaminés da antiga fábrica de conservas Ramires que existia no local onde o auditório foi construído. E, como esta estava habitada, houve o cuidado de tudo fazer para que a família de cegonhas que ali vive não sofresse muitos incómodos. «Tivemos de reforçar a estrutura e, nessa altura, levámos o casal de cegonhas que aqui vive para o centro de recuperação de aves do Parque Natural da Ria Formosa. Agora voltaram e o ninho é o mesmo», revelou o presidente da Câmara de Olhão Francisco Leal, naquilo que designou, com um sorriso, «a pré-inauguração» do auditório. 20 de Março de 2009 | 11:03 hugo rodrigues in http://barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=31535&tnid=5 Ministro da Cultura inaugura Auditório de Olhão O Auditório Municipal de Olhão abre portas já este sábado, 21 de Março. O equipamento, com 420 lugares, é inaugurado pelo ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, e pela cantora Teresa Salgueiro, a primeira artista a pisar o palco do novo auditório. Recorde-se que o espaço, situado numa zona nobre de Olhão junto à Docapesca, começou a ser construído há cerca de dois anos. Da autoria do arquitecto António Meireles, custou cerca de cinco milhões de euros, tendo parte da verba dispendida sido proveniente de fundos comunitários. A infra-estrutura, moderna e com várias cabines de tradução simultânea, régie, gabinetes e camarins, entre outros equipamentos, vai permitir a realização de diversos eventos e espectáculos: teatro, música dança, grandes conferências ou debates. Possui ainda cerca de uma centena de lugares de estacionamento subterrâneo. Teresa Salgueiro é a primeira a pisar o palco do novo auditório para apresentar o seu novo trabalho “Matriz”. Uma semana depois é a vez da fadista Ana Moura que vai cantar “Para Além da Saudade”. Ambos os espectáculos têm início às 21:30 horas e os bilhetes, com o preço unitário de 10 euros, podem ser adquiridos na Casa da Juventude de Olhão. O Auditório Municipal de Olhão recebe teatro pela primeira vez nas noites de 17, 18 e 19 de Abril com a peça “Saia Curta e Consequências”, encenada por Paulo Matos e que conta com Cláudia Vieira no papel principal. A 24 de Abril será o cante alentejano de Vitorino a encher o palco olhanense. CE / RS 11:13 sexta-feira, 20 março 2009 in http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=92959#
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Pousada de Viseu A primeira pousada de raiz do Grupo Pestana, em Portugal, abriu as suas portas num edifício recuperado pelo arquitecto Gonçalo Byrne Segunda, 23 de Março de 2009 às 10:42 Bem no coração de Viseu, no antigo Hospital de São Teotónio, abriu a mais recente Pousada de Portugal. Depois de uma completa obra de recuperação, a nova unidade turística é a primeira no país que é uma obra de raiz do Grupo Pestana. Os trabalhos de recuperação implicaram um investimento na ordem dos onze milhões e meio de euros e o projecto arquitectónico de reabilitação tem a assinatura do arquitecto Gonçalo Byrne. A nova Pousada nasce a partir do antigo edifício que começou a ser construído na primeira metade do século XIX, que tem uma entrada majestosa, imponente, encimada por três estátuas que simbolizam a Fé, Esperança e Caridade e que olham a paisagem sobre a cidade velha. "Em Portugal, é a primeira em que o Grupo conduziu a obra desde o início. Procurámos fazer uma de acordo com o que pensamos ser o modelo de um a pousada e de adaptação de um edifício muito bonito para alojamento turístico", refere Castelão Costa, presidente das Pousadas de Portugal. A escolha de Viseu era uma zona estratégica para o Grupo porque "é uma zona do país que merece uma pousada com aquela dimensão e qualidade. Fizemos o trabalho de casa e chegámos à conclusão também do que do ponto de vista da rentabilidade seja uma aposta interessante", explica o responsável. Um edifício repleto de memórias e que traz grande curiosidade aos habitantes que passam agora pela nova pousada. Um trabalho de recuperação que transformou por completo o uso do edifício. "É difícil recuperar um edifício, construir de raiz é sempre mais fácil, as coisas são planeadas de uma forma diferente. Mas recuperar também é mais gratificante e acredito que será um projecto que nos vai orgulhar e toda a gente vai gostar", admite Castelão Costa. Apesar da transformação não foi uma reabilitação muito complicada porque devido ao uso hospitalar já estavam delineadas as estruturas base para receber uma unidade hoteleira. A disposição dos quartos, a cozinha, e todas as infraestruturas técnicas. Para o arquitecto constituiu um desafio mas sobretudo ao nível da história do edifício. "O antigo Hospital da Misericórdia de Viseu, além de ser uma construção do ponto de vista arquitectónico notável, é um marco na memória não só dos habitantes mas de toda a região da Beira Alta. Mas infelizmente era um edifício que estava, desde a construção do novo hospital, abandonado e em ruínas. Esta oportunidade das Pousadas de Portugal fazerem um acordo com as misericórdias para adaptá-lo para pousada, foi de facto notável para fazer renascer o edifício. Estranhamente não estava classificado e é de uma dignidade incrível", revela o arquitecto Gonçalo Byrne. A substituição do antigo telhado foi o que causou inicialmente alguma polémica. "Colocou-se uma cobertura plana que faz uma sombra e onde existe uma série de quartos com uma vista fabulosa. Essa simples substituição do telhado à distância faz com que o antigo edifício ganhe uma sobriedade e presença que estava escondida e que agora renasce com um novo fôlego", adianta o arquitecto. A nova Pousada de Viseu irá dispor de 84 quartos, uma piscina e Spa, um restaurante e bar, um claustro interior e salas de reuniões. "Pela primeira vez vamos ter um SPA numa pousada. Estamos a procurar adaptar nas outras pousadas mas esta vai ser a primeira a ter SPA de raiz", salienta Castelão Costa. Viseu consituiu uma aposta do Grupo Pestana porque se tratava de um local ainda por explorar em termos turísticos. Uma cidade de grande valor patrimonial e histórico e que necessitava de uma unidade turística de qualidade. Texto por Fernanda Pedro Destaques - Os trabalhos de recuperação implicaram um investimento na ordem dos onze milhões e meio de euros - A nova Pousada de Viseu irá dispor de 84 quartos, uma piscina e Spa, um restaurante e bar, um claustro interior e salas de reuniões - O antigo Hospital da Misericórdia de Viseu, além de ser uma construção do ponto de vista arquitectónico notável, é um marco na memória não só dos habitantes mas de toda a região da Beira Alta in http://aeiou.bpiexpressoimobiliario.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ei.stories/382
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Lisboa | Novo Museu Nacional dos Coches | Paulo Mendes da Rocha
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Museu dos Coches: 200 personalidades lançam petição "online" a favor do novvo projecto museológico Lisboa, 23 Mar (Lusa) - Cerca de 200 personalidades da área da Cultura,entre as quais Álvaro Siza Vieira e Joana Vasconcelos, vão entregar esta semana ao Primeiro-Ministro uma carta a favor do novo projecto do Museu dos Coches que será colocada posteriormente "online". Lusa 14:05 Segunda-feira, 23 de Mar de 2009 Lisboa, 23 Mar (Lusa) - Cerca de 200 personalidades da área da Cultura,entre as quais Álvaro Siza Vieira e Joana Vasconcelos, vão entregar esta semana ao Primeiro-Ministro uma carta a favor do novo projecto do Museu dos Coches que será colocada posteriormente "online". Fonte ligada ao processo disse hoje à Lusa que a ideia partiu, a título individual, dos arquitectos João Belo Rodeia e Ana Tostões, e defende exclusivamente a construção do museu projectado pelo arquitecto brasileiro Paulo Mendes Rocha. "Este é um projecto que qualifica a zona ribeirinha lisboeta e se insere nos objectivos do Instituto de Turismo de Portugal, para que o Museu passe dos actuais 200.000 visitantes para 1 milhão", indicou a fonte. No novo museu - acrescentou - estará praticamente toda a colecção do Museu dos Coches, incluindo algumas peças do núcleo de Vila Viçosa. Esta opinião coincide com a do director do Instituto de Conservação e Muses (ICM), Manuel Bairrão Oleiro, que em declarações à Lusa afirmou: "No novo edifício serão apresentadas algumas das peças da colecção que actualmente se encontram em exposição em Vila Viçosa, de acordo com o programa museológico oportunamente definido". "Nunca esteve prevista a apresentação em Lisboa da totalidade das peças que se encontram no Paço Ducal de Vila Viçosa", referiu Bairrão Oleiro. A fonte ligada à petição, que ainda esta semana estará online, assinalou que entre os subscritores se encontram "vários arquitectos e um vasto leque de personalidades da cultura desde actores, a músicos, artistas plásticos, galeristas e até do mundo do desporto, como Rosa Mota". Segundo esta mesma fonte, o actual edifício, antigo picadeiro, que a Rainha D.ª Amélia mandou transformar em Museu, "poderá manter alguns coches e peças da colecção e ser uma sala de recepção". Nas declarações à Lusa, Bairrão Oleiro afastou por completo a possibilidade de o espaço voltar a ser picadeiro, mas não adiantou o futuro do edifício traçado por Giacomo Azzolino. "A utilização do imóvel como picadeiro está posta de parte", asseverou Bairrão Oleiro, explicando ainda que o actual edifício "manter-se-á afecto ao Ministério da Cultura/IMC, estando a sua utilização futura - que se pretende multifuncional - a ser estudada". O novo Museu dos Coches recebeu no passado dia 10 "luz verde" do Conselho Consultivo do património do IGESPAR (Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico). "Houve parecer positivo mas com uma recomendação para se ter cuidado com o arranjo dos espaços públicos, isto é, a área envolvente", disse à Lusa Elísio Summavielle. O novo Museu, a inaugurar dentro de ano e meio, ficará instalado nas ex-Oficinas Gerais do Material do Exército, em Belém, onde actualmente funcionam os Serviços de Arqueologia, que serão transferidos, na sua maioria, para a Cordoaria Nacional. O edifício, que ocupará 15.177 metros quadrados, foi apresentado como "um projecto-âncora da requalificação e revitalização da Frente Tejo de Lisboa". O novo edifício - de linhas direitas, envidraçado do lado poente (virado para a Praça D. Afonso de Albuquerque) - disporá de uma área de apoio à manutenção dos coches, restaurantes e apoio ao visitante. O custo da obra será suportado pelas contrapartidas do Casino de Lisboa, e, segundo o seu autor, o futuro Museu é um "pavilhão de exposição em cristal e aço" que é "uma lição de evidência do homem no universo". Rui Vilar, presidente do Conselho de Administração da Fundação Calouste Gulbenkian, os arquitectos Eduardo Souto Moura, Gonçalo Byrne, Carrilho da Graça são outros dos subscritores da petição. "Siza Vieira, quando assinou, afirmou: 'assino e dou louvor ao projecto'", contou ainda a fonte ligada ao projecto. NL. Lusa/Fim in http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/504664 Manifestação 200 pessoas em defesa dos museus dos Coches e de Arqueologia "Monumentos a cair e os ministros a sorrir" e "Basta de incompetência, já não temos paciência" foram algumas das palavras de ordem que se fizeram ouvir, ontem à tarde, no protesto de rua contra a construção do novo Museu dos Coches, na Avenida da Índia, em Lisboa. Cerca de 200 pessoas concentraram-se junto aos portões dos edifícios que serão demolidos para dar lugar ao espaço museológico - trata-se das antigas oficinas do Exército, que albergam o Arquivo Histórico da Arqueologia Portuguesa, o espólio de Arqueologia Náutica e Subaquática, uma biblioteca de Arqueologia e laboratórios de Arqueociências. Os promotores da manifestação - a Plataforma pelo Património Cultural (PP-Cult) e o Fórum Cidadania Lx - receberam anteontem a notícia de que as obras de demolição das velhas oficinas foram suspensas temporariamente. Mas isso pode não significar a abertura do Governo para recuar na decisão de construir o novo Museu dos Coches. Por isso, as duas organizações ponderam avançar com uma acção popular judicial. Ontem, os manifestantes reivindicaram a recuperação do Museu dos Coches e contestaram ainda a transferência do Museu Nacional de Arqueologia para a Cordoaria Nacional. Luís Raposo, director do Museu de Arqueologia, disse ao PÚBLICO que este é o momento propício para fazer algo que foi antes escamoteado neste processo - "debater e reflectir" sobre as propostas para os Coches e para Arqueologia. E não poupou críticas ao Ministério da Cultura (MC), que, em seu entender, se afigura um outsider nesta matéria. Foi precisamente ao MC que o Bloco de Esquerda dirigiu o requerimento que apresentou ontem à tarde no Parlamento, questionando a tutela pelo futuro da investigação arqueológica nacional. Entretanto, a petição on line que repete as reivindicações ouvidas na Avenida da Índia tinha, ao princípio da noite, 2115 subscritores. M.J.O. Jornal Público 19-03-2009 in http://cidadanialx.blogspot.com/2009/03/manifestacao-200-pessoas-em-defesa-dos.html -
Museu do Douro na Régua tem novo edifício e apresenta exposição sobre o Barão Forrester Presstur 17-03-2009 (18h27) Com vista para o Douro e para as vinhas e um espaço amplo e luminoso, o novo edifício do Museu do Douro, em Peso da Régua, é o mais recente equipamento da região, situado na antiga casa da Real Companhia Velha que foi convertida e totalmente adaptada às suas novas funções. Numa área ampla para exposições pode actualmente ver-se, e até finais de Outubro, a exposição “Barão de Forrester - Razão e Sentimento, uma História do Douro (1831 - 1861)”, que homenageia uma figura muito importante para a região do Douro e para a produção do vinho do Porto. Através de elementos interactivos, mapas, quadros, objectos de prata, livros, fotografias, esculturas, depoimentos, fica-se a conhecer a vida e obra deste inglês que no século XIX, viveu e morreu nesta região. Por outro lado, no armazém 43, da Rua da Ferreirinha, pode ser visitada a exposição permanente do Museu do Douro, subordinada ao tema “Memória da Terra do Vinho” e composta por vários núcleos representativos da Região Demarcada do Douro, como o “ Território”, “a História”, “a Vinha”, “o Vinho”, “do Douro para o Mundo” e “Imagens do Vinho”, onde o visitante fica a conhecer instrumentos, utensílios e ferramentas utilizadas no cultivo, apanha, e fabrico do vinho. O Museu do Douro foi inaugurado a 20 de Dezembro de 2008, após um ano e meio de obras que converteram a antiga casa senhorial num moderno equipamento. De quase todo o edifício se avista o Douro e as vinhas, e o espaço foi concebido de forma a receber luz por todos os lados, respeitando o património e criando a harmonia entre o design moderno dos móveis e os elementos decorativos antigos. O Museu dispõe de uma área ampla para exposições temporárias, que abrange dois pisos, uma sala para serviço de cafetaria, também utilizada para lançamentos e apresentações, um restaurante, uma sala privativa, uma sala de consulta de documentos, uma sala de apoio num antigo tribunal de questões de vinho e vinhas, uma área para a conservação de documentos e uma loja no piso térreo, com diversos produtos como vinhos, conservas, compotas, quadros, peças de ourivesaria, livros, entre tantas outras coisas associadas ao Douro. O projecto arquitectónico é da autoria de Duarte Cunha e projecto museográfico da autoria dos arquitectos Fernando Maia Pinto e Fernando Seara. O serviço educativo do museu fica num edifício anexo, nos jardins, dotado de uma arquitectura moderna e de design. O Museu pode ser visitado de terça-feira a domingo, entre as 10h00 e as 18h00 e o bilhete custa 5 euros para as duas exposições. in http://www.presstur.com/site/news.asp?news=19345 Ver http://www.museudodouro.pt/
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Empresa acusa Câmara de criar novo imposto Regulamento vai travar projectos e reabilitação urbana de Lisboa 18.03.2009 - 22h14 Inês Boaventura O Regulamento das Compensações Urbanísticas do Município de Lisboa, que está em apreciação pública até amanhã, vai obrigar alguns promotores imobiliários a pagar “montantes elevadíssimos e desproporcionados”, conduzindo à “paralisação” de numerosos projectos e comprometendo a recuperação urbanística da cidade. A conclusão é da CPU Consultores, e afirma que “ou as contas não foram feitas ou esta taxa de compensação terá sido concebida como um novo imposto a recair sobre o património imobiliário”. No parecer enviado ao PÚBLICO, dois técnicos do grupo de empresas de consultoria nas áreas de arquitectura, planeamento urbano e avaliação patrimonial, garantem que a aplicação do regulamento vai ter como “consequência previsível” a “paralisação dos projectos de novas construções, de reconstruções ou ampliações de construções existentes”. E isto, sublinham, terá “efeitos perversos na recuperação dos bairros e do património da cidade de Lisboa”. Guilherme Antunes Ferreira e João Catela explicam que se o regulamento avançar com a actual formulação “qualquer loteamento ou operação de impacto semelhante a loteamento deverá implicar a cedência ao Município de Lisboa de áreas de terreno para equipamentos públicos, zonas verdes e estacionamentos públicos”. Mas na maior parte dos casos, asseguram, “além destas cedências não serem possíveis em termos aritméticos, não têm interesse útil para a colectividade, traduzindo-se na mera aplicação de um imposto acrescido”. Segundo o engenheiro do território e o arquitecto urbanista, “em vários casos” as taxas que vão ser cobradas aos promotores imobiliários “quadruplicarão” em relação aos valores actuais, apesar de “para a maioria dos projectos” a taxa municipal pela realização de infra-estruturas urbanísticas ser desagravada. Isto porque “não havendo cedência de terreno (o que é uma inevitabilidade para a grande maioria das parcelas urbanas onde se construam simples prédios) haverá lugar ao pagamento obrigatório de taxas, dando a entender que é esta a solução pretendida pela Câmara Municipal de Lisboa”. O parecer da CPU contém várias simulações das taxas a pagar nos moldes actuais se o regulamento for avante, em diferentes situações e localizações da cidade. Por exemplo, para a edificação de uma construção com 1800m2 de superfície de pavimentos (área bruta habitável) num terreno devoluto em Carnide as taxas actuais são de 156 mil euros, mas poderão aumentar 202 por cento, atingindo os 470 mil euros. No Chiado, a diferença é maior, podendo as taxas passar de 206 para 931 mil euros, o que representa um acréscimo de 351 por cento. O PÚBLICO confrontou o gabinete do vereador do Urbanismo com estas críticas, mas não obteve resposta http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1369827
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Último palacete da Avenida Duque de Loulé vai ser demolido Por Margarida Davim O último palacete da Avenida Duque de Loulé, em Lisboa, vai ser demolido. A denúncia é feita pela associação cívica Fórum Cidadania Lx, que assegura que a demolição foi autorizada pela Câmara de Lisboa, sem que o assunto tivesse ido a reunião do executivo O n.º 35 da Duque de Loulé é o último sobrevivente dos vários palacetes construídos naquela que é uma das principais avenidas de Lisboa, mas corre o risco de ser demolido e substituído por um edifício de oito andares. A denúncia é feita pelo Fórum Cidadania Lx, que garante que a demolição do imóvel já foi autorizada pela Câmara de Lisboa, sem que a proposta tivesse sido levada à discussão em reunião do executivo. «É algo que não compreendemos, dado o palacete ser bonito e estar em boas condições», comenta Paulo Ferrero, um dos membros do Fórum, que já pediu a classificação do imóvel, sem que até agora tenha recebido qualquer resposta do IGESPAR. «Convinha que se soubesse qual o critério do executivo em levar ou não levar um determinado projecto a sessão de CML. A bem da transparência», diz Ferrero, que não compreende a atitude da autarquia face a este palacete, «dado a CML actual só falar de reabilitação urbana». O palacete do n.º 35 está actualmente devoluto, mas segundo os membros do Fórum Cidadania Lx, encontra-se «em bom estado de conservação» e é um «imóvel de arquitectura eclética com vãos neo-góticos e interiores com tectos de estuque artístico». O pedido de demolição do edifício entrou na Câmara de Lisboa a 24 de Janeiro de 2007, pela mão da Espírito Santo Reconversão Urbana Fundi Invt Imob Fechado, S.A. – empresa promotora do projecto de construção de um prédio para aquele terreno – e, segundo, Paulo Ferrero foi aprovado em Julho de 2008. Contactada pelo SOL, fonte oficial do IGESPAR disse desconhecer a existência de um pedido de classificação relativamente a este palacete, já que «actualmente, esses processos são tratados pelas direcções regionais». A mesma fonte garantiu, no entanto, que caso tenha sido aceite esse pedido seria suficiente «para travar qualquer demolição, independentemente de depois vir a ser efectivada a classificação do imóvel». O SOL tentou contactar sem sucesso o vereador com pelouro do Urbanismo, Manuel Salgado. margarida.davim@sol.pt in http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=129444
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Concurso europeu Europan 10 em apresentação 20 Março 2009 A Ordem dos Arquitectos vai acolher, no próximo dia 31 de Março, a sessão de divulgação nacional do concurso Europan 10. Os locais que se candidatam a esta décima edição do concurso europeu de Arquitectura são o Entroncamento (onde o promotor Invesfer pretende “repensar a cidade ferroviária”), Lisboa (segundo o plano da autarquia para revitalizar a zona do Campo Grande e o eixo Circular-Radial) e Cascais (para a qualificação da habitação, natureza e infra-estruturas do bairro do Cabreiro). Pelas 12.00, o arquitecto Nuno Portas apresenta uma conferência sobre o tema “Inventando a Urbanidade: Regeneração – Revitalização - Colonização”. Segue-se a inauguração da exposição com os projectos nacionais candidatos às três edições anteriores do Europan. in http://dn.sapo.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=1177018&seccao=Arquitectura
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Artes Arquitecto açoriano expõe em Lisboa O Instituto Açoriano de Cultura (IAC), numa parceria com a Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa, promove a apresentação da exposição “João Correia Rebelo — Um Arquitecto Moderno nos Açores”, naquela Faculdade. João Rebelo, filho do consagrado Pintor Domingos Rebelo, nascido em Ponta Delgada em 1923 e formado pela Escola de Belas Artes de Lisboa, estabeleceu-se na sua cidade natal após a obtenção do diploma de arquitecto. A dificuldade em exercer plenamente a profissão segundo os princípios em que acreditava levou-o a emigrar para o Canadá. Como muitos arquitectos da sua geração, acreditava que a arquitectura e o urbanismo propostos pelo movimento moderno deveriam recorrer às possibilidades técnicas e materiais do seu tempo. A obra mais emblemática deste arquitecto, que corresponde a uma fase de criação mais madura, situa-se na Terceira e trata-se da conhecida Estalagem da Serreta. Hoje em dia, pese embora o avançado estado de degradação em que se encontra, é considerado como uma obra de referência no panorama das produções arquitectónicas do Século XX. A exposição estará patente naquela Faculdade até ao dia 14 de Abril, tendo tido a sua primeira apresentação na Academia das Arte dos Açores, em Ponta Delgada, em 2003. Refira-se que a exposição já esteve patente em Almada, Canadá, Porto e em Angra do Heroísmo, no Palácio dos Capitães Generais. JornalDiario 2009-03-20 15:30:00 in http://www.jornaldiario.com/ver_noticia.php?id=19786&sec=1
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21 Março 2009 - 17h13 Revisão de uma lei com 36 anos Ministro "obrigou" Ordens a entendimento O ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino, revelou este sábado que obrigou a um entendimento entre as Ordens dos Engenheiros e Arquitectos, para a remoção de uma lei com 36 anos que define as responsabilidades dos intervenientes dos projectos. 'Em vez de eu estar a decidir obriguei-os a que se entendessem. Só aceitei propostas conjuntas, não aceitei propostas separadas e portanto obriguei a que houvesse esse trabalho conjunto', afirmou o governante, à margem de uma iniciativa da Ordem dos Engenheiros, na Figueira da Foz. A nova lei, que revoga um decreto-lei de 1973, define as responsabilidades dos vários intervenientes na elaboração de projectos de obras e operações urbanísticas. Entre outras vertentes prevê, na elaboração do projecto, a especialização dos técnicos de acordo com as suas áreas a nível de formação, atribuindo, como regra, a elaboração de projectos de arquitectura a arquitectos, de projectos de engenharia a engenheiros. Para Mário Lino, o anterior decreto-lei 'há muito tempo que se encontrava desactualizado', e era considerado um 'travão' ao bom desenvolvimento dos projectos de engenharia e arquitectura. in http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?channelid=00000021-0000-0000-0000-000000000021&contentid=418C4D16-A922-40F5-85BE-01A5EBB2BE82
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Júlio Quaresma desenha santuário angolano de Muxima Hoje O arquitecto e artista plástico Julio Quaresma apresentou ao Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, e ao Papa Bento XVI o seu projeto para o Santuário da Nossa Senhora da Muxima, próximo do Rio Kuanza e centro do mais importante culto mariano em Angola. Assumido como um diálogo entre a velha capela do século XVII e a modernidade, o novo templo, com vitrais de artistas angolanos, tem capacidade para 4600 pessoas sentadas e estrutura-se a partir de três formas geométricas básicas: o quadrado (Terra), o circulo (céu) e o triângulo (Santíssima Trindade) . Anexo ao corpo principal desenvolve-se um outro, que funcionará como residência para religiosos e acolherá alguns serviços de apoio. “Uma enorme cruz em bronze marca, na projecção dos seus braços, as entradas e simultaneamente na cobertura em circulo, como que atravessa o céu, rompendo-o e delineando o elemento como um símbolo do caminho da luz”, pode ler-se no comunicado enviado à imprensa. A praça do santuário, delimitada pela antiga capela e pela nova igreja, está preparada para receber os cerca de 1200 mil fiéis que costumam assistir às festas da Senhora da Muxima. De acordo com os promotores, “se o plano do santuário foi construído na óptica da harmonia entre o homem e Deus, a sua inscrição num espaço urbano levou à requalificação de toda a estrutura existente, em que a génese informal e a construção sem qualidade dará lugar a um master plan, que pensado em termos de sustentabilidade, respeito pela tradição e movimentos de ocupação e uso do espaço urbano e pelos edifícios históricos existentes, trará a toda esta população o acesso a uma habitação condigna, um novo lar”. Acesso a água canalizada, rede eléctrica, rede de esgotos e equipamentos (como escola e centro médico são valências contempladas nesta obra de grande envergadura, que “dignificará e projectará o culto da Nossa Senhora da Muxima em todo o território angolano enquanto referência em África e no mundo”, acrescenta o comunicado. in http://dn.sapo.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=1179457&seccao=Arquitectura Especial Bento XVI recebe uma basílica como prenda dos angolanos por FERREIRA FERNANDES, em Luanda21 Março 2009 Bento XVI retribui a primeira visita de um embaixador da África Negra a Roma, a do angolano António Manuel ne Vunda, em 1608. O presidente angolano referiu a velha ligação histórica: Angola e Igreja Católica, duas velhas conhecidas. Em Luanda, onde foi recebido por José Eduardo dos Santos, pediu o fim da corrupção. O padre Aurélio Bemba acabou de se ordenar há um mês. A irmã Maria de Fátima está na igreja que foi sempre a sua, onde se baptizou em 1935, e à qual se dedica desde que, adolescente, se encantou com uma missa dos capuchinhos. Ele tem jeans e uma T-shirt azul eléctrica marcada no peito com pins metálicos dourados que dizem "V. ROM". Alguma sigla em latim? Ele ri: não, comprou-a na rua, gostou. A irmãzinha olha-o como uma velha tia. No recreio onde estão, há um cartaz fotocopiado: "Estão suspensas as actividades desportivas no pátio e no Boulevard Bento XVI, para poder manter limpos os ambientes para a visita do Papa à nossa paróquia." É quase um pecado suspender as actividades desportivas naquele pátio. Ali, aprendeu a jogar futebol Jacinto João, o maior driblador da história do futebol português, que passou pelo Benfica nos anos 60 e tem estátua no estádio do Vitória de Setúbal. Ali era o campo pelado do São Paulo, anexo à velha igreja e ao lar dos frades capuchinhos, os das sandálias e batina de castanho grosseiro. A nova igreja (não tanto assim: é de 1959), erguida ao lado, é a que hoje vai receber o Papa Bento XVI que ontem chegou a Luanda. Bento XVI vem retribuir uma visita. Na verdade, vem retribuir mais uma vez. Já João Paulo II estivera em Angola, em 1992, vivia o país um intervalo de paz de uma guerra civil que durou quase trinta anos. Dessa vez, João Paulo II chegou pelo cacimbo, antes do Setembro das primeiras eleições, desceu as escadas do avião e beijou o solo. "Agora, se o Papa quiser ajoelhar e beijar o chão, lhe agarro, traz azar", é uma anedota que corre em Luanda. Há 17 anos, depois daquela visita papal, seguiram-se eleições turbulentas e Angola recaiu na guerra que durou mais uma década até à morte de Savimbi. Hoje, é pouco provável que o MPLA, partido do Governo, e a UNITA, de amansada oposição no Parlamento, voltem às armas. Mas a piada corre porque o luandense prefere provocar o destino a perder a oportunidade de uma anedota. Em todo o caso, Bento XVI retribui uma visita. Em 1608, o Papa Paulo V recebeu António Manuel ne Vunda, marquês do Congo, do reino que é hoje província do Norte de Angola - a primeira embaixada da África Negra recebida em Roma. António ne Vunda ia a mando do rei Afonso II, bisneto desse Afonso I que os portugueses encontram em 1491 na capital do reino, em Mbanza Congo, evangelizaram e se tornou o maior missionário entre o seu povo. Igreja Católica e Angola, duas velhas conhecidas, apresentadas uma à outra há mais de meio milénio. Daí a honra da repetição de visita papal em curto prazo, além dos 8,6 milhões de católicos fazerem mais de metade da população (55,6%, segundo dados do Vaticano), facto raro em África. Para o Vaticano, Angola pode ser a melhor ponte para o único continente (tirando a Oceania) em que o catolicismo cresce mais (3,1%) do que o crescimento da população (2,1%, dados de 2007). Angola ser ponte é o que está habituada. Há 17 anos, recebeu este elogio de João Paulo II, precisamente em Mbanza Congo: "Angola tem quinhentos anos de encontro de culturas. Isso faz do vosso povo um povo distinto." O angolano, e o luandense em especial, tem um jeito seu de ficar dengoso quando lhe passam a mão pelo pêlo. O Papa elogiou, o Papa seguinte recebeu prenda. Destapar a maquete Ontem, Bento XVI foi ao palácio presidencial ao fim da tarde, nessa Cidade Alta onde se guardam os últimos sobrados do séc. XVIII, que fazem também de Luanda uma cidade distinta em África. No salão de honra, o Presidente destapou uma maquete, enquanto os assessores distribuíam um folheto prateado, em português e italiano, com os desenhos da nova basílica da Nossa Senhora da Muxima, oferta do Estado angolano à principal religião do seu povo. Em Março do ano passado, o arquitecto luso-angolano Júlio Quaresma recebeu um emissário de José Eduardo dos Santos. Quaresma tem atelier em Lisboa, na Rua Braancamp, mas nasceu em Saurimo, no Leste de Angola, bisneto de madeirenses que fundaram Sá da Bandeira, hoje Lubango. Convidaram-no a fazer uma basílica no maior lugar de culto angolano, na Muxima, na margem esquerda do rio Quanza, a 130 km de Luanda. Tinha de ser coisa em grande - a Muxima recebe nas festas da Nossa Senhora Conceição, em Agosto, 150 mil peregrinos -, tinha de ter prazo de construção breve, quatro anos, e tinha de haver já alguma coisa para mostrar na visita do Papa, a começos de 2009. Quanto ao resto, que não se preocupasse, dinheiro havia - a construção da basílica e a requalificação de toda a zona, com a velha igreja de 1645, o forte português e os belos morros na curva do rio, poderiam ficar por cem milhões de dólares. Ontem, quando o Papa Bento XVI viu a maqueta, o Sol punha-se por trás da Cidade Alta, para o lado da Samba, dourando as ilhas, a de Luanda, a do Mussulo, línguas que apontam a Norte, empurradas pela corrente e trazidas da barra do Quanza. A meados do séc. XVII, os portugueses, que tiveram de fugir da sua cidade, ocupada pelos holandeses, fizeram o percurso inverso. Subiram o rio e nas terras da Kissama fizeram um forte e uma igreja, ambos de paredes grossas, para durar. Quando puderam regressar a Luanda, libertada pelos brasileiros comandados por Salvador Correia de Sá, deixaram semente de alguma coisa. A igreja dedicada à Nossa Senhora da Conceição passou a ser frequentada pelas mulheres que chamaram à santa "Muxima", que em quimbundo quer dizer "coração". Reza-se de braços abertos, de joelhos, e com suficiente retorno para Mamã Muxima se tornar a mais querida santa da Kissama, primeiro, e, depois, de Angola inteira (e já há peregrinos dos dois Congos, Brazzavile e Kinshasa). As oferendas trazidas à santa, depois da reza, são levadas em procissão para o sopé do forte. Foi deste lastro, desta inexplicável teia que João Paulo II falou, e o levou a classificar os angolanos - filhos de encontro mais do que secular - de "distintos". Um bairro popular O bairro de São Paulo que hoje Bento XVI visita é espelho do país feito por aluviões sucessivos. Bairro popular, quem quiser saber o que ele significou para os portugueses de 1940, 50, 60 e 70 tecle as palavras "igreja de São Paulo + Luanda" na Internet e comova-se com as centenas de comentários nos sites. São geralmente de filhos da terra que regam uma saudade de anteontem. "És filho do velho Setas?", "lembras-te dos montinhos de maçãs-da-índia?..." Lá para trás dos muros em meia-lua do Cemitério Velho, o bairro fez fronteira com os muceques. Essa a linha determinante: entre a cidade e o muceque. Certamente que no tempo colonial a diferença aparente era a da cor, mas se havia dois mundos era o dos urbanos e os do mato. Os últimos tinham uma geração para virarem luandenses; exactamente o mesmo que precisavam os colonos portugueses para se tornarem filhos da terra. O bairro de São Paulo era o laboratório dessas transformações. A irmãzinha Maria de Fátima, de 73 anos, pertence à raça dos eleitos que é luandense há séculos. Ela é Vieira Lopes e Vieira Dias - que como os Van Dunem e os Galiano são castas locais -, ela é de famílias que começaram onde começou Luanda, na ilha do Cabo (onde fica a mais antiga igreja luandense, de 1575), a sua freguesia era a do Carmo (com igreja seiscentista) e veio inaugurar o baptistério da igreja de São Paulo, onde também o Presidente José Eduardo dos Santos se baptizou em 1948. O padre Aurélio Bemba, de 35 anos, é filho de camponeses da província do Kwanza Sul e está a transformar-se em luandense. Em São Paulo, a torre do lar dos capuchinhos tem quatro relógios parados encimados pelas cinco quinas portuguesas. A igreja já não é dos missionários capuchinhos, é dos salesianos e o poder português já se foi. Angola parece deixar tudo passar mas é cadinho. E quem bem percebe isso é a Igreja Católica. in http://dn.sapo.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1177708
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Proposta de plano estratégico Intervenções no Arco Ribeirinho Sul em Lisboa deverão decorrer durante 12 a 18 anos 06.02.2009 - 12h15 Lusa A proposta de plano estratégico para o Arco Ribeirinho Sul explica que as intervenções no Barreiro, Seixal e Almada vão decorrer durante 12 a 18 anos. O Governo lançou em Setembro do ano passado o projecto do Arco Ribeirinho Sul, visando a requalificação urbanística de importantes áreas da margem sul do estuário do Tejo, nos municípios de Almada (55 hectares da Margueira), Barreiro (290 hectares da Quimiparque) e Seixal (536 hectares da Siderurgia Nacional). Na ocasião foi criado um grupo de trabalho, na dependência do ministro do Ambiente, para elaborar a proposta de plano estratégico, em estreita articulação com as autarquias envolvidas e com as empresas proprietárias dos terrenos. No território da Quimiparque, o prazo total para a intervenção é de 18 anos, que irá começar pela realização de trabalhos de preparação de terreno, resgate de direitos de superfície e deslocalizações, em paralelo com as demolições, ao longo de cerca de três anos. Em relação à Siderurgia, as obras demorarão 12 anos, começando pelos trabalhos de preparação de terreno, seguidos da execução das infra-estruturas primárias e arranjos exteriores, durante um período de dez anos. Para o território da Margueira, em Almada, a intervenção é estimada em 15 anos, demorando os trabalhos de preparação de terreno e as demolições um ano. Investimento de 260 milhões a 291 milhões Em relação aos custos, o plano estratégico refere que a estimativa de custos e investimentos da empresa pública proprietária dos terrenos da Quimiparque é entre os 260.686.233 e 291.376.270 euros, enquanto a estimativa de receitas é de 301.900.000 euros. Em relação ao investimento da Câmara do Barreiro, a estimativa aponta para os 25.016.000 euros, enquanto as receitas são de 52.843.900 euros. Em relação à Siderurgia, a estimativa de custos e investimentos aponta para valores entre os 122.131.985 e 138.691.878 euros, enquanto as receitas estimadas são 142.762.000 euros. O investimento da Câmara do Seixal será de 14.042.000 euros, sendo esperadas receitas na ordem dos 30.500.000. Por fim, para o território da Margueira a estimativa de investimentos é entre os 222.318.105 e 226.430.648 de euros, enquanto as receitas esperadas serão de 259.044.884. Quanto ao investimento da Câmara de Almada, estão previstos 35.636.000 de euros, com uma estimativa de 81.930.963 euros em receitas. “A avaliação da dimensão do investimento das três intervenções de reconversão urbanística foi feita com base na produção de valores indicativos, tendo por base a caracterização possível nesta fase e tendo como referência projectos semelhantes, não podendo nem devendo ser considerados como valores orçamentais completos, detalhados e definitivos”, explica o documento. A proposta de plano estratégico e as sugestões de intervenção serão ainda objecto de parecer dos municípios de Almada, do Seixal e do Barreiro, e terão de ser aprovadas em Conselho de Ministros. in http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1364214 Aprovação do Arco Ribeirinho chega em Abril Projecto recebe cidade aeroportuária Jornal do Barreiro | 20-03-2009 Deverá chegar no mês de Abril a aprovação do projecto Arco Ribeirinho Sul, que prevê a requalificação urbanística das antigas zonas industriais dos concelhos do Barreiro (Quimiparque), Seixal (Siderurgia Nacional) e Almada (Lisnave). Segundo revelado pelo ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território, Francisco Nunes Correia, estas cidades serão também o centro da futura cidade aeroportuária. Conforme Nunes Correia revelou num encontro com jornalistas, realizado a 11 de Março, o "Mega-Polis" projectado para o Arco Ribeirinho Sul vai receber a futura cidade aeroportuária. Na opinião do ministro, Barreiro, Seixal e Almada são os locais onde “tem de nascer o grande desenvolvimento para a fixação de actividades económicas, de transportes, habitação, espaços públicos e empresas". Segundo admitiu, o Arco Ribeirinho Sul é uma espécie de dois em um. Ao mesmo tempo que permite ir buscar verbas comunitárias para descontaminar os solos das antigas zonas industriais e requalificar uma área de cerca de mil hectares, visa também evitar o abate de mais sobreiros na zona do aeroporto. "O futuro aeroporto tem de ter alguma construção em seu redor, mas é importante que não imane uma mancha de óleo à entrada do Alentejo", afirmou Nunes Correia. Para o ministro, a localização da cidade aeroportuária neste eixo da Margem Sul "cria uma oportunidade extraordinária num espaço privilegiado entre Lisboa e o aeroporto". Destaque-se que o processo de descontaminação dos solos já começou, através de candidaturas do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN). Além disso, Nunes Correia adiantou que o Arco Ribeirinho Sul está a ser ultimado e deverá ser aprovado em Abril. in http://www.jornaldobarreiro.com.pt/?lop=n_artigo&op=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&id=51311013e51adebc3c34d2cc591fefee sábado, 21 de Março de 2009 | 08:53 Futura mega cidade à beira Tejo «está contaminada» A nova área residencial que o Governo se prepara para erguer no Arco Ribeirinho Sul – uma megapolis que abrange os cerca de mil hectares das antigas zonas industrias do Seixal, Barreiro e Almada -, e que constituirá a futura cidade aeroportuária «está contaminada de resíduos perigosos», avança o semanário Sol na edição deste sábado. A contaminação «chega às águas subterrâneas» e a lista de «substâncias perigosas e altamente poluentes» é extensa: hidrocarbonetos, metais vários, cianetos, amónio, benzeno, lista o semanário. De acordo com o jornal, está tudo descrito num estudo da consultora FBO sobre a qualidade dos terrenos da antiga Siderurgia Nacional, na margem sul do Tejo. O estudo é de 2003 – o último levantamento independente feito à zona – e i«dentificou cerca de 1.350 milhões de toneladas de resíduos acumulados naqueles terrenos, em particular nos que são referidos como "Vazadouro III"». É precisamente aí que está previsto construir uma parte da nova área residencial «para casais jovens e de meia-idade» integrada no projecto do Arco Ribeirinho Sul, refere o Sol. Entretanto, as empresas públicas que gerem estes terrenos decidiram lançar, entre Dezembro e Janeiro, concursos públicos para novos estudos, nomeadamente para a «caracterização do estado de contaminação dos solos e águas subterrâneas e avaliação do risco para os territórios» da Siderurgia Nacional e da Quimiparque. Mesmo com esses concursos ainda a decorrer, o ministro do Ambiente, Nunes Correia, anunciou que «o processo de descontaminação já arrancou no papel» – isto por estarem a ser analisadas duas candidaturas a verbas comunitárias para esse efeito: uma de 14,3 milhões de euros, para os terrenos da Quimiparque, e outra de 38,5 milhões, para os da Siderurgia. in http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=2&id_news=114065&page=1 Almada, Seixal e Barreiro Serão o centro da futura cidade aeroportuária . Projecto estratégico do Arco Ribeirinho Sul aprovado e anunciado em Abril As cidades de Almada, Seixal e Barreiro serão o centro da cidade aeroportuária, revelou hoje o ministro do Ambiente, Nunes Correia, num encontro com os órgãos de comunicação social, refere noticia do Diário Económico. "É aí que tem de nascer o grande desenvolvimento para a fixação de actividades económicas, de transportes, habitação, espaços públicos, empresas" - sublinhou o Ministro do Ambiente. De acrodo com a noticia, nas zonas da Margueira, Siderurgia Nacional e Quimiparque, o processo de descontaminação já começou, através da apresentação de candidaturas do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN). Nunes Correia, salientou que o projecto estratégico do Arco Ribeirinho Sul está a ser ultimado e será articulado com as auatarquias locais. De acordo com a noticia o projecto estratégico do Arco Ribeirinho Sul, poderá ser aprovado e anunciado em Abril. in http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=22652&mostra=2 Novo aeroporto de Lisboa Governo quer a futura cidade aeroportuária centrada na área suburbana da margem sul do Tejo 11.03.2009 - 15h54 Paulo Miguel Madeira O Governo pretende que a cidade aeroportuária da margem sul do Tejo em Lisboa se centre em primeiro lugar na zona do arco ribeirinho suburbano, nos concelhos do Barreiro, Seixal e Almada, em vez de resultar de uma expansão em mancha de óleo em torno do futuro aeroporto na zona de Alcochete, e por isso vai aprovar, em princípio em Abril, o plano do Arco Ribeirinho Sul, para formalizar e detalhar esta orientação. A ideia de centrar a cidade aeroportuária na zona suburbana de Lisboa a Sul do Tejo foi lançada hoje de manhã pelo ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Cidades, Francisco Nunes Correia, no final da apresentação do balanço de quatro anos de governação na área do ordenamento do território e cidades, onde também esteve o secretário de Estado com esta pasta, João Ferrão. O ministro especificou que naqueles concelhos o Estado detém três terrenos, os da antiga Quimiparque, no concelho do Barreiro, a zona da siderurgia, no concelho Seixal, e a área da Margueira (junto a Cacilhas, onde eram os estaleiros da Lisnave), no concelho de Almada, com um total de quase mil hectares, abandonados e contaminados pelas actividades que lá se exerceram, e onde o Governo pretende ancorar o projecto do Arco Ribeirinho Sul. A proposta de plano estratégico para o Arco Ribeirinho Sul indica que as intervenções no Barreiro, Seixal e Almada vão decorrer durante 12 a 18 anos. Nunes Correia adiantou que o processo de descontaminação dos terrenos arrancou no papel, estando em fase de candidaturas ao QREN (o Quadro de Referência Estratégico Nacional, que enquadra a aplicação das verbas comunitárias disponíveis para Portugal no período 2007-2013). “A cidade aeroportuária não deve ser concebida deitando abaixo o montado alentejano, mas sim nestas áreas, que devem ser requalificadas”, disse o ministro à comunicação social. Esta preocupação foi justificada com o facto de a localização do novo aeroporto da zona de Lisboa, habitualmente referido como sendo em Alcochete, ir de facto ficar próximo de Vendas Novas, “à entrada do Alentejo e da península de Setúbal”. “O arco ribeirinho sul é uma zona privilegiada em termos cénicos ao nível europeu e por isso tem de ser requalificada com diversidade de funções”, justificou ainda o ministro – ressalvando que o novo aeroporto terá de estar rodeado de infra-estruturas, mas que é importante que a construção não irradie a partir dali em mancha de óleo. in http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1368757&idCanal=92 Margem Sul Megacidade à beira Tejo está contaminada Por Graça Rosendo O Governo prepara-se para anunciar a cidade aeroportuária do Arco Ribeirinho Sul. Um projecto de grande envergadura que vai nascer em antigos terrenos industriais cheios de resíduos perigosos Veja aqui a infografia e o relatório do projecto Hidrocarbonetos, metais vários, cianetos, amónio, benzeno – a lista estende-se ainda por mais uns quantos símbolos químicos de substâncias perigosas e altamente poluentes. E estão descritas num estudo da consultora FBO, a que o SOL teve acesso, sobre a qualidade dos terrenos da antiga Siderurgia Nacional, na margem sul do Tejo. A contaminação chega às águas subterrâneas, segundo este estudo de 2003 – o último levantamento independente feito à zona – que identificou cerca de 1.350 milhões de toneladas de resíduos acumulados naqueles terrenos, em particular nos que são referidos como «Vazadouro III». É precisamente aqui que está previsto construir uma parte da nova área residencial «para casais jovens e de meia-idade», integrada no novo megaprojecto do Governo para o Arco Ribeirinho Sul – uma 'megapolis' que abrange os cerca de mil hectares das antigas zonas industrias do Seixal, Barreiro e Almada, e que constituirá a futura cidade aeroportuária. Entretanto, as empresas públicas que gerem estes terrenos decidiram lançar, entre Dezembro e Janeiro, concursos públicos para novos estudos, nomeadamente para a «caracterização do estado de contaminação dos solos e águas subterrâneas e avaliação do risco para os territórios» da Siderurgia Nacional e da Quimiparque. Mesmo com esses concursos ainda a decorrer, o ministro do Ambiente, Nunes Correia, anunciou que «o processo de descontaminação já arrancou no papel» – isto por estarem a ser analisadas duas candidaturas a verbas comunitárias para esse efeito: uma de 14,3 milhões de euros, para os terrenos da Quimiparque, e outra de 38,5 milhões, para os da Siderurgia. graça.rosendo@sol.pt in http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=129592 'Cidade-polis' na Margem Sul erguida em sete anos por PAULA SANCHEZ18 Março 2009 Programa. Até final de Abril, o Governo vai apresentar um 'Polis' para a renovação da frente do Tejo, nos terrenos industriais do Barreiro, Seixal e Almada. A renovação urbana será idêntica à do Parque das Nações e o objectivo é construir uma nova cidade, com horizonte na III Travessia do Tejo e no aeroporto Nove anos depois, o programa Polis mudou 39 cidades A frente ribeirinha do Tejo, nos terrenos industriais degradados da Quimiparque, da Siderurgia Nacional e dos estaleiros da Margueira, vai ser requalificada através de um programa Polis específico, cujo plano estratégico deverá ser aprovado até final de Abril, confirmou ao DN o ministro do Ambiente, Nunes Correia. O Polis para o "Arco Ribeirinho Sul", que compreende quase 900 hectares nos territórios dos municípios do Barreiro, Seixal e Almada, irá promover a descontaminação dos terrenos industriais abandonados, numa operação em tudo semelhante à renovação executada no Parque das Nações, por ocasião da Expo'98. Já com o horizonte na construção da terceira travessia do Tejo e na localização do novo aeroporto em Alcochete, a estratégia de requalificação pensada para a margem esquerda do Tejo fará nascer ali uma cidade nova, cuja primeira fase se prolongará por sete anos. Apesar de se tratar de terrenos na posse do Estado, o objectivo é fazer com que o projecto se autofinancie, disse ao DN o ministro Nunes Correia, reconhecendo o "enorme impacto" que os futuros Planos de Pormenor irão ter sobre a zona "É uma das melhores vistas do estuário do Tejo." A experiência da Parque Expo, que Nunes Correia classificou como o braço empresarial do Estado para a requalificação urbanística, poderá ser aproveitada para ajudar a erguer este "megapolis". "Na construção do Parque das Nações, a Parque Expo contraiu dívida e amortizou-a, fazendo com que o projecto se autofinanciasse, neste caso poderá conduzir uma operação idêntica." 39 cidades e 1,17 mil milhões Nove anos depois do lançamento dos primeiros programas para a melhoria da qualidade de vida das cidades, com intervenções ao nível da requalificação urbana e ambiente, o balanço "é extraordinário", nas palavras do ministro do Ambiente, que antes de ser chamado para o Governo foi o coordenador nacional do Polis. "Nunca se fez uma intervenção assim, foi uma autêntica mostra da arquitectura nacional que democratizou e renovou o espaço público urbano. Quase todas as cidades querem ter o seu polis", diz Nunes Correia. Os Polis de primeira geração estão a chegar ao fim, com um grau de execução financeira na ordem dos 80%. Foram 40 intervenções, que mudaram a face dos centros históricos de 39 cidades. Os trabalhos estão concluídos em Albufeira, Angra do Heroísmo, Aveiro, Beja, Bragança, Castelo Branco, Chaves, Coimbra, Elvas, Guarda, Guimarães, Leiria, Matosinhos, Portalegre, Porto (Passeio Atlântico e Ribeira), Tavira, Valongo, Vila do Conde, Vila Franca de Xira, Vila Nova de Gaia e Vila Real. Até final deste ano, de acordo com as perspectivas do Governo e dos municípios, ficarão concluídas as obras no Barreiro, Cacém, Covilhã, Évora, Gondomar, Lagos, Marinha Grande, Moita, Santarém, Setúbal, Silves, Sintra, Tomar e Viseu. Mais atrasados estão os Polis da Costa da Caparica, Funchal, Torres Vedras e Viana do Castelo. A contabilidade está feita: gastaram-se 1173 milhões de euros nas operações Polis - 27,2% de capitais da administração central (PIDDAC e Governo); 19,2% das autarquias; 36,1% de fundos da UE e 17,05% de autofinanciamento (concessão de espaços, de estacionamentos, etc). Ultrapassada a primeira fase de requalificação dos centros históricos, que foi sempre associada a um elemento-âncora (uma linha de água, castelo ou monumentalidade) que pudesse alavancar a modernização e criação de valor para a cidade, o ministério do Ambiente avançou no ano passado para a recuperação e protecção do litoral, criando uma nova filosofia Polis para a Ria de Aveiro, Ria Formosa e Litoral Norte. Ao invés do que sucedeu com os primeiros Polis, que foram buscar financiamento ao III QCA, os Polis do Litoral serão co--financiados pelo QREN. As três sociedades, que contam com a participação de vários municípios e são lideradas pelas autoridades hidrográficas, estão constituídas, mas o ministro não tem ilusões sobre o arranque das obras. "Só em 2010, pois é preciso fazer o levantamento, para os planos estratégicos." in http://dn.sapo.pt/inicio/interior.aspx?content_id=1174423
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O projecto do Arco Ribeirinho Sul, que visa a requalificação urbanística de áreas da margem sul do estuário do rio Tejo, nos municípios de Almada, Barreiro e Seixal foi hoje aprovada em Conselho de Ministros Com este projecto pretende desenvolver-se uma área que inclui cerca de 55 hectares na Margueira, concelho de Almada, perto de 536 hectares na chamada Siderurgia Nacional, Seixal, e à volta de 290 hectares nos terrenos da Quimiparque, no Barreiro. A proposta de um Plano Estratégico, elaborado em estreita articulação com as autarquias envolvidas e empresas públicas detentoras dos terrenos, deverá estar pronta num prazo de 90 dias, refere o comunicado do Conselho de Ministros. O Plano Estratégico compreenderá a delimitação e caracterização da área objecto da intervenção, a definição dos eixos prioritários de intervenção, dos projectos estruturantes e das acções a realizar e a quantificação do investimento associado, com discriminação da componente pública, a formulação de propostas para o seu financiamento. O documento final deverá ainda ter em conta a concepção e proposta da solução institucional adequada à implementação do Projecto e o planeamento físico e financeiro das acções consideradas. Para a elaboração do Plano Estratégico será constituído um grupo de trabalho na dependência do ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, e com a representação de outros ministérios, ficando a Parque Expo, em colaboração com a Parpública, encarregue de prestar o apoio técnico necessário, refere ainda o comunicado. Lusa/SOL Margem Sul Megacidade à beira Tejo está contaminada O Governo prepara-se para anunciar a cidade aeroportuária do Arco Ribeirinho Sul. Um projecto de grande envergadura que vai nascer em antigos terrenos industriais cheios de resíduos perigosos Hidrocarbonetos, metais vários, cianetos, amónio, benzeno – a lista estende-se ainda por mais uns quantos símbolos químicos de substâncias perigosas e altamente poluentes. E estão descritas num estudo da consultora FBO, a que o SOL teve acesso, sobre a qualidade dos terrenos da antiga Siderurgia Nacional, na margem sul do Tejo. A contaminação chega às águas subterrâneas, segundo este estudo de 2003 – o último levantamento independente feito à zona – que identificou cerca de 1.350 milhões de toneladas de resíduos acumulados naqueles terrenos, em particular nos que são referidos como «Vazadouro III». É precisamente aqui que está previsto construir uma parte da nova área residencial «para casais jovens e de meia-idade», integrada no novo megaprojecto do Governo para o Arco Ribeirinho Sul – uma 'megapolis' que abrange os cerca de mil hectares das antigas zonas industrias do Seixal, Barreiro e Almada, e que constituirá a futura cidade aeroportuária. Entretanto, as empresas públicas que gerem estes terrenos decidiram lançar, entre Dezembro e Janeiro, concursos públicos para novos estudos, nomeadamente para a «caracterização do estado de contaminação dos solos e águas subterrâneas e avaliação do risco para os territórios» da Siderurgia Nacional e da Quimiparque. Mesmo com esses concursos ainda a decorrer, o ministro do Ambiente, Nunes Correia, anunciou que «o processo de descontaminação já arrancou no papel» – isto por estarem a ser analisadas duas candidaturas a verbas comunitárias para esse efeito: uma de 14,3 milhões de euros, para os terrenos da Quimiparque, e outra de 38,5 milhões, para os da Siderurgia. In Sol Esta notícia já é de ontem
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Mas voces as duas estao a trab. em Gab. de Engenharia... e jah agora quanto eh ganham por hora?
