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Carris altera 36 carreiras a partir de Setembro Kátia Catulo A partir de Setembro, 36 carreiras da Carris vão ser alteradas. Os transportes passarão ter outros números e novos horários, os percursos serão reduzidos ou prolongados e haverá até autocarros que deixarão de circular (ver tabela). Trata-se da primeira fase da restruturação da rede da empresa pública, que só ficará concluída em 2010. Denominada "Rede 7", a remodelação afectará 40% da frota da Carris, seja na sua frequência, no serviço nocturno, ou no funcionamento aos feriados e fins-de-semana. Será criada uma carreira nova (n.º 773) que fará o percurso entre Rato e Alcântara mas, em contrapartida, oito autocarros serão suprimidos. Por outro lado, há mais carreiras a estender o serviço nocturno. É o caso do autocarro n.º 701 (actual n.º 1) que, durante a semana, terminará à 1.00 em vez de 20.40. A carreira n.º 708 (actual n.º 8) passará a funcionar até à 0.30 e a n.º 31 estende-se até à uma da madrugada. O mesmo se passa com a n.º 49 que, em vez de acabar às 20.40, prolonga-se por mais 35 minutos e o n.º 768 (actual n.º 68), que estende o seu horário por mais meia hora. Por fim, o autocarro n.º 793 (actual n.º 103) passa a funcionar até à 0.30, quando antes terminava às 21.30. Em contrapartida, os horários das carreiras n.º 39 e n.º 10 serão encurtados, este último deixará de funcionar aos feriados e fim-de-semana, acontecendo o mesmo com o n.º 765 (actual n.º 65). A frequência dos autocarros também sofre modificações mas, segundo a Carris, o tempo médio de espera será mais reduzido, passando de 12 para oito minutos. Projecto reprovado As alterações na rede de transportes da Carris serão oficialmente apresentadas em Agosto, mas tanto os autarcas das juntas de freguesia como os vereadores da Câmara de Lisboa já reprovaram o projecto. A principal crítica passa pelo facto de a empresa ter fornecido informação insuficiente, inviabilizando a avaliação do plano no seu todo. "O projecto está baseado em dois estudos que desconhecemos e há inúmeras mudanças que necessitam de mais esclarecimentos", censura António Dias Baptista, vereador do PS da Câmara Municipal. Para o autarca, a nova rede ainda não cobre as zonas periféricas como Charneca, Ameixoeira ou Ajuda. Opinião semelhante tem Pedro Soares, do Bloco de Esquerda, que lamenta ainda o facto de a Carris não ter envolvido a autarquia na remodelação da rede: "Um plano desta natureza necessita sempre de parcerias com outras empresas de transportes, além de ser essencial trabalhar em sintonia com a Câmara de Lisboa." Não é possível, alerta o autarca, conceber uma "melhoria global" da rede ao acabar com oito carreiras, reduzir o percurso de seis autocarros, eliminar o serviço nocturno e o funcionamento aos fins-de-semana e feriados em duas carreiras. "A proposta da Carris é mais um incentivo ao uso do carro e, por isso, exige-se que o Governo rejeite em definitivo este plano", concluiu. Pensar mais no plano económico e menos nas pessoas é a principal falha da restruturação de transportes da Carris, defende Hugo Pereira, presidente da Junta do Beato. "A Rede 7 não tem em conta as necessidades dos utentes. No Beato, por exemplo, continuamos sem nenhuma carreira que faça a ligação entre a zona baixa e alta da freguesia", lamenta. Significa isto que, quem vive na Picheleira tem de apanhar, pelo menos dois transportes para chegar a Xabregas. "Não temos igualmente transportes directos entre o Bairro Madre Deus e o centro de saúde, na Avenida Afonso III", conta Hugo Filipe, avisando que mais de 30% dos habitantes na freguesia são idosos. Descontente está também Joaquim Granadeiro, presidente da Junta da Ajuda, que com a reformulação da Carris, deixará de ter o autocarro n.º 14 a servir a freguesia: "É suposto a carreira 29 suprimir esta falha passando pela Calçada da Ajuda." Ao fazer essa alteração, porém, deixa de servir a Calçada do Galvão, alerta o autarca. De fora desta mudança ficou a Rua do Cruzeiro, que não será servida por transportes públicos: "É uma artéria enorme onde a maioria da população é idosa", critica, acrescentando que a própria Carris já reconheceu a necessidade de introduzir miniautocarros naquela zona. Belarmino Silva, autarca de Marvila, lamenta que a carreira 39 não seja alargada até à Estação de Santa Apolónia: "É uma velha reivindicação que tinha esperança que fosse agora atendida. A zona velha da freguesia continua também sem transportes", denuncia o presidente de junta, alertando para o facto de o interior da maioria das freguesias de Lisboa permanecer esquecido pela Carris. in http://dn.sapo.pt/2006/07/21/cidades/carris_altera_carreiras_a_partir_set.html
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Televisão móvel está a arrancar Alexandra Machado Ver televisão através de um telemóvel é a mais recente aposta das operadoras móveis. Mas não se espere ver televisão como em casa. Em primeiro lugar, os ecrãs, claro, são mais pequenos e às vezes a imagem congela. Existe também um delay da transmissão móvel em relação à televisão (fixa). É que estamos a falar de uma rede móvel que, além de televisão, oferece voz e dados. No entanto, TMN, Vodafone e Optimus disponibilizam cerca de duas dezenas de canais na rede móvel, que não são muito diferentes. Em comum transmitem canais como a RTP Mobile, CNN, Euronews, MTV Music, Sol Música, Eurosport, UEFA Champ League, Panda, Cartoon, Hollywood, entre outros, havendo também transmissão de canais premium (pelos quais se tem de pagar um valor adicional). A ideia, segundo a Vodafone, aplicada ao tarifário da televisão móvel é a mesma da aplicada na subscrição da televisão por cabo, ainda que haja a modalidade nesta versão móvel de realizar um pagamento diário pelos acessos ou um pagamento por hora. A maior parte dos canais é visualizada em tempo real. A RTP disponibiliza um canal concebido especialmente para os serviços móveis, algo que a SIC também já anunciou que irá fazer. Os canais generalistas portugueses não estão disponíveis em tempo real, com a excepção da RTP Mobile. A TMN, com 21 canais, tem a oferta de subscrição. Nos restantes pagamentos, a mensalidade é de 7,5 euros ou, se optar, por uma subscrição durante 24 horas o custo é de 0,9 cêntimos. Os canais Playboy e Blue têm um custo adicional de 3,5 euros por dia. A Vodafone, que disponibiliza, 25 canais, entre os quais a SIC e a TVI, oferece o primeiro mês, mas nos seguintes os utilizadores terão de pagar 7,5 euros por mês, podendo visualizar-se os canais genéricos as vezes que se quiser, ou 0,9 euros por uma subscrição diária. Os canais premium, que basicamente são os canais eróticos, são cobrados pelo tempo de visualização, sendo o preço de 2,5 euros por blocos de duas horas. A Optimus oferece a mesma modalidade de tarifário. A subscrição mensal é de 7,5 euros, mas os clientes podem optar entre sete canais avulso. Para esta modalidade há duas opções: o pagamento de 1,9 euros pela visualização de uma hora (que pode ser repartida em vários períodos durante o dia), ou 2,9 euros por duas horas a gastar durante um mês. A Optimus tem 18 canais. Os canais televisivos podem ser vistos nos equipamentos de terceira geração e terceira geração e meia. Existem já vários terminais para este sistema e as operadoras estão a aumentar a cobertura. Os terminais de terceira geração podem ser adquiridos desde os 70 euros. Ainda assim, o melhor para ver televisão são os terminais de 3,5 geração, como o Samsung Z560, que custa cerca de 460 euros.
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Portugal leva a Veneza estrutura para ver e usar Paula Lobo Não é um pavilhão, não é uma exposição, e também não é aquilo que os visitantes esperam encontrar nos Giardini. Lisboscópio, da autoria dos arquitectos Pancho Guedes e Ricardo Jacinto (este, mais conhecido como artista plástico), é um dispositivo para habitar e experienciar o espaço, que evoca Lisboa e a permanente construção da cidade. Com esta obra que apela à interacção das pessoas, Portugal ocupa pela primeira vez uma área própria no coração da Bienal Internacional de Arquitectura de Veneza, cuja 10.ª edição se inaugurará a 7 de Setembro. Apresentada ontem em Lisboa, na sede do IA/Instituto das Artes (responsável pela organização), a terceira participação nacional no evento - após o Leão de Ouro conquistado por Álvaro Siza, em 2002, e a colectiva Metaflux-Duas Gerações na Arquitectura Portuguesa Recente, em 2004 - foi descrita como "a maior" e "mais importante" de sempre. Isto porque, além de Lisboscópio, no programa paralelo será apresentada uma selecção de Habitar Portugal 2003/2005, organizada pela Mapei/Ordem dos Arquitectos. E a Fondaco Marcello, onde esta mostra ficará até 19 de Novembro, deverá ser o pavilhão permanente de Portugal nas bienais de arquitectura e artes visuais da cidade italiana (ver caixa). Segundo afirmou o secretário de Estado da Cultura, Mário Vieira de Carvalho, está "em fase de negociação" o aluguer a longo termo desse edifício, localizado no centro. A concretizar-se o acordo, o País não só ganhará visibilidade em Veneza como poderá assegurar presença "de forma mais sólida e mais planeada". Mário Vieira de Carvalho garantiu que "não haverá perda de competências" com a passagem do IA a direcção-geral (no âmbito da restruturação da administração pública), pelo que a presença nestes eventos continuará a cargo do organismo. O investimento nesta bienal de arquitectura, acrescentou o SEC, ronda os 405 mil euros, dos quais 335 mil provenientes do Instituto das Artes. O valor remanescente é suportado pela Ordem dos Arquitectos (numa parceria que é "para continuar"), Icep Portugal (ao abrigo da colaboração com o Ministério da Economia) e Corda Seca, que co-edita o livro sobre Lisboscópio (uma obra que inclui textos, entre outros, dos arquitectos Nuno Portas e Cedric Green, dos artistas Nuno Ribeiro e Hugo Brito e do crítico e curador Delfim Sardo. Habitável e itinerante Pela primeira (e última) vez na bienal, o espaço Esedra - uma clareira nos Giardini destinada a café/esplanada- será ocupado por uma representação nacional. Excepção que o comissário geral da edição, Richard Burdett, aceitou atendendo à "qualidade do projecto que Portugal apresentou", disse Adelaide Ginga Tchen, subdirectora do IA. Comissariado pela arquitecta paisagista Cláudia Taborda (ex-directora do Parque de Serralves), o projecto Lisboscópio parte do tema desta bienal - "Cidades, Arquitectura e Sociedade" - e, de uma forma lúdica, debruça-se sobre questões como a habitabilidade, transportabilidade e uso de materiais precários. Amâncio (Pancho) Guedes, nascido em Lisboa, em 1925, formado pela Universidade de Witwatersrand, na África do Sul, e com grande parte do seu trabalho em Moçambique, é também pintor e escultor. Ricardo Jacinto, nascido em Lisboa, em 1975, é licenciado em Arquitectura, estudou escultura, artes plásticas e música e expõe desde 1998. A ideia de ambos, explicou em tom bem humorado Pancho Guedes, foi criar "uma barraca que fosse até Veneza e voltasse". O resultado é um "círculo quebrado a meio e deslocado", acrescentou Ricardo Jacinto, capaz de itinerar - Pequim e Xangai, na Primavera de 2007, Espanha, Lisboa e Porto são as etapas previstas. No interior dessa grande estrutura há uma construção de tubos que os visitantes podem usar para comunicar. E uma panorâmica de 360 graus de Lisboa, captada no Cristo Rei. Três réplicas mais pequenas, dentro e fora do dispositivo, remetem para a "arquitectura de tendas". Entre arquitectura e arte, esta é uma obra que, como referiu Cláudia Taborda, não procura soluções mas lança desafios. Feita de andaimes, redes e telas publicitárias, esta peça que não é site specific, mas foi pensada para o local, relaciona formas e escalas e, "tal como a cidade, depende exclusivamente do seu utilizador". in http://dn.sapo.pt/2006/08/29/artes/portugal_leva_a_veneza_estrutura_par.html
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Plano da Arrábida soma protestos contra restrições Cláudia Monteiro Almada Foram "cerca de 300 as embarcações" que participaram ontem de manhã no desfile náutico de protesto contra as restrições à pesca e actividades de recreio previstas no Plano de Ordenamento do Parque Natural da Arrábida (POPNA), revela Lino Correia. O presidente do Clube Naval de Sesimbra (CNS) considera que a manifestação "superou as expectativas", mesmo "não sendo as condições atmosféricas as ideais", devido ao vento que se levantou. Uma manifestação sobretudo de nautas de recreio, até porque os pescadores "já se encontram muito desgastados e desmotivados com todo este processo". Já a Polícia Marítima fala em "80 a 100 barcos", sobretudo de Sesimbra. Um número que o capitão do porto de Setúbal, Crispim de Sousa, considera "significativo, mas não massivo", até porque pescadores eram "dez no máximo" e as embarcações de recreio presentes "não representam mais de 10%" do total existente em Sesimbra e Setúbal. Da manifestação, que durou cerca de três horas, entre as 10.00 e as 13.00, resultaram "alguns autos de notícia" por "navegação em zona proibida", avança Crispim de Sousa, sem adiantar números. De notar que ainda antes das 11.00, quando as embarcações se dirigiam para o Portinho da Arrábida, onde fundearam depois, já o barco Virgem da Ajuda recebia a vista da Polícia Marítima e com ela um auto por "transportar pessoas sem licença para tal", referindo-se aos jornalistas a bordo. Como explica o capitão do porto de Setúbal, estas embarcações de pesca "têm lotação definida e nelas só podem embarcar os que vão exercer actividade". Na manifestação estiveram também presentes as autarquias de Sesimbra e de Setúbal. Augusto Pólvora, autarca de Sesimbra, considera que o POPNA é um plano "mau em termos de ordenamento e de desenvolvimento económico", pelo que as autarquias de Sesimbra, Setúbal e Palmela apresentaram um pedido de impugnação do plano, que se encontra "em apreciação", e do qual se espera o resultado "a seguir ao período de férias judiciais". Também Maria das Dores Meira, vice-presidente da Câmara de Setúbal e vereadora da Cultura, considera que "não faz sentido que se esteja com tanto cuidado com o rio e a protecção das espécies existentes quando está em curso a aprovação da co--incineração na Arrábida". Além disso está a "mutilar-se uma actividade artesanal" e a prejudicar "inúmeras famílias que dependem da pesca". Descontente com o POPNA está António Baieta, que desde os nove anos se dedica à pesca. Hoje, com 74 anos, já deixou a actividade há oito, por motivos de saúde, mas ainda assim ontem fez questão de conduzir o seu antigo Santiago, para se manifestar contra as restrições impostas. O ministro das Pescas "havia de ter vindo para o mar com a minha idade para saber como isto é", conclui. Para Lino Correia as restrições impostas entre a praia da Figueirinha e a praia da Foz "não têm como objectivo defender a biodiversidade", sendo antes uma "bandeira eleitoral para colorir o Parque Natural da Arrábida (PNA) e candidatá-lo a Património Mundial da UNESCO". As zonas de restrições "foram escolhidas pelo PNA" quando deveriam ter sido elaboradas "com o consenso dos pescadores e nautas de recreio". in http://dn.sapo.pt/2006/08/27/cidades/plano_arrabida_soma_protestos_contra.html
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"Há bairros que ficam sem transportes" Diana Barros A supressão de duas carreiras no âmbito do plano de reestruturação da Carris está a gerar grande contestação: são elas a 33, que faz o percurso do Campo dos Mártires da Pátria até ao Cemitério de Benfica, e a 114, que liga o Sul do Parque das Nações à zona norte do mesmo. Os utilizadores destes autocarros estão inconformados com a medida. As queixas multiplicam-se e vão desde a falta de informação à indignação pelo fim dos serviços em zonas bastante populosas, com necessidades acrescidas de transportes públicos, que ficarão significativamente comprometidas em termos de acessibilidade. Isabel Martins está desolada com a decisão da Carris de suprimir a carreira 33 e alterar o percurso da 67. "É uma carreira com um índice de ocupação muito elevado, que serve várias escolas e hospitais, além dos estádios do Sporting e do Benfica." A engenheira reformada diz que "Benfica perde a ligação directa por autocarro com Alvalade e o Areeiro, onde ficam os serviços da Segurança Social", e sublinha que aumentarão os transbordos com tempos de espera, no mínimo, de 15 minutos. O Metropolitano no Colégio Militar, considera, não é alternativa, já que de Benfica para Alvalade é necessário um transbordo com um tempo de percurso de 45 minutos. A gerar alguma contestação está também a prevista alteração da carreira 59, que faz a ligação entre os Restauradores e a Belavista, e que passará a fazer o percurso dos Restauradores até aos Olivais (Norte), deixando de efectuar paragem na Belavista. Manuel Marçal, residente na zona, considera incompreensível a alteração. "Há bairros aqui que vão ficar sem transporte. Muitas pessoas vão ser afectadas", afirma. A Carris já adiantou que vai proceder à distribuição de folhetos informativos sobre o funcionamento de cada uma das carreiras sujeitas a alterações. E vai disponibilizar informação na Internet e criar uma linha telefónica dedicada à Rede 7, a funcionar no número 808 201 777. FONTE: dn
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Um edificio simplesmente original na sua forma. Sendo um edificio brutalista, conceito que ainda desconheço, deve seguir a famosa equação função-forma. É um edificio muito curioso que seria importante saber como seria o seu interior. O que é que existe no interior. Como são os interiores? Cortes, plantas ... enfim... muito bom post. Alguns links relacionados com este projecto: Localização http://www.sane.nl/sane2006/location.html http://www.tudelft.nl/live/pagina.jsp?id=20fa9598-a3ef-4344-97b5-9c02699186d0〈=en O INTERIOR http://www.fd.tudelft.nl/acc_zalenverhuur.htm
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O que é que pretendes dizer com isto? Que vais obrigar os teus futuros alunos a perder tempo com trabalhos que não interessam nem ao menino jesus obrigando-os a desenhar com Tinta da China ou apresentar projectos com uma técnica pré-histórica? Será isso?
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É algo que já ultrapassa a ideologia modernista e pós-modernista. A Arquitectura sofre o bem da nova era. Não há ideologia. Existe somente a Nova Tendencia. A Moda pela Moda. É isto que os professores não entendem e tentam incutir com métodos repressivos o passado ideologista decadente.
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(continua) [John Hejduck, Sentences on the House and Other Sentences, versão jMAC para mF]
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Sistema solar em discussão Plutão deve hoje deixar de ser planeta 24.08.2006 - 07h44 : Isabel Gorjão Santos (PÚBLICO) Pôr ordem no sistema solar é tudo menos pacífico. Cerca de 2500 astrónomos estão reunidos em Praga e devem votar hoje uma definição do que é, afinal, um planeta, que poderá relegar Plutão para um estatuto de planeta de segunda, um anão gelado, como outros objectos da Cintura de Kuiper. Mas muitos afirmam que, à velocidade a que se conhecem novos objectos no espaço, é cedo de mais para estabelecer uma definição. Não se pode dizer que a União Astronómica Internacional (IAU, na sigla em inglês) não se tenha esforçado para defender o estatuto de Plutão. Mas várias fontes indicavam ontem que a proposta que será votada hoje na assembleia da IAU, em Praga (República Checa), deverá contemplar um sistema solar com apenas oito planetas. Plutão deve ser despromovido para planeta anão, uma categoria intermédia de objectos espaciais que não têm força gravítica suficiente para se imporem sozinhos na sua órbita. "O sistema solar terá oito planetas e pelo menos dois planetas anões", disse Junachi Watanabe, porta-voz da comissão de peritos da IAU para decidir a reforma da organização do sistema solar, citado pela agência EFE. Não há nenhuma proposta ainda por escrito (só deve ser conhecida esta manhã), mas no debate em Praga foi recebida com alívio a proposta de abandonar a definição apresentada na semana passada pela IAU, que fazia com que passassem a existir 12 planetas no sistema solar, dizia a revista francesa de astronomia Ciel & Espace. Mas se toda esta polémica mostrou alguma coisa é que pode ser demasiado cedo para tomar decisões, pois os cientistas não sabem ainda dizer o que é um planeta. Os planetas são um bom exemplo de como quanto mais se descobre, mais há a noção do pouco que se sabe. Em 1930, quando Plutão foi descoberto, nem se colocava a questão se seria um planeta. Mas agora Nuno Santos assegura que "é cedo de mais para se definir seja o que for, porque não há conhecimento suficiente para uma definição robusta". A justificação deste debate é bastante simples: "Há uma grande vontade de chamar planeta a Plutão." Existe a vertente histórica, é certo, mas Plutão já é diferente dos outros planetas para os astrofísicos, tal como Ceres continuará a ser um asteróide, explica Nuno Santos. Deste modo, a consequência da primeira proposta da IAU, de se chamar planeta a Ceres, a Xena e a Caronte, poderá levar à classificação como planetas de muitos outros objectos. "Isto sem que tenham o mesmo significado para os astrofísicos e para o público em geral." A polémica não é nova. Há muito que se sabe que Plutão é um planeta diferente dos outros, gelado e muito pequeno, com cerca de seis vezes menos o diâmetro da Terra. Xena deu novo fôlego ao debate No ano passado, o astrónomo Mike Brown anunciou ter descoberto perto de Plutão outro objecto idêntico, mas que até é maior. Chamou-lhe UB313 e sugeriu que passasse a chamar-se Xena e fosse considerado o décimo planeta do sistema solar. Isto desencadeou a busca de uma definição do que é um planeta, retomando as interrogações sobre Plutão. A IAU elaborou uma primeira proposta para votação, mas que entretanto suscitou uma contraproposta de astrónomos que prefeririam retirar Plutão da lista de planetas ou estabelecer uma nova forma de classificação. A IAU recuou e preparou uma proposta mais consensual. A proposta inicial da União Astronómica dizia que um planeta é um objecto com massa suficiente para ter uma forma arredondada, que orbita uma estrela e não é um satélite de outro planeta. Ora, nesta definição cabem Xena, e também Caronte, que até agora é referido como um satélite de Plutão, além de Ceres, que tem sido considerado um asteróide entre Marte e Júpiter, mas que é arredondado. O problema, dizem os críticos, é que esta definição abre as portas à nomeação de muitos outros planetas no sistema solar. Em causa estão, sobretudo, os objectos da Cintura de Kuiper, para lá de Neptuno, a cerca de 50 unidades astronómicas, o que significa dizer 50 vezes a distância da Terra ao Sol, que é de aproximadamente 150 milhões de quilómetros. É aí que vagueiam milhares de objectos que têm vindo a ser descobertos na última década, e os astrónomos acreditam que haverá muitos mais por descobrir. O Xena, por exemplo, encontra-se aí, e é muito parecido com Plutão. A descoberta desses objectos transneptunianos veio trazer novos dados, tal como os planetas encontrados fora do sistema solar. O primeiro foi o 51 Pegasi, que é idêntico a Júpiter, gigante e gasoso, e foi anunciado em Outubro de 1995 pelos astrónomos Michel Mayor e Didier Queloz, da Universidade de Genebra. Passados 11 anos, já se conhecem mais de 200 e a lista está sempre a ser actualizada. "Depois de sabermos isto tudo, estar apenas a pôr a etiqueta de planeta a mais um ou dois objectos é irrelevante", considera Rui Agostinho, director do Observatório Astronómico de Lisboa (OAL). Preferia "deixar tudo na mesma", diz. Optaria, mais tarde, por uma divisão dos planetas por classes. "Com a proposta [inicial] da IAU, não há razão para excluir outros que já foram descobertos." "Corremos o risco de passar a ter planetas novos todos os anos." "Se Plutão fosse descoberto hoje, não seria planeta", acrescenta Nuno Santos, do OAL, que tem feito investigação na área dos planetas extra-solares. É um "caçador de planetas" que já participou na descoberta de dezenas de novos objectos, inclusive o primeiro planeta rochoso fora do sistema solar, encontrado em 2004, que orbita a estrela mu Arae, da constelação de Ara. Os astrónomos já nem encaram Plutão como um planeta, observa. "É muito pequeno e tem uma órbita excêntrica." Além disso, adianta, em poucos anos serão descobertos mais planetas. "E estaremos sempre a renovar os manuais escolares."
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Gosto da série pelo mistério continuo e pelo suspense... cada episódio responde a uma parte duma questão mas coloca ainda mais questões... Além do Lost gosto da série 24. Já gostei mais do CSI:Las Vegas. Gostei imenso duma série chamada Roma. E há umas semanas deu uma série espectacular sobre mulheres que era a Letra L. Muito boa, muito boa mesmo.
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Esta torre é uma mentira. Comparada coma torre que tinha sido proposta no concurso e com as outras que tinham sido propostas este edificio não vale grande coisa. É mais uma torre em Nova Iorque.
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Alguém vê esta série. Hoje foi o último episódio.
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Novo Parque Oeste acrescenta 7,4 hectares de verde a Lisboa O Parque do Oeste, na Alta do Lumiar, em Lisboa, foi ontem inaugurado numa cerimónia que contou com a presença do presidente da Câmara de Lisboa, Carmona Rodrigues, e do vereador do Ambiente e dos Espaços Verdes, António Prôa. O novo parque urbano agora aberto ao público é o resultado de uma intervenção profunda de requalificação sobre um espaço que estava subaproveitado. Nesta primeira fase do projecto camarário, concluída em Abril deste ano, foi já reabilitada uma área de 7, 4 hectares. Considerado pela Câmara Municipal de Lisboa como detentor de um imenso valor ecológico, este espaço verde tem uma localização privilegiada, numa zona de vale, funcionando numa perspectiva de retenção das águas pluviais, pos- teriormente reaproveitadas na alimentação dos lagos, na rega do relvado e na manutenção sustentável de toda a vegetação existente no parque. "Uma das prioridades deste executivo é a utilização racional da água e o novo parque é um exemplo de aposta na conservação sustentável" adiantou o vereador António Prôa, acrescentando que o objectivo é dotar a população (em crescimento) da Alta do Lumiar de espaços verdes e desportivos. Durante a cerimónia inaugural, a animação foi uma constante. Na deslocação pelos corredores pedonais do parque, Carmona Rodrigues saudou os presentes, na maioria moradores que há muito ansiavam pelo novo espaço verde lisboeta, e ouviu algumas das suas queixas. A manutenção do parque está desde o início do mês a cargo da autarquia, estando planeadas mais duas fases de requalificação, cuja conclusão se prevê para 2008. in http://dn.sapo.pt/2006/07/30/cidades/novo_parque_oeste_acrescenta_74_hect.html
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Um dos arquitectos, Arq. João Morais, foi professor de aulas teóricas de Desenho Urbano na FAUTL. E é prof de projecto duma colega minha.
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By DAN JOLING, Associated Press Writer Mon Jul 24, 1:33 PM ET FAIRBANKS, Alaska - The museum on the hill looks like breaching whales. Or maybe the swooping white walls bring to mind shimmering northern lights. Or ships passing. Or the Earth's great tectonic plates shoved up and over one another. Architect Joan Soranno was not aiming for any particular image of Alaska in her design of the expanded University of Alaska Museum of the North. She wanted only to capture the spirit of the 49th state, and she found her inspiration in the wild land. "There are no straight lines in the landscape," she says. "This building very much plays off that." More than a decade in the planning, and built for $42 million, including $12.4 million in private donations, the expanded museum is essentially complete and offers visitors a dazzling venue for Alaska art and natural history. The center of the expansion is the 4,900-square-foot Rose Berry Alaska Art Gallery. It opened May 1, just in time for busloads of tourists that appear annually for the midnight sun. The territorial Legislature created the university in 1917, specifying it include a museum. It took until 1978 for the state Legislature to pay for a building designed for exhibits. That $6.4 million appropriation bought a 39,000-square-foot box that opened in 1980. A fraction of the museum's art was crowded around its natural history treasures — the Ice Age's only restored steppe bison mummy, Blue Babe; Alaska's largest public display of gold, including a palm-size nugget; and displays from the rich history of the far-flung Native Alaskans. The museum became a top attraction for visitors but an expansion, thought to be only a few years away, was put on hold. Museum director Aldona Jonaitis, a native of New York City, was hired in 1993 with the charge to enlarge the museum. Along with a doctorate in art history and archaeology in Northwest coastal art, she brought a flare for fundraising and an energy that pushed the stalled dream. Once Soranno and her firm, Hammel, Green and Abrahamson Inc. of Minneapolis, were on board to more than double the size of the museum, Jonaitis also clearly communicated that the expanded museum was not to be another box. "She had a grand vision," Soranno said. "That vision was to create a stunning piece of architecture." Soranno found design inspiration in Alaska's ice fields. "You see a glacier for the first time, everything about it is awesome," she said. "The shape, the form, the color, the blue was really memorable to me." "The way ice moves, that's what a lot of this geometry takes the inspiration from, where ice that's broken flows different ways, and then ice shifting on top of one another, I found fascinating," she said, her hands moving as planes and reinforcing her words. Visitors begin their museum experience before they get within a mile of the building. The museum can be seen from incoming jets or cars driving north from Anchorage. It's set high on a ridge overlooking the Tanana River Valley, a hundred miles of arboreal forest ending with the Alaska Range. As much sculpture as shelter, the walls are a pearlescent aluminum composite, glowing white in daytime and alpenglow when the sun is low. Soranno used the southern exposure and the mountain range to anchor visitors. Entering the building or stepping into the lobby from one of the galleries, they're likely to glimpse the horizon through one of two huge windows that punctuate the building's south side. "Even though the architecture is what I would call 'pretty aggressive,' I'd like to think it still defers to the landscape." One window is bisected by a "floating" staircase, the other by 38 steps that curve nearly back on themselves. Viewed from the street, people using the staircases add an element of movement to the exterior. To people inside, the south-facing windows open portals for light that play onto lobby walls throughout the day. The lobby's stairways meet on a second-floor "art bridge." Wide below and narrow above, the lobby is almost like a crevasse, Soranno said. "The shape and the form is interesting, but the space between the two forms is just as interesting," she said. The view promised by the windows pulls people up to the second floor, where they find the entrance to the art gallery. Gallery designer Mindy Lehrman of Seattle traded traditional white walls that set off exhibits for the drama of varying shades of glacier blue. The room opens from 16 feet at the entrance to a gaping 40 feet. "I felt that having worked on art museums, that you can't possibly do an art gallery in Alaska without playing with the sense of scale," Soranno said. "A space like the tip at 40 feet. To me, that is saying something about, again, Alaska, and this ideas of vastness." Just as she wanted a distinctive building, Jonaitis wanted the art gallery to make a statement. "Native and non-Native art is certainly of equivalent value," she said. In most galleries, white art is in one room, aboriginal in another. Craft — often the art made by women — is also isolated. The Berry Gallery juxtaposes native and non-Native, male and female, art and craft, ancient and contemporary. Oil paintings by Sydney Laurence, Eustace Ziegler and Ted Lambert stand near baskets of baleen or grass, carved walrus tusk ivory and ornate parkas made by Native Alaskans. The gallery features Alaska art made by visitors such as Ansel Adams and Rockwell Kent and a perspectives section allowing people without an art background to interpret pieces. And in a section devoted to Interior Alaska, the gallery offers perspectives on life near Fairbanks, including a 12-foot sculpture by Craig Buchanan of a stylized outhouse, a reminder that Alaska's scruffy second-largest city is not far from its pioneering past. "We've expanded the definition of art considerably," Jonaitis said, predicting that the piece will be one of the museum's most frequently photographed. "We want people to be able to laugh," she said. "Most art museums are so serious." ___ If You Go... UNIVERSITY OF ALASKA MUSEUM OF THE NORTH: 907 Yukon Drive, Fairbanks; http://www.uaf.edu/museum/ or 907-474-7505. Open May 15-Sept. 15, 9 a.m.-7 p.m. From Sept. 16-May 14, weekdays, 9 a.m.-5 p.m.; weekends, noon-5 p.m. Adults, $10; children, 7-17, $5. in http://p280.news.mud.yahoo.com/s/ap_travel/travel_trip_alaska_museum;_ylt=AsAQ6Hr1DEMeWCoq5.M11mg4ts8F;_ylu=X3oDMTA5bGVna3NhBHNlYwNzc3JlbA--
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Há uma arquitectura que ninguém refere que é a arquitectura militar. Enquanto uma é destruída há outra que é confrontada funcionalmente como por exemplo os bunkers israelitas e os bunkers do hezbollah. E depois existe o pós guerra. A questão no Libano é a seguinte? Valerá a pena investir em Beirute sabendo que se localiza num país fraco com fortes probabilidades de ter um grupo terrorista anti-semita no sul do país? Valerá a pena investir num país assim? E como arquitecto. Como deverá ele fazer um projecto de modo a resistir a um ataque aéreo?
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Não sei se faria sentido recuperá-los como Palácios. Mas digamos que podem muito bem ser úteis para outras coisas. Depois da queda da ditadura na Roménia os romenos debateram-se com o mesmo problema: Faria sentido continuar com aquele monstro? Sim. Continua ser o Parlamento da Roménia. As esculturas vão ser reconstruídas. Pelo menos existe esse desejo. Em relação ao Egipto existe uma questão que está a deixar franceses e ingleses a detestar um egipcio. Existe um obelisco do templo de Luxor em Paris. Faria sentido nos dias de hoje devolver o obelisco ao Egipto. Faria sentido devolver a Pedra de Roseta ao Egipto. Acho que não. Já passaram 5 anos e ainda não está nada lá feito. Um promotor imobiliário já sugeriu reconstruir as Twin Towers. Portanto a tua questão fica entre-aberta. Por outro no Japão. Os templos são destruídos e reconstruídos durante milénios... se faz sentido recuperar arquitecturas com vários milénios... sim faz sentido. Desde que a respectiva civilização se identifique com ela...
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Há um projecto de Jean Nouvel naquela zona...
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Sim. Podes começar a pensar fazer um Doutoramento sobre o assunto. Pois vai ser bastante útil para os 10 mil arquitectos que existirem quando terminares a tese. Os restantes 10 mil estarão noutros empregos ou lá fora. Temos um edificio que foi projectado para ser uma Igreja. Mais tarde torna-se num paiol durante a Guerra Civil. Depois o paiol explode. Mais tarde o antigo paiol transforma-se em casa de 50 familias. Transforma-se num bloco de apartamentos. Mais tarde um empresa imobiliária transforma o condominio em Hotel de 5 estrelas. O hotel fecha por causa de mais uma guerra civil. Transforma-se em quartel general. Transforma-se em fortaleza. Depois um missil israelita dum F16 destroi a fortaleza e kaput...
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Porto | Avenida dos Aliados | Álvaro Siza Vieira e Eduardo Souto de Moura
JVS replied to Legrias's topic in Arquitectura
A reacção da população em relação ao projecto é negativa. Porém os arquitectos não querem saber. Para quem é que os arquitectos projectam? Alguém sabe responder a esta questão? -
Londres | Ampliação do Tate Museum | Herzog & de Meuron
JVS replied to Dreamer's topic in Arquitectura
This site presents the proposals for a new extension to Tate Modern. This is an opportunity for you to see how the project is developing and how Tate is responding to local people's views.The site explains why Tate Modern needs to expand and the benefits of the proposed new activities and facilities. The designs will be submitted for planning approval in autumn 2006, with a decision expected early in 2007. There will be an opportunity to talk directly to the architects and members of the project team at one of the public meetings which will be held at Tate Modern in the coming months. The new development of Tate Modern will create the world's first museum designed to show the full breadth of contemporary art in the 21st century. The new project will: <LI class=maintext>Create the world's leading centre for contemporary art, which will be of benefit to both artists and our public and help Tate to develop one of the finest collections of contemporary art in the world. <LI class=maintext>Create a new landmark building for London, which will help it to maintain its position as the leading cultural and creative capital of the world. <LI class=maintext>Act as a catalyst for the further regeneration of Southwark. The new building will facilitate the greater integration of Tate with its local community and urban landscape, bringing maximum benefit to the local area. <LI class=maintext>Place education, life-long learning and the development of creative skills at the heart of what we do, enabling Tate to reach out to different audiences. Contribute substantial economic benefits to London as a whole and to Southwark in particular. in http://www.tate.org.uk/ -
Nova Marina de Cascais vai ter ícone arquitectónico da região Filipe Morais A Marina de Cascais vai ser requalificada. Apesar de ser um projecto recente, a actual Marina não se revelou completamente bem sucedida e os seus responsáveis optaram por um novo projecto, ontem apresentado na câmara, que visa elevá-la "à primeira divisão turística em que já estamos", na zona de Cascais, explicou aos jornalistas Pedro Garcia, administrador da Marcascais, responsável pelo empreendimento. A actual marina tem apenas fluxos de movimento, havendo períodos em que tem uma taxa de utilização reduzida, pelo que autarquia e promotores pretendem alterar essa situação. Assim, em 2007, deverá ser lançado o novo projecto, que conta com uma nova área de comércio, uma nova área náutica e, principalmente, com uma unidade hoteleira de 100 metros e 30 pisos, o Hotel da Luz, que vai ser "a âncora" do projecto, "como o farol de Alexandria, ou a Torre Eiffel da Paris de 1900", acrescentou Pedro Garcia. O presidente da Câmara Municipal de Cascais, António Capucho, entende que "arquitectonicamente é um projecto interessante e vai poder requalificar o comércio e permitir a construção de um hotel que será um ícone, uma escultura, com cerca de 200 quartos e que não interfere com a paisagem". O projecto do hotel é da responsabilidade do arquitecto Pedro Appleton e prevê o recurso às energias renováveis. Capucho destaca o facto de o projecto, que terá um investimento de cerca de 165 milhões de euros, poder "criar emprego" e revitalizar o turismo de Cascais, mas admitiu que espera muita polémica. "É natural, porque é muito ambicioso", disse, lembrando que a Nova Marina de Cascais foi declarada como Projecto de Interesse Nacional pela Agência Portuguesa para o Investimento. As obras só poderão começar depois do Campeonato do Mundo de Vela, em 2007, pelo que o prazo de "2009 seria óptimo".
