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JVS

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Everything posted by JVS

  1. Em principio não vou. Outubro vai ser um mês complicado.
  2. http://blx.cm-lisboa.pt/gca/index.php?id=1078
  3. Câmara de Lisboa aprova Plano do Vale de Santo António A Câmara Municipal de Lisboa aprovou, ontem, o Plano de Urbanização do Vale de Santo António (PUVSA), promovido pela EPUL sob responsabilidade de uma equipa liderada pelo arquitecto Manuel Fernandes de Sá. O documento será agora submetido à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo. O Plano do Vale de Santo António prevê um parque urbano de sete hectares de áreas verdes de fruição; um parque multigeracional de dois hectares para actividades lúdicas e de lazer; a transformação da Avenida Mouzinho de Albuquerque numa Alameda; a construção – já em curso – da Biblioteca Central e Arquivo Municipal de Lisboa, equipamento da autoria dos arquitectos Manuel Aires Mateus e Alberto de Souza Oliveira, dotado de várias valências culturais e que se ligará a um centro cívico constituído por espaços comerciais onde se incluirão cinemas, health clubs e jogos; e ainda a construção de um complexo desportivo a projectar pelo arquitecto Souto Moura. O Plano do Vale de Santo António contempla a construção em meia-encosta, respeitando a morfologia do terreno – Lisboa, cidade de colinas –, libertando o vale para áreas verdes. Está prevista a promoção de habitação para jovens e para venda a cooperativas, assegurando-se a integração urbana e social dos habitantes dos edifícios que resultaram dos Programas Especiais de Realojamento, já existentes nesta área. O desenvolvimento de todo este programa no Vale de Santo António terá um significativo impacto urbano, social e económico, prevendo-se a criação de cerca de 1.500 postos de trabalho directos na construção civil, durante um período de 10 anos, e a fixação de 3.600 postos de trabalho definitivos com a conclusão do empreendimento. Entre população residente e flutuante, são esperadas perto de 20 mil pessoas na zona. A área total de intervenção da EPUL abrange 45 hectares, estimando-se a construção de cerca de 387 mil metros quadrados de habitação, comércio e serviços e de 108 mil metros quadrados de equipamentos. O investimento total previsto, público e privado, rondará os 600 milhões de euros. IN http://www.epul.pt/?id_categoria=8&id_item=134
  4. 04/07/2006 Vale de Santo António acolhe investimento de 600 M€ O plano de urbanização do Vale de Santo António (PUVSA) foi apresentado na semana passada, contemplando a requalificação urbanística e a revitalização de uma área de 45 ha numa zona central de Lisboa, entre a Penha de França, o Alto de S. João e o Rio Tejo. Embora seja a EPUL a grande orientadora do projecto urbanístico, o desafio é também lançado a promotores e construtores imobiliários que se queiram associar neste projecto, pelo que o investimento global de 600 milhões de euros (M€) deverá resultar de capitais públicos e privados. De acordo com o documento apresentado, o total da área edificada é de 387.500 m2, dos quais 327.500 m2 se destinam a habitação (85% da área edificada). O projecto aposta numa centralidade de negócios, comércio e lazer, prevendo que todo o empreendimento viva em torno do centro cívico. Desta forma cerca de 60.000 m2 serão destinados a actividades terciárias, o que corresponde respectivamente e 15% do total da área edificada. Actualmente existem na área cerca de 120.000 m2 de construção, o que somado à nova construção, totaliza 507.500 m2. Segundo o PUVSA, o Centro Cívico, constituído pela Biblioteca e Arquivo Municipal e pelo edifício localizado a Norte, que aglomerará habitação, comércio, serviços e alguns equipamentos, entre os quais se destaca a Igreja e o Centro Pastoral, será o principal motor da centralidade que se pretende fomentar. A construção da nova Biblioteca Central e o Arquivo Municipal de Lisboa iniciou-se a 8 de Setembro de 2005. De acordo com o projecto, está a ser edificado um novo edifício que irá conjugar ambas as valências, para além de um Centro de Convenções que servirá a cidade. Representando um investimento de 40 milhões de euros, o novo complexo programado, dispõe de cerca de 43 mil metros quadrados de área útil. Este complexo cultural contempla uma área coberta total de 51.216 m2. A área de construção acima do solo será de cerca de 35 mil m2 distribuídos por 12 pisos, sendo que abaixo do solo serão edificados cerca de 16 mil m2, distribuídos por cinco pisos em cave com 300 lugares de estacionamento. http://www.vidaimobiliaria.com/noticias.asp?codigo=1501&ano_arquivo=2006&mes_arquivo=7
  5. Cultura inspira urbanização no Vale de Santo António Filipe Morais É uma zona com potencial paisagístico, no centro de Lisboa e que está desocupada. O Vale de Santo António não está aproveitado pela cidade, pelo que a Empresa Pública de Urbanismo de Lisboa (EPUL) apresentou ontem um plano de urbanização para uma zona de 44 hectares e que tem uma biblioteca como pedra basilar. O plano foi também ontem aprovado em reunião de câmara. O projecto prevê um investimento de cerca de 600 milhões de euros, mas ainda não tem prazos definidos para a sua conclusão, segundo o presidente da EPUL, João Pereira Teixeira. O plano de urbanização é coordenado pelo arquitecto Manuel Fernandes de Sá. A Biblioteca e Arquivo Municipal é um projecto do arquitecto Manuel Aires Mateus, que Manuel Fernandes de Sá considera ser "uma cara forte do projecto, um objecto de fundação", à semelhança dos "castelos ou mosteiros de antigamente" que condicionou o restante plano. A zona do Vale de Santo António, no centro de Lisboa, está definida entre a Penha de França, o Alto de São João e o rio Tejo. A Avenida Mouzinho de Albuquerque é o eixo viário estruturante, característica reforçada no novo plano. A Rua do Vale de Santo António, apesar de não integrar o plano em causa, mostra bem as características da zona, com uma maioria da população envelhecida, vias empedradas, edifícios degradados e com um comércio de cariz tradicional. Manuel Fernandes de Sá sublinha que esta "área apesar de estar numa zona central de Lisboa, tem uma condição periférica e é desorganizada", mesmo tendo uma "boa acessibilidade e potencial paisagístico". A intervenção vai "reperfilar a Mouzinho de Albuquerque, com um separador central e será fortemente arborizada", para fazer depois ligação a uma circular interna, já designada como Circular das Colinas". À superfície, está previsto "um anel viário para o trânsito local e outro nível com vias partilhadas em que os peões mandam". Devido ao Plano Especial de Realojamento, já em curso, "foi preciso criar ali mais 1200 lugares de estacionamento", num total de 1750 à superfície e 650 em silos. O plano prevê mais 390 mil metros quadrados de construção, sendo que "85% são para habitação e 15% para o sector terciário". A EPUL adianta que, no total, serão 507 500 metros quadrados de construção, ainda abaixo do permitido pelo Plano Director Municipal, com casas para jovens e idosos. A biblioteca projectada por Manuel Aires Mateus tem um orçamento de cerca de 40 milhões de euros e tem a sua primeira fase já em obra. Devido à morfologia do terreno - um vale - é necessário concluir a construção de um muro de contenção, para depois arrancar a biblioteca, que o arquitecto admite "estar pronta em 2009, apesar dos prazos mais optimistas apontarem para 2008". O edifício terá 60 metros de altura, 40 de largura, com uma arquitectura que privilegia a vista para o Tejo e a luz", acrescenta. O plano não descura o desporto e inclui um estádio de futebol desenhado por Souto Moura, autor do premiado Estádio de Braga. O complexo, com 25 mil metros quadrados e bancadas para quatro mil lugares, visa servir os clubes locais. Manuel Aires Mateus diz que "é conhecida a qualidade do arquitecto em estádios de futebol e estamos ansiosos à espera deste projecto". No centro cívico haverá ainda um centro de convenções, dois auditórios, zonas de restauração e uma unidade de apoio sénior, com um centro de dia. Os espaços verdes não são esquecidos e haverá um parque de 60 mil metros quadrados, a dimensão de quase dez campos de futebol. Para o plano avançar, falta ainda a apresentação de três planos de pormenor à Câmara de Lisboa, o que deverá acontecer nos próximos dois meses, seguindo-se depois os trâmites legais, com a respectiva aprovação pela autarquia, bem como pela Comissão Coordenadora de Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale d o Tejo. IN http://dn.sapo.pt/2006/06/29/cidades/cultura_inspira_urbanizacao_vale_san.html
  6. Quanto custa à Parque Expo a manutenção do Parque das Nações (PN)? A gestão urbana (limpeza, manutenção dos espaços verdes, tratamento de resíduos, semaforização) custa cerca de sete milhões de euros por ano repercutidos nos terrenos de Lisboa (quatro quintos) e Loures. A infra-estruturação dos terrenos que ainda estão para vender, nas zonas periféricas do PN, custa todos os anos quatro a cinco milhões de euros à Parque Expo. E quanto é que a PE obtém de receitas dessa gestão urbana? A receita da PE, que provém da concessão de alguns espaços públicos, é simbólica, porque todas as taxas são cobradas pelos municípios. É um caso único em Portugal, em matéria de gestão urbana quem presta o serviço não é quem cobra os proveitos, que vão para as câmaras municipais. A PE, é certo, será ressarcida, mas seria normal que tivesse uma parte das taxas. A transferência para Loures está mais atrasada. Porquê? Loures tem mais dificuldades financeiras e propôs um modelo diferente de ressarcimento que passava por criar uma sociedade bilateral com maioria de capital do município. Essa sociedade assumiria as dívidas da câmara à PE, faria a gestão urbana do PN norte e assumiria operações de requalificação urbana em áreas de degradadas de Loures. Seria essa sociedade a gerar fundos para pagar à PE. Uma sociedade de reabilitação urbana? Poderia vir a ser uma SRU, mas o que estava definido era uma sociedade de gestão urbana bipartida, herdando a filosofia da sociedade tripartida, inicialmente pensada, que não chegou a avançar porque Lisboa não esteve interessada. O que atrasou as negociações...? A PE estava receptiva à solução bipartida, mas achamos que deveríamos acabar primeiro as negociações com Lisboa. Com Loures, o modelo é mais complicado de montar. Houve preferência em fechar com Lisboa porque permitiria reduzir muito o passivo e resolver o problema com os cerca de 40 trabalhadores que asseguram o controlo dos acessos aos recinto do PN. Quanto é que Loures terá de pagar? Cerca de 37, 38 milhões de euros. A requalificação urbana em Loures seria uma boa oportunidade para a PE? Pode ser interessante e uma oportunidade para a PE fazer outros negócios na sua área de core business. Havia outros projectos em carteira? Havia a ideia da cidade administrativa, que consistia em retirar ministérios do Terreiro do Paço e relocalizá-los em Belém. Ajuda e Chelas. Aqui, o projecto seria realizado pela PE, sendo que não se limitaria à transferência dos ministérios, mas seria uma oportunidade de fazer a requalificação urbana e social do vale de Chelas. A PE poderia fazer um trabalho excelente. Provavelmente, será feito por uma SRU de Lisboa ou pela EPUL. Há alguma mágoa... Eu gostava que a PE pudesse ter um grande projecto de renovação urbana de raiz pública, que substituísse os Polis. Gostava que fosse dada à PE a possibilidade de intervir num grande terreno público carecendo de requalificação. Com os terrenos usados no aumento de capital do Estado... Os terrenos a norte do Trancão seriam interessantíssimos e permitiriam prolongar o PN para norte. São terrenos da Galp e da Refer . Aposta no futuro da PE como agência de requalificação urbana? A PE deu lucros em 2001, 2002 e 2004, e penso que pode mantê-los em 2005 e 2006. Depois, e com a cessação da facturação dos Polis, que permitem um encaixe de 40 milhões de euros, e com o fim da venda dos lotes e edifícios, a PE terá de ter novos contratos e entrar em novos projectos. E quando falo a partir de 2007 significa que é necessário obter esses novos projectos já. Só isso garantirá a sua viabilidade? A marca PE é um activo importante, mas eu vejo em Portugal inexplicáveis reacções de inveja. No estrangeiro há grande admiração pelo que foi feito no PN, mas nós temos a tendência para subalternizar o que fizemos. Em certos países europeus a renovação urbana, implicando a requalificação das cidades e a reabilitação propriamente dita, atinge 50% da nova construção. E em Portugal esse numero é de 5,6%. Isso dá-nos a ideia do mercado a explorar. E há dinheiro para isso? A crise orçamental não tem criado o clima mais favorável a que as autarquias e o Estado avancem com operações desta natureza... A gestão do dinheiro das autarquias também não tem sido a melhor... Talvez, mas as autarquias também são colhidas pela crise. Ainda assim, entendo que deveriam lançar agora projectos de reabilitação urbana, já que se trata de acções a longo prazo que podem ser feitas em parceria com privados, pois há uma parte destas operações auto- -sustentável economicamente. Dividir o risco com privados? Sim. São projectos que se arrastam vários anos e a crise orçamental não se eternizará. IN http://dn.sapo.pt/2005/06/20/suplemento_negocios/a_gestao_urbana_parque_nacoes_custa_.html
  7. O novo e renovado Palácio do Gelo vai abrir em Março de 2007, sendo o segundo maior centro comercial da Península Ibérica. Vai dispor de 200 lojas, 12 salas de cinema, restaurantes, spa e uma nova pista de gelo, que dá nome ao shopping. O investimento, promovido pelo Grupo Visabeira, ronda os cem milhões de euros, ocupa 175 mil metros quadrados, divididos por nove pisos e irá empregar mais de três mil pessoas. O empreendimento surgiu a partir do velhinho Palácio do Gelo, inaugurado há dez anos e que na altura se traduziu num complexo de congressos, desporto e lazer e que revolucionou o lazer na região ao introduzir a primeira pista de gelo coberta do País. Situado na Rotunda de Nelas, em plena circular sul, contará com bons acessos e irá ainda dividir a área com escritórios e a sede do grupo promotor. Factos e números que já suscitam preocupações com a Associação Comercial do Distrito de Viseu encabeçada por Gualter Mirandez, a alertar para o facto de a nova estrutura poder conduzir ao "descalabro do comércio tradicional", defendendo por isso uma parceria entre o Grupo Visabeira e a associação, por forma "a minorar o impacto no comércio tradicional". Durante a apresentação do edifício, ontem, Pedro Reis, vice-presidente da Visabeira, relembrou o início da odisseia, que começou há um ano e que se "traduz nas maiores obras de sempre". Isto porque ao "ao longo dos últimos dez anos o Palácio do Gelo foi ampliado por algumas vezes", no entanto, "estas são as obras de maior dimensão efectuadas e que permitem ao complexo, em termos de grandeza, ficar logo a seguir ao Colombo, em Lisboa". A pista de gelo, que deu nome ao complexo, apesar de manter as actuais dimensões, "irá passar para um piso superior", adianta. Quanto ao "palácio", irá manter as suas vertentes na área desportiva, dispondo de uma piscina olímpica coberta e mais três de menores dimensões, squash e ginásios. A aposta na área da saúde reflecte-se no spa e no clube da saúde. Estes equipamentos irão usufruir dos dois primeiros pisos, sendo que serviços e hipermercado ficam no piso 3, enquanto as restantes lojas ocuparão o piso 4 e 5. Os cinemas e a cultura irão ficar instalados no piso 6. Já o piso 7 receberá a pista de gelo, terraços e restaurantes, enquanto os dois últimos pisos irão receber escritórios. Um investimento que leva Fernando Nunes, presidente do Conselho de Administração do Grupo Visabeira, a apontá-lo como "exemplo de política de desenvolvimento feita por um grupo multinacional mas com origens e sede em Viseu", disse. Grupo que desenvolve negócios em diversas áreas e tem crescido a uma média anual de 17%, atingindo em 2005 os 330 milhões de euros de volume de negócios. IN http://dn.sapo.pt/2006/09/20/cidades/viseu_recebe_segundo_maior_centro_co.html
  8. A directora do Centro de Congressos de Lisboa, Maria João Rocha de Matos, revelou em entrevista à revista Turisver que a nova estrutura arranca em 2010 e espera que os três equipamentos que o Parque das Nações vai ter (Centro de Congressos, FIL e Pavilhão Atlântico) funcionem como complementares e não como concorrentes. Maria João Rocha de Matos traçou o perfil desta nova estrutura que, em vez de ser mais um pavilhão, está projectada para vir a ser “um Centro de Congressos Multiusos com uma pequena área de exposição e que sirva os eventos de maior dimensão”, tendo salientado ainda que “não se trata de concorrer com o Pavilhão Atlântico”. A directora do Centro de Congressos de Lisboa espera que o arranque do novo espaço aconteça em 2010 e salientou que para ser cumprida “estamos no limite para começar a construí-lo de forma a estar pronto nessa data”. A Praça Sony, onde se localizará o novo Centro de Congressos, terá ainda um hotel e um auditório para 3.000 pessoas, “capacidade que já nos permite captar eventos maiores”. Fonte: Turisver
  9. Existem Seguros contra Terramotos? Imaginem: O Sr. X investe 100 milhões de dólares num projecto em LA. Passados 5 anos há um terramoto. O Seguro paga-lhe quanto pelo sinistro? Alguém sabe a resposta?
  10. VIDEO DO PROJECTO PARA LISBOA http://www.youtube.com/watch?v=MRuNT8eXU8k
  11. Critical regionalism is an approach to architecture that strives to counter the placelessness and lack of meaning in Modern Architecture by using contextual forces to give a sense of place and meaning. The term critical regionalism was first used by Alexander Tzonis and Liane Lefaivre and later more famously by Kenneth Frampton. Frampton put forth his views in "Towards a Critical Regionalism: Six points of an architecture of resistance." He evokes Paul Ricoeur's question of "how to become modern and to return to sources; how to revive an old, dormant civilization and take part in universal civilization". According to Frampton, critical regionalism should adopt modern architecture critically for its universal progressive qualities but at the same time should value responses particular to the context. Emphasis should be on topography, climate, light, tectonic form rather than scenography and the tactile sense rather than the visual. Frampton draws from phenomenology to supplement his arguments. As put forth by Tzonis and Lefaivre, critical regionalism need not directly draw from the context, rather elements can be stripped of their context and used in strange rather than familiar ways. Here the aim is to make aware of a disruption and a loss of place that is already a fait accompli through reflection and self-evaluation. Critical regionalism is different from regionalism which tries to achieve a one-to-one correspondence with vernacular architecture in a conscious way without consciously partaking in the universal. Critical regionalism is considered a particular form of post-modern (not to be confused with postmodernism as architectural style) response in developing countries. Architects who have used such an approach in some of their works include B.V.Doshi, Charles Correa, Alvaro Siza, Geoffrey Bawa, Raj Rewal, Tadao Ando, Mack Scogin / Merrill Elam, Ken Yeang, William S.W. Lim, Tay Kheng Soon and Tan Hock Beng. IN http://en.wikipedia.org/wiki/Critical_Regionalism
  12. Postmodernity (also called post-modernity or the postmodern condition) is a term used to describe the social and cultural implications of postmodernism. The term is used by philosophers, social scientists, art critics and social critics to refer to aspects of contemporary art, culture, economics and social conditions that are the result of the unique features of late 20th century and early 21st century life. These features include globalization, consumerism, the fragmentation of authority, and the commoditization of knowledge Postmodernism and postmodernity There are multiple positions on the differences between postmodernity and postmodernism.[citation needed] One position says that postmodernity is a condition or state of being, or is concerned with changes to institutions and conditions (Giddens 1990) - whereas postmodernism is an aesthetic, literary, political or social philosophy. Postmodernism is the "cultural and intellectual phenomena" while postmodernity is focused on social and political outworkings in society. [edit] Uses of the term The term postmodernity is used in a number of ways. Most generally, postmodernity is the state or condition of being postmodern (i.e., after or in reaction to what is modern), particularly in reference to postmodern art and postmodern architecture. In philosophy and critical theory, postmodernity more specifically refers to the state or condition of society which is said to exist after modernity. A related term is postmodernism, which refers to movements, philosophies or responses to the state of postmodernity, or in reaction to modernism. Most theorists of postmodernity view it as a historical condition that marks the reasons for the end of modernity, which is defined as a period or condition loosely identified with the Industrial Revolution, or the Enlightenment. One "project" of modernity is said to have been the fostering of progress, which was thought to be achievable by incorporating principles of rationality and hierarchy into aspects of public and artistic life. (see also post-industrial, Information Age). This usage is ascribed to the philosophers Jean-François Lyotard and Jean Baudrillard. Lyotard understood modernity as a cultural condition characterized by constant change in the pursuit of progress, and postmodernity to represent the culmination of this process, where constant change has become a status quo and the notion of progress, obsolete. Following Ludwig Wittgenstein's critique of the possibility of absolute and total knowledge, Lyotard also further argued that the various metanarratives of progress - such as positivist science, Marxism, and structuralism - were defunct as methods of achieving progress. The literary critic Fredric Jameson and the geographer David Harvey have identified post-modernity with "late capitalism" or "flexible accumulation;" that is, the stage of capitalism following finance capitalism. This stage of capitalism is characterized by a high degree of mobility of labor and capital, and what Harvey called "time and space compression." They suggest that this coincides with the breakdown of the Bretton Woods system which they believe defined the economic order following the Second World War. (See also Consumerism, Critical theory) Many philosophers, particularly those seeing themselves as being within the modern project, use post-modernity with the reverse implication: the presumed results of holding post-modernist ideas. Most prominently this includes Jürgen Habermas and others who contend that post-modernity represents a resurgence of long running counter-enlightenment ideas. "Post-modernity" is also used to demark a period in architecture beginning in the 1950's in response to the International Style, or an artistic period characterized by the abandonment of strong divisions of genre, "high" and "low" art, and the emergence of the global village. Postmodernity is said to be marked by the re-emergence of surface ornament, reference to surrounding buildings in urban architecture, historical reference in decorative forms, non-orthogonal angles such as the Sydney Opera House and the buildings of Frank Gehry. For some of its critics, "post modernism" is simply cynical belief, the dissolution of cause and effect, the absence of order. Descriptions [edit] Philosophy and critical theory The relationship between "postmodernity" and critical theory, sociology and philosophy is fiercely contested. This debate has two distinct elements that are often confused: (1) the nature of contemporary society and (2) the nature of the critique of contemporary society. The first of these debates is concerned with accounting for the changes that have taken place between the past 25 and 50 years. There are broadly three principal camps. First, theorists such as Callinicos (1991) and Calhoun (1995) offer a conservative position on the nature of contemporary society underplaying the significance and extent of socio-economic changes emphasising a continuity with the past. Second, is a range of theorists who have tried to theorise the present as a signficant development of the modern project into a second phase that is distinct from the first but modernity nevertheless. This has been termed the "second" or "risk" society by Ulrich Beck (1986), "late" or "high" modernity by Giddens (1990, 1991), "liquid" modernity by Zygmunt Bauman (2000), and the "network" society by Castells (1996, 1997). Third, are those theorists who argue that contemporary society has moved into a phase distinct from modernity, an era literally "post" modernity. The most prominent proponents of this position is Lyotard and Baudrillard. The second group, often confused with the first, tackles another set of issues altogether concerning the nature of critique. These debates are often a replaying of debates over (what can be crudely termed) universalism and relativism, where modernism is seen to represent the former and postmodernism the latter. A sophistocated rendition of this debate can be found between Seyla Benhabib (1995) and Judith Butler (1995) in relation to feminist politics. Benhabib argues that postmodern critique comprises three main elements: an anti-foundationalist conception of the subject and identity, the death of History (and notions of teleology and progress), and the death of Metaphysicas defined as the search for objective Truth - which can all have strong and weak variations. Benhabib argues forcefully against these positions as she holds that they undermine the basises from which a feminist politics can be founded as strong versions of postmodernism remove the possibility for agency, sense of self-hood, and the appropriation of women’s history in the name of an emancipated future. The denial of normative ideals removes the possibility for utopia, central for ethical thinking and democratic action. Butler responds to Benhabib by arguing that her use of "postmodernism" is an expression of a wider paranoia over anti-foundationalist philosophy, in particular, poststructuralism. “A number of positions are ascribed to postmodernism - Discourse is all there is, as if discourse were some kind of monistic stuff out of which all things are composed; the subject is dead, I can never say “I” again; there is no reality, only representation. These characterizations are variously imputed to postmodernism or poststructuralism, which are conflated with each other and sometimes conflated with deconstruction, and understood as an indiscriminate assemblage of French feminism, deconstruction, Lacanian psychoanalysis, Foucauldian analysis, Rorty’s conversationalism, and cultural studies ... In reality, these movements are opposed: Lacanian psychoanalysis in France positions itself officially against poststructuralism, that Foucauldian rarely relate to Derridideans ... Lyotard champions the term, but he cannot be made into the example of what all the rest of the purported postmodernists are doing. Lyotard’s work is, for instance, seriously at odds with that of Derrida” Butler uses this debate over the definition of "postmodernism" to demonstrate how philosophy is implicated in power relationships. She defends poststructuralist critique by arguing that the critique of the subject is not the end but the beginning of analysis as the questioning of accepted "universal" and "objective" norms is the first task of enquiry. There is no simple definition of a postmodern theorists as the very definition of postmodernity itself is contested, as the Benhabib-Butler debate demonstrates. For example, Michel Foucault rejected the label of postmodernism explicitly in interviews, but is seen by many, such as Benhabib, to advocate a form of critique that is "postmodern" as it breaks with the utopian and transcendental nature of "modern" critique by calling universal norms of the Enlightenment into question. Giddens (1990) rejects this characterisation of modern critique by pointing out that a critique of Enlightenment universals were central philosophers of the modern period, most notably Nietzsche. The debates continues. Another prominent position in philosophy is generally associated with modern critical theory, particularly with Jürgen Habermas. It argues that the modern project is not finished, and that universality cannot be so lightly dispensed with. In general, the use of the term in this context argues that postmodernity is a consequence of holding postmodern ideas. It is generally a negative term in this context. Post Modern Architecture Postmodernity or postmodern architecture is a period whose first examples are generally cited as being from the 1950s, which runs through the present. Postmodernity in architecture is generally thought to be heralded by the return of "wit, ornament and reference" to architecture in response to the formalism of the International Style of modernism. As with many cultural movements, one of postmodernism's most pronounced and visible ideas can be seen in architecture. The functional and formalized shapes and spaces of the modernist movement are replaced by unapologetically diverse aesthetics: styles collide, form is adopted for its own sake, and new ways of viewing familiar styles and space abound. in WIKIPEDIA
  13. A arquitectura brutalista foi um movimento arquitetônico desenvolvido por arquitetos modernos em meados das décadas de 50 e 60. O brutalismo desenvolveu-se a partir de uma radicalização de determinados preceitos modernos. Apesar de hoje ser chamado como movimento, não se constituiu efetivamente de um projeto coletivo com ideais comuns. O brutalismo privilegiava a verdade estrutural das edificações, de forma a nunca esconder os seus elementos estruturais (o que se conseguia ao tornar o concreto armado aparente ou destacando os perfis metálicos de vigas e pilares). Apesar das duras críticas dos brutalistas à "ornamentação desnecessária", em muitos casos eles mesmos se viram em situações formalistas ao extremo. Os últimos projetos de Le Corbusier costumam ser apontados como prenunciadores do movimento. Os projetos do arquiteto contemporâneo Tadao Ando também costumam ser chamados de brutalistas. No Brasil, a arquietura brutalista, juntamente do construtivismo russo influenciou a obra de diversos representantes da chamada Escola Paulista, dentre os quais João Batista Vilanova Artigas. Retirado de "http://pt.wikipedia.org/wiki/Arquitetura_brutalista"
  14. A arquitetura pós-moderna é um termo genérico para designar uma série de novas propostas arquitetônicas cujo objetivo foi o de estabelecer a crítica à arquitetura moderna, à partir dos anos 60 até o início dos anos 90 . Seu auge é associado à década de 80 (e final da década de 70) em figuras como Robert Venturi, Philip Johnson e Michael Graves nos Estados Unidos, Aldo Rossi na Itália, e na Inglaterra James Stirling e Michael Wilford, entre outros. Os arquitetos pós-modernos utilizaram uma série de estratégias para estabelecer a crítica do modernismo, principalmente a sua versão mais difundida e homogênea: o estilo internacional. Entre estas estratégias a principal foi a reavaliação do papel da história, reabilitada na composição arquitetônica, principalmente como meio de provocação e crítica à austeridade do modernismo. Philip Johnson (antes um ávido defensor do estilo internacional), por exemplo, adotou uma postura irônica em seus projetos utilizando um "armário antigo" como referência formal para o seu edifício da AT&T em Nova Iorque. Outros arquitetos adotaram padrões de ornamento e formas de composição antigas. A cidade histórica foi re-estudada em busca da reabilitação da escala humana no urbanismo por Rob Krier, entre outros. Outras tendências podem ser associadas aos pós-modernos, como o interesse pela cultura popular e a atenção para o contexto de inserção do projeto. Robert Venturi, por exemplo, chamou atenção para as muitas formas de arquitetura vernacular (produzidas segundo uma estética da cultura popular) em seu livro Aprendendo com Las Vegas. Aldo Rossi, por sua vez, preocupou-se com a relação entre o novo projeto e os edifícios existentes acompanhando a escala, altura e modulação destes. Esta postura de congregação entre o novo e o antigo convencionou-se chamar de contextualismo. Pós-modernismo nos anos 60 As críticas à arquitetura moderna ganharam força nos anos 60 através de figuras como a socióloga e ativista política Jane Jacobs e o arquiteto e matemático Christopher Alexander. Ambos criticam através de observações sociológicas a escala monumental e a impessoalidade do modernismo. Suas críticas, dirigidas principalmente à visão urbanística anterior, apontam a desagregação das comunidades e das relações humanas como resultado dos preceitos modernos. Em sua expressão inicial as tendências pós-modernas estão ligadas ao movimento de contra-cultura nos anos 60. Pós-modernismo nos anos 70 e 80 A imagem que temos hoje da arquitetura pós-moderna é associada principalmente à década de 80. Alguns elementos utilizados nos projetos desta época fizeram da pós-modernismo imediatamente reconhecível como estilo, mas foram responsáveis também pela criação de uma imagem estereotipada e caricatural do "movimento". O uso irônico exagerado de referências históricas, a repetição sem critério do uso do frontão como elemento de coroação do prédio, ou a explosão de cores (características que podem ser observadas na Piazza d'Italia de Charles Moore, FIGURA), são alguns desses elementos. Estes foram compreendidos como um estilo a ser repetido e não como crítica à austeridade sisuda do chamado modernismo. O pós-modernismo na arquitetura tem também uma forte ligação com os espaços comerciais e sua expressão máxima: o shopping center. Esta ligação fez com que o estilo fosse associada à nova cultura do consumo, representando valores passageiros e menores. Esta noção foi reforçada pela adoção do estilo por grandes empresas internacionais, que buscavam uma nova imagem corporativa. O edifício da AT&T de Philip Johnson é o principal exemplo desta tendência. in http://pt.wikipedia.org/wiki/Arquitetura_p%C3%B3s-moderna
  15. Chama-se genericamente modernismo (ou movimento moderno) o conjunto de movimentos culturais, escolas e estilos que permearam as artes e o design da primeira metade do século XX. Apesar de ser possível encontrar pontos de convergência entre os vários movimentos, eles em geral se diferenciam e até mesmo se antagonizam. Encaixam-se nesta classificação a literatura, a arquitetura, design, pintura, escultura e a música modernas. O movimento moderno baseou-se na idéia de que as formas "tradicionais" das artes plásticas, literatura, design, organização social e da vida cotidiana tornaram-se ultrapassados, e que fazia-se fundamental deixá-los de lado e criar no lugar uma nova cultura. Esta constatação apoiou a idéia de re-examinar cada aspecto da existência, do comércio à filosofia, com o objetivo de achar o que seriam as "marcas antigas" e substituí-las por novas formas, e possivelmente melhores, de se chegar ao progresso. Em essência, o movimento moderno argumentava que as novas realidades do século XX eram permantentes e imanentes, e que as pessoas deveriam se adaptar as suas visões-de-mundo a fim de aceitar que o que era novo era também bom e belo. A palavra moderno também é utilizada em contraponto ao que é ultrapassado. Neste sentido ela é sinônimo de contemporâneo, embora do ponto de vista histórico-cultural, moderno e contemporâneo abrangem contextos bastante diversos. IN http://pt.wikipedia.org/wiki/Modernismo Modernism is a term which covers a variety of political, cultural and artistic movements rooted in the changes in Western society at the end of the 19th century and beginning of the 20th century. Broadly, modernism describes a series of progressive cultural movements in art and architecture, music, literature and the applied arts which emerged in the decades before 1914. Embracing change and the present, modernism encompasses the works of artists, thinkers, writers and designers who rebelled against late 19th century academic and historicist traditions, and confronted the new economic, social and political aspects of the emerging modern world. In the search for continual improvement that characterizes modernism, individual modern movements often disclaim the authenticity of other modern movements over issues such as the relative importance of objectivity and subjectivity, simplicity versus complexity, high versus low and other perceived dichotomies. The reconciliation of apparent opposites has then given rise to additional modernist forms. Some divide the 20th century into modern and postmodern periods, whereas others see them as two parts of the same movement. This article will focus on the movement that grew out of the late 19th and early 20th century, while Postmodernism has its own article. Modernism's goals Many modernists believed that by rejecting tradition they could discover radically new ways of making art. Arnold Schoenberg believed that by ignoring traditional tonal harmony, the hierarchical system of organizing works of music which had guided music making for at least a century and a half, and perhaps longer, he had discovered a wholly new way of organizing sound, based in the use of twelve-note rows (See Twelve-tone technique). This led to what is known as serial music by the post-war period. Abstract artists, taking as their examples the Impressionists, as well as Paul Cézanne and Edvard Munch, began with the assumption that color and shape formed the essential characteristics of art, not the depiction of the natural world. Wassily Kandinsky, Piet Mondrian, and Kazimir Malevich all believed in redefining art as the arrangement of pure colour. The use of photography, which had rendered much of the representational function of visual art obsolete, strongly affected this aspect of modernism. However, these artists also believed that by rejecting the depiction of material objects they helped art move from a materialist to a spiritualist phase of development. Other modernists, especially those involved in design, had more pragmatic views. Modernist architects and designers believed that new technology rendered old styles of building obsolete. Le Corbusier (born Charles-Edouard Jeanneret) thought that buildings should function as "machines for living in", analogous to cars, which he saw as machines for travelling in. Just as cars had replaced the horse, so modernist design should reject the old styles and structures inherited from Ancient Greece or from the Middle Ages. Following this machine aesthetic, modernist designers typically reject decorative motifs in design, preferring to emphasise the materials used and pure geometrical forms. The skyscraper, such as Ludwig Mies van der Rohe's Seagram Building in New York (1956 – 1958), became the archetypal modernist building. Modernist design of houses and furniture also typically emphasised simplicity and clarity of form, open-plan interiors, and the absence of clutter. Modernism reversed the 19th century relationship of public and private: in the 19th century, public buildings were horizontally expansive for a variety of technical reasons, and private buildings emphasized verticality—to fit more private space on more and more limited land. Whereas in the 20th century, public buildings became vertically oriented, and private buildings became organized horizontally. Many aspects of modernist design still persist within the mainstream of contemporary architecture today, though its previous dogmatism has given way to a more playful use of decoration, historical quotation, and spatial drama. In other arts such pragmatic considerations were less important. In literature and visual art some modernists sought to defy expectations mainly in order to make their art more vivid, or to force the audience to take the trouble to question their own preconceptions. This aspect of modernism has often seemed a reaction to consumer culture, which developed in Europe and North America in the late 19th century. Whereas most manufacturers try to make products that will be marketable by appealing to preferences and prejudices, high modernists rejected such consumerist attitudes in order to undermine conventional thinking. The art critic Clement Greenberg expounded this theory of modernism in his essay Avant-Garde and Kitsch. Greenberg labelled the products of consumer culture "kitsch", because their design aimed simply to have maximum appeal, with any difficult features removed. For Greenberg, modernism thus formed a reaction against the development of such examples of modern consumer culture as commercial popular music, Hollywood, and advertising. Greenberg associated this with the revolutionary rejection of capitalism. Some modernists did see themselves as part of a revolutionary culture—one that included political revolution. Others rejected conventional politics as well as artistic conventions, believing that a revolution of consciousness had greater importance than a change in political structures. Many modernists saw themselves as apolitical. Others, such as T. S. Eliot, rejected mass popular culture from a conservative position. Indeed, one could argue that modernism in literature and art functioned to sustain an elite culture which excluded the majority of the population. Modernism's reception and controversy The most controversial aspect of the modern movement was, and remains, its rejection of tradition. Modernism's stress on freedom of expression, experimentation, radicalism, and primitivism disregards conventional expectations. In many art forms this often meant startling and alienating audiences with bizarre and unpredictable effects: the strange and disturbing combinations of motifs in Surrealism, or the use of extreme dissonance and atonality in modernist music. In literature this often involved the rejection of intelligible plots or characterisation in novels, or the creation of poetry that defied clear interpretation. The Soviet Communist government rejected modernism after the rise of Stalin on the grounds of alleged elitism, although it had previously endorsed Futurism and Constructivism; and the Nazi government in Germany deemed it narcissistic and nonsensical, as well as "Jewish" and "Negro" (See Anti-semitism). The Nazis exhibited modernist paintings alongside works by the mentally ill in an exhibition entitled Degenerate art (Louis A. Sass (Bauer 2004) compares madness, specifically schizophrenia, and modernism in a less fascist manner by noting their shared disjunctive narratives, surreal images, and incoherence). Accusations of "formalism" could lead to the end of a career, or worse. For this reason many modernists of the post-war generation felt that they were the most important bulwark against totalitarianism, the "canary in the coal mine", whose repression by a government or other group with supposed authority represented a warning that individual liberties were being threatened. In fact, modernism flourished mainly in consumer/capitalist societies, despite the fact that its proponents often rejected consumerism itself. However, high modernism began to merge with consumer culture after World War II, especially during the 1960s. In Britain, a youth sub-culture even called itself "moderns", though usually shortened to Mods, following such representative music groups as The Who and The Kinks. The likes of Bob Dylan, Serge Gainsbourg and The Rolling Stones combined popular musical traditions with modernist verse, adopting literary devices derived from Eliot, Apollinaire and others. The Beatles developed along similar lines, creating various modernist musical effects on several albums, while musicians such as Frank Zappa, Syd Barrett and Captain Beefheart proved even more experimental. Modernist devices also started to appear in popular cinema, and later on in music videos. Modernist design also began to enter the mainstream of popular culture, as simplified and stylized forms became popular, often associated with dreams of a space age high-tech future. This merging of consumer and high versions of modernist culture led to a radical transformation of the meaning of "modernism". Firstly, it implied that a movement based on the rejection of tradition had become a tradition of its own. Secondly, it demonstrated that the distinction between elite modernist and mass consumerist culture had lost its precision. Some writers declared that modernism had become so institutionalized that it was now "post avant-garde", indicating that it had lost its power as a revolutionary movement. Many have interpreted this transformation as the beginning of the phase that became known as Postmodernism. For others, such as, for example, art critic Robert Hughes, postmodernism represents an extension of modernism. "Anti-modern" or "counter-modern" movements seek to emphasize holism, connection and spirituality as being remedies or antidotes to modernism. Such movements see Modernism as reductionist, and therefore subject to the failure to see systemic and emergent effects. Many Modernists came to this viewpoint, for example Paul Hindemith in his late turn towards mysticism. Writers such as Paul H. Ray and Sherry Ruth Anderson, in The Cultural Creatives (2000), Fredrick Turner in A Culture of Hope and Lester Brown in Plan B, have articulated a critique of the basic idea of modernism itself — that individual creative expression should conform to the realities of technology. Instead, they argue, individual creativity should make everyday life more emotionally acceptable. In some fields the effects of modernism have remained stronger and more persistent than in others. Visual art has made the most complete break with its past. Most major capital cities have museums devoted to 'Modern Art' as distinct from post-Renaissance art (circa 1400 to circa 1900). Examples include the Museum of Modern Art in New York, the Tate Modern in London, and the Centre Pompidou in Paris. These galleries make no distinction between modernist and postmodernist phases, seeing both as developments within 'Modern Art'. IN http://en.wikipedia.org/wiki/Modernism#Modernism.27s_goals Modern Architecture Modern architecture is a term given to a number of building styles with similar characteristics, primarily the simplification of form and the elimination of ornament, that first arose around 1900. By the 1940s these styles had been consolidated and identified as the International Style and became the dominant way of building for several decades in the twentieth century. The exact characteristics and origins of modern architecture are still open to interpretation and debate. Characteristics Modern architecture is usually characterised by: a rejection of historical styles as a source of architectural form (historicism) an adoption of the principle that the materials and functional requirements determine the result an adoption of the machine aesthetic a rejection of ornament a simplification of form and elimination of "unnecessary detail" an adoption of expressed structure in http://en.wikipedia.org/wiki/Modern_architecture
  16. Eu falo de interior e lembram-se de decoração....:wall: . è isto que os profes andam a ensinar nas escolas e nas revistas.... arre chiça... o INTERIOR é o interior duma edificação sem qualquer toque do habitante. Neste thread é disso que eu me refiro. É o Interior projectado pelo arquitecto. É o interior da casca do ovo... Penso que foi um erro terrivel terem aceite um curso de Arquitectura de Interiores porque vieram baralhar isto tudo. Hoje o interior é standard e o exterior e a invenção. Hoje qualquer edificio de habitação seja aqui seja na Cochichina o interior duma sala é igual. Porquê? Porque o Interior são so decoradores e os arquitectos de interiores que fazem.... opah!!!! .... então a arquitectura é o quê? É o arranjo exterior do invólucro?
  17. Eis aqui imagens muito boas da construção dos Estádios Olimpicos de Beijing... fresquinhas... http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=317234
  18. Mas não deixavam de ser subúrbios...:s
  19. Muito interessante o documentário... mas mesmo que tenha sido o próprio governo foi uma má opção. Em vez ter sido um tiro no pé foi um tiro na cabeça... foi mostrar ao resto do mundo que é possivel derrotar os americanos de qualquer maneira... Roma foi destruída porque os romanos de Constantinopla disseram que Roma era mais rica e estava mais enfraquecida do que Constantinopla.
  20. Projecto do Parque Mayer revisto Acordo entre Câmara de Lisboa e Frank Gehry integra Teatro Capitólio A Câmara Municipal de Lisboa e o arquitecto canadiano Frank Gehry chegaram a acordo para a revisão do plano inicial do Parque Mayer. De acordo com o novo projecto, o empreendimento vai incluir o Teatro Capitólio nas suas instalações. A notícia é avançada pelos jornais Público e Diário Económico. O presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), Carmona Rodrigues, anuncia em entrevista ao Diário Económico que esta actualização do projecto inicial vai ter um custo acrescido de 120 mil euros. O autarca anuncia ainda que a adaptação vai demorar "três a quatro meses a ser concretizada", com o início das obras de construção do futuro Teatro Capitólio a terem "início em 2009". O económico refere que no total são 50 mil metros quadrados de construção dos quais 18 a 19 mil serão destinados a equipamentos culturais (Teatro Capitólio, um teatro de revista, uma "black box" para formação de actores, as instalações do Hot Clube e residências para rotação de artistas). O restante espaço de construção será distribuído por comércio, serviços e habitação, para além de 600 lugares de estacionamento subterrâneo. O presidente da CML diz ao DE que a obra vai ser suportada, na totalidade, pelo dinheiro do Casino de Lisboa e pela participação de privados nos espaços comerciais, habitação e serviços. A Câmara Municipal de Lisboa e a EPUL, por seu lado, "não vão gastar um tostão com o projecto". Carmona Rodrigues adianta ainda ao DE que os valores anteriormente previstos para o projecto (cerca de 100 milhões de euros) "eram demasiado elevados". O autarca garante que será possível uma obra "igualmente emblemática com custos significativamente menores". Com Lusa IN http://sic.sapo.pt/online/noticias/pais/20060911+Projecto+do+Parque+Mayer+revisto.htm
  21. '>
  22. O Site onde podem saber tudo sobre World Trade Center é este link: http://www.lowermanhattan.info
  23. http://www.lowermanhattan.info/construction/gallery/photos/wtc_th_0805_13.jpg http://www.lowermanhattan.info/construction/gallery/photos/wtc_th_0805_7.jpg Calatrava
  24. http://www.lowermanhattan.info/construction/gallery/photos/Water-view-of-site.jpg Se em vez de uma fossem duas Freedom Towers teria um impacto muito maior. Todos estes arquitectos esqueceram porque razão fizeram duas torres iguais. A razão era para não cair na vulgaridade. Imaginem agora duas Freedom Tower... seria excelente. Não digo três mas sómente duas.
  25. http://www.lowermanhattan.info/construction/gallery/photos/opener-collage.jpg O Aspecto final do Novo World Trade Center. A primeira torre é desenhada por Arch. David Childs, a segunda por Norman Foster, a terceira por Richard Rogers e a quarta por Fumihiko Maki. http://www.lowermanhattan.info/construction/gallery/photos/Site-view.jpg De certa maneira a as quatro torres acabam por criar alguma riqueza mas existe melhor no resto do mundo. Num mundo em que a China está a revelar Arranha-Céus bem mais interessantes do que estes esperava-se muito melhor da parte dos inventores desta tipologia. http://www.lowermanhattan.info/construction/gallery/photos/Foster-7.jpg A SEGUIR: TORRE DESENHADA POR LORD NORMAN FOSTER http://www.lowermanhattan.info/construction/gallery/photos/Foster-4.jpg http://www.lowermanhattan.info/construction/gallery/photos/Foster-2.jpg TORRE DE RICHARD ROGERS http://www.lowermanhattan.info/construction/gallery/photos/Rogers-3.jpg O PLANO http://www.lowermanhattan.info/construction/gallery/photos/site-plan.jpg
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