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JVS

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  1. Um regresso ao barroco criativo. Segundo parece as Estrelas da Arquitectura estao a seguir por este caminho.
  2. A minha opiniao sobre a Torre e que ela esta integrada na envolvente. Acho incrivel que voces que leem tantas revistas de arquitectura fiquem tao limitados ao Lugar de Cascais. Quando se refere a uma torre a beira mar da zona de lisboa voces focam em Cascais. Ignoram a costa inteira da Torre Vasco da Gama ao Cabo da Roca... A Torre nao foi implantada ali porque o cliente ou o arquitecto lhes apeteceu. Vejam... toda a linha de agua e pontuada de elementos verticais. Temos o Cristo Rei e as torres da Ponte 25 de Abril. Temos o Padrao dos Descobrimentos. Temos a Torre dos Descobrimentos. Temos a Torre da APL de autoria do arq. Goncalo Byrne e depois temos os farois que pontua a costa de Oeiras, de Cascais e de Sintra... e esqueci-me da Torre Vasco da Gama... com os seus 100 m de altura... A Torre seria mais um elemento vertical. E como se trata de Cascais ela e sobrevalorizada. Portanto penso que a Influencia do Lugar justifica a Torre.
  3. Apesar de serem formas inspiradas no passado estas mesmas formas sao quase semelhantes aos edificio da Zaha Hadid considerada uma das arquitectas mais vanguardistas da actualidade. Existe aqui um paradoxo. Por um lado o edificio e antiquado por que e influenciado por um edificio do passado porem e semelhante a edificio vanguardistas. Em relacao a funcao. E a Cidadela? O que vai ser dela. Depois do Concurso o que e que vai acontecer a fortaleza? Vai continuar a ser um quartel militar ou vai ser mais um hotel ou um centro cultural?
  4. Cheira-me a projecto academico...
  5. Procurei o topico com videos... nao encontrei. Crio o meu. :icon_pistoles:
  6. http://www.youtube.com/watch?v=Zkfz40XBTZo http://www.youtube.com/watch?v=Zkfz40XBTZo
  7. http://www.youtube.com/watch?v=Q_HOIVsU1F8 http://www.youtube.com/watch?v=Q_HOIVsU1F8
  8. in http://dn.sapo.pt/2006/11/12/cidades/estacionamento_caotico_e_trafico_bai.html
  9. Sobre Campo de Ourique.
  10. in http://dn.sapo.pt/2006/11/13/cidades/baixa_pode_sacrificada_a_protagonism.html
  11. in http://dn.sapo.pt/2006/11/14/cidades/plano_baixa_protege_patrimonio.html
  12. in http://dn.sapo.pt/2006/11/14/cidades/uma_respiracao_coragem_identica_a_17.html
  13. Um bairro azul de miséria num enclave nas Olaias Marina Almeida Gonçalo Santos (foto) A pessoa aqui vai à terra e quando volta tem a casa ocupada ou vandalizada, se vai um velho para o hospital doente fica logo alguém à porta à espera que ele morra para ocupar a casa." Zélia Mascarenhas, 65 anos, mora há 23 no Bairro Portugal Novo, nas Olaias. Resume numa frase a tensão diária que ali se vive - nas traseiras da esquadra da PSP, do Hotel Altis Park, paredes meias com a encosta das Olaias, em que o preço de algumas casas pode chegar aos 500 mil euros. Nas ruas o tom das conversas baixa para falar da outra parte do problema: os indivíduos de etnia cigana que há mais ou menos cinco anos descobriram as fragilidades daquele bairro que hoje é "terra de ninguém". "É impossível viver com eles" diz outra moradora que não se quis identificar. Conta que eles "ameaçam os velhos que estão cá desde o início, há mais de 20 anos, querem ficar com as casas." O bairro foi construído em terrenos da Câmara de Lisboa há 24 anos por uma cooperativa que faliu passados sete anos. Desde então, ninguém paga renda e impera a lei do mais forte. José Franco, eleito pelo Bloco de Esquerda para a assembleia de freguesia pelo Alto do Pina, explica que, quando a cooperativa faliu, "os prédios não tinham sido bem acabados e foi uma degradação contínua". Hoje, "as pessoas do antigamente não se entendem com outras que vivem de forma algo oportunista", diz, corroborando as histórias de ameaças e ocupações selvagens de habitações, nas "barbas da PSP", sem que a autoridade intervenha. Maria Cândida está numa das entradas do bairro que teima em ser conhecido como Portugal Novo. Apesar de estar sujo de lixo e de tempo, da degradação dos prédios que já foram azul-bebé, da lotação mais-que--esgotada da maioria daquelas casas. Cândida aponta outras fragilidades do "bairro azul": as canalizações que não funcionam, as inundações frequentes em dias de chuva, a falta de espaços para novos e velhos. Garante que apesar da miséria há quem venda ali casas "por seis ou sete mil contos, tudo sem papéis". O bairro passa agora mais despercebido por quem sai da rotunda das Olaias em direcção ao Areeiro. O edifício onde a câmara vai instalar os serviços sociais está pronto. "Estão a tapar a miséria", diz. Lá atrás cai a noite e, na rua, um grupo acende o grelhador. Mais tarde vai cheirar a frango assado. Há alguém que diz: "Se me saísse o euromilhões quem comprava isto era eu." in http://dn.sapo.pt/2006/11/14/cidades/um_bairro_azul_miseria_enclave_olaia.html
  14. Depende... se estiver ligado em mais de x computadores qual sera o preco da factura? A nao ser que o trafego internacional seja ilimitado. O problema e este. No atelier dum amigo meu ouviu-se pandora durante um mes vao ter que pagar mais umas dezenas de euros porque ultrapassaram o limite de trafego internacional. O meu problema e este. Na minha casa ouvi Pandora durante 10 dias. O limite de trafego internacional e de 32 gb. Sera que passou e tenho que pagar os gb extra? ;)
  15. O que e que sao Profissionais ligados a ateliers de Arq.(Arquitectura, Urbanismo e de Interiorismo), PORTUGAL ?
  16. Eis um topico muito desagradavel mas muito verdadeiro. As pecas com melhor design do mundo sao sem duvida as armas de guerra. E se referirmos naquelas com mais sucesso entao falamos de grandes pecas de design. Uma das pecas de grande design belico e sem duvida a Kalashnikov. http://www.volny.cz/ak-47/ak-47/ak-47.jpg E como todas as grandes pecas de design existem as inumeras variantes. http://www.volny.cz/ak-47/ak-47.htm http://www.volny.cz/ak-47/akm/akmbig.jpg O esquema explicativo da peca de design http://www.volny.cz/ak-47/ak-47/ak47popis01.jpg Mais uma variante. http://www.volny.cz/ak-47/aks-74u/aks-74ubig.jpg Uma variante usada pelos snipers em Baghdad http://www.volny.cz/ak-47/svd_dragunov/svd.jpg
  17. Existem pecas de design muito mais interessantes do que estas que apresentas aqui.
  18. A forma estranha do bairro esta associada ao Forte
  19. in http://galerialisboa.blogspot.com/2006/11/plano-de-urbanizao-da-avenida-de.html
  20. EXISTENTE PROJECTO '> IN http://dn.sapo.pt/2006/06/29/cidades..._vale_san.html IN http://www.vidaimobiliaria.com/notic...es_arqu ivo=7 IN http://www.epul.pt/?id_categoria=8&id_item=134
  21. in http://expresso.clix.pt/FazFavor/Interior.aspx?content_id=371695
  22. Cidade hospitalar em Chelas O Ministério da Saúde está a negociar com a Câmara Municipal de Lisboa a instalação em Chelas do novo Instituto Português de Oncologia (IPO), do novo Hospital de Todos-os-Santos, de um hospital pediátrico e de uma nova faculdade de medicina, criando uma "cidade hospitalar". Para avançar com o hospital pediátrico, o ministro Correia de Campos espera apenas que a comissão para a reorganização hospitalar se pronuncie sobre o futuro da maternidade Alfredo da Costa e do Hospital Dona Estefânia. Segundo o Diário Económico, que ontem avançou a notícia, Correia de Campos e o presidente da autarquia de Lisboa, Carmona Rodrigues, já se reuniram por diversas vezes e terão acertado mesmo a localização do novo hospital de Todos-os-Santos - que irá substituir os Capuchos, São José, Santa Marta e Desterro e é considerado "prioritário" pelo Governo. Contactado pelo DN, o porta- -voz do ministério confirmou as negociações, mas sublinhou que a criação de uma "cidade hospitalar" em Chelas "é só uma hipótese". É que a mudança de instalações do IPO "não depende só das negociações mas também dos estudos que o ministério encomendou no âmbito da nova organização da malha hospitalar", acrescentou a mesma fonte. E alguns desses estudos só serão apresentados a Correia de Campos no final de 2006. De acordo com o porta-voz, as negociações que agora decorrem não estão a ser realizadas apenas com a autarquia da capital: "Há outras câmaras municipais, como a de Oeiras, que também têm propostas para a instalação do IPO, e que estão a ser levadas em conta pela tutela." Se a ideia de o mudar para Chelas avançar, o novo IPO ficará a menos de um quilómetro do novo hospital. Por definir estão ainda as zonas da cidade que ficarão adstritas ao Hospital de Todos-os-Santos, bem como a reorganização dos centros de saúde. O estudo sobre a reorganização dos hospitais de Lisboa ficará concluído até ao fim do ano, segundo o ministério, mas o novo hospital só estará pronto em 2009. Para já sabe-se que São José, Desterro, Capuchos, Santa Marta e o IPO de Lisboa serão encerrados. O Hospital de Santa Maria, o Curry Cabral, o Júlio de Matos e o Pulido Valente serão mantidos e o Ministério da Saúde ainda não sabe o que vai fazer à Maternidade Alfredo da Costa, ao Hospital Miguel Bombarda e ao Hospital de D. Estefânia. A margem sul de Lisboa não terá qualquer novo hospital, mas verá o actual Garcia da Orta ser melhorado. Actualmente, são 14 os hospitais a funcionar em Lisboa. in http://galerialisboa.blogspot.com/
  23. Ar condicionado aquece Expo Manuela Goucha Soares Um "monopólio" na rede de frio e calor na zona da Expo, fez parar a construção de nove prédios de escritórios. O controlo do fornecimento da rede de calefacção e refrigeração de edifícios na zona da Expo (Lisboa) está a provocar uma guerra judicial entre o fundo de investimento Norfin e a Climaespaço, empresa que até aqui detinha a concessão, em regime de exclusividade, da distribuição de frio e calor para aquela área da capital. A primeira consequência foi o embargo na construção do futuro Office Park da Expo — uma obra avaliada em 150 milhões de euros, para onde deveriam mudar, entre outros serviços públicos, todos os que funcionam actualmente no Tribunal da Boa-Hora. Para se entender esta guerra entre a Norfin e a Climaespaço temos de recuar a 1995, época em que a Parque Expo projectou as infra-estruturas da área e lançou um concurso internacional para a construção de uma central de frio e calor, capaz de garantir a calefacção, refrigeração e água quente a uma boa parte dos edifícios do Parque das Nações. Até 2004 não houve problemas de maior, pois todos os residentes e utilizadores comerciais aceitaram o fornecimento e tabelas de energia da Climaespaço, empresa responsável pela construção e gestão da já referida central de energia. O conflito em torno do negócio do ar condicionado (o que está verdadeiramente em causa são os dividendos resultantes do aquecimento e arrefecimento de edifícios) só começa a esboçar-se em Julho de 2004, altura em que o fundo imobiliário Norfin comprou à Parque Expo um gigantesco lote de terreno para escritórios. O ponto três da escritura de aquisição diz que o “comprador não está obrigado, regulamentar ou legalmente, à sua efectiva adesão e ligação a esse sistema (de frio e calor), podendo projectar, construir e equipar os imóveis com um qualquer sistema autónomo e independente de climatização”. O problema é que a Climaespaço não aceita a pretensão da Norfin de construir uma central alternativa para o dito parque de escritórios, e interpôs uma providência cautelar que embargou a obra em Agosto último. Agora, a Climaespaço alega a utilização de boas práticas ambientais e que o investimento que fez (60 milhões de euros) na construção da central lhe assegura direitos naquela zona, enquanto a Norfin diz que a lei está do seu lado e que esta lhe garante o direito de construir uma central alternativa para calefacção e refrigeração do futuro parque de escritórios. Tudo porque a Norfin diz que a construção de uma central própria permite preços 30% mais baratos dos que os praticados pela Climaespaço. O AR CONDICIONADO DA EXPO O Oceanário, Casino, Hospital da Cuf, hotéis, escritórios e 50% dos edifícios de habitação no Parque das Nações recebem água e ar quente e frio da Climaespaço, durante um período mínimo de 25 anos. http://expresso.clix.pt/FazFavor/Interior.aspx?content_id=372078
  24. A Envolvente e que conta. A Arquitectura deve estar de acordo com a Envolvente. Mesmo que a envolvente seja horrivel e de ma qualidade. Eis o dogma de 99% dos membros do forum. Segundo Bruno Rosa os Terracos de Braganca estao muito mal integrados naquela zona. Entao como deveria ser os Terracos de Braganca? Deviam seguir este tipo de estilo como vemos aqui. http://img.photobucket.com/albums/v119/rael_portugal/Lisbon_Streets_and_Buildings/Encontros_Skyscrapercity/20_06_2006/Lisbon_20_06_0669.jpg http://img.photobucket.com/albums/v119/rael_portugal/Lisbon_Streets_and_Buildings/Encontros_Skyscrapercity/20_06_2006/Lisbon_20_06_0669.jpg Ou adaptar o estilo antigo ao modernismo como vemos aqui... de uma forma mais discreta? http://img.photobucket.com/albums/v119/rael_portugal/Lisbon_Streets_and_Buildings/Encontros_Skyscrapercity/20_06_2006/Lisbon_20_06_0674.jpg http://img.photobucket.com/albums/v119/rael_portugal/Lisbon_Streets_and_Buildings/Encontros_Skyscrapercity/20_06_2006/Lisbon_20_06_0674.jpg Mas estes dois edificios sao da zona antiga. Uma zona protegida. Mesmo os Terracos de Braganca estao muito bem integrados. Dizer que nao estao e sinal de ignorancia. Sugeria ao Bruno Rosa observar melhor os Terracos de Braganca com mais cuidado em vez de ouvir o que os professor lhe inpinge na cabeca. http://img68.exs.cx/img68/9370/img14722ws.jpg http://img68.exs.cx/img68/9370/img14722ws.jpg Existe a questao das varandas. Estas varandas sao realmente uma patologia no que conta na seguranca. Aquela varanda proxima do camiao e um excelente acesso a ladroes em plena madrugada. Provavelmente ainda nao foi vendido. http://www.emporis.com/files/transfer/6/2002/12/175047.jpg http://www.emporis.com/files/transfer/6/2002/12/175047.jpg Eis um exemplar de boa arquitectura cuja envolvente e de pouca qualidade. Na altura em expus este projecto noutro forum de arquitectura, a grande questao e que era feio e que nao estava integrado na envolvente. A questao sera. Devera o arquitecto quando projectar algo fazer um edificio tao feio como a envolvente ou simplesmente ignorar e fazer melhor? Ha quem refira esta atitude de ignorar e de indiferenca pela envolvente como uma Atitude Contemporanea. Em determinadas situacoes mais vale ignorar a envolvente. Mas nao em todas. Nao usufruir da atitude contemporanea para fazer o que bem entender como acontece nalguns projectos de arquitectura.
  25. ' alt='' class='ipsImage' >'>' alt='' class='ipsImage' > ' alt='' class='ipsImage' >'>' alt='' class='ipsImage' > Nao ha nada pior do que ver isto. Quando os responsaveis colocam uma tenda ao lado de uma destas. A usurpacao da obra arquitectonia no seu explendor maximo...
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