Eu não desgosto das obras, nem acho que tenham um exotismo que permita dizer "a forma parece algo perdida e descontrolada" (a primeira e a terceira são de uma extrema simplicidade!) e já agora, hoje em dia, o que é que interessa aquilo que Sullivan defendia?
Mas esta coisa, de três obras distintas, que não marcam uma tendência, corrente, forma de fazer... é sintomático do nosso tempo, esta espécie de após pós-modernismo. Actualmente é impossível apontar um estilo aos Arquitectos de Vanguarda mais interessantes (Rem Koolhaas e Herzog), cada caso é um caso catalizado pelas suas circunstâncias e a obra seguinte, será por mérito desta tese, diferente da sua sucessora, Há 50 anos as sebentas diziam, F.L.W. - Organicista, Groupis - Funcionalista, M.V.R. - Minimalista, Le Corb - Beton Brut, hoje em dia, só se apregoa estilos aos arquitectos desinteressantes Coop Himmelblau, Gehry e por aí a fora. O que é interessante resiste sempre as normalizações do consumo, por outras palavras, à Globalização, ainda bem que ainda assim é.