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lllARKlll

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Everything posted by lllARKlll

  1. Sim, eu já coloquei isso num fórum, não sei se neste ou noutro.
  2. Do ponto de vista estético, acho que a Volumetria fica um pouco abaixo das últimas boas obras do Mestre.
  3. Bem Vindo!
  4. Bons esquiços funcionam bem em qualquer lugar, é o promordial meio de representar algo na Arquitectura. Quanto estamos de frente para o cliente e ele quer ideias, não pegamos em bocado de cartões e maquetamos, não pegamos no Sketchup e fazemos pequenos renders, nos Arquitectos fazemos esquiços, é a nossa capacidade mais treinada a nível da faculdade. A maioria dos Arq.tos. que se licencia hoje em dia, esquiçam mal, muito mal mesmo, são incapazes de fazer um desenho no momento, perante um cliente, é um misto de vergonha e incapacidade que faz deles, apenas mais uns desenhadores. É nestas pequenas coisas que se nota, este tipo é Arquitecto, porque tem aquela capacidade determinante (maquetes e renders qualquer um faz!).
  5. Não gostei muito da organização da Tipologia A, no segundo piso, tens corredores demasiado extensos (sempre mau sinal) e uma casa de banho sem vão em relação ao exterior. Não dá para perceber muito bem se os vãos/compartimentos são funcionais em termos de insolação, não faço a mínima ideia de onde está o Norte no Projecto. Acho a interdependência Museu/Habitação interessante, por ser algo inaudito naquilo que tenho visto por aí em projectos, tanto mais que resulta muito bem esteticamente, no mosaico urbano que compõe o conjunto. Quanto a inserção Urbana, na minha opinião não há, o conjunto edificado não projecta a sua envolvente , não cataliza as valências do local, opta antes por ser um quarteirão que se isola automaticamente pelas suas diferenças tipológicas, pode ter sido opção, a mim parece um misto de descuido e falta de sensibilidade para projectar no meio de várias autorias. Como já disse noutro tópico, não percebo porque razão o ideário de um projecto não se deve submeter à ordem de várias autorias espalhadas na envolvente urbana consolidada...é egotismo esta opção.
  6. Qualquer Arquitecto dirá que sim...mas se queres um argumentos mais forte, simplesmente temos os direitos de autor conexos, ninguém pode alterar as obras de outrém sem beneplácito do autor original, está tudo dito.
  7. O 3DS Max é um modelador extremamente poderoso (deixa o autocad a milhas!), porque não aprender antes a modelar em Max, evitavas sempre estas coisas e ganhavas tempo. Voz da experiência.
  8. Esteticamente é uma opção ridícula, o conjunto fica comprometido, dou toda a razão ao Calatrava.
  9. Para uma pessoa, pode funcionar, para mais do que uma pessoa, nunca aconselharia....as pessoas são como os ratos, se a densidade é excessiva, começam a surgir patologias várias, tendem a aniquilar-se mutuamente. Todos nós temos uma esfera íntima, um resguardo em forma de espaço que só pode ser de quando em quando perturbado, quando esta esfera está constantemente a ser perturbada por uma vivência tão apertada, as coisas em termos psicológicos degradam-se, é caso para dizer, falta espaço.
  10. No Flickr.
  11. http-~~-//www.worldarchitecturenews.com/project/uploaded_files/1549_385VINOLYBARD.jpg http-~~-//www.worldarchitecturenews.com/news_images/1549_1_VinolyBard1.jpg http-~~-//www.worldarchitecturenews.com/news_images/1549_2_VinolyBard2.jpg http-~~-//www.worldarchitecturenews.com/news_images/1549_3_VinolyBard3.jpg http-~~-//www.worldarchitecturenews.com/news_images/1549_5_VinolyBard5.jpg http-~~-//www.worldarchitecturenews.com/news_images/1549_6_VinolyBard6.jpg Fonte: WorldArchitectureNews
  12. Não gostei dos renders interiores, por outro lado, gostei bastante dos esquiços, é nos esquiços que vemos que temos Arq.to. No entanto, a maioria dos alunos terminam Arquitectura sem saber esquiçar... Isso foram as primeiras impressões, vou ver melhor e já digo algo.
  13. Eu ando farto de fazer planos de acessibilidade, acho que posso fazer uma súmula simples: 1. Todas as portas de entrada terão que ter 87 cm de vão livre, com a folha aberta. 2. Todas as portas Interiores terão que ter 77cm de vão livre, com a folha aberta. 3. A casa de banho para deficientes poderá ser localizada em qualquer parte do fogo, terá que ter no lado direito da sanita/bidé, um espaço com 0.75 por 1.20 destinado à permanência de um indivíduo em cadeira de rodas. Ao lado da banheira e de frente para o lavatório este mesmo espaço de 0.75 por 1.20 deverá existir, sem problemas de sobreposição em relação aos já referidos espaços. A porta poderá ser de correr, ou de abrir, neste ultimo caso, deve abrir para fora. Deverá ser possível inscrever um circulo com 1.5 de diâmetro (não pode colidir com o raio da porta aberta) na casa de banho, de forma a assinalar uma área de permanência e rotação de um individuo em cadeira de rodas. Este mesmo círculo pode-se sobrepor 20cm em relação ao lavatório e 10cm em relação à sanita/bidé, apenas nos casos em que as peças, permitam a passagem dos rodinhas das cadeiras de roda, no sopé das referidas louças sanitárias. Deve-se prever espaço para provimento de apoios de sanita/banheira para transferência de individuos nas cadeiras de rodas. 4. Todas as portas com 80 cm de vão livre deverão ter ao lado dos aros, 30 cm e 10 cm de espaço lateral livre, no sentido de abertura da porta e 15 e 10 cm, no outro sentido da porta, estas mesmas portas terão que ter 1.4m de vão livre à frente de abertura (da porta para a frente) e 1.1 no sentido oposto à abertura. Se a porta for de correr, estas vãos livres a frente da porta passam a ser 1.1m de um lado e 1.1m do outro lado. 5. As escadas entre compartimentos de uma mesma habitação poderã ter 1m de largura no mínimo, dos quais se podem sobrepor no máximo 10cm de cada lado, para corrimões e outros objectos. Os corrimões poderão ter de diâmetro entre 5cm a 3.5cm e nunca afastaddos mais de 3.5cm da parede onde ancoram. 6. Nos Átrios de entrada e nas entradas dos compartimentos, deverá ser possível inscrever um círculo com 1.5 de diâmetro, novamente para permanência e rotação (360º) de individuos em cadeiras de roda, este círculo não pode colidir com o raio de abertura das portas. 7. Nunca mais de 2cm de desnível entre as várias cotas dos pisos. As rampas no máximo podem ter i<8%, quando o desnível a vencer é 0.4m de altura por 5m de comprimento e no máximo podem ter i<6%, quando o desnível a vencer é 0.6m de altura por 10m de comprimento. Se tiverem desnível superior a 0.4m, necessitam taxativamente de corrimões de ambos os lados. Muito genericamente (porque falta ainda algumas coisas) é isso que importa cumprir, com a maioria das câmaras a pedir planos de acessibilidades, não percebo como é que o seu Arquitecto/Arquitecta não previu isso, com o decreto promulgado à mais de 6 meses.
  14. V- Ray Sun, existe desde a versão 1.5 do V - Ray, usa-o!
  15. O Mental Ray permite fazer o mesmo com shader´s específicos, não é necessário nenhum motor de render adicional.
  16. A Ordem só aceita Mestres para inscrição profissional, a Licenciatura não dá para nada a partir de Bolonha, além do nome "Arquitecto". Mas nada te impede de arranjar emprego como aluna, ou quase Arquitecta, assinar projectos é que terá que esperar até a inscrição na Ordem dos Arquitectos.
  17. O problema de Ângola é nunca ter reconhecido o que Portugal fez por ela, vozes como Troufa Real, sempre tiveram uma espécie de mesquinhez profunda da forma como Portugal trata Ângola, como se devessemos alguma coisa à antiga colónia. Ângola é uma paraiso de corrupção, atávico e atrasado por culpa própria apenas, fruto ainda de uma mentalidade tribal de familias previligiadas e troca de favores. Ir para Ângola trabalhar é pessimo pá, tenho pessoas na familia que o fazem por obrigação profissional, não guardam boas recordações.
  18. Renders por layers, em imagem compósita com o Cebas PSD Manager, faz-te o render com output *.psd (editável em Photoshop), a partir daí é só escolher, por materias, por cores, por grupos de objectos e finalmente por contornos, com um shader adicional do Max para este efeito. É o plugin mais jeitoso para pós-produção que conheço.
  19. O Conceito de Praça, não tem diferido muito ao longo da História, se falarmos, do objecto que a marca (escultura, ponto focal, o que quer que seja), ai sim, as abordagens actuais são em alguns casos muito diferentes, agora praças a funcionar, são sempre a mesma coisa, olha para Lisboa, tens várias praças, para mim a mais afuncional é certamente a do Martin Moniz, além de aglutinar um polo de contrabando é feia, cheia de objectos por tudo o que é sítio, umas escadinhas...a porra de uma fonte e pronto, um óptimo lugar para aglutinar escumalha. Depois temos Praça Luis de Camões, com as igrejas adjacente em pano de fundo (Edifício Marcante), temos a Praça D. Pedro IV com um Teatro Nacional D. Maria ll no Fundo (Edifício Marcante) e temos ainda a Praça do Comércio com com aquele monumental Arco Neoclássico(?) (Edifício Marcante ou mesmo Ponto Focal), bons exemplos de praças com os seus edifícios marcantes, nestes últimos três exemplos o que temos em comum é a simplicidade, o desafogo de objectos, o convite à fácil passagem e quiçá permanência, porque é este o objectivo de uma Praça, aglutinar pessoas. Portanto temos o tríptico - Praça/Edifício Marcante/Ponto Focal, são estes os três elementos que compõem uma praça, é assim que todas as praças Europeias mais conhecidas estão configuradas... Dá para perceber que a pretensa Praça, é promontória a sul, não há problemas em relação a isso, onde há problemas é na falta de carácter, uma pessoa chega ali e aquilo não é uma Praça, não há nenhuma facilidade na pedonalidade, está cheia de rampinhas e ângulos que sinceramente não percebo de onde vem e o porquê de existirem, e quanto às referências, são aos milhares, na configuração que eu disse - Praça/Edifício Marcante/Ponto Focal, as praças giram sempre em torno destes elementos. Sim conheço o Restelo, já trabalhei durante uns tempos na Bartolomeu Dias num ateliê mesmo pertinho desta zona. Todos os Arquitectos são uma espécie de Diamantes em Bruto, aqueles que são melhor polidos tem uma capacidade de síntese, de colocar tudo num simples gesto, uma praça é isso, um simples gesto que serve de base para um Pináculo (Um Edifício Marcante ou/e um Ponto Focal). A tua praça tem coisinhas que não estão aí a fazer nada, é esse o problema. Paisagem Urbana, Gordon Cullen, os Professores costumam recomendar, lembro-me de várias soluções neste livro que podiam ser aplicadas nesta praça para dar uma certa intriga espacial. E como não custa recordar, as Praças Espacialmente e Historicamente, são coisas simples.
  20. Os interiores são do melhor que já vi por aí, o exterior choca um bocado, mais pela cor do que pela volumetria em si.
  21. Se isso é uma Praça, acho que é um tiro ao lado, não conheço nenhuma Praça assim, acho que não teria nenhuma capacidade para aglutinar pessoas. Se é um Espaço Público, acho enfim, tens por aí uns desenhos de coisas empenadas, declives e mais não sei o quê (não está indicada a inclinação e muito menos o sentido dos desniveis), portanto não percebo o desenho. Em relação às ligações com o lugar, preferes por não as fazeres, faz-se uma coisa cheia de ângulos, dá muito trabalho compreender o contexto...eu nem percebo porque é que estas pessoas se dão ao trabalho de ter Urbanismo e afins, é que se nota, que não serviu para nada, não sabem interpretar um conteúdo teórico. No dia em que conseguires explicar, as opções uma a uma, no que se refere as imensas rampas, declives, enclaves e não sei que mais, talvez poderei conseguir compreender o Projecto. Um Arquitecto tem que sair de si, ser frio na análise, uma praça é um gesto racional, faz parte de uma Cidade, porque razão é que um conjunto maior já determinado por vários autores, se há de submeter à vontade de uma intervenção cheia de tiques de um único autor? Porquê? Onde é que está o Norte? Eu também gostava de dizer que está interessante, mas não vejo ali nenhum conhecimento de desenho urbano. Se o projecto é de 4º ou 5º ano, era necessário mais.
  22. Acho a resolução funcional eficaz, está tudo mais ao menos perto de onde deveria estar, embora não tenha percebido o porquê de não abrir fenestrações a sul no Piso Térreo e no 1º Andar, olhando para os Alçados talvez tenha sido estética a opção. Não vejo uma única casa de banho adaptada de acordo com o 163/2006, a casa de banho central tem apoio na sanita, mas não tem de certeza espaço lateral suficiente (0.75 por 1.20) para um individuo em cadeira de rodas, além disso, abre para dentro, portanto não é adaptável, já fizeste o Plano de Acessibilidades, para instruir junto com o processo? Esteticamente, um render ou um desenho ajudaria a ditar algum veredicto, os alçados não ajudam muito a perceber o todo.
  23. Bem Vindo!
  24. Fonte: Ordem dos Arquitectos
  25. Fonte: Ordem dos Arquitectos
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