Aaliz
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caro Rui Fernandes, oi, boas. vejo q este tópico foi colocado no mes passado pelo q não sei se ainda será oportuna a minha participação mas pela minha leitura do 555/99 alterado pela quarta ou quinta vez, agora pela lei 60/2007, aquilo que entendo sobre o destaque é o seguinte e de acordo com o artº6º, nº4, estão isentos de licença - "os actos que tenham por efeito o destaque de uma única parcela de prédio com descrição predial q s situe em perímetro urbano... ( considerando-se a def de perímetro urbano: os solos urbanizados e os solos cuja urbanização seja programada- DL 380/99 artº 72º nº2 alínea , alterado pelo 310/2008) ...desde que, as duas parcelas resultantes (portanto o resultado do destaque só podem ser 2 lotes, não3) do destaque confrontem com a via pública. segue no nº5 as condições para se poder fazer destaque quando o prédio não está inserido em perímetro urbano. está associado ao conceito de destaque a realização posterior de uma dada edificação na parcela destacada, i.e., destaca-se uma parcela para nela construir e estamos na presença de "fraccionamento de prédio por efeito de destaque". mais uma vez concluo que se trata de transformar um em dois, ou seja, uma artigo em 2as parcelas, se forem 2 artigos 4 parcelas (máximo), desde q cumpram o exposto na lei60/2007, e isto já estava contemplado antes das alterações introduzidas pela lei 60, o q diferia eram as condições a cumprir que eram duas e cumulativas, o prazo mantém-se, como já foi aqui dito, de 10 anos até novo destaque, quando não se insere neste enquadramento então será apenas através de loteamento q se pode fazer a divisão em lotes, 2 ou mais, mas esta é a minha interpretação, na OA penso q devem prestar este esclarecimento.
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Obrigada Fernando Barradas pelos "apoios":). também sugeri à cliente (uma amiga do cercal) q tratasse d se informar sobre os programas existentes e julgo q o estará a fazer,pelo q apurou até agora, e apesar de nos ultimos anos os apoios terem sido retirados parece q agora, e sob certas condições, entre elas a fundamental é o turismo funcionar como uma fonte de receitas alternativa ou complementar de uma actividade rural pré-existente, existem novos apoios com uma parcela a fundo perdido que não é de ignorar, mas o nivel de exigencias é elevado e muitos proprietários optam por avançar sem financiamentos. independentemente disso e se a decisão dela for a de avançar c o processo de turismo rural disponibilizei-me para ajudar também nessa parte, por isso o meu interesse na questão e o meu obrigada.
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Na página indicada encontrei outra se encontram sistematizadas as disposições em vigor e o historial legal : http://www.dgadr.pt/ar/meio_rural/ter/legislacao.htm#1 Aproveito a oportunidade para perguntar onde se pode encontrar informação sobre os incentivos e apoios financeiros para o turismo no espaço rural? Obrigada desde já.
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caro gdionisio: como é que o conteúdo da minha mensagem indica esse pensar responsavel por o nosso património não estar melhor? se exactamente me insurgi pelo desbaratar de recursos humanos q impedem a melhoria desse mesmo património? recursos publicos e privados, no caso referi a extinção de organismos q tem congeneres naquela que refere como sendo a europa evoluida onde o património é considerado uma mais-valia e realmente mais valia q aqui se fizesse o mesmo e não se extinguissem organismos uns meses depois de na lei os considerarem essenciais para a gestão da qualidade da arquitectura... como também valia a pena sugirir-lhe uma leitura mais atenta e ponderada do meu comentário e se mesmo assim quiser continuar a responsabilizar-me pelo estado do património devido ao meu pensamento, que em verdade não me parece muito diferente do seu (o q poderá verificar com calma) posso apenas dizer em minha defesa que as últimas preposições se destinam apenas a chamar a atenção para o facto de no nosso país tudo ser questionavel, inclusive a lei e pelos próprios q a legislam. e isto não é uma forma de pensar, é uma constatação. agradeço desde já os esclarecimentos sobre: "Tanto o IPPAR como a DGEMN foram ambos extintos, e com todo o sentido pois a fronteira era ténue entre eles, dando origem ao IGESPAR, IP e às Regionais de Cultura (ex-Direcções Regionais), formados por técnicos de ambos or organismos extintos." esperemos q nestes organismos deixem os tecnicos trabalharem pela defesa do património.
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muito obrigada André Moraes, não sei se terias a mma ideia se visses outras páginas do diário gráfico completamente desorganizadas e confusas...x(. A propósito dos teus croquis, utilizas q meio para fazer o sombreamento? é soluvel em água? Concordo q o diário gráfico é revelador do percurso pessoal e do processo criativo, do evoluir da ideia até ao projecto final.
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Ele há temas q têem o condão de m pôr um bocado desorientada. Este do património e critérios de intervenção é um deles. Primeiro porque o sistema existente é absurdo e deparo-me com algumas questões inultrapassaveis. Eis algumas(quem souber q avance esclarecimentos, sff): 1º)Porque foi extinta a figura legal que (supostamente) deveria fundamentar a intervenção em património e monumentos nacionais e que aliás figura no 163/2006 como entidade reguladora? refiro-me à Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais. 2º)O que fizeram aos os técnicos, arquitectos e não só, que andaram a fazer formação(especialização) ao longo dos anos de existencia deste organismo na área do património (para exactamente poderem dizer, e de preferência fazer, da sua justiça sobre a questão colocada neste tópico, e todas as outras relacionadas com metodologias de intervenção em património)? A política do IPPAR é questionavel. A classificação dos edifícios é questionavel. As tecnicas são questionaveis. O desbaratar de recursos humanos e saber na área do património e reabilitação do património também é questionavel. Resta saber se alguém sabe qual a política de intervenção em património ou tem capacidade para resolver o assunto:x.
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Na biblioteca da Ordem dos Arquitectos existem os seguintes: LNEC, Lisboa 2000- Coberturas de Edifícios, cota GER 144 Sistemas de Construção- IV- Coberturas Planas, Juntas... Mascaranhas, Jorge. Horizonte(também disponível em livrarias) Espero que ajude e boa sorte, .
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Podes encontrar dwg da casa da música em: http://www.galiciacad.com/info/info.php3?idbcad=1318 são desenhos algo rudimentares mas um ponto de partida para um trabalho de análise da obra que exige uma visita para melhor ser compreendida.
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Aaliz replied to Rui Fernandes's topic in Arquitectura
:Dhehe, sempre às ordens... eu tentei que o depósito fosse feito na minha conta mas na consegui... além disso 5euros é mesmo um valor imbatívelx(. -
Enki Bilal sem dúvida.
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Existe mesmo uma flexibilidade na altura, e a que reune consenso e é aceite é aquela que melhor explicitar o projecto. Uma nota: quando a representação em planta corresponde ao plano sob a cobertura a sua representação é um corte horizontal efectuado a uma altura de 1,30m acima da cota do pavimento, devendo assinalar-se a tracejado as zonas da planta onde o pé-direito for inferior a 2,00m. Com isto pretende-se ilustrar a real habitabilidade do espaço.(A fonte é a mesma da imagem anexada: Calvat, Gérard - Edições Cetop - ISBN 972-641-525-1)
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Aaliz replied to Rui Fernandes's topic in Arquitectura
yap, funciona muitíssimo bem, ao ser instalado no pc identifica a versão ou versões de cad existentes e na abertura do programa aparece em barra de ferramentas com as funções "open" "save" e "create PDF". Também pode ser descarregado free em: http://www.DWGgateway.com -
[Projecto] Habitação Colectiva em Banda . Oleiros _ Promontório
Aaliz replied to 3CPO's topic in Arquitectura
Tive oportunidade de visitar a obra em questao, a tipologia desenvolve-se em "triplex"(penso que 'e possivel designar desta forma o espaco). Ao nivel do piso de entrada tem uma sala, alguns degraus e tem outra sala e cozinha a uma cota inferior a da soleira. no sentido das cotas dos pisos superiores destinados a quartos tem um piso c 2quartos e o ultimo c 1quarto e se n#ao me falha a mem'oria um espaco intermedio e um duplo pe-direito algures por ali. uma soluc#ao interessante, sem duvida, nomeadamente a distribuicao interior e comunicacao entre os diferentes espacos e usos e tambem pelo patio interior comum. -
acrescento que é raro desenhar algo que já exista, não resisto a tirar fotografia, talvez por uma questão de comodismo. esta página que anexo é um exemplo dos menos conflituosos, as restantes são mais anárquicas.
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hummm, parece que o motivo que me levou a ter um caderno sempre ao pé(ou a mão) foi meramente uma questão prática: andava sempre a escrevinhar em papeis avulsos e folhas para experimentar ali e naquele exacto momento uma ideia qualquer q me ocorresse para resolver um projecto, testar uma proposta- nesse aspecto acho q a ligação desenho/pensamento é muito directa, quase como moldar a ideia; o problema é q registava as ideias no bilhete do barco, ou no verso de um talão... depois punha no bolso e oopsss... perdia, ia para a máquina de lavar etc. Vários colegas usavam os cadernos, os tais clássicos de capa preta, e pareceu-me excelente ideia seguir o exemplo e passar a andar c um, de formato pequeno. É um bocado desorganizado porque continuo a escrevinhar em bocados de papel e ter de colá-los nas folhas do caderno e depois aparecem listas de supermercado lá pelo meio, e uma data de aniversário ou uma consulta... e ainda é frequente esquecer-me dele a marcar um catálogo ou deixo-o no casaco que usei na véspera.... Enfim, é uma forma de tentar controlar o processo de concepção mas ás vezes tem a aparência de diário de serial killer, .
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Oi Fernando Gabriel, além de ter ficado muito bem impressionada com o excelente trabalho de recuperação, queria perguntar se há algum inconveniente em imprimir as fotos do antes e depois para mostrar o seu trabalho como referência para um cliente meu pouco receptivo e crente na eficácia da simplicidade? Acredito que com este exemplo real de como se pode viver melhor uma cozinha se consiga chegar a um acordo com o cliente em questão. É óbvio que o indicarei como autor do projecto. Obrigada desde já pelo bom exemplo.
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Caro João Morgado, o tipo de pesquisa que fiz foi linear: na página http://www.arquitectura.pt/forum/mem....php?do=search coloquei a selecção no género masculino e em seguida solicitei "procurar". na letra M pode ver-se que no topo da lista aparece a m a g u i logo seguida de m a r g a r i d a.
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Yap, eu estava a usar de alguma (bastante) ironia. Folgo em saber que todas as preposições são, de facto, falsas, o que eu já desconfiava. De qualquer modo subscrevo a questão: "onde andem todos?" nomeadamente, sou um bocado insistente, "onde andem elas?".
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Impressionante o trabalho apresentado, pela qualidade e perfeccionismo. Apenas um reparo: a jarra na imagem(lado esquerdo) parece pouco natural, pela escala desproporcionada entre a jarra e os ramos e porque seria impossível colocar os ramos daquela forma sem que caissem para dentro da mesma. Um pormenor insignificante mas que pode ser melhorado. Parabéns.
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Impressionante o trabalho apresentado, pela qualidade e perfeccionismo. Apenas um reparo: a jarra na imagem(lado esquerdo) parece pouco natural, pela escala desproporcionada entre a jarra e os ramos e porque seria impossível colocar os ramos daquela forma sem que caissem para dentro da mesma. Um pormenor insignificante mas que pode ser melhorado.
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O sistema é genial. Acredito que algumas das adaptações para o nosso clima seriam relativamente fáceis de encontrar, nomeadamente a questão do isolamento.
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Oi, o arquitectura.pt está óptimo, não vinha aqui desde o ano passado por falta de oportunidade mas isso não me impede de reconhecer que em termos gráficos, de apresentação e organização está entre um dos melhores. Agradeço a rapidez de visualização e não ter de esperar eternamente pela abertura como acontece com outros. Sinceramente em termos de alterações parece-me que tem sido feitas as necessárias para adaptação ao que é exigido ao arquitectura.pt e conto que assim continuem pois é nesse sentido que tenho observado a evolução do arquitectura, espero apenas pela re-organização de alguns temas ou tópicos que aparecem misturados como já foi referido aqui.
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Concordo com a sugestão do JVS: todas as cores. É democrático, dá uma nota positiva de esperança e ao mesmo tempo mostra a infinidade de possibilidades que a arquitectura abarca, permite, absorve, reinventa, aceita, cria e imagina entre outras tão abrangentes como o espectro da cor.
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Oi, gostaria de sugerir a colocação de uma ligação para este tópico a partir do "Legislação e Direito". Também dei conta de um outro tópico relacionado com os Regulamentos Municipais sem ligação ao mesmo "Legislação e Direito" que existe com zero tópicos. É apenas uma sugestão. Obrigada.
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Oi, fiz uma pesquisa de membros aqui no arquitectura sobre masculino/feminino seguindo a sugestão de Connecty para obter uma resposta rápida a este tópico e a lista revelou-se enorme e impossível de contabilizar. Ainda na pesquisa não consegui obter respostas razoáveis por género+universidade, inclusive a m a r g a r i d a aparece incluída na pesquisa por género masculino. Achava interessante chegar a uma conclusão não apenas sobre o número de licenciadas/os mas sobretudo perceber se o resultado está de alguma forma relacionado com o reduzido número de arquitectas com obra construída e premiada , talvez não existam mais de 7 arquitectas no arquitectura.pt, aliás nem aqui nem no país e deve ser por isso que no recente inquérito à arquitectura portuguesa do século XX apareceram meia dúzia de arquitectas incluídas. Se elas andem ai, onde estamos?
