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Arquitectura.pt


Ringo

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  1. ...simultaneidade de ideias, confuso?, talvez... Divagar num mundo complexo... Pensamento livre de obstáculos, sem regras. Partilha de pensamentos e ideias, na expectativa de um feedback positivo. Uma critica capaz de destruir todo o discurso subjacente na construção da ideia(s), mesmo que isso seja fruto de uma linha de pensamento livre, ou talvez inútil na sua interpretação.
  2. Sim, de facto a arquitectura não é uma ciência exacta, e deste modo assume-se como uma disciplina aberta a novas ideologias, vivendo da sua própria indefinição formal, e do seu compromisso com a função. Desta forma, poderemos considerar que a arquitectura e, por imposição de uma função bem desempenhada se torne num objecto de design construído para aquele efeito, arrasando toda a concepção artística?
  3. o texto em questão representa uma opinião pessoal, que sublinha uma visão sobre o tema. O texto é meu!
  4. ... Mas afinal como se define "habitação mínima"?
  5. Que mundo é este, saliência de possibilidades infinitas submersas por questões jamais objectivas que a alma tende a projectar na memória através de imagens na sua eterna falta de palavras que o caracterizam. São imagens que conhecemos, ou não queremos simplesmente imaginar, por virtude da própria essência do ser humano, totalmente insatisfeito na vontade de transcendência para além do material que por sua vez se revê na infrutífera vontade de criar o seu próprio aconchego - o lar. Em tempo que observamos cada instante na arquitectura, o momento torna-se eterno, dando lugar ao ocupante como parte integrante do seu ecossistema, para o qual foi criado pelo arquitecto na tentativa de dar a conhecer à sociedade através de um encontro de mundos, impulsionado pela tentativa de resposta a um possível cliente, incutindo através de uma solução um lugar geográfico à arquitectura que deverá ser o espaço onde o ser humano seja capaz de se orientar, pois só assim se pode habitar. Interessante é a forma como vimos a arquitectura e a forma de como esta se pode tornar inútil, na sua insuficiência de utilidade, afastando a arquitectura da sua função mais primitiva de aconchego (parte funcional) tornando-a numa sublime inutilidade na ausência de função e neste sentido apenas podemos orientar na arquitectura e entende-la como lugar de contemplação ou mera obra de arte. comentem!
  6. Poderá uma obra arquitectónica constituir uma discussão frutífera da sua indefinição enquanto obra de arte ou objecto cientifico e neste sentido funcional? Na sua índole, o conceito funcional interage com a definição de habitação, e neste sentido poderá coexistir enquanto conceito artístico?, ou uma complementa a outra e vice-versa?
  7. O silêncio é ausência... Um vazio concepção arquitectónica!
  8. Por Vezes, um espaço que é só meu, um tempo que não quero percorrer na arquitectura por ser perfeita na sua condição de aconchego que simplesmente simula o ego que é capaz de me transformar em algo indescritível longe das palavras por ser elementos de uma alma que reflecte verdade. É a fragilidade, a sua ideia, que me faz derrotar a noção positivista de tudo aquilo que nos rodeia face aos acontecimentos naturais que ocorrem fora do meu espaço, que, ao mesmo tempo que me protege me incute a ideia do quanto é sensível o monumental espaço que me protege e que cria dentro de mim uma agradável sensação, pelo medo (sensação) que me provoca. Basta abrir os olhos e sonhar, para sentir a adrenalina, o fruto de medos criados a propósito e em detrimento do meu bem-estar emocional.
  9. Quis ser eu mesmo e pensar para além de minha alma, desejei transcender o material e eliminar meras regras, que são dejectos mentais, largados ao acaso e aleatoriamente segundo uma lógica desconhecida e presente na imaginação de seres cujo poder supera hipoteticamente a vontade divina. Regras, cuja barreira permite ser ultrapassada, e deixada ao mercê de alguém que exerce o papel de ser superior, esticando a corda, e assim desta forma faz-nos tropeçar na consequência mais baixa, fruto dos dejectos largados por aí como minas anti-pessoais, dispostas a rebentar à sensibilidade do toque humano...levando à auto-destruição ideológica. ...Consegui! Neste meu pequeno mundo alheio, por vezes a mim mesmo. http://silence-words.blogspot.com
  10. Hoje em dia o que assistimos é de facto a uma visão cada vez mais minimalista da arquitectura, é este facto incute no objecto uma linguagem que por si só já se identifica como moderna. há todo um supremo avanço da forma em relação à sua resolução minima, sem qualquer ornamento possivel... a ficção cientifica assume um papel importante no avanço da tecnologia, esta surge como fonte de inspiração para tudo o que se POSSA criar. quantos de nós em miudos apreciava aquelas fantasticas series de ficção cientica, que nos fascinava pela sua magia, ou aparente ilusão de fuga à realidade, tudo aquilo hoje, ou parte é realidade. ou seja quero dizer com isto que da forma que a mudança sofre transformação, a velocidade, cada vez mais temos a ilusão de moderno, pois tudo corre o risco de se tornar vanguarda...é o risco da modernidade! Abraço
  11. Tudo bem...Mas a minha opinião consiste na definição (esse dar sentido - Bolha espacial) de espaço como o "lugar" exacto no qual está localizado esse mesmo banco. Afirmo que existe uma barreira imaginária entre o espaço circundante ao banco e um outro (infinito) na qual surge a potencial paisagem, ou algo que, de uma forma subjectiva seja susceptivel de ser contemplado.
  12. ...no entanto há de certa forma uma barreira que restringe a associação entre o a arquitectura de culto e a de contemplação. Podemos associar a "culto" a forma de representação de um espaço nomeadamente religioso - pois o termo culto aparece direcamente ligado à religião, a par que "contemplação" atinge uma definição mais abstracta. Porque comtemlar surge associado a deuses e sua contemplação (mais uma vez mais religião), como podemos comtemplar uma mera arvore isolada em pleno alentejo, daí talvez a confusão e o sua consequente ligação à religião.
  13. Tentemos simplificar ao maximo essa questão, ou seja consideramos como objecto de culto/contemplação um simples banco de jardim, permitindo a observação de todo um espaço comum à felicidade humana. Neste sentido torno a definição um pouco mais vasta...
  14. Um espaço de culto/contemplação deverá ou não ser de uso pessoal. Excepcionalmente a religião, independentemente das suas ideologias.
  15. Não concordo com o Bruno Moreira, pois esta experiencia é sem dúvida uma solução arrojada, na qual se manifesta o saliente gosto pela mãe natureza e sua contemplação. Falo de solução, nomeadamente enquanto convívio com o meio natural, a sua intregação e comunicação Homem - meio. Abraço
  16. Penso que isso não deverá ser assim... a morte é algo que nem sequer mereçe estudo, pois ninguém imagina morrer um dia. Tema que surge como verdade irrefutável, mas que aos vinte anos, pensar nisso é de doidos, é provavelmente algo que provoca insónias.. Nem sequer, pretendo saber a hora exacta da minha morte, apenas viver e viver, sempre o melhor possível... Abraço
  17. Não queria o estudo de ambos os movimentos... pretendia apenas uma reflexão sobre o uso errante de ambos os termos. Refiro-me ao conflito que ambos os termos acarretam. Mas já agora uma questão interessante: já que falas em movimentos, vamos criar uma relação conflituosa entre o modernismo no século XX, a sua ruputura, e Contemporâneo. Uma reflexão simples: Se ao analisar determinado edificio (falando como futuro arquitecto), projectado actualmente, como o classificarias, sendo detentor de linhas modernas, e projectado, tal como tu dizes, por outras palavras pertencendo à epoca em questão? Entendes onde quero chegar? Na minha opinião há uma certa dualidade de definições. Abraço
  18. Parte de um livro datado de 1942. "A Arquitectura e a vida" - Francisco Keil do Amaral - Biblioteca Cosmos Abraço
  19. Quanto à temática: Apenas pretendo uma simples reflexão sobre a essencia da arquitectura. Uma reflexão que deverá abordar característicamente o caminho da arquitectura enquanto arte, sem nunca se desviar da sua verdadeira missão - a de dar abrigo. É verdade que se encontra um pouco descontextualizado, mas a ideia é criar um espaço de discussão acerca da teoria da arquitectura e a sua verdadeira missão, o seu objectivo, na essencia da sua funcionalidade. Tentativa de dar um rumo a uma arquitectura corrompida pelo capitalismo, dominada pelas elites, oferecendo-lhe uma nova objectividade, com a mesma cara! Abraço
  20. Como poderemos definir um e outro, o termo moderno, afinal a que se refere, sendo que o termo contemporâneo surge como uma especie de sinonimo do Moderno. Como poderemos separar ambos os termos. Pois se um objecto (enquanto arte), produzido actualmente se define como contemporâneo, e este o é ao mesmo tempo Modermo. Neste sentido a que ponto poderemos separar ou definir ambos os termos? O termo Moderno é uma especie de gaffe, nomeadamente quando nos referimos ao produzido ACTUALMENTE, no entanto este facto apenas tem consequencia no que diz respeito à Arte, visto que o termo Pós-Moderno veio substituir o termo Moderno em Arte, pela sua consequente saturação, a exaustão que levou o Modernismo à ruptura. Abraços
  21. ...) É inútil, portanto, tentar desviar a arquitetura da sua verdadeira missão. É inútil Tentar faze-la refletir o gosto de alguns indivíduos por mais poderosos que sejam; porque ela continuará sendo sempre e indefinidamente o espelho portentoso onde se refletirá e mil e mil facetas da vida da humanidade. Deixem-na por isso seguir livremente o seu caminho, com seiscentos milhões de diabos (...) Abraço
  22. Um espaço de culto/contemplação, atinge um vasto numero de definições, algumas delas um pouco abstractas. Quando se fala em espaço de contemplação, em geral voltamo-nos de uma forma ingenua para a religião, mas o porquê?, ou como? pois desse ponto de vista os ateus, não contemplam...pelo menos uma religião. O próprio espaço permite várias interpretações, cuja a emotividade, a sensibilidade e a capacidade filosofica de cada um, incutindo ao espaço, uma personalidade, mesmo que esse seja definido por uma elite artística ou cientifica. Essas interpretações dão origem a vários projectos de diferentes estruturas, pois uma simples cabana em lugar ocasionalmente abstracto, pela sua intregação na natureza, permite por consequencia a contemplação da própria natureza. Um caso ainda nais simples é um mero banco ironicamente colocado sob um precipicio, e direcionado para a montanha ao fundo! como podes ver, a própria definição de espaço de culto/contemplação vai ao encontro da creatividade, que pode ser justificado de uma forma racional ou simplesmente filosofica, e neste sentido trata-se um projecto cracterizado pela subjectividade, e acima de tudo muito pessoal, ou simplesmente algo que toca profundamente a alma do utilizador (espaço público) - neste caso há todo um mundo de empatia que precisa de explorado e usado da melhor forma possivel... Abraço
  23. Toda a arquitetura deverá transmitir um profundo sentimento pessoal de acordo com a a essencia de seu uso pessoal. Na verdade, penso que a arquitecura não devará possuir toda a verdade na sua forma, pois o mistério, a verdade ocultada, são sempre um simbolo de interesse e contemplação, foi sem dúvida algo que foi pensado para transmitir uma ideia atraves de uma simbologia, um simples factor que não impede um processo de espiritualização material. Um espaço que não exista filosoficamente não existe como factor fulcral da identificação da arquitectura como monumento, independentemente da sua função, clareza, ou simplicidade. Já pensaram o que seria observar, ou viver a arquitectura, contemplar a arquitectura e ver muito mais além do que uma simples forma em betão ou outro material, o que seria dar valor a algo que não exista enquanto simbologia. abraço
  24. Sem dúvia, que de certa forma estamos uns anos atrasados em ralação ao resto da Europa. Não só na arquitectura, mas um pouco nas restantes areas...É sabido que os feitos ideologicamente bem constituídos, são reconhecidos antes no Estrangeiro e só depois em portugal. Na minha opinião penso que isso se deve a uma atitude um pouco insatisfatória face às idelogias nacionais, no entanto se essa ideologia fosse bem aceite no estrangeiro, automaticamente teria uma referencia maior em portugal, é como fosse necessário uma autorização ou uma opinião de algo considerado superior. E se analisar tudo o que foi feito ou quase tudo tem origem ou influencia internacional. No entanto e tentando não cair no erro de me considerar ignorante enquanto português, a arquitectura em portugal e no fundo tudo o que se faz em portugal é um pouco reflexo daquilo que melhor ou pior se faz no resto do mundo, enquanto arte ou cultura, erradamente, mas tudo isto devido a gostos ou atitudes retrogradas de uma socieadde em desenvolvimento. Ironicamente: experimenta dizer ao cliente que se trata de um projecto extremamente invovador, ultimo grito na europa...claro que há uma atitude desonesta, mas o mais importante e mais interessante é que vende! Abraço
  25. De facto foi bem conseguido a harmonia entre o natural e o artificial. Abraços
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