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Arquitectura.pt


Peter

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  1. Os suíços Jacques Herzog e Pierre de Meuron, arquitectos que assinaram o projecto do Estádio Olímpico de Pequim (conhecido como Ninho de Pássaro), serão os responsáveis por criar um novo teatro de dança e de ópera em São Paulo. O edifício fará parte de um complexo cultural com três teatros, que ocupará um terreno de 19 mil m2 na região central de São Paulo. O projecto está orçado em cerca de 110 milhões de euros, pagos pelo Estado. A dupla de arquitectos deve montar um escritório em São Paulo e tem até 2010 para terminar o projecto. As obras, no entanto, devem ser iniciadas já no ano que vem, para terminarem no fim de 2010. Fonte: Lusa
  2. Peter

    Olá!

    Bem vinda Karen!!! ;)
  3. Olá! Graças a todos os santinhos e almas deste mundo, foi deferido à primeira! Apenas pediam que aquando da entrada do projecto de especialidades fosse apresentada uma planta a rectificar uma cedência. Sei que são difíceis as aprovações... mas esta correu bem! Força e bom trabalho... vou estar atento ao vosso projecto!
  4. Designers, estilistas e arquitectos portugueses vão apresentar projectos originais com materiais reciclados na exposição internacional "Remade in Portugal 2008", patente a partir de 01 de Novembro no Museu da Electricidade, em Lisboa. Em segunda edição, esta exposição de design ecológico conta com a participação de novos criadores além dos que estiveram na primeira, em 2007, na Estufa Fria, e apresentará também uma programação paralela de eventos que apresentará concertos, conferências e workshops. Os novos criadores na edição deste ano serão, na área da moda, Ana Salazar e Maria Gambina, na área do design, as empresas e criadores Dasein, SimpleFormsDesign, Carlos Aguiar, Rita Garizo, OM-JP e Henrique Ralheta, e, na área da arquitectura, António Portugal, Manuel M. Reis, , Mafalda Nunes e João Mendes Ribeiro. Os arquitectos Adalberto Dias, Álvaro Siza, José Manuel Carvalho Araújo, Nuno Sottomayor, os designers Pedro Silva Dias, Alda Tomás, Francisco Providência e Pedro Sottomayor, e os estilistas Nuno Gama e Luís Buchinho, regressam nesta edição, mas com novas criações. Incentivar as empresas a desenvolver produtos com um desenho original e qualidade de produção, utilizando materiais reciclados, é o grande objectivo do "Remade in Portugal 2008", evento organizado pela Agência Portuguesa do Ambiente. Criado originalmente em 2004 pela Regione Lombardia, em Itália, o projecto rapidamente obteve a adesão do Ministério do Ambiente italiano e de vários consórcios ligados à reciclagem, passando a "Remade in Italy", com a finalidade de difundir a cultura do eco-design e do desenvolvimento sustentável. A partir do projecto "Remade in Italy" foi criada uma rede da qual já fazem parte, Portugal, Chile, Brasil e Argentina. Espanha e França vão ser os próximos países a aderir a esta iniciativa. Em Portugal, o projecto está a dinamizar a comercialização de produtos com design ecológico, ao mesmo tempo que divulga o trabalho dos criadores portugueses nos circuitos expositivos internacionais. O público poderá ver estes produtos originais feitos em materiais reciclados até 16 de Novembro no Museu da Electricidade, cedido pela Fundação EDP, que este ano acolhe a iniciativa. Fonte: Lusa
  5. Tópico sobre a exposição. http://www.arquitectura.pt/forum/f14/exposi-arm-nio-losa-cassiano-barbosa-arquitectos-escrit-rio-1945-1957-a-11923.html#post67743
  6. É uma exposição que condensa a produção de Arménio Losa e do seu sócio Cassiano Barbosa. Arquitecto e urbanista, Losa foi uma figura marcante do movimento modernista. Arménio Losa (1908-1988) é o menos conhecido e o menos citado dos arquitectos do movimento modernista português no Porto e no Norte do país. O seu nome surge normalmente secundarizado pela proeminência que ganharam as obras de um Januário Godinho (1910-1990) ou de um Viana de Lima (1913-1991), seus colegas no curso de Arquitectura da Escola de Belas-Artes do Porto - que, aliás, viriam a diplomar-se mais tarde -, mas a produção de Losa (que foi casado com a escritora alemã fugida ao nazismo Ilse Losa) merece ser mais bem conhecida, divulgada e apreciada. É esta a convicção do arquitecto Manuel Mendes, responsável do Centro de Documentação da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP), docente, investigador e coordenador da exposição Arménio Losa/Cassiano Barbosa Arquitectos - Nosso Escritório (1945-1957), que hoje às 22h00 é inaugurada no Edifício da Alfândega, no Porto, no dia em que se comemoram os 100 anos do seu nascimento. "A obra de Losa está ainda mal estudada", como desconhecida permanece também a sua efectiva contribuição para a mudança dos paradigmas da prática da arquitectura no Porto e no Norte, realça Manuel Mendes. No texto de apresentação da exposição, este arquitecto escreve que Arménio Losa e Cassiano Barbosa (1911-1998) - dois nomes associados naquele que ficou registado como "Nosso Escritório" entre 1944 e 1963 - deram um assinalável "contributo à ampliação da cidadania da arquitectura, do seu ofício e saber, nas suas dimensões técnica e artística, política e cultural". Mas esta não é uma ideia nova ou recente de Manuel Mendes - já em 1995, num texto que escreveu sobre a obra de Losa aquando da homenagem póstuma que lhe foi prestada pela Câmara Municipal de Matosinhos (que lhe atribuiu a Medalha de Ouro da cidade), este investigador considerava que o arquitecto era membro de pleno direito do movimento modernista. Na mesma altura, e na mesma brochura editada para a homenagem em Matosinhos (uma edição da autarquia e da Afrontamento), o arquitecto Pedro Ramalho, que acompanhara a actividade de Losa desde 1955, dizia que ele tinha entendido "a modernidade no conceito do seu tempo", e que a via precisamente como "oposição e consciência de ruptura". Mendes e Ramalho surgem agora de novo juntos neste programa que assinala o centenário de Arménio Losa, cabendo ao segundo a organização das actividades paralelas à exposição documental: um concurso de fotografia, um ciclo de conferências, uma mesa-redonda, uma visita guiada à mostra da Alfândega e ainda um concerto. Para a exposição, Manuel Mendes pensou inicialmente documentar a produção dos anos 1940/50 do "Nosso Escritório" (a expressão está manuscrita por Losa numa folha de papel com um desenho para um móvel que foi instalado no escritório dos dois arquitectos). A parceria profissional de Arménio Losa com Cassiano Barbosa deu continuidade a uma amizade certamente fundada nos anos em que ambos frequentaram a Escola de Belas-Artes, na viragem dos anos 20/30, e que o segundo chegou a evocar no seu Álbum Esquecido: "As nossas controvérsias tinham como motivo o modernismo na arte e como cenário o claustro (...) do Museu Soares dos Reis, onde injuriávamos a arte clássica, exaltávamos Picasso, Calder, Corbusier e Frank Lloyd Wright...". Nessa produção da sociedade Losa/Barbosa avultam dois edifícios ainda existentes no Porto, e que são raros sobreviventes de uma produção "que em grande parte está destruída", lamenta Manuel Mendes. São o bloco de habitação da Boavista/Carvalhosa (1945) e o edifício da Rua de Sá da Bandeira (1946), ambos desenhados para um mesmo cliente, entendidos como "acções fundadoras" daquela sociedade, e dos quais foram recentemente depositados nos arquivos da FAUP documentos que permitem conhecer em detalhe todo o processo de projecto e de construção. Reinventar o lote estreito O edifício da Boavista/Carvalhosa é a expressão mais feliz daquilo que era a visão de Losa para uma arquitectura familiar e doméstica, a que ele dedicou grande parte do seu trabalho. Manuel Mendes diz que Losa - que considera "o mais criativo e o mais modernista" dos dois sócios - actualizou esta tipologia muito característica da arquitectura portuense, e que aquele designa como "de lote estreito de contiguidade" e que era ainda regido pelas fachadas estreitas vindas do século XIX. Outro exemplo desta vertente na obra de Losa é a cooperativa de habitação que ele fizera, antes, para a Boavista/Pinheiro Manso (1936), num projecto que mostra a sua capacidade e a originalidade com que resolve edifícios de esquina, de que se torna "um especialista", diz Manuel Mendes. O edifício em Sá da Bandeira é já outra dimensão da produção Losa/Barbosa, e Mendes classifica-o mesmo como "uma espécie de Broadway" na Baixa do Porto; é um edifício que corta com o convencionalismo até urbanístico que imperava à época, e que expressa um modernismo "que vai beber ao racionalismo italiano, mas também à vertente mais decorativa da Werkbund alemã", nota o professor da FAUP. A exposição na Alfândega, apesar da exiguidade do espaço disponível, acabaria por crescer para a documentação de 86 trabalhos, que são "condensados como uma prenda", diz Manuel Mendes. Nelas são apresentados projectos, mas também o contexto urbano e social em que eles foram idealizados e implantados. E das múltiplas dimensões da obra de Losa representadas avulta o seu trabalho de urbanista, que, nota o responsável pela exposição, inicialmente se pensava ter sido desenvolvido apenas mais tardiamente, mas que afinal vem já da década de 1930, quando Losa colaborou com o gabinete de Aucíndio dos Santos, na Câmara do Porto. Nesta área, estão citados os planos urbanísticos realizados para Gaia (1945-49) e para Macedo de Cavaleiros (1945-51), mas também o da Zona do Hospital Escolar (São João), no Porto (1951-56), ou o de Matosinhos-Sudeste e da envolvente do Mosteiro de Leça do Balio (1961-68). De todos eles, Manuel Mendes destaca "o plano fabuloso" realizado para o Hospital Escolar de São João, "o primeiro que em Portugal segue a Carta de Atenas" que introduz o conceito de "cidade funcional" e a separação das áreas residenciais, de lazer e de trabalho. Texto: Sérgio C. Andrade in Jornal Público | 28 de Outubro de 2008
  7. Tem vantagens... poupam nas luzes de natal Existe um hotel novo no Porto (perto do São João) que consegue ser ainda pior... Não é o low cost... Vou ver se arranjo uma foto!
  8. Para quem nunca o viu com as "luzinhas"!!! Aqui vai...
  9. Então, para que da próxima vez não haja mal entendidos, não sejas vago nas tuas mais que muitas afirmações.
  10. Só podes andar a gozar comigo... e ainda para mais já existe um tópico sobre este tema. Apenas coloquei aqui por ser uma noticia na hora. Quanto ao explicar, olha bem para alguns tópicos que inicias, por ou eu sou muito burro ou não percebo a tua intenção em os abrir.
  11. "O padre Manuel Morujão, porta -voz da Conferência Episcopal, acha "muito bem que quem viu as suas convicções mais profundas serem ofendidas se manifeste". Prossegue: "Nada é intocável, mas tem de ser tocado com algum respeito. Uma coisa é fazer humor sobre as ondas do mar e outra usar a liberdade para achincalhar". Afirmando-se "solidário, de certa forma", com quem acha que "não houve respeito para com aspectos considerados estruturais da nossa vida", deixa ainda o recado: "Não devemos transformar a contestação em propaganda ao programa". Fã dos "Gato", D. Januário Torgal Ferreira, bispo das Forças Armadas e de Segurança, começa por perguntar se estamos a falar daquele "sketche" em o Ricardo Araújo Pereira diz "em nome do pai". Diante da resposta afirmativa, comenta: "Tenho de dizer que o vi . Habitualmente entro em colisão com determinadas formas de pensar, mas esse em nada me feriu. Quem não tiver humor que não veja". Depois destas afirmações, penso não haver mais nada a dizer... só mesmo o zé povinho se sentiu ofendido...
  12. Francisco Caldeira Cabral, cujo centenário agora se celebra, fica na História como o primeiro arquitecto paisagista português. Reconhecido pelos pares como um mestre e um visionário, foi também um ambientalista convicto, um homem de invulgar cultura, pensador e pai extremoso de nove filhos. "É manifestamente um homem do século XX, que atravessa todo o século, um visionário que viu mais depressa e mais à frente do que todos os outros e uma referência para todos nós, arquitectos paisagistas", afirmou à Lusa Teresa Andersen, com obra publicada sobre Caldeira Cabral, ao elogiar a escola deixada pelo arquitecto. Caldeira Cabral especializou-se em Arquitectura Paisagista na Alemanha, um dos poucos países da Europa em que existia o curso e é recordado por um dos seus mais célebres alunos, Gonçalo Ribeiro Telles, como "um mestre". "Fui um dos primeiros alunos dele, após se ter formado na Alemanha. Foi um pioneiro extraordinário", disse Ribeiro Telles, enaltecendo os 70 anos de trabalho activo daquele que considera ser ainda uma referência para os jovens que abraçam a profissão. "É necessário pensar na sua herança, quer quanto a princípios, quer quanto a modelos de desenvolvimento e até de criação, que estão neste momento muito postos em causa", defendeu Ribeiro Telles. O legado que Francisco Caldeira Cabral deixou aos portugueses passa pelo Estádio Nacional, em Oeiras, pelos jardins da Quinta Patino, em Cascais, pelo pavimento da Rua Augusta, em Lisboa, pela Praça do Município ou pelo Parque de Santa Catarina, no Funchal. "A arquitectura paisagista é a arte de ordenar o espaço exterior em relação ao homem", dizia. Com base nesta máxima e um enorme respeito pela natureza mandou o filho trabalhar para a Alemanha como jardineiro quando este, aos 16 anos, lhe manifestou o desejo de ser arquitecto paisagista. "O meu pai sempre defendeu, e ele próprio exerceu, a profissão de jardineiro como forma de podermos aprender através das nossas mãos a profissão que depois nos leva a um patamar mais intelectual e onde as mãos já só servem para riscar", conta. Hoje arquitecto paisagista e também de nome Francisco, o filho admite, com orgulho, que recebeu uma "enormíssima influência" do pai e mais tarde de Gonçalo Ribeiro Telles, com quem viria a trabalhar. "Tive a sorte de estar num meio privilegiado de saberes, com personalidades diferentes", recorda. Francisco Manuel Caldeira Cabral tinha no pai um crítico e um apoio. "Era sempre crítico em relação aos trabalhos que eu fazia, mas também era altamente elogioso em relação àquilo que estava bem feito", lembra. Viajavam muito, trocavam opiniões sobre o que observavam e partilhavam sessões de música, numa altura em que "não havia televisão". Francisco Caldeira Cabral (1908-1992) era um homem de múltiplos interesses. Dominava várias línguas e no seu percurso profissional passou pelos quatro cantos do mundo. Chegou a cantar no Teatro São Carlos, em Lisboa, fazendo parte do Movimento Renascimento Musical Portugal. O mesmo homem que se interessava por electrotecnia, ordenamento do território, botânica e micro-climatologia, dedicava-se a traduzir para português "A Paixão Segundo S. Mateus", de Bach, e o "Orfeu", de Verdi. "Era uma pessoa completamente invulgar e tinha interesses muito diversificados", afirma o seu sétimo descendente, que o recorda com saudade: "tinha uma relação afectiva extraordinária connosco". Uma das grandes vitórias do pai e talvez o seu projecto mais falado é o Estádio Nacional, que se não fosse a visão de Francisco Caldeira Cabral era hoje um amontoado de betão em cima do leito do Rio Jamor, a enfrentar constantes problemas de cheias. Inspirado nos princípios ambientalistas que apreendeu no Norte da Europa e na tradição grega, idealizou uma estrutura que pudesse aproveitar o anfiteatro natural do Vale do Jamor, construída com matéria-prima e mão-de-obra nacionais e salvaguardando a paisagem. "Em Portugal não havia cimento, não havia ferro, tinham de ser totalmente importados e é aí que o meu pai, mais uma vez com uma teoria muito ligada à natureza, tem a sorte de estar perante um país com recursos industriais muito fracos nessa altura e portanto os políticos abraçaram a sua solução porque a outra (do chamado lobby do betão) ia criar-lhes problemas de endividamento", admite. Fonte: Lusa
  13. A Câmara de Lisboa aprovou hoje o relatório do júri do concurso para a reabilitação do teatro Capitólio, que atribuiu ao arquitecto Souza Oliveira a recuperação daquele edifício classificado do Parque Mayer. "Esgotou-se mais uma etapa deste doloroso processo de reabilitação do Parque Mayer", afirmou o presidente da Câmara, António Costa (PS). Nos próximos seis meses,userá elaborado o projecto, seguindo-se depois o concurso de empreitada e as obras. A recuperação do edifico do Capitólio será a âncora do reabilitado Parque Mayer e custará 10 milhões de euros, provenientes das contrapartidas do Casino Lisboa. O teatro, que é considerado o primeiro edifício do Movimento Moderno em Portugal, deverá recuperar a traça original, concebida pelo arquitecto Cristino da Silva em 1931. O vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, já assumiu o compromisso de as obras começarem nos próximos dois anos. O concurso público de concepção do projecto de reabilitação do Capitólio sofreu algumas vicissitudes, tendo sido suspenso em Maio, devido aos recursos apresentados por dois concorrentes: um deles foi rejeitado e outro parcialmente aceite. A Câmara aprovou igualmente a celebração de um protocolo com a Santa Casa da Misericórdia para a recuperação do Largo Trindade Coelho. A Santa Casa irá financiar o projecto, em coerência com a reabilitação da Igreja de São Roque e do edifício da sua sede situados naquele largo. A circulação automóvel deixar-se-á de fazer em frente à Igreja de São Roque e o largo vai acolher uma estátua ao padre António Vieira. No próximo ano, a autarquia pretende reabilitar as escadinhas do Duque, uma obra que irá candidatar às contrapartidas anuais do Casino, disse António Costa. Fonte: Lusa
  14. Exacto... mas quando copiarem, que copiem bem!
  15. Antes de mais bem-vindo ao arquitectura.pt Em relação ao teu projecto, seria interessante que colocasses plantas, cortes e alçados para ajudar a melhor compreender o projecto. Apenas com esta imagem é difícil ter uma opinião. Alguma imagem da envolvente próxima, seria bom! cump.
  16. Peter

    Olá

    Bem vindo Sónia :)
  17. E então porque respondes ao Luís e não "contra argumentas" comigo? Podemos tirar conclusões interessantes... vá lá!
  18. Olha uma coisa, qual foi a parte o "mas vale a pena ver?" que não percebes? Eu conhecido a todo custo? Para quê? Podes-me dizer? Não me conheces, como é que podes dizer que tenho falta de humildade? Eu disse alguma coisa de mal? Se querem ver, paciência... não acho nada de extraordinário! Afinal se foste bom aluno como queres transparecer que és, nunca entraste numa obra do qual não conhecias o autor? O só entravas e só "comias" obras de top? Eu entrei em muitas, se calhar até muitas feitas por engenheiros, agentes técnicos e desenhadores. Se aprendi alguma coisa com isso? Aprendi! Se gostei? Se calhar gostei de algumas coisas. Afinal não só os arquitectos são "seres superiores" e que têm o dom da criação. Quanto à crítica que fazes ao projecto, não te posso fazer nada. Gostas, paciência, não gostas, paciência na mesma. Se tem pedrinha ou é pintada de branco, foi assim que o cliente quis e infelizmente também temos que aceitar os seus "desejos €€". Antes de chamar banal como tens todo o gosto em chamar, embora não perceba porque vais depois buscar referências de case studies, faz uma critica que se possa aproveitar alguma coisa. Não critiques por criticar, isso é fácil de mais e de certo que tens capacidades para isso. Querido Gupyna, não faço parte do movimento anti gopynas mas era bom e sensato que em vez que destruir, construísses uma opinião crítica. cump. e cá espero por obras tuas.
  19. Insultos? Perder tempo contigo? Nada disso.. Estou deliciado à espera de ver os teus projectos por cá. Força nisso! (ou ainda não fizes-te nenhum? oops)
  20. Terei muito gosto em fazer uma visita, mas a obra ainda não começou! Está para breve! Já esta tudo aprovado mas falta adjudicar a obra ao empreiteiro. Mas vale a pena ver? :)
  21. Faço de conta que não li!
  22. Peter

    Boas

    Bem vindo ao Arquitectura.pt Metahouse :)
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