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Dreamer

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  1. Cá no fórum tens alguma informação sobre esta questão, nomeadamente em (http://www.arquitectura.pt/forum/f11/guggenheim-5th-avenue-cracking-5836.html) com uma imagem das "rachadelas" que o betão sofreu ao longo destes anos... E ainda temos um tópico sobre os novos Guggenhaim: http://www.arquitectura.pt/forum/f31/novos-guggenheim-2626.html Boa sorte para o trabalho :)
  2. Pode-se pôr uma questão interessante, o saber até que ponto é que a imagem do edifício deve suplantar a função para o qual foi pensado... Tinha-mos aqui pano para mangas numa discussão sobre este tema...
  3. Bem vinda moniquereid :)
  4. Bem vindo Miklos :)
  5. Sublinho a última expressão, não fosse eu próprio arquitecto ..."os deuses não castiguem os homens, privando-os dos seus arquitectos"... Link: http://jn.sapo.pt/2007/05/18/porto/como_e_quem_cidade.html
  6. As dificuldades que tens no cruzamento de informações é porque, como saberás, 2 guggenhaim construidos, esse e o de Bilbao, fala-se À algum tempo de um em Guadalajara, no México, e mais recentemente outro creio que no Dubai... Aquilo a que chamas "varandim", é um corredor em espiral que percorre o edifício e que vai dando acesso aos diferentes espaços. Tanto quanto sei, não tem vidro...
  7. Bem vindo :)
  8. Bem vindo maxbidarra :)
  9. Bem vinda Aaliz :)
  10. Bem vinda Elisia. O mercado por cá não está fácil, como o concentratzen disse, é (quase) norma não se pagar a estagiários (eu tive sorte), pior ainda é quando alguns estudantes, como no teu caso, trabalham e recebem mais do que o primeiro ano de estágio uma vez acabado o curso... Aquilo que te recomendo, é ires vendo propostas de emprego e tentar encontrar alguma coisa que te sirva, mas não penses que vai ser fácil...
  11. Não se vê a imagem... :)
  12. Link: http://jn.sapo.pt/2007/05/15/porto/novo_cemiterio_tera_espaco_para_mil_.html
  13. Como definição de espaços, acrescentaria também o "semi-privado"... Não me parece que seja redutor usar um, ou outro termo, até porque não é o termo que dita se o espaço vai ou não ser vivido de acordo com os pressupostos iniciais... No meu tempo de estudante, quan do catalogava áreas mais frequentemente, servia-me desses 4 termos para identificar espaços com caracteristicas necessariamente diferentes: - público - espaço acessível fisicamente a todas as pessoas (ruas, praças, parques, etc); - semi-público - espaço que sendo público, pelas suas caracteristicas limita a acção do utilizador numa qualquer vertente (relvados inacessíveis, encostas ingremes, entradas de edifícios públicos que normalmente se encontram encerrados, etc); - semi-privado - espaço de uma qualquer forma encerrado que permite algum tipo de relação com o espaço público, por exemplo, invasão visual do espaço (varandas, jardins privados visíveis apartir da rua, espaço de uso público, mas fisicamente privado em volta de edifícios privados); - privado - espaço separado do espaço público fisica e visualmente...
  14. Já para não falar das vantagens que dá quando se tem de preparar um aditamento... O problema é o tempo que se perde nos complementos 2D dos desenhos, para ficarem mais limpos...
  15. Sem dúvida que os equipamentos são os programas em que o projectista tem maior liberdade formal. Talvez seja pela realidade e variedade dos programas, talvez seja pelo valor simbólico da peça "equipamento" enquanto elemento de excepção na continuidade da cidade, talvez seja pela "tolerância" formal que o cidadão, enquanto consumidor, dá a estes elementos arquitectónicos, talvez por tudo isso, talvez também por outros factores. O certo é que a cidade enquanto elemento vivo, "serve-se" destes programas para ganhar vitalidade e movimento, para conquistar novos polos de atracção, novas centralidades, novas formas de ver e percorrer o espaço urbano...
  16. O Revit já não é novo, antes deste 2008, a versão ia no 9.1. Até à uns anos atrás eu trabalhava apenas com o AutoCAD e conhecia o ArchiCAD de ver alguns colegas a trabalhar com ele, mas foi coisa que nunca me atraiu. Nop gabinete onde agora estou empregado usam o Revit à cerca de 3 anos, pelo que tive de me adaptar a ele (não foi difícil)... Nos últimos tempos o Revit tem conhecido algum crescimento, daí estar cada vez mais a ser falado...
  17. Bruno, isso não é tanto assim... Eu usava mass como complemento de desenho, mas passei a usar o component, com o create in place. Assim dás uma categoria (familia) ao objecto, depois é só controlar nas visibilidades. Quando se usa mass, por defeito desligado nas visibilidades, podes activar aí para se verem nos desenhos que pretendas, inclusivamente na impressão.
  18. Thunderneo, parece-me antes que as "mãos de grandes arquitectos" (como referes), têm uma grande capacidade projectar, coisa que as "piores mão" (como referes) por vezes esquecem que poderão um dia lá chegar... é a velha história da cópia, que se for bem feita, resulta, ainda que sendo cópia, se for mal feita, todos vão dar por isso... Referências todos temos, mas cada um tem de procurar o seu caminho e o seu precurso... Ainda mais estando a estudar, o faroeste tem de experimentar e testar novas linguagens e imagens, porque "cá fora", quando os projectos são para serem construídos, nem todos os promotores estão dispostos a ceder a "testes"...
  19. Freelander, aconselho-te a dares uma vista de olhos pela legislação, porque acho que essa solução do elevador no vazio das escadas, tão comum numa determinada época, é hoje ilegal. A escada tem de estar separada do hall das habitações e elevadores, por uma estrutura corta-fogo, porta incluída... É melhor pensares noutras coisas...
  20. São gritantes os abusos que se fazem para se ter direito a uma habitação num qualquer edifício de habitação social... eu sei de um caso, pelo menos, que mesmo morando numa casa, ainda que alugada, uma familia sugeitou-se a mudar-se durante talvez 2/3 anos para um bairro de lata, sem as mínimas condições, para passado esse tempo terem direito a uma habitação num qualquer bairro... Estou como o Gin, quem usufrui desse suposto direito deve pagar alguma coisa, ainda que abaixo do valor "normal" das rendas, uma valor até mesmo simbólico, para que prezem aquilo que têm... Sempre achei que quem tem as acesso a seja o que for, como um dado adquirido, pouco ou nenhum valor dá ao que tem... é uma característica básica do ser humano... não quero dizer que quem tem de lutar por isso mesmo, dá sempre esse valor, pelo manos haverá casos em que não acontece... mas serão sempre situações diferentes...
  21. A mim parece-me “ligeiramente” influenciado pelo universo de George Lucas, não só pela forma em si, como também pelo ambiente interior… É só imaginar uns clones do império galáctico a passear por ali, umas reproduções das naves, um Darth Vader por perto… enfim, tudo aquilo a que “temos” direito … Link: http://www.eikongraphia.com/?p=1499
  22. Antes de mais, sê bem vinda guadalupe. Como já se disse antes, o conceito de habitável é demasiado vasto para nos limitarmos mentalmente a uma "micro-casa"... Tudo depende do pressuposto que cada um tem de espaço habitável. Para ti pode ser uma "micro-casa", ou não... para outro pode ser um espaço de estar no meio do rebuliço citadino, ou não... pode ser um banco debaixo de uma árvore, ou não... pode ser o vazio deixado por baixo de uma ponte, ou não... ou seja, pode ser aquilo que cada um de nós quiser... ou não... ou sim... ou não... ...fica ao teu critério...
  23. Se forem portas e janelas, quando abertas, palas e elementos semelhantes, como já foi dito noutro tópico, não entram para o volume dos 27m³, tal como num projecto de arquitectura não entram para a área de implantação, ou para a volumetria...
  24. Na época clássica e nos revivalismos históricos, o cubo sempre foi uma forma associada à arquitectura, talvez apenas suplantada pelo rectângulo de ouro, ou talvez não... Basta "pegar" numa das villas do Palladio e começar a conjecturar sobre o uso das formas geométricas na concepção do edifícios, das relações entre elas, etc... isto para falar só de um exemplo... Podemos também falar de Leonardo Da Vinci...
  25. A ser verdade e a concretizar-se é sem dúvida uma grande mudança para a cidade... basta ver o que a história guardou como acontecimentos mais e menos trágicos na praça de tianamen...
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