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Villa Vals arquitectura: SeARCH em colaboração com Christian Müller Architects localização: Vals, Suiça design: Bjarne Mastenbroek, Christian Müller, Iwan Hameleers colaboradores SeARCH: Laura Álvarez, Alexandra Schmitz, Ton Gilissen, Louis Toebosch w/ Michal Palej, Daniel Abraha, Markus Wesselmann colaboradores Christian Müller Architects: Blazej Kazmierski, David Strebicki projecto: 2005 início de construção: 2007 Tendo a oportunidade de construir uma casa de férias ao lado das famosas Thermal Baths de Peter Zumthor, em Vals, Bjarne Mastenbroek, Christian Müller e Iwan Hameleers fizeram algo surpreendente. Em vez de criar um novo icon, ou um volume que de alguma forma prejudicasse visualmente as termas, decidiram fazer uma intervenção que não se assuma na paisagem, garantindo que o interior tenha acesso visual à belíssima paisagem do vale de Vals. O edifício é assim um volume cravado na montanha, adjacente a um grande pátio. Através da forma elíptica do pátio, consegue-se que o interior tenha excelentes vistas sobre a envolvente. O acesso à habitação é feito através de um túnel que liga a nova estrutura a um edifício existente. Link: http://www.search.nl/ http://www.christian-muller.com GoogleEarth:
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S(ch)austall (de pocilga a showroom) arquitectura: Fischer Naumann Partnerschaft (FNP Architekten) localização: Ramsen, Alemanha cliente: Landgasthof Forelle GmbH & Co. Kg, Dr. Marion von Gienanth colaboradores: Stefanie Naumann, Martin Naumann fotografia: Zooey Braun Uma gravura do séc. XVIII mostra o edifício no seu contexto original. planta e perpectiva explodida O estúdio FNP Architekten desenhou esta "caixa dentro da caixa" a partir de uma estrutura em ruínas datada de 1768. O edifício original servia de pocilga (saustall) e a intervenção deu origem a um showroom (schaustall). A coincidência dos dois programas terem um nome semelhante originou o nome S(ch)austall. O projecto nasceu da dicotomia economia/engenho. Fischer Naumann foi incumbido de criar um showroom, mas deparou-se com um estado de ruína estrutural tão avançado que o financiamento disponível o impediu de recuperar o edifício original. Por outro lado, devido à proximidade da rua, legalmente não lhe era permitido demolir e reconstruir o edifício. A solução foi criar uma caixa pré-fabricada de madeira com a forma e medidas do interior, inserindo-a dentro da estrutura de pedra original. Este projecto foi um dos vencedores do 2005 AR Award for Emerging Architecture. Link: http://www.fnp-architekten.de/ http://www.fischer-naumann.de/
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SunCruise Resort arquitectura: ??? localização: Jeongdongjin, Kangwon-Do, Coreia do Sul fotografias: diversos Quando me deparei com isto, fiquei sem palavras... depois ocorreu-me... devem estar à espera que o nível das águas do mar suba... A qualidade é do mapa é pouca, mas quem quiser saber onde é... GoogleEarth ()
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Casa Wohlfahrt-Laymann arquitectura: Meixner Schlüter Wendt Architekten localização: Oberursel, Frankfurt, Alemanha cliente: Jürgen Wohlfahrt-Laymann, Oberursel equipa: Dipl.Ing. Nina Kreiter Dipl.Ing. Moritz Thierfelder estrutura: Hans Gruhn conclusão da construção: 2005 área: 243,00 m² fotografias: Christoph Kraneburg, Meixner Schlüter Wendt Architekten Link: http://www.meixner-schlueter-wendt.de
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Há aquele buraco por onde o sumo pode sair, mas a ser por aí, o copo não pode ser aquele... só se o limão tiver de ser partido em metades e existir um canal que leve à zona superior daquele vazio. De qualquer forma não deixa de ser porreiro poder mandar umas marteladas... hehehe
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Engraçado, mas não percebi como é que o sumo vai para o copo.
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Against, a isso chama-se a ditadura da imagem...
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Ao Siza, parabéns por mais um prémio e o reconhecimento merecido. Destaque ainda para a referência a um tal de Eduardo Souto de Loura...
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Porto | Reabilitação da Rua Miguel Bombarda | Filipe Oliveira Dias
Dreamer replied to Dreamer's topic in Arquitectura
Pavimentos de Angelo de Sousa A reabilitação da Rua Miguel Bombarda é um projecto verdadeiramente original, vocacionando-a para o comércio de arte. Na rua a prioridade é para o peão, não impedindo que, em circunstâncias especiais, haja acesso de viaturas. Mas, ao longo do percurso, foi necessário criar momentos de pausa, com intervenção de arte na própria rua do consagrado artista portuense Ângelo de Sousa. Na extensão do pavimento são vistos sete desenhos, constituindo uma espécie de tapeçaria em betão colorido, em tons ocres, amarelos, cinzas e preto. É também instalada uma série de caras, moldadas em betão ou esculpidas em granito. Apesar de integrarem o pavimento, como são em baixo relevo, não constituem obstáculo. Com subtileza, as formas simples -sobrancelhas, olhos, nariz e boca-, com diferentes expressões, vão surpreendendo e atraindo os passeantes. Link: http://www.filipeoliveiradias.pt/html/pt/projectos/ficha.asp?P_cod_projecto=116 -
Porto | Reabilitação da Rua Miguel Bombarda | Filipe Oliveira Dias
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Ângelo de Sousa "desenha" rua AGOSTINHO SANTOS Ao fim de oito anos, vai avançar o projecto da concepção do desenho/pintura para a calçada e passeios da Rua de Miguel Bombarda, no Porto, artéria onde se concentra um elevado número de galerias de arte. Ângelo de Sousa é o autor do desenho e da pintura que darão corpo à nova imagem da rua e passeios da "Miguel Bombarda", que integra o habitual circuito cultural portuense. Apesar de o convite já ter oito anos, só agora é que foi lançada a primeira parte do projecto, que, de acordo com o próprio autor, apanhou-o totalmente de surpresa. "Há oito anos, perguntaram- -me se queria fazer o desenho; disse que sim, mas avisaram-me logo de que tinha de o entregar com urgência, com muita urgência. Na altura, estava doente, mas, mesmo assim, fiz e entreguei o trabalho, estávamos em Junho de 2000". A verdade é que, acrescenta Ângelo de Sousa, "nunca mais ninguém me disse nada, nem o arquitecto, nem ninguém, só soube porque andei lá na rua na mais recente 'tourneé' das inaugurações e vi que o projecto ia finalmente avançar. Mas vi porque andei lá, ninguém teve o cuidado de me informar". A concepção da obra foi feita em duas partes: a rua e os passeios. Especificamente para a rua, e com o objectivo de ser reproduzida em calçada à portuguesa, Ângelo de Sousa optou por uma composição a raiar o geométrico, empregando apenas quatro cores, nomeadamente o preto, branco, ocre e vermelho. Em ambos os passeios da Rua de Miguel Bombarda, a opção recaiu em 80 desenhos de rostos, que riem, que choram, que estão desesperados ou felizes. Estes desenhos serão gravados em múltiplos cubos de granito irregular, com cerca de 25 centímetros de cada lado. "Quando pensei no trabalho global das caras, achei que era interessante que as pessoas fossem surpreendidas ao ver no chão outros rostos a olhar para elas. São caras de gente ensonada, bem-disposta, mal-disposta, enfurecida, feliz, etc.. Reportam a momentos iguais aos que vivem e sentem quaisquer normais cidadãos", acrescentou o pintor. No fundo, Ângelo de Sousa pretende estabelecer uma espécie de diálogo entre o transeunte e as imagens do quotidiano que estarão ali, de olhos abertos ou semicerrados, atentos a todos os gestos dos que passarão por aquele local, faça chuva ou faça sol. Link: http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=1023735 -
Antes do mais bem vindo taf. Nestes últimos tempos gerou-se uma forte discussão sobre um projecto para o largo do rato. Aqui no fórum também gerou uma conversa interessante que podes ver aqui (Lisboa | Edifício no Largo do Rato | Frederico Valsassina e Manuel Aires Mateus). Como deves compreender, ninguém tem receitas para te ajudar a resolver esse trabalho. Como sou do Porto, nem sequer conheço convenientemente o local, ficando-me pela informação que vai aparecendo aqui e ali. Mais importante do que tudo é viveres o espaço, passar lá um bom tempo a perceber os fluxos pedonais e viários. Que zonas as pessoas usam e porquê, se estão relacionadas com o acesso a um local específico, se são locais de passagem, de onde vêm, para onde vão, depois analisa o sistema viário, que tipo de viaturas são usadas, se é dada a devida importância ao transporte público nessa zona da cidade. Observa o edificado, a envolvente e procura enquadrar tudo no contexto urbano. Fora isso, tenta perceber tudo o que te possa parecer oportuno. Daí vais tirar as tuas conclusões e só depois deves tentar perceber como podes requalificar esse espaço. Para isso podes analisar projectos de intervensão urbana semelhantes e uma ida a uma biblioteca deve-te ajudar. Boa sorte.
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Metro obrigará a mudar futura avenida A construção da linha entre Matosinhos Sul e a Baixa do Porto, pelo Campo Alegre, obrigará à implantação do canal do metro na futura Via Nun'Álvares, forçando a Autarquia a alterar os planos que tinha para aquela artéria. Conforme tinha já noticiado o JN, o desenho da Avenida de Nun'Álvares e da envolvente, entre a Praça do Império e a Avenida da Boavista, será escolhido através de concurso público. Uma medida que surgiu na sequência da forte contestação ao projecto original da Autarquia. Chegou a ser promovido um abaixo-assinado e nomes como Miguel Veiga, Artur Santos Silva e Alexandre Burmester fizeram-se ouvir. O concurso ainda não foi lançado, apesar de ter estado previsto para o primeiro semestre deste ano. A decisão governamental de colocar o metro a passar por ali obrigará a Autarquia a ter de acautelar a inclusão do canal do metro, situação que não estava prevista. Alexandre Burmester, da comissão de acompanhamento da Junta de Nevogilde (criada no àmbito da contestação ao projecto incial da Câmara), sublinha que a implantação do metro na Via Nun'Álvares é uma boa notícia. "Sempre defendemos essa hipótese", explicou, assinalando que também era contra a Linha da Boavista. O arquitecto sustenta que a eventual largura da via, com o metro, não é obstáculo. Até porque, lembrou, o que os contestatários criticavam era o perfil da futura avenida - uma espécie de via rápida - e não a sua largura. Com o metro, a avenida ficará com um perfil mais urbano, explicou, ainda, Alexandre Burmester. Link: http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=1023111
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Uma brincadeira para quem se quiser dar ao trabalho:
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Gostava de saber como está o mercado imobiliário lá... será que há clientes para metade?...
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Essa questão da acessibilidade de e para o centro da cidade parece que realmente não terá sido bem ponderada, pelo menos nesta altura, mas fala-se de uma linha de metro entre Matosinhos e o Hospital de S. João, que deverá passar relativamente próximo deste local, o que pode constituir uma boa alternativa futura. Infografia Metro do Porto (JN) http://jn.sapo.pt/multimedia/infografia.aspx?content_id=1021308
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Não falava da apresentação do material propriamente dita, mas dessas dicas de que fala, porque é do senso comum alguns dos problemas que alguns edifícios que se servem deste material padecem. A área indicada é em Materiais e Sistemas de Construção
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Brasschaat, Bélgica | Water Tower House | Jo Crepain architect
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Brasschaat, Bélgica | Water Tower House | Jo Crepain architect
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Water Tower House arquitectura: Jo Crepain architect localização: Brasschaat, Bélgica ano de construção: 1996 fotografia: OWI // Office for Word and Image, Jo Crepain architect Um depósito de água é o mote para o desenvolvimento de uma proposta para habitação. A torre de 27,00m de altura (23,00m dos pilares e 4,00m do depósito) foi construída em betão armado nos anos 20 do século passado. A requalificação do espaço leva à adaptação parcial de um volume existente (filtros e depósito) ao nível térreo, para as áreas sociais da casa, contemplando uma sala de estar, cozinha, sala de jantar, sala de TV e instalações sanitárias. Em volta da estrutura original foram construídas 4 plataformas quadradas de 4,00m de lado. Na primeira existe um quarto e uma varanda, na segunda um estúdio, na terceira um quarto de hóspedes e na quarta o terraço. Link: http://www.jocrepain.be
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Cemitério de Finisterra arquitectura: César Portela local: Finisterra, Corunha ano de projecto: 1998 ano de início de construção: 2000 (inacabado) Finisterra, ou “fim da terra”, assim se chama o cabo onde se encontram os cubos de granito do cemitério idealizado por César Portela. A nossa cultura interpretou o cemitério como um recinto fechado, limitado, com um dentro e um fora. Aqui, neste outrora fim do mundo conhecido, César Portela propõe um cemitério livre, que preserve a topografia agreste e minimizando o impacto que um equipamento destes poderia trazer a um local tão sensível. A proposta é assim um cemitério fragmentado num conjunto de pequenas construções, articuladas ao longo de estreitos caminhos existentes que descem do topo da colina até ao nível das águas. Um espaço que não necessita de muros e onde a única fronteira é o infinito do mar. Este projecto, ainda que inacabado, foi finalista da edição de 2003 do Prémio de Arquitectura Mies Van der Rohe. Nas palavras de César Portela: “Um cemitério cujos muros são a colina, a montanha, o rio e o mar e cujo tecto é o céu. Um cemitério, uma cidade ou um território dos mortos, que guarda uma estranha semelhança com a cidade ou o território dos vivos.” Link: http://www.cesarportela.com GoogleEarth:
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Eli, antes de mais bem vindo. Esse tema das Residências de Estudantes já foi debatido cá no fórum e se procurares concerteza que encontras essa informação.
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Bem vindo Llun, porque não fazer uma apresentação do material?
