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m a r g a r i d a

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Everything posted by m a r g a r i d a

  1. Olá Ricardo De facto trata-se de um tema "delicado" não no sentido que referes, mas sim por causa das respostas que poderás ter. O que vai acontecer é que cada um dos alunos da faup e da lusíada puxem a brasa à sua sardinha e que por isso, não tenhas uma resposta "verdadeira", precisa, mais exacta, daquilo que pretendes. Por isso, proponho-te o seguinte: dirige-te a cada um dos estabelecimentos e faz perguntas a quem de direito, simples! vê as instalaçoes...assististe a uma aula na faup, então assiste também a uma na lusiada. Só tu saberás onde te vais sentir melhor e consoante as resposta que te darão, qual o estabelecimento que te vai "encher melhor as medidas" se já houve quem te dissesse que a faup "fica atrás das outras universidades, a não ser em termos económicos" isso já nao te vou poder ajudar, porque estudo na lusiada e não te quero influenciar.. Mas diz-me, referes interesse numa possivel comparação entre a faup e a lusiada, por algum motivo em especial? É que existem mais faculdades que tem o curso de arquitectura...
  2. Sr. Miranda...idem, idem...aspas, aspas...
  3. Concurso português procura têxteis com protecção solar A Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo (APCC) está a promover, em conjunto com o Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal e com a Associação Selectiva Moda, um concurso para o desenvolvimento de peças de roupa com protecção Ultra-violeta. As inscrições estão abertas até ao próximo dia 31 e o projecto deve ser entregue até 15 de Fevereiro De acordo com a APCC o concurso «Conceitos de Moda e Arquitectura Têxtil para protecção UV» é uma «iniciativa inédita a nível mundial» e pretende pedir a estudantes e profissionais ligados ao design têxtil, design de moda, design de interiores e arquitectura para a «apresentação de novas ideias e novos produtos para a protecção contra a radiação UV». Outros dos principais objectivos desta iniciativa passam por alertar o público em geral para os perigos da exposição solar prolongada e desprotegida e incentivar o empreendedorismo «através da apresentação de novas ideias e conceitos tecnológicos e de design originais e inovadores». O concurso abrange duas categorias, «Têxtil e Moda» e «Mobiliário urbano e Arquitectura», e os interessados podem enviar uma intenção de candidatura até ao final do ano e enviar o projecto final até ao dia 15 de Fevereiro de 2008. Quem passar a primeira fase, depois da entrega de desenhos técnicos, memória descritiva e reivindicações de novidade, terá de entregar uma maqueta e/ou protótipo até ao dia 16 de Maio do próximo ano. Os vencedores vão receber um prémio pecuniário de 2500 euros e uma visita a uma feira internacional dedicada à área correspondente da categoria que venceram. www.sol.sapo.pt
  4. já experimentaste o sims castway? é também muito bom
  5. eu tenho o SimCity 2 e confesso que nunca apreciei muito o jogo...acabo sempre por mandar um robot gigante para destruir a cidade.... prefiro os sims2 e todas as suas extensões! alias, actualmente estou a jogar o sims castway e recomendo vivamente
  6. O artista francês que elegeu Portugal como habitat criativo Humanismo fotográfico No Minho, diz apreciar "a natureza generosa e suave", no Alentejo, "a originalidade e a beleza" cativaram-no desde logo, mas é mesmo por Portugal enquanto somatório idiossincrático de regiões pelo qual sente uma devoção genuína. A relação entre o nosso país e o fotógrafo francês é uma história de amor iniciada há 27 anos que parece !não ter fim à vista". Acompanhado pela inseparável esposa, Christine, Dussaud tem trilhado milhares de quilómetros dessa "faixa de terra orlada de mar", como sintetizou Miguel Torga, em busca de "paisagens humanas e naturais únicas". "Talvez seja verdade que conheço Portugal melhor do que a maior parte dos portugueses", admite, sem que, no entanto, se lhe possa atribuir uma ponta de vaidade, antes o simples reconhecimento do elevado grau de conhecimento do nosso país, trazido pelas dezenas de viagens efectuadas nas últimas décadas. O resultado dessa cumplicidade tem-se traduzido em numerosos trabalhos que elegem Portugal como eixo central. Só nos últimos meses, apresentou dois projectos no Centro Português de Fotografia (CPF), no Porto, expôs durante os últimos meses mais de meia centena de películas resultantes das longas itinerâncias portuguesas, entre 1980 e 2002. Nessas imagens, há exemplos fartos da rudeza de uma paisagem só amaciada pela amabilidade das suas gentes, como em Trás-os-Montes, mas também retratos fortemente impressivos da urbanidade lisboeta que ajudam a compor uma radiografia de um certo Portugal que parece ameaçado pelo processo de homogeneização em curso. Por tudo isso, Georges Dussaud diz não compreender o famigerado défice de auto-estima dos portugueses: "Mas porquê? Têm um país fantástico e único. Urge apenas preservar as tradições". O mesmo acervo fotográfico exposto no CPF, intitulado "Crónicas portuguesas", deu origem a um ambicioso álbum editado há semanas pela Assírio & Alvim, no qual Christine Dussaud explica que a admiração nutrida por Portugal não se confina às gentes e à paisagem. "Não podemos interessar-nos verdadeiramente por um país sem passar pela sua literatura", explica, revelando que foi com Torga, de quem o casal se tornou amigo, que conseguiram perceber melhor a essência lusitana. Mas também o cinema, sobretudo com Manoel de Oliveira e Paulo Rocha, contribuiu para que deixassem de se sentir estrangeiros em Portugal. Entretanto, a paixão dos Dussaud pelo país mais ocidental da Europa promete ter continuidade na próxima geração, já que os três filhos do casal - Alexandre, Eric e Tristan - são companheiros assíduos de viagem do casal pelos caminhos de Portugal. Define-se como "um fotógrafo humanista", interessado em provar que é a emoção e não tanto a técnica que determina o mérito. Para Georges Dussaud, a fotografia é sempre "uma aproximação do outro", sempre imperfeita, é certo, mas nem por isso menos válida, desde que imbuída de uma forte convicção. E numa época em que a exploração de sentimentos parece ditar o rumo da fotografia - basta ver os vencedores do World Press Photo... -, Dussaud insiste em seguir o caminho inverso. "Talvez seja um fotógrafo antiquado", graceja, nada arrependido com a opção. O sentido de descoberta já levou o fotógrafo até paragens como Cuba Índia ou Grécia, mas, exceptuando a Irlanda, é por Portugal que sente uma afeição maior.
  7. Muséee d"Art Moderne Gran-Duc Jean "Portugal Agora": Arte portuguesa contemporânea no Luxemburgo É a maior exposição de arte contemporânea portuguesa alguma vez organizada por um museu estrangeiro e o seu tema - A propósito dos lugares de origem - é "particularmente importante para os portugueses a viver no Luxemburgo", disse ontem à noite o ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, na abertura de Portugal Agora, que até Abril reúne 38 artistas e designers portugueses no Muséee d"Art Moderne Gran-Duc Jean (MUDAM). No fim da presidência portuguesa da União Europeia e numa cidade com 480 mil habitantes dos quais 80 mil são portugueses, Teixeira dos Santos sublinhou o papel deste tipo de iniciativa no reforçar dos laços entre os países da União e na afirmação da própria União perante o resto do mundo. Simonetta Luz Afonso considera-a "extremamente importante", por um lado, devido à proximidade do Luxemburgo com capitais como Paris e Bruxelas, e por outro, por se tratar de um projecto sem intervenção portuguesa na escolha de artistas, ao contrário do que aconteceu com projectos anteriores do mesmo tipo, como Situation Zero, que há seis anos levou aos Estados Unidos 25 artistas portugueses numa iniciativa do Yerba Buena Center for the Arts de São Francisco. No MUDAM, Portugal Agora, que tem curadoria da directora do museu, Marie-Claude Beaud, de Clément Minighetti e Bjorn Dahlstrom, junta trabalhos de nomes afirmados como Paula Rego, Helena Almeida, Pedro Cabrita Reis, José Pedro Croft, Paulo Nozolino e João Penalva a artistas das gerações mais jovens como João Tabarra, João Onofre, Filipa César, Joana Vasconcelos e Bruno Pacheco. Marco Godinho, um artista de 29 anos residente no Luxemburgo, fez o catálogo, que transformou num objecto de artista. Entre artistas, galeristas, órgãos de comunicação social, e outros agentes, ontem eram esperados no MUDAM à volta de 80 convidados portugueses, entre os quais representantes de instituições como Serralves, que emprestou ao museu trabalhos como a série de sete pinturas Possessão, de Paula Rego. A Fundação Calouste Gulbekian - outro parceiro - emprestou as três grandes esculturas em ferro, vidro e espelho realizadas este ano por José Pedro Croft para o Museu Gulbenkian (a primeira encomenda de sempre do museu a um artista contemporâneo). Mas a a abertura da mostra cabe a um artista mais jovem, João Pedro Vale: Beanstalk, um enorme pé de feijão feito com meias de nylon verde, ocupa toda a sala de entrada do museu. www.ultimahora.publico.clix.pt
  8. se calhar se pusesses umas plantas e uns rabiscos daquilo que tas a pensar fazer, ajudava para que te pudessemos dar uma opinião
  9. confesso que fiquei admiradissima com esta opinião...é certo que concordo contigo, mas, não sei se o que disseste se se aplica SÓ ao porto..acho que estas a misturar conceitos (os que poderiam interessar para a conversa e outros que não) pois muita coisa que tu referes não é exclusivo do porto. vá lá que não falaste da corrupção em gondomar com o cabecilha do gang valentim loureiro and so on...so on....
  10. connecty é claro
  11. lolol isso faz me lembrar um episódio que aconteceu o ano passado a estruturas: a professora pos um documento na net para nós, também em office 2007....mais de 90% das pessoas não conseguia aceder ao documento, na altura a sorte foi que o meu namorado já o tinha e pode sacar-mo e dar-mo, se nao tambem estava tramada.... agora já tenho o office 2007, para não voltar a ser "apanhada"... (e diga-se de passagem é bem melhor que o antigo) por isso, como vês, esse pequeno "pormenor" tanto acontece com alunos como com professores...
  12. pois..mas não basta ficar "bem para a fotografia" só quando temos uma maquina fotográfica apontada...patético!:tired:
  13. é obvio que ele refere-se ao ensino...as coisas estao más, mas há condições bem piores por esse país fora. cá no porto podemos-nos queixar da falta de espaço nas salas, mas temos parque de estacionamento (em lisboa nem ve lo!!) em lisboa tem o atelier para trabalhar "extra aulas" aberto quase 24h por dia, ao passo que o nosso, o mais tardar as 11h da noite já está a fechar..
  14. Museu de Arte Antiga aberto até às 24 horas O Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa, está a comemorar a quadra natalícia com uma série de actividades. Além disso, o horário também sofreu alterações, sendo que, hoje, (15 de dezembro) está aberto até às 24 horas. Entre o rol de actividades, contam-se um concerto pelos ARdeCORO (sob direcção do maestro Pedro d'Orey) e visitas guiadas dedicadas ao tema da natividade nas colecções do museu. Entre as possibilidades, está incluída a exposição temporária "O tapete oriental em Portugal. Tapete e pintura. Séculos XV - XVIII". Por outro lado, no átrio principal do museu, decorrerá a venda de artigos produzidos pelos associados da APPDA - Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo, de Lisboa. A entrada é livre e o Museu Nacional de Arte Antiga garante que, "como é natural na época natalícia, não poderá faltar o bolo rei". www.jn.sapo.pt
  15. Óscar Niemeyer completa um século de vida O brasileiro Óscar Niemeyer, um dos maiores nomes da arquitectura mundial, considerado «o pensador do vão livre», traço característico de suas obras, assinala sábado um século de vida. O criador da capital Brasília marcará a data numa cerimónia simples, ao lado seus cinco netos, 13 bisnetos e cinco tetranetos, além da mulher Vera Lúcia, sua ex-secretária, 38 anos mais jovem, com que se casou há dois anos. Apesar da idade avançada, trabalha diariamente, no seu escritório de arquitectura, na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, com a produção de uma média de cinco projectos por mês. Tem uma rotina simples, não faz dietas e mantém a fala mansa, mente clara e o seu estilo de evitar paredes, optar por vãos livres, sempre com curvas e estruturas que parecem desafiar a gravidade. Num de seus mais recentes projectos, o Museu Nacional de Brasília, o arquitecto desenhou uma cúpula com 80 metros de diâmetro, um mezanino e sobre ele uma rampa com 30 metros de balanço, que serve como um mirante da cidade. Trata-se de uma construção com uma estrutura incomum, com um vão livre, sem colunas, seis vezes maior do que a Basílica de São Pedro, em Roma. Outro projecto recente é a futura nova sede administrativa do Governo do Estado de Minas Gerais, na região Sudeste do Brasil, onde dois edifícios vão marcar o recorde da tecnologia do betão armado no país. O empreendimento terá seis edificações divididas em duas torres de 15 andares, cada uma, que abrigarão as secretarias de Estado e órgãos associados. Além disso, terá um prédio de serviços, um Centro de Convivência com lojas e restaurantes, e um auditório com capacidade para 540 pessoas. A obra, cuja construção foi iniciada esta semana, marca o retorno de Niemeyer à capital Belo Horizonte, onde, em 1940, o então jovem arquitecto transformou em realidade os seus primeiros projectos. O chamado Conjunto Arquitectónico da Pampulha, que inclui uma igreja, uma casa de baile, um casino e um clube desportivo, assinalou o início de sua carreira. Em Brasília, inaugurada em 1960 e considerada património cultural da humanidade pela Unesco em 1987, Oscar Niemeyer projectou a maior parte dos prédios públicos. «Quem vai a Brasília pode não gostar, dizer que há coisa melhor. Minha busca na arquitectura é a surpresa. A obra de arte deve provocar a emoção do novo», salientou Niemeyer em recentes declarações ao jornal O Globo. A lista de projectos inclui igualmente o Sambódromo, onde decorrem os desfiles das escolas de samba do Rio de Janeiro, e o parque Ibirapuera, em São Paulo. Um dos exemplos mais emblemáticos das formas projectadas pelo arquitecto é o Museu de Arte Contemporânea de Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro. Em formato de um disco voador suspenso, ligado ao solo por uma rampa sinuosa, o museu tem uma visão privilegiada da Baía de Guanabara. Convicto de seu ideário político comunista, desenhou recentemente uma escultura para Havana, em Cuba, com o objectivo de denunciar o imperialismo norte-americano. A escultura, com oito metros de extensão e projectada para resistir a furacões, é um enorme dragão que cospe fogo sobre um cubano, que mesmo assim se mantém de pé ao carregar a bandeira. De entre as suas obras no estrangeiro, destacam-se ainda 15 prédios do bairro residencial de Hansa, na Alemanha, e a sede do Partido Comunista Francês, em Paris. Ao longo deste ano, Niemeyer recebeu inúmeras homenagens, programas especiais de reportagens nos «media» brasileiros, aos quais não se cansa de dizer que o «espaço é parte da arquitectura». www.diariodigital.sapo.pt
  16. Obra de Niemeyer é «orgulho» do Funchal O vice-presidente da Câmara Municipal do Funchal, Bruno Pereira, considera um «orgulho» da capital madeirense possuir no seu acervo arquitectónico uma obra do arquitecto brasileiro Óscar Niemeyer, que sábado completa 100 anos. O Funchal é a única cidade de Portugal a possuir uma obra erguida do arquitecto brasileiro, natural do Rio de Janeiro, Oscar Niemeyer - o Pestana Casino Park, um projecto de 1966 mas concluído em 1976 e que é composto por três edifícios: um Casino, um Centro de Congressos e um hotel de 5 estrelas. «É algo que nos dignifica, que dá este caracter cosmopolita à cidade do Funchal e que honra a hotelaria madeirense», realça Bruno Pereira. Para assinalar o centenário do nascimento de Oscar Niemeyer, o Grupo Pestana e a Câmara Municipal do Funchal promovem sábado várias iniciativas alusivas: a exposição «Niemeyer Concurso Internacional de Fotografias - 100 anos de Criação Arquitectónica», no Madeira Magig, um almoço com a cerimónia de entrega de prémios do concurso de fotografia cujos vencedores foram João Camacho e Leopold Plentz no Casino Park Hotel e a exibição do documentário «Niemeyer», de Marc Henry Wajnberg, no Madeira Magic. O Hotel Pestana Casino Park é considerado a unidade hoteleira mais volumosa do país com 221 metros de comprimento e 24 de largura, em sete pisos. O Casino, de linhas semelhantes à catedral de Brasília, e o Centro de Congressos, construído debaixo do solo, formam o complexo projectado por Oscar Niemeyer, que, num domingo à noite, desembarcou no porto do Funchal (o arquitecto não viaja de avião), dirigiu-se à obra e apresentou-se ao segurança como sendo o projectista mas foi impedido por este de entrar na mesma, conta Carlos Oliveira Santos, na sua obra «O Nosso Niemeyer». www.diariodigital.sapo.pt
  17. é caso para perguntar....onde está o Estado?:rambo:
  18. Obra valiosa de Vieira da Silva não foi arrematada em leilão A pintura a óleo «L´Ile D´Yeu», de Vieira da Silva, com valor base entre 350 mil e 500 mil euros, acabou por não ser arramatada no último leilão deste ano da casa Leiria e Nascimento. A tela, datada de 1970, «foi retirada por falta de comprador», disse à Agência Lusa Maria Lacerda, responsável das Relações Públicas da Leiria e Nascimento, após o leilão, que decorreu quinta-feira à noite, em Lisboa. «L'Ile D'Yeu», que evoca a ilha da costa Atlântica onde o casal Vieira da Silva/Arpad Szenes viveu durante algum tempo, era a obra mais cara que constava no catálogo. Da mesma pintora, foram vendidos, no entanto, por 72 mil euros, o óleo «Architecture Celeste» e, por 550 euros, a serigrafia «Brume». A base de licitação era de 80 mil a 120 mil euros para «Architecture Celeste» e 600 a 800 euros para a serigrafia. No leilão, foram também arrematados mas por preços superiores ao base, um desenho a tinta da China de Stuart de Carvalhais (600 euros), o óleo sobre tela «Delo», de António Saura (77 mil euros), e o quadro «A Família», de Cândido Costa Pinto (46 mil euros).
  19. ahahah! sim é no sábado! obrigada nada disso, longe de mim querer comparar-me com os dois dos génios da arquitectura e engenharia...é só uma curiosidade que costumo dizer, quando se fala de um ou de outro :p
  20. eu não posso crer.................que burrinha....por momentos pensei que ia dizer "américa" uma vez que eles tem todos o rei na barriga...mas a resposta ainda foi pior do que isso!!
  21. esse senhor faz anos no mesmo dia que eu e no mesmo dia do gustave eiffel
  22. João, em relação aos materiais que mencionas, não te esqueças que há muitos mais, com melhores acabamentos e mais baratos mas teras um ano inteiro para os descobrires
  23. Montesinho terá energia eólica O Governo não vai abdicar do aproveitamento de energia eólica no Parque Natural de Montesinho (PNM). A garantia é do deputado do PS por Bragança, Mota Andrade, que encara o aproveitamento do vento no PNM como uma questão de interesse nacional. “Estou certo que o Plano de Ordenamento do Parque Natural de Montesinho, que será aprovado em Conselho de Ministros, contemplará a possibilidade de aerogeradores e mini-hídricas nas áreas protegidas e estará bem distante daquele que foi apresentado” em consulta pública, considera o parlamentar, que também preside à Federação Distrital de Bragança do PS. Esta decisão, acrescenta Mota Andrade, será tomada “contra a opinião dos radicalistas do ambiente, que só conhecem a palavra restringir, muitas vezes sem conhecerem a realidade no terreno”. Em matéria de energia eólica, o PS defende uma solução capaz de conciliar os aerogeradores com a conservação na natureza. “Não é, obviamente, plantar toda a serra de Montesinho de aerogeradores, mas um modelo que aproveite minimamente os nossos recursos”, salienta o deputado. “Os radicalistas do ambiente só conhecem a palavra restringir, muitas vezes sem conhecerem a realidade no terreno” Mota Andrade recorda que o Portugal é altamente dependente em termos energéticos e tem necessidade de produzir energias limpas, como é o caso da solar, hídrica e eólica. “Seria absurdo continuar a ver os aerogeradores espanhóis a partir da cidade de Bragança e de imensas zonas do PNM, e do nosso lado não existirem. Isso é de um fundamentalismo bacoco”, dispara o dirigente . Mota Andrade defende, igualmente, a barragem das Veiguinhas, alegando que se trata duma infra-estrutura fundamental para garantir o abastecimento de água à capital de distrito. “Tenho para mim que a Natureza também se adapta ao homem, aliás como aconteceu na albufeira do Azibo. Os fundamentalistas do Ambiente é que não querem ver isto”, lamenta o parlamentar rosa. “Desaparece uma linha de caminho de ferro, mas o comboio teve a sua época e o seu tempo” Numa altura em que se discute o futuro da ferrovia no Nordeste Transmontano, Mota Andrade defende a construção da barragem da Foz do Tua à cota máxima, mesmo que isso sacrifique o comboio. “Esta é a minha posição e isto que fique bem claro: acho que a barragem deve ir para a cota máxima para ser rentável e produzir o máximo de energia possível”, sustenta o responsável. O deputado recorda que “a ferrovia foi uma conquista fabulosa para Bragança há 100 anos”, mas “hoje o que é importante são as estradas para reforçar a mobilidade das pessoas e essas estão em marcha”. Aliás, Mota Andrade não esconde que o caminho-de-ferro pode ter os dias contados no distrito de Bragança, caso a barragem comece a produzir a 100 por cento. “Desaparece uma linha de caminho de ferro, mas o comboio teve a sua época e o seu tempo. Em regiões com pouca gente e uma grande extensão de território a ferrovia não é viável, pois não há passageiros nem mercadorias capazes de rentabilizar o investimento”, considera o deputado. Para o responsável, há que pesar bem os dois pratos da balança. “Se quisermos manter a ferrovia, então não há barragem, pois esta tem que ser feita na Foz do Tua e não pode ser feita 10 km abaixo, nem 10 km acima”, alega.
  24. Mais dois conjuntos de Municípios com candidatura ao Polis XXI A Câmara Municipal de Seia vai, em conjunto com as autarquias de Oliveira do Hospital e Gouveia, apresentar uma candidatura ao Polis XXI, nomeadamente ao programa relativo às “Redes Urbanas para a Competitividade e a Inovação”, cujo financiamento está previsto nos Programas Operacionais Regionais 2007-2013. Por sua vez seis municípios transmontanos apresentaram uma outra candidatura a este programa. Na candidatura subscrita pelos três municípios é apresentado como tema estratégico de cooperação a identificação e reforço dos factores de desenvolvimento e consolidação do eixo urbano Oliveira do Hospital-Seia-Gouveia. Para o Presidente da Câmara Municipal de Seia, Eduardo Brito, o Programa Polis XXI e as “Redes Urbanas para a Competitividade e a Inovação” permitem a realização de iniciativas “com carácter experimental, de diálogo entre municípios e actores urbanos, tendo em vista a preparação de uma estratégia de cooperação para reforço dos factores de competitividade e de inovação de redes de cidades”, pelo que “a estratégia de cooperação interurbana deve basear-se na exploração das potencialidades que resultam da valorização das complementaridades, interdependências e especificidades existentes no seio da rede constituída e levar à identificação de projectos concretos que possam ser desenvolvidos no quadro dessa cooperação”. Outra candidatura às “Redes Urbanas para a Competitividade e a Inovação” pertence a seis cidades transmontanas que apresentaram uma candidatura com a "Rede Ecocitras – Rede de Cidades Ecológicas e Inovadoras de Trás-Os-Montes". Os municípios de Bragança, Macedo de Cavaleiros, Mirandela, Miranda do Douro, Chaves e Valpaços são as cidades que se candidataram com o projecto “Rede Ecocitras”. O tema principal é o ambiente e a promoção de acções no âmbito do desenvolvimento sustentável “através de um conjunto de projectos estratégicos que as câmara possam vir a candidatar conjuntamente” afirma Jorge Nunes, presidente da autarquia Bragança, o município líder da candidatura. www.forumdourbanismo.info
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