m a r g a r i d a
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pois...mas isso ai é outra coisa..não se chama cunha, chama-se "estupidez-de-quem-cria-esses-lugares-que-não-servem-para-nada", porque, no final do mês vai-se a ver e não serviu de nada ter lá outra pessoa mas o ordenado, esse, é pago...:tired:
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Piodao | Edificio Multifuncional | Eduardo Mascarenhas de Lemos
m a r g a r i d a replied to JVS's topic in Arquitectura
uma casa no meio da floresta? hhmm prefiro um monte alentejano e pronto...assim nos desviámos do assunto do tópico... -
embora haja cunha em todo o lado (e sim...é diferente que corrupção) uma coisa é certa: abrem-se "as portas" com uma cunha, mas quem é realmente bom é que se mantém no seu emprego "arranjado". não estou a dizer com isto que seja a favor ou contra, simplesmente é um facto que, já se começa a ver por ai. conclusão: fulano A entrega o currículo na empresa do fulano B, porque é amigo e tal...fulano B, coloca-o na empresa...mas se o fulano A não estiver a render, então vai fora do barco. considero que a cunha é um facilitismo para abrir portas...mas continuar no lugar depende da prestação de cada um. mas esta é a minha opinião, posso estar completamente errada.
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Piodao | Edificio Multifuncional | Eduardo Mascarenhas de Lemos
m a r g a r i d a replied to JVS's topic in Arquitectura
eheh também não exageres! é um facto que o interior é como é por ter todos os requisitos e características que tem (incluindo a baixa percentagem de pessoas) mas arriscamos-nos a que cada vez mais as pessoas "entrem em vias de extinção".. em relação ao exemplo que deste, se fosse eu a mandar, primeiro construia em brangança...mas pronto, isto sou eu, e se calhar por ter as ideias que tenho é que nunca hei-de ser primeira ministra -
ora ai está uma excelente ideia joão
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Piodao | Edificio Multifuncional | Eduardo Mascarenhas de Lemos
m a r g a r i d a replied to JVS's topic in Arquitectura
é necessário, antes demais, perceber a essência do local e perceber o que se pode fazer para que a aldeia em questão se torne auto sustentável e que, com isso, comece a "gerar dinheiro, que gera dinheiro, que gera pessoas" HELRIC este ano estamos a trabalhar no nordeste transmontano e o meu grupo em questão escolheu a aldeia de gimonde para trabalhar (7km de bragança) talvez conheças? é curioso verificar que, embora não haja lá nada (daquilo que tu referes) as pessoas recusam-se a sair de lá (das 386 que restam) e ainda dizem, com um sorriso na cara."mas nos temos tudo o que precisamos!" não sei se é por estarem tão próximas de bragança...de certo que é, mas a verdade é que esta foi a resposta quando perguntei aquelas gentes o que precisavam na aldeia...alias, cheguei a um ponto que, achando que não me estavam a perceber, tomei uma posição drástica e disse:"imagine que vai tudo a baixo e perguntavam-lhe o que era preciso construir de novo"...so vendo é que se percebe o terror na cara das pessoas:"tudo a baixo!?!" conclusão: ha pessoas nas aldeias, que adoram lá viver, que sentem a sua terra como verdadeiramente sua, simpatiquissimas! eu gostei muito de lá ter estado e devido ao projecto, tenciono lá voltar. agora uma coisa não nos podemos esquecer: turismo não é solução! nunca foi, nunca será.... é cair no erro de ter uma aldeia muito movimentada durante três meses e depois, caida no esquecimento e a passar dificuldades o resto do ano... faz lembrar a historia da cigarra e da formiga... -
Siza mostrou 40 anos de projectos em Moscovo
m a r g a r i d a replied to m a r g a r i d a's topic in Arquitectura
eu só soube desta noticia hoje.....será que alguém aqui no fórum soube disso no inicio? -
é curioso...mas ainda hoje li uma noticia sobre o novo aeroporto de lisboa e o que era dito é que, de facto o LNEC apontava a possibilidade de ser construido em alcochete, como sendo a melhor, mas o ministro das obras publicas (consequentemente o governo) não deu a confirmação disso. apenas disse que "a decisão do Governo terá em conta o relatório" O novo aeroporto internacional de Lisboa deve ser construído em Alcochete. Esta é a conclusão dos estudos do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e o ministro das Obras Públicas, Mário Lino, já garantiu que a decisão do Governo terá em conta o relatório. A opção do Governo para a construção do novo aeroporto foi totalmente arrasada pelo LNEC. Segundo avançou ontem a SIC e o semanário ‘Sol’, a Ota é apontada como uma péssima solução, sendo economicamente insustentável. Confrontado com as conclusões do estudo, Mário Lino recusou prestar qualquer comentário, sob o argumento de que ainda não está na posse do documento: “Não faço comentários. Aguardo o relatório.” Mas acrescentou: “O Governo decidirá [qual o local para o novo aeroporto] com base nos fundamentos técnicos, como é evidente. O relatório é uma peça absolutamente fundamental e a decisão do Governo terá em conta o que o relatório do laboratório disser.” Certo é que o estudo não deixa margem para dúvidas: o novo aeroporto de Lisboa deve ser construído em Alcochete, alguns quilómetros a leste da actual pista militar do Campo de Tiro, junto ao bairro de São Gabriel, na freguesia de Canha, concelhos de Montijo e Benavente. De acordo com o relatório, a opção Alcochete é a mais atractiva em termos de capacidade de navegação aérea, acessibilidades, ordenamento, competitividade e desenvolvimento económico-social. Além de ser a opção mais barata, Alcochete oferece ainda a possibilidade de ser criada uma cidade aeroportuária, com actividades paralelas e novos postos de trabalho, como permite ainda melhorar a rede de travessias do Tejo e a revitalização económica da zona do Barreiro. Mas há um senão. Em matéria de ambiente, uma equipa concluiu que se o aeroporto for construído em Alcochete pode contaminar irreversivelmente a maior fonte de água potável da Península Ibérica. Devido à polémica em torno do novo aeroporto, Mário Lino tem sido apontado sempre como um governante remodelável. Questionado sobre o assunto, o ministro garantiu em declarações à SIC que o seu “lugar está sempre à disposição” de Sócrates. POCEIRÃO MAIS BARATO O deputado do PSD eleito pelo círculo de Setúbal, Luís Rodrigues, sublinha a propósito do futuro aeroporto de Lisboa que “se a decisão for para Alcochete é sempre uma boa solução”. Contudo, a opção “Rio Frio ou Poceirão é melhor” em termos de custos de acessibilidades, sobretudo por causa do traçado do TGV. O PSD remeteu, recorde-se, para Janeiro a sua posição final, sendo certo que preconiza a solução, de forma faseada, da manutenção do aeroporto da Portela, mais um, apontando como hipótese Alcochete. www.correiomanha.pt
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Exposições celebram 100 anos de Niemeyer O aniversário é só no dia 15, mas as comemorações pelo centenário do arquiteto Oscar Niemeyer começam neste sábado, no interior de um de seus edifícios mais emblemáticos, o Museu de Arte Contemporânea (MAC) de Niterói. Atração em si, o museu receberá a exposição Oscar Niemeyer — Arquiteto brasileiro cidadão, com fotografias, textos e projetos representando as principais fases de sua arquitetura. Na terça-feira será a vez de As curvas do tempo, no Arte Sesc, com destaque para a preocupação social e humanitária do arquiteto. No MAC, o curador Marcus Lontra reúne fotos em grandes dimensões de Kadu Niemeyer, neto do arquiteto, além de textos e maquetes eletrônicas — inclusive de projetos recentes, como o Sambódromo de Brasília, o Centro Cultural Príncipe de Astúrias, na Espanha, e o Museu de Arte Moderna da Baixada (Muamba). Há ainda obras de artistas que trabalharam com Niemeyer, como Bruno Giorgi, Alfredo Ceschiatti, Portinari e Franz Weissmann. "Niemeyer articulou uma iconografia que se tornou um símbolo de identidade nacional. Me chama a atenção como é forte a imagem do Congresso Nacional, apesar de seus problemas. Os cariocas têm um saudosismo de quando a capital era o Rio. Mas alguém é capaz de falar da arquitetura do Palácio do Catete?", desafia Lontra. "Ao mesmo tempo que tem relação com o movimento internacional do modernismo na arquitetura, o Oscar não precisou ir pelo viés exótico, estilo Tarsila (do Amaral, pintora). Ele faz parte dessa segunda metade modernista de algo que não se afirma como verdade absoluta. A Pampulha significou uma mudança de rota no modernismo internacional". A mostra — que já passou por edifícios projetados pelo arquiteto, como o Museu de Arte da Pampulha, em Belo Horizonte; o Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba; e o Ibirapuera, em São Paulo — seguirá para o Museu Nacional do Conjunto Cultural da República, em Brasília. No MAC, é complementada por obras da coleção João Sattamini, de artistas como Beatriz Milhazes, Lygia Clark e Sergio Camargo — que Lontra vê com influência do pensamento de Niemeyer. "Num certo sentido ele é um provocador, detona os conceitos clássicos do modernismo. O próprio MAC representa isso. As pessoas ainda têm a visão do cubo branco modernista, do museu sem fala. Tudo no MAC gera uma discussão específica, mas é muito mais contemporâneo", diz Lontra, reconhecendo que as curvas do museu lhe impõem dificuldades para montar a exposição. No Arte Sesc, 40 painéis reúnem reproduções de fotografias e textos de “As curvas do tempo”, livro de memórias de Niemeyer. São croquis, textos, fotografias e uma cronologia comentada pelo próprio arquiteto, além de painéis com frases que ilustram seu pensamento sobre vida e política. Todos pequenos, podendo ser facilmente desmontados e levados a outras cidades do país. "É uma exposição compacta e densa, que pode se adequar a espaços pequenos para que possa ser itinerante, ir fora do eixo Rio-São Paulo, onde a obra do Niemeyer não é suficientemente conhecida", diz Ana Lúcia Niemeyer, neta do arquiteto e presidente da Fundação Oscar Niemeyer, responsável pela exposição. Ana Lúcia afirma que, apesar de mostrar os projetos mais marcantes do arquiteto, a exibição tem menos a preocupação de exibir a imagem de um edifício do que de indicar o processo criativo que chegou a ele: "A idéia era mostrar sobretudo o lado humanístico, sua preocupação com a política, com o futuro do Brasil, da América Latina, com o indivíduo. Há anos ele está preocupado com a formação geral, porque as pessoas se formam como especialistas, deixando de lado o aspecto humano. Paralelamente ao ensino da arquitetura, são importantes as questões filosóficas e sociais". É por esse motivo que, segundo Ana Lúcia, a Escola Oscar Niemeyer de Arquitetura e Humanidades é, atualmente, a menina-dos-olhos do arquiteto. Ela ficará na nova sede da fundação, que deve estar pronta em meados de 2008. "Investimos tudo na inauguração da sede nova em dezembro, mas ela não ficou pronta. Vamos continuar o centenário no ano que vem", diz ela, apesar de saber da aversão do avô pela celebração dos 100 anos de idade. "Não sei se não tem importância, ou se é uma constatação de que ele está envelhecendo. Embora a vida inteira ele não tenha gostado muito de comemorar, acho que essa é uma reação natural. Tenho muito orgulho e vontade de mostrar sua obra". www.pernambuco.com
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Lar para crianças na Bela Vista Um edifício abandonado e bastante degradado situado no interior do Parque da Bela Vista Sul, em Lisboa, vai ser reabilitado e transformado num centro de acolhimento temporário para crianças em risco, que deverá entrar em funcionamento em Setembro do próximo ano. A primeira pedra foi ontem lançada, numa cerimónia onde estiveram a "primeira-dama", Maria Cavaco Silva, o presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, e os principais patrocinadores do projecto, a Tempus Internacional. Trata-se de uma iniciativa do Movimento ao Serviço da Vida (MSV), uma organização que há cerca de sete anos se apercebeu do problema das crianças que tinham de ser retiradas às famílias e não tinham para onde ir. Pedro Sottomayor, dirigente do MSV, explicou que este espaço se destina a acolher crianças entre os três e os 12 anos, que deverão permanecer na instituição por um período máximo de seis meses. O objectivo é que possam depois regressar às famílias ou ser encaminhadas para adopção, disse, explicando que para o efeito serão celebrados protocolos com a Segurança Social. O lançamento da primeira pedra chegou a estar agendado para o passado mês de Setembro, mas teve de ser adiado devido às negociações que então decorriam entre a Câmara e o Governo para a instalação do Instituto Português de Oncologia (IPO) naquele local, o que poderia vir a inviabilizar este projecto. Ontem, António Costa agradeceu a "compreensão" do MSV e congratulou-se por "ter sido possível conjugar tudo no mesmo espaço maravilhoso que é o Parque da Bela Vista", felicitando-os pela recuperação de um património que está muito degradado. Pedro Sottomayor vê com bons olhos a proximidade do IPO, sobretudo pela questão da segurança. A apoiar este projecto está a Tempus Internacional, representante em Portugal da marca "Swatch", que em Junho lançou um relógio para ajudar a financiar a obra, orçada em cerca de 600 mil euros. Salomão Kolinski, administrador da Tempus Internacional, disse que, até à data, já foram vendidos cerca de 18 mil relógios, mas estima que durante o período de Natal as vendas aumentem fortemente. Outro dos apoios veio do ateliê de arquitectura Saraiva & Associados, que ofereceu os projectos de arquitectura e engenharia, no valor de cerca de 30 mil euros. Também a Fundação Luís Figo ofereceu 100 mil euros e, na segunda-feira, terá lugar no Museu da Electricidade um leilão de arte contemporânea para apoiar este projecto. O quarto projecto A construção do centro de acolhimento temporário para crianças em risco no Parque da Bela Vista Sul é o quarto projecto de cariz social em que a Tempus Internacional se envolve, sempre através da comercialização de relógios especificamente criados para o efeito. A caminhada começou em 2000, com o lançamento de um relógio destinado a financiar a recuperação de uma escola em Timor, inaugurada em 2002. Nesse ano, arrancou o projecto de reabilitação de um conjunto de edifícios degradados em Monsanto, destinados a criar novas instalações para a Ajuda de Berço, a funcionar desde Julho de 2004. Nesse ano, arrancou o projecto "A Casa do Gil", a recuperação de uma casa no Parque de Saúde de Lisboa, na Avenida do Brasil, que desde Julho de 2006 acolhe 15 crianças em processo pós-hospitalar. Para financiar o projecto do MSV, a "Swatch" lançou, em Junho, o "Mundo perfeito". O relógio custa 52 euros, sendo que seis vão directamente para este projecto. Até ao momento, foram vendidos cerca de 18 mil relógios. www.jn.sapo.pt
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Distinguido estudante com melhor projecto de arquitectura O estudante Francisco Bartolomeu Sanda, finalista do curso de arquitectura da Universidade Agostinho Neto, venceu o concurso de melhor projecto deste departamento no presente ano lectivo 2006/2007 e vai receber, como prémio, 400 mil kwanzas. O prémio foi anunciado ontem pelo júri, o qual atribuiu menções honrosas de 40 mil kwanzas cada aos finalistas José Tavira, Basílio Dimurta e Reinaldo Rodrigues, em acto realizado nas instalações do Laboratório de Engenharia de Angola. O evento é uma organização do Ministério das Obras Públicas, por ocasião do dia do Construtor, que ontem se assinalou. Estiveram em concurso 22 projectos de diferentes temas, como habitação, serviços públicos, projecção urbana, escola, equipamento sanitário, cultura, desporto e lazer, segundo a arquitecta Filomena do Espírito Santo. Filomena Santo explicou estar na base do critério de avaliação do prémio, entre outros, o mérito técnico e científico, a aplicabilidade e funcionalidade do projecto, originalidade, qualidade da redacção e apresentação do projecto. Na ocasião, o vice-ministro das Obras Públicas, José Joanes André, disse que o gesto teve como principal objectivo a aproximação dos órgãos do Estado com a universidade. "Não podemos deixar a universidade fora do processo. Os grandes estudos sobre algumas soluções no capítulo da reconstrução devem passar já pelas universidades do país, para que se possa garantir a continuidade", referiu, admitindo a possibilidade de se acrescer o valor do prémio nas próximas edições. www.jornaldeangola.com
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Siza mostrou 40 anos de projectos em Moscovo Encerra hoje , em Moscovo, a exposição de Álvaro Siza Viera, que esteve aberta ao público durante quase seis semanas, no Museu de Arquitectura, a uma centenas de metros do Kremlin. O certame encheu seis salas do museu, com uma notável quantidade de esboços, projectos, maquetas e fotografias, que dão uma visão da obra do arquitecto ao longo de quatro décadas. Um catálogo de 400 páginas, em russo, enriquece a perspectiva oferecida sobre os trabalhos de Álvaro Siza. Organizada com o apoio da "Fundação Avangard", da Embaixada de Portugal em Moscovo e do próprio museu, a exposição despertou o interesse sobretudo de estudantes e arquitectos. "Um mestre da matéria, do peso, das proporções, do espaço e da luz", escrevia Grigori Revzin, nas páginas do jornal "Kommersant". No entanto, o crítico alertava que não era tanto uma exposição de conhecimentos para o público comum quanto "a apresentação de uma ideia de arquitectura para profissionais". A exposição incluía maquetas feitas especialmente para a ocasião, exclusivamente em madeira de cor natural, o que Revzin considerou "uma ideia puramente plástica", mas que torna menos evidente para o cidadão comum perceber "onde é que acaba o cimento e começa o vidro". Alguns observadores consideram que as obras de Siza Vieira não vão no sentido das "modas" actualmente procuradas pela elite dos empresários russos, que se deixa captar pela novidades e pelo inesperado. Os edifícios de Álvaro Siza Viera "são muito simples, um mínimo de meios técnicos e materiais comuns, betão, vidro e, às vezes, tijolo", comenta Revzin, acrescentando que "não são muito fotogénicos e são difíceis de explicar por palavras..., para eles é importante a função, a forma, a realidade da cor e da luz". O crítico afirma que, actualmente, na Rússia, "há muito de cultura global, e toda a arquitectura que nos chega do Ocidente é arquitectura do globalismo, e é agradável descobrir que lá também há alguma coisa de completamente diferente".
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ok. só uma coisa..não me trates por você nem muito menos por "exma senhora".:icon_blink: obrigada
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O Centro de Manutenção da TAP, pode vir a ser deslocado para Beja. A decisão está a ser estudada pela Administração da empresa e o Ministério dos Transportes. Mário Lino deixou essa certeza no domingo em Beja. O Centro de Manutenção da TAP pode ainda vir a ser deslocalizado para o aeroporto de Beja, uma vez que a decisão sobre essa matéria ainda está a ser estudada entre o Ministério das Obras Públicas, Tranportes e Comunicações e a administração da TAP- Manutenção e Engenharia, situação confirmada em Beja por Mário Lino, no decurso da visita às obras da infra-estrutura aeroportuária. Falando no final da visita, o ministro garantiu que “o assunto está ainda em análise”, acrescentando a importância que o aeroporto pode ter no sector da reparação, além das valências para o turismo e carga. Recorde-se que no passado dia 30 de Outubro, no decurso da reunião do Executivo da Câmara de Beja, Francisco Santos, presidente da edilidade, referiu que as oficinas se deveriam manter na Portela, uma vez que a criação do novo aeroporto na Ota ou Alcochete, deixavam espaço para serem efectuadas obras na infra-estrutura que aeroportuária que serve a capital”. José Ernesto Queiroz, presidente da EDAB, afirmou “não ter qualquer informação sobre o assunto”, enquanto que António Monteiro, Relações Públicas da TAP, referia que o processo estava “em fase final de discussão”, não sendo possível apontar qualquer a decisão que será tomada.
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olá e obrigada pelas respostas Josué: o que tu falas é perto da ponte vasco da gama, não é? se assim for é um bocadinho longe do que estava a espera, mas obrigada pela sugestão! João: o "oh caldas" também já tinha ouvido falar, porque preferia que fosse pos lados do bairro-santos...mas quem me tinha falado dele não disse assim tão bem como tu..LOL terá sido por ter apanhado um dia mau lá? Miranda: obrigada também pelo conselho, até porque tem metro mesmo à porta (areeiro). será que me podias informar dos preços? obrigada a todos
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olá a todos! precisava de uma ajuda vossa... alguém conhece restaurantes fixes em lisboa para uma jantarada? eu conheço muito poucos e só de nome! sei que o "orange" tem um preço bacano e bebida a descrição. também me falaram no "heróis café lounge", embora um pouco mais caro que o primeiro, a refeição é do estilo buffet... precisava de marcar uma mesa para 10 pessoas e não sei por onde me virar.. alguém me pode dar alguma sugestão? obrigada
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UM TOQUE DE MAGIA NA ARQUITECTURA LEONOR FIGUEIREDO "Cada vez me vejo mais um explorador arquitectural, um contrabandista, um doido, um exagerado, um traficante de armas de arquitectura." Era assim que Pancho Guedes se definia em 1950. Hoje, voltaria a escrever estas linhas, diz: "Porque ainda me sinto mais assim..." É um homem desconcertante que se acha "bizarro", dirá mesmo, "deslocado" e "chocante". Tal como a sua arte, que o levava a escrever panfletos revolucionários, incitando: "Devemos libertar-nos de todas as escolas, de todos os mestres, de todos os movimentos." Cabelo branco, sonotone no ouvido, ligeira pronúncia britânica num português correcto. Estamos em Alfama, na casa minúscula de três andares, que se sobem percorrendo diferentes locais de trabalho do arquitecto Pancho Guedes, aliás, Amâncio Guedes, ADAM Guedes ou Amâncio D' Alpoim Miranda Guedes. Pancho Guedes tem 82 anos. Foi o arquitecto português mais editado internacionalmente até à independência de Moçambique. Ainda hoje, especialistas do mundo inteiro viajam a Maputo para fotografar testemunhos da sua carreira, em particular o prédio do Leão Que Ri, a sua obra mais carismática, feita a partir de um desenho do filho, hoje arquitecto na Austrália. Manifestos, Ensaios, Falas e Publicações é o título do livro bilingue (português-inglês) que Pancho Guedes lançou recentemente na Ordem dos Arquitectos, apenas porque, justifica ao DN, os actuais dirigentes foram todos seus alunos. Trata-se de uma colecção de textos e ilustrações que percorrem os anos de 1953 a 2004. É praticamente um desconhecido em Portugal. Fora do meio e, possivelmente, entre alguns arquitectos. Mas foi ele que, no passado, levou uma modernidade portuguesa, através do seu nome e da antiga colónia, aos fóruns internacionais da arquitectura. Não era qualquer um, como ele, que dispôs de representação própria na Bienal Internacional de São Paulo (1961) fora da "selecção oficial". É que as obras de Pancho Guedes não passavam por Lisboa, nem obedeciam a nada nem a ninguém. Em Moçambique, Pancho Guedes atendia ricos e pobres, sobretudo igrejas e clubes, que não podiam pagar mas "tinham uma ideia maior do que a vista" e, nessa condição, eram atendidos como clientes da "Fundação" Guedes. "Era um trabalho de borla para igrejas, missões católicas e protestantes. Cheguei a fazer uma casa mínima no Soweto de Joanesburgo, oferta para um amigo antigo missionário e depois do ANC." É um arquitecto de 25 estilos. Assumidos e justificados. "As oportunidades em África eram muitas. Fazia de tudo. Prédios de apartamentos, prédios para companhias de navegação, estrangeiros, escolas de pau a pique. Cheguei a sugerir igrejas com o mesmo material, ou mesmo palácios no subúrbio. E se precisavam de mais um barracão para fazer uma fábrica... eu também fazia! Tudo era fluido, estava sempre a mudar. De todos, 'o estilo Guedes' era o mais popular. Exagerado, com estruturas muito expressivas... havia certos clientes que olhavam para as plantas e pediam para fazer menos 'o estilo Guedes'." Sempre trabalhou por conta própria, em casa, para desfrutar dos filhos e da hora do chá em família. "Viajava muito, mandava vir livros e revistas da minha livraria em Londres." Sempre muito independente, com clientes por toda a África, na Rodésia, Angola, Madagáscar, onde estava a construir um hotel numa ilha. "Um período muito agradável" que acabou com o 25 de Abril. Desgostoso com o rumo de Moçambique, ele e a mulher, de quem enviuvou, decidiram que não conseguiriam sobreviver ali, tendo aceitado "convites providenciais" de universidades estrangeiras. Também pintor e escultor, foi na arquitectura que procurou "a qualidade há muito perdida entre arquitectos, que resulta numa arquitectura espontânea de intensidade mágica". Magia é a palavra-chave de Pancho Guedes. Até na sua mais recente pesquisa, sobre pintura fúnebre neolítica, quer "conseguir captar a intenção mágica de quem a pintou". Trabalha agora um dos seus últimos estilos, os Bubblies, uma família de desenhos que incorporam formas curvas, e propõe-se fazer as ilustrações não completadas por Paul Klee para o livro Candide, de Voltaire. www.dn.sapo.pt
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assim de repente, pela apresentação, por nos ser dada através de um vídeo, fez-me lembrar o "blair witch project" fiquei curiosa..sou capaz de ir ver. obrigada pela dica
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Ana...é assim a educação em algumas escolas do País...maioritariamente públicas...no meu colégio isso jamais seria feito dessa maneira. Atenção, e antes que comecem a dizer mal, não tenho nada contra as escolas públicas (a minha mãe é professora numa!), mas a verdade é que, por aquilo que vejo e por aquilo que a minha mãe me conta, cada vez mais estou convencida que existe de facto uma grande diferença entre algumas escolas públicas e alguns colégios privados... embora a balança pese mais para um dos lados
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....parece uma conversa de "surdos"...:tired:
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não me referia ao que disseste, porque percebi à primeira, mas sim ao encadeamento do raciocínio e também ao português escrito. provavelmente não serás de Portugal (?) não sei...mas obrigada pela explicação detalhada, embora tenha entendido o que querias dizer.. à primeira :p
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JCAMIRANDA, sempre que intervéns em qualquer tópico, noto que a tua linha de pensamento/raciocínio é um pouco confusa. não é a primeira vez que tendo perceber de facto o que queres dizer com as tuas intervenções...
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claro eu entendo...mas também te digo, espero mesmo que consigas entrar no porto, porque indicas também Coimbra como uma possibilidade, e para estudantes deslocados, aluguer de uma casa, despesas de água, luz, gás, alimentação...é bem capaz de te ficar tão caro ou mais do que se estiveres numa privada, mas em tua casa, almocinho e jantar todos os dias feito e sem despesas extras de casa. tenho inúmeros colegas que nao entraram na faup por 1 ou 2 décimas (ou mais, claro) e que preferiram ficar na lusíada porque se fossem para fora gastavam muito mais! boa sorte
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é curioso porque eu só comecei a usar a Internet para fazer trabalhos no 12º ano...até lá sempre tive de fazer trabalho de biblioteca e pesquisa de livros :\ eu não dava positiva e o porquê já todos de uma forma ou de outra, enumeraram. talvez desse uma segunda oportunidade para fazer o trabalho, mas isso dependeria do percurso escolar dos alunos em questão...
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ora ai está uma coisa que eu adorava fazer...mas ao contrário bem vindo João Pedro e boa sorte para o teu novo curso
