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  1. Litoral de Vale do Lobo com novo Plano de Pormenor Resultando de um protocolo estabelecido entre um conjunto de entidades, este plano pretende servir de base a intervenções na faixa Litoral de Vale do Lobo, de acordo com o Plano de Ordenamento da Orla Costeira Vilamoura/ Vila Real de St.º António (POOC), numa área total de mais de 86 mil hectares. Este plano resulta de um protocolo celebrado entre a Câmara Municipal de Loulé, a CCDR-Algarve, a Administração da Região Hidrográfica do Algarve e a empresa Vale do Lobo, Resort Turístico de Luxo SA, em articulação com o Projecto de Intervenção e Requalificação da Praia de Vale do Lobo, prevendo-se, para além das acções na faixa litoral, requalificações urbanas e nos acessos. Segundo informações difundidas pela Agência Lusa, o Plano de Pormenor deverá começar a ser elaborado em Janeiro e permitirá ter em conta as opções estratégicas ao nível da política municipal de ordenamento do território, a requalificação do tecido urbano existente, criando espaços de lazer em articulação com as áreas de uso balnear, bem como a requalificação da circulação, acessos viários e pedonais, criando e ordenando o estacionamento de apoio à praia. O financiamento previsto para as intervenções ainda não está estipulado, mas pelo menos 500 mil euros já estão em carteira, segundo disse à Lusa fonte da autarquia local. O Plano de Pormenor de Vale do Lobo têm ainda em vista salvaguardar que as propostas efectuadas acautelem os riscos de erosão existentes. Outro dos projectos é a valorização da área envolvente à Ribeira de Carcavai. Há um ano e meio, a área litoral de Vale do Lobo já tinha sido sujeita a uma intervenção para travar o esvaziamento do areal e a erosão das falésias no valor de dois milhões de euros e totalmente custeada pelo Resort Turístico de Luxo SA. Para Gaspar Ferreira, presidente do Conselho de Administração do resort, Vale do Lobo deve ser dos únicos casos no país em que um promotor individual se propõe a resolver problemas de erosão costeira. www.forumdourbanismo.info
  2. Alteração da data de abertura do concurso de ideias para o Parque Mayer Encontra-se ainda a decorrer o concurso público para Concepção de Ideias para o Parque Mayer, Jardim Botânico, Edifícios da Politécnica e Área Envolvente, promovido pela Câmara Municipal de Lisboa. Recentemente o acto público de abertura das propostas a concurso foi adiado para o dia 28 de Janeiro de 2008, às 10 horas. O que a Câmara Municipal de Lisboa pretende é recolher projectos de concepção de ideias para a posterior formulação de um programa urbanístico-arquitectónico que fará parte integrante dos termos de referência de um plano de pormenor para a área de intervenção identificada, lançando o concurso público de ideias para seleccionar quem irá fazer o plano de pormenor daquela zona. Em causa está uma área de cerca de 14,6 hectares, que abrange o Parque Mayer, o Jardim Botânico e os edifícios da Antiga Escola Politécnica. O plano de pormenor deverá garantir a articulação do velho recinto de espectáculos com o Jardim Botânico e a Avenida da Liberdade, de modo a que possa funcionar como o "epicentro da renovação urbana desta importante área da cidade". De acordo com o texto da proposta, o novo Parque Mayer deverá assumir-se como um pólo de desenvolvimento de actividades lúdicas e culturais (teatro, cinemas, artes plásticas, música e lazer), mas também constituir um "objecto arquitectónico de referência", que introduza um "conceito renovado de lazer" na Avenida da Liberdade e Praça da Alegria. Foi já no passado dia 20 de Novembro que este concurso foi lançado, podendo as propostas ser entregues até 25 de Janeiro de 2008, até às 16 horas, a data limite para a obtenção dos documentos é 18 de Janeiro de 2008.
  3. Tema em destaque dias seis e sete de Dezembro em Sesimbra Áreas Urbanas de Génese Ilegal. Que Futuro? O Centro de Estudos Culturais e de Acção Social Raio de Luz, o Centro de Investigação em Arquitectura Urbanismo e Design da Faculdade de Arquitectura de Lisboa e Câmara Municipal de Sesimbra organizam, dias seis e sete de Dezembro, um Encontro subordinado ao tema “ Áreas Urbanas de Génese Ilegal. Que Futuro?” O encontro tem lugar no Cine Teatro Municipal João Mota e trata-se de um evento de relevante importância e no qual técnicos de diversas áreas vão poder intervir como sejam as engenharias, planeamento do território, planeamento e execução de infra estruturas, arquitectos, advogados, solicitadores, conservadores, notários, economistas ou contabilistas. Os assuntos a discussão serão “Políticas e Planos para a Área Metropolitana de Lisboa”, “Operações de Reconversão Urbanística”, “Lei 91/95 e os seus procedimentos jurídicos, administração conjunta, divisão da coisa comum, divisão de direito judicial e extrajudicial, cadastros e registos” e “Contributos para a adequação da Lei às necessidades actuais de reconversão urbanística”. www.jornalregional.com
  4. Lisboa: Câmara aprova demolição parcial na Duque de Loulé A Câmara de Lisboa aprovou hoje a demolição parcial de um edifício na Avenida Duque de Loulé, criticada por vereadores da oposição e pelo Fórum Cidadania Lisboa, que destaca uma padaria que é «exemplar raro da arquitectura do ferro». O vereador do Urbanismo, Manuel Salgado (PS), afirmou que o projecto de arquitectura das obras do edifício do número 42 da Avenida Duque de Loulé já tinha sido autorizado pelo último executivo. «A fachada é mantida, há alterações no interior e o acrescento de um piso», explicou aos jornalistas na conferência de imprensa que se seguiu à reunião do executivo municipal. O Fórum Cidadania Lisboa manifestou-se contra esta demolição, em comunicado, sublinhando que o «imóvel do início do séc. XX inclui no piso térreo uma antiga padaria, exemplar raro da arquitectura do ferro de Lisboa». A vereadora do movimento Cidadãos por Lisboa Helena Roseta destacou hoje esta particularidade do edifício, que será destruída e sublinhou: «Mantém-se a fachada e o resto vai tudo fora». Segundo o Fórum Cidadania Lisboa, «o imóvel e antiga padaria fazem parte do inventário municipal do património proposto na revisão do PDM [Plano Director Municipal]». Para a associação, a Avenida Duque de Loulé é um «paradigma da má gestão do património arquitectónico da capital», onde «16 imóveis com valor patrimonial foram demolidos, incluindo três Prémio Valmor». Manuel Salgado afirmou comungar «inteiramente das preocupações do Fórum Cidadania Lisboa» mas referiu as «dificuldades» com que se confronta devido a «uma série de compromissos do passado, já que era uma prática corrente demolir para construir de novo». «É uma situação que se tem de inverter, até porque é uma interpretação um pouco extensiva do PDM. A lei diz que as demolições só devem ser autorizadas quando exista plano de pormenor ou inviabilidade do edifício do ponto de vista técnico ou económico», afirmou. O vereador do Urbanismo afirmou que actualmente os serviços fazem uma vistoria para avaliar o «valor patrimonial e o estado de conservação». «Se destruirmos todos os edifícios, qualquer dia Lisboa é igual a qualquer periferia descaracterizada», disse. A vereadora Helena Roseta criticou que o Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico tenha vindo a ratificar processos de reabilitação como o do número 42 da Duque de Loulé, em que apenas a fachada é mantida. «A arquitectura não é a fachada. Penso que nem se devia chamar reabilitação, é uma espécie de cenário», defendeu. A vereadora dos Cidadãos por Lisboa salientou ainda a «necessidade de a Avenida Duque de Loulé ter um trabalho de conjunto», devido ao património arquitectónico que congrega, integrado no plano do engenheiro Ressano Garcia nos finais do séc. XIX. Para além do licenciamento da demolição e ampliação e reabilitação do edifício situado no número 42 daquela avenida, foi igualmente aprovado em Câmara o projecto da obra de alteração e ampliação do edifício situado nos números 111 a 119. www.diariodigital.sapo.pt
  5. Exposição de Oliveira Tavares inaugurada amanhã em Évora Uma exposição de pintura de Oliveira Tavares, constituída por cerca de duas dezenas de acrílicos sobre tela, é inaugurada quinta-feira em Évora, revertendo uma percentagem das vendas a favor de crianças em risco social. A iniciativa, patente ao público até 3 de Janeiro, é promovida pela Fundação Alentejo - Terra Mãe, nas suas instalações, e é inaugurada às 17:00. A exposição engloba perto de duas dezenas de acrílicos sobre tela que, segundo o próprio artista, citado pela fundação, marcam «uma fase de transição» na sua carreira. «Elementos da natureza e personagens inspiradas na pintura clássica são o mote predominante das obras, concebidas num registo que se situa na fronteira entre o contemporâneo e o antigo, entre a abstracção e a figuração clássica», realça a entidade organizadora. Oliveira Tavares, natural de Lisboa, com ascendência alentejana, viveu e trabalhou em Bruxelas, residindo actualmente no Alentejo, mais propriamente em Alcáçovas, concelho de Viana do Alentejo, distrito de Évora. Antigo aluno do Instituto Superior Técnico de Lisboa, frequentou o curso de Desenho no A.R.C.O e o de História de Arte na Sociedade Nacional de Belas-Artes, tendo ainda participado no workshop de gravura de Bartolomeu Cid, em Tavira. O artista, que é também membro da Sociedade Nacional de Belas-Artes e da Associação Nacional de Artistas Plásticos, encontra-se representado em diversas colecções particulares em Portugal e no estrangeiro, assim como em diversas instituições, de entre as quais o Museu da Presidência da República, em Lisboa. Desde 1982, participou em inúmeras exposições, não só em Portugal, como também além-fronteiras, em países como França, Holanda, Alemanha, Espanha, Bélgica e Brasil. Nesta mostra em Évora, segundo a Fundação Alentejo - Terra Mãe, uma percentagem das receitas resultantes das vendas destina-se a instituições e iniciativas de apoio a crianças desfavorecidas e em risco social. A Fundação Alentejo - Terra Mãe é uma instituição com actividade regular desde Abril de 2005, tendo como principal missão a promoção e divulgação da cultura e da história do Alentejo. As acções de solidariedade social também fazem parte da sua actividade, nomeadamente mediante a atribuição de subsídios e a distribuição gratuita de bens alimentares a instituições de apoio a idosos e, sobretudo, a jovens desfavorecidos e crianças abandonadas ou em risco social da Região do Alentejo.
  6. infelizmente também não vou, porque é na póvoa do varzim...de qualquer forma aqui fica o registo :p
  7. já era tempo de a fundação (que) minerva fazer alguma coisa de jeito! bem haja!:clap:
  8. Câmara do Barreiro assina protocolo com Fundação Minerva Cooperação na realização de estudos e projectos Hoje, a Câmara Municipal do Barreiro (CMB) assinou um protocolo com a Fundação Minerva – Instituto Lusíada da Investigação em Desenvolvimento (ILID), com o objectivo de promover a parceria na realização de estudos e projectos do Concelho do Barreiro, nas áreas do urbanismo e arquitectura e inclusivamente no Projecto de Investigação: “O Estuário do Tejo e as suas Áreas Ribeirinhas: Estratégias para a sua Sustentabilidade”, questão que o presidente da Câmara Municipal do Barreiro considera essencial na visão do “Barreiro do século XXI”. “Um concelho, uma cidade, uma sociedade só se constrói com muitas parcerias e protocolos” O presidente da Câmara Municipal do Barreiro, Carlos Humberto, disse que a colaboração entre a Fundação Minerva e a Câmara Municipal do Barreiro reflecte a ideia de que “um concelho, uma cidade, uma sociedade só se constrói com muitas parcerias e protocolos”, salientando a importância de se aproveitar os “saberes de outras instituições”. E reconhecendo que: “não conseguimos aproveitar todos os contributos”, uma limitação que diz empobrecer a cidade, comentou: “Felizmente, desta vez, as vontades uniram-se e parece que temos o caminho traçado para trabalharmos em conjunto”. Estágios proporcionados pela CMB aos alunos da Licenciatura de Arquitectura da Universidade Lusíada Da vantagem do protocolo, o edil barreirense sublinha o facto de estar ligado à área do conhecimento, ao que comentou: “o concelho precisa de trazer mais instituições e estabelecimentos de ensino, para além das muitas que tem”. E realçou a importância de o protocolo permitir a junção da universidade à vida profissional, através dos estágios destinados aos alunos da Licenciatura de Arquitectura da Faculdade de Arquitectura e Artes da Universidade Lusíada de Lisboa, proporcionados pela Câmara Municipal do Barreiro, a terem lugar nos Serviços Técnicos. “Construímos, no último século, a cidade de costas voltadas para o rio e é preciso reparar esta visão” O presidente da Câmara Municipal do Barreiro focou ainda o facto de que um dos aspectos em que o protocolo incide ser a questão da zona ribeirinha do estuário do Tejo, “um dos maiores patrimónios do Barreiro”, sublinhou, ao permitir a cooperação das duas entidades no Projecto de Investigação: “O Estuário do Tejo e as suas Áreas Ribeirinhas: Estratégias para a sua Sustentabilidade”. E sobre este aspecto, acrescentou: “construímos, no último século, a cidade de costas voltadas para o rio e é preciso reparar esta visão”. Ao que aludiu para o aproveitamento das zonas ribeirinhas em termos lúdicos, culturais e económicos. O que diz que se insere na “estratégia que temos para o Barreiro do século XXI”. Construir o Barreiro do futuro: “(…) um caminho que não podemos fazer sozinhos” Ainda acerca do conteúdo do protocolo, comentou: “temos a perspectiva de que pode ultrapassar o próprio papel”, realçando a importância das parcerias: “Para construir o Barreiro do futuro, como uma das centralidades de Lisboa, temos a consciência de que é um caminho que não podemos fazer sozinhos”. “Um bom exemplo de boas práticas” O Reitor da Universidade Lusíada de Lisboa, Diamantino Durão, disse ser com satisfação que vê a realização do protocolo, ao que comentou: “Faremos os possíveis e os impossíveis para cumprir com os objectivos propostos”. Na sua opinião, a parceria constitui “um bom exemplo de boas práticas”. E referiu não fazer uso de falsas modéstias quando considera que “o curso de arquitectura da Universidade Lusíada é o melhor do país”. Da vinda ao Barreiro disse ter sido prazeirosa, ao que comentou: “É sempre uma terra muito simpática”. “A universidade tem de ser um elemento da sociedade, não pode estar isolada” Por sua vez, o presidente da Fundação Minerva, António Martins da Cruz, considerou que a colaboração entre as entidades assinantes do protocolo vai ao encontro do que deve ser a preocupação fundamental dos estabelecimentos de ensino superior, ao que comentou: “A universidade tem de ser um elemento da sociedade, não pode estar isolada”, no sentido em que diz: “para que a sociedade possa beneficiar da universidade, em termos de progresso humano”, destacando que a grande valorização do homem está no conhecimento. E expressou ainda um desejo para o Barreiro: “criar aqui um curso de arquitectura”. De sublinhar que o documento protocolado, que tem a duração de três anos, podendo ser renovado por igual período, foi aprovado na Reunião Ordinária Pública de 17 de Outubro, tendo como objectivos a realização de estudos e de investigação, que assentam nos seguintes domínios: no Projecto de Investigação (PI) “O Estuário do Tejo e as suas Áreas Ribeirinhas: Estratégias para a sua Sustentabilidade”; na realização de estudos e projectos de arquitectura e urbanismo no Concelho do Barreiro e na execução de estágios nos Serviços Técnicos da Câmara Municipal do Barreiro, destinados a alunos da Licenciatura de Arquitectura e Artes da Universidade Lusíada de Lisboa.
  9. Aldeias desertas de Trás-os-Montes podem dinamizar turismo Algumas aldeias transmontanas desertificadas reúnem condições para dinamizar um novo conceito turístico, capaz de impedir que se transformem em meros vestígios arqueológicos. A ideia é defendida pelo arqueólogo Luís Pereira. A região transmontana contabiliza alguns casos de aldeias completamente despovoadas, sendo Benrezes, no concelho de Macedo de Cavaleiros, um dos exemplos mais emblemáticos. Esta aldeia "fantasma", a meia dúzia de quilómetros da cidade de Macedo de Cavaleiros, está completamente abandonada e em ruínas. A sua história é feita de lendas de maldições que terão dizimado a população, mas a versão mais plausível para este abandono terá sido uma epidemia. Essa é, pelo menos, a opinião do arqueólogo Luís Pereira, da extensão de Trás-os-Montes do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico. A maior parte da população terá sido afectada e aqueles que escaparam fugiram da aldeia para a vizinha povoação de Vale da Porca. Para trás, as pessoas deixaram, há já várias décadas, as casas e os equipamentos colectivos, agora em ruínas. O arqueólogo qualifica Benrezes como "uma jóia", acreditando que das ruínas das casas e ruas em pedra poderia erguer-se um novo conceito turístico na região, que já é aplicado em outros países. Os adeptos da natureza no seu estado mais puro teriam aqui a oportunidade de desfrutar de um cenário bucólico, onde não se avista sequer um poste de electricidade. Os campos em volta estão lavrados e, de vez em quando, é possível avistar um rebanho por entre os tons da natureza, junto ao rio Azibo. É numa das margens do rio que se encontra o mais importante e vistoso núcleo da aldeia, com um moinho em pedra "altamente sofisticado para a época", dispondo de três mós a trabalhar em simultâneo, num processo totalmente tradicional. Os balcões típicos das aldeias transmontanas, com as escadas de acesso à porta principal, ou as tradicionais manjedouras para os animais no andar inferior das casas são algumas das características presentes. Com a revitalização da aldeia, esta ambiência campestre podia ser aproveitada para fins turísticos, na opinião do arqueólogo Luís Pereira. Para este técnico, outras aldeias podiam dar origem a projectos idênticos, com outras temáticas ou com a recriação de épocas históricas relevantes na região. Sobre este assunto, Júlio Meirinhos, o presidente da Comissão Regional de Turismo do Nordeste Transmontano, disse: "avancem com projectos e o Turismo apoiará". Na sua opinião, não compete à instituição que dirige tomar a iniciativa, mas sim estar disponível para ser parceira e apoiar e encaminhar eventuais projectos para candidaturas adequadas. Esta opinião é partilhada pela autarquia de Macedo de Cavaleiros, apesar de fonte da Câmara ter reconhecido que "é muito difícil avançar com qualquer projecto". Em-bora abandonados, os terrenos e as ruínas de Benrezes são propriedade privada parti-lhada por vários herdeiros, o que dificulta um eventual processo de negociação. De qualquer forma, o arqueólogo Luís Pereira não encara a situação actual como "preocupante" e até acredita que, para além de poder receber os projectos turísticos que defende, a região transmontana tem condi-ções naturais para inverter a situação. Francisco Cepeda, investigador e professor catedrático de Bragança, diz mesmo que "há já uma aproximação das populações para as zonas com estas características: sem poluição ambiental, sem stress". www.mundoportugues.org
  10. "Novos Rumos" promove debate sobre Ambiente O movimento Novos Rumos promove, amanhã (13 de Dezembro), um debate subordinado ao tema "Ambiente e Desenvolvimento Sustentável". Nesta actividade, que acontece no Posto do Turismo da Póvoa de Varzim, pelas 21h30, pretende-se discutir e debater modelos de construção e renovação das cidades, tendo como referência os novos conhecimentos ambientais. Os convidados deste debate são Jacinto Rodrigues, especialista na área do ambiente e professor catedrático da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, Francisco Laranjeira, antigo membro do conselho de administração dos Estaleiros de Viana do Castelo, responsável pela ENERCOM-POR, empresa que se dedica à energia eólica, Nuno Quental, vice-presidente da Associação Campo Aberto que visa debater e promover o exercício da cidadania no domínio do ambiente e Pedro Macedo, presidente da Associação ‘Amigos de Mindelo’ para a Defesa do Ambiente, criada em 1992, organização não governamental de Vila do Conde, cuja finalidade é a defesa do ambiente, do património natural e construído, da promoção da qualidade de vida.
  11. Parque Mayer: Comissão alerta para risco de ruína eminente A comissão do Parque Mayer na Assembleia Municipal de Lisboa vai alertar hoje para o «risco de ruína eminente» de edifícios e para as contrapartidas financeiras que a Bragparques, antiga proprietária do espaço, deve aos comerciantes do local. Num relatório da comissão eventual do Parque Mayer, que vai ser discutido hoje, a que a Lusa teve acesso, os deputados municipais chamam a atenção para a «precariedade das instalações, algumas em risco de ruína eminente ainda em funcionamento no Parque com graves riscos de segurança e salubridade para os seus utentes». «Apesar da saída posterior da Bragaparques do local, permanecem por resolver as contrapartidas financeiras devidas», refere o relatório. A comissão elaborou uma recomendação à Câmara, em que pede «que sejam assegurados os direitos ou compensações àqueles que ainda hoje habitam ou exercem actividade no Parque Mayer, empresários e trabalhadores». Permanecem no Parque Mayer três restaurantes, o guarda-roupa Paiva e o Sindicato dos Artistas. As indemnizações reclamadas pelos comerciantes seriam pagas pela Bragaparques, à semelhança do que a Câmara fez com os feirantes da antiga Feira Popular, no âmbito da permuta dos terrenos do antigo parque de diversões, que era propriedade municipal, com os do Parque Mayer, que pertencia à empresa de Braga. «A curto-prazo haverá que garantir a segurança dos edifícios e o ordenamento do trânsito e do estacionamento do espaço público, assim como as condições mínimas de estabilidade, higiene e conforto do edificado», recomendam os deputados municipais. A comissão defende também a «eventual reformulação do contrato EGEAC - Utopia Filmes com vista à exploração do Teatro Variedades». Em causa está um protocolo que a empresa municipal que gere os equipamentos culturais firmou com a Utopia para a exploração do Variedades durante quatro anos, sem concurso público, e que previa compensações no caso de as obras do Parque Mayer começarem antes do final desse acordo. O protocolo, estabelecido pelo ex-vereador da Cultura Amaral Lopes previa a reabertura do Variedade em Maio do próximo ano com uma programação regular na área do teatro, cinema, música e dança, «novo circo» e multimédia. O acordo previa que a produtora pudesse desocupar o teatro quando o projecto de reabilitação o ditasse, podendo, nesse caso, ocupar a sala mais pequena do Cinema São Jorge. Depois de o novo executivo municipal tomar posse, foi lançado um concurso de ideias para o Parque Mayer e definitivamente abandonado o projecto do arquitecto norte-americano Frank Ghery.
  12. ora aqui está outra pérola é certo que no youtube há imensas...mas esta merece ser vista... [ame=""]YouTube - Americans are NOT stupid - WITH SUBTITLES[/ame]
  13. pois Ana...o problema é quando são precisamente esses senhores ditos da "força de segurança", os principais suspeitos de burla, falsificação, etc, etc, etc.... ex. álvaro cunhal no caso passerelle ex: "PARLAMENTOS, PARTIDOS, POLÍCIA E TRIBUNAIS MAIS CORRUPTOS Os cidadãos de todo o mundo apontaram os parlamentos, partidos, polícia e tribunais como as instituições mais atingidas por uma corrupção quotidiana generalizada." enfim...basta dizer que há mais corrupção no seio da policia do que no mundo do futebol...
  14. já conhecia....é de facto algo que não merece qualquer comentário:tired:
  15. Oceanário expõe arte nas cidades 10 de Dezembro de 2007 O Oceanário de Lisboa vai expôr, nas principais cidades portuguesas, cartazes desenhados por alunos de cerca de 70 escolas, no âmbito da divulgação da sua missão. “Ajuda o Vasco a dar vida aos oceanos” foi o mote de uma acção desenvolvida para apresentar a mascote do Oceanário ao público infantil nacional, num âmbito escolar. Vasco, a mascote, é o mensageiro da missão do Oceanário, que consiste em promover o conhecimento dos oceanos e sensibilizar os cidadãos para o dever da conservação do património natural, através da alteração dos seus comportamentos. O Vasco tem 12 anos, nasceu a 12 de Março e é do signo Peixes, com ascendente em Aquário. É natural da Atlântida e, actualmente, reside no Oceanário de Lisboa, onde desempenha a função de salvador dos oceanos. Em Novembro de 2005, o Oceanário de Lisboa promoveu um concurso nacional para o desenho da sua mascote. Das 138 propostas recebidas, a escolha do júri recaiu sobre o trabalho de Pedro Teixeira e Nuno Martins, dois designers e professores universitários do Porto. Como se pretende que a mascote do Oceanário de Lisboa seja um meio de comunicação privilegiado com as crianças, o seu nome foi escolhido através de uma votação, que decorreu durante o ano passado, entre os alunos das escolas que visitaram o Oceanário de Lisboa. A campanha publicitária “O Vasco é boa onda”, desenvolvida para apresentar a mascote do Oceanário ao grande público, da autoria da agência Lowe & Partners, foi reconhecida, recentemente, com a distinção ouro na categoria de Melhor Solução Criativa Utilização/ Criação Espaços Outdoor, no 9º Festival do Clube de Criativos de Portugal. A campanha incide sobre dois momentos principais: apresentação e interacção com o público. Para além de uma campanha de Imprensa, o Oceanário de Lisboa conta, nesta fase, com o apoio da JCDecaux e Sonae Sierra para divulgar a sua mascote. O segundo maior aquário do mundo, que reúne oito mil animais e 500 espécies diferentes de plantas, foi inaugurado em 1998, contribuindo para uma divulgação mais aprofundada e abrangente dos oceanos. As maiores atracções deste mega-aquário, com sete milhões de litros de água, continuam a ser as lontras Eusébio e Amália. Três das suas crias foram já enviadas para aquários no Canadá, na Holanda e na Bélgica. O Oceanário de Lisboa foi o primeiro Aquário Público da Europa a obter a Certificação de Qualidade, possuindo ainda a Menção Honrosa do Prémio Valmor, de Arquitectura (1998), o Prémio Internacional de Ciência Chiara na Europa e o Prémio EMAS 2005 (Eco-Management and Audit Scheme). www.musicatotal.net
  16. Casa da Cerca - Almada Arquitecto Luís Vassalo Rosa em exposição Inaugura no dia 15 de Dezembro, pelas 17,30 horas, na Casa da Cerca - Centro de Arte Contemporânea de Almada, a exposição de homenagem ao arquitecto Luís Vassalo Rosa. Trata-se da primeira exposição organizada em torno da vida e obra de Luís Vassalo Rosa, abrangendo um período de actividade profissional, desde 1957 (ano do seu primeiro projecto) até à actualidade. Arquitecto e Urbanista Luís Vassalo Rosa. Do Edifício à Cidade é o nome da mostra, promovida no âmbito da 2º edição do Prémio Municipal de Arquitectura Cidade de Almada, um galardão, bienal instituído pela Câmara Municipal de Almada, com o intuito de divulgar e premiar autores e promotores de obra de qualidade arquitectónica exemplar no concelho, ao nível da construção de edifícios, de espaços públicos e de reabilitação patrimonial. Foram seleccionados 40 projectos para o catálogo da exposição Trata-se da primeira exposição organizada em torno da vida e obra de Luís Vassalo Rosa, abrangendo um período de actividade profissional, desde 1957 (ano do seu primeiro projecto) até à actualidade. Foram seleccionados 40 projectos para o catálogo da exposição, que caracterizam as suas diferentes intervenções no domínio da Arquitectura e Planeamento Urbano, evidenciando uma obra sólida e coerente que constitui uma mais valia cultural no panorama da Arquitectura e do Urbanismo em Portugal. Esta exposição é ainda pretexto para se homenagear o Escultor António Alfredo (1932-2001), com actividade relevante, entre outros, nos domínios da Pintura, das Artes Gráficas e Publicidade e que colaborou com o Arq. Vassalo Rosa em vários projectos. Prémio Municipal de Arquitectura de Almada~ Instituído em 2006 pela Câmara de Almada com carácter bienal, o Prémio Municipal de Arquitectura "Cidade de Almada" pretende incentivar a qualidade dos projectos e das construções dos edifícios e dos espaços públicos. Tem um valor de 25 mil euros. O arquitecto João Paciência foi o vencedor da primeira edição do Prémio, ao qual concorreu os lotes 89 a 96 da Aldeia dos Capuchos, um empreendimento na freguesia da Caparica, distinguido pela Agência Portuguesa para o Investimento como um Projecto de Potencial Interesse Nacional. Em todas as edições, o Prémio homenageia igualmente um arquitecto português de reconhecido mérito, através de um programa de actividades em torno da sua obra. Luís Vassalo Rosa é o homenageado desta segunda edição. Exposição Arquitecto e Urbanista Luís Vassalo Rosa. Do Edifício à Cidade Organização - Câmara Municipal de Almada Local - Casa da Cerca - Centro de Arte Contemporânea, Almada Horário Duração de 15 de Dezembro de 2007 a 2 de Março de 2008 Inauguração - 15 de Dezembro às 17H30 - Terça a sexta: das 10h às 18h; Sábado e Domingo, das 13h - 18h Contactos: 212 724 950 Link - http://www.m-almada.pt/casadacerca Observações: Encerra às segundas e feriados Entrada livre
  17. Quercus mostra casa ecológica para apelar à poupança energética A Associação Nacional de Conservação da Natureza - Quercus abriu hoje a porta da sua «Casa Ecológica» à população de Aveiro, com o intuito de divulgar soluções já existentes no mercado para poupar água e energia Montado junto ao Centro Cultural e de Congressos, o protótipo da «Casa Ecológica» é concebido de acordo com conceitos de arquitectura bioclimática e incorpora materiais eficientes e «amigos do ambiente». «O objectivo é fazer chegar às populações informação sobre como fazer construções mais eficientes. Portugal tem uma grande dependência energética, em que o sector doméstico é o terceiro maior consumidor, e se houver esse tipo de preocupações logo na fase de construção, podemos ter casas mais ecológicas», explicou à Lusa Aline Delgado, da Quercus. A «Casa Ecológica» que a Quercus expõe em Aveiro é uma estrutura revestida exteriormente a cortiça, «um produto nacional com óptimas condições de isolamento térmico e acústico». Em exposição está também um isolamento feito à base de papel reciclado e tratado, que pode ser aplicado como subtelha nas coberturas, ou projectado, com vantagens anunciadas sobre materiais comuns como a lã de vidro e os poliuretanos. A disposição do protótipo é exposta a sul, com uma pala exterior para proteger da incidência solar no Verão, a fim de tirar o máximo partido do sol, quer no aquecimento do interior, que beneficia de janelas eco-eficientes em caixilharia de alumínio, quer na iluminação, garantida por pequenos painéis fotovoltaicos acoplados a baterias. «Trata-se de tirar partido de uma fonte de energia inesgotável e gratuita: o sol», descreve Aline Delgado. O aquecimento de águas sanitárias (banhos) através de painéis solares térmicos é também recomendado, havendo ainda, quanto à água, torneiras com redutor de caudal para optimizar o consumo. Para o aquecimento interior, está em exposição uma caldeira doméstica de biomassa, utilizada no Canadá, Suíça e Estados Unidos, que, «em apenas alguns minutos», espalha calor pelas divisões. Segundo Aline Delgado, são materiais aplicados ou em demonstração que já estão disponíveis no mercado, mas que, por falta de sensibilização das pessoas, ainda há muitas resistências à sua generalização. No entanto, há uma atenção crescente para esse tipo de soluções, pelo que a Casa Ecológica da Quercus desperta a atenção de estudantes de arquitectura, escolas e dos próprios construtores. www.sol.sapo.pt
  18. não sei se será bem assim, uma vez que já me apontaram uma arma, na zona da alfandega, em plena luz do dia!...portanto eu diria mais que o perigo está onde menos se suspeita, seja dia ou seja noite
  19. pois...tens razão..mas de qualquer forma a ideia é, mesmo para aqueles que nao moram no porto, o que acham e o que fariam, se morassem (imaginando por exemplo, que aquilo que esta a acontecer, se passava na vossa cidade). é que para um cinemazinho, sempre tens os centros comerciais. é diferente
  20. "O Ilídio Correia de 33 anos, empresário da noite portuense e segurança, foi baleado esta madrugada, pelas 4h15m, na rua de Miragaia, frente à antiga Alfândega, no Porto. A vítima foi atingida por vários disparos e acabou por falecer no local, apurou o PortugalDiário junto de fonte policial. A PSP acredita na origem deste homicídio está um «ajuste de contas» mais uma vez relacionado com o negócio de segurança privada na noite. Testemunhos no local relatam que de um carro preto terão saído vários disparos direccionados à vítima e a um amigo que a acompanhava. Só Ilídio Correia, que tinha também a actividade de segurança, foi atingido. No local do crime, está uma coroa de flores. Segundo a PJ disse à Lusa, o segurança foi atingido por um carro em andamento, quando conversava com um amigo, que não foi atingido com qualquer dos disparos. «Para já, não há suspeitos», disse a fonte. Dois veículos estacionados terão sido atingidos pelos disparos e levados para análise pela Polícia Judiciária. Ilídio Correia tem na PSP, DIAP e no IGAI várias queixas-crime contra quatro polícias por agressões, sequestro, fotografias ilícitas e devassa da vida privada, confirmou o PortugalDiário junto de fonte policial. Segundo a queixa apresentada, a vítima terá sido agredida pelos polícias dentro de uma discoteca no Porto e levada para a esquadra, debaixo de insultos racistas. O processo disciplinar e crime ainda estão na fase de inquérito. Os factos terão ocorrido no final de Maio. A vítima pertence a uma família de origem cabo-verdiana que tem vários negócios relacionados com a noite. Ilídio Correia era proprietário de uma empresa de segurança privada e chefe de seguranças. Criminalidade violenta diminui Esta é já a sétima morte em pouco mais de seis meses na noite do Porto. O comissário Pedro Teles, da PSP do Porto reafirmou esta quarta-feira que, apesar de a opinião pública estar convencida do contrário, a criminalidade violenta tem vindo a diminuir na cidade. «Apesar da sensibilidade das pessoas indicar o contrário, devido a um conjunto de eventos ocorridos nos últimos meses, nós na Polícia temos que trabalhar com os dados objectivos de que dispomos e esses indicam que a criminalidade violenta desceu no último ano, conforme foi oportunamente divulgado», afirmou. Em comunicado, a PSP informa que «o sucedido vai certamente afectar o sentimento de segurança da população. De forma pró-activa, esta Polícia vai intensificar o patrulhamento e a visibilidade policial, nas zonas consideradas mais críticas, recorrendo a elementos fardados e à civil, no sentido de atenuar aquele efeito». Recorde-se que a 26 de Agosto, Aurélio Palha, um conhecido empresário da noite foi morto a tiro à porta da discoteca Chic. À época foram ouvidas várias ameaças de retaliação." www.portugaldiario.iol.pt Videovigilância autorizada na Ribeira "A Comissão de Protecção de Dados deu luz verde à instalação de câmaras nas ruas e praças da zona ribeirinha do Porto. Será o primeiro sistema de videovigilância nas ruas por iniciativa de uma autarquia, mas só pode funcionar à noite e não poderá gravar sons." www.clix.expresso.pt o que acham do que tem acontecido?
  21. uiui...se voltassem os pearl jam...ai sim!!primeira fila batidissima
  22. Miranda, fiquei hoje de ligar para o "orange" para marcar mesa, a partir das 21.30...depois das sugestões que me deram e da pesquisa que de alguma forma fiz (net e opinião de algumas pessoas) cheguei à conclusão que o "orange" é o melhor em relação qualidade-preço-localização como ainda não sei se tenho vaga ou não para o dia que pretendo, ainda não tinha dito nada aqui no tópico...
  23. trata-se de um programa que retrata a época de ditadura em lisboa- portugal Márcio, de facto as diferenças entre lisboa são algumas, no entanto, penso que não sao exageradas... basta pensarmos que se trata da capital do país e por isso, por si só já tem algumas diferenças. eu sou de beja, estudo no porto e vou imensas vezes a lisboa e posso dizer-te que tenho bastante segurança naquilo que te digo :p
  24. se fossem os aerosmith ainda ia ver...agora assim alguém sabe o resto do cartaz do SBSR?
  25. Josué, és um exemplo daquilo que estava a tentar explicar
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