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Arquitectura.pt


Fábio Correia

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  1. O Diário Gráfico torna-se importante no pensamento de ideias de um projecto ou de um surgimento de algum pormenor que ache interessante. Eu uso o diário gráfico para pôr no papel as minhas ideias para o projecto da altura, desenhando espaços, os porquês... os desenhos podem transformar-se num pleno 3D só que bem mais rápido que um render! *
  2. Niemeyer: 100 anos de arquitectura João Camacho e Leopoldo Plentz venceram, respectivamente, o 'Prémio Funchal 500 Anos' e o 'Prémio Pestana', numa homenagem ao arquitecto Data: 14-12-2007 O madeirense João Camacho e o brasileiro Leopoldo Plentz são, respectivamente, os vencedores do 'Prémio Funchal 500 Anos' e do 'Prémio Pestana', atribuídos no âmbito do 'Concurso Internacional de Fotografia Niemeyer 100 Anos'. O concurso, instituído por uma comissão que juntou cidadãos e instituições portuguesas em torno da comemoração do centenário do nascimento de Niemeyer, registou ampla adesão. Foram admitidos, como concorrentes, mais de 160 participantes, oriundos de diversos países, nomeadamente Brasil, Bélgica, Espanha, França, Itália, Peru, Portugal e Reino Unido. Os resultados dos 'Prémios Pestana' e 'Funchal 500 Anos' (com um valor pecuniário de 3 mil euros cada) foram determinados por um júri constituído pelo arquitecto Jorge Cruz Pinto, professor agregado da Faculdade de Arquitectura de Lisboa e presidente do Departamento de Arquitectura dessa mesma faculdade; por Cristina Cordeiro, directora da revista de arquitectura e design CUBO; por João Francisco Vilhena, editor de fotografia do jornal 'Sol'; por Margarida Pestana, em representação do Grupo Pestana, que apoia a iniciativa; e por Francisco Faria Paulino, representando a empresa 'Funchal 500 Anos'. O concurso tinha por objectivo fotografar, de modo original, obras de arquitectura de Oscar Niemeyer, nos países em que este tem obra construída. No caso de João Camacho (do Funchal) e Leopoldo Plentz (de Porto Alegre, Brasil) "a obra de Niemeyer resulta num olhar original, especificamente fotográfico, marcado pelo rigor, profundidade e densidade estética notáveis". João Camacho nasceu em 1979, e frequentou a Faculdade de Arquitectura de Coimbra. É finalista do curso de Design da Universidade da Madeira e foi premiado no concurso de lomografia de Coimbra, em 2003, e no concurso '48 Horas de Vídeo', Funchal, 2006. Leopoldo Plentz nasceu em 1952, fotografa desde 1975 e tem obra constante dos acervos dos Museus de Arte Contemporânea de São Paulo e Porto Alegre, do Museu de Artes do Rio Grande do Sul Ado Malagoli, do Museu de Arte Latino Americano, e do Museu Nacional de Belas Artes de Buenos Aires, entre outros. Recebeu os prémios Paúcho de Fotografia, 1998, Icatu de Artes, 2001, e a Bolsa Vitae de Artes, 2004, entre outras distinções. Os prémios 'Funchal 500 Anos' e 'Pestana' serão entregues amanhã, dia 15 - o próprio dia do aniversário de Niemeyer - num almoço e cerimónia a realizar pelas 13h30 no Pestana Casino Park Hotel (um projecto do grande arquitecto brasileiro). Mas já ao meio-dia de amanhã será também inaugurada, no 'Madeira Magic', uma exposição integrando uma selecção das obras participantes no Concurso - a qual ficará patente ao público até 30 de Janeiro de 2008. No programa das comemorações consta ainda a projecção de um documentário intitulado 'Niemeyer', da autoria de Marc-Henri Wajnberg, no auditório Darwin do 'Madeira Magic', pelas 18h30. Icone da arquitectura do séc. XX Oscar Niemeyer, mais que um arquitecto, é um verdadeiro ícone cultural. E não só no seu país, mas no plano internacional. José Carlos Vasconcelos, director do 'JL - Jornal de Letras, Artes e Ideias', em cuja edição mais recente o centenário do arquitecto é matéria de primeira página, assina um editorial no qual realça: "Poucas vezes, ao longo de toda a história da Humanidade, terá ocorrido este facto, em simultâneo tão raro e jubiloso, de se celebrar o centenário de um grande artista continuando ele a trabalhar e na plenitude da sua capacidade criativa". Também o professor universitário Carlos Oliveira Santos, autor do livro 'O Nosso Niemeyer', lançado em 2001 e do qual ainda este ano foi lançada uma edição comemorativa, melhorada e aumentada, realçava, em Julho passado, ao nosso jornal a "genialidade incontornável" de Niemeyer, facilmente confirmada pelas "imensas obras encomendadas, e em preparação" que o arquitecto continua a ter hoje em dia. O facto de se ter conseguido "manter vivo esse monumento do modernismo" que é o Pestana Casino Park (alvo de uma remodelação dirigida pelo arquitecto Jaime Morais, também brasileiro, num investimento da ordem dos 15 milhões de euros) mereceu o seu aplauso. Carlos Oliveira Santos sublinha que "a Madeira deve estar muito feliz por ser a única região de Portugal a possuir um Niemeyer construído, permitindo-lhe assim comungar neste enorme movimento mundial gerado pelo seu 100º aniversário" e considera Oscar Niemeyer "um sinal da liberdade, da criação e da dimensão humanas". "Até onde podemos ir como seres que desafiam a mediocridade, a mesquinhez, o obscurantismo? A vida - palavra onde se inclui a obra - de Niemeyer tem sido uma constantemente reafirmada resposta a isso. Pelo seu exemplo tão persistente, ele ajudou-nos a entender com mais profundidade a própria essência do modernismo, aquilo que lhe permitiria transcender os tempos e conquistar uma pureza intemporal, aquilo a que alguns chamam beleza". Editar o seu livro sobre Niemeyer foi, acrescenta, um contributo para despertar as consciências. No início da década de 80, recorda, chocou-o "a total ausência de reacção, em Portugal", aos edifícios niemeyerianos no Funchal, o "silêncio desprezível" a que os mesmos estavam votados, demonstrativo, em seu entender, de "mediocridade, mesquinhez e obscurantismo salazarengos". Também o arquitecto madeirense Paulo David é um entusiasta confesso de Oscar Niemeyer. Ao DIÁRIO, realçou que a obra deste arquitecto é reveladora da ascensão do modernismo, do qual ele é um grande autor. "A sua obra é carregada de alma", refere, e reflecte a marca do povo brasileiro, estando intimamente associada "a uma condição humana". Caracterizada por uma "sensualidade das formas" muito própria, esta arquitectura "de dimensão quase única" exprime a crença "de que a beleza vai melhorar a vida dos homens, de que o homem poderá ser perfeito", na assumpção plena de um pensamento que é quase ideológico. Paulo David recorda com emoção o seu primeiro contacto, ainda na adolescência, com o hotel e casino projectados para o Funchal por Niemeyer, e que, assume, provavelmente o influenciaram decisivamente na escolha da carreira de arquitecto. "Sinto-me privilegiado por viver numa cidade onde é possível a contemplação de uma obra de Oscar Niemeyer", diz. Obra que considera um verdadeiro ícone da nossa urbe, e que "ganha novo sentido" nos dias de hoje. "Fiquei fascinado quando a vi pela primeira vez - particularmente com a espacialidade dos interiores". Mais tarde, teve a oportunidade de mostrá-la a Siza Vieira, outro "mestre da arquitectura" que se deixou seduzir pela criação de Niemeyer na Madeira. "É o único edifício que mostra um entendimento forte da escala da baía do Funchal", mas concretizado sem soberba, de forma "subtil e sensual". Convite feito a rigo Três madeirenses foram recebidos no passado mês de Julho por Óscar Niemeyer no seu gabinete em Copacabana: Luís Guilherme de Nóbrega, então coordenador de exposições no Centro das Artes Casa das Mudas, o artista plástico madeirense Rigo e o presidente da Câmara da Calheta, Manuel Baeta. Foram cerca de 25 minutos de conversa acerca da exposição de Rigo no Museu de Arte Contemporânea de Niterói (desenhado por Niemeyer), inaugurada a 25 de Agosto e que incluiu uma obra executada em calçada portuguesa, dedicada ao grande arquitecto. Tanto Luís Guilherme como Rigo recordaram-nos a amabilidade com que foram acolhidos. "Ele gostou muito do trabalho do Rigo, e convidou-o a realizar uma intervenção artística num dos seus projectos futuros", garante Luís Guilherme. O arquitecto disse na altura ter passado pelo Funchal num navio, quando o Casino estava em construção. Tê-lo-á tentado visitar, mas teve dificuldades: os responsáveis da obra não o levaram a sério quando disse que era o autor do projecto, contou-nos Guilherme. Luís Rocha in, Diário de Noticias - Madeira
  3. Na minha primeira visão em termos de escala, parece-me que o projecto não se insere em tudo aquele minúsculo espaço, para um grande projecto. Quanto à questão de podermos tratar da orla marítima de uma melhor forma, claro que sim! Penso que estamos convictos que é necessário apostar na orla marítima, porque não é só o interior do local é que é o espaço público, a orla marítima é também um espaço público, com uma grande aderência do público, para confraternizar e outras diversas razões. Veja-se a Casa de Chá de Leça da Palmeira, do Siza, é um projecto que tenta alimentar ainda mais a orla marítima, sem a tentação de querer invadir o território marítimo (porque o Mar está sempre a subir e faz estragos quando lhe retiramos território!). No fim, diria que deveriamos dar uma maior atenção à nossa orla marítima e aproveita-la com a arquitectura. Muitos países devem roer-se de inveja por não terem a orla marítima que temos!
  4. Epa, trabalha mas é!!! Ora ora , vir pa aqui pedir ajudas A melhor disto tudo é tratarem-te por menina! :)
  5. Exterior , deveras interessante! Fiquei surpreendido !! Não sei se precisa de mais tantos lugares na bancada, mas... lá que o projecto no exterior está bem conseguido está. vamos a ver se sai do digital para o real como deve ser :s
  6. acho que tb o cmprei na FNAC, e é um excelente livro!! Diz que foi a sua tese, e quando pensamos em tese, pensamos no maldito texto incapaz de proporcionar uma boa leitura, antes pelo o contrario, com a "ideia construida" conseguimos ter uma leitura perfeitamente descansada, querendo descobrir o que está mais em frente! É um bom livro do seu trabalho e do seu método de trabalho.
  7. LOL Pensando que este ano as proprinas aumentaram em todas as universidade, para perto dos 950€ por isso, acho que é bom contar com esse valor para o novo ano lectivo que aí se avizinha.
  8. Muitas vezes , há pessoal que xega aos gabinetes do ensino superior com dúvidas das opçoes que por, e são os proprios tecnicos que la estao, a incutir a tal diversidade de curso, que no seu ponto de vista curricular não tem nada a ver uma coisa com a outra, por ex. Arquitectura - Medicina ... a única coisa que da jeito é a média e mais nada. É dito como do género, " o menino/a tem média alta, porq é q n mete isto ou aquilo?"... Penso também que as pessoas que se candidatam, já têm idade suficiente para saberem o que querem... passam 12 anos a estudar, e xegam ao fim desses 12 anos, ainda andam com dúvidas?
  9. Fez-me recordar projectos de santiago calatrava. A forma arquitectónica não é nova, mas a posição de diferenciação dos materiais na cobertura parece-me interessante!
  10. Em termos de graça, os psicologos vão sentir-se no paraiso com tanto verde para relaxarem o espirito! O ponto + determinante neste projecto é o encontro da natureza em relação ao edificio e este corpo paralelepipedo quase que a "levitar" sobre o terreno.
  11. Acho que sim!! Tem outro cargo, deixa para outro! Que muitos políticos fizessem o mesmo!! Não estariamos a ver sempre a msm cara!
  12. eu nao recebi nada... espero por uma comunicaçao vossa!
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